Vertisin

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Vertisin

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cinarizina (C26H28N2)
Forma Comprimido (Oral)
Classe farmacológica Antagonista dos recetores H1 da histamina / Bloqueador dos canais de cálcio
Objetivo geral Mitigação do desequilíbrio vestibular e da confusão sensorial
Origem Sintética (Derivado da piperazina)

A Identidade do Vertisin: Princípio Ativo e Origem

O Vertisin é uma preparação farmacêutica que se distingue pela sua substância química ativa única, a Cinarizina, uma molécula classificada como um derivado da piperazina pertencente ao grupo das difenilmetilpiperazinas. Este composto possui uma origem sintética e é disponibilizado, mais frequentemente, sob a forma de comprimido para administração por via oral. Embora Vertisin seja uma designação comercial, o princípio ativo Cinarizina é amplamente conhecido por sinónimos globais, sendo a sua composição geralmente considerada um produto de componente único, cujos efeitos derivam inteiramente da molécula de Cinarizina.

Classificação Farmacológica e Perfil de Dupla Ação

A Cinarizina possui uma classificação farmacológica dual única, atuando simultaneamente como um antagonista dos recetores H1 da histamina e como um bloqueador dos canais de cálcio específico. Esta combinação específica de ações é clinicamente reconhecida pela sua utilidade como uma preparação antivertiginosa. A evidência farmacológica confirma que a Cinarizina possui efeitos depressores diretos no sistema vestibular, que regula o equilíbrio. O medicamento atua auxiliando na moderação dos sinais de equilíbrio do ouvido interno, diferenciando o seu mecanismo de ação dos anti-histamínicos simples.

Objetivo Geral: Mitigação da Disrupção Vestibular

A utilidade geral do Vertisin baseia-se na sua função como um supressor labiríntico, que visa estabilizar o sentido de equilíbrio do paciente e mitigar a confusão sensorial. O agente é amplamente utilizado para abordar a excitabilidade excessiva do sistema vestibular, proporcionando um benefício geral ao moderar os sinais intensos associados a tonturas, vertigens e instabilidade. Por exemplo, o medicamento é tipicamente utilizado para aliviar as sensações de cinetose (enjoo de movimento) ou de desequilíbrio geral, oferecendo alívio ao acalmar as vias de equilíbrio afetadas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Vertisin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Os efeitos adversos oficialmente documentados do Vertisin (Cinarizina) encontram-se classificados de acordo com a sua frequência e o sistema corporal afetado, conforme delineado na informação regulamentar do produto.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos reportados com maior frequência, categorizados como Frequentes (afetando até 10 em cada 100 utilizadores), incluem sonolência, aumento de peso e náuseas. Os efeitos categorizados como Pouco Frequentes incluem hipersónia, dispepsia (indigestão), vómitos e certas reações cutâneas, como a queratose liquenoide.

As reações reportadas principalmente através da vigilância pós-comercialização, onde a frequência não pode ser estimada com fiabilidade (Frequência desconhecida), incluem reações graves que afetam o sistema nervoso, tais como Distúrbios Extrapiramidais, Discinesia e Parkinsonismo, a par de Icterícia Colestática e reações de hipersensibilidade.


Considerações de Segurança e Contexto

O perfil regulamentar especifica certas condicionantes de segurança e notas relativas a populações específicas. É assinalado que o aparecimento de sintomas extrapiramidais é mais provável com a exposição a longo prazo, particularmente em adultos mais velhos. Inversamente, a sonolência pode ocorrer sobretudo no início do tratamento.

É aconselhada uma precaução específica para doentes com doença de Parkinson, uma vez que a cinarizina pode potencialmente agravar os sintomas existentes. O rótulo contém também restrições de utilização em indivíduos com o distúrbio sanguíneo Porfíria. Além disso, o medicamento pode potenciar os efeitos sedativos de outros depressores do sistema nervoso central, incluindo o álcool.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda: Informação Regulamentar Oficial para o Vertisin

Esta informação deriva estritamente das secções oficiais de Sobredosagem e Gestão de documentos regulamentares governamentais e é fornecida apenas para fins informativos.

Manifestações Documentadas de Sobredosagem

A sobredosagem com Vertisin está oficialmente documentada como causadora de sinais e sintomas que incluem sedação excessiva e hipotensão prolongada. Os sistemas fisiológicos primariamente afetados são o Sistema Nervoso Central (levando à depressão da consciência) e o Sistema Cardiovascular (causando hipotensão e ritmo cardíaco diminuído).

Em casos de sobredosagem, é conferida uma consideração especial aos doentes pediátricos e idosos, que podem apresentar uma sensibilidade acrescida aos efeitos depressores.

Ações Imediatas e Gestão Clínica

Ação Necessária (Declaração Oficial) Resultado/Risco
Contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos. Resultados graves ou com risco de vida.
Procurar assistência médica imediata. Doente que apresente depressão sistémica grave (ex.: dificuldade respiratória, ausência de resposta).

As instruções oficiais de gestão definem a estratégia como de apoio e sintomática. Os procedimentos podem incluir a administração de carvão ativado, a monitorização contínua dos sinais vitais e do eletrocardiograma (ECG), e a manutenção de ventilação adequada. A hipotensão deve ser abordada com as medidas de apoio apropriadas. Pode ser designado um agente farmacológico de reversão específico para consideração no protocolo oficial de gestão.

Usos terapêuticos de Vertisin

Factos Rápidos

  • Condição: Doença de Ménière
  • Sintomas Associados: Tonturas (vertigem), zumbidos nos ouvidos (acufenos) e desafios auditivos
  • Benefício: Pode ajudar a gerir a frequência e a gravidade das crises

O que o Vertisin trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Vertisin (Cinarizina) é um medicamento que pode ser utilizado para a gestão de sintomas associados a certos distúrbios do equilíbrio, principalmente a doença de Ménière. Esta condição do ouvido interno pode causar episódios súbitos e angustiantes de vertigem (sensações de rotação), bem como sintomas auditivos como acufenos (zumbidos nos ouvidos) e dificuldades de audição.

O objetivo do tratamento com este medicamento é ajudar a reduzir a ocorrência e diminuir a intensidade destes sintomas, apoiando o bem-estar do paciente. É também utilizado para ajudar a gerir sintomas de vertigem que tenham origem noutras causas relacionadas com o ouvido interno (distúrbios labirínticos) e para ajudar a abordar a cinetose (náuseas e vómitos devido ao movimento). O medicamento está aprovado para utilização no tratamento destas condições, de acordo com as orientações oficiais.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para o Vertisin (Cinarizina) é estritamente definida pelas autoridades regulamentares com base na idade, condições pré-existentes e estado fisiológico.

Populações Autorizadas e Contraindicadas

Classificação Estatuto Regulamentar Oficial
Autorizado Adultos e crianças com 5 anos ou mais têm aprovação para utilização.
Contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida à cinarizina ou a qualquer um dos componentes, e doentes com diagnóstico de Porfíria (um distúrbio sanguíneo hereditário).
Não Recomendado Crianças com menos de 5 anos de idade, bem como a utilização durante a Gravidez e a Amamentação, devido à insuficiência de dados de segurança.

Utilização Condicional e Restrita

A rotulagem oficial descreve precauções rigorosas para determinados grupos de doentes:

  • Doença de Parkinson: O medicamento apenas deve ser administrado se os benefícios clínicos forem formalmente determinados como superiores ao risco de agravamento da condição.
  • Compromisso da Função Orgânica: O Vertisin deve ser utilizado com cuidado e precaução em doentes com insuficiência hepática (fígado) ou renal (rim) documentada.
  • Idosos: A utilização em adultos mais velhos é permitida, mas requer precaução especial porque esta população é mais suscetível a efeitos adversos específicos, especialmente durante terapias prolongadas.

Estas regras oficiais servem para delinear as populações para as quais a utilização está estabelecida face àquelas para quem o medicamento é estritamente proibido ou requer uma revisão clínica especializada sob as condições descritas na rotulagem.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Vertisin com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interação do Vertisin (Cinarizina) caracteriza-se por efeitos farmacodinâmicos aditivos e por condicionantes procedimentais específicas documentadas na rotulagem regulamentar.

Interações Farmacodinâmicas e com Substâncias Documentadas

Entidade/Classe de Interação Resultado/Classificação Regulamentar
Depressores do SNC (incluindo ADTs, hipnóticos) A coadministração pode potenciar os efeitos sedativos (Utilizar com Precaução)
Bebida Alcoólica O consumo concomitante deve ser evitado devido à potenciação dos efeitos sedativos (Restrição Formal)

A coadministração com categorias de substâncias que deprimem o sistema nervoso central, tais como os Antidepressivos Tricíclicos e outros Depressores do SNC, resulta num aumento do resultado farmacodinâmico descrito como a potenciação dos efeitos sedativos. Este efeito aditivo constitui a base para a restrição formal de que o consumo de bebidas alcoólicas deve ser evitado enquanto se toma este medicamento.

Condicionantes Farmacocinéticas e de Temporização

Metabolicamente, a Cinarizina é sujeita a um metabolismo extenso, principalmente através da via enzimática CYP2D6. Isto estabelece o potencial para interações farmacocinéticas com outras substâncias que inibam esta enzima. Além disso, as propriedades anti-histamínicas do fármaco criam uma condicionante procedimental específica: o uso de Vertisin deve ser evitado nos quatro dias anteriores a testes de reatividade dérmica, a fim de prevenir interferências nos resultados do diagnóstico. O perfil regulamentar foca-se estritamente nestes efeitos aditivos, vias metabólicas e requisitos de temporização documentados.

Mecanismo de ação

Como funciona o Vertisin

O mecanismo farmacodinâmico da cinarizina define-se por uma dupla ação que envolve o antagonismo de neurotransmissores e o bloqueio de canais iónicos, modulando as vias de equilíbrio tanto a nível central como periférico.


Modulação Central através do Antagonismo de Neurotransmissores

A molécula atua como um antagonista nos recetores H1 da histamina e nos recetores muscarínicos da acetilcolina (mAChR) localizados nos núcleos vestibulares do tronco cerebral e na zona gatilho dos quimiorrecetores (CTZ). Este antagonismo reduz a atividade neural nestes centros, resultando numa modulação do processamento central dos sinais aferentes de movimento e dos estímulos eméticos (que provocam o vómito).


Controlo Periférico pelo Bloqueio dos Canais de Cálcio

A cinarizina funciona também como um bloqueador dos canais de cálcio voltagem-dependentes (Ca^2+), visando especificamente os canais presentes nas células sensoriais ciliadas do ouvido interno. Ao inibir a entrada de cálcio, a molécula diminui diretamente a excitabilidade e a taxa de disparo de sinais do aparelho sensorial periférico, modulando assim a transmissão de informações de equilíbrio para o cérebro. Este mecanismo promove ainda o vasorelaxamento dos vasos sanguíneos cerebrais, o que altera a dinâmica microcirculatória na vasculatura cerebral.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração e Regimes Posológicos

O Vertisin (Cinarizina) é um medicamento de administração oral, habitualmente disponível em comprimidos ou cápsulas, e as instruções oficiais de utilização variam consoante o contexto do tratamento. A administração é sempre efetuada por via oral.

Posologia para Distúrbios do Equilíbrio

Para problemas de equilíbrio persistentes, como os relacionados com a doença de Ménière, o regime padrão para adultos é uma dose diária contínua, habitualmente de 25 mg três vezes ao dia, ou uma dose de 75 mg tomada uma vez ao dia em algumas formulações. O tratamento para estas condições é frequentemente mantido durante vários meses e pode exigir um aumento progressivo da dose ao longo do tempo, uma vez que o efeito terapêutico é considerado dependente da dose.

Posologia para a Profilaxia do Enjoo de Movimento

Para a prevenção do enjoo de movimento (cinetose), o padrão de utilização é intermitente e planeado em torno da viagem. A dose para adultos envolve geralmente a toma de 25 mg a 30 mg do comprimido antes da viagem, seguida de uma dose inferior (15 mg a 25 mg) repetida a cada 6 a 8 horas durante a viagem, se necessário. A dose diária máxima não deve exceder os 225 mg para qualquer indicação.

Instruções de Administração

Os comprimidos devem ser tomados, de preferência, após as refeições (com alimentos). Esta instrução é fornecida para ajudar a diminuir a possibilidade de irritação gástrica. Os comprimidos podem ser engolidos inteiros com água ou, em alternativa, podem ser chupados ou mastigados.

Posologia em Populações Específicas

As crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 12 anos são instruídas a tomar uma dose que corresponde a aproximadamente metade da dose de adulto, tanto para distúrbios de equilíbrio contínuos como para a profilaxia do enjoo de movimento. O medicamento não é recomendado para crianças com menos de 5 anos.

Evidência clínica recente

Vertisin: Evidência Clínica Recente

Evidência para a utilização na Doença de Ménière

A cinarizina tem sido estudada para condições como a doença de Ménière através de ensaios clínicos controlados e aleatorizados e de revisões sistemáticas. Os investigadores analisaram resultados reportados pelos doentes relativos ao desequilíbrio funcional, monitorizando a frequência e a intensidade das sensações de rotação (vertigem) e sintomas associados, como o zumbido. As conclusões no panorama mais amplo da evidência para a cinarizina em monoterapia sugerem uma baixa certeza dos dados, com algumas avaliações a caracterizarem os dados da investigação como limitados, citando frequentemente a qualidade insuficiente da evidência.

Evidência para Vertigem Vestibular e Distúrbios Labirínticos

A investigação explorou a cinarizina para condições associadas a episódios agudos ou disruptivos de vertigem com origem no ouvido interno. Os estudos monitorizaram alterações em resultados complexos reportados pelos doentes, tais como o Mean Vertigo Score (MVS) e escalas funcionais. Os dados da investigação que analisaram os resultados da vertigem vestibular focaram-se frequentemente no produto de combinação fixa da cinarizina com outro agente. A investigação fornece contexto sobre as alterações a curto prazo, mas a certeza da evidência para a cinarizina utilizada isoladamente permanece baixa ou muito incerta nalgumas avaliações sistemáticas.

Evidência para a Prevenção do Enjoo de Movimento

A cinarizina foi avaliada em estudos focados na prevenção do enjoo de movimento (cinetose), que é um resultado relacionado com o esforço fisiológico. Estes estudos utilizaram cenários de exposição aguda em voluntários adultos saudáveis e monitorizaram uma taxa medida de prevenção de sintomas. As conclusões de revisões sistemáticas indicam que a cinarizina esteve associada a estes resultados medidos durante o período do estudo.

Lacunas na Investigação e Incerteza Remanescente

Uma limitação fundamental em toda a investigação é o facto de a duração do acompanhamento em muitos ensaios controlados ter sido limitada, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Além disso, os dados para certos grupos permanecem insuficientes; por exemplo, os dados de resultados para a população pediátrica (crianças) são muito limitados no atual panorama da investigação. A certeza permanece baixa para condições como a doença de Ménière. Estas conclusões contribuem para o contexto mais amplo da evidência disponível para a cinarizina.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Vertisin (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Vertisin a fazer efeito? R: De acordo com as informações disponíveis, os efeitos do Vertisin podem desenvolver-se gradualmente. Após uma dose única, a concentração do medicamento no organismo pode demorar até quatro horas a atingir o seu nível mais elevado. O benefício terapêutico completo pode não ser imediatamente percetível logo após a primeira utilização.

P: Devo tomar o Vertisin todos os dias ou apenas quando sinto sintomas? R: As condições oficiais de utilização variam consoante o problema a tratar. Para o controlo de problemas de equilíbrio contínuos, os documentos regulamentares descrevem-no como um tratamento diário contínuo. Inversamente, para a prevenção do enjoo de movimento (cinetose), as instruções oficiais definem uma utilização intermitente, sendo tomado antes e durante a viagem.

P: O que acontece se me esquecer de uma dose de Vertisin? R: Se falhar uma dose, o procedimento regulamentar padrão é frequentemente descrito como sendo a toma da dose assim que se lembrar. As orientações oficiais indicam geralmente que se deve continuar com a dose seguinte agendada à hora habitual. É recomendado não tomar duas doses para compensar a dose esquecida.

P: Existem interações conhecidas entre o Vertisin e suplementos, como o ginkgo biloba? R: A informação oficial alerta para o facto de o Vertisin poder interagir com alguns suplementos, especialmente aqueles que podem causar efeitos secundários como sonolência ou boca seca, devido ao potencial de aumento da gravidade destes efeitos. As normas regulamentares recomendam que todas as substâncias que estejam a ser tomadas sejam revistas por um profissional de saúde.

P: O Vertisin é habitualmente utilizado para a doença de Ménière? R: Sim, o Vertisin (Cinarizina) está oficialmente indicado para o controlo de distúrbios do equilíbrio. De acordo com os documentos regulamentares, isto inclui os sintomas associados à doença de Ménière, tais como vertigens (sensação de rotação) e zumbidos (ruído nos ouvidos).

P: O Vertisin pode ser interrompido subitamente ou requer um processo de redução gradual? R: O uso prolongado de anti-histamínicos sedativos não é geralmente recomendado, especialmente em idosos. Nas diretrizes oficiais para a descontinuação após uso prolongado, descreve-se tipicamente uma redução gradual da dosagem para ajudar o corpo a ajustar-se.

P: É normal sentir algum cansaço após tomar Vertisin? R: Sim, sentir sono ou sonolência está listado como um efeito secundário comum na informação oficial do produto, o que significa que é um dos efeitos reportados com maior frequência. Este efeito é muitas vezes mais percetível no início do tratamento.

P: Existem relatos oficiais de efeitos secundários graves com o Vertisin? R: Sim, a informação de segurança oficial reporta efeitos graves, principalmente através de vigilância pós-comercialização, onde a frequência não é conhecida. Estes incluem efeitos graves no sistema nervoso como Distúrbios Extrapiramidais, Discinesia e Parkinsonismo, e reações como Icterícia Colestática.

P: O Vertisin interage com o álcool? R: Sim, a rotulagem oficial especifica que o consumo concomitante de álcool deve ser formalmente evitado. Isto deve-se ao facto de o álcool poder potenciar os efeitos sedativos do medicamento.

P: O Vertisin pode ser esmagado ou deve ser engolido inteiro? R: Embora algumas formulações específicas possam estar aprovadas para serem chupadas ou mastigadas, os documentos regulamentares instruem geralmente que o medicamento deve ser engolido inteiro com água. O comprimido não deve ser esmagado ou partido, a menos que instruções regulamentares específicas o permitam.

P: O Vertisin requer ajustes de dose para doentes idosos? R: Os documentos oficiais não especificam geralmente uma dose inicial mais baixa para doentes idosos. No entanto, a rotulagem oficial enfatiza o uso de precaução particular nesta população devido à sua maior suscetibilidade a certos efeitos adversos, especialmente em terapias prolongadas.

P: O Vertisin é um sedativo ou causa sonolência? R: As classificações farmacológicas oficiais descrevem o Vertisin (Cinarizina) como um anti-histamínico sedativo. O medicamento é conhecido pelos seus efeitos no sistema nervoso central, e a sonolência é um efeito secundário comummente reportado e listado nos documentos regulamentares.

P: Os idosos podem usar o Vertisin com segurança? R: O uso de Vertisin em idosos é permitido e está estabelecido para as indicações apropriadas. No entanto, a rotulagem oficial enfatiza a precaução nesta população, pois os idosos são mais suscetíveis a certos efeitos adversos, como sintomas Extrapiramidais, particularmente durante o uso prolongado.

P: O Vertisin pode causar boca seca? R: Sim, a secura de boca está listada como um potencial efeito adverso na informação oficial do produto e nos folhetos informativos para o doente.

P: Qual é a diferença entre Vertisin e cinarizina? R: Cinarizina é o nome da substância ativa, o componente que faz o medicamento funcionar. Vertisin é o nome de marca sob o qual o produto é comercializado. A diferença é entre a substância ativa e a sua apresentação comercial específica.

P: O Vertisin pode causar alterações no peso? R: As listagens oficiais de reações adversas indicam que o aumento do peso corporal foi reportado como um efeito secundário comummente observado associado ao uso deste medicamento.

P: Que informação existe sobre o uso de Vertisin durante a gravidez? R: Os documentos oficiais afirmam que a segurança do Vertisin na gravidez humana não foi definitivamente estabelecida. Embora os estudos em animais não tenham mostrado danos, a administração durante a gravidez não é geralmente recomendada nos documentos regulamentares devido à insuficiência de dados de segurança em humanos.

P: É verdade que o Vertisin pode afetar a audição? R: O Vertisin está indicado para tratar condições do ouvido interno, como vertigem e zumbidos. A documentação oficial não afirma que o medicamento em si cause perda de audição, mas é utilizado para ajudar a gerir sintomas associados a distúrbios do equilíbrio e do ouvido interno.

P: Existe uma versão genérica do Vertisin disponível? R: Sim, a substância ativa Cinarizina está amplamente disponível a nível global sob vários nomes genéricos e diferentes marcas, sujeita à aprovação nos mercados locais de medicamentos.

P: O Vertisin pode causar um aumento da acidez estomacal? R: O rótulo recomenda tomar o medicamento após as refeições para ajudar a reduzir a possibilidade de irritação gástrica. Embora a indigestão (dispepsia) seja um efeito secundário listado, o aumento explícito da acidez estomacal não é um efeito adverso comummente listado nos documentos regulamentares.

P: Porque é que algumas pessoas tomam Vertisin para o zumbido? R: O Vertisin está oficialmente aprovado para ajudar a gerir sintomas relacionados com distúrbios do equilíbrio, que podem incluir zumbidos (uma sensação de toque ou ruído nos ouvidos). O seu uso está ligado ao seu papel na regulação dos sinais provenientes do ouvido interno.

P: Que nível de evidência existe para o efeito do Vertisin em problemas de equilíbrio? R: Avaliações sistemáticas citadas a nível regulamentar sugerem que a certeza da evidência relativa ao efeito do Vertisin em problemas de equilíbrio e vertigem é frequentemente caracterizada como limitada ou muito incerta em algumas condições, particularmente quando o fármaco é usado isoladamente. A evidência é mais clara para usos específicos, como a prevenção do enjoo de movimento.

Como Vertisin deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Vertisin

Estas informações detalham os requisitos de conservação e eliminação do Vertisin, conforme documentado em fontes regulamentares governamentais oficiais, visando garantir a estabilidade do produto e a segurança pública.

Requisitos Obrigatórios de Armazenamento

O medicamento deve ser conservado à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20°C e os 25°C. É fundamental manter o produto protegido da humidade excessiva e da luz, garantindo que este permaneça na sua embalagem original com o rótulo intacto. Não deve expor o medicamento a temperaturas acima do limite indicado no rótulo e deve evitar estritamente o congelamento, pois tal pode comprometer a integridade da formulação.

Estabilidade e Segurança Infantil

O Vertisin deve ser utilizado estritamente antes da data de validade impressa na embalagem, desde que tenha sido armazenado sob as condições prescritas. Para prevenir a ingestão acidental, armazene sempre este produto fora da vista e do alcance de crianças e animais de estimação.

Instruções de Eliminação

O requisito oficial para a eliminação é devolver o Vertisin não utilizado ou fora de validade a um programa de retoma de medicamentos aprovado, como os pontos de recolha VALORMED disponíveis em farmácias. Caso não esteja disponível um programa de retoma, a recomendação é misturar o medicamento com uma substância pouco apelativa (como borras de café ou areia de gato), fechá-lo num saco de plástico e colocá-lo no lixo doméstico comum. Não deve deitar o Vertisin na sanita nem o despeje no lavatório, a menos que receba instruções específicas de uma autoridade governamental para o fazer.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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