Velacom

Links rápidos para seções importantes

Velacom

Opção de tratamento: Diabetes Mellitus, Type 2 Diabetes

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Velacom

Que tipo de medicamento é o Velacom (Glimepirida)?

O Velacom é um medicamento sujeito a receita médica, utilizado principalmente para controlar os níveis elevados de açúcar no sangue em adultos diagnosticados com diabetes mellitus tipo 2. O seu único princípio ativo é a glimepirida, que é classificada como um fármaco hipoglicemiante oral. Isto confirma que a função central do medicamento é impactar diretamente a concentração de glicose na corrente sanguínea, uma propriedade clinicamente reconhecida em diversos estudos farmacológicos.

A glimepirida é um composto orgânico sintético que pertence à classe das sulfonilureias, um grupo de agentes antidiabéticos. Sendo um composto de segunda ou terceira geração, a glimepirida distingue-se das sulfonilureias mais antigas pela sua elevada potência e pelo seu perfil específico de ligação aos recetores. Está disponível como um comprimido oral de ingrediente único para administração por via oral. O comprimido final é composto pelo composto de glimepirida combinado com excipientes farmacêuticos, que são as substâncias inativas necessárias para a criação de uma forma farmacêutica estável.


Compreender o Objetivo e a Classe Farmacológica do Velacom

O objetivo geral do Velacom é reduzir e controlar os níveis elevados de açúcar no sangue, um objetivo essencial para apoiar a melhoria do controlo glicémico em doentes com diabetes tipo 2. A sua classe farmacológica determina que a sua função principal é a de um secretagogo de insulina.

Isto significa que a glimepirida atua primordialmente através da estimulação das células beta pancreáticas do próprio organismo para libertarem mais insulina armazenada. Este mecanismo é fundamentado por investigação fidedigna, que afirma a sua eficácia no tratamento da redução da secreção de insulina característica da diabetes tipo 2. Além disso, o fármaco exibe efeitos extrapancreáticos, que incluem a melhoria da sensibilidade dos tecidos periféricos à insulina, aumentando assim a captação de glicose e apoiando coletivamente o objetivo terapêutico global de regulação do açúcar no sangue.

Quais efeitos secundários são possíveis com Velacom?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Velacom (Glimepirida), uma sulfonilureia, está estruturado através da classificação das possíveis reações adversas com base na sua frequência e no impacto em vários sistemas fisiológicos. O risco de açúcar baixo no sangue (hipoglicemia) é o efeito adverso mais comum e farmacologicamente esperado, sendo uma característica de segurança definidora desta classe de fármacos, podendo ser grave.

Reações Adversas Documentadas

Os efeitos secundários são categorizados com base na frequência da sua ocorrência:

Classificação Exemplos de Efeitos
Comuns (Comunicados frequentemente) Hipoglicemia, cefaleias (dor de cabeça), tonturas, náuseas e aumentos documentados de certas enzimas hepáticas.
Raros (Comunicados infrequentemente) Diminuição na contagem de células sanguíneas, incluindo trombocitopenia e leucopenia.
Muito Raros Efeitos gastrointestinais, tais como vómitos, diarreia e desconforto abdominal.
Frequência desconhecida Distúrbios visuais transitórios que podem ocorrer no início do tratamento devido a flutuações nos níveis de glicose no sangue.

Considerações de Segurança Graves

As reações adversas graves documentadas incluem hipoglicemia grave potencialmente fatal, reações de hipersensibilidade graves (ex.: anafilaxia, angioedema) e eventos graves que afetam o fígado, tais como hepatite e insuficiência hepática. Esta classe de fármacos foi também associada a um risco acrescido de mortalidade cardiovascular em estudos anteriores.

População e Restrições de Segurança

Notas de segurança oficiais indicam que os adultos mais velhos podem apresentar um maior risco de alguns efeitos adversos. Doentes com deficiência de G6PD estabelecida são referidos como estando em risco de desenvolver anemia hemolítica quando tratados com esta classe de medicação. Além disso, o fármaco é formalmente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à glimepirida ou a outros derivados das sulfonamidas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Âmbito da Sobredosagem

A principal manifestação da sobredosagem com Velacom documentada em fontes regulamentares é a hipoglicemia profunda (baixo nível de açúcar no sangue), resultante de um excesso agudo da ação farmacológica. Os sintomas documentados abrangem um espetro variado, incluindo fome severa, náuseas, confusão, dificuldade de concentração, inquietação e sinais neurológicos como tremores ou paralisia parcial.

Os sistemas fisiológicos afetados são o sistema metabólico (regulação da glicose) e o Sistema Nervoso Central, o que pode conduzir a um compromisso significativo. As notas regulamentares especificam que os doentes idosos e indivíduos com compromisso hepático ou renal apresentam um risco acrescido de resultados hipoglicémicos graves após uma sobredosagem.

Resposta de Emergência e Monitorização

O internamento hospitalar imediato é uma ação determinada pelas autoridades regulamentares para reações hipoglicémicas graves, especificamente as que envolvam coma, convulsões ou outro compromisso neurológico significativo. A intervenção necessária é a administração rápida de glicose (oral ou intravenosa) como medida específica de reversão.

A sobredosagem é classificada pela sua gravidade, variando entre sintomas ligeiros e reações que colocam a vida em risco, tais como o coma ou potenciais danos neurológicos permanentes. As orientações oficiais determinam uma monitorização prolongada por um período mínimo de 24 a 48 horas, um procedimento obrigatório devido ao potencial documentado de a hipoglicemia recorrer após uma recuperação inicial aparente.


Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem do Velacom como uma emergência metabólica aguda, caracterizada por hipoglicemia grave e risco de lesão neurológica. Esta condição exige a procura imediata de assistência médica profissional, especificando a administração de glicose como o tratamento necessário e a observação hospitalar prolongada devido ao risco de recidiva.

Usos terapêuticos de Velacom

O que o Velacom trata: principais utilizações e benefícios

O Velacom é geralmente utilizado para prestar assistência sintomática de suporte em condições crónicas que apresentam manifestações episódicas ou flutuantes. O medicamento é genericamente considerado relevante para a gestão de sintomas, em conformidade com as orientações oficiais para esta categoria de medicação.

O Velacom pode ser aplicado na abordagem de sintomas relacionados com desequilíbrio sistémico, desconforto físico e atividade fisiológica acentuada. É relevante para gerir sintomas que interferem com o funcionamento diário e aqueles associados ao stresse funcional específico de órgãos. O medicamento apoia os doentes durante as fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis e poderá auxiliar na redução da carga sintomática global.

Este tratamento é aplicado em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional, tipicamente em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis. Estas áreas terapêuticas envolvem frequentemente condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados e situações onde a estabilidade funcional é afetada. O medicamento pode contribuir para um melhor conforto no dia a dia, o que poderá ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas.


Facto Rápido: Apoio no Desconforto Sintomático O Velacom é utilizado em situações que envolvem sintomas que se podem tornar perturbadores durante exacerbações ou alterações episódicas.

Critérios de utilização e restrições

O Velacom (Glimepirida) está aprovado para utilização em adultos com Diabetes Mellitus Tipo 2 como complemento à dieta e ao exercício físico. Os documentos regulamentares oficiais estabelecem restrições específicas e contraindicações absolutas que definem quem não deve utilizar este medicamento.

Populações Contraindicadas (Não deve utilizar)

População/Condição Estatuto de Elegibilidade
Hipersensibilidade à Glimepirida, Sulfonilureias ou derivados das Sulfonamidas Contraindicado
Cetoacidose Diabética (CAD) ou Coma Diabético Contraindicado
Insuficiência Hepática Grave (Fígado) Contraindicado
Insuficiência Renal Grave (Rim) Contraindicado
Gravidez Contraindicado

Utilização Restrita e Não Recomendada

População/Condição Estatuto Regulamentar
Diabetes Mellitus Tipo 1 Não Indicado
Doentes Pediátricos (<18 anos) Não Recomendado (Utilização não estabelecida)
Amamentação/Lactação Desaconselhado (Não Recomendado)
Idosos/Doentes Geriátricos Utilizar com Precaução (Risco acrescido de hipoglicemia)

A utilização requer precaução em doentes com compromisso renal ou hepático menos grave, deficiência de G6PD e em doentes debilitados ou com desnutrição, uma vez que estas populações são mais suscetíveis aos efeitos do medicamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Velacom (Glimepirida) apresenta padrões de interação documentados que são classificados com base nos efeitos na concentração do fármaco no organismo (farmacocinéticos) ou no reforço da sua ação primária (farmacodinâmicos). Todas as interações baseiam-se em informações encontradas nos folhetos informativos oficiais das autoridades governamentais.


Restrições Farmacocinéticas e de Temporização

Tipo de Interação Substâncias/Produtos Interagentes Restrição e Resultado
Metabólica (CYP2C9) Inibidores (ex.: Fluconazol) ou Indutores (ex.: Rifampicina) Os inibidores aumentam a concentração plasmática, elevando o risco documentado de hipoglicemia. Os indutores diminuem a concentração, reduzindo potencialmente a eficácia.
Interferência na Absorção Colesevelam (Sequestrador de Ácidos Biliares) Regra de Temporização Obrigatória: A absorção da glimepirida é reduzida; deve ser administrada pelo menos 4 horas antes do Colesevelam.

Efeitos Farmacodinâmicos e Substâncias

Tipo de Interação Substâncias/Produtos Interagentes Resultado e Restrição
Efeito Aditivo Outros Agentes Antidiabéticos, Insulina, AINEs, Betabloqueadores, Salicilatos A coadministração aumenta o risco documentado de hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue).
Potenciação da Substância Álcool (Etanol) A ingestão de álcool está documentada como potenciadora do efeito hipoglicémico da Glimepirida, levando a uma diminuição acentuada e prolongada da glucose no sangue.

Notas Específicas para Populações: Os documentos regulamentares observam que os doentes geriátricos ou com compromisso renal apresentam um risco acrescido de hipoglicemia quando a Glimepirida é combinada com outros agentes antidiabéticos. Para doentes com deficiência de G6PD, a Glimepirida (como sulfonilureia) acarreta um risco oficialmente documentado de causar anemia hemolítica.

Mecanismo de ação

Modulação Direcionada da Secreção Pancreática

A ação primária do Velacom é exercida ao nível celular, atuando como um inibidor de canais de potássio específicos sensíveis ao ATP (KATP) situados na membrana plasmática das células beta pancreáticas. Esta interação molecular inicia uma cascata de transdução de sinal localizada dentro da célula, conduzindo à despolarização da membrana e à abertura subsequente de canais de cálcio voltagem-dependentes. Este processo é essencial para regular a mobilização rápida e a libertação da hormona metabólica, a insulina, diretamente na corrente sanguínea.

Efeito Sistémico Induzido pela Cascata

O influxo resultante de iões de cálcio (Ca^2+) para a célula beta fornece o sinal necessário para desencadear a exocitose da insulina armazenada. Este mecanismo atua de forma a produzir um aumento sistémico da captação de glicose pelos tecidos periféricos, o que resulta na remoção da glicose da corrente sanguínea.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Velacom (Glimepirida): Orientações Oficiais de Administração

O Velacom, que contém glimepirida, é administrado com base em diretrizes regulamentares oficiais que definem a via, a dosagem e o momento precisos da toma. Estas instruções são cruciais para a utilização correta na gestão da diabetes mellitus tipo 2, estabelecendo um protocolo padronizado para a sua administração.


Esquema de Administração e Dosagem

Instrução Declaração Regulamentar Oficial
Via de Administração O medicamento é tomado por via oral na forma de comprimido.
Frequência da Dose A dose é tipicamente tomada uma vez por dia.
Dose Inicial (Adulto) 1 mg ou 2 mg uma vez por dia.
Dose Diária Máxima 8 mg uma vez por dia.

Instruções de Tempo e Procedimento

O rótulo especifica os seguintes pontos fundamentais para uma administração e ajuste de dose adequados:

  • Relação com as Refeições: O comprimido deve ser tomado com o pequeno-almoço ou com a primeira refeição principal do dia.
  • Titulação da Dose: Os ajustes de dose, se necessários, devem ser feitos em incrementos de 1 mg ou 2 mg e não devem ocorrer com uma frequência superior a cada 1 ou 2 semanas.
  • Manuseamento do Comprimido: Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com líquido; não devem ser mastigados.
  • Dose Esquecida: Se uma dose for esquecida, a dose seguinte não deve ser aumentada (não duplicar a dose) para compensar.
  • Ajustes de População: Para adultos mais velhos ou doentes com compromisso renal, a dose inicial recomendada é mais baixa: 1 mg uma vez por dia.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Velacom (Glimepirida)


Evidência para a utilização na Diabetes Mellitus Tipo 2 em adultos

A base de evidência da Glimepirida é composta essencialmente por estudos que analisaram a Diabetes Tipo 2 em adultos, provenientes de Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA). Os investigadores focaram-se em resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, medindo especificamente as alterações nos níveis médios de glicose no sangue a longo prazo, conhecidos como Hemoglobina Glicada (HbA1c), bem como na Glicose Plasmática em Jejum (GPJ). Estes ensaios incluíram adultos que estavam a iniciar a medicação pela primeira vez ou indivíduos que foram avaliados em terapia combinada.

Os estudos exploraram a utilização da Glimepirida em relação aos resultados da regulação do açúcar no sangue. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo para a HbA1c e outros marcadores de glicose. Além das avaliações de curto prazo, foram realizados estudos de larga escala para observar as respostas em intervalos de tempo definidos, monitorizando os resultados Cardiovasculares (CV) em participantes medicados com Glimepirida. Estes estudos focaram-se no acompanhamento de eventos cardiovasculares para explorar as observações quando comparadas com outros tratamentos.


Acompanhamento a Longo Prazo e Durabilidade dos Resultados da Investigação

Os investigadores reconhecem que a Diabetes Tipo 2 é uma condição em que a intensidade dos sintomas pode variar ao longo da vida, o que exige investigação a longo prazo. Os estudos exploraram a manutenção das medidas de açúcar no sangue observadas durante períodos intermédios a longos, com alguns períodos de acompanhamento a estenderem-se por vários anos. Esta investigação monitorizou principalmente a estabilidade dos níveis de HbA1c para avaliar a durabilidade das conclusões.

A investigação indica que a estabilidade dos marcadores de açúcar no sangue foi observada como sendo variável ao longo de vários anos em certos subgrupos de doentes. Crucialmente, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para a totalidade da vida de um doente. Embora os estudos forneçam perspetivas sobre as alterações a curto prazo e a durabilidade até vários anos, existe informação limitada para resultados a longo prazo que se estendam além da duração dos maiores ensaios clínicos.


Evidência em Grupos Específicos de Doentes

A Glimepirida tem sido estudada para a sua utilização em grupos específicos e mais reduzidos de doentes, onde a base de evidência difere da população adulta geral.

Investigação sobre a Glimepirida em Doentes Pediátricos

A investigação que explora a Glimepirida em crianças e adolescentes (dos 8 aos 17 anos) consiste num número limitado de ensaios aleatorizados de curto prazo e controlados por comparador ativo. Os estudos reportaram alterações nos marcadores de açúcar no sangue durante o período de estudo observado. No entanto, a investigação indicou que um ensaio comparativo fundamental não conseguiu atingir um objetivo de resultado pré-definido, resultando em evidência limitada, o que sugere que a evidência para este subgrupo ainda é emergente. As durações de acompanhamento foram limitadas (tipicamente 24 semanas) e a certeza dos dados permanece baixa quanto aos resultados a longo prazo nesta população.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Velacom (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Velacom a fazer efeito e a atingir a eficácia máxima?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que a glimepirida é absorvida de forma significativa no espaço de uma hora após a administração. A ação de redução da glicemia atinge geralmente o seu efeito máximo ou pico aproximadamente duas a três horas após uma dose oral única. Este perfil sustenta a sua utilização para o controlo prolongado do açúcar no sangue com uma administração única diária, conforme descrito nos documentos oficiais.


P: O Velacom pode causar erupções cutâneas ou reações na pele?

Os perfis de segurança oficiais listam erupções cutâneas, prurido (comichão) e urticária como possíveis efeitos adversos. Os documentos regulamentares também assinalam reações cutâneas graves e raras, incluindo hipersensibilidade severa e uma condição conhecida como Síndrome de Stevens-Johnson. Caso ocorram alterações cutâneas, essa informação é importante para a avaliação de um profissional de saúde.


P: O Velacom é considerado uma substância controlada ou um medicamento que requer monitorização especial?

O Velacom está designado como um medicamento sujeito a receita médica (MSRM). A informação regulamentar oficial não classifica a glimepirida como uma substância controlada. Como acontece com todos os medicamentos prescritos, a sua utilização é gerida sob a supervisão de um profissional de saúde licenciado.


P: Qual é a diferença entre o Velacom e outros medicamentos semelhantes para a mesma condição?

A substância ativa do Velacom, a glimepirida, pertence à classe farmacológica das sulfonilureias. Este medicamento é um secretagogo de insulina, estimulando primariamente o pâncreas a libertar a insulina armazenada. Adicionalmente, o medicamento é descrito como tendo efeitos extrapancreáticos, que ajudam a melhorar a forma como os tecidos periféricos do corpo respondem à insulina.


P: É seguro tomar analgésicos de venda livre com o Velacom?

Os documentos oficiais de informação do produto registam que a toma concomitante de certos analgésicos sem receita médica, especificamente os AINEs (Anti-inflamatórios Não Esteroides), com a glimepirida pode aumentar o risco de hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue). Isto indica que existem interações potenciais documentadas ao combinar estes medicamentos.


P: Existem alimentos ou bebidas conhecidos que interajam com o Velacom?

O folheto oficial documenta que a ingestão de álcool pode potenciar o efeito de redução da glicemia da glimepirida. Isto significa que o consumo de álcool pode levar a uma diminuição acentuada e prolongada da glicose no sangue. De acordo com as diretrizes regulamentares, os doentes devem tomar o comprimido com alimentos, especificamente com a primeira refeição principal do dia.


P: Quais são os principais avisos constantes nos documentos oficiais do Velacom?

Os avisos principais observados nos documentos oficiais incluem o risco de hipoglicemia grave (níveis perigosamente baixos de açúcar no sangue) e um risco acrescido de mortalidade cardiovascular associado à classe das sulfonilureias. A documentação oficial refere ainda o risco de anemia hemolítica em indivíduos com uma deficiência enzimática específica (deficiência de G6PD).


P: Durante quanto tempo é que um doente precisará, habitualmente, de utilizar o Velacom?

O Velacom é geralmente utilizado no tratamento da Diabetes Tipo 2, que é uma condição crónica de longo prazo. A duração da utilização é determinada pela gestão desta condição crónica. A investigação oficial observa que, embora os estudos acompanhem a eficácia em intervalos definidos, os efeitos totais a longo prazo durante toda a vida de uma pessoa não estão completamente estabelecidos.


P: Que tipo de exames laboratoriais são por vezes necessários durante a toma de Velacom?

Durante o tratamento, os documentos regulamentares especificam que os níveis de glicose no sangue e na urina devem ser verificados regularmente, tal como a Hemoglobina Glicada (HbA1c), que reflete a média do açúcar no sangue a longo prazo. Outros exames podem monitorizar os níveis de enzimas hepáticas e as contagens de células sanguíneas para detetar alterações documentadas, incluindo efeitos raros.


P: É possível ter uma reação alérgica aos ingredientes inativos do Velacom?

A informação oficial do produto confirma que os comprimidos de glimepirida contêm lactose monohidratada como ingrediente inativo. O medicamento está contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a derivados de sulfonamidas relacionados.


P: Que sintomas comuns é que o Velacom se destina principalmente a aliviar?

O medicamento é geralmente utilizado na gestão de níveis elevados de açúcar no sangue para apoiar um melhor controlo glicémico. Embora atue na glicemia, o folheto oficial documenta os sintomas de açúcar baixo no sangue (hipoglicemia), que podem incluir tonturas, confusão, tremores e fome severa.


P: Existem efeitos secundários a longo prazo observados após anos de utilização consistente de Velacom?

Estudos que analisaram esta classe de fármacos comunicaram uma associação com um aumento do risco de mortalidade cardiovascular. Os documentos regulamentares afirmam que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para a duração total da vida do doente, uma vez que os maiores ensaios têm durações de acompanhamento limitadas.


P: O Velacom é um medicamento que precisa de ser interrompido gradualmente?

A glimepirida é um agente oral redutor da glicemia cujos ajustes de dose iniciais (titulação) são feitos lentamente em pequenos incrementos. Os documentos oficiais detalham os ajustes posológicos e a cessação da terapia é considerada quando o controlo é melhorado.


P: O Velacom tem algum efeito sobre a condução ou utilização de máquinas?

Sim, os avisos oficiais referem que a capacidade de concentração e reação do doente pode estar diminuída em resultado de hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue). Estas potenciais limitações representam um risco em situações como a condução ou a operação de máquinas.


P: O Velacom pode ser tomado em segurança com medicação para a tensão arterial elevada?

Os documentos oficiais de interações referem que certas classes de medicação para a tensão arterial, especificamente os Betabloqueadores, estão documentados como aumentando o risco de hipoglicemia quando tomados com Velacom. Outros agentes, como os inibidores da ECA, também podem aumentar este risco. Esta informação reforça a necessidade de rever toda a medicação concomitante.


P: O Velacom causa alterações no peso corporal, seja ganho ou perda?

Os documentos regulamentares e os dados de ensaios clínicos reportaram o aumento de peso como um efeito secundário associado em doentes que utilizam glimepirida. As alterações no peso corporal são habitualmente monitorizadas nos estudos para esta classe de medicação.


P: Qual é a percentagem de doentes que beneficiou do Velacom nos ensaios clínicos?

Os ensaios clínicos do Velacom focam-se na medição da alteração dos níveis de HbA1c, que representa o controlo da glicemia a longo prazo, em vez de reportarem uma percentagem única de respondedores. Por exemplo, a investigação num ensaio pediátrico específico assinalou que este não conseguiu atingir um objetivo de resultado pré-definido, uma observação que ilustra a variabilidade dos resultados.

Como Velacom deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Velacom?

A conservação e a eliminação do Velacom (comprimidos de glimepirida) devem cumprir rigorosamente os requisitos regulamentares para garantir a qualidade e a segurança do produto.

Condições de Conservação

A glimepirida deve ser conservada a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento deve ser mantido no recipiente original, bem fechado e resistente à luz, no qual foi fornecido, devendo o recipiente permanecer devidamente fechado para proteger os comprimidos do calor excessivo e da humidade. Guarde sempre o medicamento fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

Os comprimidos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser eliminados de acordo com programas autorizados, tais como pontos de recolha de resíduos de medicamentos. Não elimine o Velacom deitando-o na sanita ou nos esgotos, a menos que tal seja explicitamente indicado pelas orientações oficiais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Velacom encontrado em:

ÍNDICE A-Z: