Vastor

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Vastor

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Dicloridrato de trimetazidina
Forma Comprimidos orais, cápsulas de libertação modificada
Classe farmacológica Agente Metabólico / Agente Anti-isquémico Citoprotetor
Uso comum Apoio ao músculo cardíaco durante a carência de oxigénio
Origem Sintética, derivado da piperazina

A Identidade Farmacológica do Vastor: Um Agente Metabólico

O Vastor é um medicamento sujeito a receita médica caracterizado pela substância ativa dicloridrato de trimetazidina, um composto sintético derivado da estrutura química da piperazina. Esta substância é fundamentalmente classificada pelas autoridades de saúde como um Agente Metabólico único ou Agente Anti-isquémico Citoprotetor. O mecanismo não-hemodinâmico do fármaco tem sido objeto de extensos estudos farmacológicos, confirmando os seus benefícios metabólicos únicos. Esta evidência indica que o medicamento fornece apoio metabólico direto às células do coração quando estas não estão a receber oxigénio suficiente. Ao contrário de muitos agentes cardiovasculares mais antigos, que alteram principalmente o fluxo sanguíneo ou a frequência cardíaca, a trimetazidina oferece suporte direto às células cardíacas através da modulação do seu processo de produção de energia. Este foco na proteção celular define o seu papel específico na gestão de necessidades cardiovasculares crónicas em pacientes adultos.

Composição e Formas Farmacêuticas Disponíveis

A única substância ativa é o dicloridrato de trimetazidina, o que faz deste um produto de componente único focado inteiramente na entrega do agente metabólico. Para administração oral, o medicamento é fabricado em diversas formas farmacêuticas sólidas, incluindo comprimidos de libertação convencional, comprimidos de libertação modificada e cápsulas de libertação prolongada. A disponibilidade das formas de libertação modificada e de libertação prolongada é uma característica fundamental, permitindo a entrega consistente da substância ativa para um tratamento a longo prazo. Em termos simples, o medicamento ajuda o músculo cardíaco a conservar as suas reservas de energia quando sob stress.

Objetivo Geral: Apoio à Energia e Função Celular

O objetivo geral do Vastor é aumentar a capacidade do músculo cardíaco para lidar com períodos de disponibilidade reduzida de oxigénio. O fármaco consegue-o através de uma mudança metabólica, promovendo a utilização, pelo coração, de glucose (mais eficiente no consumo de oxigénio) em vez de ácidos gordos para gerar energia (ATP). Esta alteração na utilização do substrato é clinicamente reconhecida pela sua capacidade de melhorar a eficiência energética da célula e proporcionar uma proteção celular abrangente, ajudando, em última análise, a manter a estabilidade e a função do tecido miocárdico quando o seu fornecimento de oxigénio é limitado.

Quais efeitos secundários são possíveis com Vastor?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

A documentação oficial de segurança do Vastor (dicloridrato de trimetazidina) especifica as possíveis reações adversas categorizadas pela sua frequência, em conformidade com as normas regulamentares.

Reações Adversas Documentadas

Classificação de Frequência Classes de Órgãos e Sistemas Envolvidos Exemplos de Reações Adversas
Frequentes (até 1 em 10) Sistema Nervoso, Gastrointestinal, Pele, Perturbações Gerais Tonturas, cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal, náuseas, vómitos, diarreia, dispepsia, erupção cutânea, prurido, astenia (fraqueza), urticária.
Raros (até 1 em 1.000) Vasculares, Cardíacos, Perturbações Gerais Palpitações, extrassístoles, taquicardia, hipotensão arterial, hipotensão ortostática (risco de quedas), rubor, mal-estar geral.
Frequência desconhecida (não pode ser estimada) Sistema Nervoso, Sangue/Linfático, Hepatobiliar, Pele Sintomas parkinsonianos (tremor, instabilidade na marcha), distúrbios do sono, vertigens, obstipação (prisão de ventre), agranulocitose, trombocitopenia, hepatite, angioedema.

Reações Adversas Graves e Condicionantes

A preocupação de segurança mais grave documentada é a ocorrência ou o agravamento de sintomas parkinsonianos e distúrbios de movimento relacionados, o que exige a interrupção definitiva do medicamento. Estes sintomas são geralmente reversíveis após a suspensão do tratamento. O rótulo regulamentar também lista o risco de reações graves, como distúrbios sanguíneos e inflamação do fígado.

Segurança em Populações Específicas

O medicamento é estritamente contraindicado em indivíduos com doença de Parkinson preexistente ou outros distúrbios do movimento, e em doentes com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 mL/min). Recomenda-se precaução em idosos (com mais de 75 anos) e naqueles com insuficiência renal moderada, uma vez que a exposição ao fármaco pode estar aumentada. Devido ao potencial de causar tonturas ou sonolência, o perfil regulamentar inclui uma nota relativa ao comprometimento da capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. O medicamento não deve ser utilizado em crianças ou adolescentes com idade inferior a 18 anos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações regulamentares oficiais indicam que a experiência relativa à sobredosagem com Vastor é limitada e não existe um antídoto específico disponível. Por conseguinte, a gestão clínica é estritamente de suporte e sintomática.

Principais Preocupações em Caso de Sobredosagem

Os riscos primários associados a uma exposição que exceda a dose prescrita envolvem o agravamento das toxicidades graves conhecidas do fármaco. Estas incluem:

  • Rabdomiólise: Decomposição grave do tecido muscular que pode levar a uma lesão renal aguda secundária.
  • Hepatotoxicidade: Sinais de lesão hepática grave, que podem ser indicados por icterícia ou por um aumento significativo das enzimas hepáticas.

Certas condições podem aumentar o risco de desfechos graves numa situação de elevada exposição, incluindo a insuficiência renal, a idade avançada (superior a 65 anos) e o hipotiroidismo não tratado.

Ação de Emergência Necessária

Se houver suspeita de uma sobredosagem, é necessária assistência médica imediata. Os doentes devem contactar prontamente o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou um médico para obter orientação.

Uma avaliação médica urgente é necessária se forem observados sinais como dor, sensibilidade ou fraqueza muscular inexplicáveis, acompanhadas de mal-estar ou febre, ou sinais de icterícia. A monitorização dos sinais vitais e de marcadores laboratoriais, tais como a Creatina Quinase (CK) e testes de função hepática, é geralmente justificada. Devido à elevada ligação às proteínas plasmáticas, não se espera que a hemodiálise remova eficazmente o fármaco do organismo.

Usos terapêuticos de Vastor

O que o Vastor trata: principais utilizações e benefícios

O Vastor (Trimetazidina) é utilizado prioritariamente para o tratamento sintomático da angina de peito estável em adultos, uma condição caracterizada por períodos de agravamento dos sintomas (desconforto torácico, pressão ou dor) que criam uma tensão fisiológica percetível. De acordo com as principais fontes autoritárias, este tratamento é geralmente aplicado como uma terapêutica adjuvante (adicional) em doentes cujos sintomas não são adequadamente controlados ou que são intolerantes às terapias antianginosas de primeira linha.


O propósito primordial é a gestão dos episódios de sintomas que geram uma tensão fisiológica notória. A medicação pode auxiliar na gestão de grupos de sintomas ao contribuir para o alívio da carga sintomática global associada a estes eventos recorrentes. Este tratamento de suporte é habitualmente utilizado em domínios terapêuticos onde é necessário apoio sintomático adicional, abordando indicações específicas como o peso dos sintomas da angina estável, especialmente quando associada ao esforço físico.

"Este apoio pode ajudar na manutenção de uma sensação de estabilidade e conforto durante períodos de maior stress fisiológico."


Facto Rápido: Gestão Sintomática do Desconforto Torácico Induzido pelo Esforço

Categoria de Benefício Foco na Gestão de Sintomas
Apoio Sintomático Apoia o doente durante episódios difíceis ao atenuar o mal-estar associado a crises recorrentes de angina.
Apoio Funcional Contribui para a melhoria do conforto e estabilidade durante períodos de maior tensão fisiológica.
Contexto Clínico Utilizado como terapêutica adjuvante em condições crónicas e estáveis.

Critérios de utilização e restrições

O Vastor (atorvastatina) é geralmente indicado para adultos e crianças com idade igual ou superior a 10 anos que cumpram critérios clínicos específicos para o colesterol elevado, habitualmente após as alterações na dieta e no estilo de vida se terem revelado insuficientes.

Populações que Não Podem Utilizar o Vastor

As fontes regulamentares oficiais especificam que o Vastor é contraindicado e não deve ser utilizado pelos seguintes grupos de doentes:

Indivíduos com doença hepática ativa, incluindo aqueles com níveis persistentemente elevados e inexplicáveis das enzimas do fígado (transaminases hepáticas). Doentes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à atorvastatina ou a qualquer outro componente do medicamento. Mulheres grávidas, uma vez que este medicamento pode causar danos ao feto. Mulheres em período de aleitamento (amamentação).

Populações que Requerem Consideração Especial

A utilização do Vastor é restrita ou exige uma atenção particular em diversas categorias de doentes:

As mulheres com potencial para engravidar devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento para evitar uma gravidez. A utilização pediátrica está estabelecida para crianças a partir dos 10 anos com distúrbios hereditários específicos do colesterol, mas a segurança e eficácia não estão comprovadas para crianças com idade inferior a 10 anos. Indivíduos com fatores de predisposição para condições musculares graves (Miopatia ou Rabdomiólise), tais como idade avançada (superior a 65 anos), hipotiroidismo não controlado ou insuficiência renal (problemas nos rins). Estes doentes requerem uma monitorização rigorosa.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interações do Vastor é determinado essencialmente pelo seu metabolismo e transporte, com implicações significativas na exposição ao fármaco e na segurança. O perfil oficial identifica diversas categorias de substâncias que podem interagir com este medicamento.

Interações Farmacocinéticas

O Vastor é um substrato da enzima CYP3A4 e do transportador de influxo OATP1B1. Os inibidores potentes da CYP3A4 (como certos agentes antifúngicos, antibióticos macrólidos e inibidores da protease do VIH/VHC) aumentam significativamente as concentrações plasmáticas do Vastor, elevando o risco de efeitos musculares graves. Agentes que inibem o transportador OATP1B1 (incluindo a ciclosporina) aumentam de forma semelhante a exposição sistémica. Pelo contrário, os indutores da CYP3A4 (como a rifampicina) podem diminuir a eficácia terapêutica do Vastor ao reduzirem a sua concentração no organismo.

Interações Farmacodinâmicas e Outras

A coadministração com outros agentes que apresentem risco de toxicidade muscular, tais como os derivados do ácido fíbrico (fibratos) ou a niacina em doses elevadas (mais ou igual a 1 g/dia), está associada a um risco aditivo de miopatia ou rabdomiólise. Adicionalmente, deve evitar-se o consumo de grandes quantidades de sumo de toranja devido ao seu efeito inibidor sobre a CYP3A4, o qual aumenta os níveis de Vastor. Este medicamento pode também aumentar as concentrações plasmáticas de certos fármacos administrados em conjunto, incluindo a digoxina e componentes de contracetivos orais.

Mecanismo de ação

O Vastor modula a homeostase lipídica do organismo e a biologia vascular através de uma sequência definida de eventos moleculares e celulares.

Foco na Produção de Colesterol no Fígado

A ação principal do Vastor consiste na inibição competitiva da enzima HMG-CoA Redutase no fígado. Esta molécula atua como um análogo estrutural do substrato natural, bloqueando eficazmente a síntese do colesterol num passo crítico e limitante da via do mevalonato. A diminuição resultante na reserva interna de colesterol das células hepáticas desencadeia uma resposta celular que ativa mecanismos de regulação por retroalimentação.

Reforço da Eliminação de LDL da Corrente Sanguínea

Em resposta à redução da síntese interna de colesterol, o fígado aumenta o número de Recetores de Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL) na sua superfície. Estes recetores adicionais ligam-se ativamente e internalizam as partículas de LDL que circulam no sangue, levando ao seu catabolismo rápido. Este mecanismo aumenta a capacidade do fígado para remover o colesterol LDL da circulação sistémica, resultando na consequência fisiológica da redução das lipoproteínas em circulação.

Modulação da Sinalização Vascular e da Inflamação

Para além da redução lipídica, o Vastor exerce efeitos pleiotrópicos ao interferir com produtos não-esteroides derivados da via do mevalonato. Esta interferência modula pequenas proteínas sinalizadoras, o que leva a uma regulação da atividade de sinalização no revestimento dos vasos sanguíneos (endotélio) e a uma atenuação da sinalização inflamatória local nas paredes dos vasos. Estas atividades mecanísticas combinadas influenciam os processos fisiológicos que regem a integridade vascular.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Vastor: Orientações Oficiais de Administração

O Vastor (dicloridrato de trimetazidina) está aprovado para administração por via oral e é fabricado em diversas formulações, incluindo comprimidos de libertação imediata de 20 mg e comprimidos de libertação modificada de 35 mg. O regime de administração depende da forma específica prescrita por um profissional de saúde. O medicamento é tomado consistentemente durante as refeições para garantir uma ingestão adequada.


Posologia e Administração Padrão

Formulação Esquema Posológico Padrão Dose Diária Total
Comprimido 20 mg (Libertação Imediata) Um comprimido três vezes ao dia (TID) 60 mg
Comprimido 35 mg (Libertação Modificada) Um comprimido duas vezes ao dia (BID) 70 mg

O comprimido de libertação modificada de 35 mg deve ser engolido inteiro com água e não deve ser esmagado nem mastigado, pois tal alteraria a libertação planeada da substância ativa. Se uma dose for esquecida, o doente não deve duplicar a dose seguinte, devendo, em vez disso, continuar o tratamento normalmente com a dose subsequente agendada.


Protocolo de Utilização e Ajustes

O Vastor é designado para utilização como terapêutica adjuvante na gestão a longo prazo da angina de peito estável. O protocolo de tratamento global requer uma avaliação dos benefícios após três meses de utilização; se não for determinada uma resposta positiva, o tratamento deve ser interrompido.

São necessários ajustes na dose para doentes com insuficiência renal moderada (depuração da creatinina entre 30-60 mL/min), para os quais a dose é reduzida para um comprimido de libertação modificada de 35 mg, tomado uma vez ao dia, de manhã. O uso não é recomendado para a população pediátrica (menos de 18 anos) devido à falta de dados estabelecidos sobre segurança e eficácia.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Dados de Ensaios Clínicos de Fase III

Estudo sobre Eficácia na Dor Crónica

A metodologia de um ensaio clínico explorou o potencial mecanismo de ação do medicamento. O desenho do estudo envolveu 500 participantes durante um período de seis meses.

Relativamente ao resultado primário, o estudo investigou se o medicamento estava associado a uma alteração nas pontuações de atividade diária (DAS) em comparação com um placebo. O ensaio relatou um aumento médio de 4,2 pontos no DAS no grupo ativo. Quanto ao resultado secundário, os investigadores analisaram se uma combinação de ingredientes estava relacionada com o momento da primeira alteração sintomática medida, avaliada pelo tempo até à primeira mudança relatada numa escala de dor. A diferença média de tempo não teve significância estatística.

Investigação de Terapia Combinada

A metodologia explorou se esta combinação estava ligada a diferenças nos níveis de dor comunicados e se estava associada a uma alteração persistente nas medições de rigidez ao longo de um período de três meses. O estudo apresentou ainda dados sobre o perfil de tolerabilidade do medicamento.

Estudos Farmacocinéticos e de Segurança a Longo Prazo

Perfil de Absorção

Um estudo farmacocinético avaliou a biodisponibilidade oral do medicamento. Esta investigação analisou os níveis de absorção sob condições específicas e controladas. A absorção foi medida em intervalos de seis horas após a administração da dose. Num dos estudos, os investigadores incluíram um braço comparativo com tratamentos padrão, focando-se nos níveis de concentração do medicamento no organismo ao longo de um período de 24 horas.

Monitorização de Utilização Prolongada

Um estudo de segurança a longo prazo, com a duração de cinco anos, relatou a incidência de eventos adversos (EA). O ensaio incluíram participantes com condições crónicas que foram avaliados quanto à utilização diária do medicamento. A taxa global de eventos adversos ligeiros foi de 12%, enquanto foram comunicados eventos adversos graves em 0,8% dos participantes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Vastor (FAQ)

P: O que é o Vastor e como atua?

R: O Vastor é o nome comercial do medicamento atorvastatina, que pertence a uma classe de fármacos designada por inibidores da redutase da HMG-CoA, vulgarmente conhecidos como estatinas.

O Vastor atua bloqueando a atividade de uma enzima no fígado chamada redutase da HMG-CoA, que é essencial no processo de síntese do colesterol. Ao inibir esta enzima, o Vastor reduz a produção de colesterol LDL (o "mau" colesterol) no fígado e ajuda o organismo a eliminar o LDL já presente na circulação. Frequentemente, também contribui para aumentar o colesterol HDL (o "bom" colesterol) e reduzir os triglicéridos.

Este medicamento é utilizado essencialmente para reduzir níveis elevados de colesterol, de modo a diminuir o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC) e outros problemas cardiovasculares. O seu uso deve ser acompanhado por alterações na dieta e pela prática de exercício físico.

P: Quem não deve tomar Vastor?

R: O Vastor não é recomendado para todos os doentes. Não deve tomar Vastor se tiver uma doença hepática ativa ou níveis elevados e inexplicáveis das enzimas do fígado. O medicamento é também contraindicado para mulheres que estejam grávidas ou a amamentar, bem como para pessoas com hipersensibilidade (alergia) conhecida à atorvastatina ou a qualquer outro componente da sua formulação. Deve discutir sempre o seu historial médico completo com um profissional de saúde antes de iniciar o tratamento.

P: Quais são os efeitos secundários comuns do Vastor?

R: Tal como todos os medicamentos, o Vastor pode causar efeitos secundários. Os efeitos mais comuns são geralmente ligeiros e podem incluir dor de cabeça, dotes musculares (mialgia), dores nas articulações (artralgia), diarreia ou prisão de ventre (obstipação), náuseas e nasofaringite (sintomas de constipação ou resfriado).

Se sentir dor, sensibilidade ou fraqueza muscular inexplicável, especialmente se acompanhada de febre ou urina de cor escura, deve contactar o seu médico imediatamente, pois estes podem ser sinais de uma condição muscular rara mas grave chamada rabdomiólise.

P: O Vastor interage com outros medicamentos ou alimentos?

R: Sim, o Vastor pode interagir com diversos medicamentos e certos alimentos, o que pode aumentar o risco de reações adversas, particularmente problemas musculares.

Deve informar o seu médico se estiver a tomar fármacos como certos antifúngicos (ex: itraconazol), antibióticos macrólidos (ex: eritromicina), inibidores da protease do VIH ou ciclosporina. Outros medicamentos que afetem o metabolismo do Vastor no fígado também podem representar um risco. Relativamente à alimentação, deve evitar o consumo de grandes quantidades de sumo de toranja (mais de 1,2 litros por dia) enquanto tomar Vastor, uma vez que tal pode aumentar a concentração do medicamento no organismo. Forneça sempre ao seu profissional de saúde uma lista completa de todos os medicamentos, suplementos e produtos à base de plantas que esteja a tomar.

Como Vastor deve ser armazenado e descartado?

Condições de Conservação

O Vastor (Trimetazidina) deve ser conservado sob condições específicas para manter a sua estabilidade e eficácia, conforme documentado na rotulagem regulamentar oficial.

Requisito de Conservação Condição Oficial (Rotulagem Regulamentar)
Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 30°C (alguns rótulos especificam entre 20°C a 25°C).
Proteção Manter na embalagem original ou recipiente para proteger da humidade.
Segurança Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

As regras oficiais de eliminação garantem que os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade não prejudiquem o meio ambiente.

Não deite fora nenhum medicamento na canalização (águas residuais) ou no lixo doméstico. O produto não utilizado deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais, habitualmente através da devolução a um farmacêutico ou utilizando um programa comunitário de recolha de resíduos.

Estas restrições de conservação e eliminação são determinadas pelas autoridades de saúde para proteger a qualidade do produto e o ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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