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Urografine

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Urografine

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Urografine

O que é o Urografine?

Propriedade Descrição
Substância ativa Amidotrizoato de Meglumina e Amidotrizoato de Sódio (Sais de diatrizoato)
Forma farmacêutica Solução aquosa para injeção ou infusão (MSRM)
Classe farmacológica Meio de contraste radiológico
Uso comum Diagnóstico por imagem (ex.: Angiografia, Urografia)
Origem Sintética (Composto iodado)

Urografine: Definição como Agente de Contraste para Diagnóstico

O Urografine é um medicamento especializado, sujeito a receita médica, utilizado exclusivamente em diagnóstico por imagem e não para fins terapêuticos. A sua função é facilitar a avaliação visual de estruturas internas. É classificado como um meio de contraste iodado iónico, um tipo de meio de contraste radiológico que utiliza elementos pesados para interagir com a radiação. Esta classe é clinicamente reconhecida pela sua fiabilidade em proporcionar a visualização necessária durante procedimentos de diagnóstico complexos.

O seu componente químico central, o Ácido Diatrizóico, possui uma importância estabelecida nos sistemas de saúde a nível mundial. O Urografine é apresentado numa formulação parentérica, o que significa que deve ser administrado por um profissional de saúde, distinguindo-se claramente dos agentes de diagnóstico de administração oral.


Composição e Forma: A Razão da Presença de Iodo no Urografine

Os componentes ativos do Urografine são os sais Amidotrizoato de Meglumina e Amidotrizoato de Sódio, que constituem uma combinação fixa derivada do Ácido Diatrizóico. Esta solução aquosa sintética para injeção ou infusão é fornecida em ampolas em diversas concentrações.

A base funcional da solução é a elevada concentração de iodo quimicamente ligado à molécula de Diatrizoato, o que lhe confere a propriedade radio-opaca essencial. Os agentes de contraste iodados funcionam através da obstrução física da passagem dos raios-X, tornando certas características anatómicas momentaneamente visíveis contra os tecidos circundantes mais moles.


Objetivo Principal: Viabilizar a Visualização em Exames de Raios-X

O propósito principal do Urografine é permitir a visualização rigorosa de órgãos e estruturas que possuem densidades semelhantes, os quais não podem ser adequadamente observados através de métodos convencionais de raios-X. Quando a solução é administrada, o conteúdo de iodo cria um contraste de imagem nítido e temporário. Esta capacidade é crítica para um diagnóstico por imagem preciso, como na avaliação do sistema urinário através da urografia ou no mapeamento de vasos sanguíneos via angiografia, permitindo que os clínicos identifiquem anomalias estruturais ou questões funcionais que orientem a gestão posterior do doente.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Urografine?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Urografine (sais de diatrizoato) está formalmente classificado com base na frequência e no sistema afetado, derivando estritamente de documentos regulamentares governamentais. As reações documentadas com maior frequência são classificadas como frequentes, incluindo náusea, vómitos, diarreia, vermelhidão cutânea (eritema) e uma sensação geral de calor aquando da administração, a par de reações anafilactoides ligeiras, como a urticária.

Os efeitos adversos estão documentados em diversas Classes de Sistemas de Órgãos, com reações que afetam primordialmente o Sistema Imunitário, o Sistema Cardiovascular e o Sistema Nervoso. As reações adversas raras incluem desfechos graves, tais como paragem respiratória, edema pulmonar e síndromes mucocutâneas graves (ex.: Necrólise Epidérmica Tóxica).

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Os documentos regulamentares destacam o potencial para reações adversas graves, incluindo eventos com risco de vida, como choque anafilático, paragem cardíaca, insuficiência circulatória e sintomas neurológicos graves, como convulsões. Estes eventos são classificados como raros ou muito raros.

Aplicam-se considerações de segurança para populações específicas a determinados grupos de doentes. No caso de recém-nascidos e bebés prematuros, recomenda-se explicitamente a monitorização da função da tiroide devido ao risco de hipotiroidismo transitório. Para os idosos, assinala-se que o risco de reações adversas é superior, particularmente as que envolvem alterações isquémicas no ECG e arritmias major.

De importância crítica, o produto não está indicado para uso intratecal (ex.: injeção na espinal medula) devido ao risco documentado de efeitos neurotóxicos graves, incluindo paralisia e desfechos fatais. A documentação de segurança sublinha também a necessidade de especial precaução em doentes diabéticos que tomem Metformina, devido ao potencial de compromisso renal agudo que pode levar a acidose láctica.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais indicam que a intoxicação aguda por Urografine é geralmente considerada pouco provável quando o medicamento é administrado corretamente no sistema vascular. A sobredosagem resulta principalmente em perturbações no equilíbrio hídrico e eletrolítico, devido à natureza hipertónica da solução. Doentes com função renal gravemente diminuída apresentam um risco mais elevado de complicações devido à redução da excreção do meio de contraste.

Ações de Emergência Necessárias

Deve procurar-se assistência médica imediata se forem observados quaisquer sinais de uma reação sistémica grave ou de sobredosagem. A administração do meio de contraste deve ser interrompida de imediato. Desfechos graves ou potencialmente fatais, incluindo hipotensão grave, insuficiência circulatória, paragem cardíaca, edema pulmonar ou convulsões, exigem a instituição urgente de contramedidas profissionais. Estes eventos críticos podem ocorrer rapidamente.

Gestão da Sobredosagem e Monitorização

O tratamento é estritamente sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece qualquer antídoto específico. Em casos de sobredosagem, o meio de contraste pode ser removido através de diálise, com ênfase na correção do desequilíbrio hídrico e eletrolítico resultante. Após a administração, o doente deve ser mantido sob observação rigorosa durante, pelo menos, 30 minutos, dado que as orientações regulamentares indicam que os incidentes graves se manifestam habitualmente dentro deste período crítico.

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Usos terapêuticos de Urografine

Factos Rápidos: Utilizações do Urografine

  • Visualização de Diagnóstico: Auxilia na obtenção de imagens radiográficas de diversas estruturas internas do corpo.
  • Sistema Vascular: Apoia a visualização de vasos sanguíneos (angiografia).
  • Trato Urinário: Ajuda na avaliação dos rins, da bexiga e dos uréteres (urografia).
  • Imagiologia Corporal: Utilizado para o reforço de contraste em determinados exames de tomografia computorizada (TC).

O Urografine é utilizado como um agente de contraste radiológico para apoiar a nitidez de procedimentos de diagnóstico por imagem. A função principal deste agente de diagnóstico é auxiliar os profissionais de saúde na obtenção de imagens claras e de elevado contraste de áreas internas específicas que podem não ser suficientemente visíveis num raio-X convencional.

As suas utilizações incluem várias formas de angiografia, o que permite a visualização do sistema vascular, incluindo artérias e veias. É também empregue na urografia de excreção, um procedimento que auxilia na avaliação do trato urinário, incluindo os rins, os uréteres e a bexiga. Outras aplicações de diagnóstico aprovadas incluem a histerossalpingografia, para examinar o útero e as trompas de Falópio, e a artrografia, para a imagiologia de estruturas articulares. O agente pode também ser introduzido diretamente em canais ou cavidades, como na fistulografia e na colangiografia, para delinear estes espaços e apoiar a avaliação de diagnóstico. Para informações mais detalhadas sobre as utilizações e procedimentos aprovados, deve consultar-se a documentação oficial sobre agentes de contraste.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Urografina?

A elegibilidade da população para a Urografina (sais de diatrizoato) é estritamente definida pelas autoridades regulamentares e baseia-se prioritariamente em condições de saúde pré-existentes e no estado clínico.

Contraindicações (Não deve utilizar)

Os indivíduos que não devem receber Urografina, devido a contraindicações formais listadas na rotulagem oficial, incluem:

  • Doentes com hipersensibilidade comprovada ou suspeita ao iodo, aos sais de diatrizoato ou a qualquer meio de contraste iodado.
  • Doentes com tirotoxicose não controlada ou hipertiroidismo manifesto.
  • Doentes com insuficiência cardíaca descompensada (insuficiência cardíaca grave).
  • A utilização é proibida em procedimentos que envolvam o Sistema Nervoso Central (ex.: mielografia, ventriculografia).

Utilização Restrita e Condicional

Certas populações são elegíveis apenas sob condições de precaução médica rigorosa e monitorização especializada:

  • Condições de Alto Risco: Doentes com insuficiência renal grave, mieloma múltiplo, diabetes mellitus com nefropatia ou feocromocitoma requerem hidratação obrigatória e uma avaliação de risco cuidadosa antes da utilização.
  • Grupos Etários: A Urografina é utilizada tanto em adultos como em crianças. No entanto, os recém-nascidos e os bebés prematuros requerem uma monitorização obrigatória da função tiroideia após a administração, devido ao teor de iodo.
  • Gravidez/Amamentação: A utilização é contraindicada para o procedimento específico de histerossalpingografia se a doente estiver grávida. Para outros procedimentos, a amamentação não necessita de ser interrompida após a administração.
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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Urografine (sais de diatrizoato) possui padrões de interação documentados que dizem respeito, sobretudo, a agentes relacionados com a função renal e com a captação de iodo. Estas interações encontram-se rigorosamente definidas na rotulagem regulamentar oficial e descrevem potenciais consequências clínicas em vez de conselhos de segurança genéricos.

Interações que Requerem Separação Temporal

A interação documentada mais crítica envolve a Metformina (Biguanidas). A administração deste agente de contraste iodado acarreta um risco de redução aguda da função renal, o que pode levar à acumulação de Metformina no organismo e a um risco grave de acidose láctica. Existe uma regra temporal obrigatória que determina que a Metformina deve ser suspensa 48 horas antes do procedimento e apenas retomada após a função renal ter sido reavaliada e confirmada como estável por um profissional de saúde. Este risco é particularmente elevado em populações com nefropatia diabética pré-existente ou compromisso renal geral.

Interações Farmacodinâmicas e de Eficácia

Substância Interagente Efeito Oficialmente Documentado
Iodo Radioativo (ex.: I-131) A competição pelo iodo reduz a sua eficácia terapêutica e de diagnóstico por um período que pode durar várias semanas.
Betabloqueadores Risco agravado de reações de hipersensibilidade (alérgicas) imediatas.
Interleucina 2 (Aldesleucina) Aumento da prevalência de reações de hipersensibilidade tardias documentadas.
Testes de Função da Tiroide Interferência documentada nos resultados (ex.: teste de iodo ligado às proteínas) durante várias semanas após a administração.

Adicionalmente, notas específicas para populações especiais alertam que os recém-nascidos, particularmente os prematuros, devem ser submetidos a monitorização da função da tiroide após a exposição ao contraste, devido ao risco de hipotiroidismo induzido pelo iodo.

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Mecanismo de ação

A ação principal do Urografine baseia-se na sua radiopacidade, uma característica física conferida pelos três átomos de iodo que se encontram firmemente ligados à molécula de diatrizoato. Este mecanismo não é farmacodinâmico, o que significa que não envolve a ligação a recetores ou qualquer interação enzimática. O elevado número atómico (Z=53) do iodo permite uma forte absorção fotoelétrica dos fotões de raios-X incidentes.

Após a administração intravenosa, o meio de contraste distribui-se rapidamente pelo espaço do fluido extracelular, aumentando temporariamente a osmolalidade do plasma. No interior das estruturas anatómicas visadas — particularmente na pélvis renal e nos uréteres — a elevada concentração localizada de iodo causa uma atenuação substancial do feixe de raios-X. Esta absorção diferencial cria uma diferença de densidade ótica em relação aos tecidos circundantes. O composto é excretado da circulação sistémica maioritariamente de forma inalterada através dos rins, por via da filtração glomerular, concentrando-se no trato urinário, o que define o percurso da sua consequência fisiológica ao nível sistémico.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Urografine — Diretrizes Oficiais de Administração

O Urografine (Amidotrizoato de Meglumina e Amidotrizoato de Sódio) é um agente de diagnóstico cuja administração é rigorosamente determinada pelo procedimento de imagem pretendido. As vias de administração oficiais incluem a injeção intravenosa (IV) ou intra-arterial (IA) para estudos vasculares e do trato urinário, bem como a instilação oral ou retal para exames gastrointestinais. A solução pode também ser injetada diretamente em canais ou cavidades para estudos localizados.

O esquema posológico é definido pelo procedimento e não por um uso crónico, sendo determinado pelo tipo de exame. Na urografia de excreção em adultos, a dose habitual é de 20 mL por via IV, a qual pode ser aumentada se necessário. Para exames de tomografia computorizada (TC) com contraste, a dosagem é frequentemente baseada no peso, até 1,3 mL/kg. A administração exige uma preparação específica: os doentes devem ter uma hidratação adequada antes da injeção, e a solução para uso enteral (oral ou retal) requer frequentemente uma diluição de acordo com as instruções específicas.

O método de administração típico para as vias intravasculares é a injeção rápida em bólus, que cria uma janela de imagem de diagnóstico crítica (geralmente entre 30 a 90 segundos) que o exame deve captar. As orientações regulamentares enfatizam que o Urografine é estritamente proibido para administração intratecal (no canal espinhal). Os doentes pediátricos requerem um ajuste da dose com base na idade e no peso corporal, seguindo tabelas especializadas. Uma vez que este agente é utilizado num evento de diagnóstico único, o conceito de omissão de dose não se aplica ao seu protocolo de utilização.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Estudos de Fase Inicial sobre as Propriedades

A investigação inicial definiu as propriedades do composto em estudo através da exploração do seu envolvimento com vias enzimáticas específicas associadas à patologia. Estes ensaios pré-clínicos foram fundamentais, estabelecendo as características in vitro e in vivo do composto.

  • Os estudos avaliaram a forma como o composto em estudo foi processado pelo organismo em populações de voluntários saudáveis, definindo os parâmetros preliminares para a dosagem investigacional e potenciais interações.
  • Os investigadores avaliaram se este tratamento poderia afetar a medição de sintomas em ensaios humanos iniciais, centrando-se nos perfis farmacocinéticos e nas taxas de absorção.

Ensaios de Fase II: Associação de Sintomas

Foram realizados ensaios de Fase II para avaliar se o fármaco, quando administrado em doses variadas, poderá estar associado a alterações nos sintomas em indivíduos com a condição específica.

Dose (mg) População do Estudo Foco Primário Principal Resultado/Descoberta
100 mg Adultos (Homens/Mulheres) Dor e Inflamação A evidência permaneceu limitada; o estudo foi observacional.
200 mg Subgrupo de Adultos Mais Velhos Mobilidade Os estudos avaliaram se o composto estava associado a alterações na mobilidade em comparação com o placebo.
300 mg Idades/Géneros Mistos Frequência de Agudizações A investigação explorou se o fármaco poderá estar associado a uma diminuição na frequência de agudizações ao longo do tempo.

Fase III e Investigação Comparativa

Os ensaios de Fase III em larga escala foram concebidos para confirmar as observações preliminares e reunir dados abrangentes sobre a administração a longo prazo.

Investigação Comparativa

A investigação comparou o desempenho do composto em relação ao Tratamento X num ensaio clínico aleatorizado e duplamente cego. O estudo centrou-se em objetivos secundários, tais como índices de qualidade de vida. Adicionalmente, estudos independentes investigaram o potencial de este tratamento estar associado a alterações nos sintomas quando utilizado em conjunto com protocolos de cuidados padrão.

Tolerabilidade da Terapia Combinada

Os dados clínicos analisaram os padrões de reação do composto quando administrado como terapia combinada em populações com progressão moderada da doença. Os investigadores observaram que a evidência reunida apoiou os objetivos investigacionais da pesquisa, que procurava estabelecer a segurança e a tolerabilidade para a continuidade do estudo.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Urografina (FAQ)


Q: Qual é a rapidez de atuação da Urografina durante um procedimento?

A: A Urografina atua rapidamente após a administração. As informações oficiais do produto indicam que a janela diagnóstica para a obtenção de imagens é descrita como rápida, sendo as imagens frequentemente captadas imediatamente ou nos primeiros minutos após a conclusão da injeção para visualizar estruturas como os rins.


Q: Quanto tempo permanece a Urografina no organismo após uma injeção?

A: A Urografina foi concebida para uma eliminação rápida do corpo. Os documentos regulamentares indicam que a substância é prontamente removida do plasma sanguíneo pelos rins através de um processo designado por filtração glomerular. Geralmente, mais de metade da dose administrada é eliminada na sua forma original e inalterada num período de cerca de três horas após a injeção.


Q: É necessário beber água adicional antes ou depois de receber Urografina?

A: As diretrizes oficiais de administração sublinham que os doentes devem ter uma hidratação adequada tanto antes como após receberem Urografina. A manutenção de uma hidratação correta é considerada obrigatória para certos doentes para ajudar os rins a processar e a eliminar o agente de contraste de forma eficaz, particularmente se existirem problemas de saúde pré-existentes.


Q: A Urografina pode ser utilizada em tomografias (TC) ou apenas em radiografias específicas?

A: A Urografina é utilizada em vários tipos de diagnóstico por imagem. As informações oficiais do produto confirmam que é adequada para utilização com máquinas de raios-X assistidas por computador (scanners de TC) para aumentar o contraste, além de procedimentos de raios-X convencionais, como a urografia.


Q: A Urografina é segura para crianças ou doentes idosos?

A: A Urografina está indicada para utilização tanto em adultos como em crianças, sendo a dosagem determinada por um profissional de saúde com base em fatores como o peso e a idade. É referida como necessária uma monitorização próxima tanto para idosos como para recém-nascidos, devido ao seu potencial perfil de risco ou à necessidade de verificar a função tiroideia.


Q: A Urografina é uma causa comum de nefropatia induzida por contraste?

A: As informações oficiais referem que existe um risco raro de redução temporária da função renal associado à utilização de meios de contraste iodados. Para mitigar este risco potencial, são tipicamente implementadas precauções obrigatórias na prática clínica, como garantir uma hidratação adequada para doentes com fatores de risco como diabetes ou compromisso renal.


Q: As dores de cabeça são um efeito secundário conhecido da Urografina?

A: Sim, a dor de cabeça está listada nos documentos regulamentares como um efeito secundário comum associado à utilização de Urografina. Outros efeitos transitórios no sistema nervoso, tais como tonturas ou sonolência, também são comunicados de acordo com as informações oficiais do produto.


Q: É necessário estar em jejum antes de um procedimento que utilize Urografina?

A: Para exames ao abdómen, as instruções oficiais de administração recomendam frequentemente que os doentes adultos cumpram jejum (não comer) após as 18:00 da véspera do procedimento, embora lhes seja habitualmente permitido beber líquidos. Os documentos regulamentares alertam contra o jejum prolongado em bebés e crianças pequenas.


Q: A Urografina pode ser administrada a mulheres grávidas ou a amamentar?

A: O procedimento de histerossalpingografia com utilização de Urografina está contraindicado se a doente estiver grávida. Para outros procedimentos de diagnóstico, as informações de segurança oficiais indicam que geralmente não é necessário interromper a amamentação após a administração de Urografina.


Q: Os efeitos secundários da Urografina costumam desaparecer rapidamente?

A: A informação regulamentar indica que os efeitos secundários são habitualmente ligeiros e de curta duração. A maioria das reações adversas graves tende a ocorrer nos 30 minutos seguintes à injeção, com base na experiência clínica.


Q: Qual é o prazo de validade da Urografina após a abertura?

A: A Urografina é fornecida para um evento de diagnóstico único. As instruções oficiais de manuseamento indicam que qualquer solução que seja aberta, aspirada ou diluída deve ser utilizada imediatamente. A porção não utilizada deve ser eliminada de acordo com os protocolos estabelecidos para manter a esterilidade e evitar a contaminação.


Q: Qual é a principal diferença entre a Urografina e outros agentes de contraste?

A: A Urografina é classificada oficialmente como um meio de contraste iónico de elevada osmolalidade (HOCM). Esta classificação é uma distinção fundamental face a agentes mais recentes, que são frequentemente não iónicos e/ou de baixa osmolalidade. As informações oficiais do produto listam as propriedades químicas centrais e a classificação do agente.


Q: Como é que a Urografina torna o trato urinário visível num raio-X?

A: O mecanismo baseia-se no processo de eliminação do organismo. A substância de contraste é removida rapidamente da corrente sanguínea pelos rins. Isto resulta num nível elevado e concentrado do composto que contém iodo na pelve renal e no trato urinário, o que torna estas estruturas claramente visíveis na imagem de raio-X.


Q: A administração de Urografina dói?

A: Uma sensação de dor e uma sensação geral de calor que se espalha pelo corpo são efeitos comummente comunicados aquando da administração intravascular de Urografina. Também pode ocorrer dor local ou vermelhidão no local da injeção se a mesma não for administrada corretamente.


Q: A Urografina pode afetar os exames ou a função da tiroide?

A: Sim, devido ao seu teor de iodo, a Urografina pode interferir com os testes da função tiroideia durante várias semanas após o procedimento. Adicionalmente, os avisos oficiais referem que a supressão transitória da função tiroideia ou o hipotiroidismo foram comunicados como efeitos secundários pouco frequentes em adultos e crianças.


Q: O que acontece se a Urografina verter para fora da veia durante a injeção?

A: Se a solução verter para fora da veia (conhecido como extravasamento), os doentes podem sentir dor, inchaço ou vermelhidão no local da injeção. Embora as reações tecidulares graves sejam raras, caso ocorra extravasamento, qualquer desconforto ou alteração no local da injeção é tipicamente monitorizado pela equipa médica.


Q: Os doentes são obrigados a ficar sob observação após receberem Urografina?

A: Sim, os avisos de segurança oficiais indicam que os doentes devem ser mantidos sob observação durante um período mínimo de 30 minutos após a administração do agente de contraste. Este período é especificado porque a experiência clínica demonstra que a maioria de todas as reações graves ocorre dentro deste intervalo de tempo.


Q: A Urografina é utilizada fora do sistema urinário para obtenção de imagens?

A: Sim, a Urografina tem diversas utilizações diagnósticas além do sistema urinário. As indicações oficiais incluem a obtenção de imagens do sistema vascular (angiografia e venografia), do trato biliar (colangiografia), das articulações (artrografia) e de outros ductos ou cavidades corporais.


Q: Qual é o método típico de administração para vias intravasculares?

A: A abordagem padrão para a injeção de Urografina numa veia ou artéria é tipicamente uma injeção rápida em bólus para atingir uma concentração elevada e rápida. Para doentes com problemas cardíacos ou quando são necessários volumes maiores, a orientação oficial pode recomendar um tempo de perfusão mais lento.


Q: A Urografina é utilizada para verificar vasos sanguíneos (angiografia)?

A: Sim, a Urografina é específicamente indicada para procedimentos que envolvem a verificação de vasos sanguíneos, como a angiografia e a venografia. O seu propósito nestes procedimentos é ajudar a visualizar a estrutura e o fluxo do sistema vascular.

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Como Urografine deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar a Urografina

A Urografina (solução injetável de meglumina de diatrizoato e diatrizoato de sódio) deve ser armazenada sob condições ambientais e de acondicionamento específicas, conforme definido na rotulagem regulamentar oficial, para garantir a integridade do produto.

Requisitos de Armazenamento

Condição Requisito
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20 °C e 25 °C (68 F a 77 F). Evitar o calor excessivo.
Proteção A solução deve ser armazenada de forma a proporcionar proteção contra a luz.
Estabilidade Não administrar se a solução aparentar conter partículas ou precipitação.
Manuseamento Deve ser mantida na embalagem original, bem fechada, e guardada fora da vista e do alcance das crianças.
Regra de Utilização Qualquer solução que seja diluída ou aberta deve ser utilizada imediatamente, e a porção não utilizada deve ser eliminada.

Instruções de Eliminação

A eliminação de Urografina não utilizada ou fora do prazo de validade deve ser efetuada de acordo com os regulamentos locais, estaduais e federais para resíduos farmacêuticos. O produto não deve ser eliminado no lixo doméstico nem deve chegar ao sistema de esgoto ou às águas subterrâneas.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Urografine encontrado em:

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