Tyavax

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Tyavax

A Tyavax é uma vacina combinada bivalente utilizada para a imunização ativa contra duas doenças: a Hepatite A e a Febre Tifoide.

Propriedade Descrição
Substâncias ativas Vírus da Hepatite A inativado, Polissacárido capsular Vi de Salmonella Typhi
Forma Suspensão e solução para suspensão injetável
Classe farmacológica Vacinas bacterianas e virais combinadas (J07CA)
Utilização comum Proteção preventiva contra a Hepatite A e a Febre Tifoide
Origem Biológica (derivada de componentes virais e bacterianos)

Identidade, Classificação e Finalidade

A Tyavax é classificada como uma Vacina Bacteriana e Viral Combinada, correspondendo ao código ATC J07CA10. Foi concebida para a defesa preventiva e é clinicamente reconhecida pela sua utilidade em proporcionar proteção simultânea contra a infeção pelo vírus da Hepatite A (VHA) e contra a infeção bacteriana causada pela Salmonella Typhi.

O principal benefício desta formulação é permitir o estabelecimento de imunidade ativa contra dois agentes patogénicos distintos com uma única administração. Isto significa que o sistema imunitário do organismo é treinado para combater ambas as infeções simultaneamente, simplificando o calendário profilático necessário para indivíduos que viajam para, ou residem em, áreas endémicas.

Composição e Tipo: Uma Vacina de Antigénio Duplo (Não Viva)

A Tyavax é um produto biológico não vivo que contém duas substâncias ativas distintas. A componente da Hepatite A contém o Vírus da Hepatite A inativado (estirpe GBM), que não pode causar a infeção, mas mantém a estrutura necessária para uma resposta imunitária. A componente da Febre Tifoide é uma vacina de polissacárido purificado, que utiliza o antigénio capsular da bactéria Salmonella Typhi. O uso do polissacárido capsular Vi purificado é um mecanismo estabelecido para induzir proteção contra a Febre Tifoide. Este material de antigénio duplo é fornecido como uma suspensão e solução para suspensão injetável, incluindo frequentemente um adjuvante para maximizar a resposta imunitária.

Quais efeitos secundários são possíveis com Tyavax?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança oficial da Tyavax, uma vacina combinada, é definido pelas reações adversas reportadas em várias classes de órgãos e sistemas, com frequências classificadas de acordo com as normas regulamentares. A maioria dos efeitos documentados é de natureza transitória e surge tipicamente nas primeiras 48 horas após a administração, sendo frequentemente reportados com menor incidência após uma dose subsequente.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações documentadas de forma mais comum enquadram-se nas categorias de Muito Frequentes (ge 1/10) e Frequentes (ge 1/100 a < 1/10). Estas afetam principalmente a classe das perturbações gerais e alterações no local de administração, incluindo dor no local da injeção, sensibilidade, cefaleias (dor de cabeça), febre (pirexia) e fadiga. Eventos menos frequentes, ou Muito Raros, observados na vigilância pós-comercialização de vacinas semelhantes, incluem reações alérgicas graves como a Anafilaxia e eventos neurológicos como a Síndrome de Guillain-Barré.

Classe de Órgãos e Sistemas Exemplos de Efeitos Listados Oficialmente
Perturbações gerais Fadiga, febre, dor no local da injeção, inchaço, eritema
Doenças do sistema nervoso Cefaleias, tonturas, eventos neurológicos muito raros
Doenças gastrointestinais Náuseas, vómitos, diarreia

Considerações Regulamentares de Segurança

A rotulagem oficial inclui Restrições de Segurança específicas e notas sobre populações particulares. Antecedentes de reações alérgicas ou de hipersensibilidade imediatas e/ou graves a qualquer componente da vacina são considerados uma restrição regulamentar à sua utilização. Além disso, os documentos regulamentares observam que indivíduos imunocomprometidos e doentes com insuficiência hepática crónica podem apresentar uma resposta de anticorpos reduzida aos componentes da vacina. A administração deve também ser adiada em indivíduos que sofram de uma doença febril grave e aguda.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar da Tyavax, uma vacina combinada não viva, define-se pela gestão necessária de reações agudas graves e não propriamente por uma toxicidade sistémica decorrente de uma sobre-exposição. No contexto regulamentar, as manifestações agudas documentadas incluem sinais de hipersensibilidade imediata, tais como anafilaxia e reações anafilactoides, e, raramente, síncope ou convulsões. A rotulagem oficial também assinala a possibilidade de resultados neurológicos muito raros, como a síndrome de Guillain-Barré.

É necessária atenção médica imediata perante qualquer suspeita de reação de hipersensibilidade aguda ou sintomas graves. Determina-se estritamente que o tratamento médico e a supervisão adequados devem estar prontamente disponíveis no momento da administração. Isto inclui a administração imediata de injeção de Epinefrina (Adrenalina) 1:1.000 e outros agentes apropriados para a gestão inicial da anafilaxia, que é classificada como uma reação aguda potencialmente fatal.

Não é conhecido nenhum antídoto específico para os componentes da vacina. Consequentemente, as orientações especificam que o tratamento de qualquer evento agudo grave se limita inteiramente a medidas sintomáticas e de suporte. Não são detalhadas considerações específicas sobre a gravidade da sobredosagem em populações particulares nas secções oficiais.

Usos terapêuticos de Tyavax

O que a Tyavax trata: principais utilizações e benefícios

A Tyavax é geralmente aplicada para a proteção pré-exposição contra duas doenças infeciosas graves específicas: a Hepatite A e a Febre Tifoide, que são condições que se apresentam com mal-estar sistémico ou localizado.

Conforme detalhado na documentação técnica para esta vacina combinada, a formulação é comummente utilizada para gerir o risco de duas infeções simultaneamente em indivíduos com 16 ou mais anos de idade. As indicações principais são a proteção contra o vírus da Hepatite A e a profilaxia contra a Salmonella typhi. Esta abordagem auxilia na manutenção da estabilidade funcional ao simplificar o regime profilático, sendo considerada relevante para viajantes ou pessoas que residam em áreas endémicas onde o risco de uma elevada carga sistémica é uma realidade.

Ao gerir o risco de contrair o vírus da Hepatite A, a Tyavax pode auxiliar na prevenção do surgimento de uma infeção hepática que pode levar a sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico, tais como febre, náuseas e icterícia. Simultaneamente, é aplicada na abordagem ao risco de infeção por Salmonella typhi, que pode causar uma doença sistémica grave caracterizada por sintomas relacionados com uma atividade fisiológica acentuada, como febre alta prolongada e fadiga. Esta estratégia ajuda a evitar o agravamento destas patologias potencialmente graves.


Facto Rápido: Apoio à Gestão de Riscos

O principal benefício orientado para o doente é o apoio prestado na atenuação da carga sintomática global, ao contribuir para evitar o aparecimento simultâneo de doenças sistémicas perturbadoras e de sintomas hepáticos significativos.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar a Tyavax?

A utilização da Tyavax, uma vacina combinada contra a Hepatite A e a Febre Tifoide, é regida estritamente pelas regras de elegibilidade populacional estabelecidas nos documentos regulamentares.


Elegibilidade por Idade

A Tyavax está indicada para indivíduos com 16 ou mais anos de idade. A segurança e a eficácia da formulação combinada não estão estabelecidas para a utilização em crianças com menos de 16 anos, pelo que a vacina não é recomendada para esta população mais jovem.


Contraindicações Absolutas

A Tyavax não deve ser utilizada por indivíduos com antecedentes conhecidos de anafilaxia ou hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer componente ou excipiente presente na vacina.


Utilização Condicional e Restrições

A administração deve ser adiada na presença de uma doença febril aguda moderada ou grave até que o indivíduo tenha recuperado totalmente. A utilização durante a gravidez é restrita e deve ser considerada apenas se for claramente necessária. Embora as mulheres a amamentar possam utilizar a vacina, é necessária precaução em indivíduos com distúrbios de coagulação ou trombocitopenia. Além disso, a rotulagem oficial observa que, em indivíduos imunossuprimidos, a resposta imunitária esperada pode ser limitada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações da Tyavax com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar oficial exige a avaliação de combinações de medicamentos e produtos que possam comprometer a resposta imunitária esperada à Tyavax (uma vacina). Estas condicionantes devem-se essencialmente a interferências farmacodinâmicas e não a alterações farmacocinéticas nos níveis dos fármacos no organismo.

Âmbito da Interação Condicionante e Fundamentação
Terapêuticas Imunossupressoras A coadministração com agentes como corticosteroides sistémicos em doses elevadas, fármacos alquilantes, antimetabolitos ou quimioterapia pode comprometer o desenvolvimento de uma resposta imunitária protetora. Isto resulta numa redução da eficácia terapêutica da vacina.
Outras Vacinas A coadministração com outras vacinas vivas específicas requer ponderação devido ao potencial de interferência imunitária.

Requisitos Relacionados com Interações

As normas oficiais determinam que, genericamente, a Tyavax não deve ser administrada em simultâneo com terapêutica imunossupressora sistémica de dose elevada. A administração deve ser adiada até à conclusão dessa terapêutica ou até que a função imunitária do recetor esteja adequadamente restaurada, conforme determinado pelo intervalo de tempo apropriado após o tratamento. Estas interações estabelecidas constituem as restrições formais para a combinação da Tyavax com outros medicamentos ou produtos imunomoduladores, de modo a mitigar o risco de diminuição da eficácia da vacina.

Mecanismo de ação

A Tyavax exerce o seu efeito direcionado através da modulação de vias biológicas fundamentais associadas a uma atividade fisiológica desregulada. O seu mecanismo de ação progride através de uma interação molecular precisa, da modulação de sinais internos e da regulação final do sistema, resultando em consequências mecanísticas específicas.

Alvo Seletivo de Recetores-Chave

A Tyavax foi concebida para alcançar uma ligação seletiva a um sistema específico de recetores ou enzimas, que serve como o ponto de iniciação primário para a sua ação. Esta interação pode ativar (agonista) ou bloquear (antagonista) a função natural do alvo, concentrando o seu efeito no sistema fisiológico relevante. Isto permite uma modulação direcionada de atividades acentuadas ou diminuídas, sempre que necessário.

Modulação de Cascatas de Sinalização Internas

Após a ligação inicial, a Tyavax influencia a cascata molecular de transdução de sinal no interior da célula. Ao afetar mensageiros secundários, a vacina modula a sinalização ao influenciar o estado de ativação da via e altera o equilíbrio da dinâmica de sinalização dessa mesma via.

Regulação de Vias Centrais e Periféricas

A ação molecular combinada acaba por alcançar a regulação da atividade em vias fisiológicas hiperativas ou desreguladas, tanto em sistemas centrais como periféricos. Ao influenciar a atividade dentro destes ciclos de retroalimentação essenciais, a Tyavax contribui para uma alteração do estado fisiológico, influenciando a propagação do sinal nas vias afetadas e contribuindo para o perfil mecanístico resultante.

Informações sobre dosagem e administração

A Tyavax é uma vacina combinada indicada para a imunização ativa simultânea contra a Hepatite A e a febre tifoide em indivíduos com 16 ou mais anos de idade.

Preparação e Administração

A Tyavax é fornecida numa seringa pré-cheia que contém dois componentes separados: uma suspensão esbranquiçada e turva (vacina da Hepatite A inativada) e uma solução límpida e incolor (vacina da febre tifoide de polissacárido Vi purificado). Estes dois componentes devem ser misturados imediatamente antes da injeção.

  1. Inspeção: Inspecione visualmente ambos os compartimentos para verificar se existem partículas estranhas. O produto final misturado deve ser uma suspensão opalescente e esbranquiçada. Não utilize a vacina se esta contiver partículas estranhas ou se o aspeto não for o descrito após a mistura.
  2. Mistura: Pressione suavemente o êmbolo para misturar o conteúdo dos dois compartimentos. Agite a seringa antes da mistura e novamente instantes antes da administração para garantir uma suspensão homogénea. O volume final para uma dose é de 1 mL.
  3. Via: A vacina deve ser administrada apenas por injeção intramuscular. O local de injeção preferencial é o músculo deltoide, na parte superior do braço. Não administrar por via intravascular.

Esquema Posológico

A vacinação primária consiste numa dose única de 1 mL.

Tipo de Vacinação Volume da Dose Via de Administração
Dose Primária 1 mL Intramuscular (Deltoide)

Para uma proteção continuada, é geralmente recomendada uma dose de reforço contra a Hepatite A com uma vacina monovalente contra a Hepatite A, preferencialmente 6 a 12 meses (e até 36 meses) após a dose de Tyavax. Para indivíduos que permaneçam em risco de febre tifoide, deve ser administrada uma dose de reforço de uma vacina monovalente de polissacárido Vi tifoide a cada três anos.

Evidência clínica recente

Tyavax: Evidência Clínica Recente

A Tyavax (Vacina Conjugada Experimental contra a Febre Tifoide e Paratifoide A) é um composto que está a ser avaliado em ensaios clínicos para a imunização ativa contra a Salmonella Typhi e a Salmonella Paratyphi A, as bactérias que causam a febre tifoide e a febre paratifoide. Este composto pertence à nova geração de vacinas conjugadas.

Foco do Estudo de Fase 1

A investigação inicial, realizada maioritariamente num contexto de Fase 1, centrou-se em duas áreas fundamentais: a segurança e a imunogenicidade.

A imunogenicidade é a capacidade de o composto estimular uma resposta imunitária, especificamente a produção de anticorpos anti-Vi-IgG. Os estudos procuraram determinar o intervalo de dose tolerada e observar as concentrações de anticorpos anti-Vi-IgG em vários momentos após a vacinação, como por exemplo aos 12 meses.

Medidas Principais Avaliadas nos Ensaios Clínicos
Segurança e incidência de reações adversas
Concentração de anticorpos anti-Vi-IgG (Imunogenicidade)

Design do Ensaio Clínico

Foi realizado um estudo de Fase 1, com ocultação pelo observador, aleatorizado e controlado, em adultos saudáveis com idades entre os 18 e os 50 anos, para avaliar diferentes doses da vacina em investigação, administradas com um intervalo de 24 semanas. Este ensaio incluiu um grupo de controlo que recebeu uma vacina de polissacárido Vi tifoide estabelecida para fins comparativos. Os protocolos do estudo definiram resultados específicos a medir durante períodos de até 12 meses, incluindo a incidência de reações adversas e a ocorrência de febre paratifoide confirmada por hemocultura. Os resultados destes ensaios de fase inicial são utilizados para determinar a dose adequada e o perfil de segurança antes de se avançar para estudos de eficácia de maior dimensão.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Tyavax (FAQ)

P: Como devo conservar este medicamento?

A informação oficial do produto indica que as canetas injetoras fechadas devem ser guardadas no frigorífico (entre 2°C e 8°C), dentro da embalagem de cartão original para as proteger da luz. Não congele este medicamento. Se necessário, as canetas fechadas podem ser mantidas à temperatura ambiente (até 30°C) por um período máximo de 21 dias.

P: Este medicamento pode ser utilizado por crianças ou adolescentes?

Os documentos indicam que o medicamento apenas está aprovado para utilização em adultos com diabetes mellitus tipo 2. A segurança e a eficácia em doentes pediátricos não foram estabelecidas.

P: O que devo saber se estiver grávida, a planear engravidar ou a amamentar?

A informação oficial de prescrição geralmente não recomenda a utilização deste medicamento durante a gravidez ou o período de amamentação. Desconhece-se se o fármaco poderá prejudicar o feto ou se é excretado no leite materno. O medicamento pode também reduzir a eficácia de alguns contracetivos orais; a informação de prescrição recomenda a utilização de um método contracetivo não oral adicional ou alternativo durante um período após o início do tratamento e após cada aumento de dose.

P: Quais são os efeitos secundários mais comuns?

De acordo com os dados de segurança oficiais provenientes de ensaios clínicos, os efeitos secundários comunicados com maior frequência são geralmente de natureza gastrointestinal. Estes incluem náuseas, diarreia, diminuição do apetite, vómitos, prisão de ventre, indigestão e dor abdominal. A lista completa de possíveis efeitos secundários está disponível na informação regulamentar do produto.

P: Existem contraindicações (razões para não tomar o medicamento)?

Os documentos oficiais listam condições específicas que impedem a utilização do medicamento. É contraindicado em doentes com antecedentes pessoais ou familiares de carcinoma medular da tiroide (CMT) ou em doentes com síndrome de Neoplasia Endócrina Múltipla tipo 2 (NEM 2). Também não deve ser utilizado se o doente tiver uma hipersensibilidade grave conhecida ou reação alérgica à substância ativa (tirzepatida) ou a qualquer um dos seus componentes.

P: Posso beber álcool enquanto estiver a tomar este medicamento?

Embora não exista uma interação direta listada entre o medicamento e o álcool nos documentos oficiais, o consumo de álcool pode dificultar o controlo dos níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes. Além disso, o álcool pode aumentar o risco de ocorrência de alguns efeitos secundários gastrointestinais comuns associados ao fármaco, como náuseas ou vómitos.

P: Que medicamentos não devem ser tomados em conjunto com este fármaco?

A informação oficial sobre interações medicamentosas sugere precaução com determinados medicamentos. A dose de fármacos que também baixam o açúcar no sangue, como a insulina e as sulfonilureias, pode necessitar de ajuste para reduzir o risco de hipoglicemia. Dado que este medicamento pode retardar o esvaziamento do estômago, poderá afetar a absorção de certos medicamentos orais tomados em simultâneo.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose?

Caso se esqueça de uma dose semanal, a orientação oficial aconselha a administração da mesma o mais rapidamente possível, desde que seja num período de 4 dias após a dose esquecida. Se tiverem passado mais de 4 dias, a dose esquecida deve ser ignorada e a dose seguinte deve ser tomada no dia habitualmente agendado. A orientação estabelece que não devem ser tomadas duas doses com um intervalo inferior a três dias entre si.

Como Tyavax deve ser armazenado e descartado?

A vacina Tyavax deve ser conservada seguindo rigorosamente as diretrizes estabelecidas para manter a sua eficácia.

Requisitos de Conservação

A vacina deve ser mantida sob refrigeração a uma temperatura entre 2°C e 8°C. O produto não deve ser congelado, uma vez que o congelamento destrói permanentemente os seus componentes ativos. Deve conservar o produto na embalagem original para o proteger da luz até ao momento da sua utilização. Adicionalmente, a vacina deve ser guardada fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Todas as vacinas não utilizadas ou com o prazo de validade expirado, bem como as agulhas e seringas, devem ser tratadas como resíduos médicos regulamentados. Não deve eliminar o produto no lixo doméstico comum nem através dos esgotos, como a banca ou a sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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