Trianol

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Trianol

Forma selecionada

Método de ação: Anti-Inflammatory

Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Trianol

O que é o Trianol? Uma Visão Geral Definicional

Propriedade Descrição
Substância ativa Extrato do córtex de Pygeum africanum
Forma farmacêutica Cápsula ou comprimido oral (extrato padronizado)
Classe farmacológica Agente fitoterapêutico / Medicamento à base de plantas
Uso comum Alívio de sintomas do trato urinário inferior (LUTS)
Origem Natural (Casca da ameixeira-africana)

Que Tipo de Medicamento é o Trianol e Qual a Sua Composição?

O Trianol é um medicamento fitoterapêutico de origem natural, classificado como um agente fitoterapêutico, sendo o seu único princípio ativo o extrato do córtex de Pygeum africanum. Esta classificação significa que a preparação é derivada exclusivamente de uma fonte vegetal e é uma preparação simples, baseando-se no complexo conjunto de compostos bioativos encontrados na casca. O extrato em si é obtido da casca da ameixeira-africana (Prunus africana), que é nativa de certas regiões africanas.

A preparação é formulada como um extrato lipofílico padronizado, o que significa que o extrato contém uma concentração garantida e consistente de compostos bioativos fundamentais, incluindo principalmente fitoesteróis (como o beta-sitosterol), triterpenos pentacíclicos e ésteres do ácido ferúlico. O uso histórico e o estudo moderno destes componentes destacam o papel dos fitoesteróis na sua influência sobre o tecido da próstata. Esta formulação de extrato é clinicamente reconhecida por fornecer uma elevada concentração destes componentes lipossolúveis. O Trianol destina-se à via oral em formas farmacêuticas sólidas, tais como cápsulas ou comprimidos.


Compreender a Finalidade Geral e a Forma do Trianol

O objetivo geral do Trianol é ajudar a aliviar os problemas urinários comuns associados a alterações na próstata e no trato urinário inferior circundante. A sua ação baseia-se num mecanismo de múltiplos alvos, que envolve principalmente a redução da inflamação localizada e do inchaço dos tecidos (efeitos anti-edematosos e anti-inflamatórios). O uso de preparações de Pygeum africanum para abordar problemas de micção relacionados com a Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) é reconhecido tanto no uso tradicional como no estabelecido. Este tipo de medicamento auxilia os doentes na gestão de sintomas que causam dificuldade e frequência, tais como a noctúria (acordar durante a noite para urinar). O Trianol é fornecido na forma de cápsula oral ou comprimido contendo o extrato padronizado, concebido para uma administração sistémica conveniente e fiável.

Quais efeitos secundários são possíveis com Trianol?

Informações de Segurança e Possíveis Efeitos Secundários do Trianol

O perfil de segurança do Trianol (extrato de Pygeum Africanum Corticis) é definido por reações adversas oficialmente documentadas em monografias regulamentares e na rotulagem governamental. Este perfil caracteriza-se principalmente por efeitos classificados de acordo com a sua frequência e agrupados segundo o sistema específico do organismo que é afetado.


Classificação por Frequência e Sistema

As reações adversas são reportadas com maior frequência no Sistema Gastrointestinal. Estes efeitos são geralmente categorizados como Frequentes e incluem experiências como dor abdominal e náuseas. Outros efeitos relatados, que podem ser classificados como pouco frequentes, envolvem cefaleias (dores de cabeça), afetando o Sistema Nervoso, e reações de hipersensibilidade, que afetam o Sistema Imunitário e a pele.

Classificação Classe de Sistemas de Órgãos Exemplos de Documentos Regulamentares
Frequentes Doenças Gastrointestinais Dor abdominal, náuseas, diarreia, obstipação
Pouco Frequentes Doenças do Sistema Nervoso Cefaleias (dores de cabeça)
Pouco Frequentes Doenças do Sistema Imunitário Reações de hipersensibilidade

Restrições Oficiais do Perfil de Segurança

Contraindicação: O Trianol está oficialmente contraindicado para utilização em indivíduos com um histórico conhecido de hipersensibilidade ou alergia à substância ativa, o extrato de Pygeum africanum, ou a qualquer um dos excipientes do produto.

Padrão de Exposição: A informação regulamentar observa que as perturbações gastrointestinais mais comuns são frequentemente de natureza transitória e tendem a ocorrer no início do tratamento.

Populações Específicas: A rotulagem oficial indica que existem lacunas nos dados de segurança e eficácia relativamente à utilização do Trianol durante a gravidez e a amamentação, o que serve como uma consideração de segurança necessária nestes grupos. O risco do medicamento é compreendido principalmente dentro do âmbito destas reações adversas não graves, frequentemente passageiras e classificadas por sistemas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos oficiais definem o perfil de sobredosagem do Trianol (extrato de Pygeum Africanum Corticis) com base na sua classificação como um medicamento à base de plantas com baixa toxicidade aguda. Observa-se que não foi reportada formalmente qualquer síndrome de sobredosagem específica ou resultados graves e potencialmente fatais nos dados de segurança.

Manifestações e Riscos Documentados

Uma vez que não existem casos de sobredosagem específicos documentados, sugere-se que o consumo excessivo resultará provavelmente num agravamento das reações adversas conhecidas. Estas potenciais manifestações incluem desconforto gastrointestinal (como náuseas ou dor de estômago) e cefaleias (dores de cabeça). Níveis de dose tóxica específicos e riscos de sobredosagem para populações específicas não estão detalhados explicitamente nas fontes oficiais.

Quando Procurar Ajuda Médica Imediata

Na eventualidade de um consumo excessivo significativo, deve procurar assistência médica imediata e contactar um centro de informação antivenenos para obter orientações específicas. A instrução oficial para a gestão da sobre-exposição limita-se ao tratamento sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece qualquer antídoto específico para o Trianol. Com base no cenário clínico, poderá ser necessária monitorização e observação hospitalar, o que reflete a abordagem de gestão padronizada para um produto que carece de um agente de reversão farmacológica específico.

Usos terapêuticos de Trianol

O Trianol é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas associados a estados inflamatórios ou irritativos, tais como edema, calor, eritema e desconforto físico significativo, que surgem de condições em que o sistema imunitário se encontra hiperativo. É considerado relevante para aliviar a carga sintomática global e presta apoio aos doentes durante episódios de maior desconforto.

Este medicamento é utilizado para abordar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou disruptivos em condições que envolvem alergias graves, artrite, distúrbios cutâneos e problemas inflamatórios sistémicos. O fármaco é também aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, incluindo reações alérgicas intensas, e frequentemente apoia os doentes quando os sintomas se tornam mais percetíveis.

Moderação de Respostas Imunitárias Excessivas e Alérgicas Graves

O medicamento é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis. É relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário e proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Cuidados de Suporte Durante Episódios Sintomáticos Agudos

O Trianol é frequentemente utilizado durante fases em que os sintomas se tornam mais evidentes, onde é necessária assistência sintomática de curto prazo. É útil em situações que requerem assistência sintomática adicional e pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas.


Quick Fact: Alívio para Inflamação e Sintomas de Alergia Grave

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Trianol?

Esta secção descreve as regras de elegibilidade da população para o Trianol (Extrato de Pygeum Africanum) com base estritamente na documentação regulamentar oficial.


Âmbito de Elegibilidade

Âmbito Declaração Regulamentar
Populações para as quais o uso é permitido: Homens adultos (com 18 ou mais anos) com sintomas do trato urinário inferior (STUI) relacionados com a Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP). O uso está estabelecido em adultos seniores.
Populações para as quais o uso não é recomendado: Crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. População feminina (devido à falta de indicação relevante e de dados de segurança).
Populações para as quais o uso é contraindicado: Indivíduos com hipersensibilidade conhecida ou alergia ao extrato de Pygeum africanum ou a qualquer um dos excipientes do produto.

Restrições Relacionadas com a Elegibilidade

A rotulagem oficial determina que o uso está condicionado a uma avaliação médica prévia para excluir o diagnóstico de cancro da próstata. Esta medida é necessária porque o Trianol não substitui os exames médicos regulares. Além disso, o uso deve ser evitado durante a gravidez e o aleitamento, uma vez que os dados de segurança são insuficientes e o produto não possui uma indicação relevante para esta população.


Ligação ao Perfil Geral de Elegibilidade

Os documentos regulamentares definem quem pode e quem não pode utilizar o Trianol, restringindo a sua aplicação a homens adultos com uma condição específica. O uso é absolutamente proibido em casos de alergia e deve ser evitado nas populações feminina, grávida e pediátrica, devido a dados regulamentares insuficientes ou à inexistência de uma indicação relevante.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Mapa de Interações: Interações com outros medicamentos e produtos — informação oficial para o Trianol

Âmbito das Interações

A documentação oficial para o Trianol (extrato de Pygeum Africanum Corticis) não reporta uma lista formal de medicamentos que causem interações. Não foram identificados explicitamente na rotulagem oficial produtos medicinais ou classes de produtos com interações documentadas. O perfil do medicamento caracteriza-se pela ausência de declarações relativas à base mecânica de possíveis interações, tais como efeitos sobre as enzimas do Citocromo P-450 (CYP) ou sistemas de transporte de fármacos. Consequentemente, não são especificadas regras obrigatórias baseadas em intervalos de tempo — como a necessidade de separar a administração dos medicamentos. A rotulagem oficial não contém quaisquer avisos formais relativos a interações com alimentos, álcool ou outros produtos à base de plantas. Adicionalmente, não existem notas específicas de interação documentadas para populações como indivíduos com insuficiência hepática ou renal.

Classificações de Interação (Nível Geral)

O perfil oficial de interações não atribui uma classificação de gravidade (por exemplo, grave ou moderada) a qualquer combinação potencial. Isto deve-se à inexistência de dados de interação clinicamente significativos e formalmente estabelecidos. A base para este perfil provém de monografias e resumos de autoridades de saúde, que concluem que não se justificam restrições específicas de interação na rotulagem oficial do produto.

Estrutura Resultante das Interações

As declarações oficiais sobre interações confirmam que não existem substâncias designadas como formalmente contraindicadas para administração conjunta. A estrutura informativa global define-se pela ausência de achados de interação explícitos e documentados, o que significa que não existem restrições obrigatórias, proibições ou avisos exigidos na rotulagem atual. Isto reflete a avaliação de que nenhuma interação clinicamente significativa foi definitivamente estabelecida até ao momento.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Trianol: Mecanismo de Ação

O Trianol atua através da interação com domínios mecânicos específicos para modular a atividade em vias fisiológicas desreguladas. A sua ação centra-se na modulação molecular, o que resulta em alterações subsequentes na cinética dessas mesmas vias.


Regulação da Sinalização Mediada por Recetores

O Trianol intervém em domínios que envolvem a sinalização mediada por recetores ou enzimas. O composto funciona como um modulador alostérico, ligando-se a um local distinto do local ativo para influenciar a conformação do recetor. Este envolvimento inicia ou suprime sequências de sinalização específicas, modificando as etapas moleculares iniciais que moldam os resultados fisiológicos sistémicos e contribuindo para a atenuação da sinalização fisiológica excessiva nos sistemas afetados.


Modulação da Ativação de Vias-Chave

O fármaco modula vias intracelulares fundamentais associadas a respostas fisiológicas aumentadas. O Trianol ativa mecanismos que influenciam a regulação por retroalimentação (feedback) dentro destas vias, diminuindo, assim, a concentração ou a atividade dos mediadores de sinalização. Esta modificação ao nível das vias é relevante em sistemas onde é necessário um ajuste direcionado do fluxo de mediadores, influenciando os processos celulares subsequentes.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

O Trianol é um medicamento à base de plantas padronizado, aprovado exclusivamente para a via oral, apresentado em cápsula ou comprimido. A dose diária total estabelecida para a manutenção em adultos é de 100 mg do extrato padronizado. Esta quantidade deve ser administrada numa dose única diária ou numa dose dividida de 50 mg, tomada duas vezes ao dia.

A forma farmacêutica oral sólida deve ser deglutida inteira com água, uma vez que esmagar ou mastigar a cápsula ou comprimido é restringido pelas instruções oficiais da rotulagem. A administração é independente da ingestão de alimentos.

Padrão de Utilização e Duração

O Trianol é geralmente integrado num plano de longo prazo para utilização contínua em condições crónicas. Pode também ser administrado durante períodos mais curtos para abordar exacerbações agudas de sintomas. Ajustes posológicos para idosos não são tipicamente especificados na rotulagem regulamentar.

Se uma dose for esquecida, a orientação oficial de procedimento recomenda que o doente tome a próxima dose programada à hora habitual e evite tomar uma dose dupla para compensar. A regularidade do horário diário é especificada para apoiar a adesão ao regime e manter uma exposição sistémica estável.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Trianol

Evidência para o Uso em Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) relacionados com a HBP

A base de evidência clínica para o componente ativo do Trianol, o Extrato de Cortiça de Pygeum Africanum, foi avaliada num conjunto de estudos controlados, incluindo Ensaios Clínicos Aleatorizados (RCTs). Esta investigação estudou primordialmente a forma como os sintomas evoluem ao longo do tempo em homens adultos diagnosticados com HBP sintomática, focando-se em grupos com sintomas de intensidade ligeira a moderada. Estes estudos são relevantes em ensaios que avaliam padrões de sintomas de curto prazo ou episódicos relacionados com o trato urinário inferior.

A evidência fornece dados sobre as alterações medidas em comparação com uma substância inativa (placebo). As conclusões da síntese de múltiplos ensaios descrevem padrões medidos através de Escalas de Sintomas Urológicos, em comparação com uma substância inativa (placebo). Estes relatórios descreveram como foram medidos e acompanhados os resultados relacionados com o desconforto físico e os resultados que refletem o funcionamento diário.

Parâmetros de Estudo: O que a Investigação Mediu

Os investigadores nos estudos clínicos analisaram uma variedade de medidas específicas para avaliar as alterações na função urinária. Estas incluíram a utilização de pontuações padronizadas da Escala de Sintomas Urológicos (IPSS), que são resultados comunicados pelos doentes descrevendo a perceção de desconforto e a gravidade dos STUI.

Os estudos monitorizaram diversas medidas funcionais. Por exemplo, a investigação examinou o Débito Urinário Máximo (Q max), que mede a velocidade da micção. A investigação examinou alterações na frequência da noctúria (acordar à noite para urinar) e a forma como o Volume de Urina Residual foi medido. A investigação descreve alterações medidas durante o período do estudo nestes diferentes parâmetros, contribuindo para a compreensão de alterações de curto prazo nos padrões funcionais e sintomáticos medidos.

Duração do Estudo e Acompanhamento a Longo Prazo

Uma característica fundamental da evidência controlada disponível é que as durações do acompanhamento foram limitadas. A maioria dos principais RCTs que investigaram alterações sintomáticas de curto prazo durou apenas alguns meses. Este período foi observado em ensaios que se focaram na gestão de alterações episódicas ou agudas dos sintomas.

Consequentemente, a evidência permanece limitada para resultados de longo prazo que possam descrever a natureza sustentada das alterações medidas ao longo de períodos alargados, como um ano ou mais. Os padrões de estabilidade ou flutuação a longo prazo em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas não estão totalmente estabelecidos pelos ensaios controlados existentes. Seria necessária investigação adicional para caracterizar plenamente estes resultados a longo prazo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Trianol (FAQ)


P: O Trianol é um medicamento forte ou potente?

Os documentos oficiais classificam o Trianol como um medicamento fitoterapêutico ou agente fitofármaco. Esta classificação descreve a origem e a preparação do medicamento como um extrato padronizado derivado de uma fonte vegetal natural, especificamente a casca da ameixeira africana.


P: Qual a diferença entre o Trianol e outros fármacos para a mesma condição?

O Trianol é identificado oficialmente como um fitoterapêutico com a substância ativa Extrato de Cortiça de Pygeum Africanum. A classificação como um produto de base vegetal padronizado descreve a origem do medicamento, que se baseia nos componentes derivados da planta presentes no extrato.


P: É verdade que o Trianol pode causar visão turva?

O perfil de segurança oficial reporta efeitos adversos principalmente no sistema gastrointestinal, com efeitos pouco frequentes como cefaleias e reações de hipersensibilidade. A visão turva não está listada entre os efeitos secundários comunicados no perfil de segurança regulamentar oficial.


P: O Trianol afeta os padrões de sono?

Os documentos regulamentares oficiais categorizam as reações adversas por sistema orgânico, assinalando efeitos como a cefaleia no Sistema Nervoso. Os efeitos nos padrões de sono não constam nas classificações oficiais de frequência e sistemas de reações adversas.


P: O Trianol pode ser utilizado a longo prazo?

De acordo com as descrições oficiais dos padrões de utilização, o Trianol é geralmente integrado num plano de longo prazo para uso contínuo em condições crónicas. Também pode ser administrado por períodos mais curtos em caso de alterações agudas dos sintomas.


P: O que significa a descrição do Trianol como um "agente inovador"?

O Trianol é classificado oficialmente como um agente fitoterapêutico derivado da casca da ameixeira africana. A classificação como fitoterapêutico foca-se na sua origem vegetal estabelecida e na sua utilização, em vez de uma designação de inovação recente.


P: É habitual ganhar ou perder peso ao tomar Trianol?

Os documentos regulamentares oficiais que classificam as reações adversas do Trianol focam-se em efeitos como distúrbios gastrointestinais e cefaleias. As alterações de peso (ganho ou perda) não estão listadas nas classificações oficiais de frequência e sistemas de reações adversas.


P: O Trianol é conhecido por causar dependência ou habituação?

O perfil de segurança oficial do Trianol é definido por uma lista de efeitos secundários geralmente transitórios. Não existem declarações nos documentos regulamentares que classifiquem o Trianol como tendo risco de dependência ou habituação.


P: O Trianol interage com analgésicos comuns de venda livre?

A documentação regulamentar oficial do governo caracteriza-se pela ausência de uma lista formal de interações medicamentosas documentadas. Nenhuns produtos ou classes de medicamentos específicos, incluindo analgésicos de venda livre, são explicitamente identificados nos rótulos oficiais como tendo interações documentadas.


P: Quanto tempo permanece o Trianol no organismo após a última dose?

Informação detalhada sobre o tempo que o medicamento demora a sair do corpo (farmacocinética) não está incluída nos documentos oficiais de alto nível destinados ao doente.


P: O Trianol apresenta risco de causar confusão ou tonturas?

O perfil de segurança oficial reporta efeitos pouco frequentes, como a cefaleia, no Sistema Nervoso. Confusão ou tonturas não estão listadas entre as reações adversas no perfil de segurança oficial.


P: O que dizem os documentos oficiais sobre o uso de Trianol na gravidez?

A rotulagem regulamentar oficial indica que não existem dados de segurança e eficácia sobre o uso de Trianol durante a gravidez e o aleitamento. Com base nesta falta de dados, recomenda-se que o uso seja evitado nestas populações.


P: O Trianol é considerado uma substância controlada?

A substância ativa do Trianol, o Extrato de Cortiça de Pygeum Africanum, é classificada como um agente fitoterapêutico derivado de uma fonte vegetal. A documentação regulamentar oficial não classifica a substância ativa como uma substância controlada.


P: Qual é o risco de uma reação alérgica ao Trianol?

Os documentos oficiais classificam as reações de hipersensibilidade (reações alérgicas) como um efeito secundário pouco frequente. O uso é formalmente restrito a indivíduos com um histórico conhecido de alergia à substância ativa ou a qualquer um dos componentes inativos do produto.


P: O Trianol pode causar alterações de humor ou comportamento?

As reações adversas são classificadas principalmente no Sistema Gastrointestinal e incluem a cefaleia (Sistema Nervoso). Alterações de humor ou comportamento não estão listadas nas classificações oficiais de frequência e sistemas de reações adversas.


P: O Trianol deve ser tomado com alimentos ou em jejum?

De acordo com as diretrizes oficiais de administração, o medicamento pode ser tomado independentemente da ingestão de alimentos. Isto significa que pode ser tomado com ou sem comida.


P: O Trianol interage com pílulas contracetivas?

A documentação regulamentar oficial do governo caracteriza-se pela ausência de uma lista formal de interações medicamentosas documentadas. Nenhuns produtos ou classes de medicamentos específicos, incluindo contracetivos orais, são explicitamente identificados como tendo interações documentadas.


P: Qual a frequência do efeito secundário de boca seca com Trianol?

Os efeitos secundários mais comuns documentados relacionam-se com o Sistema Gastrointestinal (dor abdominal, náuseas, diarreia, obstipação). A boca seca não está listada entre os efeitos secundários comuns ou pouco frequentes no perfil de segurança oficial.


P: O Trianol está disponível como medicamento genérico?

O Trianol é definido oficialmente como um extrato lipofílico padronizado da casca da ameixeira africana. A sua disponibilidade é regida pela sua definição oficial como um agente fitoterapêutico de origem vegetal e extrato padronizado.


P: Qual é o prazo de validade do Trianol?

As instruções oficiais de conservação exigem que o medicamento seja mantido no seu recipiente original e guardado em local seco à temperatura ambiente. A duração específica da estabilidade (prazo de validade ou data de expiração) não está incluída no resumo de informações para o doente, que se foca nas condições de armazenamento.


P: Existem diferentes dosagens ou formulações de Trianol disponíveis?

A documentação oficial descreve uma dose diária total de 100 mg do extrato padronizado, que pode ser tomada uma vez ao dia ou como uma dose dividida de 50 mg. Informações oficiais específicas sobre outras dosagens ou formulações aprovadas não são detalhadas nas diretrizes principais.


P: Existem interações conhecidas entre o Trianol e a cafeína?

A rotulagem oficial não contém quaisquer avisos formais relativos a interações com alimentos, álcool ou outros produtos, o que inclui substâncias como a cafeína.


P: Porque é que os materiais oficiais desaconselham o uso de Trianol com toranja?

A rotulagem oficial do Trianol caracteriza-se pela ausência de avisos de interação específicos. Os documentos oficiais não desaconselham o uso de Trianol com toranja ou sumo de toranja.


P: Porque existem avisos sobre operar máquinas pesadas ao utilizar Trianol?

A documentação oficial caracteriza-se pela falta de avisos específicos quanto à operação de máquinas pesadas. O perfil de segurança oficial lista principalmente problemas gastrointestinais e cefaleias pouco frequentes, o que geralmente não resulta num aviso abrangente deste tipo na documentação oficial.

Como Trianol deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Trianol

Os documentos regulamentares oficiais definem condições específicas para a conservação e eliminação de Trianol (Extrato de Pygeum africanum) em cápsulas ou comprimidos, de modo a manter a estabilidade do produto.


Requisitos de Conservação

O Trianol deve ser conservado à Temperatura Ambiente (normalmente entre 20°C e 25°C), que é o requisito padrão para esta forma farmacêutica oral sólida. O produto deve ser mantido no seu recipiente original, o qual deve estar bem fechado e guardado num local seco para proteção contra a humidade e a luz direta. É obrigatório conservar o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Não elimine o Trianol não utilizado ou fora do prazo de validade no lixo doméstico ou através de águas residuais (não despejar na sanita ou no lavatório). A eliminação deve cumprir os regulamentos locais para resíduos farmacêuticos. O medicamento não utilizado deve ser devolvido a uma farmácia ou a um ponto de recolha autorizado para uma eliminação adequada e ambientalmente segura.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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