Triamid

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Triamid

O Triamid é um medicamento que contém a substância ativa triamcinolona, um corticosteroide sintético com propriedades anti-inflamatórias. Este fármaco é utilizado para reduzir a inflamação, suprimir a resposta imunitária excessiva e aliviar os sintomas associados a diversas condições médicas, desde distúrbios alérgicos e dermatológicos até problemas articulares e respiratórios.

A substância ativa atua através da modulação da resposta do organismo à inflamação. Em vez de tratar a causa subjacente de uma doença, o Triamid foca-se na gestão do processo inflamatório, ajudando a diminuir o inchaço, a dor e a vermelhidão. Devido à sua versatilidade, pode ser administrado através de diferentes vias, dependendo da patologia específica e da localização dos sintomas, permitindo uma ação direcionada ou sistémica conforme a necessidade clínica definida pelo médico.

Como todos os medicamentos da classe dos corticosteroides, o uso de Triamid deve ser cuidadosamente monitorizado. O seu papel principal é proporcionar alívio em situações onde a inflamação é o componente central da patologia, sendo frequentemente integrado em planos de tratamento mais abrangentes para o controlo de doenças crónicas ou agudas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Triamid?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança: Triamid

O Triamid é um antibiótico macrólido cujo princípio ativo é a Azitromicina. Como todos os medicamentos, pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. Os efeitos secundários são geralmente ligeiros a moderados e afetam frequentemente o sistema digestivo.

Efeitos Secundários Comuns

Sistema Afetado Efeitos Secundários
Gastrointestinal (Digestivo) Náuseas, vómitos, diarreia, dor abdominal, mal-estar estomacal.

Efeitos Secundários Graves (Procure assistência médica imediata)

Foram relatadas reações adversas graves que, embora raras, requerem consulta médica urgente. Estas incluem sinais de uma reação alérgica grave (anafilaxia, angioedema), que se podem apresentar como erupção cutânea, inchaço da face ou garganta e dificuldade em respirar.

Outra preocupação grave é o risco de prolongamento do intervalo QT, uma alteração elétrica no coração que pode levar a uma arritmia (batimento cardíaco irregular) potencialmente fatal, como a Torsades de Pointes. Doentes com condições cardíacas pré-existentes ou níveis baixos de potássio/magnésio apresentam um risco mais elevado. Os sinais de um problema cardíaco grave podem incluir palpitações, dor no peito ou desmaio.

Além disso, o Triamid pode raramente causar problemas hepáticos (hepatotoxicidade) ou reações cutâneas graves (por exemplo, Síndrome de Stevens-Johnson, Necrólise Epidérmica Tóxica).

Considerações de Segurança

  • Interações Medicamentosas: A azitromicina pode interagir com outros medicamentos, aumentando potencialmente o risco de efeitos secundários graves, particularmente os que afetam o ritmo cardíaco. É fundamental informar o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos em uso, incluindo produtos de venda livre e suplementos.
  • Diarreia Associada a Clostridioides difficile: Quase todos os antibióticos, incluindo a azitromicina, podem alterar a flora intestinal normal, levando possivelmente a uma infeção por Clostridioides difficile, que pode variar em gravidade de uma diarreia ligeira a uma colite fatal.
  • Gravidez e Amamentação: A segurança durante a gravidez e a amamentação não está totalmente estabelecida; a utilização apenas deve ser considerada se o benefício potencial justificar o risco potencial.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

É necessária assistência médica urgente imediata se houver suspeita de uma sobredosagem de Triamid. A sobredosagem está fortemente associada à ingestão intencional de doses elevadas ou muito elevadas, tipicamente ligada ao abuso de substâncias, utilização indevida ou autotratamento da privação de opioides.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

As informações regulamentares oficiais descrevem apresentações de sobredosagem graves que afetam principalmente os sistemas cardiovascular e nervoso central, as quais podem levar a desfechos fatais. Estas incluem:

  • Reações Adversas Cardíacas Graves: Manifestações como o prolongamento do intervalo QT, Torsades de pointes e paragem cardíaca.
  • Depressão do SNC e Respiratória: Sintomas como sonolência extrema ou incapacidade de resposta, que podem progredir para insuficiência respiratória.

Doentes com condições pré-existentes, particularmente aqueles com uma predisposição para arritmia (por exemplo, síndrome do QT longo), correm um risco especialmente elevado de eventos cardíacos graves num cenário de sobredosagem.

Medidas de Emergência

As instruções de procedimento fornecidas pelos documentos regulamentares enfatizam o uso de naloxona como antídoto para a depressão do SNC. No entanto, uma vez que os efeitos do Triamid podem durar mais tempo do que o antídoto, poderá ser necessário um tratamento repetido com naloxona. Os doentes devem ser monitorizados de perto por um profissional de saúde durante, pelo menos, 48 horas, para detetar uma possível depressão respiratória e do SNC tardia.

Usos terapêuticos de Triamid

O que o Triamid trata: Principais Utilizações e Benefícios (Azitromicina)

O Triamid (Azitromicina) é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão de infeções causadas por bactérias suscetíveis, podendo contribuir para o alívio dos sintomas associados.

Este medicamento é relevante em contextos clínicos caracterizados por padrões de sintomas agudos ou disruptivos, incluindo infeções do trato respiratório inferior (como pneumonia bacteriana e exacerbação de bronquite crónica), inflamações localizadas nos ouvidos e na pele, e certas infeções sexualmente transmissíveis (IST).

“É comummente utilizado quando é necessário um apoio sintomático de curto prazo, sendo frequentemente aplicado durante fases em que os sintomas se tornam mais evidentes.”

O fármaco é utilizado para fornecer suporte no alívio de sintomas associados, tais como tosse grave, febre, dor localizada e inchaço. Para doentes com condições respiratórias crónicas, como bronquiectasias, pode auxiliar no suporte da estabilidade contra crises agudas. Esta abordagem contribui para atenuar a carga sintomática global e ajuda a melhorar o conforto diário durante os períodos sintomáticos.


Facto Rápido: Alívio de Sintomas Agudos

Categoria Descrição
Foco nos Sintomas Ajuda a gerir manifestações agudas como febre, tosse grave e dor inflamatória localizada.
Âmbito Terapêutico Relevante em domínios que envolvam infeções bacterianas agudas respiratórias, cutâneas, auditivas e geniturinárias.
Benefício para o Doente Fornece suporte que ajuda a atenuar a carga sintomática global, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade Oficial e Contraindicações

O perfil de elegibilidade para este medicamento é estritamente definido por organismos reguladores, como a FDA e a EMA, e foca-se na exclusão do uso em populações específicas onde os riscos superam os benefícios documentados.

Classificação População ou Condição
Contraindicação Absoluta Hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou aos seus componentes.
Contraindicação Absoluta Doentes com insuficiência renal grave ou lesão hepática acentuada onde a função não possa ser monitorizada.
Contraindicação Absoluta Lactentes abaixo da idade mínima aprovada (por exemplo, menos de dois meses) devido a riscos específicos de desenvolvimento.
Uso Restrito/Condicional Doentes com comprometimento orgânico moderado (renal/hepático) podem necessitar de monitorização rigorosa e ajuste da dose.
Uso Restrito/Condicional Gravidez (especialmente nos últimos trimestres) e aleitamento, onde o uso não é recomendado ou deve ser evitado devido ao risco fetal/infantil documentado ou à insuficiência de dados.
Uso Não Estabelecido Doentes pediátricos abaixo do limite de idade aprovado, para os quais os dados de segurança e eficácia não estão oficialmente estabelecidos.

O uso deste medicamento apenas é permitido a doentes que não estejam incluídos nas categorias de contraindicação absoluta e que cumpram quaisquer critérios específicos da condição detalhados nas informações de prescrição regulamentares oficiais.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção resume as interações do Triamid com outros produtos medicinais e substâncias, tal como documentado nas informações regulamentares oficiais (por exemplo, as Informações de Prescrição da FDA e o Resumo das Características do Medicamento da EMA).

Combinações Contraindicadas e Restritas

A coadministração com inibidores potentes do sistema enzimático do Citocromo P450 3A (CYP3A) está explicitamente contraindicada. Isto inclui medicamentos específicos, tais como o cetoconazol, o itraconazol e certos antivirais, como o lopinavir e o ritonavir. Estas substâncias aumentam significativamente a exposição ao Triamid, levando a um risco elevado de reações adversas graves.

Interações que Requerem Precaução

Os Medicamentos Opioides e outros Depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo o álcool, requerem precaução especial. O uso concomitante com opioides deve ser reservado apenas para casos em que as opções de tratamento alternativas sejam consideradas inadequadas, devido ao risco documentado de sedação profunda e depressão respiratória.

Base Mecanicista e Notas sobre Populações

A principal base mecanicista para as interações fármaco-fármaco é a inibição ou indução do metabolismo do Triamid mediado pelo CYP3A. Adicionalmente, observam-se efeitos aditivos com outras substâncias ativas no SNC. Para doentes geriátricos, as informações oficiais podem indicar que é necessária uma dose inicial mais baixa para atenuar o risco acrescido de reações adversas devido a potenciais alterações na depuração do fármaco.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Triamid

O mecanismo de ação do Triamid é definido por uma abordagem farmacodinâmica dupla, que envolve uma atividade anti-infeciosa altamente direcionada e uma capacidade separada de imunomodulação. Ambas as vias operam através do envolvimento preciso de sistemas biológicos definidos, conduzindo a consequências fisiológicas específicas.


Mecanismo Principal: Inibição do Crescimento Bacteriano

O domínio primário da azitromicina envolve a inibição da síntese proteica bacteriana. A molécula atua ligando-se à subunidade ribossomal 50S no interior de bactérias suscetíveis, bloqueando fisicamente o túnel de saída interno utilizado para construir proteínas essenciais. Este bloqueio molecular interrompe imediatamente o processo de alongamento polipeptídico e a replicação bacteriana, resultando num estado de bacteriostase. Este efeito fisiológico limita a expansão da população microbiana, permitindo que o sistema imunitário do hospedeiro consiga gerir a população de agentes patogénicos estagnada.


Mecanismo Secundário: Modulação das Respostas Inflamatórias

Secundariamente à sua ação anti-infeciosa, a azitromicina modula as vias inflamatórias do hospedeiro. Esta acumula-se no interior de células imunitárias, tais como os macrófagos, onde influencia as cascatas de sinalização intracelular. Esta atividade conduz a uma libertação reduzida de mediadores pró-inflamatórios (citocinas), suprimindo a inflamação excessiva dos tecidos. Este mecanismo resulta na produção reduzida de mediadores pró-inflamatórios dentro de vias de sinalização direcionadas.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Triamid

O Triamid (Azitromicina) é administrado de acordo com protocolos de duração fixa específicos. O medicamento é utilizado principalmente por via oral (comprimidos, cápsulas e suspensões), mas também está disponível para injeção intravenosa (IV), tipicamente reservada para a terapia inicial em certas condições graves, como pneumonia ou doença inflamatória pélvica.

Os padrões de utilização standard para adultos enfatizam regimes curtos e a administração uma vez por dia. Os regimes comuns incluem um ciclo de 5 dias, iniciando-se com uma dose única de 500 mg, seguida de 250 mg diários nos quatro dias seguintes. Em alternativa, alguns esquemas envolvem 500 mg tomados uma vez por dia durante três dias consecutivos. Para infeções específicas, é prescrita uma dose única de 1 grama ou 2 gramas.

Contexto de Administração e Horários

Elemento Instruções Oficiais de Administração
Momento em relação às refeições Os comprimidos e as suspensões orais convencionais podem ser tomados com ou sem alimentos. No entanto, a suspensão oral de libertação prolongada deve ser administrada com o estômago vazio (uma hora antes ou duas horas após uma refeição).
Dosagem Pediátrica A dosagem para crianças (com idade igual ou superior a 6 meses) baseia-se no peso corporal do doente (mg/kg), exigindo uma medição cuidadosa da suspensão oral.
Preparação IV O pó injetável deve ser reconstituído e diluído até uma concentração específica e administrado como uma perfusão durante um período mínimo de 60 minutos; não deve ser administrado como um bólus rápido ou injeção intramuscular.
Dose Esquecida Se uma dose for esquecida por um período inferior a 12 horas, deve ser tomada imediatamente. Se tiverem passado mais de 12 horas, a dose esquecida deve ser ignorada e o esquema regular retomado. A dose subsequente não deve ser duplicada.

Não é necessário qualquer ajuste posológico para doentes com insuficiência renal ou hepática ligeira a moderada.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Triamid (Azitromicina)


Evidência para Uso a Curto Prazo em Infeções Respiratórias Agudas

A investigação que explorou o Triamid (Azitromicina) em infeções respiratórias agudas foi realizada em condições caracterizadas por alterações episódicas ou agudas, tais como pneumonia bacteriana e exacerbações súbitas de bronquite crónica, bem como infeções nos ouvidos e seios perinasais. Os estudos foram avaliados em contextos com diferentes cargas de sintomas e mediram resultados relacionados com o desconforto físico e desequilíbrios sistémicos ou funcionais, como febre e tosse. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, onde as medidas clínicas tomadas durante o acompanhamento foram frequentemente relatadas nas populações testadas.

Evidência para Uso a Curto Prazo em Infeções Cutâneas e Infeções Venéreas Selecionadas

O Triamid foi estudado para utilização em infeções cutâneas agudas e em infeções sexualmente transmissíveis (IST) específicas causadas por bactérias suscetíveis. Estas condições, que envolvem períodos de sintomas intensos, foram avaliadas em ensaios comparativos onde o objetivo principal era monitorizar tanto as taxas medidas de presença de agentes patogénicos como as medidas de resultados clínicos. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo, indicando que os resultados foram observados após a abordagem de dose única para certas infeções.


Evidência para a Gestão a Longo Prazo de Doenças Pulmonares Crónicas

Para condições que apresentam ciclos de estabilidade e exacerbações, tais como a bronquiectasia não associada à fibrose quística, a investigação explorou a utilização do fármaco em protocolos de duração prolongada. Estes protocolos envolveram ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de longo prazo, controlados por placebo, onde o Triamid foi observado em adultos durante períodos de seis meses a um ano. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, onde os padrões de eventos de exacerbação medidos foram associados ao grupo testado em comparação com o grupo placebo durante o período do estudo. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para períodos de tratamento superiores a 12 meses.


Consistência da Investigação e Áreas de Incerteza

A evidência contribui para a compreensão dos padrões de sintomas nas várias indicações para as quais a Azitromicina foi estudada. No entanto, a qualidade da evidência varia entre os estudos e a certeza permanece baixa relativamente a certos resultados a longo prazo. As principais limitações documentadas com frequência na investigação incluem o facto de as amostras terem sido modestas para certos subgrupos e as durações de acompanhamento terem sido limitadas na maioria dos ensaios de uso agudo. Os resultados descrevem padrões de grupo, não resultados individuais, e a investigação fornece contexto, mas não previsões individuais relativas à resposta de um doente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Triamid (FAQ)


P: O Triamid é um medicamento que deve ser tomado a longo prazo?

As informações de prescrição oficiais indicam que o Triamid é utilizado tanto para ciclos curtos de duração fixa (como 3 a 5 dias) em infeções agudas, como em protocolos alargados (até 6 a 12 meses) para condições pulmonares crónicas específicas. A determinação sobre a necessidade de um ciclo de curta ou longa duração baseia-se na condição específica que está a ser tratada.


P: Sentir tonturas ou náuseas é considerado um efeito secundário normal e esperado do Triamid?

Os documentos regulamentares referem que a náusea é um efeito secundário relatado com frequência, a par de outros problemas gastrointestinais. As tonturas (ou vertigens) também estão listadas como uma reação adversa, sendo tipicamente classificadas como frequentes ou pouco frequentes, dependendo da informação oficial do produto.


P: O Triamid tem interações conhecidas com analgésicos comuns de venda livre?

A rotulagem oficial não lista explicitamente uma interação significativa entre o Triamid e analgésicos comuns não opioides de venda livre, como o paracetamol ou o ibuprofeno. As recomendações oficiais estipulam que o uso concomitante de todos os medicamentos e suplementos deve ser revisto por um profissional de saúde.


P: O Triamid interage com algum alimento ou suplemento alimentar comum?

De acordo com os documentos regulamentares oficiais, as advertências recomendam a discussão do uso de remédios naturais ou fitoterápicos e outros suplementos alimentares com um médico. Alguns suplementos podem conter ingredientes ativos que podem levar a uma interação indesejada.


P: O Triamid é um medicamento adequado para adultos mais velhos?

O Triamid é geralmente considerado seguro para utilização em adultos mais velhos. No entanto, as informações oficiais observam que os doentes geriátricos podem ser mais suscetíveis aos efeitos potenciais do fármaco na atividade elétrica do coração (conhecido como prolongamento do intervalo QT). A informação oficial refere que poderá ser justificada uma observação mais próxima.


P: Quais são as principais diferenças entre o Triamid e outros fármacos semelhantes para a mesma condição?

A azitromicina, o princípio ativo do Triamid, é uma versão quimicamente modificada de antibióticos macrólidos mais antigos, como a eritromicina. Esta modificação confere-lhe uma semivida mais longa, permitindo regimes de tratamento mais curtos. A informação oficial sugere que a estrutura química do Triamid pode levar a um perfil de efeitos secundários gastrointestinais diferente em comparação com os macrólidos mais antigos.


P: O que significa o termo 'contraindicação' quando é utilizado para o Triamid?

Uma contraindicação é um termo médico utilizado para descrever uma condição ou circunstância que torna a utilização de um determinado tratamento ou fármaco potencialmente perigosa. Para o Triamid, uma contraindicação é uma circunstância que significa que o medicamento geralmente não é recomendado porque o risco documentado de dano supera o benefício potencial.


P: O Triamid pode afetar a pressão arterial ou a frequência cardíaca?

O Triamid não é utilizado para tratar a pressão arterial. A informação de segurança oficial foca-se no seu potencial para causar alterações na atividade elétrica do coração, conhecidas como prolongamento do QT. A informação de segurança oficial refere que este efeito é raro, mas pode levar a um batimento cardíaco irregular grave, e que o risco é superior em indivíduos com condições cardíacas pré-existentes.


P: O que é uma interação fármaco-alimento e o Triamid tem alguma?

Uma interação fármaco-alimento ocorre quando o consumo de alimentos altera a forma como um medicamento é absorvido ou processado pelo organismo. O Triamid possui tais interações, uma vez que as instruções oficiais para uma formulação específica (a suspensão oral de libertação prolongada) exigem estritamente que seja tomada com o estômago vazio para garantir os níveis de absorção pretendidos.


P: O que significa 'tomar com alimentos' para a absorção do Triamid?

Para certas formulações de Triamid, o momento da toma em relação às refeições afeta a sua absorção, ou seja, quanto do medicamento entra no corpo. Os documentos regulamentares observam que a suspensão de libertação prolongada é administrada com o estômago vazio porque os alimentos podem levar a um aumento significativo da exposição ao fármaco, o que pode elevar o risco de efeitos adversos.


P: Com que rapidez o Triamid começa a atuar?

Embora possa demorar alguns dias até se notar o efeito terapêutico total, os dados farmacológicos oficiais indicam que o medicamento se distribui rapidamente pelos tecidos. Observa-se geralmente que o medicamento começa a abrandar ou a controlar o crescimento bacteriano nas primeiras 24 a 48 horas de tratamento.


P: Qual é a frequência do risco do efeito secundário mais grave associado ao Triamid?

A informação regulamentar oficial indica que os efeitos secundários mais graves, como problemas hepáticos severos ou problemas fatais de ritmo cardíaco, são considerados muito raros. A frequência destas reações adversas graves é, muitas vezes, apenas documentada através de relatórios de vigilância pós-comercialização.


P: É seguro consumir cafeína enquanto se toma Triamid?

A cafeína não está explicitamente listada como uma interação fármaco-fármaco significativa na rotulagem oficial do Triamid. No entanto, nervosismo e insónia são efeitos secundários relatados. A informação oficial sugere que os doentes que experienciem estes efeitos secundários podem desejar limitar a ingestão de cafeína.


P: O Triamid acarreta um risco de dependência ou vício?

De acordo com a classificação oficial pelos organismos reguladores, o Triamid não é categorizado como uma substância controlada. A rotulagem do medicamento não contém advertências específicas relativamente ao risco de dependência física ou vício.


P: Quanto tempo após interromper o Triamid é que o fármaco sai normalmente do corpo?

O Triamid tem uma semivida de eliminação terminal longa, de aproximadamente 68 horas, de acordo com os dados farmacocinéticos oficiais. Esta semivida longa significa que o fármaco persiste nos tecidos do corpo durante vários dias após o doente tomar a dose final.


P: Onde posso encontrar as informações de prescrição oficiais ou o folheto do Triamid?

As informações de prescrição oficiais completas e a rotulagem para o doente aprovada por organismos reguladores, como a FDA, podem ser encontradas em sítios governamentais. Um portal comum para aceder a esta informação detalhada é o sítio DailyMed.


P: Sabe-se se o Triamid causa alterações no humor ou nos níveis de ansiedade?

Os documentos regulamentares oficiais listam alterações no humor, incluindo nervosismo e ansiedade, entre as reações adversas relatadas pelos doentes. Estes tipos de efeitos são tipicamente relatados como pouco frequentes ou identificados através de vigilância pós-comercialização.


P: O Triamid pode interferir com os resultados de exames laboratoriais de rotina?

A rotulagem oficial do produto indica que alguns doentes registaram várias anomalias laboratoriais. Estas anomalias relatadas incluem alterações nos testes de função hepática e nas contagens de células sanguíneas.


P: Existem interações conhecidas entre o Triamid e o controlo hormonal da natalidade?

A informação oficial sugere que o Triamid pode não afetar significativamente a maioria dos contracetivos hormonais. No entanto, como foi documentado que alguns antibióticos macrólidos podem potencialmente reduzir a eficácia de certas pílulas contracetivas hormonais (como as que contêm etinilestradiol), a necessidade de métodos contracetivos alternativos deve ser discutida com um profissional de saúde.


P: O que deve ser feito se eu experienciar um efeito secundário ligeiro e não grave do Triamid?

A orientação regulamentar para o doente aconselha que, se experienciar um efeito secundário ligeiro e não grave que seja incómodo ou que comece a interferir com as suas atividades diárias, deve contactar um profissional de saúde para aconselhamento adicional.


P: O Triamid causa algum problema ao conduzir ou operar maquinaria pesada?

Dado que o Triamid tem sido associado a efeitos secundários como tonturas, sonolência e alterações visuais, a informação regulamentar oficial refere que os doentes podem ver prejudicada a sua capacidade de conduzir ou operar maquinaria pesada devido aos efeitos relatados.


P: O Triamid já foi objeto de algum alerta de segurança por parte de um organismo regulador?

Sim, os organismos reguladores já emitiram anteriormente comunicações de segurança relativas ao Triamid. Estas incluíram avisos sobre o potencial de problemas raros e fatais de ritmo cardíaco em certas populações de risco, bem como notificações de defeitos relacionados com a qualidade dos folhetos informativos para o doente.

Como Triamid deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação

As diretrizes regulamentares oficiais para o Triamid (azitromicina) enfatizam a manutenção da estabilidade do produto e a garantia da segurança infantil.

Condições de Conservação Obrigatórias

Forma Farmacêutica Regra de Conservação (Informação Oficial)
Comprimidos Orais/Pó Seco Conservar a temperatura ambiente controlada, geralmente até 30°C. Proteger do calor excessivo e da humidade.
Líquido Reconstituído Não congelar. Eliminar qualquer porção não utilizada após o período de estabilidade indicado no rótulo (ex.: 10 dias) ou no prazo de 12 horas para suspensões de libertação prolongada.

Todas as formas devem ser mantidas na embalagem original, bem fechada, e guardadas de forma segura, fora da vista e do alcance das crianças.

Protocolo Oficial de Eliminação

A eliminação de medicamentos não utilizados ou fora de validade deve priorizar a segurança. O método preferencial é a utilização de um programa autorizado de recolha de medicamentos. O medicamento não deve ser eliminado através do cano do lavatório ou na sanita (autoclismo).

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Triamid encontrado em:

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