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Transic (Tranexamic Acid)

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Transic (Tranexamic Acid)

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Transic (Tranexamic Acid)

Propriedade Descrição
Substância ativa Ácido Tranexâmico (TXA)
Forma Comprimidos orais, Solução injetável
Classe farmacológica Agente Antifibrinolítico, Agente Hemostático
Uso geral Controlo e redução de hemorragias graves
Origem Derivado sintético da lisina

Que Tipo de Medicamento é o Transic (Ácido Tranexâmico)?

O Transic é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância ativa Ácido Tranexâmico (TXA), classificado como um agente antifibrinolítico. Este composto é um derivado sintético da lisina, um aminoácido natural, e é considerado um membro fundamental do grupo mais alargado dos agentes hemostáticos. O medicamento é amplamente reconhecido em diversas diretrizes internacionais como um agente central no controlo de hemorragias.

De que é Feito o Ácido Tranexâmico e em que Formas está Disponível?

A composição do Transic baseia-se exclusivamente no componente ativo único, o Ácido Tranexâmico, uma molécula sintética concebida para reforçar a defesa natural do organismo contra a perda de sangue. Sendo um produto de substância única, utiliza apenas excipientes farmacêuticos ou uma solução aquosa como base. Com o apoio de estudos farmacológicos, este medicamento é fabricado em duas formas farmacêuticas principais: comprimidos orais revestidos por película e uma solução injetável estéril para administração intravenosa. A disponibilidade de ambas as formas assegura versatilidade clínica para vários cenários de hemorragia, permitindo tanto a administração sistémica por via oral como a administração parentérica rápida.

Qual é o Objetivo Geral da Toma de Transic (Ácido Tranexâmico)?

O objetivo geral do Transic é auxiliar o organismo no controlo e na redução de hemorragias excessivas, atuando como um estabilizador do coágulo especializado. Ao contrário de medicamentos que iniciam a coagulação, o Transic preserva a integridade dos coágulos sanguíneos já formados. Esta ação é crucial em situações médicas caracterizadas por um elevado risco de fibrinólise, que consiste na decomposição prematura dos coágulos. Este mecanismo está confirmado como sendo eficaz na redução da perda de sangue em diversos contextos cirúrgicos e de trauma.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Transic (Tranexamic Acid)?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Como todos os medicamentos, o Transic pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A maioria das reações é considerada ligeira a moderada e desaparece frequentemente com o ajuste da dose ou com a interrupção do tratamento.

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vómitos e diarreia. Estes sintomas podem ser atenuados através da administração do medicamento durante as refeições. Foram também registados casos de tonturas e hipotensão (pressão arterial baixa), especialmente quando a administração ocorre de forma rápida por via intravenosa.

Embora raros, podem ocorrer efeitos secundários graves que requerem atenção médica imediata. Estes incluem reações alérgicas graves, como urticária, inchaço da face ou garganta e dificuldade em respirar. Adicionalmente, o risco de eventos trombóticos (formação de coágulos sanguíneos), como trombose venosa profunda, embolia pulmonar ou acidente vascular cerebral, deve ser monitorizado, particularmente em doentes com predisposição para estas condições.

Em casos muito raros, foram comunicadas alterações na visão das cores ou outros distúrbios visuais. Nestas circunstâncias, o tratamento deve ser interrompido e deve consultar-se um oftalmologista. Foram também reportados casos isolados de convulsões, geralmente associados a doses elevadas ou a contextos cirúrgicos específicos.

Antes de iniciar o tratamento, é fundamental informar o profissional de saúde sobre o seu historial clínico, especialmente se tiver antecedentes de doenças renais, uma vez que o ácido tranexâmico é eliminado maioritariamente pelos rins e pode exigir um ajuste posológico. Deve também mencionar se utiliza contracetivos hormonais ou se tem historial de coágulos sanguíneos, devido ao potencial aumento do risco de trombose.

O Transic deve ser utilizado com precaução em mulheres grávidas ou a amamentar, sendo a sua administração recomendada apenas quando estritamente necessário e sob supervisão médica direta.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil de sobredosagem do Ácido Tranexâmico está oficialmente documentado como envolvendo manifestações clínicas e sistémicas distintas. As apresentações registadas incluem frequentemente perturbações do sistema gastrointestinal (náuseas, vómitos, diarreia) e do sistema nervoso central, evidenciadas por dores de cabeça, tonturas, confusão e comprometimento visual. Adicionalmente, a exposição excessiva pode levar a uma diminuição da pressão arterial, conhecida como hipotensão.

Consequências Graves e Resposta de Emergência

As fontes regulamentares categorizam as consequências potenciais mais graves como eventos tromboembólicos (incluindo trombose cerebral ou pulmonar) e o aparecimento de convulsões. As orientações oficiais determinam a procura imediata de assistência médica de emergência para qualquer caso de suspeita de sobredosagem. Além disso, se ocorrerem sintomas visuais ou oculares, o medicamento deve ser interrompido e deve procurar-se ajuda médica imediata.

Como não se conhece um antídoto específico, a estratégia de gestão necessária consiste num tratamento sintomático e de suporte. Isto pode envolver procedimentos descritos a nível regulamentar, tais como a lavagem gástrica e a administração de carvão ativado para remover o medicamento não absorvido. Uma consideração fundamental observada na rotulagem oficial é o risco aumentado de acumulação do fármaco e a potencial gravidade em doentes com insuficiência renal grave.

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Usos terapêuticos de Transic (Tranexamic Acid)

Para que é Utilizado o Transic (Ácido Tranexâmico): Principais Usos e Benefícios

O Ácido Tranexâmico (Transic) é habitualmente utilizado em áreas terapêuticas fundamentais para a gestão de sintomas, sendo considerado relevante em contextos clínicos que envolvam padrões sintomáticos agudos ou instáveis, bem como em situações de elevada sobrecarga sistémica. Por exemplo, o medicamento desempenha um papel na gestão de sintomas associados à menorragia (hemorragia menstrual abundante), no controlo de perdas de sangue graves em casos de hemorragia aguda após traumatismos graves ou partos (hemorragia pós-parto), e é relevante para reduzir o risco de hemorragia em doentes com distúrbios de coagulação hereditários, como a hemofilia, durante intervenções menores.

O Transic oferece um alívio de suporte para sintomas desafiantes, o que ajuda os doentes a lidar de forma mais estável com episódios difíceis. Este foco no conforto funcional é considerado pertinente em condições onde os sintomas se podem intensificar temporariamente.

"O Transic ajuda a abordar conjuntos de sintomas que interferem visivelmente na estabilidade quotidiana, contribuindo para um melhor conforto diário durante as fases sintomáticas."

Em contextos agudos, o fármaco apoia o doente ao atenuar o mal-estar associado a perdas massivas de sangue, enquanto em condições crónicas, é aplicado para tratar sintomas que geram uma sobrecarga fisiológica notável.


Facto Rápido: Alívio para Hemorragias Excessivas

O Transic é comummente utilizado para ajudar a gerir sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos em mulheres que apresentam hemorragia menstrual clinicamente significativa, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional e contribuindo para reduzir a carga sintomática global associada ao fluxo excessivo.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Transic (Ácido Tranexâmico)?

A elegibilidade para o uso de Transic (Ácido Tranexâmico) é rigorosamente definida por documentos regulamentares e depende das condições de saúde existentes do doente e do grupo populacional específico. O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado em várias situações fundamentais.

Contraindicações Absolutas

O uso é proibido para indivíduos com doença tromboembólica ativa ou historial da mesma (como Trombose Venosa Profunda ou Embolia Pulmonar) ou um risco intrínseco de trombose. A forma oral está também contraindicada para mulheres que utilizem contracetivos hormonais combinados devido ao risco aumentado de coagulação. Os doentes com insuficiência renal grave são excluídos devido ao risco de acumulação do fármaco, e as pessoas com historial de convulsões não devem utilizar este medicamento. Adicionalmente, a solução injetável está contraindicada para administração neuraxial (ex.: injeção intratecal).

Restrições de Elegibilidade

Embora o uso seja geralmente indicado para adultos e para crianças a partir de um ano de idade em certas condições aprovadas, aplicam-se restrições específicas. Os doentes com insuficiência renal ligeira a moderada permanecem elegíveis, mas requerem um ajuste posológico obrigatório e oficialmente documentado. O uso não é recomendado durante a amamentação ou no primeiro trimestre da gravidez. As mulheres na pós-menopausa normalmente não têm indicação para a forma oral utilizada para perdas de sangue menstruais pesadas.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação do Ácido Tranexâmico (Transic) é definido principalmente pela sua ação antifibrinolítica e pela sua via de eliminação. Todas as informações sobre interações derivam de documentos regulamentares oficiais e referem-se a restrições formais ou resultados clínicos.


Informações Oficiais sobre Interações

  • Combinações Contraindicadas: A administração concomitante com contracetivos hormonais combinados é estritamente contraindicada. Esta proibição baseia-se num aumento documentado do risco de tromboembolismo venoso e arterial.
  • Reforço Farmacodinâmico: O uso com outros produtos médicos protrombóticos deve ser evitado. Esta combinação pode aumentar ainda mais o risco de reações tromboembólicas adversas.
  • Efeitos Antagónicos: A ação antifibrinolítica do Ácido Tranexâmico pode ser antagonizada pela administração concomitante de agentes trombolíticos (ex.: Alteplase). A documentação regulamentar exige que o medicamento seja interrompido caso um trombolítico seja necessário com urgência.
  • Restrições de Administração: O uso concomitante com Concentrados de Complexo de Fator IX e Concentrados de Coagulantes Anti-inibidores não é oficialmente recomendado devido a um potencial aumento do risco de trombose.

Eliminação e Substâncias Sem Interação

O Ácido Tranexâmico é substancialmente excretado pelo rim de forma inalterada. Devido a esta dependência da eliminação renal, o risco de reações tóxicas e de acumulação do fármaco é maior na população com função renal comprometida.

As informações oficiais de rotulagem indicam que a formulação em comprimidos pode ser administrada com ou sem alimentos. Não existem interações específicas estabelecidas na documentação regulamentar com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

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Mecanismo de ação

Inibição Direcionada da Degradação do Coágulo (Fibrinólise)

O Ácido Tranexâmico é um composto antifibrinolítico que exerce o seu efeito através de duas ações mecanísticas fundamentais: a ligação molecular competitiva e a consequente preservação da estrutura da fibrina. Este processo inicia-se pelo facto de o fármaco atuar como um análogo sintético da lisina, ligando-se aos cinco Sítios de Ligação da Lisina (LBS) presentes na proteína inativa plasminogénio. Esta ligação molecular competitiva impede que o plasminogénio se fixe à superfície de fibrina do coágulo, um passo que seria essencial para a sua ativação na enzima responsável pela dissolução do mesmo, a plasmina. Esta ação foca-se exclusivamente na via da fibrinólise, resultando na supressão do ritmo molecular de degradação da fibrina.


Preservação Estrutural da Rede de Fibrina

A consequência fisiológica direta da inibição da formação de plasmina é a manutenção da estrutura fundamental do coágulo. Ao reduzir a produção desta enzima ativa, o medicamento facilita a conservação da integridade estrutural da rede de fibrina. Este domínio mecanístico resulta na estabilidade física e numa manutenção prolongada da estrutura do coágulo, contribuindo para uma hemostase sustentada.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Transic (Ácido Tranexâmico)

O Ácido Tranexâmico (Transic) é utilizado de forma sistémica através de duas vias oficialmente aprovadas: a via oral, sob a forma de comprimidos, e a via intravenosa (IV), como solução injetável. A escolha da via de administração e a respetiva posologia são determinadas pelo cenário clínico específico, seguindo estritamente as diretrizes regulamentares.


Posologia Normalizada e Frequência

As instruções oficiais definem regimes posológicos precisos para as utilizações aprovadas. Para a Hemorragia Menstrual Abundante (HMA), a dose oral padrão é de 1300 mg (dois comprimidos de 650 mg), tomados três vezes ao dia. Este regime está restrito a um máximo de 5 dias durante o período menstrual.

Para a utilização intravenosa, como na gestão de riscos hemorrágicos em doentes com Hemofilia submetidos a procedimentos dentários, a dose é habitualmente calculada com base no peso corporal, iniciando-se nos 10 mg/kg. As doses IV subsequentes podem ser administradas três a quatro vezes por dia, com a duração do tratamento a ser geralmente de curto prazo, entre 2 a 8 dias.


Condições de Administração e Ajustes

Os comprimidos orais podem ser tomados com ou sem alimentos, mas devem ser engolidos inteiros, sem mastigar ou partir. A solução IV requer uma administração cautelosa; deve ser injetada lentamente, a uma velocidade que não exceda 1 mL/minuto, e destina-se apenas a utilização intravenosa — não deve ser administrada por via intramuscular.

O ajuste da dose é obrigatório, tanto na administração oral como na IV, em doentes com insuficiência renal (compromisso da função renal), devendo a dose ser reduzida com base nos níveis de creatinina sérica. A definição da dosagem para doentes idosos deve também ser cautelosa, refletindo a maior probabilidade de uma função renal diminuída.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Transic (Ácido Tranexâmico)

A base de evidência para o Transic (Ácido Tranexâmico) assenta primordialmente em dados oficiais e conclusões de ensaios clínicos de grande escala, revistos por pares. A investigação explorou o comportamento deste medicamento em ensaios observados que se focaram em resultados relacionados com hemorragias em diversas condições clínicas. A informação abaixo reflete padrões observados nos estudos e não previsões individuais.


O Cenário da Evidência em Hemorragias Agudas

A investigação analisou a forma como este medicamento foi observado em dois cenários agudos críticos: traumatismos graves e hemorragias graves após o parto (hemorragia pós-parto). A base de evidência para ambas as indicações é derivada de ensaios controlados aleatorizados abrangentes.

Estes estudos monitorizaram principalmente a mortalidade por todas as causas (morte) durante um período curto e definido, bem como resultados que descrevem alterações agudas ou episódicas, tais como a necessidade de transfusões de sangue ou procedimentos cirúrgicos adicionais. No trauma agudo, os resultados dos estudos revelam padrões relacionados com o momento da administração em relação à lesão. Relativamente à hemorragia pós-parto, grandes ensaios notaram que o tempo decorrido entre o início da hemorragia e a administração foi um fator monitorizado em relação aos resultados obtidos.


Investigação no Tratamento da Perda de Sangue Menstrual Pesada (Menorragia)

A base de investigação inclui ensaios controlados aleatorizados (ECA) e revisões sistemáticas. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico e alterações na perda de sangue, que é um sintoma de condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas.

O objetivo principal destes ensaios explorou a medição do volume de perda de sangue menstrual durante um período que, habitualmente, compreende um a seis ciclos clínicos. A investigação também acompanhou resultados relatados pelos doentes que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade. Embora esta investigação ofereça perspetivas sobre alterações a curto prazo, existe informação limitada quanto aos resultados a longo prazo relativos ao uso continuado ao longo de vários anos.


Lacunas na Evidência e Incerteza Científica

Ao longo do corpo de evidência, a investigação descreve várias áreas onde a certeza permanece baixa ou onde decorrem mais estudos. Os períodos de acompanhamento foram limitados em muitas indicações, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Por exemplo, os resultados em subgrupos são incertos no que toca a diferenças específicas nos resultados associadas à idade avançada ou a comorbilidades pré-existentes. Estas conclusões descrevem padrões de grupo, não resultados pessoais, e a evidência destaca o que é conhecido — e o que ainda permanece incerto.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Transic (Ácido Tranexâmico) (FAQ)


P: Porque é que por vezes ocorrem coágulos sanguíneos ao tomar Transic?

O Ácido Tranexâmico é classificado nos documentos oficiais como um agente antifibrinolítico, que atua na estabilização dos coágulos sanguíneos, impedindo a sua degradação. Os documentos regulamentares oficiais referem que, por este fármaco ser um agente antifibrinolítico, o seu uso está associado a um risco documentado de eventos tromboembólicos (coágulos sanguíneos) como reação adversa.


P: O Transic interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno ou o paracetamol?

A rotulagem oficial especifica interações conhecidas com alguns tipos de medicamentos, tais como contracetivos hormonais combinados e agentes protrombóticos. A documentação regulamentar não detalha avisos específicos ou contraindicações para o uso com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno ou o paracetamol.


P: O Transic é seguro para adolescentes?

Os documentos oficiais referem que o medicamento é geralmente indicado para adultos e para crianças a partir de um ano de idade para certas condições aprovadas. As restrições de elegibilidade específicas para indivíduos, incluindo adolescentes, baseiam-se no seu estado clínico e na condição que está a ser tratada.


P: O que devo fazer se sentir um efeito secundário muito raro mencionado no folheto?

Os avisos oficiais de segurança descrevem que, em caso de reações adversas graves (tais como sinais de um coágulo sanguíneo, alterações súbitas na visão ou uma reação alérgica grave), existe instrução regulamentar para interromper a medicação. Nestas situações, os doentes são aconselhados a procurar ajuda médica imediatamente.


P: O Transic faz com que o período pare completamente?

O objetivo geral do medicamento, conforme definido nos documentos regulamentares, é o controlo e redução da perda excessiva de sangue associada a perdas de sangue menstruais pesadas. Os estudos e a informação oficial indicam que o fármaco atua na redução do volume da hemorragia, mas não se destina a interromper o período menstrual por completo.


P: É seguro tomar Transic se também estiver a tomar um anticoagulante?

Os documentos regulamentares advertem que a toma de Ácido Tranexâmico com anticoagulantes (medicamentos que reduzem a capacidade de coagulação do corpo) pode reduzir os efeitos terapêuticos de ambos os fármacos devido às suas ações opostas no processo de coagulação. A documentação regulamentar alerta para esta combinação de alto risco.


P: Os homens podem tomar Transic?

O Ácido Tranexâmico está aprovado para uso em condições que afetam tanto homens como mulheres. Por exemplo, a forma intravenosa é indicada em documentos oficiais para a gestão da hemorragia em doentes com hemofilia (um distúrbio hemorrágico hereditário) que são submetidos a procedimentos dentários. As contraindicações relacionadas com o risco de coágulos e outros antecedentes de saúde aplicam-se a todos os doentes, independentemente do sexo.


P: O Transic pode ser utilizado por alguém que tenha problemas renais?

Os documentos regulamentares proíbem o uso de Ácido Tranexâmico em doentes que apresentem insuficiência renal grave (problemas significativos na função renal). Os documentos oficiais afirmam que o uso é proibido em casos graves e que é necessário um ajuste posológico obrigatório em casos de insuficiência renal ligeira a moderada.


P: Existem efeitos a longo prazo ao tomar Transic durante vários meses?

A evidência de investigação descreve informação limitada para resultados a longo prazo relativos ao uso contínuo ao longo de muitos anos. No entanto, os documentos regulamentares aconselham que os doentes em uso prolongado contínuo devem ser submetidos a uma monitorização oftalmológica regular para verificar potenciais alterações visuais.


P: Existe evidência de investigação que apoie o uso de Transic na gestão de distúrbios hemorrágicos hereditários?

A documentação oficial inclui o uso da forma intravenosa em doentes com Hemofilia (um distúrbio hemorrágico hereditário) para ajudar a gerir os riscos de hemorragia durante e após certos procedimentos, tais como intervenções dentárias. A evidência de investigação apoia o papel deste medicamento como estabilizador de coágulos neste contexto.


P: Porque é que o Transic é por vezes prescrito para procedimentos dentários?

A forma intravenosa do medicamento é oficialmente indicada para ajudar a controlar a hemorragia em doentes com Hemofilia que realizam procedimentos dentários. É utilizado neste contexto devido à sua ação como estabilizador especializado de coágulos, o que ajuda a manter a integridade estrutural dos coágulos sanguíneos que se formaram.


P: É seguro beber café enquanto tomo Transic?

A documentação regulamentar afirma que os comprimidos orais podem ser tomados com ou sem alimentos. A rotulagem estabelece que não existem interações específicas com bebidas comuns, como o café, ou produtos à base de plantas.


P: O Transic causa sensação de cansaço ou tonturas?

O perfil de segurança regulamentar lista tanto a fadiga (cansaço) como as tonturas como efeitos adversos documentados que foram relatados com o uso deste medicamento. A experiência destes efeitos secundários pode variar entre indivíduos.


P: O que devo saber sobre tomar Transic com aspirina?

Os documentos regulamentares advertem que o uso de Ácido Tranexâmico com outros produtos que possam afetar a coagulação do sangue requer precaução. A aspirina não é listada como uma contraindicação específica na rotulagem oficial, mas recomenda-se precaução ao combinar este medicamento com outros produtos que possam afetar a coagulação sanguínea.


P: O Transic é utilizado fora dos EUA para condições diferentes?

A informação oficial indica que o Ácido Tranexâmico é um medicamento essencial reconhecido globalmente. Por exemplo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lista-o para a gestão de hemorragias graves após o parto (hemorragia pós-parto), que é uma indicação utilizada em muitos sistemas de saúde e países internacionalmente.


P: Qual a diferença entre o Transic e outros fármacos usados para hemorragias pesadas?

O Ácido Tranexâmico é classificado como um agente antifibrinolítico. A sua ação é distinta porque atua preservando a estrutura de coágulos sanguíneos já formados, funcionando como um estabilizador de coágulos. Este mecanismo é diferente de outros tratamentos para hemorragias pesadas, tais como preparações hormonais ou medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).


P: O Transic pode afetar a fertilidade ou gravidezes futuras?

As orientações regulamentares afirmam que não existe evidência que sugira que o Ácido Tranexâmico reduza a fertilidade em homens ou mulheres. No entanto, o uso não é geralmente recomendado durante o primeiro trimestre da gravidez e durante a amamentação, embora existam diretrizes específicas para o uso imediatamente após o parto.


P: O Transic interage com o álcool?

A documentação regulamentar oficial afirma que os comprimidos orais podem ser tomados com ou sem alimentos. Não estão estabelecidas na rotulagem interações específicas com o álcool.


P: Posso conduzir ou operar máquinas enquanto tomo Transic?

O perfil de segurança oficial inclui efeitos secundários relatados, tais como tonturas e fadiga. Os avisos regulamentares indicam que atividades que exijam alerta mental, como conduzir ou operar máquinas pesadas, podem ser afetadas se estes efeitos secundários ocorrerem.


P: Quais são as regras sobre tomar Transic durante a amamentação?

As orientações regulamentares referem que o uso de Ácido Tranexâmico não é geralmente recomendado durante a amamentação, uma vez que a substância passa para o leite materno. O uso neste contexto está sujeito a uma revisão minuciosa dos riscos e benefícios, conforme determinado pelo profissional que prescreve.


P: Quais são os principais temas que surgem na investigação sobre novos usos para o Ácido Tranexâmico?

Além das utilizações oficialmente aprovadas do medicamento, os temas de investigação em curso exploram o papel potencial do Ácido Tranexâmico na gestão de diferentes tipos de hemorragia, como a hemorragia gastrointestinal. Os estudos também analisam os seus efeitos noutros contextos, incluindo a cirurgia ortopédica e a saúde esquelética.

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Como Transic (Tranexamic Acid) deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Ácido Tranexâmico

Requisitos Oficiais de Conservação

O Ácido Tranexâmico (Transic), tanto na forma de comprimidos como na forma injetável, deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre os 20 °C e os 25 °C. No que respeita à solução injetável, as instruções indicam explicitamente que não se deve refrigerar nem congelar o produto. Algumas formulações injetáveis requerem adicionalmente proteção contra a luz.

Manuseamento e Segurança

Para garantir a segurança infantil, o medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças. No caso dos frascos injetáveis de dose única, qualquer porção não utilizada deve ser eliminada. As soluções injetáveis que tenham sido diluídas devem ser utilizadas de imediato ou dentro do período de estabilidade indicado pelo fabricante.

Eliminação

Qualquer quantidade de Ácido Tranexâmico não utilizada ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminada de acordo com os requisitos locais. As diretrizes regulamentares proíbem a eliminação através dos esgotos ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Transic (Tranexamic Acid) encontrado em:

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