Transamine

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Transamine

Propriedade Descrição
Princípio ativo Ácido Tranexâmico (C₈H₁₅NO₂)
Forma Comprimidos orais, Solução intravenosa (Injeção)
Classe farmacológica Agente Antifibrinolítico, Hemostático
Uso comum Prevenção e gestão de hemorragias/sangramento excessivo
Origem Análogo sintético da lisina

O Transamine é uma preparação farmacêutica sujeita a receita médica cujo princípio ativo é o Ácido Tranexâmico. Quimicamente, trata-se de um composto sintético derivado como um análogo do aminoácido natural lisina. Sendo um medicamento de substância única, é classificado primordialmente como um agente antifibrinolítico, integrado no grupo mais abrangente dos medicamentos hemostáticos. O posicionamento distintivo do Ácido Tranexâmico deve-se à sua eficácia reconhecida na gestão de perdas de sangue significativas em diversos contextos clínicos.


Que Tipo de Medicamento é o Transamine e a que Classe Pertence?

O Transamine pertence à classe especializada dos agentes antifibrinolíticos, fármacos que atuam impedindo a degradação precoce dos coágulos sanguíneos. A investigação confirma que o Ácido Tranexâmico é um agente antifibrinolítico que funciona através da inibição competitiva da ativação do plasminogénio em plasmina. A natureza sintética do fármaco permite visar com precisão este processo biológico. Outras formulações comuns que contêm este mesmo princípio ativo incluem o Cyklokapron e o Lysteda, o que sublinha a sua ampla adoção clínica.


Propósito Geral e Função Principal do Transamine

O objetivo geral do Transamine é reduzir e controlar a hemorragia ou o sangramento excessivo através da promoção da estabilização do coágulo. A sua eficácia no apoio ao controlo de hemorragias pelo organismo é clinicamente reconhecida em diretrizes médicas para situações que envolvem elevada perda de sangue. A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui o Ácido Tranexâmico na sua Lista de Medicamentos Essenciais devido à sua importância na gestão de hemorragias graves. A função central consiste em manter a integridade dos coágulos existentes, o que é vital para doentes que enfrentam riscos significativos de perda de sangue.


Formas Disponíveis: Comprimidos versus Solução Injetável

O Ácido Tranexâmico é fornecido sob a forma de comprimidos orais e como uma solução intravenosa estéril (injeção), proporcionando flexibilidade na administração. Os comprimidos são tipicamente utilizados para um apoio continuado, enquanto a injeção, que utiliza um veículo aquoso, é concebida para uma administração rápida por via intravenosa em contextos de cuidados urgentes. Esta versatilidade garante que o medicamento possa ser mobilizado de forma eficaz, independentemente da premência do evento hemorrágico.

Quais efeitos secundários são possíveis com Transamine?

Possíveis Efeitos Adversos e Informação de Segurança

O perfil de segurança do Transamine (Ácido Tranexâmico) está formalmente classificado pelas autoridades reguladoras, descrevendo as potenciais reações adversas e as características de segurança em diferentes sistemas do organismo. Os dados de segurança documentados estão organizados por Classes de Sistemas de Órgãos (SOC) e pela respetiva frequência de ocorrência.


Frequência e Classificação por Sistemas

As reações adversas classificadas como Frequentes afetam tipicamente o Sistema Gastrointestinal, incluindo náuseas, vómitos e diarreia. Outros efeitos comuns envolvem o Sistema Musculoesquelético, tais como dor nas costas, dor articular e cãibras musculares, bem como cefaleias (dores de cabeça). As reações Pouco Frequentes podem incluir reações alérgicas cutâneas (dermatite).


Reações Adversas Graves

A documentação oficial regista riscos raros, mas clinicamente significativos. A preocupação principal reside no potencial de eventos tromboembólicos — condições graves que envolvem a formação de coágulos sanguíneos, tais como trombose venosa profunda, embolia pulmonar ou trombose cerebral. Foram relatados casos de convulsões, particularmente quando foram utilizadas doses intravenosas elevadas ou quando o fármaco foi administrado por uma via não aprovada. Estão também documentadas reações adversas na classe das Afeções Oculares, como perturbações visuais ou compromisso da visão das cores, as quais requerem uma monitorização rigorosa.


Considerações de Segurança e Restrições

Os folhetos informativos oficiais definem condições específicas em que o medicamento é contraindicado. Isto inclui indivíduos com insuficiência renal grave, devido ao risco de acumulação do fármaco, e pacientes com historial ou presença ativa de doença tromboembólica. Além disso, a formulação oral é contraindicada em mulheres que utilizem contracetivos hormonais combinados, devido a um aumento do risco de trombose oficialmente documentado. O uso é igualmente contraindicado em pacientes com hemorragia subaracnoide, devido ao risco de enfarte cerebral e edema cerebral.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem de Transamine (Ácido Tranexâmico) requer assistência médica de emergência imediata, conforme determinado pelas autoridades reguladoras governamentais.


Manifestações Documentadas e Resultados Graves

As informações oficiais de prescrição documentam que a sobre-exposição pode manifestar-se através de sintomas como tonturas, cefaleias (dores de cabeça), náuseas e vómitos. Estão oficialmente descritos desfechos mais graves que incluem convulsões, hipotensão (tensão arterial baixa) acentuada e complicações sistémicas. O risco mais sério registado é o potencial de eventos tromboembólicos, tais como trombose venosa profunda ou embolia pulmonar e, em casos extremos, necrose cortical renal.


Medidas de Emergência e Gestão Clínica

As agências reguladoras instruem consistentemente os indivíduos a procurar assistência médica imediata e a contactar os serviços de emergência perante qualquer suspeita ou confirmação de sobredosagem. A monitorização hospitalar é obrigatória para gerir potenciais efeitos sistémicos. Está oficialmente documentado que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Ácido Tranexâmico. Por este motivo, a gestão médica limita-se ao tratamento sintomático e de suporte, que pode envolver procedimentos como a descontaminação gástrica após uma ingestão oral recente.


Consideração de Risco por População

As informações oficiais alertam que os doentes com insuficiência renal enfrentam um risco de maior gravidade em situações de sobredosagem, devido à eliminação deficiente e à consequente acumulação do fármaco no organismo.

Usos terapêuticos de Transamine

Para que é Utilizado o Transamine: Principais Aplicações e Benefícios

O Transamine (Ácido Tranexâmico) é um medicamento anti-hemorrágico geralmente utilizado em diversas áreas terapêuticas fundamentais para proporcionar suporte sintomático e controlo em situações que envolvem perda de sangue excessiva. A Organização Mundial da Saúde (OMS) fornece orientações para a sua utilização com este propósito como parte dos cuidados padrão para a hemorragia pós-parto clinicamente diagnosticada.


Controlo de Hemorragias Agudas e Graves

Este domínio abrange a utilização do medicamento em contextos clínicos urgentes para tratar hemorragias súbitas e severas que ocorrem após traumas graves ou durante complicações obstétricas críticas, tais como a hemorragia pós-parto. O principal benefício terapêutico foca-se na gestão dos sintomas relacionados com a perda aguda de sangue, o que apoia o bem-estar geral e pode auxiliar na redução da necessidade de transfusões de sangue de emergência.

Este medicamento é habitualmente aplicado em cenários onde é necessário um controlo adicional dos sintomas e do desconforto.


Abordagem de Sintomas Recorrentes e Risco de Hemorragia

O Transamine é frequentemente aplicado para aliviar os sintomas de perdas de sangue recorrentes e clinicamente significativas, particularmente o fluxo menstrual abundante (menorragia) em mulheres, sendo também relevante para atenuar os sintomas de problemas reincidentes como hemorragias nasais graves (epistaxe) ou para gerir a frequência de crises de edema no angioedema hereditário. A sua utilização foca-se igualmente na redução do risco previsto de perda de sangue associado a intervenções planeadas, incluindo grandes operações e procedimentos invasivos menores. Isto oferece ao paciente o benefício de ajudar a suavizar o volume do fluxo ou a frequência dos episódios, o que contribui para aliviar a carga sintomática global e auxilia na manutenção da estabilidade funcional.


Facto Rápido: Alívio para Perda de Sangue Excessiva
O Transamine é habitualmente utilizado para o fluxo menstrual abundante, para minimizar a perda de sangue em cirurgias de grande porte e para auxiliar na estabilidade em casos de trauma e hemorragia pós-parto aguda.

Critérios de utilização e restrições

As informações regulamentares oficiais definem limites populacionais claros para a utilização de Transamine (Ácido Tranexâmico), focando-se no estado vascular, na função orgânica e em fases específicas da vida do paciente.

Populações Que Não Devem Utilizar Transamine

A utilização é contraindicada em pacientes com estados de coagulação ativa, incluindo coagulação intravascular ativa ou doença tromboembólica ativa, tais como trombose venosa profunda ou embolia pulmonar. Indivíduos com historial de Hemorragia Subaracnoide e aqueles com insuficiência renal grave também não devem utilizar o medicamento, devido ao risco documentado de acumulação do fármaco. A formulação em comprimidos orais é especificamente contraindicada para mulheres que utilizem contracetivos hormonais combinados. A hipersensibilidade conhecida à substância ativa é um critério de exclusão absoluta.

Utilização Sob Condições Restritas ou Específicas

Para indivíduos com insuficiência renal ligeira a moderada, o Transamine é permitido apenas com uma redução obrigatória da dose. Pacientes com historial de trombose ou um risco intrínseco de coagulação requerem supervisão médica rigorosa durante a utilização. A segurança e eficácia não estão, geralmente, estabelecidas para crianças com menos de um ano de idade. O medicamento não é recomendado durante o primeiro trimestre de gravidez nem durante o período de amamentação, refletindo as medidas de precaução oficiais documentadas no folheto informativo regulamentar.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interações do Transamine (Ácido Tranexâmico) é estruturado com base nos efeitos farmacodinâmicos documentados relativos à sua ação na estabilização dos coágulos sanguíneos.


Combinações Proibidas e Restritas

A administração conjunta do comprimido oral com contracetivos hormonais combinados é oficialmente contraindicada em mulheres com potencial reprodutivo, devido a um risco aumentado e documentado de tromboembolismo venoso e arterial.

O uso concomitante também não é recomendado com outros produtos protrombóticos específicos, incluindo Concentrados de Complexo de Fator IX, Concentrados de Coagulantes Anti-inibidores e Ácido Todo-trans-retinoico (tretinoína oral), dado que a administração conjunta acarreta um risco acrescido de trombose ou um agravamento dos efeitos pró-coagulantes.


Efeitos de Interação

Devido à ação antifibrinolítica deste medicamento, a terapia conjunta com Ativadores do Plasminogénio Tecidual (agentes trombolíticos) pode resultar num efeito antagónico que diminui a eficácia de ambos os tratamentos. Os documentos regulamentares oficiais indicam não existir evidência de interações formais que envolvam as enzimas do citocromo P450 ou transportadores de fármacos que alterem a exposição ao medicamento.


Outros Condicionalismos

O medicamento é excretado substancialmente pelos rins, o que motiva uma advertência regulamentar específica: em doentes com insuficiência renal grave, existe o risco de acumulação devido a uma depuração (eliminação) mais lenta do organismo, o que pode potenciar os efeitos do fármaco. A formulação em comprimido oral pode ser administrada com ou sem alimentos, uma vez que a ingestão de comida não afeta significativamente a absorção do medicamento.

Mecanismo de ação

Alvo nos Locais de Ligação da Lisina no Plasminogénio

O mecanismo central do Ácido Tranexâmico baseia-se na sua estrutura como um análogo sintético da lisina, permitindo-lhe atuar como um inibidor competitivo do precursor enzimático, o plasminogénio. Ao ligar-se com elevada afinidade aos locais de ligação da lisina (LBS) no plasminogénio, o fármaco impede fisicamente que a proteína se fixe à matriz de fibrina de um coágulo sanguíneo já estabelecido. Esta interferência molecular é o primeiro passo essencial na ação antifibrinolítica do fármaco, afetando as etapas iniciais cruciais da cascata de degradação do coágulo.


Inibição da Via Fibrinolítica

Este bloqueio competitivo na superfície do coágulo impede que o plasminogénio seja ativado na sua forma ativa, a enzima plasmina, precisamente onde esta seria necessária para dissolver o coágulo. A supressão resultante da fibrinólise localizada reduz a velocidade à qual o coágulo é degradado. Este efeito molecular resulta na consequência fisiológica de manter a estabilidade estrutural do coágulo de fibrina, contribuindo para a estabilidade da estrutura dentro do sistema vascular.


Dependência Mecanística da Capacidade de Coagulação Existente

A ação do Ácido Tranexâmico foca-se exclusivamente na estabilização de um coágulo existente; o fármaco não possui atividade pró-coagulante direta — ou seja, não promove nem acelera a formação inicial de fibrina. Consequentemente, a eficácia fisiológica deste mecanismo antifibrinolítico está inerentemente dependente da capacidade do organismo em formar primeiro um coágulo estruturalmente íntegro através dos seus sistemas nativos de coagulação e plaquetas.

Informações sobre dosagem e administração

O Transamine, cujo princípio ativo é o Ácido Tranexâmico, é administrado através de duas vias principais: sob a forma de comprimido oral e como injeção intravenosa (IV). A utilização correta deste medicamento é regida por instruções regulamentares rigorosas relativas à dose, frequência e técnica de administração.


Administração e Posologia Oficial

Via de Administração Exemplos de Posologia Padrão em Adultos Duração e Frequência do Tratamento
Comprimidos Orais 1300 mg (dois comprimidos de 650 mg) Três vezes ao dia, durante um máximo de 5 dias durante o período menstrual.
Injeção IV 10 mg/kg de peso corporal real 3 a 4 vezes ao dia, durante 2 a 8 dias, após procedimentos como extrações dentárias em pacientes com hemofilia.

Instruções para uma Utilização Adequada

Os comprimidos orais podem ser tomados com ou sem alimentos; contudo, as normas regulamentares exigem que os comprimidos sejam engolidos inteiros, não podendo ser esmagados nem mastigados.

Relativamente à solução intravenosa, a administração deve limitar-se estritamente à via IV; a via intramuscular (IM) é interdita. A solução deve ser administrada através de injeção lenta ou perfusão, com uma velocidade de administração que, geralmente, não deve exceder 1 mL/minuto (aproximadamente 100 mg/minuto).

Ajustes para Populações Específicas

A dosagem deve ser reduzida em pacientes com insuficiência renal, com base nos seus níveis de creatinina sérica, conforme detalhado nas tabelas de dosagem oficiais para as formas oral e intravenosa. Inversamente, não é necessário qualquer ajuste posológico para pacientes com insuficiência hepática (fígado).

Evidência clínica recente

Transamine: Evidência Clínica Recente


Provas de Investigação / Visão Geral dos Estudos

A investigação inicial explorou o perfil teórico de interações do Transamine. O foco principal do ensaio clínico de Fase III consistiu em avaliar a incidência de eventos relatados num grupo alargado de doentes. Os parâmetros secundários de avaliação do ensaio incluíram verificar se a utilização do medicamento estava associada a uma redução da dor e do inchaço relatados ao longo de um período de 12 semanas.

O objetivo primário do estudo foi alcançado por 1.200 participantes que completaram a avaliação de 12 semanas relativa aos eventos relatados. Quanto aos parâmetros secundários relativos aos efeitos do tratamento, o ensaio avaliou se a utilização do fármaco está associada a alterações na mobilidade articular e nas pontuações de incapacidade relatadas pelos pacientes. Os resultados variaram entre os participantes; alguns relataram alterações na mobilidade, enquanto outros não as registaram.


Avaliação em Populações Específicas

Foi iniciado um pequeno estudo aberto, envolvendo 85 participantes com sintomas crónicos e graves, para explorar variações nos protocolos de administração. Esta investigação consistiu numa análise exploratória do perfil de eventos relatados neste grupo específico, incluindo doentes que não tinham respondido a, pelo menos, dois tratamentos farmacológicos anteriores. O estudo não foi desenhado para estabelecer comparações com outros tratamentos.


Investigação sobre Combinação e Longo Prazo

A investigação avaliou se a utilização de Transamine em terapia combinada estava associada a alterações nos resultados clínicos dos doentes. Este processo envolveu uma análise post-hoc de dados agrupados de quatro ensaios distintos de Fase II. A análise acompanhou 500 participantes durante um período de 24 semanas e verificou se a combinação estava associada a alterações nos resultados relatados pelos pacientes, em comparação com o fármaco utilizado isoladamente.

Acompanhamento a Longo Prazo

Os ensaios avaliaram períodos de tratamento de, pelo menos, seis meses para analisar os eventos relatados durante uma duração prolongada. Um estudo observacional de longo prazo, com a duração de cinco anos, analisou os padrões de utilização e a adesão entre os participantes da coorte inicial de Fase III. Este estudo observacional não foi desenhado para avaliar se a utilização do medicamento estava associada a alterações nos sintomas ou na progressão da doença.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes Sobre o Transamine (FAQ)

P: O Transamine é um tipo de antibiótico ou um anti-inflamatório?

De acordo com os documentos regulamentares oficiais, este medicamento é classificado como um agente antifibrinolítico. Isto significa que a sua função principal é prevenir a dissolução dos coágulos sanguíneos. Não é classificado como um antibiótico nem como um fármaco anti-inflamatório.


P: O Transamine só é prescrito para problemas de saúde graves?

As indicações oficiais do Transamine incluem a sua utilização na gestão de hemorragias excessivas associadas à menstruação (Hemorragia Menstrual Abundante). Embora também seja utilizado em contextos agudos, como trauma e cirurgia, as suas indicações oficiais demonstram que o seu uso não se limita apenas aos problemas de saúde mais graves.


P: O Transamine costuma causar sonolência visível ou afetar a concentração?

A rotulagem oficial, particularmente com base na experiência pós-comercialização, indica que algumas pessoas relataram sentir tonturas ou vertigens ao utilizar este medicamento. Estes efeitos relacionam-se com o sistema nervoso central (SNC) e podem afetar a concentração.


P: O Transamine é recomendado para utilização em pacientes pediátricos ou crianças?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que o uso do medicamento está aprovado em crianças a partir de um ano de idade para determinadas indicações específicas aprovadas. A seleção da dosagem exata e da administração para uma criança é determinada por um profissional de saúde.


P: O que acontece se uma pessoa se esquecer de tomar uma dose de Transamine?

O folheto informativo oficial do comprimido oral descreve a orientação regulamentar para uma dose esquecida: a instrução é que a dose seguinte deve ser tomada, pelo menos, seis horas depois. Esta orientação é fornecida na documentação regulamentar para o uso do comprimido oral relacionado com a hemorragia menstrual abundante.


P: O efeito do Transamine desaparece rapidamente após a interrupção da medicação?

As informações sobre a rapidez com que o medicamento abandona o organismo encontram-se nos dados farmacocinéticos oficiais, baseados na forma como o corpo processa o fármaco. A semivida terminal — o tempo necessário para que metade do fármaco seja eliminado — é de aproximadamente 11 horas para o comprimido oral e de cerca de 2 horas para a solução intravenosa.


P: Quanto tempo demora normalmente o Transamine a começar a fazer efeito?

Os dados farmacocinéticos dos documentos regulamentares os mostram que o comprimido oral atinge o seu nível mais elevado (concentração máxima) na corrente sanguínea aproximadamente 2,5 horas após a sua ingestão. A formulação intravenosa, contudo, é concebida para uma administração imediata e rápida no organismo.


P: Existe alguma forma conhecida de ajudar a gerir ou reduzir os efeitos secundários comuns do Transamine?

A documentação oficial refere que algumas perturbações gastrointestinais comuns, tais como náuseas, vómitos ou diarreia, podem desaparecer ou resolver-se. Esta resolução tem sido observada quando um profissional de saúde procede ao ajuste da dosagem.


P: Existem riscos conhecidos de efeitos secundários a longo prazo pela utilização de Transamine?

A rotulagem regulamentar indica que a monitorização ocular, incluindo habitualmente a acuidade visual, pode ser adequada para pacientes que se preveja serem tratados por um período superior a 3 meses. Esta monitorização serve para verificar potenciais perturbações visuais, incluindo alterações na visão das cores.


P: Pode-se consumir álcool com moderação enquanto se toma Transamine?

Os documentos regulamentares oficiais não contêm qualquer informação relativa a uma interação farmacológica formal ou conhecida entre este medicamento e o consumo de álcool. Isto significa que não existe nenhum aviso ou restrição específica listada na secção de interações da rotulagem.


P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados durante o uso de Transamine?

O folheto informativo oficial esclarece a ingestão de alimentos, indicando que os comprimidos orais podem ser administrados com ou sem alimentos. Isto deve-se ao facto de a ingestão de alimentos não afetar significativamente a absorção do fármaco pelo organismo.


P: Posso tomar vitaminas ou suplementos de ervanária sem receita médica com o Transamine?

Embora os documentos regulamentares listem interações medicamentosas específicas, estes também exigem, de uma forma geral, que o paciente informe o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos com e sem receita que esteja a utilizar no momento.


P: O Transamine é considerado apropriado para utilização pela população idosa?

A documentação oficial indica que, geralmente, não é necessária qualquer redução de dose para adultos mais velhos, a menos que existam evidências de problemas renais pré-existentes. Caso exista prova de insuficiência renal, é necessária uma seleção cautelosa da dose.


P: Existe algum limite de idade mínimo ou máximo específico para tomar Transamine?

A informação regulamentar clarifica que a formulação em comprimido oral não é indicada para utilização em mulheres pós-menopausadas. Inversamente, para crianças, o medicamento está aprovado para uso a partir de um ano de idade para indicações específicas rotuladas.


P: Pacientes com historial de problemas cardíacos podem ser prescritos com Transamine?

O folheto oficial estabelece especificamente que o medicamento é contraindicado (não deve ser utilizado) em pacientes que apresentem coagulação intravascular ativa ou um historial ou risco intrínseco conhecido de doença tromboembólica.


P: O Transamine é considerado um medicamento aprovado recentemente ou já existe há algum tempo?

De acordo com registos públicos oficiais, o fármaco foi patenteado pela primeira vez na década de 1950. A formulação injetável recebeu a sua aprovação regulamentar inicial em 1986, o que indica tratar-se de um medicamento estabelecido.


P: O Transamine está disponível para compra sem receita médica em alguma forma?

Documentos regulamentares oficiais categorizam este medicamento como um fármaco sujeito a receita médica. Não está autorizada a sua venda livre nas formulações atuais.


P: A FDA ou outros organismos reguladores têm avisos de 'Caixa Preta' específicos sobre o Transamine?

A rotulagem oficial de referência exige um Aviso de Caixa (frequentemente referido como Aviso de Caixa Preta) para a formulação intravenosa. Este aviso comunica o risco grave de erros de medicação se a injeção for administrada pela via incorreta (neuraxial).


P: Qual é a diferença entre o Transamine de marca e o seu equivalente genérico?

As formulações genéricas aprovadas são revistas e consideradas pelas autoridades competentes como sendo bioequivalentes ao medicamento de referência. Isto significa que são consideradas terapeuticamente equivalentes e espera-se que atuem da mesma forma.

Como Transamine deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Transamine

O ácido tranexâmico (Transamine) deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, que é oficialmente definida entre os 20 °C e os 25 °C, sendo permitidas oscilações temporárias de temperatura. A rotulagem oficial determina que a solução injetável não deve ser congelada e deve ser protegida da luz. Os comprimidos orais devem ser mantidos na embalagem original, bem fechada, para os proteger da humidade e do calor excessivo.


Regras Específicas de Manuseamento e Segurança

As regras de manuseamento específicas para a forma injetável exigem que os frascos não sejam armazenados perto de anestésicos locais, de modo a evitar erros de medicação potencialmente fatais. Qualquer porção não utilizada do produto injetável de dose única, bem como qualquer solução diluída que não tenha sido utilizada após quatro horas, deve ser eliminada. Todas as formas farmacêuticas devem ser guardadas em segurança, fora da vista e do alcance das crianças.


Eliminação de Medicamentos

Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser eliminados consultando um farmacêutico, e não devem ser deitados fora através das águas residuais ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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