Tovast

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Tovast

Que tipo de medicamento é o Tovast (Atorvastatina)?

O Tovast é um medicamento sujeito a receita médica cujo componente ativo é a substância de denominação comum internacional Atorvastatina. O fármaco está classificado na classe das estatinas, formalmente conhecidas como agentes anti-hiperlipidémicos ou inibidores da redutase da HMG-CoA. Esta classificação significa que a Atorvastatina foi concebida para uso sistémico, afetando os processos metabólicos primários do organismo. A investigação clínica sustenta o reconhecimento das estatinas como o padrão para a gestão dos níveis de lípidos. A substância em si é um composto sintético, o que significa que é fabricada através de processos químicos controlados em vez de ter uma origem natural.

Composição e forma: o que são os comprimidos Tovast?

O medicamento é fornecido na forma de comprimidos revestidos por película e destina-se estritamente a administração oral. O Tovast é um produto de substância ativa única, contendo atorvastatina cálcica tri-hidratada como o seu componente terapêutico. Esta forma sólida precisa garante a estabilidade do fármaco e proporciona um mecanismo de entrega constante, permitindo que a substância ativa seja absorvida através do trato digestivo e transportada eficientemente para o fígado, o seu principal local de ação. O objetivo principal desta formulação é reduzir os níveis elevados de colesterol total.

Qual é o objetivo geral desta estatina?

O propósito geral de tomar uma estatina como o Tovast é servir como um agente modificador de lípidos para terapêutica de manutenção. É utilizado para gerir condições caracterizadas por níveis elevados de lípidos, tais como a hipercolesterolemia primária e a dislipidemia mista. O benefício central é alcançado ao ajudar a reduzir as concentrações de gorduras prejudiciais na corrente sanguínea, particularmente o Colesterol de Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL-C) e os triglicéridos, apoiando assim um perfil lipídico global mais saudável. Um cenário típico envolve a utilização a longo prazo deste medicamento para a gestão da hipercolesterolemia quando as alterações na dieta e no estilo de vida, por si só, se revelaram insuficientes.

Quais efeitos secundários são possíveis com Tovast?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança do Tovast define tanto as ocorrências comuns como os riscos raros mas graves, bem como restrições de utilização específicas.

Classificação das Reações Adversas

As reações adversas são classificadas por frequência, sendo que os eventos mais comuns, que ocorrem em 1% ou mais dos doentes, incluem nasofaringite, artralgia (dor nas articulações), dor nas extremidades (membros), cefaleias, diarreia e infeções do trato urinário.

As reações adversas menos comuns ou raras envolvem diversas classes de órgãos e sistemas, incluindo:

Afeções Hepatobiliares: Relatos de elevação das enzimas hepáticas (transaminases), que podem ser persistentes, e relatos raros de insuficiência hepática fatal e não fatal.

Afeções Musculoesqueléticas e dos Tecidos Conjuntivos: É reportada dor muscular (mialgia). De forma mais crítica, existem avisos para miopatia (doença muscular) e para a condição rara e grave designada por rabdomiólise, que consiste na degradação muscular severa que pode conduzir a insuficiência renal aguda.

Doenças do Metabolismo e da Nutrição: Existe o potencial de aumento dos níveis de hemoglobina glicada (HbA1c) e de glucose sérica em jejum.

Doenças do Sistema Nervoso: Foi reportado, em experiência pós-comercialização, compromisso cognitivo geralmente não grave e reversível, como perda de memória ou confusão.

Restrições de Segurança Graves e Contraindicações

As normas de segurança estabelecem limitações e requisitos de monitorização explícitos:

  1. Contraindicações: O Tovast está contraindicado em doentes com doença hepática ativa ou elevações persistentes e inexplicáveis dos níveis de transaminases hepáticas. Está também contraindicado durante a gravidez devido ao potencial de danos fetais e não é recomendado para utilização durante a lactação.

  2. Fatores de Risco Acrescido: O risco de lesão muscular grave é superior com a utilização de determinados medicamentos concomitantes, como inibidores potentes da CYP3A4, e com a idade avançada (igual ou superior a 65 anos), insuficiência renal e hipotiroidismo não controlado.

  3. Monitorização Necessária: Devem ser realizados testes de enzimas hepáticas antes de iniciar a terapêutica e monitorizados conforme indicação clínica. A terapêutica deve ser interrompida se os sintomas musculares forem acompanhados por níveis marcadamente elevados de creatina quinase ou se for diagnosticada ou houver suspeita de miopatia.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda médica

Uma sobredosagem aguda e massiva de Tovast (atorvastatina) não possui um perfil de sintomas específico ou documentado nas informações oficiais. O foco principal na gestão de uma sobredosagem é o potencial de agravamento de riscos graves já conhecidos e relacionados com a dose, o que exige uma intervenção imediata e uma monitorização rigorosa.

Existe um risco significativo de rabdomiólise, que consiste numa degradação severa do tecido muscular. Este é um evento potencialmente fatal, sinalizado por níveis elevados de Creatina Quinase (CK), e que pode conduzir a complicações secundárias como a insuficiência renal aguda. A potencial disfunção hepática, indicada por valores elevados nos testes de função hepática, é também uma preocupação séria que requer monitorização laboratorial contínua.

A gestão da sobredosagem é estritamente sintomática e de suporte. Não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por atorvastatina. Intervenções como a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado podem ser consideradas por profissionais de saúde para limitar a absorção, embora não se preveja que a hemodiálise seja um tratamento eficaz.

É obrigatório procurar assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem e contactar imediatamente os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos. O doente necessitará de observação hospitalar e de monitorização contínua do estado muscular e hepático, conforme exigido pelas diretrizes oficiais.

Usos terapêuticos de Tovast

Para que é utilizado o Tovast: principais utilizações e benefícios

O Tovast, que contém a substância ativa atorvastatina, é uma estatina frequentemente utilizada para auxiliar em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados relacionados com um desequilíbrio sistémico, especificamente a hiperlipidemia e o colesterol elevado. O medicamento é aplicado na abordagem de cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto para apoiar a estabilidade funcional. É relevante para atenuar sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica ao ajudar a gerir os níveis de lípidos, o que pode auxiliar na redução do risco de eventos cardiovasculares major.

O medicamento é comummente utilizado para ajudar na redução do risco de enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral, procedimentos de revascularização e angina. Esta abordagem é frequentemente utilizada durante fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis.

Facto Rápido: Alívio para sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico

O tratamento contribui para um melhor conforto durante estes períodos, proporcionando um apoio que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Tovast?

O Tovast (atorvastatina) é prescrito prioritariamente a adultos para baixar os níveis elevados de colesterol (LDL-C) e de triglicéridos, bem como para reduzir o risco de enfarte do miocárdio e de acidente vascular cerebral em indivíduos com fatores de risco cardiovascular específicos. Pode também ser indicado para certas crianças e adolescentes, geralmente entre os 10 e os 17 anos, com hipercolesterolemia familiar heterozigótica, nos casos em que a alteração da dieta por si só não é suficiente.


Contraindicações: Quando o Tovast NÃO deve ser utilizado

Existem condições específicas em que o uso de Tovast é estritamente contraindicado devido ao risco de efeitos secundários graves. Os doentes devem informar o seu profissional de saúde se alguma das seguintes situações se aplicar:

Doença Hepática Ativa: Inclui elevações persistentes e inexplicáveis dos níveis de enzimas hepáticas (transaminases séricas).

Gravidez e Aleitamento: O Tovast pode causar danos no feto ou no lactente. Mulheres em idade fértil devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento.

Alergia ou Hipersensibilidade: Reação conhecida à atorvastatina ou a qualquer um dos componentes da formulação.

Uso concomitante de certos medicamentos antivirais: Nomeadamente inibidores específicos da protease do vírus da Hepatite C, devido ao risco aumentado de reações adversas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil de interações do Tovast (atorvastatina) é definido pelo seu metabolismo e transporte, levando a restrições formais documentadas na rotulagem regulamentar.

Classificação de Interações

Classificação Exemplos de Agentes de Interação Restrição Oficial
Evitar Ciclosporina, Tipranavir com Ritonavir, Glecaprevir com Pibrentasvir A coadministração é formalmente aconselhada a ser evitada.
Dose Limitada Claritromicina, Itraconazol, Nelfinavir Aplicam-se restrições obrigatórias à dose diária máxima.
Risco Adicional Derivados do Ácido Fíbrico (Fibratos), Colchicina, Niacina (≥1 g/dia) Aumenta o risco de miopatia ou rabdomiólise.

Constrangimentos Farmacocinéticos e de Horários

As interações que envolvem a enzima CYP3A4 e o transportador OATP1B1 aumentam a concentração plasmática da atorvastatina, o que serve de base para a maioria das restrições obrigatórias. Por exemplo, a coadministração com Rifampicina exige que os dois medicamentos sejam administrados simultaneamente para evitar uma redução na exposição sistémica da atorvastatina.

O consumo de grandes quantidades de sumo de toranja (superior a 1,2 litros por dia) não é recomendado devido ao seu efeito nos níveis plasmáticos. O perfil regulamentar também observa que a atorvastatina aumenta as concentrações plasmáticas de contracetivos orais e da digoxina quando estes são coadministrados.

Mecanismo de ação

Bloqueio da produção de colesterol na origem

A ação primária da Atorvastatina é exercida através da inibição competitiva da enzima redutase da HMG-CoA no fígado. Esta enzima controla a etapa limitante da via do mevalonato, o principal sistema do organismo para a síntese de colesterol. Ao bloquear esta via de produção interna, o medicamento desencadeia uma resposta adaptativa que contribui para as suas consequências fisiológicas sistémicas.


Eliminação de lípidos circulantes mediada pelos recetores de LDL

A ação molecular de inibição da redutase da HMG-CoA conduz a um mecanismo de compensação fundamental: as células do fígado detetam a redução do colesterol interno e aumentam drasticamente a expressão à superfície de recetores de LDL. Estes recetores, agora aumentados, capturam e removem eficazmente as partículas de Colesterol de Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL-C) da corrente sanguínea, causando uma alteração mensurável na concentração de lípidos em circulação.


Modulação da sinalização do sistema vascular (Efeitos pleiotrópicos)

Para além da modulação lipídica, o mecanismo envolve também efeitos não lipídicos (pleiotrópicos) no sistema vascular. Ao reduzir a produção de intermediários isoprenoides, a Atorvastatina altera a sinalização celular nas paredes dos vasos sanguíneos, o que influencia a função endotelial, aumenta a biodisponibilidade de óxido nítrico e suprime as respostas inflamatórias locais, modulando a atividade celular no revestimento vascular.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Tovast (Atorvastatina)

O Tovast é oficialmente administrado por via oral, sob a forma de comprimidos revestidos por película ou suspensão oral. A sua utilização está estruturada como uma terapêutica de manutenção de longa duração, com uma toma única diária, estabelecendo um regime consistente para a gestão crónica.


Dosagem Oficial e Frequência

A administração deve ocorrer numa dose única diária, idealmente aproximadamente à mesma hora todos os dias. A dose inicial típica para adultos é de 10 mg ou 20 mg uma vez por dia, embora possa ser utilizada uma dose inicial superior de 40 mg quando é necessária uma redução significativa do colesterol LDL. O intervalo posológico diário oficial varia entre 10 mg e 80 mg, sendo os 80 mg definidos como a dose máxima recomendada. Qualquer ajuste na dosagem é regido por protocolos específicos e apenas deve ocorrer após um intervalo de quatro semanas ou mais desde a alteração de dose anterior.


Administração e Horários

A ingestão adequada do medicamento depende da formulação utilizada. Os comprimidos revestidos por película podem ser tomados com ou sem alimentos. Pelo contrário, a suspensão oral requer a administração em jejum. Independentemente da forma, os comprimidos devem ser engolidos inteiros e a suspensão líquida deve ser medida utilizando um dispositivo doseador devidamente graduado. Se houver o esquecimento de uma dose diária e tiverem decorrido mais de 12 horas desde a hora prevista, a instrução de procedimento é saltar a dose esquecida e retomar o esquema no dia seguinte.


Diretrizes para Populações Especiais

As instruções de utilização incluem considerações para populações específicas; por exemplo, não é recomendada oficialmente qualquer alteração de dose para doentes com insuficiência renal. A utilização em doentes pediátricos, com idade igual ou superior a 10 anos, para o tratamento da hipercolesterolemia familiar está sujeita a limites de dose específicos; por exemplo, a dose diária máxima para certos casos é limitada a 20 mg.

Evidência clínica recente

Evidência científica e visão geral dos estudos sobre o Tovast


Evidência na Gestão do Colesterol Elevado e Lípidos Mistos

A investigação clínica foi realizada com o Tovast (atorvastatina) na qualidade de agente modificador de lípidos. A base de evidência para a gestão do colesterol elevado (hipercolesterolemia primária) e da dislipidemia mista inclui inúmeros Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curto a médio prazo. Estes estudos foram desenhados para monitorizar alterações específicas nos níveis de gordura no sangue. Os resultados medidos incluíram a concentração de Colesterol de Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL-C), Colesterol Total e triglicéridos, bem como quaisquer alterações no Colesterol de Lipoproteínas de Alta Densidade (HDL-C).

As conclusões descrevem padrões observados nos estudos em diferentes grupos de doentes, reportando geralmente medições de alterações no LDL-C e no Colesterol Total ao longo dos períodos de estudo observados. Estes resultados de investigação contribuem para o panorama de evidência mais amplo relacionado com a avaliação deste medicamento em condições caracterizadas por um desequilíbrio sistémico relacionado com os níveis lipídicos.


Investigação na Prevenção de Eventos Cardiovasculares Iniciais

Para doentes sem doença cardíaca prévia, mas identificados com múltiplos fatores de risco, como diabetes ou hipertensão, a investigação analisou se o Tovast estava associado à ocorrência subsequente de problemas de saúde major. Esta evidência provém de ensaios clínicos de longa duração e em larga escala que acompanharam os participantes durante vários anos. Estes ensaios focaram-se no rastreio de Eventos Cardiovasculares Adversos Major (MACE).

Os dados mostram padrões relacionados com a frequência destes desfechos nas populações de alto risco observadas nos estudos, assinalando diferenças na ocorrência em comparação com os grupos de controlo. A evidência para este uso específico é limitada em doentes mais velhos, particularmente naqueles com idade igual ou superior a 76 anos, que não tenham doença cardiovascular prévia estabelecida. Adicionalmente, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas.


Estudos na Redução de Eventos Cardiovasculares Recorrentes

O Tovast foi estudado para utilização em doentes que já têm Doença Coronária (DC) estabelecida, incluindo aqueles que sofreram recentemente um evento de Síndrome Coronária Aguda (SCA). A investigação envolveu tipicamente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) que compararam diferentes intensidades de terapêutica com estatinas; a evidência comparativa direta entre estatina e placebo é limitada neste contexto. Estes estudos foram especificamente concebidos para monitorizar a recorrência de eventos graves, tais como enfarte do miocárdio não fatal subsequente, acidente vascular cerebral ou a necessidade de repetir procedimentos de revascularização.


Evidência em Grupos Específicos de Doentes

A investigação analisou o uso do Tovast em grupos específicos de doentes com necessidades elevadas, focando-se particularmente em crianças e adolescentes com colesterol elevado confirmado geneticamente (Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica ou HeFH). Nestes estudos pediátricos, a investigação monitorizou as alterações no LDL-C juntamente com parâmetros de segurança críticos, como o crescimento e o desenvolvimento. No entanto, o número total de participantes nos estudos pediátricos foi limitado e estes não determinam se um indivíduo responderá de forma semelhante.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Tovast (FAQ)

P: De que forma é que o Tovast se diferencia de outros medicamentos prescritos semelhantes?

A informação farmacológica oficial descreve a ação do Tovast como tendo uma semivida de inibição de 20 a 30 horas. Esta propriedade é consistente com a utilização do fármaco num regime de toma única diária. O fígado é o principal local de ação do medicamento e dos seus metabolitos ativos na modulação da produção de colesterol.


P: Existem interações conhecidas entre o Tovast e anticoagulantes?

Os documentos regulamentares listam agentes específicos que podem afetar a concentração do fármaco no organismo, o que pode aumentar o risco de efeitos secundários graves, como lesões musculares. Embora os anticoagulantes, como classe, não apresentem uma restrição obrigatória generalizada, existe informação de interação oficial para medicamentos específicos que deve ser consultada.


P: Quais foram as principais conclusões dos ensaios clínicos mais importantes do Tovast?

Estudos em doentes com colesterol elevado demonstraram que o Tovast estava associado a reduções no seu colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (LDL-C), variando entre 25% e 61%, dependendo da dose utilizada. Estas conclusões contribuíram para a avaliação regulamentar do fármaco como agente modificador de lípidos na população estudada.


P: Existem restrições alimentares mencionadas na informação oficial do Tovast?

A informação oficial do produto especifica que o consumo de grandes quantidades de sumo de toranja não é recomendado. Isto é geralmente definido como a ingestão de mais de 1,2 litros por dia. A interação deve-se ao potencial do sumo de toranja para afetar a forma como o organismo processa o medicamento, o que pode levar a concentrações plasmáticas mais elevadas.


P: O Tovast pode causar problemas de sono ou insónia?

O folheto oficial contém avisos sobre efeitos no sistema nervoso, incluindo relatos de compromisso cognitivo, como perda de memória ou confusão, geralmente não graves e reversíveis. No entanto, problemas específicos de sono ou insónia não estão explicitamente listados entre as reações adversas comunicadas com frequência.


P: O Tovast tem efeitos secundários psiquiátricos conhecidos, como ansiedade ou depressão?

Relatos de segurança pós-comercialização observaram efeitos não graves e temporários na função cognitiva, tais como confusão ou perda de memória. A documentação regulamentar oficial não lista especificamente perturbações psiquiátricas, como ansiedade ou depressão, entre os eventos adversos comunicados de forma comum ou frequente.


P: Existem alergénios ou ingredientes inativos no Tovast que eu deva conhecer?

Sim, a informação regulamentar oficial fornece uma lista completa tanto da substância ativa, a atorvastatina, como dos ingredientes inativos utilizados na formulação do comprimido. Esta informação serve para informar doentes que possam ter alergias ou sensibilidades conhecidas a qualquer componente do medicamento.


P: Com que rapidez surgem habitualmente os benefícios terapêuticos do Tovast?

De acordo com estudos farmacodinâmicos, os benefícios terapêuticos são frequentemente observados nas duas semanas seguintes ao início do tratamento. A redução máxima dos níveis de colesterol é habitualmente atingida e mantida após cerca de quatro semanas de terapia.


P: O Tovast é considerado seguro para pessoas com diabetes?

A informação de segurança regulamentar observa que esta classe de medicamentos tem o potencial de causar aumentos tanto na HbA1c, um marcador da média de açúcar no sangue, como nos níveis de glicose no soro em jejum. Este fator é assinalado para indivíduos que têm diabetes ou que apresentam risco de a desenvolver.


P: Posso tomar vitaminas e suplementos de ervas com o Tovast?

A documentação oficial refere que certos suplementos, especificamente doses elevadas de niacina ou derivados do ácido fíbrico, podem aumentar o risco de efeitos secundários musculares graves. As orientações oficiais sublinham que o uso destes suplementos específicos requer precaução.


P: O Tovast está disponível como medicamento genérico?

Sim, o componente ativo do medicamento é a atorvastatina, que está amplamente disponível como equivalente genérico de vários fabricantes após aprovação regulamentar.


P: Quanto tempo permanece o Tovast no organismo após a interrupção do tratamento?

A semivida plasmática média do fármaco original é de aproximadamente 14 horas. No entanto, devido aos seus componentes ativos, o efeito inibitório na produção de colesterol dura mais tempo, com uma semivida de inibição de 20 a 30 horas.


P: O Tovast é considerado uma substância controlada?

A classificação oficial indica que o fármaco não está listado como uma substância controlada em termos regulamentares de restrição por perigo de habituação ou abuso. Não é regulado como um estupefaciente ou substância psicotrópica de uso restrito.


P: Qual é o objetivo do aviso de "caixa negra", se existir, no rótulo do Tovast?

O rótulo oficial do produto para o Tovast não requer atualmente um aviso formal de "caixa negra". No entanto, a rotulagem contém avisos sérios e contraindicações específicas relativas a riscos raros mas graves, como insuficiência hepática e toxicidade muscular.


P: O que acontece quando o Tovast começa a ser eliminado do organismo?

Estudos farmacocinéticos indicam que o fármaco e os seus metabolitos ativos são eliminados do corpo principalmente através da bílis, por excreção hepática. Apenas uma pequena quantidade, inferior a 2%, é recuperada através da urina.


P: Qual é o próximo passo recomendado se o Tovast não parecer estar a funcionar?

De acordo com as orientações posológicas oficiais, qualquer decisão de ajustar a dose deve basear-se nos resultados do perfil lipídico do doente. Estes ajustes não são habitualmente efetuados antes de passarem pelo menos quatro semanas após o início da terapia ou de uma alteração de dose anterior.


P: Qual é a duração típica do efeito de uma única dose de Tovast?

Devido à longa semivida dos seus componentes ativos, o efeito inibitório contra a enzima que produz o colesterol dura entre 20 a 30 horas. Esta duração de ação é consistente com a classificação do fármaco para toma única diária.


P: O Tovast está disponível em diferentes dosagens?

Sim, os comprimidos revestidos por película são fornecidos em várias dosagens diferentes. Estas incluem comprimidos de 10 mg, 20 mg, 40 mg e 80 mg, o que permite flexibilidade nos protocolos de tratamento.


P: Onde posso encontrar os documentos regulamentares oficiais ou o folheto informativo do Tovast?

Os documentos regulamentares completos, como o Resumo das Características do Medicamento ou o Folheto Informativo, estão disponíveis online. Podem ser acedidos diretamente através dos sítios Web oficiais das autoridades governamentais que regulam os medicamentos.


P: O Tovast tem avisos sobre sensibilidade ao sol ou exposição UV?

Embora o rótulo oficial não liste um aviso formal de sensibilidade solar, outras estatinas da mesma classe registaram relatos de fotossensibilidade na experiência pós-comercialização. Isto sugere um potencial para o aumento da sensibilidade ao sol ou à exposição UV.

Como Tovast deve ser armazenado e descartado?

Condições de Conservação e Eliminação do Atorvastatina (Tovast)

Os comprimidos de Atorvastatina devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento deve ser mantido afastado do calor, da congelação e da humidade para garantir a manutenção da sua estabilidade.

Regras de Manuseamento e Acondicionamento

Requisito Instrução
Embalagem Conservar na embalagem original e fechada para proteger da luz.
Segurança Infantil Deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação

A Atorvastatina não utilizada ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminada de acordo com os requisitos locais. Consulte um profissional de saúde ou as autoridades locais sobre os métodos de eliminação adequados para assegurar a segurança pública e a proteção ambiental.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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