Tizem

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Tizem

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cloridrato de Diltiazem
Forma Oral (Comprimido, Cápsula), Solução Intravenosa
Classe farmacológica Bloqueador dos Canais de Cálcio (BCC)
Objetivo comum Controlo da pressão arterial e do ritmo cardíaco
Origem Sintética (Derivado da benzotiazepina)

Definição do Tizem: Substância Ativa e Identidade Farmacêutica

O Tizem é um medicamento que contém uma única substância ativa, o Cloridrato de Diltiazem, estando apenas disponível mediante receita médica para administração oral e intravenosa. Este composto é um derivado sintético, pertencente à família química conhecida como Benzotiazepinas, a qual lhe confere o seu perfil farmacológico singular. Estudos farmacológicos têm apoiado consistentemente a eficácia deste agente na modificação da função cardiovascular. O medicamento é habitualmente fornecido em formas orais, especificamente como comprimidos e cápsulas, incluindo variantes de libertação imediata e de libertação prolongada, a par de uma solução injetável utilizada em contextos clínicos. A aceitação terapêutica deste fármaco é de longa data, tendo sido aprovado para uso geral no início da década de 1980.

Que Tipo de Medicamento é o Diltiazem?

O Diltiazem é fundamentalmente classificado como um Bloqueador dos Canais de Cálcio (BCC), situando-se entre os agentes reconhecidos para a terapia cardiovascular abrangente. É adicionalmente categorizado como um BCC não-di-hidropiridínico, uma designação que confirma a sua ação equilibrada tanto no músculo liso vascular como no sistema elétrico do coração, característica que o diferencia do subgrupo de BCCs di-hidropiridínicos. Esta dupla atividade posiciona o Diltiazem como um agente antiarrítmico de Classe IV, de acordo com o sistema de classificação de Vaughan Williams, permitindo-lhe influenciar tanto a resistência dos vasos sanguíneos periféricos como a condução elétrica no seio do coração. Os estudos demonstram consistentemente que o mecanismo primário do Diltiazem envolve a inibição do influxo de iões de cálcio para as células cardíacas e vasculares. Esta inibição é clinicamente reconhecida pela sua utilidade na gestão diária da tensão vascular sistémica e na regulação a longo prazo do ritmo cardíaco.

Quais efeitos secundários são possíveis com Tizem?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Tizem (Cloridrato de Diltiazem) categoriza as reações adversas com base na sua frequência e no sistema do organismo afetado, seguindo rigorosamente as normas regulamentares definidas pelas autoridades de saúde.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos adversos estão agrupados para comunicar a probabilidade da sua ocorrência, conforme documentado na rotulagem regulamentar:

  • Frequentes: Estes efeitos comunicados com frequência incluem edema periférico (inchaço), dores de cabeça (cefaleias), tonturas, rubor facial, fadiga e perturbações gastrointestinais, tais como náuseas e obstipação.
  • Pouco Frequentes: Reações menos frequentes incluem palpitações, bradicardia (ritmo cardíaco lento), nervosismo, insónia e hipotensão (pressão arterial baixa).
  • Raros: Reações documentadas infrequentes incluem bloqueio atrioventricular (AV) de alto grau, lesão hepática aguda (hepatite) e reações cutâneas graves, tais como a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a necrólise epidérmica tóxica (NET).

Classes de Órgãos e Sistemas e Reações Graves

Os sistemas do corpo mais relevantes associados aos efeitos documentados são as doenças cardíacas (ex.: bloqueio AV, insuficiência cardíaca congestiva), doenças vasculares (ex.: hipotensão) e doenças do sistema nervoso (ex.: tonturas, dores de cabeça).

As reações adversas graves listadas na rotulagem incluem o bloqueio AV de segundo ou terceiro grau, hipotensão grave, insuficiência cardíaca congestiva e lesão hepática aguda. A lesão hepática aguda, quando reportada, tendeu a ocorrer precocemente no decurso da terapia (tipicamente entre a 1.ª e a 8.ª semana) e é, geralmente, reversível após a interrupção do tratamento.

Considerações de Segurança e Restrições

As notas de segurança oficiais recomendam precaução ao utilizar o Tizem em adultos mais velhos e em doentes com compromisso da função renal ou hepática, devido ao potencial de alteração na eliminação do fármaco. Além disso, o medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado em doentes com condições graves específicas, incluindo hipotensão grave preexistente ou certas anomalias do ritmo cardíaco, como a doença do nó sinusal ou bloqueio AV de alto grau sem um pacemaker funcional. O uso concomitante com outros agentes que afetem a condução cardíaca pode levar a efeitos cardíacos aditivos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de Tizem (Cloridrato de Diltiazem) é definido pelo seu potencial para causar depressão cardiovascular grave e falha do sistema de condução elétrica do coração. Este perfil é consistente com a classificação do fármaco como um bloqueador dos canais de cálcio.

Manifestações Documentadas e Resultados Graves

A sobredosagem está formalmente documentada como apresentando sinais de compromisso cardíaco grave. As manifestações principais incluem bradicardia profunda (ritmo cardíaco anormalmente lento), hipotensão grave (tensão arterial baixa) e bloqueio atrioventricular (AV) de alto grau. Estas condições podem progredir rapidamente para assistolia (paragem cardíaca por ausência de atividade elétrica), paragem cardíaca ou choque circulatório com risco de vida. Indivíduos com compromisso prévio da função ventricular estão documentados como tendo um risco acrescido de agravamento da insuficiência cardíaca congestiva neste cenário. A ingestão excessiva de formulações de libertação prolongada pode levar a uma toxicidade retardada.

Requisitos Regulamentares para Cuidados Urgentes

É necessária assistência médica imediata para todas as suspeitas de sobredosagem. As orientações regulamentares determinam que os serviços de emergência (como o 112) devem ser contactados imediatamente se uma pessoa colapsar, sofrer uma convulsão ou apresentar sinais de distúrbios de condução com risco de vida ou hipotensão grave. O tratamento é classificado como estritamente sintomático e de suporte, devido à ausência de um antídoto específico. A gestão clínica envolve habitualmente monitorização cardíaca contínua, observação rigorosa dos sinais vitais e terapias farmacológicas específicas (tais como sais de cálcio ou atropina) para contrariar os efeitos tóxicos. É necessária uma monitorização hospitalar prolongada após a ingestão de formulações de libertação prolongada.

Usos terapêuticos de Tizem

Para que é utilizado o Tizem: Principais Indicações e Benefícios

O papel terapêutico do Tizem centra-se na gestão ativa de sintomas que interferem com o funcionamento quotidiano, sendo relevante para atenuar queixas relacionadas com o desconforto físico e estados inflamatórios ou irritativos. Medicamentos nesta categoria são pertinentes em diversas áreas que envolvem o alívio sintomático, incluindo a gestão geral da dor e a redução da inflamação.

O Tizem é utilizado para proporcionar alívio sintomático em condições caracterizadas por períodos de agravamento dos sintomas, sendo habitualmente aplicado em cenários onde é necessário um controlo adicional do desconforto. Isto é relevante para aliviar sintomas como dores de cabeça, dores musculares, edema (inchaço) e rigidez associados a problemas musculoesqueléticos.

“O objetivo é apoiar o doente durante episódios difíceis, aliviando o mal-estar e contribuindo para uma melhoria do conforto.”

Este alívio de suporte ajuda os doentes a lidar de forma mais estável com episódios difíceis e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.


Facto Rápido: Alívio da Inflamação

O Tizem é aplicado na abordagem de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, o que apoia o bem-estar geral ao suavizar o desconforto físico associado ao inchaço e à sensibilidade.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Tizem?

Esta secção descreve as regras oficiais de elegibilidade para o Tizem (Cloridrato de Diltiazem), tal como definidas nos documentos regulamentares.

Âmbito de Elegibilidade

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é permitido Adultos, para o tratamento de condições aprovadas (ex.: hipertensão, angina de peito crónica estável).
Populações para as quais o uso não é recomendado População pediátrica (<18 anos), uma vez que a segurança e eficácia não foram estabelecidas. Não se recomenda a utilização em mulheres grávidas ou em mulheres que amamentam.

Contraindicações e Restrições

A utilização de Tizem está contraindicada em doentes com problemas preexistentes do ritmo cardíaco, tais como a Doença do Nó Sinusal ou o Bloqueio Atrioventricular (AV) de Segundo ou Terceiro Grau, exceto se existir um pacemaker funcional. É igualmente proibido em casos de Hipotensão Grave (habitualmente com uma tensão sistólica <90 mmHg), Choque Cardiogénico e formas específicas de Fibrilhação/Flutter Auricular associadas a vias acessórias de condução (ex.: síndrome de WPW). As contraindicações incluem ainda o Enfarte Agudo do Miocárdio complicado por congestão pulmonar.

O uso deste medicamento exige precaução em adultos mais velhos e doentes com compromisso da função renal ou hepática, o que pode tornar necessária uma monitorização rigorosa da frequência cardíaca. O uso condicional aplica-se também a doentes com Função Ventricular Esquerda Reduzida ou Bloqueio AV de Primeiro Grau.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Tizem (Cloridrato de Diltiazem) interage com um conjunto definido de outros medicamentos e produtos, principalmente através da sua influência no metabolismo dos fármacos e na função cardíaca, conforme documentado nas informações regulamentares.

Combinações Contraindicadas e Restrições

A administração concomitante de Tizem é estritamente proibida (contraindicada) com certos medicamentos, incluindo a ivabradina e a lomitapida. Para a administração por via intravenosa, a coadministração com beta-bloqueadores IV também é proibida. As normas regulamentares determinam que os indutores potentes do sistema CYP3A4, como a rifampicina, devem ser evitados devido ao risco documentado de redução da exposição ao Tizem no organismo.

Interações Farmacocinéticas e Farmacodinâmicas

O Tizem atua como um inibidor moderado do sistema enzimático CYP3A4. Este efeito farmacocinético leva ao aumento das concentrações plasmáticas e da exposição sistémica de muitos medicamentos administrados em simultâneo que sejam substratos do CYP3A4, incluindo certas estatinas (ex.: simvastatina) e benzodiazepinas. Separadamente, as interações farmacodinâmicas com agentes como os beta-bloqueadores orais e a digoxina acarretam o risco de efeitos aditivos na condução cardíaca, o que pode aumentar a gravidade da bradicardia ou do bloqueio AV.

Interações com Alimentos e Substâncias

Estão documentadas interações com substâncias específicas: o consumo de sumo de toranja pode causar um aumento clinicamente significativo na exposição ao Tizem. O álcool pode alterar o perfil de libertação das formas de libertação prolongada, levando a um aumento da exposição sistémica. Doentes com compromisso da função hepática ou renal apresentam uma suscetibilidade acrescida a alterações na exposição causadas por interações medicamentosas.

Mecanismo de ação

Como funciona o Tizem

O Tizem contém diltiazem, uma substância que pertence ao grupo de medicamentos conhecidos como bloqueadores dos canais de cálcio. Estes agentes atuam especificamente na regulação do movimento do cálcio para o interior das células musculares do coração e das paredes dos vasos sanguíneos.

O cálcio desempenha um papel fundamental na contração muscular. Ao inibir a entrada seletiva de iões de cálcio através das membranas destas células, o diltiazem promove o relaxamento das fibras musculares vasculares. Este processo resulta na dilatação das artérias, o que reduz a resistência à passagem do sangue e, consequentemente, diminui a pressão arterial.

Além do efeito nos vasos sanguíneos, o Tizem atua diretamente na função cardíaca. O medicamento reduz a carga de trabalho do coração ao diminuir a força de contração do músculo cardíaco e ao ajustar a frequência dos impulsos elétricos que controlam o ritmo cardíaco. Esta ação combinada ajuda a melhorar o fornecimento de oxigénio ao coração, sendo particularmente útil na prevenção de episódios de dor no peito associados à angina de peito.

Em resumo, o mecanismo de ação do Tizem foca-se na estabilização da atividade muscular e elétrica cardiovascular, permitindo que o sangue circule mais facilmente e que o coração funcione de forma mais eficiente sem esforço excessivo.

Informações sobre dosagem e administração

Orientações Oficiais de Administração para o Tizem (Cloridrato de Diltiazem)

Âmbito da Administração Instruções de Acordo com a Documentação Regulamentar
Via de Administração Oral. O Tizem está disponível em comprimidos de libertação imediata e em cápsulas e comprimidos de libertação prolongada.
Regras Oficiais de Dosagem A dosagem é individualizada por um profissional de saúde. A dose inicial para adultos varia conforme a forma do produto e a condição clínica. No caso dos comprimidos de libertação imediata, a dose inicial habitual para a dor no peito é de 30 mg, quatro vezes ao dia. Para as formas de libertação prolongada, as doses iniciais variam entre 120 mg e 240 mg, tomadas uma vez por dia.
Frequência e Horários Os comprimidos de libertação imediata são geralmente tomados quatro vezes ao dia, especificamente antes das refeições e ao deitar. Os comprimidos e cápsulas de libertação prolongada são tomados uma ou duas vezes por dia. Deve consultar o rótulo específico da sua prescrição para confirmar os horários precisos.
Requisitos de Preparação As cápsulas e comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros. Não podem ser mastigados, esmagados ou abertos. Os comprimidos de libertação imediata são tipicamente engolidos inteiros, embora algumas dosagens possam ser divididas, esmagadas ou mastigadas, com exceção do comprimido de 30 mg, que não deve ser dividido.
Instruções em Caso de Omissão de Dose Se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que houver recordação. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose agendada, a dose esquecida deve ser ignorada, retomando-se o esquema regular. Não tome uma dose dupla para compensar uma dose em falta.

Ligação ao Protocolo Geral de Utilização

O protocolo de administração do Tizem é complexo devido à existência de múltiplas formulações orais (libertação imediata e dois tipos de produtos de libertação prolongada) com frequências de toma e requisitos de preparação distintos. A adesão rigorosa à via correta (oral), à frequência prescrita (até quatro vezes ao dia) e às instruções de preparação (como a ingestão integral das formas de libertação prolongada) é obrigatória para assegurar a ação pretendida do fármaco e uma cinética de libertação previsível. As instruções oficiais fornecem orientações claras e específicas para cada formulação sobre o momento da toma em relação às refeições e a gestão de doses esquecidas.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Tizem (Cloridrato de Diltiazem)

O Tizem (Cloridrato de Diltiazem) foi avaliado em inúmeros ensaios clínicos controlados, incluindo estudos controlados por placebo e coortes observacionais de longo prazo, para compreender os padrões de alteração em certas condições cardiovasculares. A investigação descreve o que foi observado em estudos focados em medições específicas e grupos de doentes.

Evidência para o Uso no Controlo da Pressão Arterial Elevada (Hipertensão)

A investigação que explora a influência do Tizem na pressão arterial elevada envolve Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) de curto prazo e estudos de acompanhamento de longo prazo. Estes estudos foram realizados para analisar resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, principalmente através da monitorização de alterações na Pressão Arterial (PA) Sistólica e Diastólica em adultos com hipertensão essencial. Os estudos comunicaram padrões onde foram observadas medições relacionadas com uma alteração tanto na pressão arterial sistólica como na diastólica, em comparação com as leituras de controlo.

Evidência para o Uso no Tratamento da Angina de Peito Estável Crónica

A investigação clínica para a dor no peito (angina) foi avaliada em ECA de curto prazo e em estudos focados em episódios onde os sintomas se tornam mais percetíveis. A investigação analisou resultados comunicados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado e a capacidade funcional. Os resultados descrevem padrões observados onde os doentes comunicaram alterações na frequência das crises, e os estudos monitorizaram a associação do medicamento com a tolerância ao esforço antes do início da dor no peito.

Evidência para o Controlo Agudo da Frequência Cardíaca (Fibrilhação/Flutter Auricular)

A investigação que explora alterações de sintomas a curto prazo para o Tizem inclui ensaios agudos e controlados que utilizam a formulação intravenosa. Estes estudos focaram-se em doentes com episódios agudos ou disruptivos, tais como a Fibrilhação Auricular com frequência cardíaca rápida. Os resultados ajudam a contextualizar a forma como os estudos monitorizaram a obtenção de uma frequência cardíaca alvo dentro de um período de tempo curto e específico.

O Que Ainda é Incerto Sobre o Tizem: Lacunas na Evidência

A evidência disponível destaca áreas onde a investigação está em curso ou é insuficiente. Uma limitação fundamental é que a evidência comparativa é escassa ao avaliar o Tizem diretamente contra todos os outros agentes terapêuticos para as suas principais indicações. A duração do acompanhamento foi limitada em muitos ensaios iniciais de eficácia, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para alguns resultados secundários. Além disso, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas; a investigação não determina se um indivíduo com condições de saúde únicas ou múltiplas irá responder de forma semelhante.

Como Tizem deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Tizem?

Os requisitos de conservação para o Tizem (Cloridrato de Diltiazem) são específicos para cada formulação e devem ser rigorosamente seguidos para garantir a qualidade do produto.

Condições de Conservação

As formas orais (comprimidos e cápsulas) devem ser conservadas a uma Temperatura Ambiente Controlada (20 °C a 25 °C). O recipiente deve ser mantido bem fechado para proteger o medicamento da humidade e da luz. No entanto, os frascos de Tizem Injetável requerem refrigeração (2 °C a 8 °C) e não podem ser congelados.

Manuseamento e Eliminação

Todas as formas do medicamento devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças. Qualquer solução injetável diluída permanece estável durante 24 horas, devendo a porção não utilizada de frascos de dose única ser descartada. A eliminação de Tizem não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser feita através de um programa de recolha de medicamentos ou seguindo os métodos aprovados para o lixo doméstico, e não deve, em caso algum, envolver o descarte em águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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