Testovis (Testosterone)

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Testovis (Testosterone)

Opção de tratamento: Hypogonadism

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Testovis (Testosterone)

O que é o Testovis (Testosterona)?

Propriedade Descrição
Substância ativa Propionato de testosterona
Forma farmacêutica Solução injetável oleosa
Classe farmacológica Androgénio, Hormona esteroide
Uso comum Terapêutica de substituição hormonal (TSH)
Origem Derivado sintético

Definição do Testovis como Terapêutica de Substituição Androgénica

O Testovis é uma preparação farmacêutica que contém a substância ativa propionato de testosterona, que atua como substituto da principal hormona androgénica do organismo. Este medicamento está classificado como um medicamento sujeito a receita médica e pertence à classe farmacológica dos esteroides androgénicos e anabolizantes. O objetivo geral do Testovis é apoiar a terapêutica de substituição hormonal (TSH), que é clinicamente reconhecida para tratar défices fisiológicos associados à deficiência androgénica em indivíduos do sexo masculino.

Composição, Origem e Forma Farmacêutica

O Testovis é um produto de substância única cujo núcleo é o derivado sintético propionato de testosterona, quimicamente modificado com um éster de cadeia curta. Esta estrutura determina que a sua forma farmacêutica seja uma solução injetável de base oleosa, concebida para injeção intramuscular. O veículo oleoso necessário facilita a absorção do éster de propionato lipofílico na corrente sanguínea.

Uma característica diferenciadora do éster de propionato é a sua menor duração de ação em comparação com outros derivados da testosterona, o que requer uma administração mais frequente para manter níveis estáveis, uma característica fundamentada por estudos farmacológicos.

Ação Fundamental e Benefícios Gerais

O Testovis atua fornecendo o ligando necessário para ativar os recetores androgénicos nas células-alvo, substituindo eficazmente a testosterona endógena deficitária. Tem sido observado que a administração de testosterona é eficaz na restauração dos níveis séricos, apoiando assim a vitalidade e a função geral em homens com níveis baixos diagnosticados.

Esta ação de substituição acarreta um efeito anabólico significativo, promovendo a estimulação da síntese proteica em tecidos como o músculo esquelético. Ao fornecer esta hormona sexual essencial, o medicamento ajuda a estabilizar e manter funções cruciais, incluindo o suporte das características sexuais secundárias masculinas e a preservação da massa muscular e da densidade óssea, frequentemente comprometidas pela deficiência androgénica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Testovis (Testosterone)?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do propionato de testosterona é formalmente classificado pelas autoridades reguladoras com base nos sistemas fisiológicos afetados e na frequência da sua ocorrência. Na documentação oficial, estes efeitos encontram-se agrupados em Classes de Sistemas de Órgãos (SOC), abrangendo Doenças do Sangue e do Sistema Linfático, Doenças dos Órgãos Genitais e da Mama, Doenças do Metabolismo e da Nutrição, e Afeções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos.

As reações adversas oficialmente documentadas são frequentemente classificadas como Frequentes (afetando entre 1 a 10 utilizadores em cada 100). Estas podem incluir o aumento do número de glóbulos vermelhos (policitemia), retenção de líquidos com consequente edema, aumento de peso, acne e alterações prostáticas benignas. Estão também documentadas alterações de humor, nervosismo e ginecomastia entre os efeitos comuns.

Os rótulos regulamentares identificam igualmente Reações Adversas Graves que, embora raras, possuem relevância clínica significativa. Estas incluem o risco documentado de eventos tromboembólicos, tais como trombose venosa profunda e embolia pulmonar, e o potencial de neoplasias hepatocelulares (tumores hepáticos) associadas a terapias de longa duração com doses elevadas. Condições pré-existentes, como a apneia do sono, podem também ser agravadas.

Estão detalhadas Considerações de Segurança Específicas para Populações destinadas a determinados grupos de doentes. Para os adultos mais velhos, é necessária uma monitorização reforçada de patologias da próstata (carcinoma e hiperplasia benigna da próstata). Nos rapazes pré-púberes, deve ser vigiado o risco de encerramento prematuro das cartilagens de crescimento. De acordo com as informações oficiais de prescrição, o medicamento é contraindicado em homens com carcinoma da próstata ou da mama masculina, confirmado ou suspeito.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A documentação regulamentar oficial dos produtos de testosterona indica que não existem registos de sobredosagem aguda com androgénios documentados em alguns rótulos. Consequentemente, o foco principal das orientações sobre sobredosagem recai sobre a gestão de eventos graves e potencialmente fatais associados à exposição a doses elevadas ou ao uso indevido.

É formalmente necessária assistência médica imediata caso surjam manifestações clínicas de complicações severas. Deve procurar ajuda médica de imediato ao sentir sintomas como dor no peito, falta de ar, dificuldade respiratória, dificuldade em articular palavras ou fraqueza súbita num dos lados do corpo, uma vez que estes são sinais documentados de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral (AVC).


Resultados Graves Documentados

A utilização prolongada de doses elevadas está associada ao risco de resultados fatais, incluindo adenomas hepáticos, carcinoma hepatocelular e peliose hepática (toxicidade no fígado). Adicionalmente, eventos tromboembólicos venosos, tais como a Trombose Venosa Profunda (TVP) e a Embolia Pulmonar (EP), constituem riscos documentados.

Se houver suspeita de um evento grave, os procedimentos regulamentares determinam a interrupção do tratamento e o início de uma investigação clínica e gestão adequadas. Não existe qualquer antídoto específico documentado para a sobredosagem aguda de androgénios. Doentes com doença cardíaca, renal ou hepática pré-existente podem apresentar um risco acrescido de complicações como edema e insuficiência cardíaca congestiva.

Usos terapêuticos de Testovis (Testosterone)

Indicações Terapêuticas do Testovis: Principais Usos e Benefícios

O Testovis é utilizado primordialmente como terapêutica de substituição hormonal em homens com diagnóstico de hipogonadismo masculino, uma condição médica na qual o organismo produz níveis de testosterona anormalmente baixos. Este tipo de tratamento é indicado para homens diagnosticados com níveis baixos de testosterona resultantes de condições médicas específicas, sendo relevante para atenuar sintomas que geram um esforço fisiológico percetível.

Este medicamento é vulgarmente utilizado para auxiliar num amplo espetro de sintomas, que podem incluir a redução da libido, a disfunção erétil, a perda de massa e força muscular e a fadiga crónica. Esta terapia apoia a gestão dos sintomas em contextos clínicos que envolvam padrões sintomáticos agudos ou disruptivos, associados a um desequilíbrio hormonal sistémico.

“O objetivo primordial da terapia com Testovis é abordar os sintomas que se podem tornar mais disruptivos durante os agravamentos associados ao défice hormonal.”

Ao proporcionar este alívio sintomático de suporte, o Testovis pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional, contribuindo para um melhor conforto quotidiano durante os períodos sintomáticos.


Facto Rápido: Abordagem aos Sintomas de Fadiga Crónica

O Testovis pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com a falta de energia e dificuldade de concentração, que estão frequentemente associados ao défice de testosterona subjacente. Isto é relevante quando a gestão sintomática de suporte é adequada para sintomas que interferem com o funcionamento diário.

Critérios de utilização e restrições

O perfil regulamentar oficial da testosterona injetável define rigorosamente as populações elegíveis para utilizar este medicamento. O uso está restrito a homens adultos com deficiência de testosterona (hipogonadismo) confirmada clínica e laboratorialmente.

O medicamento é contraindicado em grupos específicos, conforme estabelecido no rótulo:

  • Indivíduos do sexo masculino com carcinoma da próstata ou carcinoma da mama, conhecido ou suspeito.
  • Mulheres grávidas ou em período de aleitamento, devido ao risco de danos para o feto e para o lactente.
  • Doentes com hipersensibilidade documentada à substância ativa ou aos excipientes.
População Estatuto Regulamentar Oficial
Homens Adultos Permitido para hipogonadismo diagnosticado.
Doentes Pediátricos Segurança e eficácia não estabelecidas; o uso não é recomendado devido aos riscos para a maturação óssea.
Doentes Geriátricos Requer precaução e monitorização de problemas prostáticos; a experiência clínica é limitada.

O uso é ainda mais restrito e exige uma ponderação especial em doentes com doença cardíaca, hepática ou renal grave pré-existente, uma vez que a testosterona pode promover a retenção de líquidos, podendo levar ao aparecimento ou agravamento de insuficiência cardíaca congestiva. Doentes com policitemia (hematócrito elevado) e hipertensão não controlada também necessitam de uma monitorização cuidadosa, conforme definido na informação oficial de prescrição.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O uso de Testovis (Testosterona) pode alterar os efeitos de outros produtos medicinais, o que pode exigir ajustes na dosagem e uma monitorização clínica próxima. As seguintes classes de substâncias e medicamentos específicos estão oficialmente documentados por interagirem com a testosterona:

Categoria do Produto Interativo Mecanismo e Efeito Clínico
Anticoagulantes Orais (ex: Varfarina) A testosterona pode aumentar os efeitos destes medicamentos, levando a um risco mais elevado de hemorragia. O Índice Internacional Normalizado (INR) e o tempo de protrombina requerem uma monitorização frequente.
Agentes Antidiabéticos (ex: Insulina) A testosterona pode diminuir a glicémia e, consequentemente, reduzir as necessidades de insulina ou de outros medicamentos antidiabéticos. Os níveis de açúcar no sangue dos doentes com diabetes devem ser cuidadosamente monitorizados.
Corticosteroides (ex: Prednisona) O uso concomitante pode resultar num aumento da retenção de líquidos. Esta combinação deve ser utilizada com precaução, particularmente em doentes com doenças cardíacas, renais ou hepáticas pré-existentes, uma vez que a retenção de líquidos pode agravar estas condições.

estas interações são principalmente farmacodinâmicas, afetando os resultados clínicos e não o metabolismo do fármaco. Em casos de uso simultâneo, a dosagem do medicamento que interage deve ser ajustada conforme necessário para manter o efeito terapêutico desejado e minimizar os riscos adversos.

Mecanismo de ação

Como funciona o Testovis (Testosterona)

O Testovis é um medicamento que contém propionato de testosterona, uma forma sintética da principal hormona sexual masculina, a testosterona. O seu mecanismo de ação baseia-se na reposição ou no aumento dos níveis desta hormona em homens que apresentam uma produção natural insuficiente, uma condição clinicamente conhecida como hipogonadismo.

Após a administração, o propionato de testosterona é libertado na corrente sanguínea. Uma vez em circulação, a hormona atravessa a membrana das células e liga-se a recetores específicos chamados recetores de andrógenos. Esta ligação ativa processos no núcleo das células que estimulam a produção de proteínas e regulam diversas funções biológicas em todo o corpo.

A testosterona é fundamental para o desenvolvimento e manutenção das características sexuais masculinas. O Testovis atua promovendo o crescimento dos órgãos sexuais, estimulando a espermatogénese e apoiando o desenvolvimento de caraterísticas secundárias, como o engrossamento da voz, o crescimento de pelos faciais e corporais e o aumento da massa muscular. Além disso, a hormona desempenha um papel importante na densidade óssea e na regulação da libido.

Por ser um éster de ação curta, o propionato de testosterona presente no Testovis é absorvido e utilizado pelo organismo de forma mais rápida do que outras variantes de testosterona de ação prolongada. Isto resulta num aumento célere dos níveis séricos de testosterona, exigindo um protocolo de administração específico para manter as concentrações hormonais dentro dos parâmetros terapêuticos desejados.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes de Administração para Produtos de Testosterona

A terapia de reposição de testosterona é administrada através de diversas formulações, incluindo injeções intramusculares (IM), injeções subcutâneas (SC), géis ou soluções tópicas e cápsulas orais. A dosagem específica, a frequência e os passos de administração dependem estritamente da formulação utilizada.

A administração está geralmente restrita a homens adultos com hipogonadismo confirmado. As diretrizes oficiais para o uso em indivíduos do sexo masculino em idade pediátrica (menos de 18 anos) envolvem a monitorização específica da idade óssea, avaliada semestralmente, devido ao risco de encerramento prematuro das epífises.


Âmbito da Administração

Característica Intramuscular (ex: Cipionato/Enantato) Gel Tópico (ex: Testim/AndroGel) Cápsula Oral (ex: Tlando)
Via Injeção IM profunda (ex: músculo glúteo) Aplicação tópica na pele Oral
Esquema Posológico 50 mg a 400 mg a cada 2 a 4 semanas 50 mg a 100 mg uma vez ao dia 225 mg duas vezes ao dia
Momento em Relação às Refeições Não aplicável Uma vez ao dia, de preferência de manhã Deve ser tomado com alimentos
Preparação Inspecionar visualmente se existem partículas Colocar todo o conteúdo na palma da mão (ou preparar o doseador) Tomar a cápsula inteira
Dose Esquecida Consultar um profissional de saúde Aplicar quando se lembrar, exceto se estiver próximo da dose seguinte Tomar quando se lembrar, mas não duplicar a dose

Etapas Procedimentais Oficiais

  1. Confirmação do Diagnóstico: Antes do início, o diagnóstico de hipogonadismo deve ser confirmado através de concentrações séricas de testosterona matinal, medidas em pelo menos dois dias distintos e situadas abaixo do intervalo normal.

  2. Ajuste da Dose: A dose é individualizada com base na idade do paciente, na resposta e na monitorização periódica dos níveis de testosterona sérica. Para a maioria dos produtos, esta monitorização ocorre aproximadamente 14 dias (tópica), 3 a 4 semanas (oral) ou 6 semanas (SC) após o início ou ajuste da dose.

  3. Aplicação e Injeção: No caso dos géis tópicos, o produto deve ser aplicado na pele limpa, seca e intacta da área designada (como ombros e parte superior dos braços), evitando os órgãos genitais. A zona deve ser coberta com vestuário assim que o produto secar. No caso das injeções, o medicamento deve ser administrado profundamente no músculo ou por via subcutânea, dependendo da formulação específica.

  4. Prevenção de Transferência (Via Tópica): As mãos devem ser lavadas minuciosamente com água e sabão imediatamente após a aplicação. O local de aplicação deve ser lavado antes de qualquer contacto previsto pele-com-pele.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre Testovis (Testosterona)

Evidência para o uso em Hipogonadismo Masculino Diagnosticado

A investigação central que analisa a terapia de reposição de testosterona, incluindo formulações como o Testovis, envolve principalmente Ensaios Clínicos Controlados Aleatorizados (ECCA) e Revisões Sistemáticas. Esta investigação estudou resultados relacionados com homens adultos diagnosticados com níveis baixos de testosterona (hipogonadismo). Os investigadores monitorizaram indicadores fundamentais, tais como a restauração dos níveis hormonais séricos para o intervalo esperado, e aplicaram estudos que analisam as experiências relatadas pelos doentes utilizando medidas padronizadas para a função sexual e a líbido.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos onde os participantes registaram alterações medidas na sua concentração de testosterona. A investigação também destaca as mudanças medidas durante o período de estudo relativas às pontuações reportadas pelos doentes em índices de função sexual. Estes estudos ajudam a demonstrar o que foi observado até agora relativamente a alterações nestas áreas fundamentais nos meses iniciais da terapia.

Investigação sobre Sintomas Associados e Resultados Físicos

Além dos níveis hormonais, a investigação explorou resultados relacionados com desequilíbrios sistémicos ou funcionais, tais como alterações na composição corporal e na função física. Os estudos foram aplicados em contextos de investigação que envolveram homens com baixos níveis de testosterona. A investigação explorou resultados relacionados com mudanças em métricas como a massa corporal magra e medidas de força muscular. Estes ensaios também monitorizaram alterações na densidade mineral óssea (DMO), um resultado ligado à estrutura física e à estabilidade.

Contudo, para resultados altamente subjetivos, como o cansaço crónico não específico e alterações gerais de humor, os resultados foram mistos entre os diferentes estudos. A investigação descreve que o efeito nestes pontos terminais é frequentemente difícil de isolar e os resultados foram, por vezes, inconsistentes.

O que permanece incerto na investigação sobre o Testovis (Testosterona)

Diversas áreas na investigação que explora a terapia de reposição de testosterona continuam a ser uma fonte de incerteza. A qualidade da evidência varia entre os estudos, particularmente nos ensaios mais antigos, devido a questões como dimensões modestas das amostras e diferentes métodos de recrutamento de doentes. Além disso, falta evidência comparativa para descrever de forma definitiva como a natureza de curta duração de uma formulação como o Propionato de Testosterona se compara a formas de testosterona de ação mais prolongada numa vasta gama de resultados a longo prazo. Embora muitos ECCA tenham fornecido informações sobre alterações a curto prazo, as suas durações de acompanhamento foram limitadas, durando tipicamente apenas 6 a 12 meses. Isto significa que existe informação limitada para os resultados a longo prazo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Testovis (Testosterona) (FAQ)


P: Com que rapidez o Testovis começa a fazer efeito após a primeira aplicação?

O Testovis contém o éster propionato de testosterona, que é uma solução injetável de base oleosa concebida para uma libertação lenta a partir do local da injeção. A informação oficial indica que esta formulação tem uma semivida relativamente curta em comparação com outros produtos de testosterona. A administração é gerida por um profissional de saúde e a frequência é determinada para ajudar a manter os níveis hormonais no intervalo esperado.


P: O que devo esperar em termos de duração dos efeitos do Testovis?

A informação farmacológica oficial classifica o Testovis (Propionato de Testosterona) como tendo uma duração de ação mais curta em comparação com outros derivados comuns da testosterona. Esta é uma característica da estrutura do éster propionato. Devido a esta ação mais curta, é tipicamente administrado com maior frequência do que os ésteres de ação mais prolongada para ajudar a manter níveis hormonais consistentes.


P: Os tratamentos com testosterona como o Testovis afetam o sono ou causam insónia?

A informação de segurança regulamentar para produtos de testosterona indica que condições existentes, tais como a apneia do sono, podem ser agravadas pelo tratamento. Embora não seja comum, determinada documentação listou efeitos específicos na qualidade do sono ou insónia como potenciais reações adversas. Qualquer alteração nos padrões de sono deve ser discutida com o profissional de saúde responsável pelo tratamento.


P: Quais são os efeitos relatados do Testovis nos níveis de colesterol?

Estudos resumidos na informação oficial do produto sugerem que os tratamentos com testosterona podem afetar os lípidos séricos, que incluem o colesterol. Especificamente, existe o potencial de a testosterona baixar o colesterol HDL ("bom") e elevar os níveis de colesterol LDL ("mau"). Doentes com níveis de lípidos elevados pré-existentes podem necessitar de uma monitorização próxima destes níveis, conforme definido na informação oficial de prescrição.


P: Existe alguma interação conhecida entre o Testovis e o consumo de álcool?

Os documentos regulamentares não especificam tipicamente uma interação química direta entre a solução injetável e o consumo de álcool. No entanto, certos recursos oficiais observam que a perturbação do uso de álcool (AUD) foi identificada como uma das causas potenciais de níveis baixos de testosterona (hipogonadismo) que o Testovis é utilizado para tratar.


P: O Testovis é utilizado para tratar outras condições além dos níveis baixos de testosterona nos homens?

Embora a utilização primária e atualmente aprovada do Testovis seja para a terapia de substituição hormonal (TSH) em homens com diagnóstico de testosterona baixa, o propionato de testosterona teve utilizações históricas. Estas utilizações passadas incluem contextos médicos fora da substituição hormonal masculina, tais como no tratamento de certos tipos de cancro da mama.


P: Porque é que o Testovis não está aprovado para homens com testosterona baixa "relacionada com a idade"?

Agências reguladoras, incluindo a FDA e a EMA, declararam que os produtos de testosterona não estão aprovados para simplesmente elevar os níveis de testosterona em homens idosos saudáveis. Os avisos regulamentares oficiais afirmam que este está indicado quando a testosterona anormalmente baixa é confirmada tanto por sintomas como pelos testes laboratoriais exigidos, e não apenas para alterações "relacionadas com a idade".


P: Existem estudos que analisem a segurança a longo prazo da utilização do Testovis durante muitos anos?

As revisões oficiais da investigação clínica reconheceram que existe informação disponível limitada relativa à segurança da terapia com testosterona durante períodos muito longos. A duração do acompanhamento de muitos ensaios clínicos é tipicamente curta, o que significa que a informação relativa a resultados durante um período alargado é limitada na base de evidência atual.


P: O Testovis pode afetar as minhas leituras de pressão arterial?

Os avisos regulamentares oficiais em toda a classe de produtos de testosterona referem que o tratamento pode causar um aumento da pressão arterial. Os doentes são monitorizados para este efeito e um profissional de saúde gere quaisquer ajustes necessários no tratamento.


P: Qual é a diferença entre testosterona endógena e exógena em termos simples?

A testosterona endógena refere-se à hormona que o corpo produz naturalmente em órgãos como os testículos. A testosterona exógena, como o Testovis, é a hormona sintética ou externa administrada ao corpo para substituir um suprimento natural deficiente. O papel do medicamento é ajudar a suplementar o suprimento deficiente do corpo para atingir níveis séricos dentro de um intervalo pretendido.


P: O que significa o termo "hipogonadismo secundário" em relação ao uso de Testovis?

O hipogonadismo secundário (ou hipogonadismo hipogonadotrófico) é um tipo específico de testosterona baixa que ocorre quando existe um problema com a glândula pituitária ou o hipotálamo no cérebro. Estas glândulas falham no envio dos sinais necessários para os testículos. O Testovis pode ser utilizado para tratar esta condição, bem como o hipogonadismo primário (problemas nos próprios testículos).


P: E se eu tiver uma reação alérgica aos ingredientes na formulação do Testovis?

A informação oficial de prescrição afirma que o medicamento é contraindicado (não deve ser utilizado) se um doente tiver uma hipersensibilidade documentada à substância ativa ou a qualquer outro ingrediente inativo na formulação da injeção. Este aviso está presente para garantir a segurança do doente perante alergias documentadas a qualquer componente do fármaco.


P: O Testovis causa alterações na distribuição da gordura corporal?

A informação oficial indica que a própria deficiência de testosterona está associada a um aumento não saudável da gordura corporal, particularmente da gordura visceral. A terapia com testosterona é estudada pelo seu potencial para ajudar a apoiar a massa corporal magra e pode estar associada a alterações nos níveis de gordura visceral.


P: O Testovis afeta o crescimento de pelos em áreas além do couro cabeludo?

A testosterona é classificada como uma hormona sexual masculina primária que impulsiona o desenvolvimento de características sexuais secundárias masculinas. Estas características incluem o crescimento de pelos faciais e corporais. Níveis baixos da hormona estão associados a uma falta de pelos nestas áreas.


P: Quais são as classificações regulamentares para o Testovis relativas à segurança durante a gravidez para as parceiras?

Os organismos reguladores atribuíram aos produtos de testosterona uma classificação rigorosa devido ao risco de danos fetais. São contraindicados em mulheres grávidas devido ao potencial de causar desenvolvimento anormal num feto masculino. Para formas injetáveis, o risco de transferência é insignificante, mas a segurança geral na gravidez é uma consideração regulamentar importante.


P: O Testovis pode interferir com outros testes laboratoriais de diagnóstico além dos níveis de testosterona?

Os documentos oficiais de segurança indicam que o uso de testosterona pode levar a uma diminuição da Globulina de Ligação à Tiroxina (TBG). Esta substância está envolvida no transporte da hormona tiroideia e pode causar uma alteração em certos resultados de análises ao sangue, tais como as concentrações de T4. Esta alteração não significa necessariamente que o doente tenha uma disfunção da tiroide.

Como Testovis (Testosterone) deve ser armazenado e descartado?

A conservação e a eliminação do Testovis (Propionato de Testosterona) devem aderir rigorosamente às condições documentadas nos rótulos regulamentares oficiais para manter a integridade do produto.

Requisito de Conservação e Manuseamento Instrução Oficial
Condições de Temperatura Conservar a uma temperatura inferior a 25°C.
Ambientes Proibidos Não refrigerar e não congelar a solução injetável.
Proteção Ambiental Proteger da luz e manter na embalagem de origem até ao momento da utilização.
Segurança e Estabilidade Manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças; não utilizar após o prazo de validade.

As instruções de eliminação exigem que qualquer Testovis não utilizado ou fora de prazo não seja deitado fora no lixo doméstico nem eliminado através das águas residuais (lavatórios ou sanitas). O produto deve ser eliminado em segurança de acordo com os requisitos regulamentares locais para resíduos farmacêuticos, a fim de evitar a exposição ambiental. A solução de base oleosa requer um controlo de temperatura específico para evitar a cristalização.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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