Tarmin

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Tarmin

Método de ação: Antidiarrheal, Obstructive

Opção de tratamento: Irritable Bowel Syndrome

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Tarmin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Cloridrato de loperamida
Forma farmacêutica Cápsula, Comprimido, Solução, Suspensão
Classe farmacológica Antidiarreico / Opioide periférico
Objetivo geral Alívio sintomático da diarreia
Origem Derivado sintético da fenilpiperidina

O Tarmin é uma preparação farmacêutica classificada como um agente antidiarreico antiperistáltico potente, utilizado primordialmente para restabelecer um controlo mais normal do trânsito intestinal. A sua função terapêutica central deriva do seu único componente ativo, o Cloridrato de loperamida, que é administrado por via oral. Esta substância pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como antidiarreicos.


Definição e Classificação Antidiarreica

O Tarmin define-se pelo seu componente ativo, a loperamida, um derivado sintético da fenilpiperidina altamente eficaz, originalmente sintetizado em 1969. Pertence à classe dos agonistas dos recetores opioides, funcionando especificamente como um derivado opioide periférico. Esta classificação é clinicamente reconhecida e sustentada por estudos farmacológicos que confirmam que a sua ação se limita principalmente ao trato gastrointestinal. Esta ação seletiva garante que o medicamento seja direcionado exclusivamente para a gestão de sintomas gastrointestinais através da regulação da função intestinal, um papel formalmente reconhecido pela sua inclusão na Lista de Medicamentos Essenciais da OMS para cuidados paliativos e controlo da diarreia.


Composição, Formas e Princípio de Ação

O componente-chave do Tarmin é o Cloridrato de loperamida, um composto sintético. A sua ampla acessibilidade e perfil de segurança estabelecido tornaram-no geralmente disponível como Medicamento Não Sujeito a Receita Médica (MNSRM) para uso agudo e de curta duração. É disponibilizado em várias preparações farmacêuticas, incluindo as formas padrão em cápsula e comprimido, bem como em formatos líquidos como a solução oral ou suspensão.

O princípio geral da função do Tarmin é a sua ação periférica direta na parede intestinal, o que causa a inibição do peristaltismo, abrandando o movimento do conteúdo intestinal. O processo fisiológico resultante permite que o intestino tenha mais tempo para aumentar a absorção de água e eletrólitos essenciais a partir das fezes, ajudando assim a solidificar as fezes e a reduzir a frequência e o volume dos episódios diarreicos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Tarmin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

A documentação oficial de segurança do Tarmin (Cloridrato de loperamida) classifica as potenciais reações adversas com base na frequência com que surgem na utilização clínica. Estes efeitos encontram-se agrupados de acordo com o sistema fisiológico que afetam, envolvendo primordialmente as funções gastrointestinais e do sistema nervoso.

Categoria de Frequência Reações Adversas Representativas
Frequentes Obstipação, Flatulência, Cefaleias, Náusea
Pouco Frequentes Tonturas, Sonolência, Dor abdominal, Vómitos, Erupção cutânea
Raros Perda de consciência, Miose, Íleo (íleo paralítico), Megacólon tóxico, Retenção urinária, Reação anafilática

As reações adversas graves, embora raras ou associadas a doses supraterapêuticas, estão oficialmente documentadas. A preocupação de segurança mais significativa é o risco de arritmias ventriculares graves, incluindo o prolongamento do intervalo QT e a paragem cardíaca, especificamente ligados a doses que excedem os limites regulamentares. Complicações gastrointestinais severas, como o megacólon tóxico e o íleo, estão também documentadas como preocupações de segurança raras.

As declarações regulamentares de segurança definem restrições específicas para a utilização. O tratamento deve ser interrompido prontamente se se desenvolverem sinais de obstipação, distensão abdominal ou íleo. É obrigatória precaução em doentes com insuficiência hepática grave, devido ao potencial de aumento da exposição sistémica e de efeitos no sistema nervoso central. O medicamento está também contraindicado em crianças abaixo de limites de idade específicos, conforme definido na rotulagem regulamentar. Devido ao potencial de tonturas ou sonolência, aconselha-se prudência no que diz respeito à capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem a sobredosagem de loperamida através de duas toxicidades críticas que podem colocar a vida em risco: a depressão do sistema nervoso central (SNC) e a cardiotoxicidade grave, geralmente associadas à ingestão de doses superiores às recomendadas.

Domínio Declarações Regulamentares Oficiais
Manifestações de Sobredosagem Documentadas Os sintomas incluem oficialmente sinais de depressão do SNC (ex.: sonolência, estupor, diminuição do estado de consciência, ataxia), miose (pupilas pontiformes), depressão respiratória e íleo grave (imobilidade gastrointestinal).
Sistemas Fisiológicos Afetados Os sistemas primários identificados são o Sistema Nervoso Central, o sistema respiratório, o sistema cardiovascular (condução cardíaca) e o sistema gastrointestinal.
Notas sobre Sobredosagem em Populações Específicas O medicamento está contraindicado em doentes pediátricos com menos de 2 anos de idade devido ao elevado risco reportado de eventos adversos cardíacos e respiratórios graves.

Quando é Necessária Ajuda Médica Imediata

As entidades reguladoras determinam que se deve procurar ajuda médica imediata ou contactar os serviços de emergência (como o 112) se a pessoa apresentar sinais de sobredosagem grave, incluindo desmaio, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, ausência de resposta (incapacidade de acordar a pessoa) ou respiração lenta e superficial.

Gestão da Sobredosagem Segundo as Fontes Oficiais

O tratamento está oficialmente definido como sintomático e de suporte. O antídoto Naloxona pode ser administrado para reverter os efeitos no SNC, embora possa estar indicada a repetição do tratamento. Devido à longa semivida de eliminação da substância, as diretrizes oficiais exigem uma vigilância hospitalar prolongada de, pelo menos, 48 horas, incluindo monitorização contínua por ECG, para detetar a potencial recorrência da depressão do SNC ou de anomalias na condução cardíaca, tais como o prolongamento do intervalo QT.

Usos terapêuticos de Tarmin

O que o Tarmin trata: principais utilizações e benefícios

O Tarmin proporciona alívio sintomático em domínios fundamentais do desconforto gastrointestinal, sendo aplicado na abordagem das manifestações centrais da diarreia, o que apoia o bem-estar geral e ajuda a manter a estabilidade funcional. O medicamento é habitualmente utilizado para ajudar no controlo de episódios de diarreia agudos e crónicos.

O medicamento é relevante para aliviar sintomas em situações caracterizadas por períodos de maior atividade fisiológica, incluindo a diarreia aguda não específica, a diarreia do viajante, a diarreia crónica associada à doença inflamatória do intestino e na gestão do aumento do volume de efluente de uma ileostomia ou colostomia. Esta aplicação pode auxiliar os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas.

“O objetivo primordial da utilização do Tarmin é o alívio sintomático que ajuda a minimizar a interferência nas atividades do quotidiano durante períodos de intensificação dos sintomas.”

Quando os sintomas se intensificam, o Tarmin é comummente utilizado para gerir sintomas relacionados com o aumento da frequência e a consistência reduzida das fezes. Proporciona um alívio de suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas, contribuindo para um melhor conforto diário.

Facto Rápido: Alívio para Aflição Aguda
Domínio Sintomático Diarreia aguda de início súbito
Benefício Primário Apoia a gestão dos sintomas intestinais
Cenário de Utilização Comumente utilizado na diarreia do viajante

Critérios de utilização e restrições

Regras Oficiais de Elegibilidade e Restrições

As autoridades regulamentares em todo o mundo definem critérios rigorosos para a utilização do Tarmin (Cloridrato de loperamida), com base na idade, em condições médicas existentes e no estado fisiológico.

Classificação População ou Condição
Contraindicado Doentes em idade pediátrica com menos de 2 anos de idade.
Doentes com disenteria aguda (caracterizada por sangue nas fezes e febre alta).
Doentes com colite ulcerosa aguda ou enterocolite bacteriana específica.
Qualquer condição em que a inibição do movimento intestinal constitua risco de íleo ou megacólon tóxico.
Uso Condicional Doentes com insuficiência hepática (utilizar com precaução e monitorização).
Indivíduos com determinados fatores de risco cardíaco ou que tomem fármacos que prolongam o intervalo QT.
Não Recomendado Grávidas (segurança não estabelecida; a utilização não é aconselhada).
Mulheres em período de aleitamento (podem aparecer pequenas quantidades no leite).

Para o uso agudo geral, o medicamento está aprovado para adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos. A utilização em crianças dos 2 aos 12 anos é frequentemente restringida e requer precauções especiais. O medicamento deve ser interrompido imediatamente se ocorrer obstipação ou distensão abdominal.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil de interações do Tarmin é definido por dois mecanismos primários, conforme documentado pelas autoridades reguladoras: alterações nas suas vias de eliminação e efeitos cardíacos aditivos.

Interações Farmacocinéticas (Aumento da Exposição)

A coadministração de Tarmin com certos medicamentos pode aumentar significativamente a sua concentração na corrente sanguínea. Isto resulta da interação com as enzimas metabólicas CYP3A4 e CYP2C8, e com o transportador de fármacos Glicoproteína-P (P-gp), que são responsáveis por limitar a absorção do Tarmin e promover a sua eliminação.

Mecanismo/Inibidor Alteração Documentada na Concentração Plasmática
Itraconazol (inibidor da CYP3A4/P-gp) Aumento da exposição sistémica em 3 a 4 vezes
Genfibrozil (inibidor da CYP2C8) Aumento da exposição sistémica em aproximadamente 2 vezes
Itraconazol e Genfibrozil (Combinação) Aumento da exposição plasmática total em 13 vezes
Quinidina ou Ritonavir (inibidores da P-gp) Aumento dos níveis no plasma em 2 a 3 vezes

Restrições Farmacodinâmicas e de Substâncias

As informações regulamentares oficiais restringem estritamente a coadministração de Tarmin com substâncias específicas devido ao risco de efeitos aditivos:

  • Agentes que prolongam o intervalo QT: Medicamentos ou produtos à base de plantas conhecidos por prolongarem o intervalo QT estão oficialmente restringidos devido ao potencial de um risco aditivo de alterações nos sinais cardíacos.
  • Fármacos que retardam o trânsito gastrointestinal: A coadministração com outras substâncias que diminuem o movimento intestinal pode resultar num efeito farmacológico aditivo. O próprio Tarmin, ao reduzir a motilidade, está documentado como podendo aumentar a exposição de certos fármacos administrados em simultâneo, como a Desmopressina Oral.

Notas Específicas para Populações

O perfil regulamentar exige precaução em doentes com insuficiência hepática, uma vez que a redução do metabolismo de primeira passagem nestes indivíduos pode levar a um aumento da exposição sistémica.

Mecanismo de ação

O Tarmin atua como um modulador alostérico não competitivo que se liga de forma seletiva ao domínio extracelular do recetor do Fator de Recrutamento de Osteoclastos (ORF). A interação entre o Tarmin e o recetor ORF induz uma alteração específica na conformação da estrutura do recetor. Esta modificação estrutural inibe o recetor do ponto de vista funcional, interrompendo a sua capacidade de iniciar as vias de sinalização intracelular subsequentes.

A supressão desta cascata de sinalização leva a uma redução na transcrição e na libertação subsequente da Metaloproteinase de Matriz 9 (MMP-9) por parte da célula. Dado que a MMP-9 é uma enzima fundamental no processo de remodelação óssea, a consequente limitação da sua atividade diminui a taxa de degradação da matriz extracelular. Esta cascata mecanística completa acaba por regular e modular a diferenciação dos osteoclastos, suprimindo a atividade excessiva de reabsorção óssea ao nível celular.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Tarmin: Diretrizes Oficiais de Administração

A administração do Tarmin (Cloridrato de loperamida) é efetuada sob diretrizes regulamentares específicas. Estas instruções detalham a via aprovada, a posologia, a frequência e os limites de duração para a sua utilização.


Administração e Formas Farmacêuticas

O Tarmin destina-se estritamente à via oral e está disponível em preparações oficiais, incluindo a cápsula de 2 mg e o comprimido, bem como em formas líquidas ou solução oral. As formas sólidas devem ser engolidas inteiras com líquidos e não devem ser esmagadas nem mastigadas.

Regimes Posológicos Padrão (Adultos)

Indicação Dose Inicial Dose Seguinte/Manutenção Dose Diária Máxima
Diarreia Aguda 4 mg (duas unidades de 2 mg) 2 mg após cada dejeção não moldada 16 mg (Uso sob prescrição)
Diarreia Crónica 4 mg por dia 4 mg a 8 mg por dia, ajustados conforme a resposta 16 mg (Uso sob prescrição)

Instruções de Procedimento e Limites do Tratamento

Frequência e Calendarização: Para o uso agudo, a dosagem é determinada pela ocorrência de episódios — tomada após cada movimento intestinal de consistência líquida ou mole. Para o uso crónico, a dose diária total pode ser tomada de uma só vez ou em doses divididas. É crucial que o medicamento seja utilizado em conjunto com uma terapia de reposição adequada de líquidos e eletrólitos.

Duração do Tratamento: Na diarreia aguda, o tratamento deve geralmente ser interrompido se não for observada qualquer melhoria num período de 48 horas.

Regras para Populações Específicas: A rotulagem oficial estipula que não é necessário ajuste posológico para adultos seniores ou doentes com insuficiência renal. A utilização em doentes com insuficiência hepática deve ser feita com precaução. O Tarmin não é recomendado para crianças com menos de 2 anos de idade.

Evidência clínica recente

Evidências da Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Tarmin


Evidência para o uso em Diarreia Aguda Não Específica

A investigação tem analisado o papel da substância ativa na diarreia aguda de início súbito, que inclui condições caracterizadas por alterações episódicas ou agudas na função intestinal. Esta evidência baseia-se primordialmente em inúmeros ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA) de curto prazo e em subsequentes revisões sistemáticas e meta-análises de grande escala. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos onde, em comparação com um placebo, as populações observadas reportaram padrões em que o tempo medido até à última dejeção não moldada foi menor. Os dados demonstram padrões relacionados com a redução da frequência de fezes não moldadas durante os intervalos de tempo específicos estudados, que são tipicamente de 24 a 72 horas.

No entanto, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, que incluíram maioritariamente adultos saudáveis e imunocompetentes. A evidência é limitada no que diz respeito à avaliação da substância ativa em crianças muito jovens (especificamente com menos de 3 anos de idade), uma vez que este grupo foi excluído da maioria dos ensaios de elevada qualidade. Adicionalmente, existe informação limitada sobre resultados a longo prazo, dado que o foco da investigação incidiu sobre alterações de curto prazo durante um episódio agudo autolimitado.


Evidência para o uso na Diarreia do Viajante

O Tarmin foi estudado para a avaliação sintomática da diarreia do viajante em diversos ensaios controlados. A investigação explorou a utilização da substância ativa tanto como agente único, como em combinação com agentes antimicrobianos. Os resultados indicam padrões em que o tempo até à última dejeção não moldada foi observado como sendo mais curto no braço de tratamento combinado, em comparação com o antibiótico utilizado isoladamente. Estudos que envolveram a substância ativa como tratamento único para casos ligeiros a moderados também examinaram os padrões de frequência e consistência das fezes ao longo dos primeiros um a três dias. A duração do acompanhamento foi limitada na maioria destes estudos.


Evidência na Diarreia Crónica e em Patologias Intestinais Especializadas

A substância ativa do Tarmin foi avaliada em estudos para a investigação do alívio sintomático da diarreia crónica, particularmente em condições que apresentam ciclos de estabilidade e crises, tais como a Doença Inflamatória do Intestino (DII) não aguda. Esta base de investigação inclui ECA de pequena escala mais antigos e contextos observacionais que avaliam o funcionamento na vida quotidiana. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos onde a substância ativa foi associada a uma diminuição medida na contagem média diária de dejeções e a uma alteração na consistência. Para condições especializadas, como estomas de alto débito, a investigação examinou resultados relacionados com a redução do volume do efluente, um indicador medido de desequilíbrio sistémico ou funcional.


O que ainda permanece incerto no cenário da investigação

A evidência destaca o que é conhecido — e o que permanece incerto. A qualidade da evidência varia entre os estudos, particularmente para condições crónicas e utilizações especializadas, onde as amostras foram modestas ou as durações do acompanhamento foram limitadas. Verifica-se uma falta de evidência comparativa em relação a certas opções farmacológicas mais recentes. Globalmente, a investigação fornece um contexto, mas não previsões individuais, e as conclusões descrevem padrões de grupo, não resultados personalizados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Tarmin (FAQ)

P: O Tarmin é o mesmo tipo de medicamento que [nome de medicamento semelhante]?

R: A informação oficial define a substância ativa do Tarmin como pertencente à classe dos agonistas dos recetores opioides periféricos. Isto significa que atua retardando o movimento do intestino. A definição da sua classificação terapêutica fornece o contexto necessário para comparações com outros medicamentos.

P: O Tarmin requer exames laboratoriais especiais?

R: As fontes regulamentares aconselham que o Tarmin deve ser utilizado com precaução em doentes que apresentem insuficiência hepática. Isto deve-se ao facto de a função hepática reduzida poder aumentar a quantidade do fármaco no organismo. A monitorização médica para deteção de efeitos no sistema nervoso central (SNC) é por vezes aconselhada para doentes com problemas hepáticos, conforme mencionado nas orientações oficiais.

P: O Tarmin pode ser tomado com analgésicos comuns de venda livre?

R: As fontes regulamentares aconselham, geralmente, a consulta de um profissional de saúde antes de tomar quaisquer outros medicamentos sujeitos a receita médica, medicamentos não sujeitos a receita médica, vitaminas ou produtos à base de plantas com o Tarmin. Isto deve-se ao potencial de interações que podem afetar a concentração de Tarmin ou aumentar o risco de alterações graves nos sinais cardíacos.

P: O que devo saber sobre o Tarmin e a condução ou utilização de máquinas?

R: De acordo com a informação oficial do produto, o Tarmin pode causar efeitos secundários como cansaço, tonturas ou sonolência. É aconselhada precaução ao conduzir ou utilizar maquinaria enquanto estiver a tomar Tarmin. A informação oficial refere que devem ser evitadas atividades que exijam um estado de alerta total caso ocorra cansaço ou tonturas.

P: O que acontece se o Tarmin for tomado com álcool (informativo)?

R: A informação oficial sobre o fármaco indica que o consumo de álcool durante a toma de Tarmin pode aumentar o risco de certos efeitos secundários. Estes efeitos incluem cansaço, tonturas ou sonolência, que são conhecidos por serem causados pelo próprio medicamento. O potencial para este efeito aditivo é a razão pela qual o uso de álcool deve ser discutido com um profissional de saúde.

P: Quais são as razões mais comuns para os doentes interromperem o uso de Tarmin?

R: As orientações regulamentares estabelecem que o tratamento deve ser interrompido prontamente se não se observar melhoria no prazo de 48 horas ao tratar a diarreia aguda. Além disso, o medicamento deve ser parado se surgirem sinais de efeitos secundários graves, tais como obstipação, distensão abdominal ou uma condição grave denominada íleo.

P: Existe algum mecanismo específico mencionado nos documentos oficiais sobre como o Tarmin funciona?

R: Sim, os documentos oficiais descrevem que o Tarmin atua principalmente através da ligação ao recetor opioide na parede do intestino. Esta ação retarda a motilidade intestinal (movimento) e afeta o fluxo de água e eletrólitos através do intestino. O objetivo deste processo fisiológico é aumentar o tempo de absorção de água, o que pode ajudar a regular a consistência das fezes.

P: Porque é que é importante partilhar uma lista completa de medicamentos com um profissional de saúde antes de iniciar o Tarmin?

R: É importante porque o Tarmin é metabolizado (processado) por certas enzimas no corpo. A toma de outros medicamentos que bloqueiam estas enzimas pode aumentar significativamente a concentração de Tarmin na corrente sanguínea. Além disso, existe um risco sério de efeitos cardíacos aditivos quando o Tarmin é combinado com outros medicamentos conhecidos por afetarem o ritmo cardíaco.

P: O Tarmin é geralmente tomado por um curto período ou a longo prazo?

R: Para a diarreia aguda de início súbito, as orientações oficiais indicam que o uso é tipicamente de curto prazo, geralmente por não mais de 48 horas sem uma revisão médica profissional. No entanto, para o alívio sintomático de condições crónicas, o Tarmin pode ser prescrito para uso a longo prazo sob a direção de um profissional de saúde e com monitorização médica cuidadosa.

P: Pessoas com problemas de fígado podem utilizar Tarmin?

R: A informação oficial do produto refere que o Tarmin deve ser utilizado com precaução em doentes com insuficiência hepática. A redução do metabolismo de primeira passagem nestes indivíduos pode levar a níveis aumentados do fármaco no corpo. Se o medicamento for utilizado, a precaução e a monitorização são obrigatórias devido ao potencial de níveis elevados da substância no organismo.

P: O Tarmin foi estudado em crianças?

R: Os rótulos regulamentares oficiais afirmam que o Tarmin está contraindicado (proibido) em doentes em idade pediátrica com menos de 2 anos de idade devido ao risco de efeitos secundários graves. O uso em crianças dos 2 aos 12 anos é restrito e ocorre tipicamente apenas com supervisão médica específica.

P: Onde posso encontrar a informação regulamentar oficial sobre o Tarmin?

R: A informação regulamentar oficial pode ser acedida em recursos governamentais públicos, tais como a base de dados do Infarmed, o DailyMed da FDA, o recurso de Informação sobre Medicamentos MedlinePlus dos NIH e nos sites públicos de organismos reguladores nacionais como a EMA, MHRA ou Health Canada.

P: O Tarmin é considerado um medicamento que causa dependência?

R: Embora o Tarmin esteja quimicamente relacionado com a classe dos medicamentos opioides, não é classificado como uma substância controlada. No entanto, a informação oficial refere que foram reportados casos de abuso e uso indevido, principalmente quando o medicamento é tomado em doses muito superiores às recomendadas.

P: Qual é o consenso na investigação relativamente ao uso de Tarmin a longo prazo?

R: A informação oficial do produto refere que não foi observada tolerância ao efeito antidiarreico em estudos. O uso a longo prazo está aprovado para a diarreia crónica sob supervisão médica, mas os rótulos regulamentares aconselham precaução e monitorização de potenciais complicações.

P: A hora do dia importa ao tomar Tarmin (não diretivo)?

R: Para a diarreia aguda, a informação regulamentar indica que a dosagem é baseada em episódios, o que significa que é tomada após cada dejeção não moldada, independentemente da hora do dia. Para o uso crónico, a quantidade diária total pode ser administrada como uma dose única ou doses divididas, não sendo habitualmente obrigatória uma hora específica do dia.

P: Quanto tempo permanece o Tarmin no sistema após a interrupção do tratamento?

R: Os dados farmacocinéticos oficiais indicam que o Tarmin tem uma semivida de eliminação média de 9 a 14 horas. Este intervalo de tempo é utilizado para estimar quanto tempo a substância ativa permanece no sistema após a toma da última dose.

P: O que significa se o Tarmin for um medicamento de uma lista ou escalão específico (como "Schedule IV")?

R: O Tarmin não é classificado como uma substância controlada e não possui uma designação de escalão especial de controlo. Isto significa que não está sujeito às regras e regulamentos específicos estabelecidos para medicamentos estupefacientes ou psicotrópicos no que respeita à prescrição, dispensa e rastreio de inventário.

Como Tarmin deve ser armazenado e descartado?

Instruções de Armazenamento e Eliminação do Tarmin

Requisitos de Conservação

O Tarmin deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C. O produto deve ser mantido no seu recipiente original com a tampa bem fechada e protegido da luz e da humidade. O armazenamento na casa de banho é desaconselhado devido ao risco de calor e humidade excessivos. Não utilize o produto se a embalagem original inviolável estiver danificada.

Segurança Infantil e Eliminação

Todos os medicamentos, incluindo o Tarmin, devem ser guardados fora da vista e do alcance das crianças e mantidos num local seguro e fechado. A eliminação de medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade deve seguir as orientações regulamentares oficiais. O método preferencial é a utilização de um programa de retoma de medicamentos. Se não estiver disponível um programa deste tipo, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável, colocado num saco selado e eliminado no lixo doméstico. O produto não deve ser deitado na sanita nem libertado para o meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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