Evidência Clínica Recente
Investigação sobre o Tamol
A investigação científica tem analisado se o Tamol, enquanto opção terapêutica, pode estar associado a alterações nos sintomas em indivíduos com Doença Crónica (DC) moderada a grave. Os estudos examinaram se o alvo da investigação está relacionado com mudanças na frequência e na gravidade das exacerbações (surtos).
Os ensaios clínicos avaliaram se os participantes registaram alterações na intensidade dos sintomas. Alguns estudos documentaram mudanças iniciais nas medidas de resultados após várias semanas de tratamento.
Principais Ensaios Clínicos
O portefólio de investigação do Tamol inclui vários ensaios controlados e aleatorizados (ECA) de Fase 2 e Fase 3, envolvendo participantes adultos com diagnóstico de Doença Crónica.
No Ensaio-A, um estudo aleatorizado de Fase 3 de larga escala com 1.200 participantes, analisou-se se os indivíduos que receberam Tamol atingiram os objetivos do estudo com maior frequência do que os que receberam Placebo, focando-se na comparação direta entre ambos. O Ensaio-B, também de Fase 3 e com 800 participantes, investigou a utilização do Tamol em conjunto com um padrão terapêutico estabelecido (SoC), com resultados analisados ao longo de um período de 52 semanas. Por fim, o Ensaio-C, um estudo de Fase 2 com 350 participantes, centrou-se na potencial tolerabilidade de uma dose de Tamol superior à dose padrão, cujos resultados preliminares serviram para definir os níveis de dosagem aplicados em ensaios de fase posterior.
Monitorização a Longo Prazo
Foram realizadas pesquisas sobre as características do fármaco através de estudos de longo prazo que acompanharam os resultados do Tamol em participantes adultos. Estas investigações seguiram coortes durante um período de até dois anos para monitorizar a ocorrência de eventos. Estes estudos de longo prazo permitiram acompanhar uma variedade de eventos adversos comunicados pelos participantes ao longo de todo o programa de ensaios clínicos.