Susa

Links rápidos para seções importantes

Susa

Método de ação: Bronchodilator, Tocolytic

Opção de tratamento: Bronchitis, Bronchospasm, Asthma,Prevention

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Susa

Identidade e Classificação Farmacológica

O Susa é um medicamento que contém a substância ativa fenoterol, quimicamente definida como um composto orgânico sintético e classificada como um agonista seletivo dos recetores adrenérgicos beta-2 (agonista beta2-adrenérgico). Esta classificação insere-o na família dos agentes simpatomiméticos, que são clinicamente reconhecidos pela sua ação rápida no sistema respiratório. A utilidade do fenoterol como um broncodilatador eficaz na gestão da obstrução das vias respiratórias é fundamentada por estudos farmacológicos e reconhecida globalmente em diretrizes médicas. Esta conclusão significa que o medicamento está cientificamente comprovado como auxiliador no relaxamento e na abertura das passagens de ar que se encontram estreitadas.


Composição, Forma e Finalidade Geral

A substância ativa fenoterol é administrada diretamente nos pulmões através da via inalatória, sendo preparada principalmente como uma solução para inalação ou um aerossol para inalador pressurizado (MDI). Este método de administração é uma característica fundamental, distinguindo-o de medicamentos orais ao fornecer uma entrega local direcionada ao local de ação nos brônquios. O produto é tipicamente uma formulação de ingrediente único, concentrando o efeito terapêutico inteiramente na ação broncodilatadora do fenoterol, que é essencial para o alívio imediato. A investigação sobre a eficácia dos agonistas beta-2 enfatiza o seu papel fundamental na obtenção de um alargamento rápido das vias aéreas, confirmando o seu benefício em situações que requerem o alívio imediato da falta de ar. O objetivo central do Susa é o relaxamento do músculo liso brônquico, o que ajuda a aliviar o desconforto físico agudo associado ao estreitamento súbito das vias respiratórias, conhecido como broncoespasmo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Susa?

Efeitos Secundários e Informações de Segurança

Tal como todos os medicamentos, este tratamento pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A compreensão destes riscos e a monitorização de quaisquer alterações na saúde são fundamentais para garantir a segurança durante a utilização da medicação.

Efeitos Secundários Comuns

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência são geralmente de natureza ligeira a moderada. Estes podem incluir náuseas, fadiga ou dores de cabeça. Em muitos casos, estes sintomas tendem a diminuir à medida que o corpo se adapta ao medicamento. Se estes efeitos persistirem ou se tornarem incomodativos, é aconselhável consultar um profissional de saúde.

Reações Graves e Precauções

Embora raras, podem ocorrer reações mais graves. Estas podem incluir reações alérgicas, caracterizadas por erupções cutâneas, inchaço da face ou dificuldade em respirar. Perante qualquer sinal de uma reação alérgica grave, deve procurar-se assistência médica imediata.

É importante informar o médico sobre quaisquer condições médicas pré-existentes ou outros medicamentos que estejam a ser tomados, incluindo suplementos e produtos fitoterapêuticos, para evitar interações medicamentosas indesejadas.

Monitorização e Segurança

Os doentes devem ser monitorizados regularmente para avaliar a eficácia do tratamento e detetar precocemente possíveis efeitos adversos. Não deve interromper a toma do medicamento nem alterar a dosagem sem orientação médica prévia. A segurança a longo prazo depende da adesão rigorosa ao regime prescrito e da comunicação aberta com a equipa de cuidados de saúde.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem de Susa (fenoterol) conduz a uma exacerbação dos seus efeitos farmacológicos conhecidos, resultando especificamente de uma estimulação beta-adrenérgica excessiva. Devido ao potencial para resultados graves e que podem colocar a vida em risco, deve procurar-se assistência médica imediata se ocorrerem sintomas de sobredosagem, se a utilização exceder significativamente a quantidade prescrita ou se o medicamento não estiver a funcionar conforme esperado. O contacto com os serviços de emergência é obrigatório perante a presença de sintomas graves.

Manifestações clínicas documentadas

A sobredosagem pode apresentar-se com uma variedade de sinais cardiovasculares e sistémicos. As manifestações clínicas documentadas incluem taquicardia grave (ritmo cardíaco acelerado), palpitações, tremores e nervosismo. Os efeitos cardiovasculares podem envolver tanto hipertensão como hipotensão grave. Estão também documentadas perturbações metabólicas clinicamente significativas, nomeadamente a hipocalemia (níveis baixos de potássio no sangue) e a hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue).

Resultados graves e gestão clínica

Os resultados que colocam a vida em risco reportados em documentos regulamentares incluem arritmias graves e paragem cardíaca. Têm sido associados casos fatais à utilização excessiva de fármacos simpaticomiméticos inalados. A gestão clínica é estritamente sintomática e de suporte. Esta abordagem inclui a monitorização contínua obrigatória do eletrocardiograma (ECG), dos sinais vitais e dos níveis séricos de potássio e de glicose no sangue. Não existe um antídoto específico documentado e a utilização de betabloqueadores deve ser aplicada com extrema precaução, devido ao risco de induzir broncoespasmo grave.

Usos terapêuticos de Susa

Para que serve o Susa: Principais utilizações e benefícios

O Susa é habitualmente utilizado para auxiliar em situações que envolvem sintomas de desconforto físico e mal-estar sintomático agudo associados a condições caracterizadas por períodos de agravamento dos sintomas, tais como a asma brônquica e a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica). De acordo com as orientações médicas sobre esta classe terapêutica, o medicamento é aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional.

Este fármaco ajuda a abordar conjuntos de sintomas que surgem subitamente ou que se intensificam rapidamente, incluindo falta de ar grave (dispneia), pieira percetível e uma sensação restritiva de aperto no peito. O medicamento pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica que pode surgir durante o esforço físico, o que é considerado relevante para a prevenção de dificuldades respiratórias desencadeadas pela atividade física.

Domínios dos Sintomas

O Susa é considerado relevante em condições marcadas por manifestações episódicas ou flutuantes, sendo comummente utilizado para episódios sintomáticos agudos em patologias como a asma, a bronquite crónica e o enfisema. Este medicamento é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, abordando episódios agudos ou recorrentes onde a gestão de suporte dos sintomas é adequada.

Facto Rápido: Suporte para sintomas relacionados com a constrição aguda das vias respiratórias.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Susa?

A elegibilidade populacional para o Susa (fenoterol) é estritamente definida pela documentação regulamentar oficial, focando-se em condições de saúde específicas e restrições etárias.

Populações com contraindicação

O Susa está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao fenoterol ou aos seus excipientes, Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva (CMHO) ou antecedentes de taquiarritmia.

Restrições por idade e comorbilidades

As informações oficiais estabelecem que a utilização em crianças com idade inferior a 14 anos não é recomendada. O seu uso requer uma avaliação regulamentar cuidadosa e está restringido em doentes com certas comorbilidades cardiovasculares e metabólicas. Estas incluem condições como doenças cardíacas orgânicas graves, hipertensão não controlada, enfarte do miocárdio recente e diabetes mellitus insuficientemente controlada.

Estado de gravidez e aleitamento

A utilização durante a gravidez é considerada essencial apenas mediante orientação médica específica e é restringida nas fases finais da gestação, devido à capacidade documentada do medicamento para inibir o trabalho de parto. É aconselhada precaução durante o aleitamento, uma vez que a substância é secretada no leite materno.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Susa (fenoterol) é definido por interações farmacodinâmicas que afetam a eficácia e o risco de reações adversas, não existindo interações documentadas baseadas nas enzimas do Citocromo P450 (CYP) ou em transportadores de fármacos.

Medicamentos que podem reduzir a eficácia

A utilização de bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos (betabloqueadores) pode antagonizar a ação broncodilatadora do Susa, o que pode levar a uma redução grave da sua eficácia.

Medicamentos que aumentam o risco de reações adversas

A administração conjunta com outros beta-miméticos ou agentes simpaticomiméticos aumenta o risco e a gravidade de reações adversas cardiovasculares. A coadministração com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) ou Antidepressivos Tricíclicos está documentada como amplificadora dos efeitos do Susa no sistema vascular, o que aumenta o risco de eventos adversos cardiovasculares. Adicionalmente, a administração concomitante de anestésicos por hidrocarbonetos halogenados pode aumentar a suscetibilidade a efeitos cardiovasculares.

Potenciação da hipocalemia sistémica

Uma restrição significativa envolve a potenciação da hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue). A informação oficial indica que os diuréticos (especificamente os não poupadores de potássio), os corticosteroides e os derivados da xantina podem intensificar a hipocalemia induzida pela terapêutica com beta-agonistas. Este efeito de alteração eletrolítica aumenta a suscetibilidade a arritmias em doentes que recebam simultaneamente um glicosídeo cardíaco, como a digoxina.

Interações com substâncias não medicinais

Relativamente a substâncias não medicinais, o perfil oficial inclui uma restrição ao consumo de álcool, uma vez que este pode agravar os efeitos secundários do medicamento. Não estão explicitamente documentadas regras obrigatórias de intervalo de tempo entre as administrações na informação regulamentar de prescrição.

Mecanismo de ação

Modulação Seletiva de Canais Iónicos

O Susa atua como um inibidor seletivo da proteína do canal de sódio dependente de voltagem Na V1.8. Este mecanismo ativa um processo regulador fundamental através da ligação a um local específico no domínio de deteção de voltagem do canal (VSD2).


Estabilização Alostérica do Canal

O medicamento utiliza um mecanismo de ação alostérico para estabilizar o canal Na V1.8 no seu estado fechado. Esta modificação a nível molecular impede a abertura do canal e a consequente iniciação do impulso elétrico correspondente.


Regulação da Sinalização Neuronal

Ao bloquear seletivamente estes canais, o Susa suprime a geração e a propagação de sinais elétricos nos neurónios sensoriais periféricos. Esta modificação das etapas moleculares iniciais na cascata de sinalização resulta numa alteração da transmissão de sinais elétricos para o sistema nervoso central.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Susa

A utilização do Susa (fenoterol) está estritamente definida pelas diretrizes regulamentares como um broncodilatador de curta duração para o alívio de sintomas conforme necessário, administrado exclusivamente por via inalatória oral. O medicamento está disponível sob a forma de inalador pressurizado (MDI), que geralmente contém 100 µg por pressurização, ou como solução para inalação destinada a nebulização.

Padrões Oficiais de Dosagem e Frequência

As instruções oficiais estabelecem protocolos específicos para o tempo e as doses máximas permitidas para uso agudo e intermitente, reforçando o papel do medicamento na gestão dos sintomas.

Contexto de Utilização Dose Padrão (MDI 100 µg/pressurização) Limite do Procedimento
Alívio de Sintomas Agudos Iniciar com 1 pressurização. Pode repetir-se com uma segunda pressurização após 5 minutos se a respiração não melhorar visivelmente. Se os sintomas não forem aliviados após um total de 4 pressurizações, é necessária uma consulta médica imediata.
Gestão Intermitente de Sintomas 1 a 2 pressurizações por administração. Limite máximo diário de 8 pressurizações.
Prevenção de Broncoespasmo Induzido pelo Exercício 1 a 2 pressurizações administradas 15 a 30 minutos antes do exercício. Incluído no limite máximo de 8 pressurizações.

Requisitos de Administração e Procedimentais

Uma vez que o fenoterol é utilizado como um tratamento conforme necessário, o conceito de dose esquecida não se aplica. O uso é condicional à presença de sintomas ou a um requisito preventivo. Para uso pediátrico, o regime padrão de dosagem aguda para adultos aplica-se a crianças com mais de 6 anos, mas a administração deve ocorrer sob supervisão de um adulto. Se utilizar o MDI, o dispositivo requer uma preparação antes da primeira utilização ou após um período prolongado sem uso. Quando a solução para inalação é utilizada, pode ser necessária a diluição com solução de cloreto de sódio estéril a 0,9% para atingir o volume necessário para a nebulização.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Susa

Esta síntese resume o tipo de investigação oficial que foi realizada sobre o Susa (fenoterol) e os padrões que foram observados nos estudos, destacando simultaneamente áreas onde a evidência permanece incerta. Esta informação é puramente descritiva e não constitui aconselhamento médico.

Evidência na obstrução aguda das vias respiratórias na asma

A investigação que explora a utilização do Susa para sintomas súbitos ou agudos relacionados com a asma inclui, principalmente, ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de curta duração. A investigação analisou a aplicação do medicamento em populações de estudo que incluíram adultos e crianças com sintomas reversíveis das vias respiratórias.

Os estudos focaram-se na medição de resultados funcionais pulmonares fundamentais, tais como o Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (FEV1) e o Pico de Fluxo Expiratório (PEF). Estas medidas funcionais são utilizadas para avaliar o grau de resposta das vias respiratórias observado durante o período do estudo. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos que incluem medições destes parâmetros funcionais em intervalos curtos de tempo (minutos a algumas horas).

Devido ao facto de este composto ser utilizado há muitos anos, muitos dos estudos centrais são históricos. A investigação focada no seu papel nos protocolos atuais de gestão internacional é frequentemente limitada. A duração do acompanhamento foi limitada nestes estudos, o que significa que existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo da utilização do fenoterol como tratamento de manutenção isolado.

Evidência na gestão de sintomas na DPOC

O Susa foi estudado para a sua utilização em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). A investigação incluiu ECA e ensaios que analisaram a utilização do Susa em produtos de combinação de dose fixa com outros medicamentos inalados. A investigação analisou resultados relacionados com o desconforto físico e resultados que refletem o funcionamento diário, tais como alterações na gravidade geral dos sintomas.

Uma limitação fundamental é que grande parte da evidência disponível se foca na classe de fármacos em geral, ou especificamente na utilização do medicamento como terapêutica combinada, o que significa que escasseia evidência comparativa para o Susa isolado na gestão moderna da DPOC a longo prazo. A qualidade da evidência varia entre os estudos e os dados para certos grupos permanecem insuficientes dentro da população com DPOC estudada.

Evidência na prevenção de dificuldades respiratórias induzidas pelo exercício

Os estudos exploraram a utilização do Susa para prevenir dificuldades respiratórias desencadeadas pela atividade física. Estes ensaios utilizaram frequentemente estudos de provocação clínica controlada de curta duração, onde os investigadores analisaram a capacidade do medicamento em proporcionar broncoproteção, medindo o grau de queda na função pulmonar (FEV1) após o esforço físico.

A investigação oferece uma visão limitada sobre os padrões a longo prazo ou sobre o potencial de diminuição de resposta quando o Susa é utilizado regularmente durante um período prolongado para esta indicação preventiva específica. Os resultados descrevem padrões de grupo, não resultados individuais, e aplicam-se apenas às populações estudadas.

Principais limitações e áreas de incerteza na base de investigação

A evidência sobre o Susa contribui para a compreensão dos padrões de sintomas e das alterações funcionais a curto prazo. As principais limitações incluem o facto de muitos dos estudos regulamentares serem históricos e de a investigação focada no papel do medicamento no contexto dos protocolos modernos de gestão a longo prazo estar frequentemente menos caracterizada. Grande parte dos dados atuais é observacional ou foca-se em produtos de combinação de dose fixa, em vez do fenoterol isoladamente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Susa (FAQ)


P: O Susa atua de imediato ou demora algum tempo a fazer efeito?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, o fenoterol é descrito como tendo um início de ação rápido. O medicamento foi concebido para proporcionar uma broncodilatação célere para o alívio imediato de sintomas respiratórios agudos.


P: O Susa destina-se a uma utilização a longo prazo?

R: O Susa é formalmente classificado como um broncodilatador de curta duração, destinado ao alívio de sintomas conforme necessário. Os protocolos de dosagem oficiais definem a sua utilização para necessidades agudas ou intermitentes, tais como antes do exercício, e não como um tratamento de manutenção a longo prazo para uma condição crónica.


P: Existem alimentos comuns que devam ser evitados ao tomar Susa?

R: As informações oficiais de segurança indicam que a ingestão de alimentos com elevado teor de açúcar e hidratos de carbono deve ser restringida durante a utilização deste medicamento. Esta restrição baseia-se no potencial do Susa para afetar os níveis de glicose no sangue.


P: O Susa afeta os padrões de sono?

R: Os documentos regulamentares listam os efeitos secundários de agitação e nervosismo na categoria de perturbações psiquiátricas. Uma vez que o Susa pertence à classe de medicamentos dos agentes simpaticomiméticos, pode causar efeitos no sistema nervoso central que podem levar a uma perturbação geral do sono.


P: O Susa pode ser tomado com suplementos como vitaminas ou produtos fitoterapêuticos?

R: A informação regulamentar oficial indica a importância de comunicar todos os medicamentos, suplementos e remédios fitoterapêuticos ao profissional de saúde. As informações do produto também incluem restrições específicas ao consumo de álcool e notas de precaução relativas à cafeína e a dietas ricas em açúcares e hidratos de carbono.


P: Sabe-se se o Susa interage com a cafeína?

R: As orientações oficiais de segurança indicam que a cafeína é uma substância a ser evitada ou limitada no perfil do produto. A restrição é assinalada porque o consumo de cafeína pode aumentar o risco de certos efeitos secundários, tais como palpitações (batimento cardíaco rápido ou irregular) e nervosismo.


P: Os idosos podem utilizar o Susa?

R: O rótulo oficial aconselha precaução em doentes que apresentem certas condições subjacentes comuns em adultos mais velhos, tais como doenças cardíacas graves ou diabetes insuficientemente controlada. O rótulo oficial sugere que a utilização de Susa requer uma avaliação cuidadosa da relação benefício-risco nestas populações.


P: O Susa é seguro se alguém tiver problemas hepáticos ligeiros?

R: O rótulo contraindica a utilização em casos de insuficiência hepática grave. Quando existem problemas hepáticos ligeiros, a utilização de Susa está sujeita ao julgamento clínico baseado no perfil individual do doente.


P: É possível tomar Susa se eu for intolerante à lactose?

R: O Susa não é um comprimido ou cápsula, sendo fornecido como uma solução para inalação ou um aerossol através de um inalador pressurizado (MDI). É improvável que estes tipos específicos de formulações contenham lactose como ingrediente inativo.


P: Quais as cores ou marcações existentes no comprimido de Susa?

R: O Susa não está disponível sob a forma de comprimido ou cápsula, pelo que não possui cores ou marcações tipicamente encontradas em medicação oral. O produto é fornecido como uma solução para inalação ou um aerossol para um inalador pressurizado (MDI), que consiste num recipiente pressurizado.


P: O Susa pode agravar uma ansiedade já existente?

R: Como agente simpaticomimético, o Susa tem o potencial de causar efeitos estimulantes. Os documentos regulamentares listam a agitação e o nervosismo entre os possíveis efeitos secundários na categoria de perturbações psiquiátricas.


P: Tomar Susa pode afetar o meu humor?

R: Os documentos regulamentares listam efeitos secundários na categoria de perturbações psiquiátricas, que incluem agitação e nervosismo. Estes efeitos documentados estão relacionados com o humor e a afetividade do utilizador.


P: O Susa afeta os níveis de açúcar no sangue?

R: As informações oficiais de segurança indicam que o Susa pode causar um aumento nos níveis de glicose no sangue por ser um agonista beta2. As informações do produto referem a necessidade de precaução em doentes com diabetes mellitus insuficientemente controlada.


P: Quanto tempo após interromper o Susa é que o medicamento costuma abandonar o organismo?

R: Estudos farmacocinéticos detalhados em documentos regulamentares mostram que o fenoterol é eliminado do plasma em duas fases. A semivida terminal — o tempo que demora para que metade do fármaco seja eliminada — é de aproximadamente 4,87 horas. A semivida terminal fornece uma estimativa da eliminação do fármaco do sistema.


P: O Susa pode ser partido ou esmagado se o comprimido for demasiado grande?

R: O Susa não está disponível como um comprimido ou cápsula que possa ser partido ou esmagado. É fornecido como uma solução para inalação ou um aerossol para um inalador pressurizado (MDI). O produto foi concebido para ser utilizado apenas através do dispositivo de inalação adequado.


P: O Susa interage com medicamentos comuns para a tensão arterial?

R: A informação oficial do medicamento refere que o Susa interage com vários tipos de medicamentos para a tensão arterial. Por exemplo, os betabloqueadores podem reduzir a eficácia do Susa e certos diuréticos podem aumentar o risco de níveis baixos de potássio, conhecidos como hipocalemia.


P: Quais são os principais riscos associados ao Susa para doentes com problemas cardíacos?

R: Os documentos regulamentares listam condições cardíacas específicas que contraindicam a utilização de Susa, incluindo a Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva (CMHO) e certas taquiarritmias (ritmos cardíacos rápidos). Existe também um risco documentado de arritmias quando o Susa é utilizado em conjunto com glicosídeos cardíacos, porque a combinação pode causar níveis baixos de potássio.


P: O Susa é considerado uma substância controlada de Classe IV?

R: De acordo com as autoridades de classificação de medicamentos dos EUA e as principais autoridades internacionais, o Susa (fenoterol) não está classificado como uma substância controlada federalmente. Isto significa que não está listado como tendo potencial de dependência ou vício sob esses sistemas regulamentares.


P: Porque existem avisos sobre conduzir ou operar máquinas enquanto se toma Susa?

R: O rótulo oficial do produto inclui o conselho de que os doentes devem ter precaução em atividades como conduzir ou operar máquinas. Isto deve-se ao facto de terem sido reportados efeitos secundários como tonturas em ensaios clínicos, que podem prejudicar as capacidades motoras ou o julgamento.


P: A hora do dia a que tomo o Susa é importante?

R: O Susa foi concebido como um tratamento para usar quando necessário. Portanto, a hora do dia é geralmente menos relevante do que a presença de sintomas. A principal regra de temporização é que deve ser tomado 15 a 30 minutos antes do exercício quando utilizado para prevenção.


P: Existem instâncias conhecidas de o Susa não funcionar para certos grupos de doentes?

R: A evidência científica resumida nos documentos regulamentares indica que os dados são limitados ou insuficientes para certos grupos de doentes, particularmente no que diz respeito aos resultados a longo prazo do Susa como tratamento isolado nos protocolos modernos de gestão da DPOC.

Como Susa deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Susa?

O Susa (Fenoterol MDI) deve ser conservado e manuseado estritamente de acordo com as instruções regulamentares oficiais, que se focam na integridade e segurança do recipiente pressurizado.

Requisitos de conservação

O produto deve ser guardado num local fresco e seco e mantido fora do alcance e da vista das crianças. O frasco pressurizado deve ser protegido do calor e da luz solar direta. É obrigatório que o recipiente não seja exposto a temperaturas superiores a 50°C e não deve ser perfurado ou aberto à força.

Instruções de eliminação

A eliminação deve cumprir as diretrizes para resíduos farmacêuticos. O Susa não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser deitado no lixo doméstico nem eliminado através de águas residuais ou canos. O produto e o seu recipiente devem ser geridos através de uma unidade de tratamento de resíduos aprovada ou devolvidos a uma farmácia, de acordo com os regulamentos ambientais locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Susa encontrado em:

ÍNDICE A-Z: