Surpass

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Surpass

O que é o Surpass?

O Surpass é um medicamento injetável indicado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2. A sua substância ativa é a tirzepatida, que pertence a uma classe de fármacos conhecidos como agonistas dos recetores do polipeptídeo insulinotrópico dependente de glucose (GIP) e do péptido-1 semelhante ao glucagon (GLP-1).

Este medicamento atua mimetizando as hormonas naturais que o corpo produz após as refeições. Ao ativar estes recetores, o Surpass ajuda o pâncreas a libertar a quantidade adequada de insulina quando os níveis de açúcar no sangue estão elevados. Além disso, contribui para reduzir a quantidade de açúcar produzida pelo fígado e atrasa a velocidade com que os alimentos saem do estômago, o que pode auxiliar no controlo da glicemia e na gestão do peso corporal.

O Surpass é geralmente prescrito como um complemento à dieta e ao exercício físico. Pode ser utilizado isoladamente em doentes que não conseguem tolerar a metformina ou em combinação com outros medicamentos antidiabéticos quando estes não são suficientes para controlar os níveis de açúcar no sangue de forma eficaz.

Quais efeitos secundários são possíveis com Surpass?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança do Surpass (Diclofenac) está oficialmente documentado pelas autoridades regulamentares, com as potenciais reações adversas classificadas por frequência e pelo envolvimento de Classes de Sistemas de Órgãos (SOCs) específicas. Os efeitos documentados com maior frequência são classificados como Comuns, envolvendo frequentemente o Sistema Gastrointestinal, e podem incluir náuseas, diarreia, dor abdominal, indigestão, cefaleias, tonturas e elevação das enzimas hepáticas.


Reações Adversas Graves e Padrões de Segurança

O rótulo regulamentar documenta explicitamente o risco de Reações Adversas Graves que, embora raras, são consideradas clinicamente significativas. Estas incluem situações potencialmente fatais de hemorragia gastrointestinal, ulceração ou perfuração, que podem ocorrer em qualquer momento durante o tratamento, frequentemente sem sintomas de alerta. Adicionalmente, é assinalado um risco acrescido de eventos trombóticos cardiovasculares, tais como o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral, sendo que este risco aumenta com doses mais elevadas e durações de utilização mais longas.

Outros eventos graves documentados no texto regulamentar incluem reações cutâneas graves (por exemplo, Síndrome de Stevens-Johnson) e toxicidade hepática ou renal potencialmente severa.


Considerações de Segurança para Populações Específicas

As informações de prescrição oficiais definem restrições de segurança específicas para certas populações. Os adultos mais velhos são oficialmente referidos como estando em maior risco de desfechos graves, particularmente eventos gastrointestinais fatais. O medicamento é contraindicado para doentes com insuficiência cardíaca congestiva estabelecida (classes NYHA II-IV), compromisso orgânico grave (hepático ou renal) e durante o terceiro trimestre de gravidez, devido a riscos específicos para o feto. Além disso, a sua utilização é restrita em doentes com historial de asma sensível à aspirina.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem com Surpass aborda a toxicidade potencial dos seus componentes, o Diclofenac e o Carbonato de Cálcio. Uma sobredosagem pode manifestar-se através de sinais documentados que afetam principalmente o sistema nervoso central, tais como confusão, sonolência, cefaleias ou agitação, a par de perturbações gastrointestinais, incluindo náuseas, vómitos (que podem conter sangue) e dor epigástrica. Outras manifestações documentadas incluem tonturas, visão turva e acufenos (zumbidos nos ouvidos).

Uma sobredosagem grave está associada a desfechos potencialmente fatais que requerem intervenção imediata. Estes sinais críticos incluem a possibilidade de convulsões, coma e insuficiência renal aguda. Eventos gastrointestinais graves, como hemorragia e perfuração, são também riscos documentados, particularmente na população idosa. O componente mineral pode causar sintomas relacionados com a hipercalcemia, tais como fraqueza ou confusão.

Procure ajuda médica imediatamente se suspeitar de uma sobredosagem. As orientações governamentais instruem explicitamente o contacto imediato com um Centro de Informação Antivenenos ou com os serviços de emergência. O rótulo oficial refere que não se conhece um antídoto específico para o componente Diclofenac. A gestão é sintomática e de suporte, sendo que os procedimentos de emergência podem incluir a monitorização de sinais vitais, ECG, e a realização de análises ao sangue e à urina, podendo o carvão ativado ser considerado no caso de ingestões orais volumosas.

Usos terapêuticos de Surpass

O que o Surpass trata: principais utilizações e benefícios

O Surpass (Diclofenac/Carbonato de Cálcio) é habitualmente utilizado para auxiliar no alívio de sintomas associados a estados inflamatórios ou irritativos em diversas áreas terapêuticas, predominantemente em contextos musculoesqueléticos e quadros agudos.

Esta classe de medicação é geralmente utilizada para tratar sintomas de várias formas de artrite e outras condições inflamatórias. É relevante para a gestão de patologias caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas, tais como a Osteoartrite, a Artrite Reumatoide, a Espondilite Anquilosante, crises agudas de gota e dor decorrente de lesões nos tecidos moles, como distensões, entorses ou tendinites. O medicamento é também pertinente para o alívio de desconfortos episódicos, incluindo enxaquecas agudas e dismenorreia primária (dores menstruais).

"É aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, apoiando o doente durante episódios difíceis através do alívio do mal-estar."

Este medicamento oferece um alívio de suporte e pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional. A formulação tópica é aplicada quando apropriado para a gestão localizada do desconforto em articulações periféricas específicas.


Uso Terapêutico Relevante: Dor e Rigidez Musculoesquelética

É comummente utilizado para abordar conjuntos de sintomas que incluem dor articular, inchaço e rigidez, ajudando a diminuir a carga sintomática global em condições inflamatórias crónicas e agudas.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Surpass? Informação Regulamentar Oficial

A elegibilidade para o uso do Surpass (Diclofenac/Carbonato de Cálcio) é determinada por classificações regulamentares oficiais que estabelecem proibições absolutas e requisitos para uma utilização condicionada.

Populações para as Quais o Uso é Contraindicado

As contraindicações proíbem estritamente a utilização do Surpass em diversos grupos, devido principalmente ao componente anti-inflamatório (AINE), o Diclofenac:

  • Doentes com hipersensibilidade conhecida ao diclofenac, à aspirina ou a qualquer outro Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE).
  • Doentes com historial de asma, urticária ou reações de tipo alérgico induzidas por AINEs.
  • Doentes em recuperação de uma cirurgia de bypass coronário (revascularização do miocárdio).
  • Mulheres grávidas a partir das 30 semanas de gestação e posterior (terceiro trimestre).
  • Doentes com ulceração, hemorragia ou perfuração gastrointestinal ativa.
  • Doentes com insuficiência hepática grave ou insuficiência renal grave (Taxa de Filtração Glomerular inferior a 15 mL/min/1,73 m²).

Restrições Condicionais e Relacionadas com a Idade

Grupo Populacional Estatuto Regulamentar
Crianças e Adolescentes (Menores de 18 anos) Utilização Não Estabelecida (A segurança e eficácia não estão demonstradas para a maioria das formulações).
Adultos Mais Velhos (Uso Geriátrico) Indica-se Precaução (Recomenda-se a utilização da dose eficaz mais baixa devido ao risco acrescido de reações adversas).
Gravidez (20 a 30 Semanas) Utilização Restrita/Limitada (Devido ao risco de disfunção renal fetal).
Disfunção Ligeira a Moderada Requer-se Precaução (Aplica-se a disfunção renal ou hepática ligeira a moderada e hipertensão não controlada).

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações regulamentares oficiais do Surpass, um produto de combinação que contém Diclofenac (AINE) e Carbonato de Cálcio (Antiácido), documentam diversos padrões de interação.

Classificações de Interação e Restrições

Classificação Restrição
Combinações Contraindicadas A coadministração com outros AINEs sistémicos e doses terapêuticas analgésicas de Aspirina é restrita devido ao risco combinado de eventos gastrointestinais graves, incluindo hemorragia e ulceração.
Regras Baseadas no Tempo É necessária a separação obrigatória da administração ao tomar certos fármacos (por exemplo, Levotiroxina ou antibióticos específicos) devido ao componente Carbonato de Cálcio, que pode reduzir a sua absorção.

Padrões de Interação Documentados

A coadministração com outros medicamentos pode resultar em três padrões principais de interação, conforme indicado nas fontes regulamentares:

  • Riscos Farmacodinâmicos Aditivos: A combinação do Surpass com agentes como Anticoagulantes (ex.: Varfarina), SSRIs/SNRIs ou Corticosteroides aumenta o risco de hemorragia ou de eventos adversos gastrointestinais. Além disso, a combinação com Diuréticos ou Inibidores da ECA/ARA II pode reduzir o efeito anti-hipertensor destes e acarreta um risco aditivo de compromisso da função renal.
  • Modificação da Exposição: Ocorrem interações com Inibidores da CYP2C9 (aumentando os níveis plasmáticos de Diclofenac) e com Indutores da CYP2C9 (diminuindo os níveis plasmáticos). O Diclofenac pode também reduzir a depuração renal de agentes coadministrados, como o Lítio e o Metotrexato, levando ao aumento das concentrações plasmáticas destas substâncias.
  • Considerações Especiais: Em doentes idosos e naqueles com função renal comprometida, a gravidade dos eventos adversos mediados por interações, tais como o compromisso renal ou a hemorragia gastrointestinal, é referida como sendo acrescida.

O perfil regulamentar define a estrutura das interações através destes condicionalismos farmacodinâmicos, farmacocinéticos e de quelação física, estabelecendo proibições específicas e intervalos de administração necessários.

Mecanismo de ação

Como funciona o Surpass

A ação primária deste fármaco é exercida pelo Diclofenac através da inibição competitiva das enzimas Ciclooxigenase (COX), especificamente a COX-1 e a COX-2. Esta ligação molecular impede a conversão do ácido araquidónico em prostaglandinas pró-inflamatórias (PGE2), suprimindo um passo crítico na cascata do ácido araquidónico. Esta interferência diminui a sensibilização química dos nociceptores periféricos e modula a acumulação local de fluidos e a vasodilação, contribuindo para a modulação das respostas inflamatórias localizadas.

O segundo componente, o Carbonato de Cálcio, exerce um mecanismo de neutralização ácida não sistémico através de um tamponamento químico rápido. Ao reagir com o ácido clorídrico gástrico (HCl), eleva rapidamente o pH do lúmen gástrico. Esta ação funcional complementa a inibição sistémica da COX-1 ao reduzir a acidez gástrica, abordando assim a perda de produção de prostaglandinas protetoras na mucosa gástrica, que depende do próprio mecanismo de ação do anti-inflamatório.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Surpass é Utilizado: Orientações Oficiais de Administração

O Surpass (Diclofenac/Carbonato de Cálcio) é administrado através de duas vias aprovadas, conforme definido pelos documentos regulamentares, com regras procedimentais específicas para cada forma farmacêutica.


Vias de Administração e Regimes Posológicos

Campo Instrução Regulamentar Oficial
Via de Administração As vias aprovadas são a oral (para comprimidos/cápsulas) e a tópica (para creme/gel).
Esquema Posológico Via Oral: Uma dose diária total habitual do componente diclofenac varia entre 100 mg e 150 mg, administrada em doses divididas. Via Tópica: A aplicação envolve uma quantidade medida de creme/gel por articulação afetada, com um limite máximo diário rigoroso definido pela concentração da formulação.
Frequência As formas orais são tipicamente administradas duas ou três vezes ao dia, ou uma vez ao dia para formas de libertação prolongada. As formas tópicas são frequentemente aplicadas várias vezes ao dia.

Requisitos Contextuais e Procedimentais

Para assegurar a utilização adequada, devem ser cumpridas condições específicas relativas à ingestão e aplicação. Os comprimidos ou cápsulas orais devem ser tomados durante ou imediatamente após as refeições ou com leite; este requisito está alinhado com a conceção do produto, que inclui Carbonato de Cálcio, sendo uma condição para a sua utilização correta. Certas formas orais, tais como comprimidos de libertação prolongada, devem ser engolidos inteiros e não podem ser esmagados, partidos ou mastigados.

No que respeita ao creme tópico, a área tratada deve estar íntegra e não deve ser coberta com pensos oclusivos, exposta a calor externo ou sujeita a luz solar direta após a aplicação.

Padrões de Utilização e Ajustes

O tratamento deve aderir ao princípio da utilização da dose eficaz mais baixa durante o período de tempo mais curto possível. Para populações específicas, as orientações regulamentares aconselham precaução e determinam ajustes: Adultos mais velhos devem iniciar o tratamento com a dose eficaz mais baixa, e doentes com compromisso hepático ou renal podem necessitar de modificação da dose e de avaliação contínua. Estes passos procedimentais e limitações definem o protocolo oficial de administração.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Surpass

A evidência científica relativa ao Surpass, que contém o AINE Diclofenac e o Carbonato de Cálcio, foca-se em estudos que exploram padrões de sintomas relacionados com estados inflamatórios e irritativos. A estrutura da evidência assenta principalmente em ensaios clínicos conhecidos como Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA), nos quais o medicamento é comparado com uma substância inativa (placebo) ou com outro tratamento padrão. A investigação descreve o que foi observado nos estudos, fornecendo um contexto clínico, mas sem estabelecer previsões individuais.


Evidência na Osteoartrose do Joelho

A investigação que explorou alterações de curta duração nos sintomas envolveu, essencialmente, ensaios clínicos (ECCA) de curta e média duração com a formulação em creme, aplicados em estudos que analisaram as experiências reportadas pelos doentes. Estes ensaios avaliaram resultados relacionados com o desconforto físico e o funcionamento diário. As populações estudadas foram tipicamente adultos com diagnóstico confirmado de osteoartrose (OA) do joelho.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, incluindo alterações medidas nas pontuações de dor e nos resultados de escalas funcionais ao longo de intervalos de tempo definidos. O perfil de evidência foi categorizado como Elevado no que respeita à investigação da formulação tópica nesta condição articular específica. O que permanece incerto é o perfil completo dos resultados a longo prazo, particularmente aqueles que se estendem além dos três meses de observação, os quais não estão bem caracterizados na base de investigação existente.


Evidência em Lesões Musculoesqueléticas Agudas

A investigação explorou o medicamento em condições que envolvem períodos de agravamento dos sintomas, tais como distensões, entorses e outras lesões dos tecidos moles. A investigação baseia-se prioritariamente em ensaios clínicos (ECCA) de curta duração que avaliaram resultados descritivos de alterações episódicas ou agudas. A estrutura da evidência foi categorizada como Moderada a Elevada no que toca ao desenho da investigação para a formulação tópica nestas condições agudas localizadas. Contudo, os períodos de acompanhamento foram limitados, durando tipicamente apenas uma ou duas semanas, o que significa que existe informação restrita sobre resultados a longo prazo relativos à recuperação total ou à potencial recorrência da lesão.


Áreas de Incerteza e Lacunas na Investigação

Embora a evidência contribua para o panorama geral dos dados científicos, uma limitação primordial da investigação é que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas, podendo não ser transponíveis de forma fiável para todos os indivíduos. Os períodos de acompanhamento foram limitados em muitos dos principais estudos de eficácia. A investigação existente fornece informações limitadas sobre resultados a longo prazo, especialmente quanto à consistência dos resultados observados ao longo de muitos meses ou anos. Adicionalmente, a qualidade da evidência varia entre estudos, dependendo da formulação e do local de aplicação.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Surpass (FAQ)

P: Com que rapidez o Surpass começa a fazer efeito?

De acordo com as informações oficiais do produto, o componente ativo principal, o Diclofenac, inicia geralmente a sua absorção de forma rápida. Nas formas orais, o medicamento atinge habitualmente o seu pico de concentração na corrente sanguínea no espaço de algumas horas.

P: Durante quanto tempo dura o efeito do Surpass?

Estudos e dados oficiais indicam que a duração do alívio dos sintomas proporcionado pelo Diclofenac está descrita como podendo durar até oito horas em certas formulações. O período durante o qual o efeito é observado pode variar consoante o tipo específico de produto.

P: É seguro tomar o Surpass a longo prazo?

Os documentos regulamentares referem que o risco de eventos adversos graves, particularmente problemas cardiovasculares e gastrointestinais, pode aumentar com períodos de utilização mais longos. O tratamento deve ser orientado pelo princípio da dose eficaz mais baixa durante o menor período de tempo necessário. A necessidade de continuar um tratamento prolongado deve ser sujeita a reavaliações periódicas.

P: Existe uma versão genérica do Surpass disponível?

Este produto de combinação específico, que contém Diclofenac e Carbonato de Cálcio, possui versões genéricas aprovadas e disponibilizadas por diversos fabricantes.

P: O Surpass pode ser utilizado durante a amamentação?

Fontes autorizadas indicam que os níveis do componente ativo (Diclofenac) que passam para o leite materno são baixos, sendo o fármaco frequentemente considerado para utilização durante a amamentação. A decisão de utilizar o medicamento durante a lactação baseia-se numa avaliação individualizada.

P: O Surpass afeta a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Os documentos oficiais observam que podem ocorrer certos efeitos secundários, como tonturas ou vertigens. Caso estes efeitos se manifestem, podem potencialmente comprometer a capacidade de realizar tarefas que exijam alerta, como conduzir ou operar maquinaria complexa.

P: Já tomo medicamentos para a tensão alta. Posso usar o Surpass?

A informação regulamentar adverte que este medicamento pode, potencialmente, agravar a hipertensão pré-existente. Além disso, pode reduzir a eficácia de certos anti-hipertensores, como diuréticos ou inibidores da ECA; por isso, a utilização nestas condições é gerida com precaução.

P: O Surpass é utilizado para tratar doenças crónicas?

O medicamento está oficialmente indicado para a gestão de sinais e sintomas associados a condições inflamatórias crónicas. Estas incluem formas específicas de osteoartrose e artrite reumatoide, que se caracterizam por sintomas persistentes ou de longa duração.

P: Quais são os efeitos a longo prazo da utilização do Surpass?

A documentação oficial alerta que os riscos de eventos adversos graves, incluindo hemorragia gastrointestinal e eventos trombóticos cardiovasculares, aumentam com a duração do tratamento. As orientações oficiais referem frequentemente o princípio de utilizar o medicamento pelo período mais curto que for necessário.

P: Os efeitos secundários do Surpass costumam desaparecer com o tempo?

As informações oficiais destinadas ao doente sugerem que efeitos secundários comuns e não graves, como tonturas temporárias, podem diminuir à medida que o corpo se adapta à medicação. Se um efeito secundário persistir ou causar preocupação, recomenda-se geralmente a consulta de um profissional de saúde.

P: O Surpass é adequado para pessoas com doença hepática?

A informação regulamentar oficial aconselha precaução quando o medicamento é utilizado na presença de doença hepática não grave, uma vez que a eliminação mais lenta do fármaco pelo organismo pode aumentar os seus efeitos. O compromisso hepático grave permanece uma contraindicação oficial para o uso.

P: Pessoas com diabetes podem utilizar o Surpass?

Doentes com fatores de risco para eventos cardiovasculares, incluindo historial de diabetes, podem necessitar de uma ponderação cuidadosa da relação risco-benefício para o tratamento, devido ao perfil de risco cardiovascular aumentado registado nos documentos regulamentares.

P: Existem restrições de idade para a utilização do Surpass?

A segurança e eficácia do medicamento não foram estabelecidas em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. A indicação oficial aplica-se, tipicamente, a adultos a partir dos 18 anos.

P: O Surpass causa aumento ou perda de peso?

Os documentos regulamentares referem que foram observados casos de retenção de líquidos e edema (inchaço devido à acumulação de líquidos) em alguns doentes a tomar AINEs, a classe farmacológica do componente ativo. Esta retenção de líquidos pode estar associada a um aumento de peso.

P: É seguro beber álcool enquanto tomo Surpass?

Os avisos oficiais desaconselham vivamente o consumo de álcool durante o tratamento com este medicamento. O consumo de álcool pode elevar o risco de eventos adversos gastrointestinais graves, como hemorragias e úlceras, que já constituem um risco documentado desta classe de fármacos.

P: O que devo fazer se o Surpass me causar náuseas?

A náusea é um efeito secundário gastrointestinal comum. As informações oficiais ao doente sugerem frequentemente a toma da forma oral do medicamento com alimentos ou leite para ajudar a mitigar este tipo de desconforto gastrointestinal.

P: O Surpass interage com analgésicos comuns de venda livre?

As orientações oficiais desaconselham a combinação deste medicamento com outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno ou o naproxeno, devido ao aumento do risco de efeitos secundários. No entanto, pode geralmente ser utilizado com analgésicos que não pertençam à classe dos AINEs, como o paracetamol.

P: O Surpass pode ser tomado com vitaminas ou suplementos à base de ervas?

Fontes oficiais observam que muitos medicamentos complementares, remédios à base de plantas e suplementos não são totalmente testados quanto a interações com medicamentos sujeitos a receita médica. É necessária a consulta de um profissional de saúde antes da utilização concomitante para avaliar potenciais riscos, dada a possível falta de dados abrangentes sobre interações.

P: Como deve ser guardado o Surpass após a abertura da embalagem?

Os requisitos de conservação dependem frequentemente da formulação específica. No caso do creme ou gel tópico, a informação do produto pode aconselhar que o medicamento seja utilizado ou descartado após um número limitado e específico de dias após a abertura inicial da bisnaga.

P: O Surpass causa dependência?

O medicamento é classificado como um anti-inflamatório não esteroide (AINE) não narcótico. A sua estrutura química e mecanismo de ação não envolvem as vias associadas à habituação ou dependência.

P: Porque é que algumas pessoas dizem que o Surpass lhes causa mal-estar estomacal?

O mal-estar gastrointestinal é um efeito secundário comum associado ao mecanismo de ação do componente Diclofenac. O Diclofenac inibe as prostaglandinas protetoras no revestimento do estômago. A formulação do medicamento inclui Carbonato de Cálcio, que foi concebido para ajudar a reduzir a acidez estomacal e atenuar este efeito.

P: É necessário fazer exames laboratoriais antes ou durante a utilização do Surpass?

As informações oficiais de prescrição aconselham que podem ser necessários certos testes laboratoriais e monitorização clínica durante o tratamento. Estes controlos incluem frequentemente avaliações da pressão arterial, da função renal (rins) e da função hepática (fígado).

P: É normal sentir cansaço ao iniciar o Surpass?

O perfil de eventos adversos do componente Diclofenac inclui relatos documentados de cansaço ou fadiga. Se este sintoma for grave ou persistente, é adequado consultar um profissional de saúde.

P: Que tipo de monitorização é necessária durante o tratamento com Surpass?

As informações oficiais de prescrição recomendam certos procedimentos de monitorização clínica. Estes incluem o controlo da pressão arterial e avaliações das funções renal e hepática para garantir que o medicamento está a ser tolerado corretamente.

P: O Surpass torna a pele mais sensível ao sol?

Os documentos regulamentares referem que o medicamento pode causar um aumento da sensibilidade da pele à luz solar, uma reação conhecida como fotossensibilidade. As orientações oficiais descrevem frequentemente medidas preventivas, como limitar a exposição solar ou utilizar proteção solar, ao utilizar medicamentos com este risco.

P: O Surpass afeta o meu estado de espírito?

O perfil de eventos adversos inclui relatos raros de efeitos psiquiátricos ou relacionados com o humor. Estes podem incluir instâncias de ansiedade, depressão ou irritabilidade, conforme documentado nas informações oficiais de prescrição.

Como Surpass deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Surpass (Diclofenac/Carbonato de Cálcio)

O Surpass deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento tem de ser mantido na sua embalagem original, a qual deve estar bem fechada para proteger o conteúdo da humidade. Não congele o produto e evite guardá-lo em locais com elevados níveis de humidade, como a casa de banho.

Segurança Infantil e Eliminação

As normas oficiais exigem que o Surpass seja guardado fora do alcance e da vista das crianças. No que diz respeito à eliminação, os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade não devem ser deitados na sanita nem despejados num ralo. Em vez disso, as orientações regulamentares aconselham a utilização de um programa de recolha de medicamentos (como a entrega na farmácia) ou, em alternativa, a mistura do produto com uma substância desagradável, selando-o de seguida num recipiente ou saco antes de o colocar no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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