Suprava

Links rápidos para seções importantes

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Suprava

Propriedade Descrição
Substância ativa Ceftriaxone
Forma farmacêutica Pó para solução injetável ou para infusão
Classe farmacológica Antibiótico Cefalosporina de terceira geração
Uso comum Tratamento de infeções bacterianas graves
Origem Semissintética

O Suprava é um nome comercial de relevo para uma preparação farmacêutica sujeita a receita médica, utilizada no combate a infeções microbianas sistémicas, contendo o Ceftriaxone como única substância ativa. É classificado como um agente antibiótico, pertencendo especificamente ao grupo das cefalosporinas de terceira geração, inserido na família mais abrangente dos antibióticos beta-lactâmicos. A sua natureza semissintética reflete a modificação molecular a partir de compostos naturais para otimizar a eficácia terapêutica. Estudos farmacológicos confirmam que o Ceftriaxone apresenta uma semivida de eliminação prolongada, o que apoia, do ponto de vista clínico, administrações menos frequentes do que muitos outros agentes da classe beta-lactâmica. A característica distintiva do Ceftriaxone, enquanto agente de terceira geração, é a sua atividade de largo espetro, uma propriedade amplamente reconhecida na prática clínica para visar diversas bactérias Gram-negativas e Gram-positivas.


Composição, Origem e Finalidade Geral

O Suprava é fornecido como um pó estéril para solução injetável ou para infusão, composto por um único ingrediente, que requer a mistura com um diluente compatível antes da sua administração, conforme detalhado no Resumo das Características do Medicamento oficial. Esta preparação dita uma via de administração estritamente parentérica, o que significa que é aplicada através de injeção intramuscular (IM) profunda ou infusão intravenosa (IV) lenta. Este modo de entrega é habitualmente escolhido em contexto hospitalar ou clínico, quando é necessária uma concentração sistémica do fármaco imediata e fiável. O seu propósito fundamental é atuar como um agente bactericida, o que significa que elimina as bactérias em vez de apenas inibir o seu crescimento. Ao utilizar o mecanismo de inibição da síntese da parede celular bacteriana, o Suprava constitui uma intervenção potente e fiável para a resolução de patologias bacterianas agudas e graves, com o apoio de vasta literatura médica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Suprava?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Como todos os medicamentos, o Suprava pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A compreensão destes riscos é fundamental para uma utilização segura e informada do tratamento.

Efeitos Secundários Comuns

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência incluem reações no local da aplicação, tais como vermelhidão, prurido ou irritação ligeira. Algumas pessoas podem também experienciar dores de cabeça ou sintomas gastrointestinais ligeiros, como náuseas, especialmente durante as fases iniciais do tratamento. Geralmente, estes sintomas são temporários e tendem a diminuir à medida que o organismo se adapta ao medicamento.

Efeitos Secundários Graves e Precauções

Embora raros, podem ocorrer efeitos secundários graves. Deve procurar assistência médica imediata se notar sinais de uma reação alérgica grave, incluindo inchaço do rosto, lábios ou garganta, dificuldade em respirar ou uma erupção cutânea generalizada. É igualmente importante monitorizar quaisquer alterações súbitas no humor ou na visão, uma vez que estas podem exigir uma avaliação clínica.

Considerações de Segurança

Antes de iniciar o Suprava, deve informar o seu profissional de saúde sobre todo o seu historial médico, particularmente se tiver antecedentes de doenças hepáticas, renais ou cardiovasculares. O uso deste medicamento deve ser discutido cuidadosamente em caso de gravidez ou aleitamento, uma vez que os dados sobre a segurança nestas populações podem ser limitados.

Interações Medicamentosas

O Suprava pode interagir com outros medicamentos, suplementos alimentares ou produtos à base de plantas. Estas interações podem alterar a eficácia do tratamento ou aumentar o risco de efeitos secundários. Recomenda-se a partilha de uma lista completa de todas as substâncias que está a tomar com o seu médico ou farmacêutico antes de utilizar este produto.

Não interrompa nem altere a dosagem do medicamento sem consultar previamente um profissional de saúde. Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detetar quaisquer efeitos não mencionados, contacte o seu médico.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Se tomar acidentalmente uma dose de Suprava superior à recomendada, ou se outra pessoa ingerir o medicamento, deve contactar imediatamente um médico, um farmacêutico ou o centro de informação antivenenos. É fundamental procurar assistência médica mesmo que não existam sinais imediatos de desconforto ou sintomas visíveis.

Os sintomas de uma sobredosagem podem variar dependendo da quantidade ingerida. Em caso de ingestão excessiva, podem ocorrer reações adversas graves. Os profissionais de saúde avaliarão a situação e determinarão o tratamento adequado, que pode incluir a monitorização das funções vitais e medidas de suporte específicas.

Ao procurar ajuda, deve levar consigo a embalagem do medicamento ou o folheto informativo para que o pessoal médico possa identificar rapidamente a substância e a dosagem. Não tente induzir o vómito ou tomar outras medidas sem a orientação direta de um profissional de saúde.

Se falhar uma dose, não tome uma dose a dobrar para compensar a que se esqueceu. Continue com o esquema posológico habitual conforme orientado pelo seu médico para evitar o risco de acumulação excessiva do medicamento no organismo.

Usos terapêuticos de Suprava

O que o Suprava trata: principais utilizações e benefícios

O Suprava, que contém a substância ativa Ceftriaxone, é um antibiótico sujeito a receita médica comummente utilizado em condições que apresentam manifestações bacterianas graves e complicadas. A sua utilização é geralmente aplicada em contextos que envolvem patologias agudas, sistémicas ou locais específicas que criam um esforço fisiológico percetível.


Âmbito Terapêutico e Alívio de Sintomas

Este medicamento é relevante em diversas áreas onde é necessário suporte sintomático adicional, abordando principalmente condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, tais como septicémia, meningite bacteriana e infeções graves dos pulmões (pneumonia), do trato urinário (pielonefrite), da pele e das articulações. O fármaco apoia o doente durante episódios difíceis ao contribuir para tratar a fonte bacteriana, o que ajuda a aliviar os sintomas sistémicos angustiantes relacionados com o desequilíbrio sistémico, como a febre alta e os arrepios.

É habitualmente utilizado quando é necessário um auxílio sintomático de curta duração para infeções graves e complicadas.

Nestes contextos graves, o Suprava auxilia na manutenção da estabilidade funcional, apoiando a capacidade do organismo em gerir a carga bacteriana e podendo ajudar a controlar a progressão da infeção, particularmente em cenários de alto risco como a profilaxia cirúrgica.


Facto Rápido:

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Sistémico O Suprava é frequentemente utilizado quando grupos de sintomas, como febre alta e arrepios, surgem subitamente ou oscilam devido a uma infeção grave, proporcionando um suporte que ajuda a reduzir a carga global dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade e Contraindicações

O Suprava (ceftriaxona) é um antibiótico sujeito a receita médica que está contraindicado em vários grupos específicos de doentes, principalmente devido a riscos de segurança e alergias documentadas.

Não utilize se tiver:

  • Uma alergia ou hipersensibilidade conhecida à ceftriaxona, a qualquer componente da formulação ou à classe de antibióticos cefalosporinas.
  • Um historial de reações alérgicas graves à penicilina ou a outros antibióticos beta-lactâmicos (devido ao potencial de reatividade cruzada).

Restrições Absolutas em Recém-nascidos (≤ 28 dias de idade):

  • Recém-nascidos prematuros até uma idade pós-menstrual de 41 semanas.
  • Recém-nascidos com hiperbilirrubinemia (icterícia), devido ao risco de encefalopatia por bilirrubina.
  • Recém-nascidos que necessitem, ou que se preveja virem a necessitar, de soluções intravenosas (IV) contendo cálcio (como a nutrição parentérica total - NPT). O Suprava não deve ser misturado nem administrado simultaneamente com soluções de cálcio, mesmo através de linhas separadas, devido ao risco de precipitação fatal de ceftriaxone-cálcio nos pulmões e rins.

Populações com Considerações Especiais:

  • Doentes com compromisso renal e hepático grave simultâneos devem ser monitorizados de perto, podendo haver restrição na dosagem. A monitorização clínica próxima é também aconselhada para todos os doentes com disfunção renal ou hepática significativa.
  • Mulheres grávidas ou a amamentar apenas devem utilizar o Suprava se for claramente necessário e após uma avaliação cuidadosa dos benefícios face aos potenciais riscos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

É fundamental informar o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos. Isto inclui medicamentos obtidos sem receita médica, suplementos alimentares ou produtos à base de plantas. O Suprava pode influenciar a forma como outros fármacos atuam e, inversamente, outros medicamentos podem afetar a eficácia ou a segurança do Suprava.

Informe o seu médico se estiver a utilizar algum dos seguintes medicamentos, uma vez que podem exigir ajustes na dosagem ou uma monitorização mais frequente:

  • Medicamentos para o tratamento da hipertensão arterial ou de problemas cardíacos.
  • Fármacos que afetam o sistema imunitário.
  • Certos antibióticos ou agentes antifúngicos.
  • Medicamentos utilizados para tratar convulsões ou distúrbios neurológicos.

A utilização concomitante com álcool não é recomendada, pois pode potenciar determinados efeitos secundários ou alterar a resposta terapêutica. Se for submetido a exames laboratoriais, informe o profissional de saúde de que está a tomar este medicamento, uma vez que pode interferir com os resultados de alguns testes específicos.

Respeite sempre o intervalo entre as doses recomendado pelo seu médico para minimizar o risco de interações medicamentosas.

Mecanismo de ação

O Suprava (suvorexant) pertence a uma classe de medicamentos designada por antagonistas dos recetores da orexina. O seu mecanismo de ação baseia-se na regulação dos sinais químicos no cérebro que controlam o ciclo de vigília e sono.

Ao contrário de outros tipos de medicação para o sono que atuam promovendo a sedação geral através do sistema do ácido gama-aminobutírico (GABA), o Suprava atua de forma mais específica. O medicamento bloqueia a ligação das orexinas — substâncias químicas naturais produzidas pelo hipotálamo que ajudam a manter o estado de alerta e a vigília — aos seus recetores específicos no cérebro.

Ao reduzir a atividade do sistema da orexina, o Suprava ajuda a diminuir o impulso biológico para permanecer acordado. Este processo facilita a transição para o sono e auxilia o paciente a adormecer mais rapidamente, bem como a permanecer a dormir durante um período de tempo mais prolongado. Essencialmente, o medicamento atua desativando temporariamente o mecanismo de alerta do corpo, em vez de induzir um estado de sedação profunda, permitindo uma abordagem diferente no tratamento da insónia caracterizada por dificuldades em iniciar ou manter o sono.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Suprava

Este medicamento deve ser administrado exatamente conforme as indicações fornecidas pelo profissional de saúde. A dose e a frequência da administração são determinadas com base na condição clínica específica do paciente, na sua resposta ao tratamento e noutros fatores individuais relevantes.

Suprava é geralmente administrado por via oral. Recomenda-se que as doses sejam tomadas à mesma hora todos os dias para manter níveis constantes do medicamento no organismo. Se o medicamento for apresentado em comprimidos ou cápsulas, estes devem ser engolidos inteiros com água, sem serem esmagados, mastigados ou partidos, a menos que existam instruções específicas em contrário.

Caso ocorra o esquecimento de uma dose, esta deve ser tomada assim que o paciente se lembrar, exceto se estiver próximo do horário da dose seguinte. Nessas situações, deve-se omitir a dose esquecida e retomar o esquema posológico habitual. Não deve ser administrada uma dose dupla para compensar uma dose esquecida.

O tratamento com Suprava não deve ser interrompido subitamente sem consulta prévia com o médico assistente. A interrupção prematura pode comprometer a eficácia da terapia ou resultar no ressurgimento dos sintomas originais. É essencial cumprir a duração total do ciclo de tratamento prescrito, mesmo que se verifique uma melhoria dos sintomas nos primeiros dias de utilização.

Evidência clínica recente

Suprava: Evidência Clínica Recente

Esta secção resume a evidência da investigação oficial sobre a substância ativa do Suprava, a Ceftriaxona, detalhando os tipos de estudos realizados, as populações examinadas e os resultados acompanhados pelos investigadores. A investigação fornece contexto científico, mas não constitui uma previsão de resultados individuais.


Evidência no Tratamento de Infeções Sistémicas Críticas

A investigação que explora a utilização do medicamento em patologias sistémicas graves, tais como a Meningite Bacteriana e Infeções da Corrente Sanguínea, inclui múltiplos estudos clínicos com atribuição aleatória e revisões sistemáticas. Os estudos focaram-se principalmente na medição das taxas de sobrevivência, na recuperação neurológica e na eliminação microbiológica do agente patogénico. Relatórios sobre a meningite descreveram métricas de concentração elevada observadas no líquido cefalorraquidiano. Para as infeções da corrente sanguínea, dados observacionais acompanharam as taxas de mortalidade e de readmissão; contudo, a investigação analisou preocupações relativas à consistência do regime de dose única diária contra certos agentes patogénicos sistémicos.


Evidência para Utilizações em Locais Específicos e Preventivas

A investigação também explorou o uso do medicamento em infeções graves específicas, incluindo Infeções Graves das Vias Respiratórias e Infeções Complicadas do Trato Urinário (ITU). Os estudos mediram a resposta clínica, a variabilidade dos sintomas e a erradicação microbiológica. A evidência para a Profilaxia Cirúrgica é fortemente sustentada por meta-análises de grande escala. Estes estudos acompanharam resultados como a incidência de infeções no local cirúrgico (ILC) e a necessidade de antibióticos no pós-operatório.


Lacunas na Investigação e Grupos Específicos de Doentes

Os estudos monitorizaram as respostas tanto em Doentes Pediátricos como em Adultos Mais Velhos, descrevendo os padrões de grupo observados nestas populações específicas. Estudos conhecidos como análises Farmacocinéticas/Farmacodinâmicas (PK/PD) avaliaram a concentração e o comportamento do medicamento. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para muitas indicações, dado que a maioria dos ensaios de eficácia primários acompanhou alterações a curto prazo. Os períodos de seguimento foram limitados e os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas. Os dados para certos grupos de alto risco, como recém-nascidos específicos, ainda estão a surgir e a certeza permanece baixa quanto à utilização nesta população específica.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Suprava (FAQ)

Q: Em quanto tempo poderei sentir os efeitos do Suprava?

A: O Suprava é classificado como um agente bactericida, o que significa que atua eliminando ativamente as bactérias. O Suprava atua rapidamente na destruição das bactérias; contudo, o tempo real necessário para observar sinais clínicos de recuperação, como o alívio dos sintomas, pode variar significativamente. Isto depende inteiramente do tipo específico e da gravidade da infeção que está a ser tratada.

Q: Quais são os efeitos secundários mais comuns relatados ao tomar Suprava?

A: De acordo com a informação oficial de prescrição, os efeitos secundários mais frequentemente relatados em ensaios clínicos (ocorrendo em mais de 2% dos doentes) incluíram alterações nas contagens sanguíneas, como eosinofilia e leucopenia. Problemas gastrointestinais, especificamente diarreia, e alterações temporárias nos níveis das enzimas hepáticas (GOT e GPT) também foram observados comummente.

Q: O Suprava pode ser tomado com analgésicos comuns de venda livre?

A: Os documentos regulatórios oficiais não listam analgésicos comuns de venda livre, como o paracetamol ou o ibuprofeno, como interações significativas que exijam contraindicação ou modificação da dose. No entanto, recomenda-se geralmente que os doentes informem o médico prescritor sobre todos os medicamentos que estão a tomar, incluindo produtos de venda livre.

Q: Já existe uma versão genérica do Suprava disponível?

A: Sim, a substância ativa do Suprava, que é a ceftriaxona, está disponível na forma genérica. Além do produto original de marca, a ceftriaxona genérica é fabricada e fornecida por várias empresas.

Q: O Suprava provoca aumento ou perda de peso?

A: Nem o aumento nem a perda de peso estão listados entre os efeitos secundários comuns (que ocorrem em 1% ou mais dos doentes) na informação oficial de prescrição. Contudo, a perda de peso invulgar foi assinalada como um efeito adverso raro ou de incidência desconhecida em documentos regulatórios.

Q: É normal sentir ligeiras tonturas ao iniciar o Suprava?

A: Sim, os documentos regulatórios indicam que as tonturas foram relatadas como uma reação adversa em ensaios clínicos. É considerado um efeito secundário pouco frequente, o que significa que ocorre em menos de 1% dos doentes que utilizam o medicamento.

Q: Existem alimentos ou bebidas específicos que deva evitar enquanto estiver a tomar Suprava?

A: Os documentos regulatórios oficiais não listam quaisquer restrições específicas de alimentos ou bebidas necessárias ao receber este medicamento. A restrição mais crítica é a proibição rigorosa de misturar o Suprava com soluções intravenosas que contenham cálcio.

Q: Existem efeitos secundários a longo prazo associados ao uso de Suprava?

A: A rotulagem oficial refere que o risco de hemorragias e hematomas pode ser mais comum em doentes que utilizam o fármaco por um período prolongado. Além disso, um efeito adverso grave denominado diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD) pode ocorrer até dois meses após o término do tratamento.

Q: Quanto tempo após interromper o Suprava é que os efeitos secundários desaparecem?

A: A duração da maioria dos efeitos secundários comuns e ligeiros não é especificamente detalhada na informação oficial de segurança. No entanto, uma reação adversa grave, a diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD), foi documentada como podendo ocorrer até dois meses após a interrupção do fármaco.

Q: Quanto tempo permanece o Suprava no sistema após parar de o tomar?

A: O Suprava tem uma semivida de eliminação relativamente longa em comparação com outros antibióticos, sendo tipicamente entre 5,8 e 8,7 horas em indivíduos saudáveis. Geralmente, são necessários aproximadamente quatro a cinco períodos de semivida para que o fármaco seja quase totalmente eliminado do corpo.

Q: O Suprava irá interferir com as pílulas contracetivas?

A: Os documentos oficiais não listam esta situação como uma interação específica grave. No entanto, algumas fontes regulatórias mencionam que existe a possibilidade teórica de antibióticos de largo espetro, como a ceftriaxona, poderem reduzir a eficácia dos contracetivos hormonais ao perturbarem o seu ciclo normal no organismo.

Q: Tomar Suprava faz com que se sinta cansado ou com sonolência?

A: O cansaço ou fraqueza (astenia) não está listado entre os efeitos secundários comuns nas fontes regulatórias. Contudo, uma sensação geral de cansaço ou fraqueza é observada entre os efeitos adversos raros documentados em relatórios pós-comercialização.

Q: Existem interações conhecidas entre o Suprava e suplementos à base de plantas?

A: A informação oficial do produto indica que os doentes devem informar os seus profissionais de saúde sobre todos os suplementos que estejam a tomar. Isto inclui vitaminas, suplementos alimentares e produtos à base de plantas, pois estes podem causar interações que não estão detalhadas especificamente na rotulagem regulatória.

Q: O Suprava pode tornar-me mais sensível ao sol?

A: A fotossensibilidade (um aumento da sensibilidade da pele à luz solar) não está listada entre os efeitos secundários documentados na informação oficial de prescrição do Suprava (ceftriaxona).

Q: É seguro conduzir enquanto estiver a tomar Suprava?

A: A rotulagem oficial observa que podem ocorrer alguns efeitos secundários, tais como tonturas, dores de cabeça e, em casos raros, convulsões. A presença destes efeitos neurológicos pode exigir que se exerça cautela, e os doentes podem ser aconselhados a consultar o médico prescritor relativamente à condução ou operação de máquinas.

Q: O Suprava pode causar problemas no fígado?

A: Sim, a informação oficial de segurança indica o potencial para efeitos no fígado. Os efeitos secundários comuns incluem elevações temporárias das enzimas hepáticas. Reações mais graves incluem o potencial para Precipitação na Vesícula Biliar (pseudolitíase biliar) e, raramente, inflamação hepática grave.

Q: Existem sinais de alerta específicos a que deva estar atento enquanto estiver a tomar Suprava?

A: Sim. A rotulagem oficial aconselha a monitorização de sinais de diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD), que inclui diarreia persistente ou com sangue. A rotulagem também aconselha a monitorização de sinais de anemia hemolítica, que podem incluir fraqueza invulgar, tonturas ou dificuldade em respirar.

Q: É melhor tomar o Suprava de manhã ou à noite?

A: O Suprava é administrado com maior frequência uma vez por dia, ou por vezes em duas doses divididas. No entanto, a rotulagem oficial não especifica se tomar o fármaco de manhã ou à noite é terapeuticamente superior. O momento exato é deixado ao critério profissional do médico prescritor.

Q: O Suprava pode causar mudanças no humor ou nos níveis de ansiedade?

A: Embora alterações específicas no humor ou na ansiedade não sejam comummente listadas, os relatórios oficiais pós-comercialização incluem reações adversas neurológicas graves. Estas reações incluem encefalopatia (que envolve confusão e perturbação da consciência) e agitação.

Q: O Suprava afeta a tensão arterial ou a frequência cardíaca?

A: Relatórios oficiais de reações adversas indicam que são possíveis alterações no ritmo cardíaco. Especificamente, batimentos cardíacos ou pulsação rápidos, irregulares ou acelerados constam entre os efeitos secundários raros documentados em fontes regulatórias oficiais.

Q: É possível desenvolver uma tolerância ao Suprava ao longo do tempo?

A: A rotulagem oficial alerta para o risco de desenvolvimento de bactérias resistentes ao fármaco durante o tratamento. Esta é uma forma de resistência microbiana que pode fazer com que o fármaco se torne menos eficaz contra a infeção, e não uma tolerância fisiológica humana ao fármaco em si.

Q: Quais são os efeitos secundários menos comuns, mas possíveis, do Suprava?

A: Os efeitos secundários menos comuns são aqueles relatados em menos de 1% dos doentes em estudos clínicos. Estes incluem dor de cabeça, náuseas, comichão (prurido) e tonturas. A dor ou irritação no local da injeção também é considerada um efeito adverso menos comum.

Q: O Suprava interage com algum medicamento comum para o coração?

A: Sim. Os documentos oficiais alertam especificamente para uma interação com anticoagulantes orais (como a varfarina). Esta combinação pode aumentar o efeito do fármaco e elevar o risco de hemorragia.

Q: Quanto tempo demora o Suprava a atingir o seu efeito máximo?

A: Após uma perfusão intravenosa, o Suprava atinge a sua concentração máxima no plasma sanguíneo pouco depois de a perfusão estar terminada. O fármaco atinge rapidamente concentrações elevadas em áreas-alvo, tais como a bílis na vesícula biliar, atingindo aí a sua concentração máxima num período de 1 a 3 horas após a dose.

Como Suprava deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Estabilidade

O pó para solução injetável de Suprava deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada (entre 20°C e 25°C). Enquanto estiver no seu recipiente, o pó deve ser protegido da luz e do calor excessivo.

Após a reconstituição, a estabilidade depende da temperatura: a solução é estável durante 6 horas à temperatura ambiente (até 25°C) ou até 48 horas quando refrigerada (entre 2°C e 8°C). Uma instrução crítica de manuseamento requer que se evite a utilização de diluentes que contenham cálcio para a mistura.

Eliminação e Segurança Infantil

Qualquer produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais, utilizando frequentemente programas oficiais de recolha de medicamentos. O produto deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Suprava encontrado em:

ÍNDICE A-Z: