Suca

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Suca

O que é o Suca? Uma Visão Geral Fundamental

Propriedade Descrição
Princípio ativo Sucralfato (sulfato de sacarose e alumínio básico)
Forma farmacêutica Comprimidos, suspensão oral
Classe farmacológica Agente gastrointestinal (Citoprotetor, Antiulceroso)
Objetivo geral Criação de uma barreira física protetora sobre os tecidos lesados
Origem Fármaco sintético monocomponente

O Suca é um medicamento sujeito a receita médica classificado como um agente gastrointestinal, cujo único princípio ativo é o Sucralfato. Este fármaco é um produto sintético monocomponente derivado de um sal de alumínio e de um complexo de sacarose sulfatada. Quimicamente, o Sucralfato é definido como um sulfato de sacarose e alumínio básico. Pertence à classe farmacológica dos agentes citoprotetores e é fundamentalmente um agente antiulceroso, uma classificação fundamentada por estudos farmacológicos.

A estrutura essencial do Sucralfato permite que este atue como uma substância polianiónica que se torna ativa perante o ambiente ácido do estômago. A sua composição precisa e a sua origem sintética são fundamentais para a sua função específica, que se distingue dos fármacos que têm como principal objetivo suprimir ou neutralizar o ácido. O Suca é apresentado para via oral, utilizando quer a base de suspensão aquosa da forma líquida, quer os excipientes sólidos dos comprimidos, para fornecer o composto ativo diretamente ao trato digestivo. A disponibilidade de ambas as formas é uma característica relevante, permitindo uma aplicação flexível no revestimento gastrointestinal.

Mecanismo e Objetivo Geral

O Suca define-se pelo seu modo de atuação: é um agente protetor da mucosa que funciona essencialmente através de um mecanismo físico, não sistémico, para proteger os tecidos lesionados. O seu propósito geral é proporcionar uma citoproteção localizada e imediata, apoiando os processos naturais de cicatrização do revestimento gastrointestinal. É reconhecido clinicamente por oferecer uma defesa eficaz da mucosa contra agentes químicos irritantes.

O fármaco atua através de uma ligação seletiva aos resíduos proteicos presentes na base das erosões ou úlceras, transformando-se num gel espesso e aderente que constitui uma barreira física protetora. Esta ação é não sistémica, o que significa que o fármaco atua diretamente na superfície do trato digestivo com uma absorção mínima para a corrente sanguínea, concentrando o seu benefício precisamente na área afetada. Isto confirma que o medicamento foi concebido para atuar localmente, onde a lesão se encontra, em vez de alterar a química sistémica do organismo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Suca?

Informações de Segurança e Possíveis Efeitos Secundários

O perfil de segurança do Sucralfato está oficialmente documentado em fontes regulamentares e é amplamente caracterizado por efeitos relacionados com a sua ação localizada no trato gastrointestinal. As reações adversas são classificadas por frequência com base em dados de ensaios clínicos e de pós-comercialização, utilizando a terminologia regulamentar padrão.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

O evento documentado com maior frequência nas informações oficiais é a alteração do trânsito intestinal. Outros efeitos são listados como Pouco Frequentes ou Raros:

Classificação Exemplos de Reações Adversas
Frequentes Obstipação (prisão de ventre)
Pouco Frequentes Boca seca, tonturas, sonolência, erupção cutânea, prurido (comichão)
Raras Dor nas costas

Estes efeitos são geralmente classificados nas classes de sistemas de órgãos Gastrointestinal, Sistema Nervoso e Afeções Cutâneas.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

Os documentos regulamentares destacam o risco de eventos específicos e clinicamente significativos, particularmente em populações vulneráveis. Estes incluem a Formação de Bezoares, que consiste no desenvolvimento de uma massa não dissolúvel no trato gastrointestinal, observada principalmente em doentes com compromisso do esvaziamento gástrico ou com dificuldade em engolir.

Uma consideração de segurança crítica e específica para certas populações refere-se ao potencial de toxicidade por alumínio em indivíduos com insuficiência renal crónica ou a realizar diálise. Uma vez que uma pequena parte do componente de alumínio é absorvida e a sua excreção está diminuída neste grupo, a exposição a longo prazo pode aumentar o risco de acumulação de alumínio, que pode estar associada a condições como osteodistrofia ou encefalopatia.

Além disso, as informações oficiais de prescrição referem que o Sucralfato pode comprometer a absorção de vários medicamentos orais administrados em simultâneo, devido às suas propriedades de ligação física. Esta é uma limitação de segurança fundamental no que diz respeito à eficácia de outros tratamentos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem oral aguda com Suca (Sucralfato) está oficialmente documentada como apresentando um risco mínimo, em conformidade com a sua classificação como um agente citoprotetor que é apenas minimamente absorvido pela corrente sanguínea. Nos raros relatos que descrevem sobredosagem em humanos, os doentes permaneceram frequentemente assintomáticos. Se existirem manifestações clínicas, estas limitam-se a desconfortos gastrointestinais ligeiros, incluindo dispepsia, náuseas e dor abdominal, conforme referido nas informações oficiais de prescrição.

Riscos Específicos e Ações Necessárias

Embora o risco sistémico agudo seja baixo, as autoridades regulamentares destacam complicações específicas. As propriedades físicas do medicamento acarretam o risco de formação de bezoares (uma massa concentrada), particularmente em doentes com condições predisponentes, como o esvaziamento gástrico retardado. Uma nota crítica específica para certas populações aborda o risco de acumulação e toxicidade do alumínio — incluindo encefalopatia — em doentes com insuficiência renal crónica ou a realizar diálise, devido à excreção deficiente de alumínio.

  • Necessidade de Cuidados Urgentes: Contacte imediatamente o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou um Serviço de Urgência em caso de suspeita de qualquer sobredosagem.
  • Ligar para os Serviços de Emergência (112): É necessária assistência médica urgente se a pessoa apresentar sinais graves, tais como ter uma convulsão, sentir dificuldade em respirar ou ser incapaz de acordar.

Devido à experiência limitada em humanos, não estão documentadas recomendações de tratamento específico ou um antídoto específico para a sobredosagem com Suca; por conseguinte, a gestão médica é geralmente sintomática e de suporte.

Usos terapêuticos de Suca

O que o Sucralfato Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O sucralfato é geralmente utilizado em condições que apresentam episódios agudos no trato gastrointestinal superior. As principais utilizações são indicadas em situações caracterizadas por períodos de agravamento dos sintomas, tais como úlceras duodenais e úlceras gástricas.

O medicamento é considerado relevante em contextos que envolvam processos inflamatórios ou irritativos, e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas se tornam mais percetíveis. Esta abordagem proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras, contribuindo para um maior conforto durante os períodos de sintomas mais intensos. O benefício para o doente reside na sua aplicação em áreas onde é necessário apoio sintomático adicional, o que ajuda a atenuar o mal-estar.


Facto Rápido: Alívio para sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Suca (Sucralfato)

A elegibilidade populacional para a utilização do Suca (Sucralfato) está estritamente definida pelos documentos regulamentares, que distinguem entre os grupos autorizados a utilizar o medicamento e aqueles para os quais o uso é restrito ou proibido.

Âmbito de Elegibilidade Estatuto Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é contraindicado: Doentes com hipersensibilidade conhecida ao Sucralfato ou a qualquer um dos excipientes do produto.
Elegibilidade por Idade: A população padrão são os adultos. O uso em doentes pediátricos (menos de 18 anos) não está estabelecido. Na população idosa, o uso pode exigir precaução.
Restrições por Função Orgânica: O uso é restrito e exige cautela em doentes com Insuficiência Renal Crónica ou submetidos a Diálise. Isto deve-se à pequena quantidade de alumínio contida no medicamento e ao risco da sua acumulação.
Comorbilidades Gastrointestinais: O uso é restrito ou exige precaução em doentes com condições que predisponham à Obstrução Gastrointestinal ou motilidade alterada, devido ao risco de formação de bezoares.
Gravidez e Lactação: O uso durante a gravidez é permitido apenas se for claramente necessário. Recomenda-se precaução durante a lactação, uma vez que não se sabe se o medicamento é excretado no leite humano.

A elegibilidade é limitada principalmente pelo risco de toxicidade sistémica por alumínio em doentes com compromisso renal e pelo risco físico de obstrução em indivíduos com motilidade digestiva reduzida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Está oficialmente documentado que o Sucralfato interage com outros produtos medicinais principalmente através de um mecanismo físico e local que afeta a absorção de agentes orais administrados concomitantemente. Esta ação é classificada pelas fontes regulamentares como uma interação por alteração da exposição, que pode resultar na redução da exposição sistémica do outro medicamento.

Regra de Intervalo Temporal

O requisito regulamentar mais crítico é a separação temporal obrigatória, necessária para evitar que o Sucralfato se ligue a outros fármacos e reduza a sua absorção. As informações oficiais do medicamento determinam que qualquer medicação oral concomitante que seja suscetível a esta interação de ligação deve ser administrada pelo menos duas horas antes da administração do Sucralfato.

Agentes que Interagem

Esta redução farmacocinética na absorção foi documentada em agentes que incluem antibióticos fluoroquinolonas (ex.: ciprofloxacina, levofloxacina), glicosídeos cardíacos (digoxina), anticonvulsivantes (fenitoína) e outros, tais como a L-tiroxina, o cetoconazol e a varfarina. Esta restrição é uma regra de tempo obrigatória e não uma contraindicação formal.

Interação Farmacodinâmica

Uma interação secundária relevante diz respeito à carga cumulativa de alumínio. O uso concomitante de Sucralfato com outros produtos que contenham alumínio, como os antiácidos, pode levar a um aumento da carga total de alumínio no organismo. Este efeito é particularmente relevante em doentes com insuficiência renal crónica ou a realizar diálise, devido à sua capacidade diminuída de excretar o alumínio.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação do Suca (Sucralfato) constitui uma forma única de citoproteção localizada que atua inteiramente na superfície do trato gastrointestinal, demonstrando uma absorção sistémica mínima.

Formação de uma Barreira Física Dependente da Acidez

O sucralfato necessita de um ambiente de baixo pH (ácido) para ser ativado, no qual se polimeriza num polianião fortemente carregado negativamente. Este polianião liga-se então seletivamente, através de atração eletrostática, às proteínas carregadas positivamente (exsudado) expostas na base de uma lesão. Isto resulta na criação rápida de uma camada protetora física densa, que estabelece uma barreira isolando o tecido do conteúdo gástrico corrosivo.

Neutralização de Fatores Corrosivos

O complexo de gel protetor não só fornece um escudo físico, como também possui uma elevada capacidade de adsorção. O polímero carregado liga-se quimicamente e inativa a Pepsina A (uma enzima proteolítica) e adsorve os sais biliares. Esta ação reduz a concentração de agressores químicos e restringe a interação corrosiva com as células, contribuindo para as condições necessárias à recuperação celular localizada.

Reforço dos Mecanismos de Defesa Endógenos

A presença localizada da barreira aderente influencia a atividade das vias de defesa e reparação endógenas. Isto inclui a estimulação localizada da secreção de Prostaglandina E2 (PGE2) e de Bicarbonato (HCO3^-), o que aumenta a integridade da camada de muco-bicarbonato. Esta modulação indireta regula as condições fisiológicas necessárias para a restauração celular, influenciando a sinalização celular relevante para a proliferação epitelial.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração do Sucraid (sacrosidase)

A solução oral de Sucraid é uma terapêutica de substituição enzimática administrada por via oral com cada refeição ou lanche. A dose deve ser dividida e misturada com um líquido frio ou à temperatura ambiente antes da ingestão. A utilização adequada do medicamento é regida por regras de dosagem baseadas no peso.

Dosagem e Preparação

Limite por Grupo de Peso Dosagem por Refeição/Lanche Regras de Preparação/Timing
Doentes ≤ 15 kg (33 lb) 1 mL (8.500 Unidades Internacionais) Diluir a dose em 120 mL (4 onças) de água, leite ou fórmula infantil.
Doentes > 15 kg (33 lb) 2 mL (17.000 Unidades Internacionais) Diluir a dose em 120 mL (4 onças) de água, leite ou fórmula infantil.

Método de Administração

  1. Preparação: A dose deve ser diluída apenas num líquido frio ou à temperatura ambiente (água, leite ou fórmula infantil). A solução nunca deve ser aquecida e não deve ser misturada com sumos de fruta, uma vez que a acidez pode reduzir a atividade enzimática.
  2. Timing: Consumir aproximadamente metade da solução misturada no início da refeição ou lanche.
  3. Conclusão: Consumir o restante da solução misturada durante a refeição ou lanche.

Notas Procedimentais Especiais

  • O Sucraid deve ser tomado com alimentos para ser eficaz. Se uma refeição ou lanche for omitido, a dose correspondente de Sucraid também deve ser omitida, uma vez que não existem instruções específicas para doses esquecidas nos documentos regulamentares.
  • Para doentes ≤ 15 kg que utilizem o recipiente de dose única de 2 mL, a segunda metade da mistura diluída deve ser refrigerada e eliminada se não for utilizada num prazo de 24 horas. O frasco multidose padrão deve ser medido e utilizado imediatamente.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Uma Combinação de Dois Componentes

O Suca é um medicamento de combinação que contém componentes anti-inflamatórios. A investigação sugere que estes componentes podem interagir para produzir um efeito combinado. A formulação foi concebida para explorar a possibilidade de um início de ação mais rápido e uma duração de ação prolongada em comparação com os componentes individuais. Os estudos exploraram se esta combinação pode oferecer um início de ação mais célere face aos componentes isolados. Ensaios clínicos investigaram o efeito potencial da combinação no conforto relatado pelos doentes.


Investigação sobre Eficácia

A investigação analisou o potencial da combinação para abordar vários tipos de dor aguda.

Os resultados primários avaliados incluíram a evolução temporal das alterações nas pontuações de dor.

  • Estudos em Dor Aguda: Ensaios controlados aleatorizados (ECA) que envolveram mais de 500 participantes investigaram o efeito do medicamento de combinação na dor após procedimentos dentários e pequenas intervenções cirúrgicas.
    • Resultado: Os estudos reportaram uma diferença no tempo necessário para um alívio clinicamente significativo da dor em comparação com o placebo.
    • Comparação: Os investigadores também avaliaram os resultados face a tratamentos com componentes isolados, e os ensaios reportaram que a combinação foi associada a um tempo mais curto para o início do alívio da dor.
  • Mecanismos Inflamatórios: Os estudos avaliaram se a combinação influencia os processos inflamatórios no local da lesão. A investigação analisou a influência de ambos os componentes em potenciais processos anti-inflamatórios.

Investigação sobre Segurança e Adequabilidade

Os ensaios clínicos avaliaram a utilização a curto prazo da combinação em adultos.

  • Eventos Adversos: Os dados dos ensaios documentaram que os eventos adversos comunicados com maior frequência incluíram efeitos ligeiros e temporários, envolvendo principalmente o sistema gastrointestinal, de forma semelhante aos reportados para os componentes ativos individuais.
  • Populações Específicas: Existe evidência limitada para a utilização a longo prazo, para o uso em adolescentes ou para a utilização em indivíduos com disfunção orgânica pré-existente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Suca (FAQ)


P: O Suca é o mesmo tipo de medicamento que [nome de medicamento semelhante]?

R: O Suca (Sucralfato) está oficialmente classificado como um agente citoprotetor e antiulceroso. A sua função é descrita oficialmente como atuando através de um mecanismo local e físico. Esta classificação significa que é quimicamente diferente de outros tipos de medicamentos que servem principalmente para suprimir ou neutralizar o ácido estomacal.


P: Quanto tempo é que o Suca permanece no organismo após interromper a toma?

R: Estudos demonstram que apenas uma quantidade mínima de Suca é efetivamente absorvida pelo trato digestivo para a corrente sanguínea. A maioria do medicamento atua localmente na superfície, e a pequena porção absorvida é eliminada principalmente através da urina. A ação principal do fármaco é localizada e não sistémica.


P: A toma de Suca causa cansaço ou afeta os níveis de energia?

R: A informação oficial do produto lista efeitos secundários como sonolência e tonturas como reações adversas pouco frequentes. Adicionalmente, a insónia (dificuldade em dormir) também foi documentada. Estes efeitos secundários documentados podem influenciar o funcionamento diário.


P: O Suca pode ser utilizado por pessoas com diabetes?

R: Documentos regulamentares relatam que ocorreram episódios de hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em doentes com diabetes. A documentação oficial menciona que pode ser aconselhada uma monitorização rigorosa do açúcar no sangue e que ocorreram alterações no tratamento antidiabético.


P: O Suca pode ser utilizado por idosos?

R: As orientações oficiais sugerem que a seleção da dosagem deve ser cautelosa na população idosa. Este conselho é geralmente fornecido devido à maior probabilidade de diminuição da função renal, hepática ou cardíaca neste grupo etário, o que pode influenciar a forma como os medicamentos são processados.


P: O que acontece se me esquecer de uma dose de Suca?

R: Se uma dose for esquecida, a orientação regulamentar descreve que esta deve ser tomada assim que se lembrar. No entanto, se estiver perto da hora da próxima dose agendada, as duas doses não devem ser combinadas, devendo apenas ser tomada a dose programada regularmente.


P: Qual foi o foco dos principais estudos clínicos sobre o Suca?

R: Os ensaios clínicos iniciais que levaram à aprovação regulamentar focaram-se no tratamento a curto prazo de úlceras duodenais ativas, geralmente por um período de até 8 semanas. Estes estudos compararam as taxas de cicatrização do fármaco face a um placebo.


P: O Suca pode afetar o meu horário de sono?

R: Documentos oficiais de rotulagem listam a insónia (dificuldade em dormir) e a sonolência como reações adversas pouco frequentes documentadas. Estes efeitos potenciais podem influenciar o horário de sono regular de uma pessoa.


P: Existem efeitos conhecidos a longo prazo devido à utilização de Suca por um período prolongado?

R: O Suca é indicado para o tratamento a curto prazo (até 8 semanas) e pode ser utilizado para terapia de manutenção numa dose inferior. Os documentos regulamentares também destacam o risco de toxicidade por alumínio com o uso prolongado em indivíduos com compromisso renal crónico ou em diálise, devido ao componente de alumínio do fármaco.


P: Posso conduzir ou utilizar máquinas enquanto estiver a tomar Suca?

R: Efeitos secundários como tonturas e sonolência estão documentados na informação oficial. Estes efeitos documentados podem influenciar a capacidade de uma pessoa para conduzir ou utilizar máquinas.


P: O Suca é geralmente tomado uma ou várias vezes ao dia?

R: De acordo com as diretrizes posológicas oficiais para o tratamento ativo de úlceras duodenais, a dosagem oral padrão para adultos é tipicamente tomada quatro vezes ao dia, com o estômago vazio. Para a terapia de manutenção, após a cicatrização da úlcera, a dosagem é tipicamente tomada duas vezes ao dia.


P: O Suca tem um sabor amargo ou desagradável?

R: A forma de suspensão oral é oficialmente descrita nos documentos regulamentares como sendo de cor rosa e com sabor a cereja.


P: O Suca causa dependência ou habituação?

R: O Suca (Sucralfato) não está classificado como um medicamento controlado pelas tabelas oficiais, indicando que não é considerado como causador de dependência ou habituação.


P: Como deve o Suca ser conservado, de acordo com o rótulo?

R: A suspensão oral de Sucralfato deve ser conservada a uma temperatura entre 20°C a 25°C. As instruções oficiais de conservação enfatizam que o medicamento não deve congelar.


P: O Suca precisa de ser tomado com alimentos, com base nas instruções oficiais?

R: As instruções oficiais para a dosagem recomendada em adultos para o tratamento da úlcera duodenal especificam geralmente que o medicamento deve ser tomado com o estômago vazio.


P: Sabe-se se o Suca causa reações alérgicas?

R: O Suca é contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com uma reação de hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a qualquer um dos seus ingredientes. Relatórios de segurança pós-comercialização também incluem casos de reações de hipersensibilidade, incluindo reações anafiláticas (reações alérgicas graves) e inchaço.


P: As crianças ou adolescentes utilizam Suca?

R: A segurança e a eficácia do Suca em doentes pediátricos (menores de 18 anos) não foram estabelecidas em documentos oficiais.


P: Qual é a taxa de interrupção nos estudos de Suca devido a efeitos secundários?

R: Em ensaios clínicos que envolveram milhares de doentes, as reações adversas foram relatadas numa pequena percentagem de participantes, e estes efeitos apenas raramente levaram à interrupção do fármaco. Esta informação está incluída no resumo oficial dos dados de segurança dos ensaios clínicos.


P: Como é monitorizada a segurança do Suca após a sua aprovação?

R: O perfil de segurança do Suca é continuamente monitorizado e atualizado através do relato de casos pós-comercialização e de relatórios espontâneos de eventos adversos. Esta informação é documentada em fontes regulamentares oficiais a par dos dados iniciais recolhidos nos ensaios clínicos.


P: Que tipos de pessoas foram incluídas nas evidências de investigação do Suca?

R: As principais evidências de investigação para o Suca incluíram participantes que tinham úlceras duodenais ativas. Os ensaios de tratamento a curto prazo incluíram participantes adultos de vários grupos etários para estabelecer o perfil de eficácia e segurança.


P: O Suca é um tratamento de curto ou longo prazo?

R: O Suca é oficialmente indicado para o tratamento a curto prazo (com duração até 8 semanas) de úlceras duodenais ativas. Também pode ser utilizado para terapia de manutenção numa dose reduzida após a cicatrização da úlcera.


P: O Suca pode ser cortado ao meio ou esmagado?

R: A forma oficial em comprimido pode ser dispersa em água para criar uma mistura fluida imediatamente antes da administração, um método utilizado para doentes que têm dificuldade em engolir comprimidos.


P: Qual é o propósito da monitorização de rotina necessária com o Suca?

R: A monitorização é aconselhada para populações específicas, incluindo doentes com diabetes (para verificar o açúcar no sangue) e doentes com compromisso renal crónico. A monitorização para este último grupo serve para verificar a função renal e monitorizar a potencial acumulação de alumínio, que é um risco conhecido em doentes com função renal diminuída.


P: Quais são os efeitos secundários mais frequentemente relatados do Suca?

R: De acordo com a documentação oficial dos ensaios clínicos, a reação adversa mais frequentemente relatada é a obstipação (prisão de ventre), que foi documentada numa pequena percentagem (2%) de doentes. Outros efeitos são listados como pouco frequentes ou raros.


P: O Suca é seguro para utilizar durante a gravidez, com base na informação oficial?

R: Documentos regulamentares afirmam que a utilização durante a gravidez é permitida apenas se for claramente necessária. Embora estudos em animais não tenham demonstrado evidências de danos no feto, não foram realizados estudos adequados e bem controlados especificamente em mulheres grávidas.


P: Existe uma versão genérica do Suca disponível?

R: A informação geral oficial confirma que a substância ativa do Suca, o Sucralfato, está disponível como um medicamento genérico.

Como Suca deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Suca?

O Suca deve ser conservado no frigorífico, mantido a uma temperatura entre os 2°C e os 8°C. Mantenha a seringa pré-cheia na sua embalagem original para a proteger da luz e garanta que o medicamento é guardado fora do alcance das crianças.

Não congele este medicamento. Se o produto for acidentalmente congelado, deve ser eliminado. Se for retirado do frigorífico, o Suca deve ser utilizado ou deitado fora caso permaneça à temperatura ambiente por mais de 48 horas.

Os dispositivos de injeção de Suca utilizados (seringas ou canetas) são classificados como resíduos cortantes e perfurantes. Coloque imediatamente todos os objetos cortantes e perfurantes usados num contentor de eliminação apropriado. Nunca deposite agulhas ou seringas soltas no lixo doméstico ou no ecoponto. Siga as diretrizes locais para a eliminação correta do contentor de objetos cortantes e perfurantes quando este estiver cheio.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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