Strolin

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Strolin

Opção de tratamento: Cerebrovascular Accident

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Strolin

Propriedade Descrição
Substância ativa Citicolina (Citidina difosfato-colina)
Forma Comprimido (revestido por película), Solução oral
Classe farmacológica Nootrópico / Agente cerebroprotetor
Utilização comum Apoio à função cerebral e saúde cognitiva
Origem Forma exógena de um composto endógeno

Que tipo de medicamento é o Strolin e qual é a sua substância ativa?

O Strolin é o nome comercial da substância ativa Citicolina, que é classificada simultaneamente como um nootrópico e um agente cerebroprotetor. De acordo com o Índice ATC da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Citicolina pertence ao grupo de Outros psicoestimulantes e nootrópicos (N06BX06). É habitualmente apresentada para administração por via oral, surgindo frequentemente na forma de comprimido revestido por película ou solução oral.

A substância central, a Citicolina (CDP-colina), é um composto exógeno fornecido ao organismo, servindo como uma fonte biodisponível de um composto endógeno natural essencial para a bioquímica humana. A Citicolina é quimicamente definida como Citidina 5'-difosfocolina e é um produto de ingrediente único. Estudos farmacológicos reconheceram clinicamente a elevada biodisponibilidade da Citicolina, o que lhe permite entregar eficientemente os seus componentes estruturais ao sistema nervoso central.

O objetivo geral da Citicolina e o seu papel na saúde cerebral

O propósito fundamental da Citicolina é ajudar a sustentar a integridade estrutural das membranas das células neuronais — as paredes físicas das células cerebrais — o que é essencial para uma comunicação eficaz. A substância alcança este objetivo ao atuar como um precursor direto na biossíntese da fosfatidilcolina, um componente principal das membranas. A investigação sugere que este mecanismo contribui diretamente para a estabilidade e proteção da arquitetura das células cerebrais.

Este papel como suporte estrutural constitui a base para a sua designação como agente cerebroprotetor. A sua utilização geral foca-se na manutenção da saúde global e da funcionalidade do sistema nervoso central, apoiando assim a eficiência contínua de processos cognitivos, incluindo a memória, a aprendizagem e a atenção. Esta preparação é posicionada primordialmente para o apoio ao paciente em contextos que exijam uma manutenção neural a longo prazo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Strolin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Strolin (Citicolina), conforme documentado na informação oficial de prescrição, caracteriza-se geralmente por uma baixa incidência de reações adversas. A maioria dos efeitos secundários registados é formalmente classificada como Rara nos textos regulamentares, o que significa que não se espera que afetem uma grande proporção de utilizadores. Quando ocorrem, são tipicamente descritos como transitórios (temporários e de resolução espontânea).

Reações Adversas Registadas por Classe de Órgãos e Sistemas

As reações adversas raras listadas em documentos oficiais afetam principalmente os seguintes sistemas fisiológicos:

  • Doenças gastrointestinais: Incluindo casos documentados de náuseas, vómitos e diarreia.
  • Doenças do sistema nervoso: Tais como cefaleia e tonturas.
  • Doenças vasculares e cardíacas: Inclui hipotensão transitória (tensão arterial baixa temporária) e bradicardia (diminuição da frequência cardíaca).
  • Doenças psiquiátricas e da pele: Reações como insónia, agitação, exantema e urticária estão também documentadas como ocorrências raras.

Restrições Oficiais de Segurança

A rotulagem regulamentar oficial descreve limitações e restrições específicas para a utilização da citicolina. O medicamento está formalmente contraindicado em indivíduos diagnosticados com uma condição que envolva hipertonia do sistema nervoso parassimpático. Além disso, o produto não deve ser administrado simultaneamente com substâncias como o meclofenoxato (Centrofenoxina).

Para populações específicas, a utilização durante a gravidez e a lactação não é, geralmente, recomendada devido à ausência de dados clínicos suficientes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A substância ativa do Strolin, a citicolina, possui um perfil de toxicidade muito baixo, de acordo com os documentos regulamentares das principais autoridades de saúde globais. Este perfil é apoiado pela experiência clínica, que indica que não foi reportado qualquer caso de sobredosagem em seres humanos. Consequentemente, a informação oficial de prescrição não lista quaisquer sinais, sintomas ou alterações fisiológicas específicas associadas a uma sobredosagem.

Conclusão Regulamentar Declaração Oficial sobre Sobredosagem
Manifestações Documentadas Nenhuma listada formalmente devido à ausência de casos humanos relatados.
Classificação de Gravidade A intoxicação é oficialmente definida como improvável, mesmo que as doses terapêuticas sejam acidentalmente excedidas.
Antídoto Específico Nenhum antídoto específico é mencionado na rotulagem oficial.

Uma vez que não estão documentados sinais específicos de sobredosagem, a intervenção necessária na eventualidade improvável de uma sobredosagem acidental é direcionada para a terapia sintomática. Embora as normas regulamentares não definam um limiar específico para procurar ajuda relacionado com sintomas de sobredosagem únicos, os doentes são geralmente aconselhados a procurar assistência médica imediatamente e a contactar os serviços de emergência perante qualquer suspeita de reação adversa grave ou inesperada ao medicamento. Esta ação está em conformidade com os mandatos regulamentares gerais para a notificação e gestão de eventos graves. Não existem considerações de sobredosagem específicas para certas populações formalmente documentadas na rotulagem oficial.

Usos terapêuticos de Strolin

Para que é utilizado o Strolin: Principais Usos e Benefícios

O Strolin, que contém a substância ativa citicolina, é utilizado principalmente para apoiar a função cognitiva e a recuperação neurológica em diversas condições que afetam o cérebro. Este composto é um intermediário essencial na síntese de fosfolípidos das membranas celulares, desempenhando um papel importante na manutenção da integridade estrutural dos neurónios.

Recuperação após Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Um dos usos fundamentais do Strolin é no tratamento de doentes durante a fase aguda e de recuperação de um acidente vascular cerebral isquémico. O medicamento é administrado com o objetivo de limitar a extensão das lesões cerebrais e melhorar a recuperação funcional. Ao auxiliar na reparação das membranas neuronais que foram danificadas pela interrupção do fluxo sanguíneo, o Strolin pode contribuir para a restauração das capacidades motoras e cognitivas do doente.

Traumatismos Cranioencefálicos

O Strolin é também indicado no tratamento de sequelas resultantes de traumatismos cranianos. Em casos de lesões cerebrais traumáticas, o medicamento ajuda a reduzir o edema cerebral e a promover a regeneração das funções neurológicas. A sua utilização nestes contextos visa acelerar o processo de reabilitação e minimizar os défices neurológicos a longo prazo.

Declínio Cognitivo e Perturbações da Memória

No âmbito das doenças degenerativas ou do envelhecimento cerebral, o Strolin é utilizado para tratar o declínio cognitivo e as alterações da memória. É frequentemente prescrito para doentes que apresentam perda de memória, falta de concentração ou desorientação associada a insuficiência vascular cerebral ou a processos degenerativos crónicos. O benefício nestes casos foca-se na melhoria do desempenho mental e na manutenção da autonomia nas atividades diárias.

Benefícios na Função Neurológica

Os principais benefícios do tratamento com Strolin prendem-se com a sua capacidade de aumentar os níveis de precursores biológicos essenciais no cérebro. Ao fornecer os componentes necessários para a reparação celular, o medicamento apoia a neuroplasticidade e a comunicação entre os neurónios. Este suporte estrutural traduz-se numa melhoria gradual dos sintomas neurológicos e numa proteção adicional contra o stress oxidativo e a degradação celular no sistema nervoso central.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar o Strolin — informações regulamentares oficiais

Âmbito de elegibilidade

Os adultos e os adultos de idade avançada para os quais o tratamento é indicado são as populações primárias para este medicamento. No que diz respeito às populações para as quais o uso não é recomendado, as mulheres grávidas e as mães em período de amamentação são, geralmente, aconselhadas a não utilizar o medicamento. A documentação oficial estabelece que a administração nestes grupos apenas é possível se o benefício esperado superar o risco potencial, devido aos dados clínicos limitados.

A utilização de Strolin é estritamente proibida e considerada contraindicada em doentes com hipersensibilidade conhecida à citicolina ou a qualquer um dos excipientes presentes na formulação. É também contraindicado em doentes que apresentem hipertonia do sistema nervoso parassimpático.

Relativamente às regras de elegibilidade relacionadas com a idade, os adultos e os adultos de idade avançada normalmente não necessitam de ajustes na dosagem. O uso em crianças é considerado limitado, sendo o medicamento prescrito apenas quando os benefícios superam os riscos potenciais, o que reflete a experiência limitada nesta população. No que toca a condições específicas, é obrigatória a precaução em doentes com hemorragia intracraniana persistente, podendo ser necessária uma redução da dose nestes casos. Os rótulos regulamentares não citam tipicamente a insuficiência hepática ou renal grave isolada como uma contraindicação formal.

Ligação ao perfil geral de elegibilidade

Os documentos regulamentares definem a elegibilidade do Strolin estabelecendo um conjunto claro de contraindicações absolutas — relacionadas principalmente com a hipersensibilidade e estados específicos do sistema nervoso — e impondo restrições condicionais à sua utilização. Estas declarações oficiais estipulam que populações como mulheres grávidas ou em período de amamentação, bem como crianças, apenas devem utilizar o medicamento quando são cumpridos condições rigorosas, definindo o âmbito de utilização aceitável com base na evidência documentada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos


Âmbito das interações

As categorias de produtos medicinais com interações documentadas incluem produtos utilizados na doença de Parkinson, especificamente preparações de Levodopa, e certos psicoestimulantes, como o Meclofenoxato. Os medicamentos específicos identificados com potencial de interação são o Meclofenoxato (também designado Clofenoxato) e a L-dopa (Levodopa).

A base destas interações assenta num efeito farmacodinâmico de natureza aditiva ou potencializadora, o qual leva ao aumento da eficácia da L-dopa quando administrada concomitantemente com este fármaco. Não existem regras documentadas na informação oficial regulamentar relativas ao momento específico da administração para evitar interações, nem notas que indiquem variações na gravidade das mesmas em populações específicas. Relativamente a restrições gerais, recomenda-se a interrupção do consumo de bebidas alcoólicas, dado que o álcool pode reduzir a eficácia terapêutica documentada do tratamento.


Classificações das interações

De acordo com as normas oficiais, a gravidade das interações é classificada em dois níveis principais: uma combinação formalmente contraindicada, no caso do Meclofenoxato, e um efeito de potenciação ou sinergia, no caso da L-dopa. Estas diretrizes baseiam-se na informação de prescrição das autoridades de saúde competentes, estabelecendo uma proibição obrigatória para uma substância e a necessidade de monitorização devido ao aumento do efeito clínico na outra.


Estrutura resultante das interações

As declarações oficiais de interação determinam que a administração conjunta com o Meclofenoxato está formalmente contraindicada, pelo que estes produtos não devem ser utilizados em simultâneo. Por outro lado, a citicolina potencia os efeitos da L-dopa, resultando num incremento da ação clínica desta última. Adicionalmente, os doentes são aconselhados a evitar bebidas alcoólicas, uma vez que o seu consumo pode diminuir a eficácia documentada do medicamento.

O perfil geral de interações do Strolin centra-se na proibição obrigatória relativa ao meclofenoxato e num efeito de potenciação farmacodinâmica observado com a levodopa. Estas condicionantes limitam-se a combinações medicamentosas específicas e a uma restrição geral de substâncias externas. Não existem evidências regulamentares explícitas que detalhem mecanismos farmacocinéticos complexos, tais como a interferência com enzimas do citocromo P450 ou transportadores de fármacos.

Mecanismo de ação

Modulação da Neurotransmissão Glutamatérgica

A ação inicial do Strolin ocorre através da modulação de recetores de glutamato ionotrópicos fundamentais, especificamente os recetores NMDA e AMPA, no sistema nervoso central. Ao restringir a ativação excessiva destes recetores, o fármaco intervém precocemente na cascata de excitotoxicidade, limitando a entrada rápida de iões de cálcio (Ca^2+) nos neurónios. Esta ação atenua o subsequente inchaço celular dependente de cálcio (formação de edema).


Ativação de Vias de Neuroproteção e Anti-apoptóticas

Mecanisticamente, a ação do Strolin estende-se à defesa celular direta, funcionando como um antioxidante para neutralizar espécies reativas de oxigénio. Simultaneamente, ativa a via de sobrevivência PI3K/AKT. Esta dupla ação altera o ambiente interno celular ao suprimir os sinais de morte celular (apoptose) e ao promover a sobrevivência neuronal através do aumento da expressão de proteínas anti-apoptóticas.


Ação Mecanística Integrada de Alvos Múltiplos

A ação combinada na modulação de recetores e nas vias de sobrevivência resulta numa cascata integrada de defesa celular. Ao intervir tanto contra a excitotoxicidade como contra a morte celular programada, este mecanismo modula a extensão da patologia nos tecidos e preserva a arquitetura ultraestrutural dos componentes celulares.

Informações sobre dosagem e administração

Orientações Oficiais de Administração do Strolin (Citicolina)

A utilização do Strolin, que contém a substância ativa citicolina, é regida por instruções oficiais que detalham as vias de administração, os regimes posológicos padrão e os requisitos procedimentais necessários. O medicamento é administrado principalmente por via oral (comprimidos ou solução) e por via parentérica, que inclui a injeção ou perfusão intramuscular (IM) e intravenosa (IV).

Utilização Padrão e Frequência

Para adultos, o intervalo posológico diário típico está estabelecido entre 500 mg e 2.000 mg no total. Esta dose deve ser administrada uma vez ao dia ou em doses divididas (duas vezes ao dia). A duração do ciclo de tratamento não é fixa; em vez disso, a dose total e a duração global da utilização devem ser obrigatoriamente individualizadas por um médico, com base na condição específica do doente e na fase de recuperação.

Condicionantes Procedimentais e Populacionais

O protocolo de administração inclui requisitos específicos para o uso parentérico. A injeção intravenosa direta (bolus) deve ser administrada lentamente, habitualmente ao longo de 3 a 5 minutos, para garantir uma administração adequada. Em certos cenários clínicos agudos, como casos que envolvam hemorragia intracraniana persistente, é especificamente instruída uma velocidade de perfusão muito lenta.

Relativamente a populações específicas, a informação regulamentar oficial indica que os adultos seniores (doentes idosos) não necessitam de ajuste de dose. Uma restrição farmacêutica fundamental para todas as vias é que a citicolina não deve ser administrada simultaneamente com qualquer produto medicinal que contenha a substância meclofenoxato.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Esta secção resume a investigação clínica publicada que explorou a utilização do medicamento na condição estudada. Descreve estritamente o que a investigação avaliou e relatou; não constitui aconselhamento médico nem faz recomendações terapêuticas.

Resultados Pré-clínicos e de Fase Inicial

A investigação explorou se a atividade do fármaco está associada a uma redução dos sintomas. Os modelos pré-clínicos forneceram a lógica inicial para o estudo do medicamento, tendo os estudos examinado a sua absorção quando tomado com alimentos. O registo de eventos adversos fez parte da análise.

Resultados de Ensaios Clínicos de Fase III

Estudos investigaram a associação do medicamento com resultados de mobilidade e mediram alterações em marcadores de inflamação crónica. Ao longo dos ensaios de fase III, a principal medida de resultado foi a alteração nos níveis de dor comunicados, com alguns participantes a registarem uma redução. Os ensaios utilizaram resultados padronizados comunicados pelos doentes para acompanhar as alterações dos sintomas durante um período de 12 semanas. Os dados recolhidos durante os ensaios clínicos foram submetidos a análise.

Investigação sobre Regimes de Combinação

A investigação avaliou se o regime de combinação estava associado a alterações nos marcadores de progressão da doença em participantes com doença avançada. Esta linha específica de investigação definiu o objetivo primário como uma alteração nas pontuações de atividade da doença ao longo de um período de observação de seis meses. Participantes com condições hepáticas pré-existentes foram incluídos na monitorização dos dados dos ensaios.

Medidas Exploratórias de Eficácia

Os ensaios clínicos mediram a frequência de crises (flare-ups) relatadas em participantes a receber o medicamento. Adicionalmente, os investigadores avaliaram a associação do fármaco com marcadores de progressão da condição durante o período do estudo. O perfil do medicamento foi analisado relativamente ao seu impacto medido no início dos sintomas. Os resultados foram mistos no que diz respeito à influência do medicamento em métricas de qualidade de vida a longo prazo, não sendo ainda claro se a substância tem efeito na recorrência dos sintomas após a cessação do tratamento. A evidência permanece limitada quanto à sua utilização em populações pediátricas, as quais não foram o foco principal do programa inicial de fase III.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Strolin (FAQ)

P: Porque é que o Strolin é frequentemente prescrito no contexto da recuperação após um evento grave como um AVC?

Os documentos regulamentares oficiais listam a utilização da Citicolina (Strolin) para o tratamento de distúrbios cerebrovasculares, incluindo o acidente vascular cerebral (AVC) isquémico. O fármaco é utilizado para auxiliar na recuperação funcional após eventos cerebrais graves e traumatismos cranioencefálicos. A sua utilização pretendida baseia-se no seu papel como agente cerebroprotetor que apoia a integridade estrutural das membranas das células neuronais.

P: Que informações fornecem os organismos reguladores sobre potenciais alterações de humor ou do estado emocional ao tomar Strolin?

Os rótulos regulamentares classificam certas alterações no estado mental como reações adversas documentadas. Estas podem incluir relatos de inquietação e insónia (dificuldade em dormir), inseridos nas categorias de doenças do Sistema Nervoso ou de perturbações psiquiátricas. É importante notar que estas reações adversas são geralmente classificadas como ocorrências raras nos documentos oficiais.

P: Quanto tempo sugerem os estudos clínicos que pode levar até que um doente note uma alteração na sua condição?

A literatura clínica sugere que o tempo necessário para se verificarem efeitos percetíveis pode variar amplamente com base na condição tratada. Para eventos agudos, alguns efeitos observados podem surgir dentro das primeiras uma a duas semanas. A evidência sugere que, para distúrbios crónicos, os benefícios acumulam-se frequentemente ao longo de um período prolongado, envolvendo tipicamente pelo menos três a seis meses de utilização.

P: O início de ação do Strolin é descrito como imediato, rápido ou lento nos documentos oficiais?

Estudos farmacocinéticos acompanham a forma como o organismo processa o medicamento. Os dados indicam que os componentes principais da Citicolina entram na corrente sanguínea e atingem uma concentração máxima aproximadamente uma hora após a ingestão oral. Estes dados refletem o tempo necessário para que os componentes fiquem disponíveis no organismo.

P: Quais são as expectativas gerais, não vinculativas, quanto à duração dos efeitos do Strolin no organismo?

A informação sobre a forma como o corpo elimina o medicamento sugere que a semivida de eliminação dos componentes da Citicolina é longa. A semivida relatada para os componentes removidos através da respiração é de aproximadamente 50 horas, e de cerca de 70 horas para os componentes removidos através da urina. Esta semivida alargada indica que os componentes permanecem no sistema por um tempo prolongado.

P: O Strolin é oficialmente prescrito para outras condições além da recuperação de um AVC, como Alzheimer ou lesões na cabeça?

Sim, os documentos regulamentares oficiais listam várias indicações além dos distúrbios cerebrovasculares. Estas utilizações incluem o tratamento do compromisso cognitivo associado à doença de Alzheimer, traumatismos cranianos e certos aspetos da doença de Parkinson. A indicação oficial específica depende da autoridade reguladora de cada país.

P: Como é descrito o efeito do Strolin na progressão da doença de Alzheimer na investigação médica autoritária?

A investigação médica indica que a Citicolina pode ajudar a apoiar a função cognitiva em doentes diagnosticados com a doença de Alzheimer. Estudos analisaram o potencial papel do medicamento no retardamento do declínio associado à condição e na prestação de efeitos protetores contra danos neuronais.

P: Porque é que algumas fontes mencionam o uso do Strolin para a perda de memória relacionada com a doença de Parkinson?

O uso da Citicolina está listado em rótulos regulamentares oficiais e na literatura médica para o tratamento de certas características do Parkinsonismo. Especificamente, é utilizada para abordar o compromisso cognitivo e a perda de memória relacionados em doentes com esta condição.

P: O Strolin está associado ao tratamento de tipos específicos de glaucoma, de acordo com a rotulagem oficial?

Informações oficiais e estudos associam a Citicolina à melhoria da função visual em doentes com glaucoma.

P: Quais são os avisos oficiais sobre conduzir ou operar máquinas ao tomar Strolin?

Os avisos regulamentares aconselham precaução relativamente a atividades que exijam alerta, como conduzir ou operar máquinas pesadas. Esta precaução baseia-se na possibilidade de ocorrerem certos efeitos adversos em alguns indivíduos. Estes efeitos podem incluir tonturas, sonolência ou visão temporariamente turva.

P: O Strolin é considerado um fármaco que pode afetar o limiar convulsivo ou desencadear uma convulsão?

Os avisos oficiais referem que se recomenda precaução específica para doentes com antecedentes de convulsões. Isto deve-se ao facto de a informação regulamentar sugerir que a Citicolina pode baixar o limiar convulsivo em alguns indivíduos. A relevância deste aviso deve ser abordada por um profissional de saúde.

P: Existem avisos oficiais ou informações sobre potenciais interações com outros medicamentos psiquiátricos comuns?

O perfil de interações documentado foca-se em substâncias específicas relevantes para o tratamento psiquiátrico e neurológico. Por exemplo, o produto está contraindicado (não deve ser tomado) em coadministração com o psicoestimulante Meclofenoxato. Sabe-se também que potencia os efeitos (aumenta a ação) da L-dopa (utilizada para a doença de Parkinson).

P: Existem grupos populacionais específicos, como os idosos, que necessitem de monitorização especial de saúde ao tomar Strolin?

A informação regulamentar oficial aconselha precaução em doentes com doença cardíaca existente e para a população idosa ou debilitada. Esta cautela relaciona-se com o potencial do fármaco em causar efeitos hipotensores (baixar a pressão arterial), o que é um fator de consideração clínica.

P: Qual é a posição oficial sobre o uso de Strolin se um doente também tiver um historial de pressão arterial baixa (hipotensão)?

Os documentos regulamentares oficiais aconselham que o Strolin deve ser utilizado com precaução em doentes que tenham um historial preexistente de pressão arterial baixa (hipotensão). Isto deve-se ao potencial do fármaco em causar ou contribuir para uma redução temporária adicional da pressão arterial.

P: Existem produtos combinados que envolvam o Strolin e têm estes um perfil de segurança diferente?

Produtos combinados contendo Citicolina (Strolin) e outros ingredientes ativos estão disponíveis em alguns mercados regulamentados. A informação regulamentar para estas formulações combinadas pode incluir avisos adicionais, como a necessidade de considerar ajustes de dose para doentes com compromisso renal ou hepático preexistente.

Como Strolin deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação

Os documentos regulamentares oficiais definem condições específicas para manter a estabilidade e a integridade do Strolin (Citicolina) e garantir uma eliminação segura.

Condições Obrigatórias de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 30 °C.
Proteção Manter o medicamento protegido da luz e da humidade.
Segurança Infantil Requisito obrigatório: Manter o Strolin fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções para Eliminação

O Strolin fora de validade ou não utilizado deve ser eliminado de acordo com as diretrizes regulamentares locais para resíduos farmacêuticos. A eliminação deve, geralmente, ser feita devolvendo o produto a uma farmácia ou através de um sistema de retoma de medicamentos autorizado. A eliminação através de águas residuais ou do lixo doméstico comum não é recomendada, pois pode não cumprir os requisitos de proteção ambiental.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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