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Streptomisin

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Streptomisin

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Streptomisin

O que é a Estreptomicina? (Identidade da Estreptomicina)

Propriedade Descrição
Princípio ativo Sulfato de estreptomicina
Forma farmacêutica Pó ou solução injetável
Classe farmacológica Antibiótico aminoglicosídeo
Objetivo geral Eliminação de infeções bacterianas suscetíveis
Origem Derivação natural (Streptomyces griseus)

A estreptomicina é um antibiótico essencial utilizado no combate a infeções bacterianas graves, distinguindo-se primordialmente pelo seu papel como um agente antimicrobiano potente que elimina bactérias suscetíveis. Sendo um medicamento de administração exclusiva por injeção, é classificado como um medicamento sujeito a receita médica, o que significa que a sua administração requer supervisão médica profissional devido às suas características específicas e aplicações terapêuticas. O fármaco é clinicamente reconhecido pela sua eficácia contra infeções que podem ser resistentes a agentes prescritos de forma mais comum, um facto apoiado pela informação técnica disponível sobre este princípio ativo.


Que Tipo de Antibiótico é a Estreptomicina?

A estreptomicina pertence à classe farmacológica dos aminoglicosídeos, uma categoria de antibióticos reconhecida pelas suas propriedades bactericidas de ação rápida. Esta classificação significa que o medicamento elimina ativamente o microrganismo através de um mecanismo direcionado, em vez de simplesmente interromper a sua replicação. O fármaco é uma substância de origem natural, com o princípio ativo, a estreptomicina, originalmente isolado a partir do micróbio do solo Streptomyces griseus em 1943.

A atividade do fármaco é definida pelo seu mecanismo como um bloqueador da produção de proteínas: atua ligando-se aos ribossomas bacterianos, impedindo que as bactérias criem as proteínas necessárias para viverem e se multiplicarem. O objetivo terapêutico geral deste produto de agente único é a eliminação eficaz de infeções bacterianas sistémicas ou localizadas através do seu poder de destruição decisivo.


Composição e Objetivo Geral da Estreptomicina

A composição do medicamento centra-se no seu único princípio ativo, o sulfato de estreptomicina, que é formulado para administração parentérica via injeção. Isto exige que seja fornecido como um pó estéril para injeção ou uma solução injetável para entrega direta no tecido muscular ou numa veia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui a estreptomicina na sua Lista de Medicamentos Essenciais, confirmando a sua importância na saúde pública global e na gestão de doenças infeciosas específicas de alto risco.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Streptomisin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança da Streptomisin (sulfato de estreptomicina) é definido essencialmente pelo potencial de toxicidade em órgãos específicos e por reações adversas graves, conforme documentado na informação regulamentar oficial.


Toxicidades Principais por Sistemas de Órgãos e Reações

As preocupações de segurança mais significativas estão classificadas como Perturbações do Ouvido e do Labirinto e Doenças Renais e Urinárias. A ototoxicidade (danos no oitavo nervo craniano) é um risco crítico relacionado com a dose, que pode levar a distúrbios vestibulares, zumbidos e, potencialmente, a uma surdez irreversível. A nefrotoxicidade envolve o risco de compromisso da função renal ou, em instâncias graves, insuficiência renal aguda.

As reações adversas comummente documentadas incluem parestesia circunoral (sensação de formigueiro em redor da boca), dores de cabeça, febre, erupções na pele e irritação no local da injeção. As reações adversas graves listadas oficialmente incluem também o Choque Anafilático e a Paralisia Respiratória resultante de Bloqueio Neuromuscular.


Segurança Relacionada com a População e a Duração

Os documentos regulamentares salientam que o risco de reações neurotóxicas, incluindo a ototoxicidade, é acentuadamente superior em doentes com função renal comprometida e em adultos mais velhos. O perfil de segurança inclui também condicionantes relacionadas com a duração: a gravidade dos efeitos ototóxicos está documentada como sendo diretamente proporcional à dose cumulativa e à duração da administração. O medicamento está contraindicado em indivíduos com historial de hipersensibilidade aos aminoglicosídeos e em mulheres grávidas, devido ao risco documentado de danos fetais, incluindo surdez congénita.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A sobredosagem de Streptomisin é definida pelo potencial do fármaco em causar toxicidade neurológica e auditiva grave em concentrações séricas excessivas, exigindo uma ação imediata com base nas orientações regulamentares.

As manifestações de sobredosagem documentadas com maior frequência relacionam-se com danos sensoriais e neurais, apresentando-se como ototoxicidade vestibular (vertigens, desequilíbrio e vómitos) e ototoxicidade coclear (perda súbita de audição). A gravidade destas manifestações está diretamente ligada à dose, à duração da exposição e à capacidade do doente em eliminar o fármaco do organismo.

Níveis elevados podem conduzir a efeitos neurotóxicos graves, incluindo a depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) e paralisia respiratória potencialmente fatal devido ao bloqueio neuromuscular. Especificamente, os lactentes e os indivíduos com função renal comprometida são referidos como populações altamente suscetíveis à acumulação e a toxicidades relacionadas com a dose.

As autoridades reguladoras aconselham que, se houver suspeita de sobredosagem ou se ocorrerem sinais de perda súbita de audição ou zumbidos nos ouvidos, a administração do fármaco deve ser imediatamente interrompida e deve ser procurada ajuda médica. É necessária assistência médica imediata para qualquer sintoma de uma reação alérgica grave, como rouquidão ou dificuldade em respirar. O tratamento é essencialmente sintomático e de suporte, embora a diálise possa ser um procedimento utilizado para reduzir concentrações séricas perigosamente elevadas.

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Usos terapêuticos de Streptomisin

Este medicamento é utilizado para gerir infeções bacterianas graves, proporcionando suporte sintomático em condições onde os sintomas criam um desgaste fisiológico percetível. A sua utilização é relevante no tratamento de condições graves como a tuberculose (TB), bem como em doenças zoonóticas raras específicas, tais como a Peste e a Tularemia.

O medicamento é relevante em condições caracterizadas por períodos de sintomas agravados e ajuda a tratar conjuntos de sintomas que interferem com o funcionamento diário. É utilizado para a gestão de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico, incluindo febre persistente e fraqueza (mal-estar), sendo também indicado para aliviar sintomas ligados ao stresse funcional de órgãos específicos, tais como tosse grave e gânglios linfáticos dolorosos e inflamados. Esta utilização proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras, contribuindo para atenuar a carga sintomática global.

“Esta terapêutica é aplicada em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, que podem beneficiar de uma gestão de suporte dos sintomas.”


Quick Fact: Suporte Sintomático para o Desconforto Sistémico

É frequentemente utilizada quando os sintomas se intensificam e é necessário um alívio de suporte, apoiando o doente durante episódios difíceis através da redução do mal-estar.

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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Streptomisin?

Os documentos regulamentares oficiais definem rigorosamente a população elegível para a Streptomisin (sulfato de estreptomicina). A utilização está contraindicada em doentes com um historial de hipersensibilidade clinicamente significativa à estreptomicina ou a qualquer outro antibiótico aminoglicosídeo. O medicamento é também estritamente contraindicado durante a gravidez, devido ao risco conhecido de danos fetais, e em doentes com doença labiríntica pré-existente.

As populações que requerem uma utilização restrita ou condicionada incluem aquelas com função renal comprometida ou azotemia pré-renal, o que exige uma administração cautelosa e uma redução da dosagem com monitorização rigorosa. Os doentes com disfunção auditiva pré-existente ou compromisso da função do VIII nervo craniano também necessitam de precaução especial devido ao risco de neurotoxicidade. Os adultos mais velhos e os lactentes exigem cautela e eventuais ajustes posológicos devido a fatores fisiológicos relacionados com a idade. Para as mulheres que amamentam, a utilização é restrita, sendo necessária uma decisão entre interromper o medicamento ou interromper a amamentação. Estas limitações estabelecem os critérios formais de utilização definidos pelas autoridades reguladoras.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações da Streptomisin é regido principalmente pelo seu potencial de toxicidade aditiva e pela sua dependência da eliminação renal, conforme descrito nos documentos regulamentares oficiais.

Interações Farmacodinâmicas (Risco de Toxicidade)

A coadministração com outros produtos medicinais neurotóxicos ou nefrotóxicos está oficialmente condicionada e, geralmente, deve ser evitada devido ao risco de toxicidade grave e aditiva. Isto inclui outros aminoglicosídeos (por exemplo, Gentamicina), a Capreomicina, e substâncias como a Ciclosporina e a Cisplatina.

A interação com Diuréticos da Alça (por exemplo, Furosemida ou Ácido etacrínico) também está condicionada, uma vez que a coadministração potencia os efeitos ototóxicos da Streptomisin. Além disso, este medicamento potencia os efeitos de Agentes Bloqueadores Neuromusculares e de Anestésicos Gerais, o que leva a um aumento do risco de paralisia respiratória.

Restrições Farmacocinéticas e de Tempo

O risco de acumulação do fármaco e de reações neurotóxicas graves é acentuadamente superior em doentes com função renal comprometida, uma consideração específica para esta população observada nas informações de prescrição. A Amiodarona pode aumentar a exposição à Streptomisin através de uma interação com o transportador da glicoproteína-P. Do ponto de vista procedimental, a Streptomisin e os antibióticos beta-lactâmicos não devem ser misturados numa solução intravenosa devido à inativação física in vitro. Não foram documentadas interações formais conhecidas com alimentos ou bebidas comuns.

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Mecanismo de ação

Como Funciona a Estreptomicina

O mecanismo central da estreptomicina reside na sua ligação irreversível à subunidade ribossómica 30S da bactéria, visando especificamente o RNA ribossómico 16S. Esta interação funciona como um inibidor potente da síntese proteica bacteriana. A ligação inicia uma cascata letal ao bloquear o início da criação de proteínas e, simultaneamente, ao induzir um erro de leitura generalizado do RNA mensageiro (RNAm). Isto resulta na incorporação de aminoácidos incorretos nas cadeias polipeptídicas.

A produção destas inúmeras proteínas mal dobradas e não funcionais desestabiliza toda a estrutura da célula bacteriana, levando a uma perda rápida da integridade celular. Este dano intracelular irreversível culmina no efeito bactericida decisivo — a destruição rápida do microrganismo. A consequência fisiológica resultante é a redução determinante da carga de agentes patogénicos suscetíveis.

Uma limitação mecanística fundamental é que a captação inicial do fármaco através da membrana celular bacteriana requer um processo de transporte ativo dependente de oxigénio. Por conseguinte, o mecanismo bactericida é significativamente prejudicado ou torna-se ineficaz contra bactérias anaeróbias estritas, demonstrando uma ligação direta entre o mecanismo de ação do fármaco e os níveis de oxigénio locais necessários para o seu transporte.

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Informações sobre dosagem e administração

A estreptomicina é um medicamento exclusivamente injetável e a sua utilização é regida por protocolos de administração e dosagem altamente específicos, definidos na rotulagem regulamentar. O medicamento é fornecido como um pó estéril para injeção, que deve ser reconstituído por um profissional de saúde com água estéril antes da utilização.

Princípios de Administração e Dosagem

Categoria Diretrizes Oficiais de Administração
Via de Administração A injeção intramuscular (IM) profunda é a via padrão obrigatória para a ação sistémica. Os locais de injeção, tais como o quadrante superior externo da nádega ou a face lateral média da coxa, devem ser alternados para minimizar a irritação local.
Esquema Posológico A dosagem é tipicamente baseada no peso, como 15 mg/kg para regimes diários, com a dose a não exceder habitualmente o máximo de 1 grama por dia. As doses são administradas diariamente ou de forma intermitente (por exemplo, duas a três vezes por semana), dependendo do protocolo de tratamento específico.
Duração da Utilização A duração total do tratamento depende da infeção, variando entre 7 a 14 dias para condições como a Tularemia, até pelo menos um ano quando utilizada para a tuberculose. A dose total ao longo da vida não deve, geralmente, exceder as 120 gramas.

Ajustes Específicos por População

São necessários ajustes posológicos obrigatórios em grupos específicos de doentes para cumprir as instruções oficiais. Para adultos mais velhos (idade superior a 59 anos), a dose diária é tipicamente reduzida para 750 mg ou menos. Para doentes com função renal comprometida, tanto a quantidade da dose como o intervalo de frequência devem ser modificados com base na depuração de creatinina calculada, prolongando-se frequentemente o intervalo entre as injeções. O fármaco deve ser administrado sob a supervisão imediata de um profissional de saúde num contexto clínico.

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Evidência clínica recente

A Streptomisin é um antibiótico aminoglicosídeo que detém um papel específico e especializado no tratamento moderno de diversas infeções bacterianas graves. Sendo o primeiro antibiótico eficaz contra a Mycobacterium tuberculosis (TB), a sua relevância histórica é substancial e a evidência clínica continua a sustentar a sua utilização direcionada atualmente.

Indicações Aprovadas e Eficácia

O fármaco está aprovado para um número limitado de infeções graves, sendo utilizado principalmente como parte de uma terapia combinada para prevenir a resistência antimicrobiana e melhorar os resultados:

Indicação Aprovada Papel no Tratamento Atual Resumo da Evidência
Tuberculose (TB) Agente de segunda linha para TB multirresistente (MDR-TB), ou quando os fármacos de primeira linha não podem ser utilizados. Meta-análises sugerem que, quando os resultados dos testes de sensibilidade apoiam a sua utilização, a Streptomisin está associada a melhores taxas de cura em regimes de MDR-TB comparativamente a alguns outros agentes injetáveis.
Peste Opção terapêutica de primeira linha para todas as formas de peste (Yersinia pestis). Décadas de utilização clínica e estudos comparativos sustentam a sua eficácia, servindo frequentemente como a referência em relação à qual novas alternativas são medidas.
Tularemia Considerada uma das principais opções farmacológicas para esta infeção grave (Francisella tularensis). A experiência clínica demonstra eficácia, embora o surgimento de alternativas como a gentamicina e as fluoroquinolonas tenha motivado avaliações comparativas contínuas.

Resultados Comparativos e Posicionamento

Ensaios clínicos que examinam o tratamento da MDR-TB sugerem que a Streptomisin e a amicacina estão associadas a melhores resultados do que outros agentes injetáveis, como a canamicina ou a capreomicina, quando a estirpe isolada é sensível. No entanto, devido ao risco estabelecido de ototoxicidade irreversível (problemas de audição e equilíbrio) e nefrotoxicidade (danos renais), a sua utilização requer uma seleção cuidadosa dos doentes e uma monitorização clínica rigorosa. O seu papel em regimes para a endocardite infeciosa permanece importante, sendo frequentemente utilizada de forma sinérgica com penicilinas.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Estreptomicina

O que é a estreptomicina e para que é utilizada?

A estreptomicina é um antibiótico pertencente à classe dos aminoglicosídeos. É utilizada principalmente no tratamento da tuberculose ativa, frequentemente em combinação com outros medicamentos, e em certas infeções bacterianas graves, como a peste ou a tularemia, causadas por microrganismos sensíveis a este fármaco.

Como é administrado este medicamento?

Este medicamento não é absorvido de forma eficaz pelo trato gastrointestinal, pelo que deve ser administrado por via parentérica. Geralmente, a administração é feita através de uma injeção intramuscular profunda. A dosagem e a duração do tratamento são determinadas por um profissional de saúde, dependendo da gravidade da infeção e da função renal do paciente.

Quais são os cuidados a ter durante o tratamento?

É fundamental realizar uma monitorização regular durante o uso da estreptomicina. Devido ao potencial de toxicidade, os pacientes devem ser acompanhados quanto a possíveis alterações na audição, no equilíbrio e na função renal. Informe o seu médico se sentir zumbidos nos ouvidos, tonturas ou alterações na frequência urinária.

Pode ser utilizada durante a gravidez?

A estreptomicina deve ser evitada durante a gravidez, a menos que seja estritamente necessário e não existam alternativas seguras. O uso deste medicamento durante a gestação pode causar danos ao feto, especificamente no desenvolvimento do sistema auditivo, o que pode resultar em surdez congénita.

O que acontece se falhar uma dose?

Para garantir a eficácia do tratamento e prevenir o desenvolvimento de resistência bacteriana, as doses devem ser administradas rigorosamente conforme o esquema prescrito. Se uma dose for omitida, deve contactar o profissional de saúde responsável para receber orientações sobre como proceder.

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Como Streptomisin deve ser armazenado e descartado?

O pó estéril de Sulfato de Estreptomicina para injeção deve ser conservado no seu recipiente original a uma Temperatura Ambiente Controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C.

Condição Requisito
Pó Não Reconstituído Conservar à Temperatura Ambiente Controlada (20 °C – 25 °C) no recipiente original.
Solução Reconstituída Estável durante 96 horas (4 dias) apenas se for refrigerada a 4 °C. Não congelar.

Todas as formas do medicamento devem ser mantidas fora da vista e do alcance das crianças.

A eliminação de qualquer produto não utilizado ou resíduo deve cumprir rigorosamente os requisitos locais. O medicamento não deve ser eliminado no lixo doméstico, nem despejado no cano ou na sanita; em vez disso, deve ser descartado através de um programa autorizado de resíduos farmacêuticos ou de recolha de medicamentos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Streptomisin encontrado em:

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