Spica

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Spica

O que é o Spica (Ácido Tranexâmico)?

O Spica é uma preparação farmacêutica sujeita a receita médica, classificada essencialmente como um agente antifibrinolítico e hemostático. O efeito deste medicamento é impulsionado pelo seu único princípio ativo, o Ácido Tranexâmico (DCI), um composto sintético e um derivado específico do Ácido Ciclohexano Carboxílico. Esta classificação coloca-o entre os fármacos especificamente concebidos para apoiar o processo natural do organismo na interrupção do fluxo sanguíneo, conhecido como hemostase. O Spica é reconhecido clinicamente pelo seu desempenho fiável no controlo de hemorragias sistémicas e está incluído na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, o que confirma a sua importância nos sistemas de saúde pública.

Composição e Formas Disponíveis

A composição base do Spica inclui o Ácido Tranexâmico como a única substância ativa, apresentada em formas farmacêuticas distintas adequadas para administração sistémica. As principais formas disponíveis são comprimidos destinados à via oral e uma solução injetável estéril, tipicamente apresentada em ampolas para administração intravenosa. Ao contrário de alguns agentes mais antigos, os produtos de Ácido Tranexâmico são conhecidos pela sua estabilidade reforçada e prazo de validade prolongado sob condições normais de conservação. Estudos confirmam consistentemente que o Ácido Tranexâmico atua através do bloqueio dos locais onde a enzima responsável pela dissolução dos coágulos se fixa, prevenindo assim a degradação da fibrina. Este mecanismo estabelece a capacidade fiável do medicamento em estabilizar os coágulos sanguíneos de forma sistémica.

Objetivo Geral: Para que é utilizado o Spica?

O objetivo geral do Spica é controlar e reduzir a perda excessiva de sangue através da promoção da estabilização dos coágulos. Esta função essencial é alcançada pela influência inibitória do medicamento na fibrinólise, que é o processo biológico responsável pela dissolução dos coágulos sanguíneos. Um cenário de utilização típico e neutro envolve a gestão de perdas de sangue graves após um trauma ou cirurgia de grande porte. Ao reforçar os coágulos existentes e prevenir a sua desintegração prematura, o medicamento apoia a manutenção da integridade do coágulo por um período mais longo. Esta ação é crítica para ajudar o corpo a gerir e limitar a hemorragia de forma eficaz em vários contextos clínicos onde a degradação descontrolada do coágulo represente um risco.

Quais efeitos secundários são possíveis com Spica?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança

O perfil de segurança do Spica (Ácido Tranexâmico) está formalmente estruturado em documentos regulamentares, que classificam as possíveis reações adversas de acordo com a sua frequência e o sistema do corpo afetado. Estas classificações são estabelecidas por agências governamentais de saúde autorizadas, garantindo uma apresentação factual e neutra dos riscos.


Reações Adversas por Frequência e Sistema

As reações adversas documentadas com maior frequência são tipicamente distúrbios gastrointestinais, tais como náuseas, vómitos e diarreia, as quais são classificadas como Frequentes. As reações que afetam a pele, como as reações alérgicas cutâneas (dermatite alérgica), estão listadas como Pouco Frequentes.

Menos frequentes, ou Raros, são os efeitos adversos documentados na rotulagem oficial que incluem perturbações na visão cromática e outros sintomas visuais, bem como eventos tromboembólicos (coágulos sanguíneos).


Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

A rotulagem oficial destaca o risco de reações adversas graves, que são geralmente raras. Estas incluem a trombose arterial ou venosa em qualquer local e convulsões, que têm sido associadas ao aumento da dose, particularmente após uma administração intravenosa rápida. Estão também documentadas reações de hipersensibilidade grave, incluindo a anafilaxia.

As restrições de segurança e os condicionalismos estão definidos nos documentos regulamentares. O uso é contraindicado em indivíduos com antecedentes de convulsões, insuficiência renal grave (devido ao risco de acumulação do fármaco) e doença tromboembólica ativa. Além disso, a rotulagem refere que os efeitos gastrointestinais são frequentemente dependentes da dose e que pode ser necessária uma monitorização específica da visão durante uma exposição contínua a longo prazo.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem com Spica identifica diversas manifestações clínicas e sistémicas documentadas que podem indicar uma exposição excessiva. Estas incluem comummente efeitos gastrointestinais, como náuseas, vómitos e diarreia, a par de sinais neurológicos como cefaleias, tonturas e vertigens, alterações do estado mental e compromisso visual. A hipotensão e a erupção cutânea são também referidas como possíveis manifestações.

A exposição por sobredosagem acarreta o risco de desfechos graves e potencialmente fatais, especificamente convulsões, arritmias cardíacas e eventos tromboembólicos sérios, tais como trombose venosa profunda, embolia pulmonar e trombose cerebral. A administração inadequada tem sido associada a lesões neurológicas graves e morte.

As autoridades regulamentares determinam uma ação imediata perante a suspeita de sobredosagem ou o aparecimento de sintomas graves. Deve procurar assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem ou se ocorrerem convulsões, uma reação alérgica grave ou sintomas visuais/oculares, devendo a utilização de Spica ser interrompida de imediato.

O tratamento é definido como sintomático e de suporte, uma vez que a rotulagem regulamentar estabelece que não se conhece um antídoto específico. O risco de reações tóxicas é oficialmente considerado maior em doentes com compromisso da função renal devido à acumulação do fármaco, um fator que exige atenção redobrada e modificação da dose.

Usos terapêuticos de Spica

O que o Spica Trata: Principais Utilizações e Benefícios

De acordo com as informações gerais sobre o Ácido Tranexâmico, o Spica é comummente utilizado em condições que apresentam sintomas relacionados com um desequilíbrio sistémico onde a perda excessiva de sangue é um fator.

O Spica é aplicado em diversos domínios terapêuticos para gerir sintomas relacionados com uma atividade fisiológica acentuada, frequentemente categorizados como sintomas que interferem com o funcionamento diário. Este medicamento é relevante para o alívio de sintomas em condições que envolvem perda de sangue crónica, recorrente ou aguda, incluindo hemorragia menstrual intensa (menorragia), hemorragia após traumatismo grave ou cirurgia, hemorragias nasais recorrentes (epistaxe), sendo também aplicado na abordagem de hemorragias após procedimentos dentários em doentes vulneráveis.

“O medicamento é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.”

Nestes contextos variados, o Spica fornece um suporte que ajuda a aliviar a carga global dos sintomas. Por exemplo, em condições crónicas, pode auxiliar no alívio do volume e da duração da perda de sangue, o que contribui para um melhor bem-estar quotidiano. Em contextos agudos, é aplicado na abordagem da hemorragia, o que apoia o doente durante episódios difíceis e é comummente utilizado para ajudar com sintomas que criam um esforço fisiológico percetível.

Facto Rápido: Suporte para Sintomas Ligados à Perda de Sangue

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar o Spica — Informação Regulamentar Oficial

O perfil de elegibilidade para o Spica (Ácido Tranexâmico) é definido por documentos regulamentares oficiais, centrando-se prioritariamente na exclusão de populações em risco de complicações relacionadas com a coagulação sanguínea.

Item de Âmbito Estatuto Regulamentar Oficial (Baseado na Rotulagem)
Populações para as quais o uso é permitido Adultos (18 anos ou mais); Crianças a partir de um ano de idade para indicações específicas (a dosagem baseia-se no peso); Doentes com insuficiência hepática ligeira.
Populações para as quais o uso não é recomendado Grávidas; Mulheres a amamentar; Lactentes com menos de um ano de idade (utilização não estabelecida); Doentes com Coagulação Intravascular Disseminada (CID) que não seja predominantemente fibrinolítica.
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com doença tromboembólica ativa (ex.: TVP, embolia pulmonar, trombose cerebral) ou risco intrínseco de trombose; Doentes com hipersensibilidade conhecida ao medicamento; Doentes com insuficiência renal grave; Doentes com histórico de convulsões ou perturbações adquiridas da visão cromática; Mulheres que utilizam contracetivos hormonais combinados (apenas para a forma oral); A forma injetável é contraindicada para administração neuraxial (espinal/epidural).
Restrições relacionadas com a elegibilidade O uso é restrito em doentes com insuficiência renal ligeira a moderada, exigindo uma redução obrigatória da dose. O uso prolongado requer exames oftalmológicos regulares. Doentes com hematúria maciça necessitam de monitorização apertada devido ao risco de obstrução por coágulo.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Item de Classificação Definição Baseada em Documentos Oficiais
Classificação de gravidade da elegibilidade Contraindicado (Proibição absoluta); Não Recomendado (Evitar, a menos que o benefício supere claramente o risco); Utilizar com Cautela (Requer monitorização ou ajuste de dose).
Limitações de contexto da elegibilidade O uso é limitado pelo estado fisiológico (gravidez/lactação), função de órgãos (estado renal), idade (inferior a 1 ano) e condições pré-existentes (risco trombótico/convulsões).

Ligação ao perfil global de elegibilidade:

Os documentos oficiais definem a elegibilidade através da contraindicação estrita do uso em populações com risco de trombose estabelecido ou insuficiência renal grave. Aplicam-se regras de utilização condicional a doentes com comorbilidades específicas, tais como a insuficiência renal ligeira a moderada — que obriga ao ajuste da dosagem — e a todos os doentes pediátricos (idade igual ou superior a 1 ano), cuja elegibilidade se baseia num cálculo específico por peso corporal.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil oficial de interações do Spica (Ácido Tranexâmico) é definido pelos seus efeitos no sistema de coagulação do organismo e na sua via de eliminação, conforme documentado em fontes regulamentares.


Combinações Proibidas (Contraindicações)

A coadministração do Spica com Contracetivos Hormonais Combinados é formalmente proibida, de acordo com a rotulagem regulamentar. Esta restrição deve-se a uma interação documentada que aumenta significativamente o risco de reações adversas tromboembólicas venosas e arteriais.


Interações Farmacodinâmicas

Estão documentadas interações com outros agentes que influenciam a coagulação do sangue. A combinação com Concentrados de Complexo de Fator IX ou Concentrados Coagulantes Anti-Inibidores pode aumentar o risco de trombose. Inversamente, combinar o Spica com Ativadores do Plasminogénio Tecidual pode resultar numa diminuição da eficácia terapêutica de ambos os medicamentos. O uso conjunto com Ácido Retinoico Todo-trans também não é recomendado, pois pode exacerbar o efeito pró-coagulante. Qualquer tratamento que envolva o Spica juntamente com anticoagulantes deve ser realizado apenas sob supervisão médica estreita.


Considerações sobre a Exposição e Populações

Uma vez que o Spica é eliminado principalmente pelos rins, o perfil regulamentar observa que a depuração é reduzida em doentes com insuficiência renal. Esta redução da depuração pode levar à acumulação do fármaco e ao aumento da exposição sistémica, o que constitui uma interação específica da condição clínica que requer cautela. Não existem interações específicas formalmente documentadas relativamente a alimentos, álcool, produtos fitoterápicos ou vias metabólicas comuns (enzimas CYP ou transportadores de fármacos).

Mecanismo de ação

Mecanismo Principal: Inibição da Fibrinólise

O Spica exerce o seu efeito principal ao atuar como um inibidor competitivo do precursor enzimático Plasminogénio. Este efeito é alcançado através de uma ligação forte aos Locais de Ligação da Lisina (LBS) na molécula do Plasminogénio, que representam os pontos de fixação necessários para que o Plasminogénio se localize na estrutura de fibrina de um coágulo. Ao bloquear estes locais, o fármaco impede que a enzima de dissolução de coágulos, a Plasmina, seja gerada no local de ação crucial. Esta supressão da atividade da plasmina é o mecanismo biológico central que estabelece a resistência à degradação da fibrina.


Estabilização Sistémica do Coágulo e Efeitos Secundários

Este bloqueio molecular inicia uma cascata sistémica onde a integridade estrutural do coágulo de fibrina é preservada, o que contribui para a resistência do coágulo à lise prematura. Este mecanismo modula diretamente a atividade dentro da via da fibrinólise. A molécula exibe também um efeito inibitório secundário e não competitivo sobre a plasmina pré-formada e modula a Via do Complemento ao afetar a sinalização inflamatória mediada pela plasmina. Em concentrações elevadas, o medicamento interage com os recetores GABA A no sistema nervoso central, o que atua como uma restrição mecanística conhecida devido ao potencial de excitabilidade neuronal.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Spica: Diretrizes Oficiais de Administração

O Spica (Ácido Tranexâmico) é utilizado de acordo com duas vias de administração distintas e oficialmente aprovadas: comprimidos orais e injeção ou perfusão intravenosa (IV), que determinam o protocolo específico de dosagem. Esta abordagem dupla estabelece o seu uso tanto em regimes cíclicos de ambulatório como em contextos hospitalares controlados para situações agudas.

Âmbito da Administração

Categoria Diretriz Oficial
Vias e Formas Oral (Comprimidos) e Intravenosa (Solução Injetável). A solução destina-se exclusivamente a uso IV; a injeção intramuscular é proibida.
Dosagem Oral O regime padrão para indicações específicas é de 1.300 mg (dois comprimidos de 650 mg) três vezes ao dia.
Dosagem IV Os regimes padrão incluem uma dose baseada no peso (ex.: 10 mg/kg) para utilização em procedimentos ou 1 g para fibrinólise aguda, administrada várias vezes ao dia.
Tempo e Duração Os comprimidos orais podem ser tomados com ou sem alimentos. O tratamento oral está limitado a um máximo de cinco dias consecutivos durante o período menstrual.
Preparação e Restrições A administração IV deve ocorrer através de injeção lenta, a uma taxa que não exceda 1 mL por minuto (100 mg/minuto). Os comprimidos orais devem ser engolidos inteiros e não podem ser mastigados.

Ajustes de Dosagem

Os documentos regulamentares enfatizam que a redução da dose é necessária tanto para a administração oral como para a intravenosa em pacientes com insuficiência renal conhecida. Os ajustes específicos são calculados com base no grau de perda da função renal. Normalmente, não é necessária qualquer alteração para adultos mais velhos, a menos que exista insuficiência renal concomitante, nem é necessário ajuste para insuficiência hepática. A dosagem pediátrica para uso IV é calculada de acordo com o peso corporal da criança, como, por exemplo, 15 mg/kg.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente sobre o Spica

Os ensaios clínicos têm investigado a utilização do Spica no tratamento da sua indicação principal, a Perturbação de Hiperexcitabilidade Crónica (PHC). Os resultados da investigação indicam que o Spica está associado à modulação de sintomas relacionados com a PHC, incluindo a frequência e a gravidade dos episódios de hiperexcitabilidade.

Eficácia e Modulação de Sintomas

Os ensaios iniciais de fase 3, que compararam o Spica com um placebo, reportaram uma redução estatisticamente significativa no objetivo primário, que consistiu na taxa semanal de episódios de hiperexcitabilidade. Os dados sugerem que esta redução foi mantida ao longo da duração do ensaio (tipicamente 12 semanas). O efeito em objetivos secundários, tais como a qualidade de vida global e a capacidade funcional, também foi avaliado, com alguns estudos a reportarem melhorias nestas áreas.

Segurança e Tolerabilidade

O Spica foi avaliado quanto à sua segurança em múltiplas populações de doentes. Globalmente, o medicamento foi descrito como sendo geralmente bem tolerado nos grupos em estudo. Os eventos adversos reportados com maior frequência foram tipicamente de gravidade ligeira a moderada e incluíram fadiga, tonturas e desconforto gastrointestinal ligeiro. Estes achados são consistentes com a classe farmacológica conhecida do composto.

Investigação em Curso

Estão a decorrer estudos adicionais para avaliar os efeitos a longo prazo do Spica para além dos períodos iniciais dos ensaios, focando-se especificamente na gestão sustentada dos sintomas e na durabilidade da resposta. A investigação está também a explorar o papel potencial do Spica em doentes pediátricos e na gestão de condições neurológicas relacionadas, embora a aprovação regulamentar para estas utilizações possa ainda não estar estabelecida. Esta investigação contínua visa aperfeiçoar a compreensão do perfil terapêutico completo do fármaco.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Spica (FAQ)

P: O Spica é considerado um tratamento a longo ou a curto prazo?

De acordo com as instruções oficiais de administração, a forma oral do Spica é tipicamente limitada a uma curta duração, como um máximo de cinco dias consecutivos durante o período menstrual para certas indicações aprovadas. A duração específica de utilização para outras condições aprovadas é definida pelo médico assistente com base no Resumo das Características do Produto.

P: O Spica pode ser tomado com alimentos?

Sim, a rotulagem regulamentar oficial indica que os comprimidos de Spica podem ser tomados com ou sem alimentos. Isto significa que, geralmente, o medicamento pode ser tomado independentemente do horário das refeições. A solução injetável (IV) não envolve a ingestão de alimentos.

P: O que acontece se me esquecer de uma dose de Spica?

As instruções oficiais para o doente definem orientações específicas para a gestão de uma dose esquecida, aconselhando habitualmente os doentes a consultar o folheto informativo ou o médico prescritor sobre se devem tomar a dose ou saltá-la. A duplicação de doses é explicitamente desaconselhada na informação oficial.

P: Existem alimentos ou bebidas que devam ser evitados durante a toma de Spica?

Os documentos regulamentares não especificam quaisquer alimentos ou bebidas não alcoólicas particulares que devam ser evitados durante a utilização de Spica. A informação oficial do produto não lista restrições dietéticas obrigatórias associadas ao uso deste medicamento.

P: O Spica interage com o álcool, conforme descrito nos documentos regulamentares?

Os documentos regulamentares oficiais e os rótulos do produto não listam formalmente uma interação específica entre o Spica e o álcool.

P: O Spica causa aumento de peso?

O aumento de peso não está listado como um efeito secundário comum, pouco comum ou raro nos documentos regulamentares oficiais. Os efeitos secundários reportados com maior frequência envolvem tipicamente o sistema gastrointestinal, como náuseas ou diarreia.

P: O Spica pode afetar os padrões de sono?

Os documentos oficiais não listam perturbações comuns do sono, como a insónia, como um efeito secundário. Embora o fármaco tenha atividade conhecida no sistema nervoso central, efeitos graves neste sistema, como convulsões raras, estão associados a doses elevadas ou à administração intravenosa rápida.

P: O Spica interage com analgésicos comuns de venda livre?

Os documentos regulamentares focam-se principalmente em potenciais interações com medicamentos que afetam a coagulação sanguínea, como os anticoagulantes. Tipicamente, não listam interações com analgésicos comuns de venda livre, como o paracetamol ou o ibuprofeno, como combinações proibidas.

P: Existem suplementos à base de plantas conhecidos por interagir com o Spica?

Os documentos regulamentares oficiais referem que não existem interações específicas formalmente documentadas para produtos fitoterápicos. Este é um ponto geral de discussão para o médico prescritor.

P: O Spica é seguro para idosos?

As diretrizes regulamentares referem que, tipicamente, não é necessário ajuste de dose para idosos. A única situação em que uma redução da dose pode ser necessária é se houver evidência concomitante de compromisso renal (rim).

P: O Spica pode ser utilizado por pessoas com problemas renais?

A elegibilidade depende inteiramente do grau de perda da função renal. O fármaco é estritamente contraindicado (proibido) para indivíduos com insuficiência renal grave. Para aqueles com problemas renais ligeiros a moderados, é obrigatória uma redução da dose devido ao risco de acumulação do medicamento no organismo.

P: O Spica pode ser utilizado por pessoas com doença hepática?

A informação oficial de prescrição indica que, geralmente, não é necessário um ajuste de dose para doentes com compromisso hepático (fígado). O médico prescritor determina a elegibilidade de utilização em doentes com condições de saúde crónicas.

P: Quais são os efeitos conhecidos do Spica no feto em desenvolvimento, de acordo com fontes oficiais?

O Spica não é geralmente recomendado para utilização durante o primeiro trimestre da gravidez como medida de precaução, devido aos dados limitados em humanos. Sabe-se que atravessa a placenta e a sua utilização deve ser considerada apenas quando claramente necessária, de acordo com a informação oficial.

P: Quanto tempo permanece o Spica no sistema após a última dose?

O tempo necessário para o corpo eliminar metade do fármaco (semivida de eliminação) é de aproximadamente três horas em indivíduos com função renal normal. É excretado principalmente de forma inalterada através da urina.

P: Qual é o prazo típico para um médico avaliar se o Spica está a funcionar?

Os estudos regulamentares utilizados para avaliar a eficácia do fármaco nas utilizações aprovadas avaliaram geralmente o resultado primário (como a redução de episódios de sintomas) ao longo de um período de várias semanas, frequentemente cerca de 12 semanas.

P: É verdade que o Spica pode causar sensibilidade à luz?

A rotulagem oficial descreve que o Spica pode causar perturbações visuais, incluindo visão cromática alterada e visão turva. Alguns relatórios pós-comercialização também referiram sensibilidade à luz (fotofobia) e inflamação ocular. As alterações visuais são assinaladas na rotulagem oficial como uma reação adversa grave.

P: Quais são os achados de segurança a longo prazo para o Spica?

Para doentes que utilizam o medicamento continuamente a longo prazo, os documentos regulamentares enfatizam a necessidade de exames oftalmológicos regulares para monitorizar potenciais problemas, como a oclusão da artéria ou veia da retina. Esta monitorização é um requisito fundamental de segurança a longo prazo.

P: Por que razão algumas pessoas param de tomar o Spica?

Os documentos regulamentares indicam que a utilização deve ser interrompida imediatamente se uma pessoa sentir sintomas relacionados com reações adversas graves. Estas reações incluem sinais de eventos tromboembólicos (coágulos sanguíneos) ou alterações significativas na visão.

P: O Spica pode causar alterações de humor?

Os documentos regulamentares oficiais não listam alterações de humor específicas, como depressão ou ansiedade, como efeitos secundários comuns. No entanto, o médico prescritor pode avaliar quaisquer alterações sentidas por um indivíduo.

P: Existe uma versão genérica do Spica disponível?

Sim, o princípio ativo do Spica, que é o Ácido Tranexâmico, foi aprovado pelas principais entidades regulamentares como um equivalente genérico para produtos de marca.

P: O Spica tem risco de dependência ou abstinência?

O fármaco é classificado como um antifibrinolítico e não é uma substância controlada. Esta classificação indica que o fármaco não acarreta o perfil de risco típico de dependência física ou síndromes de abstinência associados a medicamentos controlados.

P: O Spica pode ser utilizado para outras condições além da principal que trata, de acordo com a informação oficial?

Os rótulos oficiais dos medicamentos listam todas as condições específicas para as quais o produto recebeu aprovação regulamentar. As decisões de prescrição baseiam-se nas condições oficialmente indicadas e listadas nos documentos regulamentares.

P: O Spica é uma substância controlada?

Não, o Spica (Ácido Tranexâmico) não está atualmente classificado como uma substância controlada nos quadros regulamentares de países como os Estados Unidos ou o Canadá.

P: O Spica é um medicamento novo?

O princípio ativo, o Ácido Tranexâmico, é um composto bem estabelecido que tem sido utilizado globalmente há décadas. Embora novas formulações ou versões de marca possam receber aprovações recentes, o medicamento de base não é uma descoberta nova.

Como Spica deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Spica

A conservação e a eliminação do Spica (Ácido Tranexâmico) devem ser realizadas de acordo com as informações oficiais da rotulagem regulamentar para garantir a estabilidade do medicamento.

Condições de Conservação

A solução injetável é geralmente conservada entre os 20 °C e os 25 °C (temperatura ambiente controlada), enquanto os comprimidos são conservados a uma temperatura inferior a 30 °C ou 25 °C. Ambas as formas devem ser mantidas em local seco e fora do alcance e da vista das crianças. A solução injetável não pode ser congelada e as soluções diluídas devem ser rejeitadas dentro de prazos específicos, como, por exemplo, 24 horas sob refrigeração.

Instruções para Eliminação

Qualquer produto não utilizado ou material residual deve ser eliminado de acordo com as normas locais. Se não estiver disponível um programa comunitário de recolha de medicamentos, os comprimidos não utilizados podem ser misturados com uma substância indesejável, colocados num recipiente selado e depositados no lixo doméstico. Antes da eliminação, deve-se remover toda a informação identificativa do rótulo da receita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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