Siran

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Siran

O que é o Siran? (Visão Geral)

Propriedade Descrição
Princípio ativo Acetilcisteína (N-acetilcisteína, NAC)
Forma principal Comprimido efervescente, Solução
Classe farmacológica Agente mucolítico, Antídoto
Objetivo geral Fluidificação do muco, Proteção celular
Origem Derivado sintético N-acetil

Que tipo de medicamento é o Siran (Acetilcisteína)?

O Siran é um nome comercial registado para uma preparação farmacêutica cujo único princípio ativo é a Acetilcisteína, quimicamente designada por N-acetil-L-cisteína ou NAC. Esta substância farmacológica é um derivado sintético N-acetil do aminoácido endógeno L-cisteína. A Acetilcisteína está oficialmente classificada tanto como um agente mucolítico como um antídoto. Esta combinação única é clinicamente reconhecida para dar resposta à congestão respiratória e a necessidades toxicológicas específicas, sendo esta aplicação fundamentada em estudos farmacológicos que definem a atividade química singular da molécula.

Composição, Forma e Finalidade Geral

O medicamento é um produto de princípio ativo único, focando-se exclusivamente na Acetilcisteína. A marca Siran é habitualmente comercializada sob a forma de comprimido efervescente — incluindo a variante de maior dosagem Siran Forte — para administração oral. O formato efervescente é frequentemente preferido para doentes, tais como jovens ou adultos com dificuldades de deglutição, uma vez que permite que a substância seja tomada como uma solução. O objetivo geral deste medicamento é fundamentalmente duplo. Primeiro, a sua função como agente secretolítico visa facilitar quimicamente a redução da viscosidade e a remoção de secreções mucosas espessas e retidas. Segundo, o seu papel como pró-fármaco permite-lhe fornecer o precursor necessário, a cisteína, para ajudar a repor os níveis de glutationa (GSH), oferecendo assim um suporte não específico essencial aos mecanismos de defesa celular.

Quais efeitos secundários são possíveis com Siran?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança da Acetilcisteína (Siran) é oficialmente categorizado em documentos regulamentares com base na frequência e no sistema orgânico afetado. As reações adversas estão agrupadas segundo as Classes de Sistemas de Órgãos (SOCs) padrão, que incluem doenças do Sistema Imunitário, do Sistema Gastrointestinal e Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos.

As reações adversas oficialmente documentadas são classificadas em diversas categorias de frequência, em conformidade com as normas regulamentares globais:

Categoria de Frequência Reações Adversas Associadas (Exemplos)
Pouco frequentes Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, prurido), cefaleias, náuseas, vómitos, febre ou hipotensão.
Raros Broncoespasmo, dispneia (dificuldade em respirar) ou estomatite.
Muito raros Choque anafilático, reação anafilática/anafilatoide ou hemorragia.

As reações adversas graves listadas em fontes regulamentares incluem o Choque Anafilático e Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs), como a Síndrome de Stevens-Johnson, embora estas sejam classificadas como Muito Raras. Nota-se que as reações anafilatoides e o broncoespasmo podem ocorrer após a administração, indicando um padrão de início rápido.

Considerações de Segurança Específicas para Certas Populações

As notas de segurança especificam precaução para indivíduos com certas condições preexistentes. A utilização é condicionada em doentes com asma devido ao risco de broncoespasmo. Recomenda-se também cautela em doentes com antecedentes de úlcera péptica ou hemorragia gastrointestinal. O medicamento é formalmente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à Acetilcisteína ou a qualquer um dos seus componentes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de Siran (Acetilcisteína) aborda tanto a utilização estabelecida do fármaco como antídoto, quanto o risco de toxicidade resultante da própria substância ou da sua administração em volumes elevados.

Manifestações de Sobredosagem e Desfechos Graves Documentados

As manifestações mais comuns associadas a doses superiores às recomendadas ou a uma administração rápida são sinais de reações de hipersensibilidade sistémica. Estes sinais documentados incluem rubor facial, erupção cutânea, urticária, prurido, náuseas e vómitos. Podem ocorrer desfechos fatais ou que colocam a vida em risco, como a anafilaxia grave, que se pode apresentar com hipotensão severa, pieira, falta de ar ou broncoespasmo. Em casos de sobredosagem massiva não intencional (erros de medicação), foram documentados efeitos graves no sistema nervoso central, tais como convulsões e edema cerebral.

Ação Imediata e Monitorização Necessária

É necessária assistência médica urgente perante qualquer suspeita de sobredosagem ou perante o aparecimento de sintomas graves que coloquem a vida em risco. As orientações regulamentares determinam que a infusão do fármaco deve ser imediatamente interrompida se ocorrer uma reação de hipersensibilidade grave. Embora a Acetilcisteína seja o antídoto estabelecido para a intoxicação por paracetamol, não se conhece um antídoto específico para uma sobredosagem da própria Acetilcisteína; a gestão clínica é definida como tratamento sintomático e de suporte, incluindo o uso de anti-histamínicos ou epinefrina. A continuação do tratamento está sujeita a critérios rigorosos de monitorização laboratorial, incluindo testes à função hepática (ALT, AST, INR) e à função renal (Creatinina, BUN), para avaliar objetivamente a condição do doente e orientar a terapia.

Usos terapêuticos de Siran

O que o Siran trata: principais utilizações e benefícios

As utilizações terapêuticas do Siran (Acetilcisteína) incluem a gestão de suporte de sintomas respiratórios e a intervenção toxicológica aguda. Este medicamento é considerado relevante para condições que apresentam episódios agudos e para aquelas caracterizadas por períodos de intensificação dos sintomas.

O Siran é relevante para o alívio de grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores em condições como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), a bronquite crónica, a Fibrose Quística (FQ) e complicações pulmonares específicas. É comummente utilizado para ajudar com conjuntos de sintomas que criam um esforço fisiológico notável, particularmente aqueles associados ao desconforto físico resultante de secreções respiratórias específicas.

No contexto agudo, o Siran é também aplicado em ambientes clínicos que envolvem padrões de sintomas instáveis, servindo como um antídoto essencial para a overdose aguda de acetaminofeno (paracetamol). O medicamento é relevante para atenuar sintomas e apoia o organismo durante episódios de elevado stresse toxicológico.

“Este medicamento é relevante para o alívio de sintomas relacionados com a obstrução respiratória e fornece um auxílio de suporte durante eventos toxicológicos agudos.”

Esta medicação auxilia na manutenção da estabilidade funcional e fornece um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas.


Foco na Gestão de Sintomas: O medicamento é relevante para gerir sintomas que interferem com o conforto diário em doenças pulmonares crónicas e é aplicado quando é necessária assistência de suporte para tratar o stresse funcional de órgãos específicos mediado por toxinas.

Critérios de utilização e restrições

Esta secção resume a elegibilidade e a não elegibilidade oficial da população para o Siran, com base na documentação regulamentar governamental. A utilização apenas é permitida para doentes cujo perfil esteja em conformidade com o folheto informativo autorizado.

Populações Excluídas da Utilização de Siran

Classificação Critérios de Exclusão
Contraindicado Hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer componente. Doentes a tomar tizanidina (componente Ciprofloxacina). Doentes com Miastenia Gravis (componente Ciprofloxacina).
Não Recomendado Lactentes e crianças com menos de 2 anos de idade (componente Acetilcisteína). Utilização geral em doentes pediátricos (componente Ciprofloxacina) devido a preocupações de segurança.

Populações que Requerem Utilização Restrita

A elegibilidade é limitada e a precaução é obrigatória para os seguintes grupos:

Doentes com compromisso renal ou hepático requerem frequentemente o ajuste da dose e uma monitorização rigorosa.

Indivíduos com asma brônquica (risco de broncoespasmo), antecedentes de úlcera ou hemorragia gastrointestinal, ou intolerância à histamina (Acetilcisteína). É necessária precaução para a Ciprofloxacina em doentes com antecedentes de convulsões ou problemas de ritmo cardíaco.

A utilização durante a gravidez ou aleitamento é geralmente reservada para situações em que o benefício é considerado superior ao risco desconhecido, baseando-se numa consulta médica rigorosa devido à insuficiência de dados em humanos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar oficial identifica restrições importantes relativas à coadministração de Siran (Acetilcisteína) com outras substâncias, focando-se principalmente na prevenção de incompatibilidades químicas e na gestão da acentuação dos efeitos de certos medicamentos. Esta secção lista as interações oficialmente documentadas sem fornecer aconselhamento clínico ou instruções de dosagem.

Os principais domínios de interação incluem a incompatibilidade física e a potenciação dos efeitos dos fármacos:

Incompatibilidade Física: Quando preparado como solução para inalação, o Siran é química ou fisicamente incompatível com diversos fármacos. O folheto informativo exige explicitamente que o Siran seja administrado separadamente de Tetraciclinas, Eritromicina, Anfotericina B, Óleo Iodado e certas Enzimas Proteolíticas, como a Quimiotripsina e a Tripsina. A mistura de Siran com agentes oxidantes, tais como o Peróxido de Hidrogénio, é também contraindicada.

Interações Medicamentosas Sistémicas: O uso concomitante de Siran com Nitroglicerina (independentemente da via de administração) pode levar a uma acentuação dos efeitos vasodilatadores da nitroglicerina. Os utilizadores devem ser monitorizados de perto durante a coadministração. Adicionalmente, o Carvão Ativado pode reduzir a eficácia do Siran quando administrado por via oral; contudo, a sua utilização não é impedida quando clinicamente indicada, como em casos de certas sobredosagens. A coadministração com Carbamazepina é listada como uma interação potencialmente perigosa que requer uma avaliação cuidadosa.

Estas restrições estabelecem requisitos de procedimento (administração separada) e a necessidade de monitorização médica quando o Siran é utilizado em conjunto com produtos medicinais específicos.

Mecanismo de ação

Clivagem Química Direta das Ligações de Mucina

O princípio ativo do Siran exerce um efeito químico direto ao utilizar o seu grupo sulfidrilo (-SH) para clivar as pontes de dissulfureto (S-S) que ligam as cadeias proteicas do muco espesso. Esta interação específica faz com que as grandes estruturas de mucina sofram despolimerização, contribuindo para uma alteração na reologia das secreções. Este mecanismo é mais eficiente quando são alcançadas concentrações elevadas no local de ação, como no fluido que reveste o trato respiratório.

Precursor Metabólico para Antioxidação Celular

A molécula também funciona como um pró-fármaco, fornecendo L-Cisteína, o precursor limitante necessário para a síntese endógena de Glutationa (GSH). A síntese de GSH através deste mecanismo facilita a capacidade da célula para neutralizar espécies reativas, modulando assim o estado de oxidação das macromoléculas celulares.

Modulação das Vias de Sinalização Redox

O estado redox celular resultante, impulsionado pela síntese de GSH, exerce uma influência moduladora em vias de sinalização sensíveis à oxidação, tais como as controladas pelo fator de transcrição NF-kappaB. Este mecanismo pode modular a expressão de mediadores pró-inflamatórios, influenciando as cascatas de sinalização sensíveis ao estado redox associadas ao perfil de atividade da molécula.

Informações sobre dosagem e administração

A administração de Siran (Acetilcisteína) está estruturada em torno de duas filosofias principais de utilização: um protocolo agudo de tempo crítico, quando utilizado como antídoto, e um regime flexível para a sua aplicação mucolítica. O fármaco está oficialmente aprovado para administração por via oral, intravenosa (IV) e inalatória, dependendo a via específica do contexto clínico em questão.

Para a utilização como antídoto agudo, o protocolo baseia-se estritamente no peso corporal (mg/kg), sendo administrado como um regime sequencial de doses múltiplas ao longo de um período fixo. O protocolo IV envolve um total de 300 mg/kg administrados em três infusões distintas e temporizadas, durante um período de 21 horas. De igual modo, o protocolo de antídoto por via oral requer uma dose de carga seguida de dezassete doses de manutenção, administradas em intervalos de quatro horas, totalizando 72 horas. Esta dosagem de tempo crítico exige o cumprimento obrigatório do calendário e dos intervalos predeterminados.

Tanto a solução injetável como a solução oral para utilização como antídoto requerem uma diluição específica antes da administração. A forma IV deve ser preparada com fluidos intravenosos adequados, enquanto a solução oral é diluída até uma concentração de 5%.

Em contraste, a utilização mucolítica por inalação ou ingestão oral envolve doses variáveis mais baixas, tais como 3 a 10 mL da solução a 10% ou 20%, tipicamente administradas três a quatro vezes por dia. Para doentes pediátricos que recebam o antídoto por via IV, as orientações específicas estipulam ajustamentos de volume para aqueles com peso inferior a 40 kg, de forma a gerir a ingestão total de fluidos, sublinhando a necessidade absoluta de calcular a dose com base no peso corporal.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Panorama dos Estudos

A evidência científica resume os estudos que avaliaram o fármaco quanto aos seus objetivos primários e secundários, bem como a potencial redução da gravidade da inflamação em doentes com Artrite Reumatoide (AR).


Estudos Principais de Eficácia na Artrite Reumatoide

Os estudos centraram-se em critérios de inclusão específicos, envolvendo doentes adultos com AR ativa de moderada a grave que demonstraram uma resposta inadequada aos Fármacos Modificadores da Doença (DMARDs) tradicionais.

Desenho do Estudo e Resultados

A investigação fundamental incluiu um ensaio de Fase 3, aleatorizado, em dupla ocultação e controlado por placebo. O objetivo primário medido foi a proporção de doentes que atingiram uma resposta ACR20 às 12 semanas.

Os dados iniciais indicaram que uma percentagem mais elevada de doentes a receber o fármaco em estudo atingiu uma resposta ACR20 em comparação com os que receberam placebo (55% vs 32%).

Os objetivos secundários incluíram alterações no Questionário de Avaliação da Saúde - Índice de Incapacidade (HAQ-DI), o qual foi explorado para identificar uma associação com a melhoria da função articular.

Estes resultados relacionam-se com a gestão dos sintomas da AR, incluindo medidas de dor e de função física.


Efeitos Observados

Os estudos avaliaram se foi observada uma diminuição nos níveis da Proteína C-Reativa (PCR) nos grupos de doentes que receberam o fármaco em estudo.

Os estudos analisaram se ocorreu uma redução da dor ao longo do período experimental, conforme relatado pelos doentes através de uma Escala Visual Analógica (EVA).


Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Os dados de segurança foram recolhidos de todos os doentes que receberam pelo menos uma dose do fármaco em estudo em todos os ensaios clínicos (da Fase 1 à Fase 3).

Os eventos adversos comunicados com maior frequência (em mais de 10% dos doentes) incluíram infeções do trato respiratório superior, cefaleias e náuseas. A maioria foi reportada como sendo de gravidade ligeira a moderada.

Foram comunicados dados sobre eventos adversos graves, tais como infeções sérias. A taxa de incidência de infeções graves foi registada como sendo de 2,5 por 100 doentes-ano na população do estudo.

Observaram-se elevações ligeiras e transitórias das enzimas hepáticas num pequeno número de participantes. Os dados de eventos adversos foram recolhidos em adultos. O tratamento não foi avaliado em doentes com doença hepática grave durante estes ensaios.


Investigação em Terapia Combinada

Foram realizados estudos clínicos para explorar a coadministração do fármaco em estudo utilizado concomitantemente com metotrexato. Estes ensaios focaram-se na possibilidade de surgir um perfil de segurança ou eficácia diferente quando os fármacos eram administrados em conjunto, comparativamente à monoterapia.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Siran (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Siran a atuar na eliminação do muco e da congestão?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, o fármaco atinge a sua concentração máxima no sangue (valor conhecido como Tmax) aproximadamente 1 a 2 horas após a administração por via oral ou inalação. Este intervalo de tempo é frequentemente utilizado para descrever a absorção e a distribuição do medicamento no organismo.

P: Posso misturar o Siran com a minha dose de Nitroglicerina?

R: A informação regulamentar oficial indica que a utilização de Siran (Acetilcisteína) em simultâneo com a Nitroglicerina pode potenciar os efeitos vasodilatadores desta última (a sua capacidade de dilatar os vasos sanguíneos). Esta coadministração está associada à necessidade de uma monitorização médica rigorosa. A informação do medicamento não fornece instruções específicas sobre a mistura física das duas substâncias.

P: Existem restrições alimentares durante a toma de Siran?

R: Informações provenientes de autoridades de saúde indicam que, de uma forma geral, pode manter a sua dieta normal enquanto utiliza este medicamento. Não existem restrições gerais a alimentos ou bebidas listadas nos documentos oficiais, a menos que receba uma indicação em contrário por parte do seu profissional de saúde.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Siran?

R: No caso de omissão de uma dose, as informações oficiais sugerem que esta seja tomada assim que se lembrar. Contudo, se estiver quase na hora da próxima dose agendada, recomenda-se geralmente ignorar a dose esquecida e continuar com o esquema regular. As orientações oficiais sublinham que não deve ser tomada uma dose dupla para compensar a que falhou.

P: O Siran pode causar alterações no meu peso ou apetite?

R: Os dados oficiais sobre eventos adversos não listam habitualmente alterações de peso como um efeito secundário. No entanto, a perda de apetite foi registada como uma observação potencial em informações regulamentares.

P: Posso tomar Siran para a tosse?

R: O medicamento está indicado para condições médicas que resultem em secreções mucosas anormais ou espessas, ajudando a torná-las mais fluídas. Os documentos oficiais advertem que, se as secreções forem fluidificadas, poderá ser necessária uma tosse adequada ou apoio na manutenção das vias aéreas abertas para as eliminar.

P: O Siran é um medicamento sujeito a receita médica?

R: O estatuto legal do Siran (Acetilcisteína) depende da forma e dosagem específicas. A solução aprovada para administração por inalação ou via intravenosa é classificada como um medicamento sujeito a receita médica em muitas regiões, conforme indicado nos documentos oficiais.

P: É seguro conduzir após tomar Siran?

R: Dados oficiais de segurança referem que a sonolência foi notada como um potencial efeito secundário após a administração. Os doentes que sintam sonolência devem ser cautelosos no que diz respeito à condução de veículos ou ao manuseamento de máquinas.

P: Como devo eliminar a solução diluída que não utilizei?

R: A informação regulamentar oficial aconselha que as diluições da solução sejam utilizadas imediatamente após a sua preparação. Qualquer solução diluída que não seja utilizada prontamente (por exemplo, no prazo de uma hora) deve ser eliminada de acordo com as instruções locais de descarte.

Como Siran deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Siran (Acetilcisteína)

O Siran deve ser conservado de acordo com os requisitos regulamentares para garantir a estabilidade do fármaco. Os comprimidos efervescentes e as soluções devem, geralmente, ser armazenados a uma temperatura ambiente controlada (inferior a 30°C) e mantidos na embalagem original para proteger o conteúdo da luz e da humidade.

Estabilidade e Segurança Infantil

Condição Requisito
Limite Pós-Abertura Utilizar os tubos de comprimidos efervescentes abertos num prazo de 10 a 20 dias. Os frascos de solução não diluída abertos devem ser refrigerados e eliminados após 96 horas.
Proteção Infantil O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Regras de Eliminação

O produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser eliminado através das águas residuais ou do lixo doméstico. A eliminação deve ser efetuada seguindo todos os regulamentos locais e nacionais, recorrendo a um programa de recolha de medicamentos autorizado (como os pontos de recolha em farmácias) ou consultando um farmacêutico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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