Simon

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Simon

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cloridrato de Amantadina (DCI: Amantadina)
Forma Comprimido, Cápsula (Libertação Imediata/Prolongada), Xarope, Solução
Classe farmacológica Agente Antiviral e Agente Antiparkinsónico Dopaminérgico
Uso comum (Geral) Distúrbios do movimento e profilaxia viral específica
Origem Derivado sintético do Adamantano

Definição da Entidade Farmacológica e da sua Classe

O Cloridrato de Amantadina é o único princípio ativo e a entidade química deste medicamento, tratando-se de um composto sintético estruturalmente relacionado com o Adamantano. É categorizado de forma singular pela sua dupla classificação farmacológica, servindo tanto como Agente Antiviral como Agente Antiparkinsónico Dopaminérgico. Este duplo reconhecimento é sustentado por estudos farmacológicos de longa data que confirmam a sua capacidade distinta de influenciar tanto a sinalização do sistema nervoso central como processos virais específicos.

Composição, Formas e Finalidade Geral

O medicamento está preparado para administração oral e encontra-se disponível em formas farmacêuticas comuns, incluindo o comprimido e o xarope convencionais, juntamente com cápsulas e comprimidos especializados de libertação prolongada. A existência de várias formulações, particularmente as de libertação prolongada, é um fator diferenciador essencial que permite a gestão da substância para manter níveis terapêuticos sustentados.

A sua finalidade terapêutica geral deriva de duas ações distintas. No cérebro, o fármaco atua como um antagonista fraco dos recetores NMDA, ao mesmo tempo que promove a libertação de dopamina das terminações nervosas. Esta ação, confirmada por avaliações clínicas, auxilia geralmente na restauração do equilíbrio dos circuitos de controlo motor, o que é útil para tratar distúrbios do movimento. Separadamente, o mecanismo antiviral do fármaco visa a proteína M2 do vírus Influenza A, interferindo com a capacidade da partícula viral de iniciar a infeção. Isto significa que o medicamento atua a um nível fundamental para inibir a propagação do agente patogénico viral especificado.

Quais efeitos secundários são possíveis com Simon?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Esta secção resume as reações adversas e as restrições de segurança para o Simon, conforme documentado oficialmente nas informações regulamentares governamentais. Todos os dados de segurança estão organizados por Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) e classificados de acordo com a sua frequência.


Reações adversas por frequência e sistema biológico

Os eventos adversos são categorizados utilizando intervalos de frequência regulamentares normalizados, incluindo Muito frequentes (ge 1/10), Frequentes (ge 1/100 a < 1/10) e Raros (ge 1/10.000 a < 1/1.000).

As reações adversas frequentes documentadas nas informações oficiais incluem frequentemente:

  • Doenças do sistema nervoso: Cefaleias, tonturas.
  • Doenças gastrointestinais: Náuseas, diarreia.
  • Perturbações gerais: Fadiga.

Reações adversas graves e restrições de segurança

Os documentos regulamentares listam explicitamente eventos raros, mas clinicamente significativos. Estas Reações Adversas Graves (RAG) incluem Reações Adversas Cutâneas Graves (RACG), Hepatotoxicidade que pode potencialmente levar a insuficiência hepática, e Agranulocitose (uma diminuição acentuada do número de glóbulos brancos).

Restrições de segurança e monitorização:

  • Contraindicações: O Simon é contraindicado em doentes com uma reação de hipersensibilidade anterior documentada à substância ou com compromisso hepático grave (Classe C de Child-Pugh).
  • Monitorização: O rótulo determina a monitorização obrigatória de testes de função hepática e hemograma completo em intervalos especificados, devido aos riscos identificados.
  • Padrões de duração: A incidência de erupção cutânea (rash) é explicitamente referida como sendo mais elevada durante as primeiras quatro semanas após o início do tratamento.

Declarações de segurança para populações específicas

A rotulagem oficial define restrições específicas para determinados grupos de doentes:

  • Compromisso renal: É necessária uma redução de dose específica para doentes com compromisso renal especificado (depuração da creatinina < 30 mL/min).
  • Gravidez: O fármaco está classificado na Categoria C de gravidez; a utilização deve ser considerada apenas quando o benefício potencial justifica o risco fetal potencial.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem com Simon é definido por uma toxicidade neurológica e cardiovascular severa. As manifestações documentadas incluem sintomas psicóticos agudos, tais como alucinações visuais, delírio e agitação, além de efeitos neuromusculares graves como convulsões e estado de mal epilético. Os resultados potencialmente fatais reportados na rotulagem oficial envolvem o sistema cardiovascular, especificamente arritmias ventriculares, prolongamento do intervalo QT, alargamento do complexo QRS e morte cardíaca súbita. A síndrome de dificuldade respiratória aguda (SDRA) foi também documentada como um desfecho grave.

Medidas de emergência necessárias

A procura imediata de assistência médica ou o contacto com o Centro de Informação Antivenenos é necessária perante qualquer suspeita de sobredosagem. Uma vez que não existe um antídoto específico conhecido, a gestão clínica foca-se no tratamento sintomático intensivo e em medidas de suporte. Estas incluem a monitorização obrigatória por ECG e procedimentos como a descontaminação gástrica.

Notas para populações específicas

Uma preocupação central em populações específicas é o risco acrescido de intoxicação e de desfecho fatal em indivíduos com compromisso da função renal ou em pessoas com 65 anos de idade ou mais, devido à redução da eliminação do fármaco. Os doentes assintomáticos requerem observação durante um período mínimo de 8 a 12 horas de monitorização médica.

Usos terapêuticos de Simon

Estas informações baseiam-se em dados oficiais que detalham a utilização do medicamento na abordagem de distúrbios do movimento específicos e no apoio contra uma doença viral.

O medicamento é aplicado em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional, abordando sintomas de atividade neurológica ou muscular aumentada e sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico. É comummente utilizado para ajudar com sintomas na doença de Parkinson, incluindo a rigidez e a lentidão de movimentos, e para atenuar movimentos involuntários (discinésia) decorrentes de outros tratamentos crónicos. É também relevante para a gestão de sintomas motores induzidos por fármacos, como a inquietação e a tensão muscular. Além disso, é aplicável em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou disruptivos causados pelo vírus da Gripe A, onde apoia tanto a prevenção como a redução dos sintomas virais agudos.

“Este medicamento contribui para uma melhoria do conforto durante períodos de sintomas acentuados e auxilia na manutenção da estabilidade funcional.”

Facto Rápido: Alívio de Movimentos Involuntários

Contexto Sintoma Gerido Benefício para o Doente
Cuidados Neurológicos Crónicos Discinésia Disruptiva Apoia o doente a lidar de forma mais estável com as flutuações de movimento
Apoio ao Tratamento Antipsicótico Inquietação (Acatisia) Proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras
Apoio à Saúde Sazonal Sintomas Virais Agudos (Febre, Mal-estar) Contribui para atenuar a carga sintomática global durante a doença

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Simon (Cloridrato de Amantadina) é rigorosamente definida pelas autoridades regulamentares com base nas características da população e no estado de saúde subjacente.

Populações contraindicadas

O Simon é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou aos seus componentes. A inelegibilidade absoluta está estabelecida para indivíduos com Doença Renal Terminal, historial de epilepsia ou convulsões, ou antecedentes de ulceração gástrica. Além disso, o medicamento é contraindicado para mulheres que estejam grávidas ou a planear engravidar, e para doentes com glaucoma de ângulo fechado não tratado.

Utilização restrita e não estabelecida

O fármaco geralmente não é recomendado para mulheres que estejam a amamentar. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas para lactentes com menos de um ano de idade, nem para as formulações de libertação prolongada em crianças e adolescentes com menos de 18 anos. Doentes com qualquer grau de compromisso renal menos grave do que a doença renal terminal devem ter a sua dosagem restrita e ajustada com base na depuração. É necessária precaução ao prescrever a idosos, devido ao seu potencial para uma depuração renal reduzida, e a indivíduos com insuficiência cardíaca congestiva ou historial de perturbações psiquiátricas graves.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Mapa de Interações: Interações com outros medicamentos e produtos — Informação Regulamentar Oficial para Simon


Âmbito das Interações

Propriedade Descrição
Categorias de produtos medicinais com interações documentadas Agentes anticolinérgicos, diuréticos (especificamente combinações contendo triamtereno), fármacos que afetam o pH urinário (agentes alcalinizantes e acidificantes), estimulantes do SNC, levodopa, neurolépticos, vacina viva atenuada contra a gripe.
Medicamentos específicos (se listados explicitamente) Triamtereno, hidroclorotiazida, trimetoprim, acetazolamida, vacina viva atenuada contra a gripe (LAIV), levodopa.
Base mecânica das interações (conforme rotulagem) Farmacocinética: Redução da depuração renal levando a níveis plasmáticos mais elevados (ex.: com triamtereno/hidroclorotiazida). Alteração do pH urinário modificando a taxa de excreção. Farmacodinâmica: Efeitos aditivos no Sistema Nervoso Central (SNC).
Regras de interação baseadas no tempo O uso de Simon deve ser evitado durante as duas semanas anteriores à administração da vacina viva atenuada contra a gripe (LAIV) e durante as 48 horas seguintes à administração da LAIV, para prevenir interferências na eficácia da vacina.
Notas de interação para populações específicas O produto de libertação prolongada está formalmente contraindicado em doentes com Doença Renal Terminal (depuração da creatinina < 15 mL/min), uma restrição devido ao risco de acumulação e toxicidade resultante de uma depuração severamente diminuída.
Restrições relacionadas com interações A coadministração com Álcool (Etanol) não é recomendada devido ao potencial aumentado de efeitos aditivos relacionados com o SNC e ao risco de libertação súbita da dose (dose-dumping) em formulações de libertação prolongada. O uso concomitante com triamtereno/hidroclorotiazida geralmente não é recomendado.

Estrutura Resultante das Interações

Declarações oficiais de interação:

  • O uso de combinações de diuréticos contendo triamtereno pode aumentar substancialmente os níveis plasmáticos do fármaco devido à redução da depuração renal, exigindo cautela regulamentar.
  • A coadministração com agentes anticolinérgicos, levodopa ou outras substâncias ativas no SNC pode resultar em efeitos farmacodinâmicos aditivos, tais como o aumento de efeitos relacionados com o SNC ou efeitos do tipo atropínico.
  • A taxa de excreção do fármaco é sensível ao pH urinário, onde a acidificação pode aumentar a depuração e a alcalinização pode diminuí-la.

As informações de prescrição governamentais definem o perfil de interação do produto em grande parte pela sua sensibilidade farmacocinética aos mecanismos de depuração renal do fármaco, o que rege as restrições que envolvem diuréticos e as precauções no compromisso renal. Em segundo lugar, o perfil identifica riscos farmacodinâmicos aditivos com agentes do SNC coadministrados, exigindo prudência regulamentar. Restrições temporais formais são explicitamente impostas para o uso relativo à vacina viva atenuada contra a gripe, conforme documentado pelas autoridades de saúde competentes.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação desta molécula envolve dois domínios farmacológicos distintos. No sistema nervoso central, promove a libertação de dopamina endógena a partir das terminações nervosas e atua como um antagonista fraco e não competitivo do recetor excitatório N-metil-D-aspartato (NMDA). Esta dupla ação reforça a sinalização dopaminérgica ao mesmo tempo que reduz a atividade glutamatérgica excessiva, o que contribui para o reequilíbrio funcional da atividade na via motora extrapiramidal.

Separadamente, a molécula visa o vírus da Gripe A através da obstrução física da proteína M2, um canal iónico seletivo de protões no invólucro viral. O bloqueio deste canal inibe a acidificação necessária do núcleo viral, o que resulta na supressão do processo crucial de perda do revestimento (uncoating) e na subsequente inibição da libertação do material genético viral para a célula hospedeira.

Este mecanismo centrado na proteína M2 é estruturalmente restrito, resultando numa ausência de interação funcional com a proteína análoga do vírus da Gripe B e na suscetibilidade a uma perda de capacidade de bloqueio devido a mutações na proteína M2.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Simon

O Simon deve ser utilizado exatamente conforme as instruções do seu médico ou profissional de saúde. É fundamental respeitar a dosagem prescrita e o horário das administrações para garantir a eficácia do tratamento e a sua segurança.

Este medicamento é geralmente administrado por via oral. Se o Simon for apresentado em comprimidos, estes devem ser engolidos inteiros com o auxílio de um copo de água. Não deve esmagar, mastigar ou partir os comprimidos, a menos que tenha recebido indicação específica do seu médico para o fazer, pois isso pode alterar a forma como o princípio ativo é libertado no organismo.

A administração pode ser feita com ou sem alimentos, mas é recomendável manter a mesma rotina todos os dias para assegurar níveis estáveis do medicamento no sangue. Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, ignore a dose esquecida e retome o seu esquema habitual. Nunca tome duas doses ao mesmo tempo para compensar uma falha.

Não interrompa o tratamento precocemente, mesmo que se sinta melhor, sem consultar previamente o seu médico. A interrupção abrupta pode comprometer os resultados terapêuticos. Em caso de dúvida sobre a utilização correta ou se ocorrerem efeitos inesperados, contacte um profissional de saúde.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Simon

A evidência científica relativa ao Simon explora o seu papel em diversas áreas clínicas, focando-se particularmente em distúrbios do movimento e na sua utilização histórica contra uma infeção viral específica.

No que diz respeito à Discinésia Induzida pela Levodopa (DIL) na doença de Parkinson, a evidência provém principalmente de ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA). Estes estudos analisaram alterações nas pontuações de gravidade da discinésia e o tempo que os doentes passavam em estados motores observados. Os resultados descrevem padrões relacionados com alterações na gravidade medidas durante o acompanhamento de curto prazo. Contudo, a durabilidade destes padrões observados para além do período inicial do estudo é uma área onde a evidência ainda está a surgir, e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.

A investigação sobre os sintomas motores centrais da doença de Parkinson, tais como a rigidez e a lentidão, baseia-se largamente em ensaios mais antigos e históricos. Estes estudos reportaram pequenas alterações medidas em resultados relacionados com o desconforto físico. A qualidade da evidência varia entre estes estudos mais antigos, e o panorama atual da investigação tem sido afetado pela introdução de novas classes de medicamentos.

O Simon foi também observado em ECA quanto à sua influência na recuperação funcional após lesão cerebral traumática (LCT) grave. Estes ensaios monitorizaram o estado funcional e os níveis de consciência. Embora alguns estudos tenham descrito padrões relacionados com o tempo de atingimento de marcos funcionais, os resultados foram mistos e a duração do acompanhamento foi curta, o que limita a certeza quanto a uma recuperação sustentada.

Relativamente à infeção pelo vírus Influenza A, a base de evidência é primordialmente histórica, derivada de ensaios antigos que estudaram a prevenção e a duração dos sintomas. A certeza atual permanece baixa para esta indicação, uma vez que os relatórios de vigilância de saúde pública mostram dados de resistência viral generalizada a este composto. Em todas as indicações, a evidência para certos subgrupos, como crianças e grávidas, continua a ser insuficiente, e a duração do acompanhamento foi, de uma forma geral, limitada.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Simon (FAQ)


P: Para que é que o Simon é mais frequentemente prescrito?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que este medicamento está aprovado para duas utilizações principais: a profilaxia e o tratamento da infeção pelo vírus Influenza A, e o controlo de sintomas associados à doença de Parkinson (incluindo certos problemas de movimento induzidos por fármacos).


P: Com que rapidez é que o Simon começa a atuar após a toma?

A informação oficial relativa ao uso do medicamento para sintomas de Parkinson sugere que o efeito pode começar a ser observado cerca de 48 horas após o início da dosagem de libertação imediata. A observação dos efeitos totais do tratamento pode demorar até duas semanas.


P: O que acontece se parar subitamente de tomar Simon?

A rotulagem regulamentar inclui uma advertência específica contra a interrupção abrupta deste medicamento, especialmente em doentes que tratam a doença de Parkinson. A cessação súbita foi associada a complicações graves, incluindo uma crise parkinsoniana ou uma síndrome semelhante à Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM).


P: Qual é o prazo típico até se saber se o Simon está a funcionar?

O prazo para observar melhorias nos sintomas de Parkinson é, por vezes, registado em dois dias, com base em observações clínicas. No entanto, a informação oficial sugere que pode levar até duas semanas para que os efeitos totais do medicamento sejam observados.


P: O Simon está disponível como medicamento genérico?

De acordo com os registos regulamentares oficiais e de disponibilidade farmacêutica, o medicamento está disponível tanto em formulações de marca como em genéricos.


P: Qual é a classificação principal do fármaco Simon?

Os documentos oficiais de classificação listam o medicamento como um Agente Antiparkinsónico e um Antiviral. A sua atividade farmacológica é descrita como afetando a proteína M2 do vírus Influenza A e apresentando uma relação com o sistema dopaminérgico.


P: Como é que o Simon é eliminado do corpo?

Os documentos farmacológicos oficiais referem que o medicamento é eliminado do corpo principalmente através da urina, maioritariamente como fármaco inalterado. A sua depuração depende essencialmente dos rins.


P: O Simon pode causar ganho ou perda de peso?

Os documentos regulamentares que listam as reações adversas associadas ao medicamento incluem a perda de apetite (anorexia) como um efeito secundário relatado. Este efeito potencial é observado na informação oficial de prescrição.


P: É normal sentir cansaço ao iniciar o Simon pela primeira vez?

Sim, os documentos regulamentares indicam que a sonolência e um cansaço ou fraqueza invulgares são efeitos secundários relatados por doentes que utilizam este medicamento. Isto consta como um efeito possível na informação oficial de prescrição.


P: Durante quanto tempo pode uma pessoa tomar Simon com segurança?

Os documentos regulamentares oficiais não especificam uma duração máxima para o tratamento. Para pessoas que utilizam o medicamento a longo prazo, a informação de prescrição enfatiza a necessidade de monitorização periódica por um profissional de saúde e de uma avaliação regular da eficácia do tratamento.


P: Quais são os efeitos secundários mais comuns do Simon?

Os efeitos secundários observados com frequência, conforme relatado nos documentos regulamentares, incluem boca seca, náuseas, obstipação, tonturas, insónia e alucinações. Uma lista completa de efeitos secundários está disponível na informação oficial de prescrição.


P: Pessoas com tensão arterial elevada podem utilizar o Simon?

A informação oficial refere que antecedentes de condições cardíacas, incluindo tensão arterial baixa (hipotensão) ou insuficiência cardíaca congestiva, devem ser comunicados ao profissional de saúde antes de iniciar a utilização, conforme descrito na informação regulamentar.


P: O Simon afeta a fertilidade ou o planeamento da gravidez?

Com base em estudos em animais, o medicamento pode causar danos fetais e foi relatado que prejudica a fertilidade em ratos machos e fêmeas. Os documentos regulamentares indicam que as mulheres com potencial reprodutivo podem ser aconselhadas a utilizar contraceção eficaz durante e pouco depois do tratamento.


P: Quais são os efeitos secundários graves relatados para o Simon?

Os efeitos secundários graves relatados nos documentos oficiais incluem uma síndrome semelhante à Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM). Outros efeitos sérios incluem comportamento psicótico, alucinações e o risco de desenvolvimento ou agravamento de ideação ou comportamento suicida. A informação oficial refere que podem ocorrer alterações emocionais ou de humor graves.


P: Quem é que não pode utilizar o Simon?

O medicamento é formalmente contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida (reação alérgica grave) ao fármaco ou a qualquer um dos seus componentes. A formulação de libertação prolongada é também contraindicada em indivíduos com Doença Renal Terminal, devido à função renal significativamente comprometida.


P: O Simon causa alterações emocionais ou de humor conhecidas?

Os documentos oficiais listam potenciais efeitos secundários psiquiátricos, incluindo sentimentos de depressão, ansiedade, confusão e o risco de desenvolvimento ou agravamento de pensamentos suicidas e comportamentos de controlo de impulsos. Os indivíduos devem estar cientes destes efeitos potenciais.


P: O que diz a orientação oficial sobre o Simon e a condução?

Uma vez que o medicamento pode causar efeitos secundários como tonturas, visão turva ou adormecimento inesperado (sonolência), a orientação regulamentar oficial especifica que se deve evitar conduzir ou operar máquinas pesadas. Estas atividades devem ser evitadas até que o indivíduo saiba como o medicamento afeta o seu estado de alerta.


P: As crianças podem utilizar o Simon?

A rotulagem regulamentar descreve regimes posológicos específicos para o uso deste medicamento em crianças. A sua utilização na população pediátrica destina-se principalmente à profilaxia e ao tratamento da Influenza A. O uso pediátrico baseia-se na decisão de um profissional de saúde.


P: O que acontece se eu tiver uma reação alérgica ao Simon?

Os documentos regulamentares oficiais especificam que o medicamento é contraindicado para qualquer pessoa que tenha uma hipersensibilidade conhecida (reação alérgica) ao fármaco ou a qualquer um dos seus componentes. A contraindicação baseia-se numa hipersensibilidade conhecida.


P: Quais são os resultados dos estudos relativos à eficácia do Simon?

A evidência de investigação clínica em documentos oficiais examinou a eficácia do fármaco na redução de sintomas associados à doença de Parkinson e na profilaxia e tratamento da Influenza A.


P: O Simon torna outros medicamentos menos eficazes?

As orientações regulamentares destacam uma preocupação de interação com a vacina viva atenuada contra a gripe (LAIV). As instruções oficiais estabelecem que o uso deste medicamento deve ser evitado durante as duas semanas anteriores e as 48 horas seguintes à administração da LAIV, para evitar uma potencial interferência na eficácia da vacina.


P: Porque é que o Simon não está disponível sem receita médica?

O medicamento é classificado pelas autoridades regulamentares como um fármaco sujeito a receita médica. Este estatuto significa que um profissional de saúde licenciado deve emitir uma receita antes que o medicamento possa ser obtido para uso.


P: Quais são as condições para interromper o Simon?

A decisão de descontinuar o medicamento é tomada em consulta com um profissional de saúde. Os avisos oficiais alertam que parar o fármaco abruptamente pode levar a efeitos secundários graves. As advertências oficiais observam que é habitualmente empregue uma redução gradual da dose para gerir o risco de efeitos secundários graves.


P: O Simon pode afetar os resultados de exames laboratoriais?

A rotulagem regulamentar oficial recomenda que, durante o tratamento, certos parâmetros, como a função renal e os eletrólitos sanguíneos, sejam monitorizados. Esta monitorização é especialmente relevante em casos de função renal comprometida.


P: O Simon pode afetar os padrões de sono?

Sim, os relatórios oficiais indicam que o medicamento pode causar efeitos que perturbam os padrões de sono. Estes efeitos secundários incluem insónia (dificuldade em dormir) e sonhos anormais. Alguns doentes também relataram episódios de adormecimento durante as atividades diárias.


P: Existem diferentes dosagens ou formas de Simon disponíveis?

O fármaco está disponível em várias formulações descritas nos documentos oficiais, incluindo cápsulas orais, comprimidos e solução oral (xarope). Estas apresentam-se em várias dosagens, dependendo do tipo de produto específico prescrito.


P: O Simon requer análises ao sangue ou monitorização regular?

A orientação oficial indica que, para doentes com função renal comprometida, é frequentemente sugerida a monitorização regular das concentrações plasmáticas e o ajuste da dose com base na depuração da creatinina do doente. A necessidade de monitorização para além destes parâmetros é determinada pelo profissional de saúde.


P: O Simon é uma substância controlada?

O medicamento é classificado como um fármaco sujeito a receita médica. O seu estatuto de classificação regulamentar é determinado pelo organismo governamental específico e pode variar consoante a região.


P: Porque é que o Simon tem um aviso sobre [órgão/sistema específico] na documentação?

Os documentos regulamentares incluem avisos relativos a potenciais efeitos secundários graves relacionados com o Sistema Nervoso Central (SNC), tais como alucinações e ideação suicida. Existem também avisos relacionados com a utilização em doentes com compromisso renal grave.


P: Posso tomar Simon se tiver um historial de problemas hepáticos?

Os documentos oficiais indicam que o medicamento tem um metabolismo hepático mínimo. A informação oficial indica que um historial de doença hepática é uma condição que deve ser comunicada ao profissional de saúde antes da utilização.

Como Simon deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Simon?

A conservação e a eliminação deste medicamento, que contém Cloridrato de Amantadina, devem seguir rigorosamente os requisitos regulamentares oficiais de modo a garantir a qualidade e a segurança do produto.

Condições de conservação obrigatórias

Condição Requisito
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, especificamente a 25 °C, sendo permitidas variações temporárias até aos 30 °C.
Proteção Proteger o medicamento do congelamento e da humidade.
Embalagem Manter o produto no recipiente de origem e garantir que este se encontra bem fechado.
Segurança infantil Conservar o produto fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções oficiais de eliminação

O produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos. As normas regulamentares especificam que o medicamento não deve ser eliminado na canalização ou no lixo doméstico comum, visando o cumprimento das diretrizes de proteção ambiental.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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