Silimarin

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Silimarin

Método de ação: Anti-Inflammatory

Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Silimarin

Informações Essenciais: Silimarina

Propriedade Descrição
Princípio ativo Silibinina (Silibina), parte do complexo de flavonolignanos
Forma Formulações orais (Cápsulas, Comprimidos)
Classe farmacológica Agente hepatoprotetor
Utilização comum Apoio e proteção hepática geral
Origem Sementes da planta Cardo-mariano (Silybum marianum)

Definição de Silimarina: Identidade e Origem

A Silimarina é um complexo de compostos de origem natural conhecidos como Flavonolignanos, extraídos das sementes da planta Cardo-mariano (Silybum marianum). O seu principal componente ativo, que representa a maior parte da sua atividade farmacológica, é a Silibinina (Silibina). Esta substância é classificada como um fitofármaco, o que a distingue como uma entidade medicinal derivada de uma fonte botânica. A atividade da silimarina baseia-se nas suas propriedades naturais antioxidantes e anti-inflamatórias.

A silimarina é tipicamente processada num extrato padronizado para assegurar uma potência consistente, sendo habitualmente administrada por via oral sob a forma de cápsulas ou comprimidos. A silimarina é uma DCI (Denominação Comum Internacional) e constitui o componente ativo central em inúmeros produtos destinados a adultos que procuram suporte hepático, existindo frequentemente formulações especializadas concebidas para melhorar a sua biodisponibilidade.


Classificação e Objetivo Geral

A silimarina está profissionalmente categorizada como um Agente hepatoprotetor, o que significa que o seu propósito principal e definido é auxiliar na manutenção e no suporte da saúde estrutural do fígado.

A função geral deste agente consiste em reforçar a resiliência do órgão face ao stresse metabólico. Este objetivo é alcançado através da sua atuação como um potente antioxidante e como um estabilizador de membranas, o que ajuda a fortalecer as paredes dos hepatócitos (células do fígado). As preparações do fruto do Cardo-mariano, que contêm silimarina, são tradicionalmente utilizadas para o alívio sintomático de distúrbios digestivos e para o suporte da função hepática. Esta combinação única de propriedades constitui a base do seu papel: auxiliar a capacidade do fígado para uma função sustentada e para os seus processos naturais de reparação, um princípio reconhecido no suporte da saúde hepática geral.

Quais efeitos secundários são possíveis com Silimarin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial da Silimarina está estruturado através da classificação dos efeitos potenciais em sistemas fisiológicos e da atribuição de categorias regulamentares de frequência. A maioria das reações adversas documentadas enquadra-se nas categorias de Doenças gastrointestinais e reações do Sistema imunitário e cutâneo, conforme indicado na rotulagem regulamentar oficial.

Reações Adversas Oficialmente Documentadas

As reações adversas que envolvem o sistema gastrointestinal são as mais frequentemente comunicadas. Estas podem incluir desconforto abdominal, distensão abdominal (flatulência), dor de estômago, náuseas e diarreia. Um efeito laxante ligeiro foi oficialmente classificado em algumas bulas como uma ocorrência rara.

Estão também documentadas reações que afetam a pele e o sistema imunitário, tais como erupção cutânea ou prurido (comichão) generalizado. Manifestações graves destas reações, incluindo dispneia (dificuldade em respirar), estão classificadas como ocorrências muito raras. O potencial para uma reação alérgica grave, como a anafilaxia, é mencionado como um risco, embora a sua frequência seja frequentemente categorizada como desconhecida.

Restrições de Segurança e Populações Especiais

A documentação regulamentar define restrições de segurança específicas. A Silimarina está contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ou alergia ao cardo-mariano ou a plantas da família das Compostas (Asteraceae). É também desaconselhada a indivíduos com problemas graves nos ductos biliares ou insuficiência hepática avançada.

Estão documentadas considerações para populações específicas: O produto não é recomendado para crianças com menos de 12 anos, devido a dados de segurança insuficientes. Além disso, as informações oficiais de prescrição aconselham a evitar o uso durante a gravidez e a amamentação como medida de precaução. Recomenda-se também precaução em indivíduos com diabetes, devido ao potencial do produto para afetar os parâmetros de açúcar no sangue.

Se for observado o sintoma de icterícia (caracterizado pelo amarelecimento da pele ou dos olhos), a orientação oficial é procurar aconselhamento médico.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar da Silimarina indica que sinais ou sintomas documentados de intoxicação específica ou sobredosagem não foram observados até ao momento nos dados clínicos revistos pelas autoridades governamentais. A exposição excessiva está geralmente associada a um potencial agravamento dos efeitos indesejáveis conhecidos, em vez de manifestações tóxicas exclusivas.

Manifestações e Gestão de Sobredosagem Documentadas

Característica Declaração Regulamentar
Apresentações Observadas As manifestações limitam-se tipicamente a distúrbios gastrointestinais, tais como um efeito laxante ligeiro, náuseas ou vómitos.
Disponibilidade de Antídoto Não se conhece a existência de um antídoto específico para a sobredosagem de Silimarina.
Gestão Oficial A gestão deve ser sintomática e de suporte, focando-se no tratamento dos sinais clínicos apresentados.

Requisitos Oficiais para Procurar Ajuda Médica Urgente

As orientações governamentais oficiais determinam ações específicas em caso de suspeita de exposição excessiva. Os indivíduos devem procurar assistência médica imediata e contactar os serviços de emergência perante qualquer cenário de suspeita de sobredosagem. Embora não existam resultados graves comummente documentados, esta ação urgente é necessária para garantir uma avaliação adequada e cuidados de suporte, especialmente porque poderá ser necessária monitorização até à resolução dos sintomas. Os riscos de sobredosagem específicos para determinadas populações não estão explicitamente definidos na informação oficial de prescrição regulamentar.

Usos terapêuticos de Silimarin

Informações Essenciais

  • Apoio à Função Hepática: Utilizada para auxiliar na manutenção do funcionamento normal do fígado.
  • Uso Complementar: Empregada por vezes como recurso complementar em indivíduos que gerem determinadas condições do fígado.
  • Suporte Metabólico: Pode apoiar parâmetros relacionados com a glicémia e os perfis lipídicos em certas populações de doentes.

A silimarina, um extrato derivado da planta cardo-mariano (Silybum marianum), possui um historial de uso tradicional e é atualmente estudada pelo seu potencial em cuidados de suporte. As principais áreas de investigação e utilização centram-se no auxílio ao funcionamento do fígado.

A investigação indica que a silimarina pode ser utilizada como uma medida de apoio na gestão de condições hepáticas específicas, incluindo patologias como a doença do fígado gordo não alcoólico (NAFLD) e a hepatite viral. Em contextos clínicos, é por vezes utilizada para ajudar a manter a função hepática, frequentemente em conjunto com os tratamentos médicos convencionais.

Para além do suporte ao fígado, observações clínicas sugerem que a silimarina pode contribuir para a manutenção de parâmetros metabólicos saudáveis. Isto inclui o apoio a níveis desejáveis de glicose no sangue e de certos lípidos em indivíduos com diabetes tipo 2 ou hiperlipidemia. É importante notar que os estudos relativos aos seus efeitos nos resultados hepáticos e metabólicos estão em curso.

A silimarina é geralmente considerada um agente complementar, destinado a apoiar e auxiliar os processos naturais do organismo nos domínios terapêuticos relevantes.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Silimarina

O perfil de elegibilidade para a Silimarina (extrato de cardo-mariano) é estritamente definido pelas autoridades regulamentares com base em dados de segurança estabelecidos e restrições específicas por população.

Classificação Regra
Populações para as quais o uso é permitido Adultos (18 anos de idade ou mais)
Populações para as quais o uso não é recomendado Mulheres grávidas e lactantes
Populações para as quais o uso é contraindicado Pacientes com menos de 18 anos de idade
Populações para as quais o uso é contraindicado Hipersensibilidade ao cardo-mariano ou a plantas da família Asteraceae (Compostas)

Regras de Elegibilidade Relacionadas com a Idade

  • Idade Mínima Aprovada: 18 anos ou mais (Adultos).
  • Elegibilidade Pediátrica (Menores de 18 anos): O uso é contraindicado; a segurança e a eficácia não foram estabelecidas.

Elegibilidade por Condição Específica

  • Restrição associada a condições médicas: Doentes com doença hepática ativa devem consultar um médico antes da utilização, o que é definido como uma Advertência Especial ou Uso Condicional.

Estado de Elegibilidade na Gravidez e Lactação

  • Estado: Contraindicado / Não Recomendado. A utilização é desaconselhada, uma vez que a segurança não foi estabelecida nestes estados fisiológicos.

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de elegibilidade ao contraindicar a utilização em grupos específicos onde os dados de segurança estão ausentes, nomeadamente em indivíduos com menos de 18 anos de idade e mulheres que estejam grávidas ou a amamentar. A elegibilidade é também restringida por contraindicação absoluta para indivíduos com alergias à família da planta cardo-mariano. O uso está autorizado para a população adulta (18+), mas com uma advertência obrigatória para uso condicional que exige consulta médica para pacientes com doença hepática ativa.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações da Silimarina é definido pelo seu potencial de afetar o processamento de produtos medicinais administrados em simultâneo pelo organismo, o que pode levar a alterações na sua exposição sistémica. Este perfil baseia-se em interações farmacocinéticas documentadas em estudos clínicos referenciados por autoridades governamentais.


Padrões de Interação Farmacocinética

Categoria Descrição/Entidades
Interação Mediada por Enzimas Potencial de inibição das isoenzimas CYP, especificamente a CYP2C9, o que pode alterar o metabolismo de certos medicamentos sujeitos a receita médica. Os rótulos regulamentares referem que a relevância clínica de algumas descobertas in vitro não está estabelecida na monografia do produto.
Interação Mediada por Transportadores Potencial documentado de interferir com a função do transportador de efluxo Glicoproteína-P (gp-P).

Substâncias que Modificam a Exposição

Observou-se que a coadministração modifica as concentrações plasmáticas de certos medicamentos, levando a uma exposição alterada (AUC):

  • Aumento da Exposição: Observado com a Domperidona (um substrato da CYP3A4 e da gp-P) e com o Talinolol (um substrato da gp-P).
  • Diminuição da Exposição: Documentada como uma ligeira redução na exposição para a combinação antiviral Darunavir-Ritonavir.

Restrições Formais: A documentação regulamentar oficial da Silimarina não contém declarações padronizadas sobre combinações contraindicadas formais baseadas no risco de interação entre medicamentos, nem especifica regras de espaçamento temporal obrigatórias para a administração.

Mecanismo de ação

As ações da silimarina (principalmente da silibinina) baseiam-se num mecanismo de múltiplos alvos, focado na influência sobre as vias moleculares que regulam a integridade celular e a regeneração das células do fígado (hepatócitos). Este complexo exerce o seu efeito através de três domínios mecanísticos principais.


Ação Antioxidante e Proteção Celular

Este domínio abrange a neutralização direta de radicais livres, como as espécies reativas de oxigénio (ROS), e a preservação da principal molécula de defesa da célula, a glutationa (GSH). Esta atividade de eliminação de radicais, aliada à estabilização física da membrana celular do hepatócito, atua na inibição direta da peroxidação lipídica e na modulação da permeabilidade da membrana a certas moléculas externas. O resultado é a citoproteção, promovendo a preservação das células.


Modulação da Inflamação e das Vias de Fibrose

Este mecanismo envolve a inibição de sinais moleculares fundamentais que impulsionam os processos inflamatórios e fibrogénicos. A silibinina suprime a atividade do fator de transcrição Fator Nuclear kappa B (NF-kappa B) e reduz a expressão do mediador fibrogénico Fator de Crescimento Transformante beta 1 (TGF-beta 1). A modificação destes reguladores centrais limita a síntese de fatores pró-inflamatórios e a ativação de células responsáveis pela formação de cicatrizes, modulando assim a transdução de sinais inflamatórios e reduzindo a atividade da via fibrogénica.


Promoção da Reparação e Renovação dos Hepatócitos

Este domínio aborda o papel da substância na influência da capacidade regenerativa do hepatócito. O mecanismo envolve a estimulação da enzima nuclear RNA Polimerase I, que acelera a produção de RNA ribossómico e, consequentemente, de proteínas essenciais. Esta ação influencia a taxa de síntese de RNA ribossómico e a resultante produção de proteínas estruturais nos hepatócitos.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

A silimarina, um extrato padronizado que contém essencialmente o componente ativo silibinina, é administrada de acordo com os esquemas estabelecidos pelos organismos reguladores para formas farmacêuticas específicas.

Característica Instrução Oficial
Via de Administração Principalmente Via Oral (cápsulas/comprimidos). O derivado específico, silibinina, pode ser administrado por Via Intravenosa (IV) em ambiente hospitalar para cuidados agudos e especializados.
Intervalo Posológico Estabelecido A dose diária padrão para adultos do extrato oral situa-se habitualmente entre 140 mg e 420 mg de silimarina, calculada como silibinina. A dose diária total não deve exceder os 600 mg.
Frequência Posológica A dose diária total deve ser repartida e administrada duas a três vezes por dia (por exemplo, 140 mg, 3 vezes ao dia) para otimizar a exposição sistémica.

Procedimentos e Normas por População

No caso da administração por via oral, as cápsulas ou comprimidos devem ser engolidos inteiros com água. O medicamento pode ser tomado independentemente das refeições.

A administração é orientada por padrões de duração: para o suporte da função hepática, a duração de utilização recomendada é de, pelo menos, três semanas para que se observem efeitos benéficos. O tratamento de condições crónicas pode prolongar-se por vários meses.

As diretrizes estipulam que o produto não é recomendado para utilização em crianças e adolescentes com menos de 18 anos, devido à insuficiência de dados oficiais que estabeleçam a segurança e eficácia nestes grupos etários. Não existe uma recomendação universal para o ajuste específico da dose em idosos.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre a Silimarina


Evidência na Doença de Fígado Gordo Não Alcoólica (NAFLD) e NASH

A investigação tem explorado o papel da Silimarina no contexto da Doença de Fígado Gordo Não Alcoólica (NAFLD) e da Esteato-hepatite Não Alcoólica (NASH). Foram realizados diversos estudos, incluindo Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) e metanálises, para examinar o papel deste composto em populações adultas e adolescentes. Os investigadores analisaram resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, tais como alterações nos níveis das enzimas hepáticas (ALT e AST), que servem como biomarcadores da saúde do fígado. Os ensaios também monitorizaram alterações estruturais no fígado, avaliadas através de parâmetros histológicos (análise do tecido hepático).

Os estudos monitorizados reportaram medições de enzimas hepáticas que descreveram padrões de mudança em vários ensaios. No entanto, quando os investigadores analisaram os resultados histológicos primários — o estado físico do próprio tecido hepático — as conclusões foram mistas e frequentemente inconsistentes. O nível de certeza global permanece baixo para estes parâmetros estruturais, embora a investigação tenha também monitorizado alterações medidas durante o período do estudo relacionadas com os biomarcadores enzimáticos. A necessidade de ECA maiores e de elevada qualidade, com parâmetros histológicos consistentes e períodos de acompanhamento mais longos, continua a ser uma limitação identificada no panorama da evidência científica.


Evidência na Utilização em Outras Doenças Hepáticas Crónicas

A Silimarina foi estudada pelo seu papel como suporte adjuvante numa gama mais ampla de condições que envolvem períodos de agravamento de sintomas, incluindo a Doença Hepática Alcoólica (ALD) e a infeção crónica pelo Vírus da Hepatite C (VHC). Este corpo de investigação consiste principalmente em Revisões Sistemáticas e ECA mais antigos. Os resultados monitorizados incluíram os níveis padrão de enzimas hepáticas e, nalguns casos, medições da mortalidade relacionada com o fígado em doentes com cirrose. No caso da Hepatite C, a investigação também analisou o impacto na carga viral.

Os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas, mas nos ensaios focados na Hepatite C crónica, os resultados indicaram geralmente um efeito limitado ou inexistente na carga viral medida. A avaliação global para estas indicações é frequentemente classificada como Baixa.


Evidência na Utilização em Suporte Metabólico

A investigação explorou o composto no contexto da saúde metabólica em indivíduos com Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2) e hiperlipidemia. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, focando-se especificamente em biomarcadores do controlo glicémico e no perfil lipídico. Os principais resultados analisados foram a Glicemia de Jejum (FPG) e a Hemoglobina Glicada (HbA1c). A maioria dos ensaios foi realizada com períodos de acompanhamento de curto a médio prazo, tipicamente cerca de 12 semanas.

A investigação destaca alterações medidas durante o período do estudo relacionadas com a FPG e a HbA1c, onde algumas metanálises descreveram padrões de mudança observados nestes marcadores. Contudo, os resultados relativos aos vários componentes do perfil lipídico foram mistos e muitas vezes inconsistentes. A evidência disponível é insuficiente para tirar conclusões sobre o significado clínico global nestas populações; a certeza permanece baixa quanto ao controlo metabólico a longo prazo.

Como Silimarin deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar a Silimarina

Os produtos de Silimarina devem ser conservados seguindo rigorosamente os requisitos da rotulagem regulamentar para manter a sua qualidade e segurança.

Condições de Armazenamento

Requisito Detalhes
Temperatura Conservar à temperatura ambiente e não excedendo os 25°C (77°F) [1, 3].
Ambiente Manter o produto afastado do calor [4].
Recipiente Certifique-se de que o selo de segurança da tampa está intacto antes da utilização e feche bem o recipiente após o uso [2, 4].
Segurança Manter este e todos os medicamentos fora do alcance e da vista das crianças [2].

Eliminação

Todos os produtos de silimarina não utilizados ou com prazo de validade expirado devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais [1]. Podem aplicar-se instruções específicas, tais como o fecho adequado do recipiente antes da eliminação.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Silimarin encontrado em:

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