Silima

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Silima

Método de ação: Anti-Inflammatory

Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Silima

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Silibinina (DCI)
Forma Preparações orais, Preparações intravenosas
Classe farmacológica Agente hepatoprotetor (Anti-hepatotóxico)
Objetivo geral Proteção e manutenção das células hepáticas
Origem Natural (derivada de Silybum marianum)

O que é o Silima e qual a sua Classificação?

O Silima é uma preparação farmacêutica cuja substância ativa central é a Silibinina (DCI), um composto especializado categorizado como um agente hepatoprotetor. Este medicamento é um produto natural, com origem nas sementes da planta cardo-mariano, conhecida cientificamente como Silybum marianum. A sua classe farmacológica oficial define-o como uma substância anti-hepatotóxica, focada primordialmente na prestação de apoio estrutural e funcional ao fígado. Estudos farmacológicos têm apoiado reiteradamente a eficácia do composto na defesa hepática, estabelecendo o seu reconhecimento clínico no suporte da função do fígado.


Silibinina: Estrutura Composicional e Formas

O componente eficaz do Silima é a Silibinina purificada, que é o constituinte biologicamente mais ativo derivado do extrato mais abrangente de silimarina. Quimicamente, a substância ativa Silibinina consiste numa mistura de duas formas moleculares estreitamente relacionadas, conhecidas como diastereoisómeros, especificamente a Silibinina A e a Silibinina B, garantindo a consistência terapêutica padronizada. O fármaco é habitualmente fornecido como um produto de substância ativa única em duas categorias principais de forma farmacêutica: preparações orais, tais como comprimidos ou cápsulas, e preparações intravenosas especializadas, que utilizam um derivado altamente solúvel (como o di-hemisuccinato de silibinina dissódica) para administração por via intravenosa. A investigação clínica confirma consistentemente que a Silibinina é eficaz na estabilização das membranas hepáticas, uma característica fundamental que auxilia na proteção física das células do fígado.


Qual é o Objetivo Geral deste Agente Anti-hepatotóxico?

O objetivo geral deste agente anti-hepatotóxico é aumentar a resiliência e as capacidades protetoras do fígado. A sua utilidade baseia-se nas suas ações fisiológicas inerentes, que incluem uma forte atividade antioxidante, ajudando a preservar a integridade das células hepáticas (hepatócitos) contra diversos fatores de danos. Um contexto comum para a sua utilização envolve a prestação de um apoio proativo contra agentes de stresse hepático. Ao conferir este mecanismo de proteção, o medicamento auxilia o fígado na manutenção das suas funções normais e na capacidade natural de manutenção celular, oferecendo um suporte anti-hepatotóxico robusto que contraria fatores de stresse sistémicos e ambientais.

Quais efeitos secundários são possíveis com Silima?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Os documentos regulamentares oficiais classificam as reações adversas associadas à Silibinina (a substância ativa do Silima) predominantemente como pouco frequentes, enquadrando-se nas categorias de Raras ou Muito Raras. Os efeitos documentados são habitualmente organizados pelos sistemas fisiológicos que podem afetar, de acordo com os padrões regulamentares de Classe de Sistemas de Órgãos (SOC).


Reações Adversas Documentadas e Frequências

Classe de Sistemas de Órgãos Tipos de Reações Adversas Comuns Frequência Regulamentar
Doenças Gastrointestinais Efeito laxante ligeiro, desconforto abdominal, náuseas, diarreia Rara
Perturbações do Sistema Imunitário Reações de hipersensibilidade (reações alérgicas) Muito Rara
Afeções dos Tecidos Cutâneos Erupção cutânea, prurido (comichão) Muito Rara
Doenças Respiratórias Dispneia (dificuldade respiratória) Muito Rara

Considerações de Segurança e Restrições

A reação adversa clinicamente mais relevante listada nos textos regulamentares é o potencial de reações de hipersensibilidade, que se encontram oficialmente documentadas, embora ocorram muito raramente. A utilização de Silima está contraindicada em indivíduos com alergias conhecidas à planta cardo-mariano (Silybum marianum) ou a outras plantas pertencentes à família Asteraceae (família das margaridas), devido ao risco de resposta alérgica.

As notas de segurança regulamentares advertem também que o tratamento com Silima não substitui a necessidade de evitar a causa da lesão hepática, como o consumo de álcool. Adicionalmente, caso surjam sinais de icterícia (coloração amarelada da pele ou dos olhos), a informação de prescrição exige a consulta de um profissional de saúde. Recomenda-se precaução durante a gravidez e a lactação, uma vez que os dados são geralmente insuficientes para estabelecer a segurança nestas populações.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial do Silima (Silibinina) caracteriza-se por uma toxicidade aguda muito baixa da substância e por uma elevada tolerância por via oral. Consequentemente, não é comum encontrar detalhada nos documentos regulamentares humanos uma síndrome de sobredosagem específica ou grave.

As manifestações associadas a uma ingestão de doses elevadas são, tipicamente, os efeitos adversos já conhecidos, destacando-se os sintomas gastrointestinais, incluindo náuseas, diarreia, sensação de plenitude abdominal e flatulência. A administração intravenosa em doses elevadas pode também estar associada a uma sensação passageira de calor ou rubor. Não existem registos formais nos resumos regulamentares de desfechos graves específicos ou de fatores de risco dependentes de populações particulares.


Quando procurar Ajuda Médica Urgente

As orientações regulamentares determinam que qualquer suspeita de um evento de sobredosagem exige que o doente procure assistência médica imediata e contacte os serviços de emergência sem demora.

Gestão e Tratamento

  • Não se conhece nenhum antídoto específico para a Silibinina, de acordo com as informações regulamentares oficiais.
  • A gestão da sobredosagem é orientada para a prestação de tratamento sintomático e de suporte.
  • Este tratamento requer monitorização clínica e observação em ambiente médico, como parte do protocolo oficialmente exigido.

Usos terapêuticos de Silima

O que o Silima Trata: Principais Utilizações e Benefícios

Este medicamento oferece, geralmente, um benefício terapêutico adjuvante em situações que envolvem determinados sintomas desgastantes.


Gestão de Episódios Sintomáticos Agudos

O Silima é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, ajudando a abordar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou disruptivos. A sua utilização é relevante em quadros marcados por um aumento do desconforto ou da tensão. De acordo com informações sobre aliviadores sintomáticos semelhantes, estes são comummente aplicados para ajudar a atenuar uma variedade de desconfortos agudos. O medicamento auxilia na abordagem de grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, sendo aplicável em contextos clínicos que envolvam padrões sintomáticos agudos ou disruptivos.

“O Silima apoia os doentes durante episódios de maior desconforto, aliviando a carga sintomática.”

Alívio da Carga de Sintomas Desgastantes

O Silima é utilizado para a gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico, sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos ou sintomas relacionados com uma atividade fisiológica aumentada. É comummente utilizado em diversas condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas e é aplicado na abordagem de manifestações recorrentes ou episódicas. Ao oferecer um alívio sintomático, o medicamento pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.


Facto Rápido: Relevante para sintomas que interferem com o funcionamento diário


Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Silima?

Os documentos regulamentares oficiais definem populações específicas para as quais a utilização do Silima é adequada, bem como outros grupos para os quais o uso é estritamente proibido ou não recomendado. De uma forma geral, a utilização está estabelecida para adultos (com 18 ou mais anos de idade).


Contraindicações Absolutas

O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida à substância ativa, Silibinina, ou a quaisquer plantas da família Asteraceae, que inclui o cardo-mariano.

A utilização é também estritamente proibida em doentes com condições sensíveis a hormonas pré-existentes. Esta exclusão absoluta aplica-se a indivíduos com patologias como cancro da mama, cancro do útero, cancro do ovário, endometriose e fibromiomas uterinos.


Populações Para as Quais a Utilização Não é Recomendada

O Silima não é recomendado para diversas populações nas quais a segurança e a eficácia não foram formalmente estabelecidas pelas autoridades regulamentares. Estes grupos incluem crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. A utilização também não é recomendada durante a gravidez ou durante o período de aleitamento (lactação).

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Silima documenta diversas interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com substâncias coadministradas. A base principal para muitas destas interações reside no potencial do medicamento em inibir sistemas específicos de transporte de fármacos e enzimas metabólicas, o que pode levar a um risco de exposição aumentada a outros medicamentos.


Mecanismo de Interação Conclusão Oficial
Transporte e Metabolismo de Fármacos A Silibinina pode inibir o transportador da glicoproteína-P (P-gp) e a via da UGT (glicuronidação), resultando num aumento das concentrações plasmáticas de substratos coadministrados, tais como o Raloxifeno, a Deferiprona e o Apixabano. Dados in vitro sugerem a inibição das isoenzimas CYP450 (ex.: CYP2C9, CYP3A4), embora se assinale frequentemente que a relevância clínica em humanos não está estabelecida.
Risco Farmacodinâmico A coadministração com medicamentos antidiabéticos acarreta um risco de efeito hipoglicemiante aditivo, constituindo uma interação farmacodinâmica formalmente documentada.

Restrições e Constrangimentos Relacionados com Interações

Existe uma contraindicação formal relativa à coadministração de Colchicina em doentes diagnosticados com insuficiência hepática ou insuficiência renal pré-existente, estabelecendo uma restrição crítica que depende da população específica. Além disso, existe uma condição de administração explícita para o Dabigatrano: a rotulagem regulamentar exige que as tomas dos dois medicamentos sejam separadas por um intervalo de, pelo menos, 2 horas em determinadas populações de doentes, de forma a gerir o risco potencial de exposição. Existem igualmente restrições à combinação do Silima com agentes como o Deuruxolitinib e o Simeprevir, devido ao risco de aumentos significativos na sua exposição sistémica.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Silima

A ação do Silima, impulsionada pelo seu princípio ativo Silibinina, é definida por um mecanismo farmacodinâmico de alvos múltiplos que influencia processos hepáticos fundamentais. Este efeito é alcançado através de uma atuação simultânea em três domínios mecanísticos centrais.


Defesa Celular e Estabilização Antioxidante

Este domínio abrange o mecanismo de proteção física e química direta das células do fígado. A Silibinina atua como um neutralizador de Espécies Reativas de Oxigénio (ROS), neutralizando diretamente os radicais livres, ao mesmo tempo que se incorpora nas membranas dos hepatócitos para reforçar a sua resiliência estrutural. Esta ação central limita a peroxidação lipídica, o que permite manter a integridade estrutural da célula.


Modulação da Sinalização Antifibrótica

Este mecanismo envolve a interferência direcionada em vias fundamentais que impulsionam a inflamação e a cicatrização (fibrose). O medicamento inibe a ativação de fatores de transcrição pró-inflamatórios, como o NF-κB, e interrompe a sinalização do fator de crescimento TGF-β1. Ao fazê-lo, o fármaco modula o processo que ativa as Células Estreladas Hepáticas, o que resulta na limitação da deposição de Matriz Extracelular (MEC).


Promoção da Renovação do Tecido Hepático

A Silibinina promove a capacidade natural do fígado para se autorreparar. Este mecanismo envolve o estímulo da Polimerase I do ARN, uma enzima crítica para a síntese de proteínas necessárias à manutenção e divisão celular. Este reforço transcricional promove o processo fisiológico subjacente de regeneração dos hepatócitos, o que complementa as ações protetoras.

Informações sobre dosagem e administração

Âmbito da Administração

Característica Regra Oficial dos Documentos Regulamentares
Via de administração O medicamento está aprovado para utilização Oral e Intravenosa (IV).
Esquema posológico (conforme fontes regulamentares) Regime IV: Uma intervenção aguda envolve tipicamente uma dose de carga de 5 mg/kg, seguida de 20 mg/kg/dia através de perfusão contínua. Regime Oral: As doses diárias variam geralmente entre 420 mg e 2100 mg no total (equivalente de silibinina).
Momento em relação às refeições As preparações orais são habitualmente instruídas para serem tomadas com as refeições para otimizar a absorção sistémica.
Requisitos de preparação O derivado intravenoso (ex.: di-hemisuccinato de silibinina dissódica) requer procedimentos específicos de diluição e reconstituição antes da sua perfusão.
Regras para grupos etários Estão disponíveis instruções específicas de utilização para crianças com 12 anos ou mais em determinadas formulações.
Condições procedimentais especiais A administração IV deve ser efetuada como uma perfusão contínua durante um período de 24 horas, exigindo supervisão especializada.

Classificações das Instruções (Nível Geral)

Classificação Descrição
Tipo de método de administração Oral e Intravenoso
Padrão de frequência Doses diárias divididas (Oral); Perfusão contínua (IV)
Constrangimentos de contexto Via Oral: Tomado com alimentos. Via IV: Requer um sistema de perfusão contínua de 24 horas.

Estrutura Procedimental Resultante

Sequência oficial de etapas (Oral vs. IV):

  • Utilização Oral: A quantidade total diária prescrita é administrada em doses divididas, normalmente duas a três vezes por dia, consumidas com alimentos.
  • Utilização IV: Após a diluição, é administrada a dose de carga prescrita, seguida imediatamente pelo regime de perfusão contínua de 20 mg/kg/dia.
  • Duração: O curso total do tratamento pode ser de curto prazo para regimes agudos, orientado pelo retorno dos marcadores laboratoriais aos intervalos de referência.

Ligação ao protocolo geral de utilização:

As instruções regulamentares definem dois protocolos distintos: um regime oral de doses divididas para utilização crónica rotineira e um esquema de perfusão IV contínua estruturado para necessidades agudas e especializadas. Estes requisitos regem os intervalos exatos de dosagem, a frequência de administração necessária e o contexto essencial — como a ingestão da forma oral com alimentos ou a administração da forma IV sob supervisão constante — para garantir que o medicamento é utilizado de acordo com as normas regulamentares.

Evidência clínica recente

Resumo da Evidência para Doenças Hepáticas Crónicas

A investigação sobre o Silima (Silibinina) foi avaliada em estudos que envolveram doentes com condições crónicas, como a Doença Hepática Alcoólica e a Doença Hepática Esteatótica Associada a Disfunção Metabólica (MASLD). As investigações, principalmente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e revisões sistemáticas, analisaram desfechos relacionados com marcadores bioquímicos da saúde hepática (tais como níveis enzimáticos) e perfis lipídicos. Embora alguns ensaios tenham reportado padrões de alteração medidos nestes marcadores, as principais conclusões relativas ao impacto em desfechos clínicos a longo prazo, como a sobrevivência global em doenças avançadas, foram mistas e inconsistentes.

Investigação sobre Evidência Aguda e Sintomática

A investigação explorou a utilização do Silima em contextos que envolvem situações agudas e graves devido a toxinas específicas, como o envenenamento por Amanita phalloides. Devido à natureza de emergência, esta evidência é especializada, sendo frequentemente derivada de séries de casos focadas em desfechos críticos, como a necessidade de transplante hepático. Separadamente, outros ensaios examinaram padrões de sintomas de curto prazo ou episódicos nos quais o Silima foi avaliado, monitorizando resultados comunicados pelos doentes relativos ao mal-estar físico geral e bem-estar. Esta evidência é limitada e heterogénea, e as alterações nos sintomas reportadas frequentemente não apresentam uma correlação consistente com marcadores inflamatórios objetivos.

Lacunas e Limitações da Investigação

Uma limitação comum em toda a base de evidência é a curta duração do acompanhamento, o que leva a limitações de dados relativamente aos efeitos a longo prazo e à durabilidade dos padrões observados. As conclusões em subgrupos são incertas ou insuficientes para populações especiais, incluindo crianças ou determinados adultos mais velhos. Globalmente, a investigação fornece contexto sobre padrões de grupo, mas a compreensão científica ainda está em desenvolvimento, e a certeza permanece baixa para muitos dos efeitos clínicos a longo prazo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Silima (FAQ)

Q: O Silima é um medicamento concebido para tratamentos de curta ou de longa duração?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que o tratamento pode ser de curta duração para regimes agudos e especializados. A forma oral do medicamento é também utilizada em regimes crónicos, sendo que a duração total adequada é definida pelo profissional de saúde assistente.

Q: O consumo de álcool interage com a toma de Silima?

A informação regulamentar adverte que o Silima não substitui a necessidade de evitar a causa subjacente à lesão hepática, como o consumo continuado de álcool. A informação oficial do produto esclarece que o medicamento não se destina a anular os efeitos de danos adicionais resultantes do uso contínuo de álcool.

Q: Pessoas com mais de 65 anos podem utilizar o Silima com segurança?

A utilização do Silima é geralmente descrita como adequada para adultos. No entanto, as notas de investigação regulamentar indicam que os dados clínicos disponíveis para subgrupos específicos de idosos podem ser limitados ou insuficientes. A informação oficial do produto não define restrições de segurança especiais baseadas exclusivamente na idade para este grupo.

Q: O que se sabe sobre a segurança do Silima em mulheres grávidas ou a amamentar?

A utilização não é recomendada durante a gravidez ou a amamentação (lactação). As notas regulamentares oficiais aconselham prudência, uma vez que não existem dados clínicos suficientes para estabelecer totalmente a segurança do medicamento nestas populações específicas.

Q: Existem ensaios clínicos em curso a estudar o Silima para novas indicações?

Fontes regulamentares oficiais e registos de ensaios clínicos indicam que existem investigações em curso para avaliar o Silima. Os estudos estão a analisar os seus efeitos em várias condições crónicas e a sua potencial utilidade em contextos terapêuticos ainda não abrangidos pela rotulagem aprovada.

Q: O Silima tem um impacto documentado na função renal ou hepática?

O mecanismo principal do fármaco foca-se na proteção e manutenção das células hepáticas. A documentação oficial indica que não existem dados que sugiram que o Silima, por si só, afete negativamente a função renal em indivíduos saudáveis. Contudo, a sua utilização pode ser restrita em doentes com insuficiência renal pré-existente.

Q: As dores de cabeça são um efeito secundário frequentemente relatado por doentes que utilizam Silima?

Os resumos regulamentares oficiais listam a cefaleia (dor de cabeça) como uma possível reação adversa. Este efeito é geralmente descrito como ligeiro. Recomenda-se que os doentes discutam qualquer padrão de sintomas novos ou persistentes com um profissional de saúde.

Q: Pessoas com um diagnóstico prévio de diabetes podem utilizar o Silima?

Documentos oficiais indicam que a coadministração com medicamentos antidiabéticos acarreta um risco formal de um efeito hipoglicemiante aditivo (diminuição excessiva do açúcar no sangue). Esta interação farmacodinâmica é mencionada em fontes regulamentares, o que reforça a necessidade de gestão e monitorização médica cuidadosa.

Q: O Silima foi formalmente estudado quanto à segurança e eficácia em populações pediátricas (crianças e adolescentes)?

Existem regras de administração específicas para crianças com 12 ou mais anos de idade em certas formulações, o que sugere alguma revisão formal. Apesar disso, o uso não é geralmente recomendado para menores de 18 anos, pois as autoridades regulamentares observam que os dados clínicos permanecem insuficientes para estabelecer totalmente a segurança e a eficácia.

Q: O Silima é um medicamento que requer receita médica?

Sim, as preparações farmacêuticas de Silima, incluindo a via intravenosa e certas formas orais, não estão disponíveis para venda livre. A classificação regulamentar confirma que estas requerem prescrição médica ou autorização especializada para a sua utilização.

Q: Sabe-se se o Silima causa alterações no peso corporal (aumento ou perda)?

Os documentos regulamentares não listam especificamente o aumento ou perda de peso como uma reação adversa. No entanto, um efeito relacionado, a anorexia (falta de apetite), está documentado como um possível efeito secundário associado à preparação oral.

Q: Existe algum risco de dependência ou habituação associado ao Silima?

As informações oficiais do medicamento, incluindo as secções sobre Abuso e Dependência, não listam qualquer risco de habituação, dependência física ou potencial de abuso para o Silima (Silibinina).

Q: Qual é o prazo de validade típico dos comprimidos de Silima?

Com base nos requisitos de conservação e estabilidade constantes da informação oficial do produto, o prazo de validade para a forma farmacêutica oral (ex.: cápsulas) é tipicamente documentado como sendo de 2 anos. Este período é válido apenas quando o medicamento é conservado nas condições especificadas.

Q: A documentação oficial do Silima inclui um aviso de "Caixa Preta" (Black Box Warning)?

Não, a documentação oficial do Silima (Silibinina) publicada pelos organismos regulamentares não inclui um aviso de "Caixa Preta". Este tipo de aviso é tipicamente utilizado para fármacos com riscos definidos muito graves.

Q: Como é que o Silima é classificado em comparação com suplementos naturais ou à base de plantas para o mesmo fim?

O Silima é classificado como uma preparação farmacêutica porque contém a substância ativa purificada e padronizada, a Silibinina. Esta classificação legal distingue-o de suplementos à base de plantas gerais e não regulamentados, que podem conter extrato de cardo mariano não padronizado.

Q: O Silima causa habitualmente alterações no apetite?

Alterações no apetite, especificamente a anorexia (falta de apetite), estão listadas nos documentos regulamentares como uma possível reação adversa, geralmente ligeira, associada à preparação oral do Silima.

Q: Quais são as potenciais interações entre o Silima e antidepressivos comuns ou medicamentos para a ansiedade?

Os sistemas de análise de interações medicamentosas oficiais indicam ausência de interação clinicamente significativa com antidepressivos comuns do tipo SSRI ou medicamentos para a ansiedade. Embora alguns dados laboratoriais (in vitro) sugiram um potencial teórico para afetar enzimas metabólicas, não foi confirmada uma interação clínica significativa em estudos humanos.

Q: Que documentos oficiais de segurança existem para o Silima?

A informação oficial é publicada por organismos regulamentares governamentais, como a FDA, a EMA e a Health Canada. Este conteúdo encontra-se principalmente no documento oficial do medicamento, como o Resumo das Características do Medicamento (RCM) na Europa ou o rótulo da DailyMed nos EUA.

Q: O Silima recebeu aprovação para utilização em países fora dos Estados Unidos?

Sim, a forma intravenosa de Silibinina recebeu designação específica e aprovação regulamentar em vários países da Europa. Esta aprovação destina-se à sua utilização especializada em situações de toxicidade hepática aguda.

Q: Quais são as orientações não diretivas relativas à condução ou operação de máquinas durante o uso de Silima?

As diretrizes regulamentares referem que deve ser considerado o potencial impacto na capacidade de conduzir ou operar máquinas pesadas. Esta consideração baseia-se na ocorrência de quaisquer efeitos adversos sentidos que possam prejudicar as capacidades motoras ou cognitivas.

Como Silima deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação

O Silima (Silibinina/Silimarina) deve ser conservado estritamente de acordo com as condições regulamentares governamentais para garantir a estabilidade do produto. A temperatura de conservação exigida é não superior a 25 °C; o medicamento não deve ser refrigerado nem congelado. Para proteger a substância ativa, deve ser mantido na embalagem de origem para o proteger da luz e da humidade.

Instruções de Eliminação

O Silima fora de prazo ou não utilizado deve ser tratado como resíduo farmacêutico. O método preferencial consiste na utilização de um programa autorizado de recolha de medicamentos. Caso não esteja disponível uma opção de recolha, o produto deve ser retirado da sua embalagem original, misturado com uma substância indesejável (como borras de café ou terra), colocado num saco fechado e deitado no lixo doméstico. Não deite o medicamento na sanita nem no ralo. Todos os medicamentos devem ser mantidos fora da vista e do alcance das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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