Sildava

Links rápidos para seções importantes

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Sildava

O que é o Sildava?

Propriedade Descrição
Princípio ativo Citrato de Sildenafil
Forma Comprimido, Comprimido revestido por película, Suspensão
Classe farmacológica Inibidor da Fosfodiesterase Tipo 5 (PDE5-I)
Uso comum Condições que requerem a melhoria do fluxo sanguíneo
Origem Sintética

O Sildava é um produto farmacêutico sintético cuja identidade central é definida pelo seu único princípio ativo, o Citrato de Sildenafil. Este composto, que detém a denominação comum internacional (DCI) Sildenafil, está disponível principalmente para consumo oral, sendo habitualmente formulado como um comprimido revestido por película ou um comprimido convencional, embora também exista sob a forma de suspensão oral ou injetável. O seu estatuto como produto de substância única significa que todos os efeitos terapêuticos são atribuídos exclusivamente ao Sildenafil, cuja origem sintética se encontra documentada na literatura farmacológica.

Classificação e Finalidade Geral do Sildava

O Sildava é formalmente categorizado como um Inibidor seletivo da Fosfodiesterase Tipo 5 (Inibidor da PDE5), uma classe de fármacos reconhecida pelo seu impacto direcionado na dinâmica vascular. Esta classificação indica que o medicamento atua através do bloqueio da enzima PDE5. Ao exercer esta inibição, o Sildenafil permite que a molécula de sinalização natural do organismo, o Monofosfato de Guanosina cíclico (cGMP), persista e atue de forma mais eficaz nas células musculares lisas que revestem determinados vasos sanguíneos. Esta ação resulta no relaxamento do músculo liso e na consequente vasodilatação, ou seja, o alargamento dos vasos sanguíneos.

Estudos científicos confirmam que o Sildenafil é um tratamento estabelecido para a hipertensão arterial pulmonar, entre outras utilizações. Estas evidências sustentam a aplicação do medicamento na melhoria da circulação em casos onde a resistência vascular é um fator relevante. O objetivo terapêutico global derivado desta vasodilatação seletiva consiste em apoiar funções fisiológicas que necessitem de uma perfusão vascular otimizada, abordando geralmente condições como a Disfunção Erétil (DE) e formas específicas de Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP).

Quais efeitos secundários são possíveis com Sildava?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Sildava (Citrato de Sildenafina) está associado a um perfil de segurança oficial categorizado pela frequência das reações adversas e pelos sistemas de órgãos. As reações mais frequentes relacionam-se com os seus efeitos vasculares primários.

A cefaleia (dor de cabeça) é classificada como uma reação adversa Muito Frequente. Os efeitos Frequentes incluem rubor facial, dispepsia (indigestão), congestão nasal, tonturas e distúrbios visuais, tais como visão turva ou distorções na perceção das cores. Estes efeitos estão agrupados em Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo o Sistema Nervoso, Doenças Vasculares e Afecções Oculares.

Reações Adversas Graves Documentadas

As informações oficiais destacam várias reações adversas potencialmente graves, embora raras. Estas incluem a Neuropatia Óptica Isquémica Anterior Não Arterítica (NAION), uma condição que envolve a perda de visão, e a diminuição ou perda súbita de audição. Adicionalmente, o priapismo, definido como uma ereção prolongada com duração superior a quatro horas, está documentado como um risco raro mas grave. Estão também registados relatos raros de eventos cardiovasculares graves, tais como acidente vascular cerebral (AVC), acidente isquémico transitório (AIT) e infarte do miocárdio.

Considerações e Restrições Específicas da População

As declarações de segurança indicam que a exposição sistémica ao fármaco pode estar aumentada em adultos mais velhos (≥ 65 anos) e em doentes com compromisso hepático ou renal grave, o que pode necessitar de uma exposição inicial mais baixa. O medicamento é estritamente contraindicado para indivíduos que utilizem qualquer forma de nitratos orgânicos ou dadores de óxido nítrico, devido ao risco de hipotensão grave com potencial risco de vida. Aplicam-se também restrições absolutas a indivíduos com AVC ou infarte do miocárdio recentes, hipotensão grave e certas doenças hereditárias da retina.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem de Sildava e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Sildava (Citrato de Sildenafina) está oficialmente documentada como resultando num aumento da incidência e gravidade das reações adversas conhecidas, o que se correlaciona com uma exposição sistémica excessiva. As manifestações de sobredosagem afetam principalmente os sistemas cardiovascular, geniturinário e sensorial. As apresentações documentadas incluem uma diminuição profunda da pressão arterial (hipotensão), síncope (desmaio) e perturbações visuais, tais como visão anormal.

O perfil regulamentar oficial estabelece ações de emergência específicas para abordar resultados graves que possam colocar a vida em risco. Deve procurar-se assistência médica imediata caso uma ereção prolongada dure mais de quatro horas, de modo a mitigar o risco de lesões nos tecidos do pénis e a perda permanente de potência. Da mesma forma, os doentes devem interromper a toma de Sildava e consultar imediatamente um médico perante o aparecimento súbito de perda de visão ou uma diminuição ou perda súbita de audição.

A gestão da sobredosagem é sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico para o Sildava. Os documentos regulamentares observam que o fármaco apresenta uma elevada ligação às proteínas plasmáticas, pelo que não se espera que a sua eliminação seja acelerada pela diálise renal. Existem considerações especiais de sobredosagem para doentes com compromisso hepático grave (devido ao risco na eliminação) e doentes pediátricos com HAP (Hipertensão Arterial Pulmonar), nos quais o aumento da exposição foi associado a um aumento da mortalidade.

Usos terapêuticos de Sildava

O Sildava (Citrato de Sildenafil) é habitualmente utilizado em patologias que apresentam episódios agudos, sendo aplicado em áreas onde é necessário um suporte sintomático adicional. Este fármaco é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada em duas áreas terapêuticas principais. É aplicado em situações que envolvem determinados sintomas de desconforto em duas categorias distintas de condições: a Disfunção Erétil (DE) e a Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP).

No caso dos homens adultos, o Sildava é utilizado para gerir os sintomas da incapacidade de alcançar ou manter uma ereção adequada, oferecendo um alívio sintomático que pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional para a atividade sexual. Para doentes com HAP, incluindo crianças, o fármaco é aplicado na abordagem da falta de ar e da fadiga. Proporciona um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas, particularmente quando a atividade física se encontra limitada.

“É aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, contribuindo para um maior bem-estar durante os períodos sintomáticos.”

Facto Rápido: Alívio do Esforço Funcional
O Sildava é relevante quando os sintomas de intolerância ao exercício (na HAP) ou as dificuldades eréteis (na DE) criam uma sobrecarga fisiológica percetível nas atividades diárias e na saúde íntima.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade oficial para o Sildava (Citrato de Sildenafina) é definida por categorias regulamentares rigorosas, incluindo proibições absolutas e situações de uso condicional. O medicamento é permitido principalmente para adultos (com idade igual ou superior a 18 anos). O uso pediátrico está restrito ao tratamento da Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) em doentes dos 1 aos 17 anos, embora o uso crónico não seja recomendado devido a um alerta constante na rotulagem da FDA relativo ao aumento da mortalidade com doses mais elevadas. O uso para a Disfunção Erétil (DE) não está indicado em mulheres nem em doentes pediátricos.

Populações para as quais o uso é Contraindicado

Categoria Estado de Elegibilidade (Regulamentar)
Medicamentos Concomitantes Doentes que utilizem qualquer forma de nitratos orgânicos ou estimuladores da guanilato ciclase (ex: riociguat).
Hipersensibilidade Doentes com alergia conhecida à sildenafina ou a qualquer componente da formulação.
Estado Clínico Doentes com historial recente de acidente vascular cerebral (AVC) ou enfarte do miocárdio, hipotensão grave (PA <90/50 mmHg) ou compromisso hepático grave.
Historial Ocular Doentes com historial de perda de visão devido a Neuropatia Óptica Isquémica Anterior Não Arterítica (NAION).

A elegibilidade é limitada em doentes com compromisso renal ou hepático grave, que podem necessitar de uma dose inicial mais baixa para o tratamento da DE. É necessária precaução em doentes com deformações anatómicas do pénis, condições que predisponham ao priapismo (como a anemia falciforme) e naqueles com certas condições cardíacas em que a atividade sexual seja desaconselhada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Sildava (Citrato de Sildenafina) apresenta padrões de interação documentados e estritamente definidos na rotulagem regulamentar, os quais estabelecem proibições absolutas e requisitos para a gestão da exposição ao fármaco.

Combinações Contraindicadas

A coadministração com todas as formas de nitratos ou dadores de óxido nítrico é estritamente contraindicada, devido ao risco grave de potenciar os efeitos hipotensores. O uso de estimuladores da guanilato ciclase (sGC), como o Riociguat, também é proibido devido ao potencial de causar hipotensão sintomática. A coadministração com outros inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5) não é recomendada.

Modificação da Exposição e Cronologia

A eliminação (clearance) do Sildava é reduzida por inibidores potentes da CYP3A4 (ex: Ritonavir, Saquinavir), resultando em concentrações plasmáticas significativamente aumentadas. Por exemplo, está documentado que o uso com Ritonavir aumenta a exposição à sildenafina em 11 vezes, o que determina uma restrição da dose máxima de 25 mg num período de 48 horas.

As interações farmacodinâmicas com bloqueadores alfa (ex: Doxazosina) criam um efeito aditivo que pode causar hipotensão sintomática, estando o risco mais elevado documentado nas 4 horas seguintes à administração. A eliminação da sildenafina é oficialmente referida como reduzida em indivíduos com compromisso hepático ou compromisso renal grave. Além disso, uma refeição pesada e com elevado teor de gordura pode atrasar o início da atividade do medicamento.

Mecanismo de ação

O Mecanismo do Sildava

O mecanismo do Sildava baseia-se na inibição seletiva da enzima Fosfodiesterase Tipo 5 (PDE5), que se encontra concentrada nas células musculares lisas da vasculatura pulmonar e genital. Ao atuar como um inibidor competitivo, o Sildava impede que a PDE5 catalise a degradação da molécula mensageira secundária, o Monofosfato de Guanosina cíclico (cGMP). Esta interação molecular conduz a uma concentração elevada e sustentada de cGMP no interior da célula.

Esta preservação do cGMP amplifica o efeito de sinalização do Óxido Nítrico (NO) libertado naturalmente pelo organismo. O consequente aumento dos níveis de cGMP ativa a Proteína Quinase G (PKG), desencadeando uma cascata molecular que reduz a concentração intracelular de cálcio (Ca^2+). A diminuição do Ca^2+ promove o relaxamento do músculo liso, causando uma vasodilatação funcional (o alargamento das artérias). Este ajuste sistémico resulta num aumento do fluxo sanguíneo regional. A ação do fármaco está fundamentalmente dependente da libertação fisiológica prévia de NO; o medicamento modula, mas não inicia, a via de relaxamento.

Informações sobre dosagem e administração

O Sildava (Citrato de Sildenafil) é administrado através de duas vias oficiais: a via oral, disponível em diversos formatos de comprimidos e suspensão, e a injeção intravenosa (IV). A dose adequada, a frequência e a duração do tratamento são rigorosamente definidas pela patologia a tratar, de acordo com as informações regulamentares aprovadas.

Administração Oral para a Disfunção Erétil

No tratamento da Disfunção Erétil (DE), o Sildava é utilizado conforme a necessidade, com uma frequência máxima de uma vez por dia. A dose inicial recomendada é de 50 mg, podendo esta ser ajustada para um intervalo entre 25 mg e 100 mg. Esta dose única deve ser tomada aproximadamente uma hora antes da atividade sexual, embora as diretrizes permitam a administração num período que varia entre 30 minutos a quatro horas antes. O tempo de resposta pode ser influenciado pela alimentação, dado que o consumo de refeições com elevado teor de gordura pode atrasar o início da ação do fármaco. Uma dose inicial reduzida, tipicamente de 25 mg, é considerada para adultos mais velhos, bem como para doentes com compromisso hepático ou renal grave.

Administração para a Hipertensão Arterial Pulmonar

O uso de Sildava para a Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) caracteriza-se por um regime de manutenção a longo prazo. A dose oral padrão é de 20 mg, administrada três vezes ao dia. As doses devem ser espaçadas com um intervalo de aproximadamente 4 a 6 horas para manter um intervalo de dosagem consistente. Os doentes temporariamente impossibilitados de receber terapia oral podem receber o fármaco via injeção intravenosa numa dose de 10 mg, três vezes ao dia. A forma oficial de suspensão oral requer uma reconstituição precisa com água e deve ser medida utilizando a seringa oral calibrada fornecida antes de cada administração. Caso ocorra o esquecimento de uma dose programada para a HAP, as instruções regulamentares indicam que se deve saltar a dose esquecida se a próxima estiver prestes a ser tomada, nunca devendo ser tomadas duas doses em simultâneo.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Sildava

Esta visão geral resume a investigação formal, principalmente ensaios clínicos aleatorizados (ECA) e revisões sistemáticas, que foram realizados sobre o Sildava para as condições em que foi estudado. As conclusões aqui descritas refletem padrões de grupo observados nos estudos e não fornecem previsões individuais. A investigação foca-se no que foi estudado e no que permanece incerto no panorama da evidência.


Evidência para o uso na Disfunção Erétil (DE)

A investigação principal sobre o Sildava em homens adultos com Disfunção Erétil foi avaliada em múltiplos ensaios clínicos de curta duração, duplamente cegos e controlados por placebo. Estes estudos são considerados a fonte primária de evidência clínica e foram utilizados para explorar a condição no contexto do estudo. Os investigadores focaram-se em resultados que refletem o funcionamento diário e utilizaram questionários padronizados para acompanhar as alterações nas experiências relatadas pelos doentes relativas a dificuldades de ereção.

Os estudos reportaram medições relacionadas com as pontuações relatadas pelos doentes quando comparadas com o placebo. Os ensaios também monitorizaram as taxas de sucesso, o que envolveu o acompanhamento da frequência com que os participantes dos estudos registaram tentativas de atividade sexual durante os intervalos de tempo observados. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos relacionados com estes resultados funcionais de curto prazo.


Evidência para o uso na Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP)

Para doentes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), o Sildava foi estudado quanto ao seu uso em relação à capacidade funcional, a qual a investigação monitorizou para refletir o funcionamento diário. A evidência principal provém de ECA de curta duração que mediram alterações na distância que os doentes conseguiam caminhar durante um tempo específico (o Teste de Caminhada de 6 Minutos, ou 6MWD) e acompanharam resultados sistémicos, tais como o tempo até ao agravamento clínico (uma medida composta de progressão da doença ou hospitalização).

Existe uma área de incerteza específica na investigação pediátrica. O Sildava foi avaliado em ensaios específicos para crianças e adolescentes com HAP. O acompanhamento subsequente a longo prazo descreveu um padrão inesperado que resultou em questões científicas específicas e precauções relativas ao uso de doses mais elevadas em crianças. A certeza permanece baixa quanto à gestão ideal a longo prazo e ao perfil de segurança para todas as populações pediátricas com HAP.


Limitações e Lacunas na Investigação

A revisão das limitações e das lacunas de evidência é importante para contextualizar as conclusões da investigação. A qualidade da evidência varia entre os estudos, e a maioria dos ECA de elevada qualidade focou-se em resultados a curto prazo, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para nenhuma das condições. Além disso, carece de evidência comparativa proveniente de ensaios que contrastem diretamente o Sildava com outros tratamentos licenciados. Todos os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas e as conclusões descrevem padrões de grupo, não resultados pessoais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Sildava (FAQ)


P: Posso beber álcool enquanto estiver a tomar este medicamento?

As informações regulamentares oficiais referem que deve ser evitado o consumo de álcool durante a toma de Sildava. A combinação de Sildava com álcool pode aumentar o risco de certos efeitos secundários, tais como o agravamento de tonturas, sonolência e dificuldade de concentração. Isto ocorre porque ambas as substâncias podem afetar o sistema nervoso central.


P: O medicamento causa sono?

Sim, os documentos regulamentares relatam que as tonturas e a sonolência (que é o termo médico para a sensação de sono ou torpor) são efeitos secundários muito frequentes do Sildava. Devido ao potencial de comprometer o estado de alerta, a rotulagem oficial inclui avisos sobre a necessidade de precaução ao conduzir ou utilizar máquinas caso estes efeitos ocorram.


P: O que devo fazer se estiver grávida ou a amamentar?

De acordo com as informações oficiais do produto, o Sildava pode causar efeitos prejudiciais no feto em desenvolvimento e as agências regulamentares não recomendam a amamentação durante a utilização deste medicamento. É também referido que as mulheres com potencial para engravidar devem utilizar métodos contracetivos eficazes enquanto tomam Sildava. É importante que qualquer doente que esteja grávida, a planear engravidar ou a amamentar consulte o seu profissional de saúde.


P: Como devo conservar este medicamento?

Os documentos regulamentares indicam que as cápsulas de Sildava devem ser conservadas à temperatura ambiente, tipicamente entre 20°C e 25°C (68°F a 77°F). Para manter a eficácia e segurança do medicamento, este deve ser mantido na sua embalagem original e guardado fora da vista e do alcance das crianças.


P: É seguro a longo prazo?

As agências regulamentares oficiais abordaram os riscos associados ao uso a longo prazo, observando preocupações como o potencial de dependência e a necessidade de uma descontinuação gradual, em vez de interromper subitamente a toma do medicamento. A rotulagem destaca ainda o risco de problemas respiratórios graves, especialmente quando o Sildava é tomado em conjunto com outros medicamentos que deprimem o sistema nervoso central ou se o doente tiver dificuldades respiratórias pré-existentes. A decisão clínica relativa ao uso a longo prazo é baseada numa avaliação realizada pelo profissional de saúde prescritor.


P: Pode ser utilizado por crianças de 2 anos?

As utilizações aprovadas para o Sildava destinam-se geralmente a adultos e, para algumas condições específicas, a adolescentes com idade igual ou superior a 17 anos. As agências regulamentares não autorizaram nem recomendaram a utilização deste medicamento em crianças pequenas para a maioria das indicações. A rotulagem oficial do produto indica que o uso em doentes pediátricos mais jovens, de uma forma geral, não está estabelecido para muitas das indicações aprovadas.

Como Sildava deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Sildava

O Sildava (Sildenafina) deve ser conservado sob condições ambientais específicas e a sua eliminação deve seguir as diretrizes regulamentares.


Requisitos de Conservação

  • Comprimidos e Pó Seco: Conservar à temperatura ambiente controlada, definida entre 20°C e 25°C (68°F a 77°F). São tipicamente permitidas variações temporárias de temperatura até aos 30°C (86°F).
  • Suspensão Oral Reconstituída: Após a mistura, conservar a uma temperatura igual ou inferior a 30°C (86°F). Não congelar a suspensão líquida.
  • Estabilidade: A suspensão reconstituída deve ser eliminada após 60 dias a contar da data da mistura.
  • Segurança Infantil: Manter o medicamento sempre fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação

O Sildava não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais. O medicamento não deve ser eliminado através das águas residuais ou do lixo doméstico comum.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Sildava encontrado em:

ÍNDICE A-Z: