Selara

Links rápidos para seções importantes

Selara

Método de ação: Diuretic

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Selara

Factos Rápidos: Selara (Eplerenona)

Propriedade Descrição
Princípio ativo Eplerenona (DCI)
Forma Comprimido revestido por película
Classe farmacológica Antagonista Seletivo da Aldosterona (MRA)
Uso comum Controlo da pressão sistémica e de fluidos
Origem Composto sintético (derivado esteroide)

Selara: Definição e Classificação Farmacológica

O Selara é um medicamento sujeito a receita médica cujo único princípio ativo é a Eplerenona, um composto sintético derivado do grupo das espirolactonas esteroides.

O fármaco é classificado como um Antagonista Seletivo dos Recetores Mineralocorticoides (MRA), inserindo-se na classe mais ampla dos Antagonistas da Aldosterona. Estudos farmacológicos confirmaram amplamente esta seletividade especializada, que visa focar o efeito do medicamento primordialmente no sistema mineralocorticoide. Esta ação única define a sua função como um diurético poupador de potássio e como um componente central na gestão da pressão sistémica.

Eplerenona: Composição e Forma Farmacêutica

A Eplerenona é administrada por via oral e é disponibilizada na forma de comprimido revestido por película.

O medicamento é um produto de princípio ativo único (monoterapia), confirmando que o comprimido contém apenas a Eplerenona como substância terapêutica, integrada numa matriz oral sólida de excipientes. A forma oral destina-se a uma ingestão conveniente e facilita o controlo preciso do efeito MRA dentro do regime de tratamento do doente.

Objetivo Geral dos Antagonistas da Aldosterona

O conceito terapêutico central do Selara é a modulação precisa do equilíbrio de sódio e potássio no organismo. O fármaco atua bloqueando o recetor mineralocorticoide, impedindo que a hormona aldosterona sinalize aos rins a retenção de sódio e água.

Este mecanismo resulta numa maior excreção de sódio e na eliminação de fluidos, promovendo simultaneamente a conservação do potássio, uma função clinicamente reconhecida desta classe. Esta redução do volume sistémico é um mecanismo vital para aliviar a sobrecarga no sistema cardiovascular.

Quais efeitos secundários são possíveis com Selara?

Âmbito das Reações Adversas

O Selara (ustequinumabe), um medicamento que atua no sistema imunitário, tem o seu perfil de segurança definido por classificações regulamentares formais. Os riscos estão agrupados em categorias de frequência e relevância clínica.

Principais Reações Adversas e Frequência:

Categoria Exemplos
Comuns (≥1% dos doentes) Nasofaringite (constipação comum), infeção do trato respiratório superior, dores de cabeça, fadiga, náuseas, reações no local de injeção e vómitos.
Classes de Órgãos e Sistemas Infeções e infestações, doenças do sistema nervoso, doenças gastrointestinais e doenças da pele e tecidos subcutâneos.

Reações Adversas Graves:

As reações mais significativas do ponto de vista clínico e raras que se encontram oficialmente documentadas incluem:

  • Infeções Graves: Infeções bacterianas, fúngicas ou virais severas, incluindo a tuberculose (TB), que podem exigir hospitalização.
  • Tumores Malignos: Um risco acrescido para determinados tipos de cancro, particularmente o cancro da pele não-melanoma.
  • Reações de Hipersensibilidade: Respostas alérgicas graves, incluindo anafilaxia e angioedema (inchaço do rosto ou da garganta).
  • PRES (Síndrome de Encefalopatia Posterior Reversível): Uma condição neurológica rara que afeta o cérebro.
  • Pneumonia Não Infeciosa: Casos de pneumonia intersticial, eosinofílica e pneumonia organizada criptogénica.

Classificações de Segurança (Nível Geral)

Considerações de Segurança para Populações Específicas:

  • Gravidez e Lactação: A utilização durante a gravidez ou amamentação requer uma ponderação cuidadosa, uma vez que o fármaco pode passar para o feto ou para o leite materno.
  • Uso Geriátrico: Recomenda-se precaução em doentes com mais de 65 anos devido à incidência geralmente mais elevada de infeções nesta faixa etária.

Restrições e Limitações Relacionadas com a Segurança:

  • Estado de Infeção: O tratamento não deve ser iniciado na presença de qualquer infeção ativa clinicamente relevante. Se se desenvolver uma infeção grave, o medicamento deve ser descontinuado.
  • Rastreio de Tuberculose: É obrigatória uma avaliação para a TB antes do início do tratamento, e a tuberculose latente deve ser tratada primeiro.
  • Vacinas: As vacinas vivas devem ser evitadas durante o tratamento com Selara.

Estrutura de Segurança Resultante

As informações oficiais de segurança estruturam a compreensão dos riscos ao categorizá-los em efeitos secundários comuns e geríveis e eventos graves e raros relacionados com a supressão do sistema imunitário. O quadro regulamentar exige um rastreio pré-tratamento explícito (como para a TB) e estabelece restrições formais contra a utilização na presença de infeções ativas para gerir os riscos documentados mais graves, garantindo que todos os dados de segurança são comunicados de forma factual.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil oficial para a sobredosagem de Selara (Eplerenona) é definido pelo risco de dois distúrbios fisiológicos major: hipotensão acentuada e hipercaliemia grave. Estas duas condições constituem a base para todas as manifestações de sobredosagem documentadas e para as ações de emergência obrigatórias.

Apresentações e Manifestações de Sobredosagem Documentadas

As informações oficiais indicam que a sobredosagem pode apresentar-se através de sintomas relacionados com hipotensão grave (pressão arterial baixa), incluindo tonturas severas, desmaio (síncope) e visão turva. As manifestações de hipercaliemia grave (níveis elevados de potássio) podem incluir cãibras musculares, náuseas, vómitos, diarreia e fraqueza generalizada ou peso nas pernas. Os resultados potencialmente fatais documentados incluem arritmias cardíacas devido à hipercaliemia, convulsões e perda súbita de consciência.

Resposta de Emergência e Gestão

Deve-se procurar assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem. As orientações determinam que se deve contactar imediatamente os serviços de emergência se a vítima colapsar, tiver uma convulsão, apresentar dificuldades respiratórias ou não conseguir ser despertada. A gestão da sobredosagem requer monitorização hospitalar imediata, com foco na observação rigorosa dos níveis de potássio no soro e da pressão arterial.

O tratamento consiste em medidas sintomáticas e de suporte para corrigir a hipotensão e a hipercaliemia graves documentadas. A eplerenona não é removida de forma eficaz através de hemodiálise.

Usos terapêuticos de Selara

O Selara (ustekinumab) é um medicamento sujeito a receita médica aprovado para a gestão de condições inflamatórias crónicas específicas. A sua utilização foca-se na redução dos sintomas e no apoio ao controlo da doença nos domínios terapêuticos aprovados.

O Selara está indicado para doentes adultos com:

  • Psoríase em Placas (PsO): Para tratar a psoríase em placas moderada a grave em doentes que possam ser candidatos a terapêutica sistémica ou fototerapia.
  • Artrite Psoriática (PsA): Para a gestão da artrite psoriática ativa, podendo ser utilizado isoladamente ou em combinação com metotrexato.
  • Doença de Crohn (DC): Para o cuidado da doença de Crohn com atividade moderada a grave.
  • Colite Ulcerosa (CU): Para o tratamento da colite ulcerosa com atividade moderada a grave.

O medicamento é também utilizado em doentes pediátricos com idade igual ou superior a 6 anos para o tratamento da psoríase em placas moderada a grave e da artrite psoriática ativa. O Selara serve como uma terapêutica de manutenção a longo prazo para estas condições, ajudando a alcançar e a sustentar o alívio dos sintomas e a melhorar o bem-estar do doente como parte de um plano de tratamento. Para uma visão terapêutica completa, consulte a documentação oficial sobre o Ustekinumab.


Factos Rápidos: Domínios Terapêuticos do Selara

Condição Foco do Tratamento
Psoríase em Placas Aborda sintomas moderados a graves
Artrite Psoriática Apoia a gestão da doença ativa nas articulações e na pele
Doença de Crohn Utilizado para sintomas com atividade moderada a grave
Colite Ulcerosa Apoia o controlo da inflamação moderada a gravemente ativa

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Selara (ustequinumabe) é determinada com base na idade, no estado de saúde atual e noutras condições clínicas concomitantes.

Contraindicações e Restrições

O Selara não deve ser utilizado por doentes que apresentem uma hipersensibilidade clinicamente significativa ao fármaco ou a qualquer um dos seus componentes. Está igualmente contraindicado em doentes com uma infeção ativa clinicamente importante, incluindo a tuberculose ativa; o tratamento não deve ser iniciado até que a infeção esteja resolvida.

A utilização condicional é exigida para doentes com tuberculose latente, que devem iniciar a terapêutica antituberculosa antes de começarem o tratamento. Os doentes devem também evitar vacinas vivas durante a terapêutica com Selara.


Regras de Elegibilidade por População

Grupo Populacional Estado de Elegibilidade
Adultos (≥ 18 anos) Autorizado para todas as indicações aprovadas.
Doentes Pediátricos (≥ 6 anos) Autorizado para Psoríase em Placas e Artrite Psoriática.
Crianças < 6 anos Utilização não estabelecida; dados de segurança e eficácia insuficientes.
Insuficiência Renal/Hepática Não estudado; não podem ser feitas recomendações posológicas.
Gravidez/Lactação Recomenda-se precaução; o uso não é recomendado, exceto se claramente necessário (estão disponíveis registos de exposição na gravidez).

Os idosos (≥ 65 anos) podem utilizar o Selara sem ajuste posológico, embora se recomende precaução devido à incidência geralmente mais elevada de infeções neste grupo etário.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interações do Selara (ustequinumabe) caracteriza-se por restrições relacionadas com a utilização concomitante de vacinas e outras terapêuticas imunossupressoras, conforme documentado nas informações oficiais.

Contraindicações e Restrições Formais

Tipo de Interação Produtos Interagentes Restrição Oficial
Contraindicação Farmacodinâmica Vacinas vivas virais ou bacterianas (ex.: BCG, VASPR [sarampo, parotidite e rubéola], vacina contra a gripe por pulverização nasal) A coadministração é proibida devido ao risco de infeção e à diminuição da eficácia da vacina.
Restrição Temporal Vacina BCG Não deve ser administrada durante o tratamento, durante um ano antes de iniciar o Selara, nem durante um ano após a sua descontinuação.
Uso com Precaução Outros agentes imunossupressores ou biológicos As informações oficiais referem um potencial de imunossupressão aditiva e um risco acrescido de infeção grave.

Interações que Modificam a Exposição

De acordo com as análises farmacocinéticas, não foi observado qualquer impacto na eliminação do Selara com a utilização concomitante de imunossupressores convencionais, tais como o metotrexato, AINE (anti-inflamatórios não esteroides) ou corticosteroides. No entanto, devido ao potencial teórico de o Selara afetar as alterações mediadas pelas citocinas na formação das enzimas CYP450, é necessária a monitorização dos níveis plasmáticos de certos medicamentos coadministrados. Isto aplica-se a agentes como a Varfarina e a Ciclosporina, cujas concentrações podem ser afetadas indiretamente, exigindo a vigilância dos níveis do fármaco por um profissional de saúde. As vacinas não vivas podem ser administradas, mas a sua capacidade de gerar uma resposta imunitária protetora pode estar reduzida.

Mecanismo de ação

Antagonismo Seletivo do Recetor Mineralocorticoide

O mecanismo do Selara envolve o antagonismo competitivo seletivo do Recetor Mineralocorticoide (RM). O fármaco liga-se diretamente ao RM, impedindo que a hormona endógena aldosterona ative o recetor. Esta ação interrompe a sinalização a jusante necessária para a transcrição genética em todas as células-alvo, incluindo as do rim e do sistema cardiovascular.

Modulação de Fluidos e da Estrutura Tecidual

O bloqueio do recetor inicia duas cascatas mecanísticas primordiais. No rim (tecido epitelial), a inibição da sinalização do RM interrompe a reabsorção de sódio (Na^+) e de água, o que resulta na perda de volume de fluidos enquanto promove, simultaneamente, a conservação de potássio (K^+). Este mecanismo leva a uma redução líquida do volume de fluido circulante. No coração e nos vasos sanguíneos (tecido não epitelial), o antagonismo interrompe cascatas ligadas à inflamação e à fibrose, o que previne alterações adversas na estrutura dos tecidos mediadas pelo RM.

Dinâmica do Mecanismo

As consequências fisiológicas totais deste mecanismo, incluindo as ações não epiteliais, requerem tempo para se manifestarem, pois envolvem mudanças na expressão genética e na renovação proteica. A capacidade do fármaco para modular o equilíbrio de Na^+ e de água é condicionada pela função renal subjacente e está funcionalmente limitada em condições onde os níveis de potássio no organismo já se encontram elevados.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Selara — Orientações Oficiais de Administração

O Selara (ustequinumabe) é administrado através de injeção subcutânea ou perfusão intravenosa, sendo a via e o regime posológico determinados pela patologia específica e pelo peso corporal do doente.

Dosagem e Via de Administração em Adultos

Indicação Dose Inicial e Via Dose de Manutenção e Via Frequência
Psoríase e Artrite Psoriática 45 mg ou 90 mg SC (com base no peso ≤ 100 kg ou > 100 kg) na Semana 0 45 mg ou 90 mg SC A cada 12 semanas após a Semana 4
Doença de Crohn e Colite Ulcerosa Perfusão IV baseada no peso (260 mg, 390 mg ou 520 mg) 90 mg SC A cada 8 semanas após a dose IV inicial

Condições Especiais e Preparação

  • Perfusão Intravenosa: A dose intravenosa para a Doença de Crohn e Colite Ulcerosa deve ser diluída por um profissional de saúde antes da administração e infundida durante um período de, pelo menos, uma hora.
  • Injeção Subcutânea: As injeções são normalmente administradas nas Semanas 0 e 4, seguidas pelo esquema de manutenção. O local da injeção, como a coxa ou o abdómen, deve ser alternado em cada dose.
  • Doentes Pediátricos: Doentes com idade igual ou superior a 6 anos com Psoríase em Placas ou Artrite Psoriática recebem doses subcutâneas baseadas no peso nas Semanas 0 e 4, e posteriormente a cada 12 semanas. Doentes com peso inferior a 60 kg recebem uma dose de 0,75 mg/kg.

Nota: Caso ocorra o esquecimento de uma dose, os doentes devem seguir as orientações fornecidas pelo seu médico assistente para garantir que a frequência correta do tratamento seja restabelecida.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

O Selara (ustequinumabe) é um medicamento biológico que tem sido estudado em diversas patologias inflamatórias crónicas. A investigação clínica tem-se focado principalmente na sua utilização na psoríase em placas moderada a grave, na artrite psoriática, na doença de Crohn e na colite ulcerosa.

Psoríase em Placas

Ensaios clínicos que envolveram adultos com psoríase em placas moderada a grave compararam o ustequinumabe com placebo e outros tratamentos ativos. A principal medida de avaliação centrou-se na proporção de doentes que atingiram uma melhoria significativa nas pontuações de sintomas (por exemplo, uma redução ≥ 75%) após 12 semanas.

Em dois estudos principais, uma proporção significativamente maior de doentes que receberam ustequinumabe alcançou este nível de melhoria cutânea em comparação com os que receberam placebo (aproximadamente 69% face a 3%). O acompanhamento a longo prazo demonstrou que a melhoria clínica foi mantida na maioria dos doentes com tratamento contínuo durante um período de cinco anos.

Doença Inflamatória do Intestino (DII)

A evidência relativa ao Selara nas DII inclui ensaios aleatorizados e controlados por placebo, tanto para a doença de Crohn como para a colite ulcerosa.

Quanto à Doença de Crohn, estudos de indução demonstraram que uma dose intravenosa única levou a uma taxa mais elevada de resposta clínica na semana 6 em comparação com o placebo, inclusive em doentes que tiveram uma resposta inadequada a terapêuticas anti-TNF anteriores. Os estudos de manutenção indicaram que uma parte substancial dos doentes que responderam ao tratamento alcançou e manteve a remissão clínica ao fim de um ano de acompanhamento.

Relativamente à Colite Ulcerosa, ensaios semelhantes demonstraram que a indução intravenosa e a manutenção subcutânea foram associadas a taxas mais elevadas de remissão clínica e de cicatrização da mucosa na marca de um ano, quando comparadas com os grupos placebo. Na fase de manutenção, os dados mostraram que 45% dos doentes que receberam ustequinumabe estavam em remissão clínica após um ano, em comparação com 26% dos que receberam placebo.

Perfil de Segurança Geral

Em todas as indicações, os eventos adversos comunicados com maior frequência nos ensaios clínicos incluíram nasofaringite, infeções do trato respiratório superior e dores de cabeça. O ustequinumabe, enquanto imunossupressor, tem sido associado a um risco acrescido de infeções graves e a um risco teórico de tumores malignos, o que é consistente com o mecanismo de ação desta classe de medicamentos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Selara (FAQ)

Em quanto tempo devo esperar sentir os efeitos do Selara? Estudos clínicos sobre o Selara para a doença de Crohn demonstraram uma resposta clínica nalguns doentes logo entre a Semana 3 e a Semana 6 após a dose intravenosa inicial. No entanto, o tempo necessário para notar melhorias pode variar amplamente entre indivíduos.

Qual é o prazo típico para observar os benefícios totais do Selara? O período para atingir os objetivos clínicos avaliados nos ensaios varia consoante a patologia. Para doenças da pele como a psoríase, a melhoria significativa é frequentemente avaliada por volta das 12 semanas. Para condições crónicas como a doença inflamatória do intestino, a remissão clínica é frequentemente avaliada em estudos de manutenção, demonstrando um benefício sustentado após aproximadamente um ano.

O Selara provoca aumento ou perda de peso? As informações oficiais do produto não listam alterações significativas no peso corporal (ganho ou perda) como reações adversas comuns. No entanto, qualquer efeito secundário inesperado ou preocupante deve ser comunicado a um profissional de saúde.

O Selara pode afetar o meu humor ou padrões de sono? Documentos oficiais listam a Depressão como um efeito secundário grave raro que tem sido reportado. Alterações nos padrões de sono não estão explicitamente listadas como um efeito secundário. Qualquer alteração no humor ou no sono deve ser comunicada a um prestador de cuidados de saúde.

O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de Selara? Se falhar uma dose, as orientações oficiais instruem os doentes a contactar o seu médico prescritor para determinar os passos seguintes adequados. Este aconselhará sobre quando a dose deve ser administrada para ajudar a restabelecer o calendário de tratamento correto.

Como é que o Selara se compara a outros tratamentos para a mesma condição? O Selara é um dos vários tratamentos disponíveis para condições inflamatórias crónicas. Ensaios clínicos demonstraram a sua eficácia em doentes que anteriormente tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes a outras terapêuticas, incluindo tratamentos anti-TNF, oferecendo uma opção de tratamento distinta.

O Selara é um medicamento biológico ou um comprimido tradicional? A substância ativa do Selara, o ustequinumabe, é classificada como um medicamento biológico, que é um medicamento fabricado a partir de organismos vivos. É administrado através de injeção subcutânea ou perfusão intravenosa, e não como um comprimido oral tradicional.

Quanto tempo permanece o Selara no sistema após a interrupção do tratamento? O tempo que um fármaco demora a ser eliminado do organismo é medido pela sua semivida. O Selara tem uma semivida de eliminação terminal estimada que varia entre aproximadamente 15 a 32 dias.

Os efeitos secundários do Selara são piores quando se começa a tomar? As informações regulamentares não fornecem uma afirmação geral sobre se os efeitos secundários são mais graves no início do tratamento. Efeitos comuns como dor de cabeça e fadiga foram reportados durante o período de tratamento.

Tomar Selara pode tornar-me mais sensível ao sol? Embora o medicamento esteja associado a um risco de cancro da pele não-melanoma, a documentação oficial não lista explicitamente a fotossensibilidade. É importante discutir todas as preocupações com um prestador de cuidados de saúde.

Quais são os sinais de que o Selara está realmente a funcionar no meu caso? Nos ensaios clínicos, a eficácia foi medida pela obtenção de uma redução significativa dos sintomas (como o branqueamento das lesões cutâneas) ou pela obtenção de remissão clínica e melhoria da mucosa (para a doença inflamatória do intestino) em momentos específicos.

O Selara pode ser utilizado se eu tiver problemas renais ou hepáticos? Não foram realizados estudos oficiais para avaliar especificamente o Selara em doentes com insuficiência renal ou hepática grave. Devido a este facto, não estão disponíveis recomendações de dose específicas para estas populações.

Porque é que um médico escolheria prescrever Selara em vez de um medicamento semelhante? O estatuto regulamentar apoia o Selara como um tratamento para doentes que tiveram uma resposta inadequada ou foram intolerantes a tratamentos anteriores. O mecanismo de ação distinto do fármaco faz parte das considerações clínicas para a sua utilização.

Existe uma versão genérica do Selara disponível? O Selara (ustequinumabe) é um medicamento biológico. Foram aprovados, ou estão em análise, medicamentos biossimilares ao Selara. Os biossimilares são versões altamente semelhantes ao medicamento biológico original.

Como é a experiência dos doentes que tomam Selara a longo prazo? Estudos de extensão a longo prazo, com duração até cinco anos, verificaram que a melhoria clínica e a remissão foram mantidas na maioria dos doentes que continuaram o tratamento. O perfil de segurança global permaneceu geralmente consistente durante este período.

O Selara afeta a fertilidade? Dados limitados em humanos e animais não sugerem um efeito adverso na fertilidade masculina ou feminina. A saúde reprodutiva deve ser discutida com um prestador de cuidados de saúde.

Existem medicamentos de venda livre comuns que interajam com o Selara? A informação oficial indica que analgésicos comuns de venda livre que são classificados como Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINE) não demonstraram ter impacto na forma como o Selara é eliminado do organismo.

É seguro utilizar analgésicos como o ibuprofeno ou o paracetamol enquanto tomo Selara? As informações oficiais do produto indicam que os AINE (uma classe de fármacos que inclui o ibuprofeno) não afetam a forma como o Selara é eliminado do organismo. As informações sobre interações focam-se principalmente nos AINE e não incluem dados de segurança específicos para o paracetamol.

O Selara é eficaz para todas as fases da condição que trata? O Selara é especificamente indicado para o tratamento da psoríase em placas, doença de Crohn e colite ulcerosa de grau moderado a grave, bem como para a artrite psoriática ativa. Não está indicado para formas ligeiras destas condições.

Como Selara deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Selara (Eplerenona)

Todos os procedimentos de conservação e eliminação dos comprimidos revestidos por película Selara devem cumprir rigorosamente as instruções fornecidas na rotulagem oficial.

Condições de Armazenamento

Os comprimidos de Selara não necessitam de quaisquer condições especiais de armazenamento. O produto é estável à temperatura ambiente, habitualmente entre os 20 C e os 25 C (68 F e 77 F), sendo permitidas variações até aos 30 C. O medicamento deve ser mantido na embalagem de origem para manter a sua estabilidade e deve ser sempre guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

A eliminação de quaisquer comprimidos de Selara não utilizados ou fora do prazo de validade deve ser efetuada de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos. O método preferencial é, geralmente, um programa de retoma de medicamentos. Os comprimidos não devem ser eliminados na sanita nem despejados num lavatório.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Selara encontrado em:

ÍNDICE A-Z: