Scopma

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Scopma

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Scopma

O que é o Scopma e qual é a sua finalidade principal?

O Scopma é o nome comercial de um medicamento que contém o princípio ativo butilbrometo de hioscina, classificado essencialmente como um agente antiespasmódico e um fármaco anticolinérgico. O seu propósito central é o alívio da dor e do desconforto causados por contrações musculares involuntárias e fortes, conhecidas como espasmos, visando especificamente os músculos lisos dos tratos digestivo, biliar ou urinário.

Este medicamento atua como um espasmolítico, o que significa que funciona ao interromper os sinais nervosos que fazem com que os órgãos internos se contraiam de forma descontrolada. O principal benefício deste tipo de medicação é alcançar o relaxamento rápido dos músculos contraídos no abdómen e na pélvis. Como fármaco anticolinérgico, a sua ação foca-se no alívio das cólicas que surgem devido ao aumento da motilidade, um mecanismo clinicamente reconhecido por proporcionar alívio em episódios agudos de desconforto abdominal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) lista o butilbrometo de hioscina como um medicamento essencial pela sua eficácia estabelecida como espasmolítico.


Butilbrometo de Hioscina: Origem, Composição e Formas Disponíveis

A substância ativa, o butilbrometo de hioscina, é um derivado sintético da escopolamina — um alcaloide vegetal de ocorrência natural — e é fabricado como um composto de amónio quaternário. Este produto é um medicamento de substância única, no qual o butilbrometo de hioscina é o único componente terapêutico. A estrutura química do composto foi intencionalmente concebida como um composto de amónio quaternário para minimizar a sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica, focando assim o seu efeito diretamente nos tecidos musculares lisos pretendidos.

O Scopma está disponível em múltiplas formas farmacêuticas para responder a diversas necessidades clínicas, principalmente como comprimidos orais, mas também como solução injetável estéril para administração parentérica e, por vezes, como supositórios para uso retal. A disponibilidade de uma forma injetável diferencia-se por permitir uma administração rápida em cenários como a cólica biliar aguda ou a cólica renal, que requerem uma intervenção célere quando comparadas com o início de ação mais lento das formas orais.

Quais efeitos secundários são possíveis com Scopma?

O perfil de segurança do Scopma (butilbrometo de hioscina) baseia-se nas reações adversas documentadas e nas restrições de segurança definidas nos documentos regulamentares oficiais. Os efeitos secundários estão, em grande medida, relacionados com as propriedades anticolinérgicas do medicamento.

Reações Adversas Documentadas Oficialmente

Os efeitos secundários são classificados por frequência e por classe de sistemas de órgãos (SOC):

Classificação Exemplos de Reações Adversas Listadas Oficialmente
Frequentes Boca seca, taquicardia (aumento do ritmo cardíaco), obstipação, perturbações da acomodação (dificuldade em focar a visão).
Pouco Frequentes Reações cutâneas (ex.: urticária, prurido, erupção cutânea), suores anormais.
Frequência Desconhecida Choque anafilático (incluindo desfecho fatal), diminuição da pressão arterial, midríase, aumento da pressão intraocular, retenção urinária.

As reações adversas graves são reportadas principalmente através da vigilância pós-comercialização, incluindo reações anafiláticas severas (ex.: choque anafilático, dispneia) e eventos cardíacos sérios (ex.: hipotensão grave, paragem cardíaca) associados à forma injetável, particularmente em doentes com condições cardíacas preexistentes.

Restrições de Segurança e Populações Especiais

A rotulagem oficial define restrições específicas de utilização:

  • Contraindicações: O Scopma é contraindicado em indivíduos com glaucoma de ângulo fechado não tratado, miastenia gravis, megacólon, estenose mecânica no trato gastrointestinal e condições que levem à retenção urinária (ex.: hipertrofia prostática).
  • Atividade: Devido ao potencial de perturbações visuais e tonturas, deve evitar-se conduzir ou utilizar máquinas se for afetado por estes sintomas.
  • Populações Específicas: Recomenda-se precaução em idosos devido à maior suscetibilidade aos efeitos anticolinérgicos. O uso não é geralmente recomendado durante a gravidez ou a amamentação devido à insuficiência de dados.

Estas informações de segurança fornecem um quadro regulamentar que identifica as reações adversas esperadas, define os riscos graves de baixa frequência e estabelece restrições obrigatórias para a utilização em determinadas populações ou condições de saúde.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A sobredosagem com Scopma (butilbrometo de hioscina) está documentada na rotulagem regulamentar como resultando num exagero dos efeitos anticolinérgicos do fármaco. As manifestações documentadas incluem sinais como boca seca, rubor cutâneo, taquicardia (ritmo cardíaco acelerado), perturbações visuais transitórias e retenção urinária. Embora não tenham sido observados consistentemente sinais graves de intoxicação em todos os casos documentados de sobredosagem aguda em humanos, os desfechos severos citados em fontes regulamentares incluem o potencial de paralisia respiratória e o padrão respiratório anormal conhecido como respiração de Cheyne-Stokes.


Quando Procurar Ajuda Médica Imediata

É necessária assistência médica imediata em caso de sobredosagem aguda. Deve procurar-se aconselhamento médico urgente se uma dor abdominal de causa desconhecida persistir ou agravar, acompanhada de sintomas sistémicos como febre, vómitos, diminuição da pressão arterial, desmaio ou presença de sangue nas fezes. Adicionalmente, é obrigatório procurar aconselhamento oftalmológico urgente se ocorrer o desenvolvimento de um olho vermelho e doloroso com perda de visão, devido ao risco potencial de glaucoma agudo.


Medidas de Suporte Descritas Oficialmente

As orientações regulamentares indicam que os sintomas de sobredosagem respondem à gestão com parassimpaticomiméticos. Deve ser aplicado tratamento de suporte e sintomático conforme necessário. Os procedimentos citados para a resposta clínica podem envolver a consideração de respiração artificial em caso de paralisia respiratória, algaliação para a retenção urinária e lavagem gástrica com carvão ativado em situações de intoxicação por via oral.

Usos terapêuticos de Scopma

O objetivo fundamental do Scopma (butilbrometo de hioscina) é proporcionar um alívio sintomático de suporte para sintomas associados a uma atividade fisiológica elevada, tais como a dor intensa e o mal-estar. Esta característica torna-o uma opção relevante em diversos domínios clínicos, tanto agudos como crónicos, marcados por sintomas que geram um esforço fisiológico percetível. De acordo com as normas de informação sobre o produto, este é utilizado para ajudar na gestão de espasmos nos músculos do estômago, do intestino e do trato urinário.


Alívio de Dores de Cólicas Agudas e Espasmos Graves

Este medicamento é frequentemente utilizado quando é necessária assistência sintomática de curto prazo para abordar dores espasmódicas graves e episódicas, como as manifestações dolorosas da cólica renal ou da cólica biliar. É aplicado em situações que envolvem dor súbita, forte e de caráter ondulante, oferecendo um apoio sintomático que pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com estes episódios exigentes e apoiando o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.


Gestão de Espasmos e Apoio em Contextos Clínicos

O Scopma é habitualmente utilizado em condições caracterizadas por padrões de sintomas episódicos ou flutuantes, nomeadamente na gestão de conjuntos de sintomas relacionados com a dor abdominal espasmódica e o desconforto associado à Síndrome do Intestino Irritável (SII). É igualmente aplicado em situações que apresentam desconforto sistémico ou localizado no trato genitourinário, sendo relevante quando a gestão sintomática de suporte é adequada em contextos clínicos, tais como a endoscopia ou em exames de diagnóstico por imagem especializados. Nestes cenários, o medicamento contribui para um melhor conforto durante os períodos de maior intensidade dos sintomas.

Uso Contextual: Sintomas Viscerais O Scopma é aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, abordando sintomas relacionados com o stress funcional de órgãos específicos.

Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade para o Scopma (Butilbrometo de Hioscina)

O perfil de elegibilidade para o Scopma é definido pelas autoridades regulamentares e inclui restrições populacionais específicas e contraindicações absolutas. O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado por doentes com certas condições preexistentes graves, que incluem glaucoma de ângulo fechado não tratado, miastenia gravis, megacólon e obstruções mecânicas ou paralíticas no trato gastrointestinal.

As proibições absolutas abrangem também a hipertrofia prostática com retenção urinária e a hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou aos seus componentes. Doentes com intolerâncias hereditárias raras a açúcares não devem utilizar a formulação em comprimidos.

Grupo de Elegibilidade Estatuto Segundo a Rotulagem Regulamentar
Idade Aprovado para Adultos e Crianças com idade igual ou superior a 6 anos.
Pediátrico Não recomendado para crianças com menos de 6 anos de idade.
Etapa de Vida Não recomendado durante a gravidez ou a amamentação.
Uso Parentérico Contraindicado em doentes com taquicardia ou insuficiência cardíaca.

A utilização requer precaução em doentes com pirexia (febre) e condições cardíacas preexistentes, como a doença coronária. O perfil oficial é estritamente descritivo, definindo exclusões sem interpretação clínica.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação oficialmente documentados para o butilbrometo de hioscina (Scopma), conforme especificado nos rótulos regulamentares.


Efeitos Farmacodinâmicos e de Adição

A coadministração com outros medicamentos que possuam propriedades anticolinérgicas pode levar a uma intensificação do efeito anticolinérgico. Isto inclui agentes como antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos e certos antipsicóticos. Os efeitos taquicárdicos (aumento do ritmo cardíaco) de agentes beta-adrenérgicos podem igualmente ser potenciados.

Por outro lado, a utilização concomitante com antagonistas da dopamina (como a metoclopramida) pode resultar na diminuição dos efeitos de ambos os fármacos no trato gastrointestinal, devido às suas ações opostas na motilidade.


Restrições de Absorção e de Tempo

Os antiácidos e os antidiarreicos adsorventes reduzem a absorção do butilbrometo de hioscina. Para gerir esta interação, o medicamento deve ser administrado pelo menos uma hora antes destes produtos. Adicionalmente, o consumo de álcool pode aumentar a probabilidade de efeitos secundários como a sonolência, conforme indicado na rotulagem.


Restrições de Procedimento e de Via de Administração

A solução injetável está sujeita a uma restrição específica: não deve ser administrada por injeção intramuscular (IM) a doentes que estejam a receber fármacos anticoagulantes. Esta proibição está documentada devido ao risco de hematoma intramuscular. Nestes casos, as vias intravenosa ou subcutânea podem ser utilizadas em alternativa.

Mecanismo de ação

Bloqueio de Sinais Nervosos no Músculo Liso Visceral

A ação principal do fármaco consiste no antagonismo competitivo ao nível dos recetores muscarínicos da acetilcolina (M1, M2, M3) localizados nas paredes dos tratos gastrointestinal, biliar e urinário. Ao ligar-se a estes recetores, o butilbrometo de hioscina impede diretamente que o neurotransmissor acetilcolina (ACh) ative as células. Esta ação parassimpaticolítica interrompe os impulsos nervosos que sinalizam o início da contração das células musculares lisas.


Inibição do Gatilho de Contração

O bloqueio molecular dos recetores muscarínicos interrompe a subsequente cascata de sinalização acoplada à proteína Gq no interior das células musculares lisas. Esta cascata é fundamental para a libertação de iões de cálcio intracelular (Ca^2+), que constituem o gatilho final necessário para que as fibras musculares se contraiam fisicamente. Ao limitar a libertação de Ca^2+, o mecanismo suprime a capacidade do músculo de manter uma contração forte, resultando na redução do tónus muscular liso e da motilidade.


Ação Periférica Direcionada

uma característica mecânica crucial é a estrutura química do fármaco enquanto composto de amónio quaternário. Esta estrutura, devido ao átomo de azoto permanentemente carregado, resulta numa molécula altamente ionizada com baixa solubilidade lipídica, o que limita a sua passagem através da barreira hematoencefálica. Consequentemente, o mecanismo resultante é maioritariamente periférico, não se detetando praticamente qualquer atividade correspondente no Sistema Nervoso Central (SNC).

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Scopma: Orientações Oficiais de Administração

O Scopma (butilbrometo de hioscina) é administrado através de diversas vias oficiais para responder a diferentes necessidades clínicas, com protocolos detalhados em documentos regulamentares de referência.


Vias de Administração e Dosagem Padrão

A escolha da via de administração é determinada pelo contexto do espasmo, utilizando-se a forma oral para a gestão programada e as formas parentéricas para intervenções agudas e rápidas.

Via de Administração Dosagem Típica para Adultos Instrução Fundamental
Oral (Comprimido) 10 mg, 3 a 4 vezes por dia (Máx: 80 mg/dia) Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com água, independentemente da ingestão de alimentos.
Parentérica (IV, IM, SC) 20 mg a 40 mg (Máx: 100 mg/dia) A injeção intravenosa deve ser administrada lentamente e pode ser repetida após 30 minutos em situações agudas.

Padrões de Utilização e Restrições

As instruções oficiais estabelecem uma abordagem padronizada quanto à logística e à aplicação temporal do fármaco. O medicamento destina-se oficialmente apenas ao alívio sintomático de curto prazo. O uso diário contínuo não é recomendado nem sustentado pela rotulagem oficial, exigindo a confirmação clínica da causa subjacente ao desconforto abdominal.

Para doentes pediátricos com idades compreendidas entre os 6 e os 11 anos, a dose oral padrão é de 10 mg, administrada três vezes por dia. No que respeita à solução injetável, esta destina-se estritamente a uma utilização única; as preparações devem apresentar-se límpidas e isentas de partículas antes da sua administração. O regime oficial está estruturado para permitir tanto um esquema oral flexível como uma opção injetável para casos agudos, impondo limites rigorosos à dose máxima e à duração do tratamento.

Evidência clínica recente

Scopma: Evidência Clínica Recente

Efeito e Principais Conclusões

A investigação tem explorado o potencial efeito do fármaco na gravidade e duração da patologia. Os ensaios clínicos analisaram os resultados dos doentes, tendo os estudos iniciais examinado o efeito do medicamento em marcadores específicos da doença em coortes de pequena dimensão. Os investigadores observaram que as conclusões foram, de um modo geral, consistentes entre estes ensaios preliminares.

Investigação sobre Terapias Combinadas: Alguns estudos avaliaram se a terapia combinada afetava a rapidez e a manutenção das alterações dos sintomas quando utilizada em conjunto com terapêuticas padrão. A investigação comparativa incluiu também análises entre o Scopma e tratamentos já existentes.


Perfil de Segurança

O perfil de segurança global foi revisto ao longo de múltiplas fases de investigação.

Efeitos Reportados Comuns: A investigação registou a ocorrência de efeitos comuns, incluindo náuseas e fadiga. Os investigadores comunicaram que estes foram tipicamente ligeiros e temporários nos participantes dos estudos.

Eventos Graves Reportados: Os investigadores relataram que a ocorrência de eventos graves foi rara nas populações estudadas.

Dados a Longo Prazo: O uso prolongado foi monitorizado em alguns estudos e a investigação continua a acompanhar o perfil do fármaco ao longo de períodos alargados em registos de doentes específicos.


Farmacocinética e Limitações da Investigação

Os estudos analisaram a forma como o organismo processa o medicamento e os métodos para a sua utilização em ambiente de investigação.

Metabolismo e Fígado: Estudos farmacocinéticos identificaram as principais vias metabólicas no fígado envolvidas na metabolização do fármaco. A utilização do medicamento em pessoas com insuficiência hepática foi avaliada em algumas investigações.

Interrupção do Tratamento: Os estudos relataram que a interrupção súbita do fármaco esteve associada a determinados efeitos. Os investigadores observaram que, frequentemente, se recorreu a uma redução gradual da dosagem quando a participação no estudo terminava.

Limitações dos Estudos: A maioria dos estudos focou-se numa população específica e restrita, não sendo ainda claro se as conclusões se aplicam de forma abrangente. A investigação relativa à utilização do fármaco em populações pediátricas ainda não foi explorada de forma extensiva.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre Scopma (FAQ)


Q: O Scopma é utilizado para outras condições além da principal mencionada?

De acordo com as informações oficiais do produto, o Scopma é indicado para o alívio da dor causada por contrações musculares involuntárias (espasmos) nos tratos digestivo, biliar ou urinário. Este alívio pode estender-se a condições específicas, tais como a cólica renal e a cólica biliar. Os documentos regulamentares confirmam que a sua utilização se foca nestas áreas do corpo.


Q: Com que rapidez devo esperar sentir os efeitos do Scopma?

As informações oficiais descrevem o início da ação do medicamento como sendo relativamente rápido. O efeito terapêutico de uma dose única dura normalmente cerca de quatro a seis horas. O tempo exato pode variar dependendo da forma farmacêutica específica.


Q: Se eu me esquecer de um dia de Scopma, o que acontece geralmente?

A informação oficial ao doente descreve o procedimento geral para uma dose esquecida, indicando que a sua toma assim que houver recordação é normalmente recomendada. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, a informação refere que a dose esquecida deve ser ignorada. É salientado que tomar duas doses em simultâneo não é, geralmente, aconselhado.


Q: Existe uma versão genérica do Scopma disponível?

Scopma é um nome comercial para a substância ativa Butilbrometo de Hioscina. Os documentos regulamentares confirmam que esta substância é o único componente terapêutico do medicamento. Esta substância ativa está disponível globalmente sob vários nomes comerciais.


Q: Posso tomar Scopma se também estiver a tomar vitaminas ou suplementos à base de ervas?

A informação oficial ao doente indica que não existem dados suficientes disponíveis sobre a segurança da combinação deste medicamento com remédios à base de ervas ou outros suplementos. Os documentos regulamentares indicam consistentemente que um profissional de saúde deve ser informado de todos os produtos que estão a ser utilizados para uma avaliação de segurança precisa.


Q: Quanto tempo dura normalmente o efeito de uma dose de Scopma?

O período de tempo que uma dose permanece eficaz é descrito nos resumos regulamentares. O efeito terapêutico do medicamento dura tipicamente cerca de quatro a seis horas.


Q: Se eu tiver um histórico de problemas renais, posso utilizar Scopma?

O rótulo do produto indica que é necessária precaução na utilização em indivíduos com antecedentes de doença renal grave. Isto é assinalado como uma precaução nos documentos regulamentares.


Q: O Scopma causa dependência física ou vício?

Estudos e informações oficiais indicam que a estrutura química do medicamento limita a sua atividade no sistema nervoso central. Devido a este foco periférico, a informação regulamentar refere que o medicamento apresenta uma baixa incidência de abuso.


Q: É necessário algum teste de sangue específico enquanto estiver a tomar Scopma?

Os documentos oficiais indicam que não são normalmente exigidos testes laboratoriais de rotina específicos para a utilização deste medicamento.


Q: O Scopma está associado a quaisquer distúrbios do sono?

Algumas fontes oficiais observaram que a sonolência é um possível efeito adverso. Este efeito é geralmente descrito como pouco frequente nos documentos regulamentares.


Q: O Scopma afeta a fertilidade?

A documentação oficial indica que os efeitos deste medicamento na fertilidade humana não foram estudados.


Q: O Scopma tem um folheto informativo oficial para o doente?

Na maioria das regiões regulamentadas, é exigido um Folheto Informativo (FI) ou documento equivalente contendo informações fundamentais para o doente. Esta informação é habitualmente fornecida com o medicamento pelo fabricante.


Q: O Scopma está disponível sem receita médica?

O regime de dispensa deste medicamento é variável consoante o país. Está disponível mediante prescrição médica e também como medicamento de venda livre em muitas regiões a nível global.


Q: O Scopma pode fazer-me sentir cansado ou com sono?

O medicamento está associado a efeitos adversos como a sonolência, que está documentada em fontes oficiais. Este efeito é geralmente classificado como pouco frequente.


Q: De que forma é que o Scopma se diferencia de outros medicamentos que tratam a mesma condição?

Uma característica fundamental descrita nas fontes oficiais é a sua estrutura química, que limita a passagem do fármaco através da barreira hematoencefálica. Este design resulta numa ação primariamente periférica, focando o efeito nas áreas-alvo e reduzindo os efeitos no sistema nervoso central em comparação com medicamentos relacionados.


Q: Existem alimentos ou bebidas que devam ser evitados durante a utilização de Scopma?

As informações oficiais do produto referem que existem interações com o álcool e certos outros medicamentos. No entanto, os documentos regulamentares não listam quaisquer grupos alimentares gerais específicos que devam ser evitados durante a utilização deste medicamento.


Q: O Scopma tem algum efeito conhecido na clareza mental ou na concentração?

Devido a reações adversas comunicadas, tais como tonturas e perturbações visuais (dificuldade de acomodação visual), as orientações oficiais indicam que é recomendada precaução ao realizar atividades que exijam concentração.


Q: Se eu tiver um histórico de problemas hepáticos, a utilização de Scopma é geralmente restrita?

O rótulo do produto indica que é necessária precaução na utilização em indivíduos com antecedentes de doença hepática grave.


Q: É necessário terminar todo o ciclo de Scopma?

As orientações oficiais indicam que este medicamento se destina apenas ao alívio sintomático a curto prazo. O medicamento é descrito como não sendo, geralmente, destinado a uma utilização diária contínua por períodos prolongados sem investigação médica da causa subjacente.


Q: O Scopma afeta a pressão arterial?

As reações adversas oficialmente documentadas incluem a diminuição da pressão arterial, conhecida medicalmente como hipotensão. Este efeito é mencionado nos avisos oficiais, sendo a precaução particularmente aconselhada quando a forma injetável é utilizada em doentes com condições cardíacas pré-existentes.


Q: Quais são os sinais de uma reação alérgica grave ao Scopma?

Os documentos oficiais descrevem que as reações alérgicas graves podem envolver vários sintomas. Estes podem incluir erupção cutânea, comichão, inchaço grave do rosto, lábios ou garganta, ou dificuldade em respirar.


Q: O Scopma contém algum alergénio comum, como lactose ou glúten?

A formulação em comprimido contém o ingrediente não ativo lactose monohidratada. Os documentos regulamentares referem que a forma em comprimido é contraindicada para indivíduos com problemas hereditários raros de intolerância a açúcares. O glúten não é especificamente citado neste contexto.


Q: Posso tomar Scopma si tiver um histórico de problemas cardíacos?

O rótulo do produto indica que é necessária precaução na utilização em indivíduos com certas condições cardíacas pré-existentes. Os documentos oficiais referem que a forma injetável é especificamente contraindicada em casos de ritmo cardíaco acelerado (taquicardia) ou insuficiência cardíaca.


Q: Quais são os ingredientes não ativos do Scopma?

Os documentos oficiais listam os ingredientes não ativos, também conhecidos como excipientes, na forma de comprimido. Estes ingredientes incluem a lactose monohidratada, celulose microcristalina e estearato de magnésio, entre outros.


Q: Como é que o Scopma é processado pelo corpo?

A informação oficial sobre a forma como o organismo processa o fármaco indica que este tem uma baixa absorção na circulação geral após a utilização oral. A sua estrutura química única limita a sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica, e o composto é processado principalmente através de vias metabólicas no fígado.

Como Scopma deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Scopma (Butilbrometo de Hioscina)

Os documentos regulamentares oficiais definem regras rigorosas para a conservação e eliminação do Scopma.

Condições de Conservação

O medicamento deve ser conservado a uma temperatura não superior a 30 °C e deve ser protegido da luz. No que respeita à solução injetável, é obrigatório não congelar e utilizar o produto imediatamente após a abertura da embalagem, uma vez que se destina apenas a uma única utilização. Todas as formas farmacêuticas devem ser mantidas na embalagem exterior original e armazenadas fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Os medicamentos não utilizados ou com o prazo de validade expirado devem ser eliminados de acordo com a regulamentação local. O produto não deve ser eliminado através do lixo doméstico ou das águas residuais, sendo esta uma medida necessária para ajudar a proteger o ambiente. Os doentes devem consultar o seu farmacêutico sobre os procedimentos locais para a recolha de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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