Sarclisa

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Sarclisa

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Sarclisa

O Sarclisa é um medicamento antineoplásico que contém a substância ativa isatuximabe. Este medicamento pertence a um grupo de fármacos denominados anticorpos monoclonais. Os anticorpos monoclonais são proteínas concebidas para reconhecer e ligar-se a uma estrutura específica, denominada antigénio, que se encontra no organismo.

No caso do Sarclisa, o medicamento foi desenvolvido para se fixar a uma proteína designada CD38, que se encontra presente em doses elevadas nas células do mieloma múltiplo, um tipo de cancro da medula óssea. Ao ligar-se às células cancerígenas, o Sarclisa ajuda o sistema imunitário a identificar e a destruir estas células, podendo também atuar diretamente sobre as mesmas para induzir a sua morte.

O Sarclisa é utilizado no tratamento de adultos com mieloma múltiplo recidivante e refratário. É geralmente administrado em combinação com outros tratamentos oncológicos, como a pomalidomida ou a carfilzomibe, juntamente com a dexametasona, em doentes que já receberam pelo menos duas terapêuticas anteriores e cuja doença progrediu durante ou após o último tratamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Sarclisa?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

As informações oficiais de segurança do Sarclisa (isatuximab) estão estruturadas em torno de reações adversas classificadas por frequência e pelos sistemas fisiológicos afetados, conforme exigido pelas autoridades regulares. Os principais riscos de segurança incluem as Reações Relacionadas com a Perfusão (RRP), a toxicidade hematológica e o risco de infeções graves.


Classificação por Frequência e Sistemas

As reações adversas estão formalmente agrupadas de acordo com as taxas observadas em estudos clínicos:

  • Muito Frequentes (afetam mais de 1 em cada 10 pessoas): Estas incluem Reações Relacionadas com a Perfusão, neutropenia (baixo nível de glóbulos brancos), pneumonia, infeção do trato respiratório superior, fadiga, tosse, pirexia (febre), diarreia e náuseas. As Reações Relacionadas com a Perfusão são particularmente notadas por ocorrerem predominantemente durante a primeira administração do medicamento.
  • Frequentes (afetam até 1 em cada 10 pessoas): Estas incluem trombocitopenia (baixo nível de plaquetas), hipertensão, insónia, tonturas e gripe (influenza).

Os efeitos secundários estão organizados por Classe de Sistemas de Órgãos, impactando áreas como o sistema sanguíneo e linfático (neutropenia), infeções e infestações (pneumonia) e doenças gastrointestinais.


Reações Graves e Limitações

As reações designadas como graves nos documentos regulamentares incluem Infeções Graves, manifestações severas de Reações Relacionadas com a Perfusão e neutropenia de grau elevado. Para doentes idosos (com 75 anos ou mais), foi documentada oficialmente uma taxa mais elevada de reações adversas graves e de interrupções do tratamento.

Devido ao seu mecanismo de ação, o isatuximab pode interferir com certos testes serológicos utilizados para a tipagem sanguínea e provas de compatibilidade cruzada. Além disso, pode potencialmente causar resultados falsos-positivos em ensaios utilizados para monitorizar a doença subjacente, tais como a Eletroforese de Imunofixação (IFE) e a Eletroforese de Proteínas Séricas (SPEP).

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de toxicidade aguda do Sarclisa (isatuximab) com base no risco de Reações Relacionadas com a Perfusão (RRP) graves, que representam os principais eventos com potencial risco de vida associados à sua administração. Estas manifestações de toxicidade aguda podem incluir sinais como dispneia (dificuldade respiratória), tosse, calafrios e náuseas. Desfechos mais graves e com risco de vida, formalmente documentados nas informações do medicamento, incluem reação anafilática, paragem cardíaca e reações de perfusão de Grau 4, que afetam os sistemas respiratório e cardiovascular.


Ações de Emergência Necessárias

As informações de prescrição determinam que, caso ocorra uma reação grave, a perfusão deve ser imediatamente interrompida. A descontinuação definitiva do Sarclisa é obrigatória para qualquer reação de Grau 4 ou anafilaxia confirmada. Os doentes são instruídos a procurar assistência médica imediata ao desenvolverem sintomas sugestivos de uma reação grave. A gestão destes eventos agudos é sintomática e de suporte, uma vez que não existe um antídoto específico documentado nas indicações regulamentares. Além disso, os dados indicam que não é necessário qualquer ajuste específico para o risco de toxicidade aguda com base na idade, sexo, raça ou estado de insuficiência renal ou insuficiência hepática ligeira.

Usos terapêuticos de Sarclisa

O Sarclisa (isatuximab) é uma terapêutica geralmente utilizada em combinação com outros medicamentos para gerir o mieloma múltiplo, um cancro que afeta a medula óssea. Este tratamento é considerado relevante em cenários clínicos que envolvem populações específicas de doentes, tais como adultos recém-diagnosticados que não são elegíveis para transplante, sendo também aplicado em contextos clínicos que envolvem manifestações recorrentes ou episódicas após tratamentos anteriores. Esta medicação é habitualmente aplicada em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional.

“O tratamento apoia os doentes durante episódios de maior desconforto e pode ajudá-los a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas.”

Manutenção do Controlo da Doença e Remissão

Este medicamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, apoiando o doente durante episódios difíceis ao auxiliar na redução da carga global de sintomas. É relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou da tensão.

Melhoria do Conforto e Estabilidade do Doente

O Sarclisa é considerado relevante em condições caracterizadas por períodos de sintomas agravados, ajudando a proporcionar um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras. Auxilia na manutenção da estabilidade funcional e pode ajudar os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas, contribuindo para um maior conforto durante os períodos de intensidade sintomática.

Facto Rápido: Alívio para sintomas que interferem com o funcionamento diário

Gestão em Casos Recidivantes ou Refratários

Utilizado frequentemente em condições que apresentam episódios agudos, o Sarclisa é habitualmente empregue quando os sintomas se intensificam e é necessário alívio de suporte. É aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, oferecendo um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar de forma mais equilibrada com episódios difíceis.

Critérios de utilização e restrições

O Sarclisa (isatuximab) é um medicamento antineoplásico indicado apenas para utilização em doentes adultos com diagnóstico de Mieloma Múltiplo que cumpram critérios específicos relativos a linhas de tratamento anteriores ou elegibilidade para transplante. O medicamento está estritamente contraindicado em indivíduos que tenham sofrido uma reação de hipersensibilidade grave ao isatuximab ou a qualquer um dos seus componentes. Os documentos regulamentares definem restrições de elegibilidade para várias populações fundamentais:

  • O Sarclisa está contraindicado em doentes com hipersensibilidade grave ao isatuximab ou a qualquer um dos seus excipientes.
  • O medicamento destina-se ao uso apenas em doentes adultos.
  • A segurança e a eficácia em doentes pediátricos (com menos de 18 anos) não foram estabelecidas.
  • Não se recomenda qualquer ajuste de dose para doentes com insuficiência renal (ligeira a grave) ou insuficiência hepática ligeira.
  • As mulheres com potencial de engravidar devem utilizar contraceção eficaz durante o tratamento e durante os 5 meses seguintes à última dose.

A utilização durante a gravidez acarreta riscos de danos no feto, sendo os regimes de combinação formalmente contraindicados. Estes requisitos asseguram que o medicamento é utilizado apenas nas populações de doentes onde o seu perfil de segurança oficial foi estabelecido.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Perfil Oficial de Interações

O isatuximab é um anticorpo monoclonal de grandes dimensões, com a designação regulamentar oficial de ausência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas expectáveis (por exemplo, através das enzimas CYP450 ou de transportadores comuns de fármacos) com outros medicamentos administrados em simultâneo.

As interações são definidas por requisitos obrigatórios de procedimento e de combinação, bem como pela interferência em testes de diagnóstico específicos.


Coadministração Obrigatória e Restrições

Classificação Restrição Agentes de Interação
Contraindicação Formal A coadministração é proibida em mulheres grávidas devido à teratogenicidade dos fármacos associados. Pomalidomida ou Lenalidomida
Combinação Terapêutica O produto deve ser obrigatoriamente coadministrado para se obter o efeito terapêutico. Pomalidomida, Carfilzomib, Bortezomib, Dexametasona
Requisito de Procedimento A pré-medicação deve ser administrada 15 a 60 minutos antes da perfusão. Paracetamol, Difenidramina, Antagonistas H2
Restrição Física O produto não deve ser administrado concomitantemente na mesma linha intravenosa com qualquer outro medicamento. Todos os outros agentes

Interações com Testes de Diagnóstico

O isatuximab está oficialmente documentado como interferindo com certos procedimentos laboratoriais, o que pode afetar os resultados do diagnóstico:

  • Testes Serológicos: O medicamento pode causar um resultado falso-positivo no Teste Indireto de Antiglobulina (Teste de Coombs Indireto) devido à sua ligação ao CD38 nos glóbulos vermelhos. Esta interferência pode persistir durante aproximadamente seis meses após a última dose.
  • Monitorização da Proteína M: O fármaco pode interferir com os ensaios de Eletroforese de Proteínas Séricas (SPEP) e de Eletroforese por Imunofixação (IFE) utilizados para monitorizar a proteína M endógena, o que pode impactar a determinação rigorosa da resposta completa ao tratamento.

Mecanismo de ação

Ligação Direcionada ao CD38 e Citotoxicidade Direta

Este mecanismo centra-se no papel do medicamento como um anticorpo monoclonal de elevada especificidade que se liga precisamente à glicoproteína CD38 na superfície das células plasmocitárias malignas. Esta ligação específica desencadeia um sinal direto, independente de Fc, dentro da célula-alvo, o qual inicia a apoptose dependente de caspases (morte celular programada). Esta ação resulta na destruição sistémica rápida e na redução da população celular primária que expressa CD38.


Recrutamento de Efetores Imunitários e Modulação do Microambiente

A região Fc do fármaco atua como uma ponte molecular, recrutando células imunitárias do hospedeiro, especificamente células Natural Killer (NK) e macrófagos. Estas células participam na Citotoxicidade Celular Dependente de Anticorpos (ADCC) e na Fagocitose (ADCP), reforçando o processo de destruição celular. Além disso, o medicamento modula a resposta imunitária através da inibição da ectoenzima CD38 e da depleção de células T reguladoras CD38^+ imunossupressoras. Esta ação é mecanisticamente complementada pela eliminação simultânea de componentes imunossupressores.


Limitações Mecanísticas na Monitorização Fisiológica

Como consequência direta do seu mecanismo, o fármaco liga-se ao CD38 presente nos glóbulos vermelhos normais, levando a uma interferência estrutural que causa resultados falsos-positivos em testes de compatibilidade de bancos de sangue (teste de Coombs). Adicionalmente, o próprio medicamento é uma proteína IgG kappa e a sua presença pode interferir estruturalmente com ensaios laboratoriais (eletroforese de proteínas séricas/imunofixação) utilizados para monitorizar os níveis de proteína, o que interfere tecnicamente com a medição objetiva dos níveis da proteína-alvo.

Informações sobre dosagem e administração

O Sarclisa (isatuximab) é administrado exclusivamente por perfusão intravenosa (IV) e deve ser supervisionado por um profissional de saúde num ambiente clínico. O medicamento é fornecido como um concentrado que requer diluição numa bolsa de 250 mL de cloreto de sódio a 0,9% ou de glucose a 5% para preparação da solução injetável antes da perfusão.


Princípios de Dosagem e Calendário

A dose padrão de Sarclisa é de 10 mg/kg de peso corporal real, a qual é calculada antes de cada ciclo de tratamento. Não é recomendada a redução da dose de Sarclisa, embora o médico possa implementar atrasos na administração caso ocorram determinadas toxicidades.

O tratamento segue um esquema cíclico definido:

  • Fase Inicial (Ciclo 1): As perfusões são habitualmente administradas uma vez por semana (Dias 1, 8, 15 e 22).
  • Fase de Manutenção: A frequência transita para uma vez a cada duas semanas (Dias 1 e 15) em ciclos subsequentes de 28 dias na maioria dos regimes. Para alguns regimes mais longos, a frequência pode diminuir para uma vez a cada quatro semanas em ciclos posteriores.

O tratamento é geralmente continuado até à progressão da doença ou toxicidade inaceitável.


Condições de Administração

Para gerir potenciais reações relacionadas com a perfusão, deve ser administrada pré-medicação (incluindo dexametasona, paracetamol e antagonistas H2/difenidramina) 15 a 60 minutos antes do início da perfusão de Sarclisa.

A velocidade da perfusão é aumentada gradualmente. A primeira perfusão é a mais longa (aproximadamente 3 a 4 horas), enquanto as perfusões subsequentes podem ser progressivamente encurtadas se não ocorrerem reações. A solução deve ser administrada utilizando um filtro em linha e não deve ser misturada ou co-administrada com outros agentes na mesma linha intravenosa.

Regras Específicas para Populações: Não se recomenda o ajuste da dose de Sarclisa em adultos idosos ou em doentes com insuficiência renal (ligeira a grave) ou insuficiência hepática ligeira.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos do Sarclisa


Evidência para Uso no Mieloma Múltiplo Recém-Diagnosticado (MMRD), Inelegível para Transplante

A evidência fundamental para esta utilização provém de um ensaio clínico de larga escala, aleatorizado, de Fase 3 (estudo IMROZ). A investigação analisou o Sarclisa quando administrado em conjunto com um regime de terapêutica combinada padrão, comparando-o com o regime padrão isolado. As populações do estudo centraram-se em adultos que não tinham recebido tratamento prévio para o mieloma múltiplo e que foram considerados não aptos para o transplante autólogo de células estaminais. Os investigadores monitorizaram desfechos baseados no tempo, como a Sobrevivência Livre de Progressão (SLP), e exploraram a taxa de obtenção de respostas muito profundas, como a Negatividade da Doença Residual Mínima (DRM). Os resultados descrevem os padrões observados nos estudos relativamente à duração da SLP no grupo da combinação com Sarclisa em comparação com o grupo de controlo.


Evidência para Uso no Mieloma Múltiplo Recidivado ou Refratário (MMRR)

A evidência para esta utilização baseia-se em dois estudos clínicos de larga escala distintos de Fase 3 (ICARIA-MM e IKEMA). Estes estudos foram realizados para comparar os regimes de combinação de Sarclisa com os regimes de tratamento padrão estabelecidos em adultos cuja doença tinha retornado ou não tinha respondido a tratamentos anteriores. A investigação explorou o uso do Sarclisa em duas terapêuticas combinadas diferentes. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com a duração da progressão da doença nos grupos de combinação em comparação com os grupos de controlo. Além disso, os ensaios descreveram os padrões de Sobrevivência Global (SG); um dos estudos principais (ICARIA-MM) incluiu uma atualização de dados a longo prazo para este desfecho.


Acompanhamento a Longo Prazo e Durabilidade dos Resultados do Estudo

Esta área aborda a extensão dos períodos de observação disponíveis nos principais estudos, resumindo especificamente as durações de acompanhamento comunicadas para desfechos primários, como a Sobrevivência Livre de Progressão (SLP), e o estado de maturidade dos dados de Sobrevivência Global (SG). Os principais ensaios clínicos incluíram um acompanhamento a longo prazo para examinar o desfecho da SLP ao longo de períodos de tempo alargados. Embora existam atualizações de dados a longo prazo para alguns resultados no contexto de recidiva, os dados relativos à SG permanecem imaturos na população recém-diagnosticada e inelegível para transplante.


Evidência em Grupos de Doentes Específicos

Esta secção descreve quais os subgrupos de doentes que foram analisados especificamente nos ensaios clínicos, tais como doentes com características genéticas de alto risco e idosos (com idade igual ou superior a 75 anos). A investigação também descreve padrões em doentes definidos pela sua terapia anterior, tais como aqueles que eram refratários (não respondiam) a tratamentos comuns existentes, como a lenalidomida, para garantir que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas.


Lacunas na Investigação e Incertezas

A incerteza relacionada com a base de investigação inclui a imaturidade de certos dados de Sobrevivência Global (SG) no contexto de diagnóstico recente. Além disso, embora tenham sido analisados subgrupos, os resultados dos subgrupos são incertos porque essas análises não constituíram o foco principal dos grandes estudos. Existe uma falta de evidência comparativa fora dos regimes de combinação específicos testados, e a evidência é limitada quando se tenta generalizar para populações que não foram especificamente inscritas nos ensaios fundamentais de Fase 3.

Como Sarclisa deve ser armazenado e descartado?

O concentrado de Sarclisa (isatuximab) deve ser conservado sob condições específicas e controladas, conforme as indicações regulamentares.

Conservação e Manuseamento dos Frascos

Os frascos fechados devem ser mantidos no frigorífico, a uma temperatura entre 2 °C e 8 °C. É obrigatório manter o frasco dentro da embalagem exterior para o proteger da luz. O concentrado não deve ser congelado e os frascos não devem ser agitados. O produto deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

Após a diluição para perfusão intravenosa, a solução é estável até 48 horas quando refrigerada, seguidas de um período de até 8 horas à temperatura ambiente, o qual já inclui o tempo da perfusão. O Sarclisa destina-se apenas a utilização única. Qualquer produto não utilizado ou material residual deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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