Rofacin

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Rofacin

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Rofacin

O Rofacin é um fármaco anti-infecioso sistémico cuja identidade é definida pelo seu princípio ativo, a Espiramicina. É um medicamento sujeito a receita médica, classificado no grupo dos antibióticos macrólidos, sendo essencial para a gestão de infeções bacterianas.

Factos Rápidos
Princípio ativo Espiramicina
Classe farmacológica Antibiótico Macrólido
Formas Comprimido, cápsula, solução para perfusão
Objetivo geral Controlo da infeção (bacteriostase)
Origem Semissintética (policetídeo)

O que é o Rofacin e qual a sua classe de antibiótico?

Rofacin é um nome comercial amplamente reconhecido para a substância Espiramicina, que se classifica como um antibiótico macrólido. Os macrólidos são uma classe de antibacterianos bem estabelecida, utilizada na gestão de infeções bacterianas suscetíveis, com a sua eficácia clinicamente reconhecida em diversos estudos internacionais e revisões farmacológicas. Esta classificação é relevante por proporcionar uma via terapêutica alternativa para doentes que, por exemplo, possam ser alérgicos à penicilina ou que necessitem de um alvo farmacológico diferente. O Rofacin está disponível principalmente para adultos e doentes pediátricos apenas mediante prescrição médica.

Composição, formas e origem da Espiramicina

O componente fundamental do Rofacin é a Espiramicina (C43H74N2O14), categorizada como um antibiótico policetídeo semissintético. A sua origem reside na biologia natural, sendo derivada da bactéria Streptomyces ambofaciens, o que define a sua estrutura como complexa e biologicamente ativa. A Espiramicina é fornecida para ingestão oral sob a forma de comprimidos ou cápsulas e, quando necessário, como solução para perfusão para administração intravenosa. Esta variedade de preparações farmacêuticas assegura a sua utilização em diversos contextos de tratamento.

Como funciona o Rofacin no controlo do crescimento bacteriano?

O Rofacin atua através de um efeito bacteriostático, o que significa que a sua principal ação terapêutica é inibir a capacidade de multiplicação das bactérias, em vez de as destruir diretamente. A Espiramicina consegue-o ao interferir no processo de criação de proteínas essenciais (síntese proteica) das bactérias, ligando-se especificamente à subunidade ribossómica 50S. Ao controlar a população bacteriana desta forma, o Rofacin proporciona o benefício geral de auxiliar o sistema imunitário do doente a ultrapassar a infeção e a resolver a doença, um processo clinicamente confirmado na investigação de anti-infeciosos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Rofacin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança: Rofacin

O perfil de segurança do Rofacin (Espiramicina), um antibiótico macrólido, é definido pelas autoridades regulamentares através da classificação das reações adversas por frequência e pelo sistema fisiológico afetado. A maioria dos efeitos comunicados enquadra-se na categoria de Doenças Gastrointestinais, sendo habitualmente observados no início do tratamento.

As reações adversas oficialmente documentadas distribuem-se por várias categorias de frequência:

  • Frequentes: Náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal.
  • Pouco frequentes: Sensação transitória de formigueiro ou dormência (parestesia), valores anormais nos testes de função hepática e alterações no eletrocardiograma (ECG) conhecidas como prolongamento do intervalo QT.

Os documentos de segurança listam eventos específicos como Reações Adversas Graves, embora a sua frequência seja frequentemente classificada como "Desconhecida" (o que significa que não pode ser estimada com base nos dados disponíveis). Estas reações incluem respostas alérgicas graves, como a anafilaxia e o angioedema, condições cutâneas graves como a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), e a colite pseudomembranosa (inflamação intestinal grave).

Estão também documentadas na rotulagem regulamentar diversas Restrições de Segurança Específicas para Determinadas Populações. É explicitamente necessária precaução ao administrar Rofacin a doentes com comprometimento hepático pré-existente, devido ao metabolismo do fármaco. Além disso, é indicado um cuidado especial para doentes com condições cardíacas pré-existentes ou adquiridas, ou para aqueles com desequilíbrios eletrolíticos não corrigidos (como níveis baixos de potássio ou magnésio), devido ao risco associado de aumento do prolongamento do intervalo QT.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações sobre sobredosagem para o Rofacin (Espiramicina) baseiam-se exclusivamente na documentação regulamentar governamental, que define achados clínicos específicos e as ações de emergência necessárias. As manifestações de sobredosagem documentadas com maior frequência são as perturbações gastrointestinais. Estas incluem frequentemente náuseas, vómitos, diarreia e desconforto abdominal.

De forma mais grave, a sobredosagem acarreta um risco significativo de efeitos cardiovasculares. Estes efeitos podem manifestar-se como um prolongamento do intervalo QT, que está associado ao potencial de arritmia ventricular com risco de vida, como a Torsades de pointes. Recomenda-se a monitorização médica, especificamente um eletrocardiograma (ECG), para avaliar este risco cardíaco. Refere-se também que se observou o prolongamento do intervalo QT em recém-nascidos que receberam tratamento com doses elevadas.

Ações de emergência necessárias

As orientações oficiais determinam que o indivíduo deve procurar assistência médica imediata e contactar um Centro de Informação Antivenenos regional caso se suspeite de uma sobredosagem, independentemente da gravidade dos sintomas apresentados. A informação oficial do medicamento confirma que não se conhece nenhum antídoto específico. Consequentemente, a abordagem de gestão restringe-se inteiramente ao tratamento sintomático e de suporte para estabilizar o doente e tratar os sinais clínicos manifestados.

Usos terapêuticos de Rofacin

O que o Rofacin trata: Principais utilizações e benefícios

O Rofacin (Espiramicina) é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico e condições que envolvam manifestações episódicas ou flutuantes, conforme detalhado pelas orientações sobre cuidados na toxoplasmose.

Este macrólido é considerado relevante em contextos que envolvam uma carga sistémica acrescida, tais como a gestão de infeções bacterianas agudas das vias respiratórias e da cavidade oral, sendo também aplicado na abordagem a infeções localizadas da pele e tecidos moles, como a celulite. A sua utilização pode fazer parte da gestão sintomática em situações em que os doentes necessitem de suporte preventivo para a Toxoplasmose.

É frequentemente utilizado quando os sintomas se intensificam, proporcionando um alívio de suporte que ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis. Auxilia na manutenção de uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis, especialmente para doentes que necessitam de uma alternativa terapêutica devido a alergias à penicilina.

“O Rofacin apoia a gestão de condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, oferecendo uma opção terapêutica alternativa viável.”

Facto Rápido: Gestão de Suporte de Sintomas
Foco Terapêutico Gestão de infeções e mitigação de riscos parasitários
Tipos de Sintomas Geridos Febre, dor de garganta, dor e inflamação localizada
Grupo de Doentes Relevante Mulheres grávidas (para suporte profilático)
Cenário de Utilização Alternativa para doentes alérgicos à penicilina

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Rofacin?

O Rofacin (Espiramicina) está autorizado para utilização em populações específicas, conforme definido pelas entidades reguladoras governamentais. A elegibilidade está estabelecida para adultos, adolescentes e doentes pediátricos, sendo que, no caso das crianças, a administração está condicionada ao peso corporal.

Contraindicações Absolutas

O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida à Espiramicina ou a qualquer outro antibiótico macrólido. A não elegibilidade estende-se também a doentes com meningite, uma vez que o fármaco não atinge uma concentração adequada no sistema nervoso central para ser terapeuticamente eficaz, e a indivíduos com insuficiência hepática ou renal grave.

Utilização Restrita e Populações Especiais

A utilização é restrita e requer precaução em doentes com condições pré-existentes que afetem o fígado ou os rins, bem como naqueles que apresentem risco de prolongamento do intervalo QT devido a condições cardíacas subjacentes. No caso das mulheres grávidas, o medicamento está especificamente indicado para o tratamento da toxoplasmose. Inversamente, a utilização não é, geralmente, recomendada durante a amamentação, dado que a substância é eliminada no leite materno. Recomenda-se também precaução na prescrição a doentes idosos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Rofacin com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Rofacin (Espiramicina) é definido por restrições regulamentares obrigatórias e pelo potencial de modificar a exposição ou o efeito de medicamentos administrados concomitantemente.

Âmbito das Interações

Categorias de medicamentos Medicamentos específicos com interação
Contraindicações Formais, Fármacos que prolongam o intervalo QT, Anticoagulantes Cumarínicos, Agentes Dopaminérgicos, Digoxina, Corticosteroides, Vacinas Bacterianas Vivas Ergotamina, Di-hidroergotamina, Levometadil, Varfarina, Digoxina, Carbidopa, Levodopa, Amiodarona, Quinidina, Vacina contra a febre tifoide

Base mecanística das interações: O perfil documenta principalmente o risco farmacodinâmico (efeito aditivo no ritmo cardíaco/intervalo QT) e interações farmacocinéticas que alteram a concentração sérica ou a exposição de fármacos administrados em simultâneo. A Espiramicina é reconhecida como um macrólido que não inibe substancialmente a CYP3A4.

Regras de interação baseadas no tempo: Não documentadas; não é necessária uma separação obrigatória no horário de administração.

Notas de interação para populações específicas: O risco da interação farmacodinâmica (prolongamento do intervalo QT) é superior em populações com fatores de risco cardiovascular pré-existentes.

Restrições relacionadas com interações: Existe uma proibição formal (contraindicação) contra a coadministração com Alcaloides do Ergot (risco de ergotismo) e Levometadil. O uso concomitante com Vacinas Bacterianas Vivas também é proibido devido ao potencial de perda de eficácia da vacina.

Estrutura de resultados de interação

Declarações oficiais de interação:

  • A coadministração com Alcaloides do Ergot está contraindicada devido ao risco grave de vasoconstrição e ergotismo.
  • O uso concomitante com Anticoagulantes Cumarínicos (ex.: Varfarina) pode aumentar o valor da Razão Normalizada Internacional (INR), elevando o risco de hemorragia.
  • A utilização com outros produtos medicinais que prolongam o intervalo QT acarreta um risco farmacodinâmico documentado de anomalias graves no ritmo cardíaco.
  • A coadministração com Digoxina pode resultar num aumento documentado da concentração sérica de Digoxina.
  • O Rofacin pode ser administrado com ou sem alimentos, uma vez que não é exigida uma separação obrigatória de horários.

Ligação ao perfil global de interações: Os documentos regulamentares definem a estrutura de interações do produto através de proibições obrigatórias para combinações contraindicadas e avisos relativos ao risco cardíaco farmacodinâmico quando utilizado com outros agentes que prolongam o intervalo QT. Esta estrutura destaca também modificações específicas na exposição farmacocinética envolvendo medicamentos críticos, como a Varfarina e a Digoxina, onde a concentração plasmática ou o efeito do fármaco coadministrado é alterado.

Mecanismo de ação

Inibição Direcionada do Mecanismo de Crescimento Bacteriano

O mecanismo de ação primário do Rofacin baseia-se na inibição da síntese proteica bacteriana essencial. O fármaco liga-se de forma não-covalente à subunidade ribossómica 50S em micróbios suscetíveis, o que leva à dissociação prematura da cadeia peptídica em crescimento. Esta interferência molecular interrompe a produção de proteínas e a subsequente replicação celular, estabelecendo um efeito bacteriostático. Este mecanismo exige uma resposta imunitária concomitante por parte do hospedeiro para a eliminação total da população bacteriana.


Modulação das Vias de Sinalização Imunitária do Hospedeiro

Para além do seu papel principal, o Rofacin exerce um efeito distinto, não-antibiótico, ao modular as vias inflamatórias do hospedeiro, tais como o NF-kappa B. O fármaco atinge concentrações elevadas no interior das células imunitárias fagocitárias (macrófagos), onde ajuda a atenuar a produção de mediadores pró-inflamatórios. Esta ação contribui para a modulação das respostas inflamatórias e confere atividade contra determinados agentes patogénicos intracelulares.

Informações sobre dosagem e administração

O Rofacin é um anti-infecioso sistémico administrado através de duas vias oficialmente aprovadas: a via oral (sob a forma de comprimidos ou cápsulas) e a via intravenosa (IV) (como solução para perfusão). A escolha entre estas duas vias é habitualmente determinada pela gravidade da condição ou pela capacidade do doente em ingerir medicação por via oral.

Os regimes posológicos para adultos são padronizados por organismos reguladores, sendo as quantidades frequentemente expressas em gramas ou o equivalente em Milhões de Unidades (MU). Para situações gerais, a dosagem é habitualmente estabelecida entre 1 e 2 gramas (3 a 6 MU) duas vezes ao dia, ou entre 500 mg e 1 grama (1,5 a 3 MU) três vezes ao dia. Em casos de infeção bacteriana grave, a dose diária pode ser aumentada até 2,5 gramas duas vezes ao dia. A solução intravenosa deve obrigatoriamente ser administrada de forma lenta numa veia.

A administração oral envolve instruções específicas quanto ao momento da ingestão: os comprimidos ou cápsulas devem ser tomados de estômago vazio, o que significa que devem ser separados das refeições por, pelo menos, trinta minutos antes de comer ou duas horas depois. As doses, independentemente da via, devem ser mantidas em horários uniformemente espaçados ao longo do dia. Para utilizações específicas, como o regime para mitigar o risco parasitário durante a gravidez, é utilizada uma dose diária distinta de 3 gramas (9 MU) em quantidades divididas. Além disso, existem regras de dosagem baseadas no peso documentadas para doentes pediátricos com peso igual ou superior a 20 kg. A adesão ao horário é crucial; em caso de esquecimento de uma dose, as instruções regulamentares aconselham a sua toma apenas se a dose seguinte não estiver próxima, e nunca se deve duplicar a dose agendada.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Rofacin

O Rofacin, definido pelo seu princípio ativo Espiramicina, tem sido objeto de avaliação clínica formal, sobretudo através de estudos reportados na documentação regulamentar oficial e na literatura científica revista pelos pares. A investigação tem explorado a sua utilização em condições infeciosas específicas, centrando-se em resultados a curto prazo e em populações definidas. Os estudos ajudam a demonstrar o que foi observado até ao momento, fornecendo contexto, mas não previsões individuais.


Evidência para Utilização na Toxoplasmose Congénita

Esta secção resume o panorama da evidência — composto essencialmente por estudos observacionais, revisões sistemáticas e meta-análises — que se focaram na análise da taxa de transmissão de Toxoplasma gondii da mãe para o filho quando o Rofacin foi utilizado.

Os investigadores analisaram a utilização de Rofacin em mulheres grávidas que tinham adquirido recentemente a infeção por Toxoplasma gondii. A investigação monitorizou a taxa de passagem do parasita da mãe para o bebé (transmissão vertical) e a gravidade dos achados clínicos observados no recém-nascido. Os estudos acompanharam as taxas de transmissão. Alguns estudos foram desenhados para comparar as taxas de transmissão observadas em coortes que receberam Rofacin face às que receberam outros regimes. Uma vez que é considerado antiético omitir o tratamento, existe uma ausência de ensaios definitivos, de grande dimensão, controlados por placebo.

O que permanece incerto é o momento mais oportuno para iniciar o tratamento, o qual poderá influenciar os resultados, sendo que a qualidade da evidência varia entre os estudos devido a diferenças nos métodos de investigação. Além disso, a relação entre fatores como a absorção do fármaco e os desfechos de transmissão não está totalmente estabelecida.


Evidência para Utilização em Infeções Bacterianas Agudas

Esta secção abrange o âmbito da investigação clínica do Rofacin em infeções agudas comuns, tais como as do trato respiratório, detalhando os tipos de ensaios aleatorizados e comparativos realizados e os resultados clínicos de alto nível que estes estudos avaliaram.

Os estudos analisaram o Rofacin em doentes adultos e pediátricos com infeções bacterianas agudas. A investigação monitorizou dois resultados principais: o sucesso clínico (resultados reportados pelos doentes descrevendo o desconforto percecionado) e os resultados bacteriológicos (verificação da erradicação das bactérias visadas). Alguns ensaios monitorizaram taxas de resolução de sintomas comparáveis às observadas com antibióticos comparadores específicos. O acompanhamento reportado foi tipicamente de curto prazo, cobrindo principalmente a duração da doença aguda.

Os dados mostram padrões relacionados com o uso de Rofacin, mas existe informação limitada quanto a resultados a longo prazo. Os achados de estudos mais antigos podem ser interpretados no contexto da evolução atual dos padrões de resistência aos antibióticos, o que significa que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas na altura; falta evidência comparativa contemporânea face a novas classes de fármacos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Rofacin (FAQ)

P: Quanto tempo é que o Rofacin permanece no organismo após a última utilização?

R: Os documentos oficiais referem que o medicamento se distribui extensamente pelos tecidos do corpo. A sua eliminação ocorre principalmente por via fecal-biliar, que é a forma como o fármaco é processado pelo fígado e expelido do corpo através das fezes. Este mecanismo está descrito no perfil farmacocinético oficial do medicamento.

P: É necessário interromper o Rofacin gradualmente ou pode ser parado de imediato?

R: Como é comum nos medicamentos anti-infeciosos, as informações regulamentares descrevem que o ciclo completo de tratamento prescrito deve ser cumprido até ao fim. Esta é a abordagem documentada para gerir a infeção visada. Geralmente, as instruções oficiais de dosagem não incluem indicações específicas para a interrupção gradual do Rofacin.

P: O que acontece se eu me esquecer de uma dose de Rofacin?

R: O medicamento deve ser tomado em intervalos regulares para manter uma concentração constante no sangue. A omissão de uma dose pode interromper este nível estável. As orientações para o doente descrevem os passos a seguir em caso de esquecimento de uma dose, incluindo a instrução de que nunca se deve duplicar uma dose agendada.

P: Pessoas com problemas hepáticos podem utilizar Rofacin?

R: Os documentos oficiais estipulam que a insuficiência hepática grave é uma contraindicação, o que significa que a sua utilização é formalmente proibida nessa situação. O uso em doentes com problemas hepáticos pré-existentes não graves é restrito e requer precaução e observação.

P: O Rofacin pode afetar os resultados de análises ao sangue comuns?

R: Os documentos regulamentares listam resultados anormais nos testes de função hepática como uma reação adversa pouco frequente. Este achado provém de análises ao sangue específicas utilizadas para verificar o funcionamento do fígado. Este tipo de resultado é geralmente abordado por um profissional de saúde como parte da revisão contínua do tratamento.

P: Quais são os efeitos secundários mais comunicados do Rofacin?

R: De acordo com os perfis de segurança regulamentares oficiais, os efeitos secundários mais frequentemente comunicados são os classificados como frequentes (podendo afetar até 1 em cada 10 pessoas). Estes incluem tipicamente náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal, que estão geralmente associados ao sistema gastrointestinal.

P: O Rofacin é utilizado para tratamentos de longa duração ou ciclos curtos?

R: Os documentos oficiais mostram que o Rofacin é prescrito em ciclos de duração variável, dependendo da condição a tratar. Pode ser utilizado em ciclos relativamente curtos para infeções bacterianas agudas. No entanto, para regimes de gestão específicos, como na Toxoplasmose durante a gravidez, o tratamento pode envolver uma utilização a mais longo prazo.

P: O Rofacin pode causar tonturas ou sonolência?

R: Os documentos regulamentares listam o formigueiro ou dormência transitória (parestesia) como um efeito secundário pouco frequente, tratando-se de um sintoma neurológico. Listagens específicas para tonturas ou sonolência não são comunicadas de forma uniforme em todas as rotulagens oficiais do Rofacin.

P: O Rofacin tem um "Black Box Warning" (aviso de caixa preta) nos EUA?

R: Segundo a rotulagem regulamentar dos EUA, o Rofacin (Espiramicina) não possui um "Black Box Warning". Um "Black Box Warning" é o alerta de segurança mais forte que a FDA coloca num medicamento de receita médica para chamar a atenção para riscos graves ou potencialmente fatais.

P: Qual é o risco de ter uma reação alérgica ao Rofacin?

R: Respostas alérgicas graves, incluindo anafilaxia e angioedema, estão listadas como reações adversas graves no perfil de segurança. A frequência destas reações graves é frequentemente classificada como "Desconhecida", uma vez que não pode ser estimada de forma fiável a partir dos dados disponíveis.

P: E se eu tomar o Rofacin mas não me sentir melhor de imediato?

R: As orientações oficiais para o doente referem que é habitual uma revisão médica caso os sintomas não melhorem em poucos dias após o início do medicamento, ou se a condição parecer piorar. Esta é uma declaração informativa padrão que acompanha a utilização do fármaco.

P: Os estudos sugerem que o Rofacin tem um baixo potencial de dependência?

R: O Rofacin (Espiramicina) não é classificado como uma substância controlada nos principais quadros regulamentares internacionais ou dos EUA. Esta classificação indica que o medicamento não foi identificado pelos reguladores como tendo um potencial significativo de dependência ou uso indevido.

P: Como é que os médicos monitorizam os efeitos do Rofacin durante o tratamento?

R: Os avisos oficiais referem que a monitorização é uma consideração para grupos específicos de doentes. Isto inclui doentes em risco de prolongamento do intervalo QT (que pode envolver a monitorização do ritmo cardíaco através de ECG) e doentes com condições hepáticas ou renais pré-existentes.

P: O Rofacin é considerado uma substância controlada?

R: O Rofacin (Espiramicina) não está listado como uma substância controlada nos quadros regulamentares dos EUA. Esta classificação significa que o medicamento não está sujeito aos controlos regulamentares rigorosos tipicamente aplicados a fármacos com elevado potencial de abuso ou dependência.

P: Qual é a diferença entre o comprimido de Rofacin e a forma líquida?

R: O Rofacin é fornecido em várias formas farmacêuticas, incluindo comprimidos ou cápsulas para uso oral e uma solução para perfusão para administração intravenosa (IV). A forma IV é tipicamente utilizada em doentes que não podem tomar a forma oral ou para infeções mais graves.

P: Qual é o prazo de validade ou a data de validade típica do Rofacin?

R: O prazo de validade e a data de expiração do produto estão impressos na embalagem exterior, que é a fonte de informação necessária para uma utilização segura. Esta informação é obrigatória no rótulo do produto por determinação das entidades reguladoras.

P: Posso conduzir ou utilizar máquinas enquanto tomo Rofacin?

R: Devido ao potencial de certos efeitos secundários, como o efeito pouco frequente de parestesia (formigueiro ou dormência), os documentos regulamentares indicam que a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas pode estar diminuída. O potencial de compromisso é assinalado para estas atividades.

P: Foram emitidos alertas de segurança importantes da FDA ou EMA para o Rofacin?

R: Ações de segurança importantes, como a emissão de um "Black Box Warning" ou outros alertas de larga escala, são tipicamente incluídas na secção mais rigorosa do róulo regulamentar. Os avisos e precauções oficiais fornecidos no folheto informativo detalham os riscos reconhecidos para o medicamento.

Como Rofacin deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação de Espiramicina (Rofacin)

A espiramicina, o princípio ativo do Rofacin, deve ser conservada de acordo com a rotulagem regulamentar oficial para garantir a sua estabilidade.

Condições de Conservação Obrigatórias

Detalhe Requisito
Temperatura Conservar os comprimidos/cápsulas abaixo de 25°C e o pó para solução para perfusão não misturado entre 15°C e 30°C.
Proteção O produto deve ser protegido da luz e da humidade e mantido na sua embalagem original.

Estabilidade e Segurança

A solução para perfusão reconstituída permanece estável durante 24 horas quando conservada sob refrigeração (2°C a 8°C). O medicamento deve ser mantido sempre fora da vista e do alcance das crianças.

Regras Oficiais de Eliminação

Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade não devem ser eliminados através de águas residuais ou do lixo doméstico e devem ser descartados de acordo com os requisitos regulamentares locais para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Rofacin encontrado em:

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