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Rhophylac

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Rhophylac

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Método de ação: Immune Serum

Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Rhophylac

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Imunoglobulina humana anti-D (Rh0)
Forma Solução injetável (seringa pré-cheia)
Classe Farmacológica Imunoglobulina / Agente de imunização
Uso Comum Prevenção da sensibilização Rh durante a gravidez
Origem Derivado de plasma humano (CSL Behring)

O Rhophylac é um medicamento estéril e injetável que proporciona imunidade passiva através do fornecimento de anticorpos pré-formados para a corrente sanguínea do paciente. A sua função primordial é prevenir que o organismo inicie uma resposta imunitária permanente contra o fator Rh (o antigénio D) presente nos glóbulos vermelhos, um processo clínico conhecido como aloimunização.

Este medicamento pertence à classe farmacológica das imunoglobulinas e é disponibilizado como uma solução para administração por via intravenosa ou intramuscular. A imunoglobulina anti-D é reconhecida como um agente fundamental na gestão de gravidezes Rh negativas para prevenir a doença hemolítica do recém-nascido, o que confirma o seu papel estabelecido e crítico nos cuidados obstétricos modernos.

A única substância ativa do Rhophylac é a imunoglobulina humana anti-D (Rh0), um anticorpo purificado derivado de uma mistura de plasma humano. Sendo um produto especializado derivado do plasma, o principal objetivo deste agente de imunização é profilático — suprimir a resposta imunitária materna quando um indivíduo Rh negativo é exposto a sangue Rh positivo. Esta ação protetora, clinicamente reconhecida, salvaguarda a saúde de fetos Rh positivos em gravidezes subsequentes.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Rhophylac?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Rhophylac (imunoglobulina humana anti-D) baseia-se na frequência e nas classificações por sistemas e órgãos documentadas por fontes reguladoras. As reações adversas estão agrupadas de acordo com o sistema fisiológico afetado, incluindo perturbações gerais, do sistema nervoso, gastrointestinais e doenças específicas do sangue e do sistema linfático.

As reações são classificadas com base nos intervalos de frequência regulamentares:

  • Muito frequentes (ge 1/10): Calafrios e febre (pirexia). Em doentes tratados para a Púrpura Trombocitopénica Imunitária (PTI), o aumento da bilirrubina no sangue é também muito frequente.
  • Frequentes (ge 1/100 a < 1/10): Cefaleias (dores de cabeça).
  • Pouco frequentes (ge 1/1.000 a < 1/100): Tonturas, náuseas, vómitos, mal-estar e reações localizadas no local da injeção (dor, sensibilidade, inchaço).
  • Raros (ge 1/10.000 a < 1/1.000): Hipersensibilidade grave, incluindo choque anafilático, taquicardia (batimento cardíaco acelerado) e hipotensão (pressão arterial baixa).

Reações Adversas Graves: O perfil regulamentar documenta o risco de Hemólise Intravascular grave, particularmente em doentes com PTI, o que pode levar a complicações potencialmente fatais, incluindo insuficiência renal aguda, Coagulação Intravascular Disseminada (CID) e, em casos muito raros, a morte. O medicamento está contraindicado em indivíduos com antecedentes de reações sistémicas graves às imunoglobulinas humanas e naqueles com deficiência de IgA com anticorpos anti-IgA circulantes.

Restrições de Segurança Específicas: A transferência passiva de anticorpos pode interferir com a eficácia da administração concomitante de vacinas de vírus vivos atenuados (por exemplo, VASPR e Varicela). Para doentes com distúrbios hemorrágicos (coagulopatia), a via de administração intramuscular (IM) apresenta restrições específicas.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações oficiais sobre a Imunoglobulina humana anti-D (Rhophylac) indicam, com base na evidência clínica disponível, que as consequências de uma sobredosagem não são conhecidas. Esta declaração significa que não foram formalmente descritos sinais clínicos específicos, sintomas documentados ou sistemas fisiológicos afetados em caso de administração excessiva.


Âmbito da Sobredosagem e Base Regulamentar

Característica Declaração Oficial
Manifestações Documentadas As consequências de uma sobredosagem não são conhecidas.
Ações de Emergência Não estão detalhadas ações de emergência específicas para o fármaco na secção oficial de sobredosagem.
Classificação de Gravidade Não existe uma classificação formal de gravidade definida nos documentos oficiais.

Ligação à Resposta de Emergência

Devido à ausência de um perfil sintomático conhecido ou documentado, a informação oficial não detalha instruções específicas do produto para resposta de emergência ou indicações sobre quando procurar assistência médica urgente. Não existem procedimentos de suporte formalmente descritos, requisitos de monitorização ou considerações específicas para populações particulares documentados na secção relativa à sobredosagem. Qualquer administração que exceda a dose prescrita deve ser comunicada imediatamente a um profissional de saúde para avaliação profissional e cuidados de suporte, uma vez que a informação oficial não define um curso sintomático conhecido.

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Usos terapêuticos de Rhophylac

O que o Rhophylac trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Rhophylac (Imunoglobulina humana anti-D) é habitualmente utilizado para abordar duas áreas terapêuticas distintas na medicina: a prevenção de riscos durante a gravidez e a gestão de sintomas de um distúrbio sanguíneo.

O medicamento é frequentemente utilizado para ajudar a gerir o risco crítico de o sistema imunitário de uma mãe Rh-negativo criar anticorpos prejudiciais contra um feto Rh-positivo. Esta aplicação profilática fundamental aborda o risco de condições subsequentes, proporcionando um alívio de suporte que contribui para atenuar a carga sintomática global. As principais condições em que este medicamento é habitualmente utilizado incluem a incompatibilidade de Rh na gravidez, a exposição a sangue incompatível após transfusões e a Púrpura Trombocitopénica Imunitária (PTI) em adultos específicos.

Prevenção de Risco Imunitário Durante a Gravidez

Esta utilização é relevante para aliviar os sintomas relacionados com o potencial de consequências graves para a saúde no futuro. Esta aplicação profilática é pertinente para atenuar sintomas e gerir riscos em condições que envolvam manifestações episódicas ou flutuantes, tais como gravidezes com incompatibilidade de Rh. É frequentemente utilizada durante fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis em contextos clínicos que envolvam padrões sintomáticos agudos ou instáveis.

Gestão de Sintomas para PTI

Em pacientes adultos Rh-positivos específicos, o Rhophylac é aplicado em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional para abordar conjuntos de sintomas que interferem com o funcionamento diário, tais como os relacionados com problemas de coagulação sanguínea. Na gestão desta condição, esta utilização é relevante para aliviar os sintomas relacionados com baixas contagens de plaquetas e pode auxiliar na gestão de grupos de sintomas relacionados com hemorragias e hematomas. Isto proporciona um benefício terapêutico de suporte que auxilia na manutenção da estabilidade funcional.


Facto Rápido: Alívio para o Risco de Hemorragia

Este medicamento é relevante para aliviar os sintomas ligados ao stresse funcional de órgãos específicos (baixa contagem de plaquetas), que se pode manifestar como hemorragias ou hematomas incómodos.

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Critérios de utilização e restrições

O perfil de elegibilidade para o Rhophylac é definido por critérios regulamentares oficiais, baseando-se principalmente no estado Rh e no historial imunológico da pessoa. O medicamento destina-se a ser utilizado em mulheres e indivíduos Rh(D) negativos não sensibilizados para a supressão da isoimunização Rh, e em adultos Rh(D) positivos não esplenectomizados para o tratamento da Púrpura Trombocitopénica Imunitária (PTI).


Classificações de Elegibilidade e Exclusão

Estado Restrição de População Base Regulamentar
Contraindicado Historial de reação anafilática ou reação sistémica grave às imunoglobulinas humanas. Proibição absoluta
Contraindicado Doentes com deficiência de IgA que possuam anticorpos anti-IgA circulantes. Proibição absoluta
Uso Proibido Administração ao recém-nascido da mãe que recebeu o medicamento no pós-parto. Uso exclusivo materno
Uso Condicional Indivíduos com trombocitopenia grave ou distúrbios hemorrágicos. A via IM é contraindicada; a via IV é necessária.

O uso durante a gravidez e o aleitamento é permitido, sendo esta a aplicação primária pretendida para a profilaxia. O produto está aprovado para utilização em adultos, crianças e adolescentes na indicação de transfusão incompatível, mas não é recomendado para indivíduos que já se encontrem sensibilizados ao antigénio Rh(D).

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As definições oficiais estabelecem o perfil de interação da Imunoglobulina humana anti-D (Rhophylac) com base na interferência farmacodinâmica e em restrições temporais de coadministração. Este perfil envolve essencialmente outros agentes de imunização e determinadas proteínas terapêuticas.

Condicionantes Farmacodinâmicas e de Calendarização

A administração de Imunoglobulina humana anti-D pode causar uma interferência transitória na resposta imunitária a vacinas de vírus vivos atenuados (como a vacina contra o Sarampo, Parotidite e Rubéola — VASPR — ou a vacina contra a Varicela). Este efeito está documentado e pode comprometer a eficácia pretendida da vacinação. Para gerir esta interação, as normas de segurança exigem que a administração de vacinas de vírus vivos seja, regra geral, adiada por 12 semanas (3 meses) após a última dose da imunoglobulina. Uma exceção importante a esta regra de intervalo é a vacinação pós-parto de mulheres suscetíveis à rubéola, a qual não deve ser adiada.

Modificação de Exposição e Restrições de Administração

A coadministração com antagonistas do recetor Fc neonatal (FcRn), como o Efgartigimod alfa, está documentada como redutora dos níveis plasmáticos e do efeito terapético da Imunoglobulina humana anti-D devido à competição pela ligação ao recetor. As orientações do produto incluem também uma restrição específica de administração: o Rhophylac não deve ser administrado ao recém-nascido de uma mãe que tenha recebido uma dose pós-parto. Atualmente, não existem interações documentadas que envolvam vias metabólicas como as enzimas do Citocromo P450, transportadores de fármacos, alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

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Mecanismo de ação

O Rhophylac é uma preparação de imunoglobulina anti-D (IgG) que medeia a depuração de glóbulos vermelhos fetais Rh(D) positivos da circulação materna. As moléculas de IgG anti-D ligam-se aos antigénios Rh(D) expressos na superfície dos glóbulos vermelhos fetais. Esta ligação etiqueta os glóbulos vermelhos fetais para remoção, principalmente através de uma cascata iniciada pela ligação ao recetor Fc em células fagocíticas no sistema reticuloendotelial materno, levando à subsequente fagocitose.

Esta depuração imediata reduz a concentração de antigénio Rh(D) circulante, limitando a sua disponibilidade para o início de uma resposta de aloimunização primária. O mecanismo envolve a supressão da ativação de células B dependente de células T contra o antigénio Rh(D), modulando assim o sistema imunitário humoral materno e influenciando o reconhecimento futuro do antigénio. É necessária a manutenção de uma concentração de IgG anti-D administrada para sustentar a supressão da imunização ao Rh(D).

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Informações sobre dosagem e administração

O Rhophylac (Imunoglobulina humana anti-D intravenosa) é um medicamento administrado por um profissional de saúde através de uma injeção intravenosa (IV) ou intramuscular (IM), dependendo da situação médica e das características do paciente, como um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30.

Administração e Preparação

A solução deve ser inspecionada antes da utilização; apresenta-se tipicamente límpida ou ligeiramente opalescente e deve ser incolor a amarelo pálido. Não utilize a seringa se a solução parecer turva ou contiver partículas, e não congele o produto. O Rhophylac deve atingir a temperatura ambiente antes da administração. O medicamento foi concebido para uma única utilização.

Dosagem para Supressão da Isoimunização Rh

Para a supressão da isoimunização Rh em mulheres Rh(D) negativas, é habitualmente utilizada uma dose padrão de 1500 Unidades Internacionais (UI) ou 300 microgramas (µg) para várias indicações. A administração deve ocorrer nas 72 horas seguintes ao evento de risco, como o parto de um bebé Rh(D) positivo ou uma complicação obstétrica. A profilaxia pré-natal de rotina é geralmente administrada entre a 28.ª e a 30.ª semana de gestação.

Indicação Momento da Administração Dose Padrão
Profilaxia Pré-natal de Rotina Semanas 28–30 de gestação 1500 UI (300 µg)
Profilaxia Pós-parto Nas 72 horas após o parto 1500 UI (300 µg)
Complicações Obstétricas/Procedimentos Invasivos Nas 72 horas após o evento 1500 UI (300 µg)

Em casos de hemorragia fetomaterna excessiva (quando os glóbulos vermelhos fetais na circulação materna excedem os 15 ml), é necessária uma dose de Rhophylac mais elevada e calculada para garantir uma proteção adequada. A administração intravenosa é a única via recomendada para o tratamento da Púrpura Trombocitopénica Imunitária (PTI) em indivíduos Rh(D) positivos.

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Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Rhophylac

Esta visão geral resume os tipos de investigação clínica realizados com a Imunoglobulina humana anti-D, focando-se na base de evidência para as suas duas utilizações principais e destacando o que os investigadores estudaram, as conclusões observadas e o que permanece incerto.


Evidência de Investigação para a Prevenção da Sensibilização Rh na Gravidez

A investigação tem explorado o uso da Imunoglobulina humana anti-D em mulheres Rh-negativas. Esta investigação monitoriza o desenvolvimento da resposta imunitária da mãe a glóbulos vermelhos Rh-positivos. Este campo de investigação inclui dados recolhidos ao longo de várias décadas.

Desenhos de Estudo e Resultados Medidos para a Prevenção

A evidência inclui tanto Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) históricos como Ensaios Multicêntricos Abertos modernos. Estes ensaios acompanham mulheres Rh(D)-negativas não sensibilizadas durante a gravidez e o parto, bem como indivíduos Rh-negativos que receberam transfusões de sangue Rh-positivo. Os resultados principais que a investigação monitorizou incluíram a incidência de aloimunização Rhesus D, que consiste na ativação do sistema imunitário. Os investigadores acompanharam a presença de anticorpos anti-D detetáveis no soro materno.

Os resultados reportados deste vasto corpo de investigação descrevem padrões relacionados com a não formação de anticorpos anti-D em mães Rh-negativas expostas a glóbulos vermelhos Rh-positivos. Documentos de avaliação indicam que a investigação observa um padrão de não sensibilização quando o medicamento foi administrado de acordo com estratégias profiláticas específicas. A evidência coletiva é relevante para compreender o risco de aloimunização a nível populacional em indivíduos Rh-negativos.


Evidência de Investigação para a Trombocitopenia Imunitária (PTI)

Esta área de investigação tem explorado o uso da Imunoglobulina humana anti-D em doentes adultos específicos com Trombocitopenia Imunitária (PTI), uma condição associada a episódios agudos ou disruptivos ligados a contagens baixas de plaquetas.

Populações Estudadas em Ensaios de PTI

Os principais desenhos de estudo utilizados para esta indicação incluem Ensaios Multicêntricos de Fase III, que são frequentemente estudos de braço único e abertos. A base de evidência foi recolhida principalmente de doentes adultos Rh(D)-positivos, não esplenectomizados, com PTI crónica. Os resultados descrevem padrões de grupo observados neste grupo particular. Os resultados primários monitorizados incluíram alterações nas contagens de plaquetas acima de limiares baixos específicos, o tempo necessário para que as contagens mudassem e resultados relacionados com hemorragias ou hematomas.


Compreender as Lacunas e Limitações da Investigação

A evidência para a prevenção da sensibilização Rh está disponível ao longo de várias décadas, mas algumas revisões sistemáticas observam que ensaios clínicos históricos específicos utilizados para estabelecer o princípio podem apresentar um risco moderado de enviesamento no seu desenho ou reporte. Para a indicação em PTI, a evidência deriva predominantemente de ensaios de braço único e abertos, o que significa que escasseia evidência comparativa. Além disso, os resultados aplicam-se apenas às populações restritas que foram estudadas.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Rhophylac (FAQ)


P: O Rhophylac é uma vacina?

De acordo com as informações oficiais do produto, o Rhophylac não é uma vacina convencional. É classificado como uma imunoglobulina que proporciona imunidade passiva. Isto significa que fornece ao organismo anticorpos já prontos a atuar, o que é uma ação diferente de uma vacina tradicional que estimula o organismo a produzir a sua própria resposta imunitária de longa duração (imunidade ativa).


P: Quais são os efeitos secundários mais comuns comunicados para o Rhophylac?

Os documentos oficiais listam os efeitos secundários que ocorrem com maior frequência. As reações gerais mais comunicadas (muito comuns) são arrepios e febre (pirexia). Para doentes tratados devido a Púrpura Trombocitopénica Imunitária (PTI), o aumento dos níveis de bilirrubina no sangue é também registado como muito comum.


P: Posso receber o Rhophylac se tiver sido vacinado recentemente?

A informação oficial adverte principalmente que o Rhophylac pode causar uma interferência temporária na eficácia de certas vacinas de vírus vivos atenuados (como a VASPR ou a vacina contra a Varicela) se estas forem administradas após o Rhophylac. Não existem condicionantes gerais documentadas que proíbam especificamente a administração de Rhophylac pouco tempo depois de uma vacina recente, mas o profissional de saúde deve considerar o historial clínico individual.


P: Quanto tempo após um evento de potencial sensibilização ainda se pode administrar o Rhophylac?

As diretrizes oficiais priorizam a administração nas 72 horas seguintes ao evento de potencial sensibilização (como o parto ou um procedimento obstétrico) para a prevenção da sensibilização Rh. Algumas orientações profissionais admitem que o tratamento possa ainda ser considerado até aos 10 dias em situações específicas, mas o período de 72 horas é o padrão estabelecido.


P: Porque é que alguns documentos oficiais mencionam um risco de trombose ou coágulos sanguíneos com o Rhophylac?

O risco de trombose (coágulos sanguíneos) e complicações relacionadas é mencionado nos materiais de segurança porque este medicamento é um produto purificado derivado de plasma humano. Adicionalmente, os avisos oficiais destacam o risco potencial de complicações como a hemólise intravascular em doentes com PTI que o estejam a receber.


P: O Rhophylac tem impacto no aleitamento?

Segundo a informação oficial do produto, o uso de Rhophylac durante o aleitamento é permitido e é uma aplicação prevista para a prevenção. Embora se saiba que as imunoglobulinas passam para o leite materno, os estudos com mães que receberam a injeção não comunicaram efeitos adversos nos seus filhos.


P: Existem diferentes tipos de injeções anti-D e como se compara o Rhophylac?

O Rhophylac é um produto específico dentro da classe farmacológica das injeções de Imunoglobulina humana anti-D. Os documentos oficiais classificam-no no mesmo grupo terapêutico que outros produtos anti-D, notando que todos derivam de plasma humano. A documentação oficial não contém quaisquer declarações comparativas sobre a superioridade ou eficácia de uma marca específica em relação a outra.


P: Com que rapidez o Rhophylac começa a atuar?

Os resumos oficiais do medicamento descrevem que os anticorpos anti-D protetores são, geralmente, detetáveis no sangue 4 a 8 horas após a administração. A concentração máxima destes anticorpos na corrente sanguínea é tipicamente atingida após cerca de 2 a 5 dias.


P: Quanto tempo o Rhophylac permanece no organismo?

O tempo necessário para que metade dos anticorpos protetores seja eliminada do sistema é designado por semivida. A semivida dos anticorpos fornecidos pelo Rhophylac é descrita como sendo, geralmente, entre 2 a 5 semanas em indivíduos com níveis normais de proteínas imunitárias.


P: Se tiver um grupo sanguíneo Rh-negativo, necessito obrigatoriamente de Rhophylac?

O medicamento destina-se a mulheres Rh(D)-negativas não sensibilizadas (o que significa que o organismo ainda não criou os seus próprios anticorpos) que tenham uma gravidez com incompatibilidade Rh. Não se destina a ser utilizado se a pessoa já estiver imunizada ao antigénio Rh(D). Os critérios de elegibilidade requerem uma análise ao sangue e a determinação, por parte de um profissional de saúde, do estado Rh e do historial de sensibilização.


P: Porque é que o Rhophylac é por vezes utilizado após uma lesão ou procedimento?

As indicações oficiais incluem o seu uso para prevenção em indivíduos Rh-negativos que tenham recebido uma transfusão incompatível (exposição acidental a glóbulos vermelhos Rh(D)-positivos). É também utilizado em procedimentos obstétricos, como a amniocentese, ou após um trauma que possa levar à mistura de sangue materno e fetal.


P: Existem efeitos secundários a longo prazo registados para o Rhophylac?

Os documentos oficiais categorizam as reações adversas com base na frequência, mas habitualmente não definem efeitos com base na duração ao longo de meses ou anos. As reações adversas comunicadas são geralmente descritas como ligeiras e temporárias. As reações graves são raras, mas o risco de complicações por hemólise intravascular é realçado na população com PTI.


P: O Rhophylac pode ser utilizado em crianças?

Sim, de acordo com a informação oficial, o produto está aprovado para uso em adultos, crianças e adolescentes para a indicação específica de tratamento de uma transfusão de sangue incompatível (exposição acidental a sangue Rh(D)-positivo). O seu uso profilático primário na gravidez destina-se à mãe.


P: Como posso saber se o Rhophylac que recebi foi eficaz?

O objetivo do tratamento é a ausência de anticorpos anti-D maternos, o que é verificado através de análises ao sangue específicas. A própria administração de Rhophylac pode afetar transitoriamente os resultados destas análises. A interpretação da eficácia deve ser determinada por um profissional de saúde com base nestes testes e no estado do doente.


P: Com que frequência o Rhophylac é habitualmente administrado na gravidez?

Para a profilaxia de rotina durante a gravidez, o esquema padrão envolve geralmente duas administrações à mãe. Uma dose é geralmente administrada entre a 28.ª e a 30.ª semana de gestação, e uma segunda dose é administrada nas 72 horas após o parto, caso se confirme que o recém-nascido é Rh-positivo.


P: Como é a experiência de receber a injeção de Rhophylac?

As fontes oficiais observam que a administração deve ser efetuada por um profissional de saúde. Os efeitos secundários locais comuns da injeção podem incluir dor, sensibilidade e inchaço no local da injeção para a via intramuscular.


P: Existem atividades específicas a evitar logo após receber a injeção?

A principal condicionante assinalada é que a administração pode causar uma interferência passageira na resposta imunitária a vacinas de vírus vivos atenuados (como a VASPR ou a vacina contra a Varicela). Esta interferência requer um intervalo de aproximadamente 12 semanas antes da administração dessas vacinas. Não existem outras restrições gerais a atividades normais explicitamente documentadas.


P: O que acontece se um doente do género masculino receber Rhophylac por engano?

O medicamento está aprovado para uso em doentes adultos Rh(D)-positivos, independentemente do género, para o tratamento da Púrpura Trombocitopénica Imunitária (PTI). A informação oficial inclui também dados de estudos clínicos em voluntários saudáveis do género masculino Rh(D)-negativos, sugerindo que os efeitos foram examinados nesta população.


P: O Rhophylac é utilizado internacionalmente?

O Rhophylac está aprovado e autorizado para uso por grandes organismos reguladores a nível mundial. Isto confirma o seu estatuto reconhecido e a sua utilização em muitos países.


P: O Rhophylac interage com suplementos à base de plantas?

A informação oficial indica atualmente a ausência de interações documentadas envolvendo vias metabólicas, como as enzimas do Citocromo P450, transportadores de fármacos, alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.


P: É possível receber uma dose excessiva de Rhophylac?

Os documentos oficiais definem a dose correta necessária para suprimir a imunização. Se for administrada uma quantidade excessiva, pode haver risco de sobrecarga e um aumento do risco de hemólise (destruição de glóbulos vermelhos), especialmente em doentes Rh(D)-positivos.

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Como Rhophylac deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Rhophylac?

A Imunoglobulina humana anti-D (Rhophylac) exige condições de conservação rigorosas para manter a integridade do produto, conforme definido nas normas regulamentares.


Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Deve ser conservado no frigorífico, entre 2°C e 8°C.
Ambiente Deve ser mantido na embalagem de origem para proteger da luz e não deve ser congelado.
Segurança Manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Estabilidade Não utilize o medicamento após o prazo de validade impresso na embalagem. A solução deve ser inspecionada visualmente e não deve ser utilizada se estiver turva ou contiver partículas.

Instruções de Eliminação

O Rhophylac destina-se a uma única utilização. Qualquer porção não utilizada ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as normas locais para resíduos farmacêuticos. O produto não deve ser eliminado na canalização (esgotos) nem no lixo doméstico, de forma a prevenir a contaminação ambiental.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Rhophylac encontrado em:

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