Revalgin

Links rápidos para seções importantes

Revalgin

Forma selecionada

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Revalgin

Que tipo de medicamento é o Revalgin? (Identidade e Classificação)

O Revalgin é uma preparação analgésica e antiespasmódica de combinação sintética e dose fixa, concebida para atuar na dor associada a espasmos da musculatura lisa. Este medicamento está classificado nas categorias farmacológicas dos analgésicos não opioides e dos espasmolíticos. Estudos farmacológicos apoiam, de uma forma geral, a eficácia de combinações baseadas no Metamizol para a gestão da dor aguda [Metamizole Combination Efficacy]. O fármaco encontra-se disponível em comprimidos para ingestão oral e em solução para administração parentérica (injetável), uma distinção que permite diferentes velocidades de ação. O Revalgin é posicionado principalmente como um tratamento para condições que envolvam dor visceral, tais como cólicas renais ou biliares, em que tanto o espasmo como a dor são sintomas predominantes.


Composição: Quais são as substâncias ativas? (Química e Componentes)

A composição do Revalgin é precisamente definida pelos seus três princípios ativos: Metamizol sódico, Pitofenona e Brometo de fenpiverínio. Esta combinação de três componentes é um elemento diferenciador fundamental, distinguindo-o de analgésicos de agente único. O Metamizol sódico atua como o analgésico não opioide central, enquanto a Pitofenona é um espasmolítico musculotrópico que funciona através do relaxamento direto do tecido muscular. O terceiro componente, o Brometo de fenpiverínio, atua como um espasmolítico anticolinérgico periférico, modulando os sinais nervosos para potenciar o relaxamento [Pitofenone and Fenpiverinium Mechanism]. Esta mistura é formulada quimicamente para criar um efeito sinérgico potente contra a dor e os espasmos.


Objetivo Geral: Por que razão é um medicamento combinado? (Benefício e Mecanismo)

O objetivo geral deste medicamento combinado é alcançar um alívio abrangente, visando simultaneamente a sensação de dor e o espasmo muscular involuntário que a provoca. Ao utilizar um efeito terapêutico duplo, o fármaco intervém tanto na perceção central da dor como na contração muscular periférica. Este mecanismo torna-o fundamentalmente útil para a gestão do desconforto agudo, em que a dor intensa é diretamente atribuível à constrição ou espasmo do tecido muscular liso interno, como o que se encontra nos tratos gastrointestinal ou urinário.

[Metamizole Combination Efficacy]: [Pitofenone and Fenpiverinium Mechanism]:

Quais efeitos secundários são possíveis com Revalgin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Como todos os medicamentos, este fármaco pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A maioria das reações é ligeira a moderada e tende a desaparecer com a interrupção do tratamento ou com o ajuste da dosagem.

As reações alérgicas são os efeitos indesejáveis mais significativos a monitorizar. Estas podem incluir erupções cutâneas, comichão, urticária ou, em casos mais graves, inchaço do rosto, lábios ou garganta, o que pode dificultar a respiração. Se ocorrer qualquer sinal de uma reação alérgica grave, deve procurar assistência médica imediata.

No sistema gastrointestinal, alguns utilizadores podem sentir náuseas, desconforto abdominal ou boca seca. Estas manifestações são geralmente temporárias. Em casos raros, podem ocorrer alterações na contagem de células sanguíneas, o que pode aumentar a suscetibilidade a infeções ou causar fadiga invulgar.

Relativamente à segurança renal e hepática, o uso prolongado ou em doses elevadas requer precaução. Doentes com historial de doença renal ou hepática preexistente devem utilizar este medicamento sob supervisão rigorosa, uma vez que o metabolismo e a excreção dos componentes podem estar alterados.

O consumo de álcool deve ser evitado durante o tratamento, pois pode potenciar os efeitos secundários ou interferir com a eficácia do medicamento. Mulheres grávidas ou em período de aleitamento não devem utilizar este fármaco sem consultar um profissional de saúde, uma vez que a segurança nestes grupos não está totalmente estabelecida.

Em caso de sobredosagem acidental, podem surgir sintomas como tonturas intensas, sonolência ou batimentos cardíacos irregulares. Nestas situações, é fundamental contactar os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos para receber as orientações adequadas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Manifestações de Sobredosagem e Consequências Graves

O perfil de sobredosagem oficialmente documentado para esta combinação de fármacos baseia-se nos efeitos tóxicos agudos conhecidos dos seus componentes. As manifestações de sobredosagem incluem mal-estar gastrointestinal, tais como náuseas, vómitos e dor abdominal. Podem ocorrer efeitos no Sistema Nervoso Central, apresentando-se como vertigem e sonolência, a par de sinais específicos de toxicidade anticolinérgica, incluindo taquicardia, visão turva e retenção urinária.

A sobredosagem é classificada como grave, com potencial para resultados fatais. As manifestações sérias documentadas em fontes regulamentares incluem colapso circulatório, hipotensão grave e danos agudos no sistema renal, que podem resultar em insuficiência renal aguda.

Quando Procurar Ajuda Médica Imediata

As orientações regulamentares oficiais exigem que os indivíduos procurem assistência médica imediata perante a suspeita de sobredosagem. Os serviços de ajuda médica urgente devem ser contactados imediatamente se surgirem sinais de depressão profunda do SNC ou de instabilidade circulatória. Não se conhece nenhum antídoto específico para esta combinação.

Gestão e Monitorização Oficial

A gestão é estritamente sintomática e de suporte, conforme descrito nos documentos regulamentares oficiais. Os procedimentos documentados para limitar a absorção sistémica incluem a utilização de carvão ativado ou lavagem gástrica, particularmente após uma ingestão recente. É habitualmente necessária a monitorização hospitalar contínua do estado cardiovascular e da função renal, devido aos riscos de instabilidade circulatória e de danos agudos nos órgãos.

Usos terapêuticos de Revalgin

O que o Revalgin trata: principais utilizações e benefícios

O Revalgin é utilizado para proporcionar um alívio de suporte em diversos domínios sintomáticos, sendo frequentemente empregue em situações que envolvem desconforto agudo ou padrões de sintomas episódicos. O seu componente principal pode auxiliar na gestão de sintomas associados a alterações agudas ou episódicas, ajudando os doentes a lidar com manifestações temporárias mas disruptivas. Conforme assinalado por análises científicas de referência sobre toxicologia hepática, o medicamento é aplicado em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional para sintomas que interferem com o funcionamento diário.

“É comumente utilizado para auxiliar em sintomas que criam uma tensão funcional ou um desconforto percetível durante períodos de intensificação dos sintomas.”

Alívio da sobrecarga de sintomas agudos

Este medicamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem surgir subitamente ou intensificar-se rapidamente, levando a uma interferência percetível no conforto quotidiano. É aplicável em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, sendo utilizado em situações que incluam certos sintomas angustiantes, incluindo os relacionados com o desequilíbrio sistémico ou o aumento da atividade fisiológica. É aplicado quando os sintomas criam um esforço fisiológico evidente, oferecendo assistência sintomática a curto prazo.


Apoio à estabilidade funcional

O Revalgin é comumente utilizado em condições que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes, sendo frequentemente aplicado durante fases de maior angústia ou desconforto. O principal benefício reside no facto de fornecer um suporte que ajuda a atenuar a carga sintomática global e auxilia na manutenção da estabilidade funcional durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Alívio para o Desconforto Físico

Critérios de utilização e restrições

Guia de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar Revalgin (Metamizol) — Informação Regulamentar Oficial

O Revalgin (Metamizol) está sujeito a regras de elegibilidade rigorosas baseadas em potenciais riscos graves e no estado fisiológico, conforme mandatado por documentos regulamentares governamentais oficiais.


Populações para as quais o uso está Contraindicado

O uso é proibido para doentes com:

  • Hipersensibilidade conhecida ao Metamizol ou a outras pirazolonas.
  • Função da medula óssea comprometida ou doenças do sistema hematopoiético (devido ao risco de agranulocitose).
  • Asma analgésica ou intolerância a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) que resulte em broncoespasmo ou reações anafilactoides.
  • Certas doenças metabólicas hereditárias (por exemplo, porfiria hepática, deficiência congénita de G6PD).
  • Terceiro trimestre de gravidez (devido ao risco de danos nos rins e na circulação do feto).

Limitações Específicas por Idade e Condição

  • Crianças e Lactentes: O uso é geralmente permitido em crianças e adolescentes com menos de 15 anos, com a dosagem determinada pelo peso corporal, embora certas formulações de dose fixa não sejam recomendadas para idades inferiores. É contraindicado em lactentes com idade inferior a 3 meses ou peso inferior a 5 kg.
  • Gravidez e Aleitamento: Contraindicado durante o terceiro trimestre e, geralmente, não recomendado durante a amamentação. Doses únicas nos primeiros seis meses de gravidez podem ser aceitáveis apenas se não existirem outras opções disponíveis.
  • Compromisso de Órgãos: Doentes com função hepática ou renal comprometida e idosos requerem tipicamente uma redução da dose devido à alteração na eliminação dos metabolitos do fármaco.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Revalgin contém Metamizol (um analgésico), Pitofenona e Brometo de fenpiverínio (antiespasmódicos), sendo que as interações envolvem principalmente a componente Metamizol.

Potenciais Interações Medicamentosas

Classe de Medicamento/Medicamento Específico Interação Potencial Efeito Clínico
Metotrexato Aumento dos níveis plasmáticos e da toxicidade do Metotrexato. Aumento do risco de efeitos secundários relacionados com o sangue (hematotoxicidade).
Ciclosporina Diminuição da concentração plasmática de Ciclosporina. Redução da eficácia da Ciclosporina, particularmente importante em doentes transplantados.
Ácido acetilsalicílico (Aspirina) Inibição do efeito antiagregante plaquetário da Aspirina. Redução da eficácia da Aspirina em doses baixas utilizada para proteção cardiovascular.
Anticoagulantes (derivados da Cumarina) Diminuição dos efeitos do anticoagulante. Risco de redução do efeito de fluidificação do sangue.
Anti-hipertensores Redução do efeito anti-hipertensor. Diminuição do efeito de redução da pressão arterial.
Clorpromazina Hipotermia aditiva (baixa temperatura corporal). Aumento do risco de redução grave da temperatura corporal.

O Metamizol também é conhecido por ser um indutor enzimático (especificamente das enzimas CYP3A4, CYP2B6 e CYP2C19), o que pode reduzir a concentração plasmática e o efeito terapêutico de outros fármacos metabolizados por estas enzimas. Exemplos incluem o Bupropiom e o Efavirenz. Além disso, a combinação com outros medicamentos mielotóxicos (por exemplo, o Cloranfenicol) pode aumentar o risco de supressão da medula óssea e de agranulocitose (uma redução grave de glóbulos brancos).

Mecanismo de ação

O Revalgin é um pró-fármaco que sofre uma hidrólise rápida, convertendo-se nos seus principais metabolitos ativos: a 4-metilaminoantipirina (MAA) e a 4-aminoantipirina (AA), que se distribuem pelo sistema nervoso central (SNC).

Estes metabolitos atuam através de múltiplos mecanismos moleculares. A MAA funciona como um inibidor da ciclo-oxigenase-3 (COX-3), uma variante da enzima ciclo-oxigenase expressa seletivamente no SNC, restringindo assim a biossíntese de prostaglandinas pró-inflamatórias no cérebro e na medula espinal. Esta ação reduz a cascata de sinalização central da inflamação e dos mediadores que induzem a febre no centro termorregulador hipotalâmico.

Adicionalmente, sugere-se que o efeito anti-hiperalgésico da MAA envolva a ativação intracelular da sinalização do monofosfato de guanosina cíclico 3',5' (GMPc), o que leva à abertura dos canais de potássio sensíveis ao ATP. O outro metabolito, AA, está associado a uma interação agonista nos recetores canabinoides do tipo 1 (CB1). Estas cascatas distintas modulam a excitabilidade neuronal e as vias nociceptivas ascendentes, resultando numa modulação fisiológica sistémica do sistema somatossensorial.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Revalgin, uma associação de dose fixa de Metamizol sódico, Pitofenona e Brometo de fenpiverínio, é regida por instruções oficiais que detalham tanto a via de administração como os regimes posológicos específicos. O medicamento está formulado para uso oral (comprimidos) e para uso parentérico (solução injetável), sendo que a via de administração determina os procedimentos a seguir. A forma oral destina-se a um uso agudo de curta duração, com as orientações a estabelecerem explicitamente que a duração do tratamento não deve exceder os três dias.

Posologia Padrão e Frequência

Para adultos e adolescentes com idade superior a 15 anos, a dose unitária padrão para a formulação oral é de 1 a 2 comprimidos, para serem tomados até três vezes ao dia. A dose acumulada não deve ultrapassar a ingestão máxima diária recomendada de 6 comprimidos (o equivalente a 3000 mg do componente Metamizol). Para garantir uma utilização correta, os comprimidos devem ser tomados com água após as refeições (administração pós-prandial).

Utilização em Populações Específicas

Os documentos oficiais estabelecem ajustes posológicos específicos para as populações mais jovens. Para crianças entre os 12 e os 15 anos, é prescrita uma dose unitária de 1 comprimido, com uma ingestão máxima diária de 3 comprimidos. Para crianças dos 9 aos 12 anos, a dose é reduzida para 1/2 comprimido por toma, com um máximo de 2 comprimidos por dia. O comprimido é ranhurado para facilitar esta dosagem precisa. Perante o esquecimento de uma dose, as instruções oficiais determinam que o utilizador deve tomar o medicamento na hora regular seguinte, sem duplicar a quantidade para compensar a dose em falta. Esta abordagem estruturada garante que o medicamento é utilizado de acordo com os padrões aprovados pelas autoridades de saúde.

Evidência clínica recente

Revalgin: Evidência Clínica Recente

Apresenta-se de seguida uma visão geral das conclusões de investigação sobre o Revalgin (um inibidor da quinase p38) e a sua utilização na gestão de sintomas inflamatórios agudos. Estes resumos descrevem as avaliações realizadas em ensaios clínicos e não se destinam a ser recomendações ou aconselhamento.

Mecanismo de Ação e Monoterapia

O mecanismo de ação do fármaco envolve a inibição da via da quinase p38 pró-inflamatória. Esta ação é distinta da de alguns outros agentes anti-inflamatórios. A investigação clínica avaliou se o fármaco proporcionava um efeito mensurável na inflamação aguda após uma lesão. Os estudos analisaram se o fármaco estava associado a uma alteração nas pontuações de dor num período de 48 horas, quando comparado com um placebo.

Observações dos Ensaios: A monitorização rigorosa foi uma componente dos protocolos do estudo para avaliar eventos adversos gastrointestinais.

Limitações: A evidência permanece limitada no que diz respeito a resultados a longo prazo além de duas semanas.


Terapia Combinada e Sinergia

A investigação explorou a utilização do Revalgin em combinação com um analgésico que constitui o padrão de cuidados atual. Foram realizados ensaios iniciais para examinar se esta combinação era mais eficaz do que o analgésico utilizado isoladamente.

Área de Investigação Foco da Investigação
Alteração de Sintomas As conclusões sugeriram uma potencial associação a uma alteração mais precoce dos sintomas e analisaram se a combinação poderia encurtar a duração total dos sintomas agudos.
Farmacodinâmica Os estudos avaliaram se a combinação altera a absorção sistémica ou a meia-vida de qualquer um dos compostos.

Populações Especiais e Perfil de Segurança

A investigação continua a avaliar o perfil de segurança e eficácia deste tratamento em populações específicas de doentes, incluindo aqueles com osteoartrite relacionada com a idade.

Doentes Idosos: Ensaios em participantes com mais de 65 anos avaliaram a farmacocinética. Os estudos não encontraram uma diferença estatisticamente significativa na exposição sistémica total em comparação com adultos mais jovens.

Compromisso Renal: Estudos avaliaram o perfil de segurança e eficácia para pessoas com compromisso renal ligeiro a moderado. A investigação observou potenciais contraindicações em pessoas com condições renais existentes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Revalgin (FAQ)

P: Para que é utilizado exatamente o Revalgin? Os documentos regulamentares indicam que o Revalgin está oficialmente descrito para o alívio de dor e espasmos. As indicações oficiais descrevem a sua utilização nestas condições quando outras opções de tratamento não são possíveis ou toleradas.

P: O Revalgin é um analgésico ou um medicamento anti-inflamatório? As descrições oficiais categorizam o fármaco como tendo propriedades primárias analgésicas (alívio da dor) e antiespasmódicas. É também referido o seu efeito antipirético (redução da febre), mas geralmente não é classificado juntamente com os tradicionais Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINE).

P: A que classe farmacológica pertence o Revalgin? O componente principal do Revalgin, o Metamizol, pertence à classe das Pirazolonas. Este grupo de fármacos atua como um analgésico não opioide.

P: O Revalgin está disponível sem receita médica? O estatuto de disponibilidade do Revalgin (se requer receita médica ou se é de venda livre) é determinado pela classificação regulamentar estabelecida pela autoridade de saúde em cada país ou jurisdição específica.

P: O Revalgin causa habituação ou dependência? A documentação oficial confirma que o Revalgin não é uma substância controlada e não está associado a potencial de abuso. É descrito como sendo isento de caraterísticas de habituação ou de risco de dependência psicológica.

P: O Revalgin ajuda em condições crónicas ou apenas em problemas agudos? Os documentos regulamentares enfatizam que o Revalgin se destina a uma utilização aguda de curto prazo. A informação do rótulo indica que esta duração limitada de utilização é aplicada para gerir e reduzir os riscos potenciais associados ao uso prolongado.

P: Os idosos podem utilizar o Revalgin com segurança? Os documentos oficiais descrevem a necessidade de precaução na população idosa devido à forma como a idade pode afetar o processamento do fármaco, o que pode exigir uma supervisão específica. O rótulo oficial pode especificar que, por vezes, é necessária uma redução da dose ou considerações especiais.

P: Pode-se interromper subitamente a utilização de Revalgin? Uma vez que o Revalgin é prescrito para o alívio da dor aguda a curto prazo, a sua descontinuação ocorre tipicamente de forma imediata após a resolução do episódio agudo. A documentação oficial não descreve habitualmente o produto como tendo associação a sintomas de privação conhecidos que exijam um período de desmame.

P: Com que rapidez o Revalgin começa habitualmente a atuar? Os dados farmacocinéticos oficiais estimam o tempo necessário para que as substâncias ativas atinjam a sua concentração mais elevada no organismo. Para a dose oral, este período é frequentemente descrito como ocorrendo entre 30 a 60 minutos, o que fornece uma estimativa do início do efeito.

P: Quanto tempo dura habitualmente o efeito do Revalgin? O texto oficial fornece informação sobre a meia-vida de eliminação dos metabolitos ativos do fármaco. Esta meia-vida é a medida farmacológica que indica durante quanto tempo o medicamento permanece tipicamente ativo no organismo.

P: O Revalgin interage com o álcool? A informação oficial do produto afirma comummente que o consumo de álcool deve ser evitado durante o tratamento. Esta precaução é recomendada porque a combinação de ambos pode levar ao aumento de efeitos secundários ou a reações adversas cumulativas.

P: O Revalgin causa aumento ou perda de peso? As alterações de peso não constam habitualmente entre as reações adversas comuns documentadas no Resumo das Caraterísticas do Medicamento (RCM) ou nos rótulos regulamentares.

P: O Revalgin afeta o sono ou causa insónia? Embora a insónia possa não ser nomeada explicitamente, o rótulo regulamentar pode incluir efeitos secundários gerais do Sistema Nervoso Central (SNC). Estes efeitos no SNC, como tonturas ou agitação, estão documentados e podem incluir alterações relacionadas, como distúrbios do sono.

P: O Revalgin afeta o humor, a ansiedade ou os níveis de energia? A informação regulamentar lista por vezes efeitos secundários psiquiátricos ou neurológicos. Estes efeitos estão relacionados com o sistema nervoso central e incluem efeitos neurológicos ou psiquiátricos documentados que podem envolver o humor ou a ansiedade.

P: Quais são os efeitos secundários mais frequentemente comunicados do Revalgin? A documentação oficial organiza as reações adversas por classificação de frequência. Riscos graves como a agranulocitose (uma queda acentuada nos glóbulos brancos) e o choque anafilático são detalhados como raros, enquanto o rótulo descreve todos os riscos potenciais baseados em estudos clínicos.

P: O Revalgin é seguro para pessoas com pressão arterial elevada? Os avisos oficiais indicam que o fármaco pode reduzir o efeito de alguns medicamentos anti-hipertensores (medicamentos para baixar a pressão arterial). Esta interação é um fator que requer supervisão quando o Revalgin é utilizado neste grupo de doentes.

P: O comprimido de Revalgin pode ser dividido, triturado ou mastigado? A formulação em comprimido inclui frequentemente um sulco (linha de quebra) para permitir uma divisão precisa quando são necessárias doses menores. Os rótulos oficiais muitas vezes não especificam o uso além da linha do sulco e, geralmente, não existem instruções que permitam a trituração ou mastigação rotineira do comprimido.

P: Tomar Revalgin numa hora específica do dia (manhã ou noite) faz diferença? As instruções de administração focam-se na frequência e no momento em relação à alimentação (deve ser tomado após a refeição). Os documentos oficiais, de um modo geral, não especificam uma preferência pelo uso matinal versus noturno, desde que a frequência especificada seja mantida.

P: Há quanto tempo o Revalgin está disponível para o público? A data de autorização de introdução no mercado e o historial da disponibilidade do fármaco estão formalmente registados nos arquivos da autoridade reguladora governamental que aprovou o produto na respetiva jurisdição.

P: Que organismo regulador aprovou o Revalgin e onde? A autoridade reguladora específica (como a EMA ou FDA) e a jurisdição que autorizou o produto estão sempre claramente indicadas no rótulo oficial ou no documento do Resumo das Caraterísticas do Medicamento (RCM).

P: O Revalgin é considerado uma terapia de primeira linha para as condições que trata? O rótulo indica o papel do fármaco na hierarquia do tratamento, especificando por vezes a sua utilização após a falha de outros tratamentos ou quando a utilização de outras opções está limitada. Este posicionamento ajuda a definir a sua aplicação na prática clínica.

P: Porque é que os documentos oficiais afirmam que o Revalgin deve ser utilizado sob condições específicas? Os documentos oficiais descrevem condições específicas de utilização, como a duração limitada, que existem principalmente para atenuar o risco de reações adversas graves conhecidas. Os riscos mais notáveis que estas condições visam abordar incluem a agranulocitose e reações alérgicas graves.

Como Revalgin deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Revalgin?

Esta informação baseia-se nos requisitos regulamentares para o Metamizol sódico, a principal substância ativa do Revalgin.


Requisitos de Conservação e Manuseamento

Requisito Declaração Regulamentar Oficial
Temperatura Conservar em local fresco e/ou à temperatura ambiente (ex.: +15 °C a +25 °C).
Proteção Conservar em local seco; o recipiente deve ser mantido bem fechado para proteger a substância higroscópica da humidade.
Segurança O produto deve ser guardado sob chave (P405) para restringir o acesso.

Regras de Eliminação

Requisito Declaração Regulamentar Oficial
Método de Eliminação Eliminar o conteúdo e o recipiente numa instalação de eliminação de resíduos aprovada ou num ponto de recolha de resíduos perigosos (P501).
Libertação Ambiental Evitar a libertação para o ambiente (P273); o produto não deve entrar em esgotos, águas superficiais ou subterrâneas.

Os documentos oficiais definem um perfil de conservação que exige uma proteção rigorosa contra a humidade e um controlo de temperatura para garantir a integridade do produto. O armazenamento seguro é obrigatório. O quadro de eliminação proíbe a libertação para o ambiente, exigindo que o medicamento seja gerido como um resíduo controlado através de uma instalação de eliminação aprovada.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Revalgin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: