Remood

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Remood

Factos Rápidos: Remood (Paroxetina)

Propriedade Descrição
Substância ativa Paroxetina
Forma Comprimido / Comprimido revestido por película
Classe farmacológica Inibidor Seletivo da Recaptação da Serotonina (ISRS)
Uso comum Modulação do humor e da resposta emocional
Origem Composto sintético

Que Tipo de Medicamento é o Remood?

O Remood é um medicamento de origem sintética, sujeito a receita médica, classificado como um agente psicotrópico especializado. A sua função central é definida pela sua integração na classe farmacológica dos Antidepressivos. A substância ativa, a Paroxetina, é especificamente identificada como um Inibidor Seletivo da Recaptação da Serotonina (ISRS). A Paroxetina é reconhecida globalmente por profissionais de saúde como um agente padrão para abordar diversos desafios do humor, um facto apoiado por extensos estudos farmacológicos. Esta classificação garante que a sua utilização e gestão sejam supervisionadas por um profissional de saúde, devido à complexidade do seu perfil terapêutico.

Compreender a Composição e a Forma Física do Remood

O efeito do medicamento é impulsionado exclusivamente pela sua substância ativa, a Paroxetina, habitualmente fornecida como cloridrato de paroxetina. Este composto sintético faz do Remood um produto de substância única, o que constitui um fator diferenciador em comparação com formulações que combinam múltiplos princípios ativos. Para aplicação prática, o fármaco é formulado para a via de administração oral e apresenta-se como um comprimido ou comprimido revestido por película. Estas formas orais são o meio padrão de administração da Paroxetina para garantir uma absorção sistémica consistente. O medicamento é fabricado para proporcionar um efeito constante quando tomado por via oral.

Qual é o Objetivo Geral da Ação do Remood?

O objetivo geral da ação do Remood é ajudar a restaurar o equilíbrio emocional. Sendo um ISRS, o seu princípio fundamental de mecanismo consiste em inibir a reabsorção do neurotransmissor serotonina pelas células nervosas. Esta ação específica, clinicamente reconhecida pela sua eficácia, aumenta a disponibilidade de serotonina na fenda entre as terminações nervosas. Este processo modula a concentração do neurotransmissor monoamina, apoiando a capacidade do cérebro em estabilizar o humor e gerir melhor as respostas emocionais internas, um cenário típico para a sua utilização.

Quais efeitos secundários são possíveis com Remood?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Remood (Paroxetina) está estruturado em categorias baseadas na frequência e nos sistemas do corpo afetados. Estas classificações detalham as possíveis reações adversas associadas ao medicamento.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

A incidência de potenciais efeitos secundários está formalmente categorizada da seguinte forma:

Classificação Exemplos de Efeitos Oficialmente Documentados
Muito Frequentes (≥ 1/10) Náuseas
Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Insónia, sonolência, cefaleia, tonturas, tremores, sudação, boca seca, obstipação, diarreia e disfunção sexual.
Pouco Frequentes (≥ 1/1.000 a < 1/100) Hemorragias anormais (ex.: equimoses), confusão, alucinações e retenção urinária.
Raros (≥ 1/10.000 a < 1/1.000) Hiponatremia, reações maníacas e convulsões.
Muito Raros (< 1/10.000) Glaucoma agudo, reações cutâneas graves e ocorrências hepáticas (incluindo insuficiência hepática).

As reações adversas são também agrupadas por Classe de Sistemas de Órgãos, afetando o Sistema Nervoso (tonturas, tremores), o Sistema Gastrointestinal (náuseas, obstipação) e as Perturbações Psiquiátricas (insónia, agitação).

Reações Adversas Graves Documentadas e Padrões de Segurança

A rotulagem oficial assinala reações específicas e clinicamente significativas. A Síndrome Serotoninérgica está documentada como um evento potencialmente fatal. Existe também um risco documentado de pensamentos e comportamentos suicidas, o qual exige uma atenção rigorosa, particularmente em adultos jovens (18-24 anos) e durante os meses iniciais da terapia ou após alterações na dose. A Acatisia (inquietação) é referida como tendo maior probabilidade de surgir durante as primeiras semanas de tratamento.

Existem declarações de segurança relativas a determinadas populações. Os doentes idosos podem apresentar um risco acrescido de Hiponatremia. São também citados riscos específicos para a utilização durante a gravidez, incluindo possíveis ligações a malformações cardiovasculares quando ocorre exposição durante o primeiro trimestre.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A descrição do perfil de sobredosagem do Remood (Paroxetina) destaca o potencial para toxicidade grave. As manifestações documentadas incluem frequentemente sintomas como náuseas, vómitos, confusão, sonolência e tremores. Os quadros clínicos graves caracterizam-se por instabilidade autonómica, incluindo taquicardia, febre e midríase.

Resultado Descrição
Risco de Vida A principal preocupação é o desenvolvimento da Síndrome Serotoninérgica, que é uma condição potencialmente fatal. A sobredosagem está também associada ao prolongamento do intervalo QTc dependente da dose, levando a um risco de arritmias ventriculares graves e morte súbita. Foram relatados óbitos, frequentemente em casos que envolvem a ingestão simultânea de outras substâncias.
Ação Necessária É obrigatória assistência médica imediata perante o surgimento de sintomas graves ou que piorem rapidamente. Os acompanhantes devem comunicar imediatamente a um profissional de saúde sinais de Síndrome Serotoninérgica — tais como agitação, febre ou alterações de comportamento invulgares.

O tratamento para a sobredosagem é sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico para a Paroxetina. É necessária a observação rigorosa do doente e monitorização cardíaca para detetar anomalias eletrofisiológicas. A gravidade da toxicidade pode ser aumentada em doentes com compromisso renal ou hepático grave, e quando o medicamento é ingerido juntamente com outros agentes serotonérgicos.

Usos terapêuticos de Remood

O que o Remood trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Remood é utilizado em contextos clínicos caracterizados por um sofrimento emocional acentuado e pelo compromisso funcional em diversas áreas terapêuticas. O seu objetivo principal é ajudar a proporcionar alívio sintomático e apoiar a estabilidade do doente durante períodos de sintomas intensos ou recorrentes. Este fármaco é indicado para a gestão de múltiplas condições.

É habitualmente aplicado em patologias caracterizadas por períodos de sintomas agravados, incluindo a Perturbação Depressiva Maior, a Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG), a Perturbação de Pânico, a Perturbação de Ansiedade Social, a Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC), a Perturbação de Stress Pós-Traumático (PSPT) e a Perturbação Disfórica Pré-menstrual (PDPM). Também apoia a gestão de afrontamentos de intensidade moderada a grave associados à menopausa. Esta abordagem de suporte é relevante quando os sintomas se tornam temporariamente incapacitantes e criam uma interferência notória na estabilidade quotidiana.

“Isto proporciona um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis e auxilia na manutenção da estabilidade funcional.”

Facto Rápido: Alívio de Manifestações Emocionais e Físicas

Categoria de Sintoma Benefício Terapêutico
Humor/Afetivo Ajuda a aliviar o peso global da tristeza persistente e da perda de prazer.
Ansiedade/Medo Apoia o alívio sintomático de ataques de pânico e da preocupação constante.
Hormonal/Vasomotor Auxilia no desconforto sintomático associado a alterações graves do humor e afrontamentos.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Remood?

A elegibilidade populacional para o Remood (Paroxetina) é estritamente definida por normas de saúde e baseia-se na idade, na utilização concomitante de outros medicamentos, na função dos órgãos e em condições de saúde específicas.

Contraindicações e Inelegibilidade

O Remood está contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes que estejam a tomar, ou que tenham interrompido recentemente (nos últimos 14 dias), um Inibidor da Monoamina Oxidase (IMAO), incluindo a Tioridazina e o Pimozida, devido ao risco de reações adversas graves. Indivíduos com hipersensibilidade conhecida à paroxetina ou a qualquer componente da formulação do comprimido também não devem utilizar o Remood.

Regras de Elegibilidade Populacional

Categoria Critérios de Elegibilidade
Idade (Uso Psiquiátrico) Adultos (18 anos ou mais) são elegíveis. O uso em crianças e adolescentes não está aprovado ou não é recomendado para indicações psiquiátricas.
Função de Órgãos Doentes com compromisso hepático ou renal grave são elegíveis, mas requerem uma dose inicial reduzida devido à alteração na eliminação do fármaco.
Gravidez e Lactação O uso durante a gravidez geralmente não é recomendado, particularmente nas fases finais. As orientações oficiais aconselham a interrupção do fármaco ou da amamentação durante o período de aleitamento.

A elegibilidade é ainda restringida por comorbilidades: doentes com antecedentes de Perturbação Bipolar requerem uma triagem antes do início do tratamento, e o uso exige precaução em indivíduos com historial de doenças convulsivas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Remood (à base de Hypericum perforatum, ou Erva de São João) está associado a inúmeras interações clinicamente significativas com uma vasta gama de medicamentos, tanto sujeitos a receita médica como de venda livre. A base mecânica principal para muitas destas interações é a indução das enzimas do sistema citocromo P450, particularmente a CYP3A4, e do transportador de efluxo glicoproteína-P.

Este efeito de indução leva, geralmente, a uma redução nas concentrações plasmáticas e no efeito terapêutico de fármacos administrados em simultâneo. Certas combinações são amplamente consideradas contraindicadas ou exigem uma monitorização médica rigorosa devido ao risco de falha do tratamento ou toxicidade. Os medicamentos com um índice terapêutico estreito são motivo de preocupação particular.

Categorias Principais de Interação

Categoria Exemplos (Agentes de Interação) Resultado Potencial
Antidepressivos ISRS, IMAO, Triptanos Aumento do risco de efeitos serotonérgicos, incluindo a Síndrome Serotoninérgica.
Imunossupressores Ciclosporina, Tacrolimus Redução dos níveis sanguíneos, com risco de rejeição de órgãos transplantados ou falha do tratamento.
Anticoagulantes Varfarina, DOACs Redução do efeito anticoagulante, aumentando o risco de coágulos sanguíneos.
Tratamentos para VIH/SIDA Inibidores da Protease (ex.: Indinavir) Redução dos níveis de fármacos antirretrovirais, com risco de perda da supressão viral.
Contracetivos Orais Produtos hormonais combinados Potencial redução da eficácia contracetiva, levando a hemorragias intermenstruais ou gravidez indesejada.

Outras classes de fármacos que interagem incluem certos anticonvulsivantes (ex.: Fenitoína), Digoxina, algumas Estatinas e medicamentos afetados pelo metabolismo da CYP3A4. Os doentes devem consultar um profissional de saúde antes de iniciar ou interromper a toma deste produto, uma vez que pode ser necessária uma monitorização cuidadosa ou ajustes na dose dos medicamentos concomitantes.

Mecanismo de ação

Ação Principal: Modulação Dupla de Neurotransmissores

O Remood influencia a neurotransmissão ao atuar em alvos moleculares fundamentais no cérebro. Funciona como um inibidor seletivo do transportador de serotonina (SERT), bloqueando a reabsorção da serotonina para o neurónio pré-sináptico. Esta interação aumenta a concentração e a duração da sinalização da serotonina na fenda sináptica, ao mesmo tempo que modula a atividade de outras monoaminas, como a dopamina e a noradrenalina, nas vias límbicas e corticais.


Estabilização da Atividade Neuronal via GABA

Um mecanismo farmacodinâmico secundário envolve a atuação como um modulador alostérico positivo no complexo do recetor GABA A. O GABA é o principal mensageiro inibitório do sistema nervoso central; ao fortalecer o sinal do GABA, esta ação reforça a sinalização inibitória, o que reduz a sinalização elétrica excessiva e hiperativa, resultando numa alteração do estado neuroquímico global.


Recalibração Adaptativa do Sistema

Os efeitos moleculares iniciais desencadeiam um processo necessário, a longo prazo, de ajuste neuronal sistémico. Este ambiente neuroquímico sustentado facilita um ajuste dos recetores e das vias que é dependente do tempo, contribuindo para a alteração da dinâmica do sistema neural a longo prazo.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Remood (Paroxetina)

O Remood é administrado oficialmente por via oral, através de comprimidos de libertação imediata (IR), de libertação prolongada (CR) ou suspensão oral. O medicamento deve ser tomado numa dose única diária e, por norma, pode ser ingerido com ou sem alimentos.

O protocolo de utilização prevê o início com uma dose inicial baixa, habitualmente de 20 mg por dia para a forma de libertação imediata em muitos doentes adultos. Os ajustes posológicos, ou titulação, são realizados de forma gradual e progressiva, geralmente através de incrementos de 10 mg com, pelo menos, uma semana de intervalo entre cada ajuste, até que o intervalo de manutenção adequado seja atingido. A dose máxima diária varia, mas é frequentemente limitada a 50 mg ou 60 mg, dependendo da indicação específica.

Especificidades da Administração e Ajustes em Populações

Instruções específicas regulam a ingestão das diferentes apresentações: os comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros e não podem ser partidos, esmagados ou mastigados. Adicionalmente, as orientações oficiais determinam ajustes na dose para certas populações. Adultos idosos e doentes com compromisso renal ou hepático grave requerem habitualmente uma dose inicial inferior (por exemplo, 10 mg IR ou 12,5 mg CR) e um limite máximo diário mais restrito.

O tratamento é delineado como um curso prolongado para manutenção. O protocolo oficial para a cessação da utilização exige que a dose seja reduzida gradualmente (desmame) ao longo de um período de várias semanas, de modo a concluir o curso terapêutico de forma segura.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Remood


Evidência para o Uso na Perturbação Depressiva Maior e Perturbações de Ansiedade

O programa de investigação clínica para as principais utilizações deste medicamento centrou-se em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, tais como a Perturbação Depressiva Maior (PDM) e perturbações de ansiedade comuns. Esta evidência consiste essencialmente em ensaios controlados e aleatórios (ECA) de curta duração, controlados por placebo. Estes estudos foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática em adultos, para explorar a forma como os sintomas evoluíram nas populações observadas em intervalos que variam, habitualmente, entre seis a doze semanas.

No caso da PDM, a investigação analisou as alterações em escalas de gravidade padronizadas e acompanhou a proporção de indivíduos que preenchiam os critérios de resposta clínica ou remissão. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos em que os indivíduos que receberam o fármaco em estudo registaram medições em escalas de sintomas em comparação com os participantes que receberam uma substância de controlo. No que diz respeito à Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG) e à Perturbação de Pânico (PP), a investigação explorou resultados relacionados com a frequência e intensidade dos sintomas de ansiedade e ataques de pânico. A evidência contribui para a compreensão dos padrões sintomáticos em condições que envolvem períodos de agravamento dos sintomas nestes grupos.


Panorama da Investigação na Perturbação Obsessivo-Compulsiva e na PSPT

O panorama da investigação para a Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) e para a Perturbação de Stress Pós-Traumático (PSPT) inclui ECA dedicados e controlados por placebo. Estes estudos monitorizaram os doentes, geralmente, por um período de aproximadamente 12 semanas. Para a POC, a investigação examinou alterações através de ferramentas de avaliação específicas e padronizadas que medem a gravidade dos pensamentos obsessivos e dos comportamentos compulsivos. Os dados indicam que as alterações medidas nas pontuações dos sintomas exigiram frequentemente períodos de observação mais longos e foram estudadas para intervalos de doses mais elevados em comparação com outras utilizações psiquiátricas.


Estudos noutros Contextos Clínicos

O Remood foi estudado para outros contextos clínicos específicos, incluindo a Perturbação Disfórica Pré-menstrual (PDPM) e a gestão de sintomas vasomotores (afrontamentos) associados à menopausa. A investigação para a PDPM consiste em ECA controlados por placebo, realizados principalmente em mulheres que apresentam condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas durante o seu ciclo menstrual. Para os sintomas vasomotores, estes ensaios monitorizaram as alterações na frequência e intensidade medidas dos afrontamentos, que são resultados relacionados com o desconforto físico.


Áreas de Incerteza e Lacunas na Investigação

Ao longo do panorama da investigação, permanecem várias áreas de incerteza. A duração do acompanhamento foi limitada em muitos estudos agudos, fornecendo informações restritas sobre como os resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade evoluem ao longo de muitos anos. Embora muitos estudos tenham sido observados em condições que envolvem períodos de sintomas intensificados, falta evidência comparativa para avaliar o desempenho deste medicamento diretamente face a todas as outras opções de tratamento disponíveis. A evidência realça o que se sabe — e o que ainda é incerto — sobre os padrões observados até ao momento.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Remood (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Remood a começar a fazer efeito?

A informação oficial do medicamento refere que uma concentração estável da substância ativa na corrente sanguínea, para a forma de libertação imediata, é geralmente atingida em aproximadamente 10 dias. Uma vez que a dose pode ser ajustada gradualmente ao longo de várias semanas, o efeito terapêutico completo é frequentemente observado durante um período de tratamento mais prolongado.


P: O Remood pode causar aumento ou perda de peso?

Os documentos regulamentares mencionam que, em média, os doentes em ensaios clínicos controlados registaram uma perda de peso mínima. Uma perda de peso significativa pode ser um resultado indesejado para alguns doentes. As alterações de peso são consideradas um efeito potencial que pode ser discutido com o médico.


P: O Remood está aprovado para utilização em crianças?

De acordo com a rotulagem oficial, o Remood não está aprovado para o tratamento de condições psiquiátricas em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade. As suas utilizações aprovadas destinam-se exclusivamente a doentes adultos.


P: O que devo fazer se me esquecer de tomar uma dose de Remood?

As instruções oficiais de administração para o comprimido de libertação prolongada indicam que uma dose esquecida pode ser tomada assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose programada, as instruções aconselham a saltar a dose esquecida e a continuar o esquema regular. A informação do produto também indica que não se devem tomar duas doses ao mesmo tempo para compensar.


P: É seguro tomar Remood durante a amamentação?

A informação regulamentar oficial indica que pequenas quantidades de paroxetina passam para o leite materno. A quantidade de medicamento ingerida pelo bebé é geralmente considerada baixa, mas a orientação oficial sugere a monitorização do bebé quanto a potenciais efeitos secundários. Estes podem incluir agitação, irritabilidade, dificuldade na alimentação e falta de ganho de peso.


P: Como deve o Remood ser conservado se eu estiver a viajar?

O medicamento deve ser mantido à temperatura ambiente controlada, geralmente entre 15 °C e 30 °C. A rotulagem oficial refere que o medicamento pode suportar variações breves de temperatura fora do intervalo recomendado quando está a ser transportado, como acontece durante uma viagem.


Como Remood deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Remood

O Remood (paroxetina) deve ser conservado de acordo com condições específicas para garantir a manutenção da sua estabilidade e eficácia.

Requisitos Oficiais de Conservação

Tipo de Condição Requisito
Temperatura Conservar à temperatura ambiente controlada, entre 15 °C e 30 °C. Não armazenar acima dos 30 °C.
Proteção Manter a embalagem bem fechada e proteger o conteúdo do calor excessivo e da humidade.
Segurança Infantil Manter todos os medicamentos fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Remood que tenha expirado ou que já não seja necessário deve ser eliminado de forma adequada. O método primário consiste na utilização de um programa de recolha de medicamentos ou pontos de entrega autorizados. Caso estas opções não estejam disponíveis, o medicamento pode ser colocado no lixo doméstico após ser misturado com uma substância indesejável (como borras de café ou areia de gato) e colocado num recipiente selado. É estritamente proibido deitar os comprimidos na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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