Rekamide

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Rekamide

Método de ação: Antidiarrheal, Obstructive

Opção de tratamento: Irritable Bowel Syndrome

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Rekamide

Propriedade Descrição
Substância ativa Loperamida (sob a forma de cloridrato)
Forma Via oral (cápsulas, comprimidos, líquido)
Classe farmacológica Agente Antidiarreico
Ação principal Diminui o movimento intestinal
Origem Composto sintético

Rekamide: O que é o Medicamento e qual o seu Ingrediente Principal?

O Rekamide é um nome comercial de um medicamento cujo componente ativo principal é a Loperamida. A loperamida é um fármaco de substância única, classificado farmacologicamente como um agente antidiarreico. Trata-se de um agonista sintético dos recetores opioides, especificamente concebido para atuar no trato digestivo, garantindo que a sua ação seja localizada no intestino.

A loperamida é amplamente reconhecida pela sua importância terapêutica. Foi incluída na Lista Modelo de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde (OMS), o que confirma a eficácia estabelecida do fármaco e o seu reconhecimento como um medicamento fundamental, necessário para um sistema de saúde básico.

Compreender o Tipo, a Origem e a Forma do Rekamide

A loperamida é um composto sintético administrado por via oral (tomado pela boca). Como medicamento fabricado, a sua estrutura química é altamente controlada, o que sustenta o seu desempenho consistentemente fiável no organismo.

A loperamida está disponível em diversas formas farmacêuticas orais, incluindo comprimidos padrão, cápsulas e líquidos orais, tais como soluções ou suspensões. A disponibilidade nestas variadas formas garante que o medicamento seja adequado tanto para adultos que preferem a conveniência das cápsulas, como para doentes mais jovens que possam necessitar de uma formulação líquida.

Qual é o Objetivo Geral do Rekamide?

O objetivo geral do Rekamide é proporcionar um alívio sintomático eficaz da diarreia, reduzindo a velocidade com que os conteúdos se movem através do intestino. Esta ação permite ao sistema digestivo ter mais tempo para realizar a sua função natural de reabsorção de água e eletrólitos.

Estudos farmacológicos confirmaram que o efeito localizado da loperamida no intestino leva a um aumento do tempo de absorção no intestino delgado. Isto significa que o medicamento ajuda o corpo a reter fluidos e nutrientes vitais, uma ação clinicamente importante para gerir fezes moles e mitigar o risco de desidratação. Este é um cenário de utilização típico na gestão da diarreia aguda e não complicada.

Quais efeitos secundários são possíveis com Rekamide?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

A documentação oficial de segurança do Rekamide (Loperamida) organiza as potenciais reações de acordo com a sua frequência e o sistema fisiológico, definindo tanto as ocorrências comuns como os eventos graves e raros.


Reações Adversas Comuns e Pouco Comuns

As reações adversas listadas com maior frequência, classificadas como Comuns ou Pouco Comuns nos documentos regulamentares, envolvem principalmente os sistemas gastrointestinal e nervoso:

  • Doenças Gastrointestinais: Obstipação, flatulência, dor abdominal, náuseas, vómitos, desconforto abdominal e boca seca.
  • Doenças do Sistema Nervoso: Cefaleias (dores de cabeça), tonturas e sonolência.

Preocupações de Segurança Graves e Restrições

A rotulagem oficial inclui avisos para reações adversas graves e potencialmente fatais. Eventos cardíacos graves, incluindo o prolongamento do intervalo QT e a paragem cardíaca, estão associados primordialmente à ingestão de doses superiores às recomendadas do medicamento. O fármaco está também associado a complicações gastrointestinais raras, mas graves, como o íleo paralítico e o megacólon tóxico.


Notas de Segurança Específicas para Grupos Populacionais

O medicamento é contraindicado em crianças com menos de dois anos de idade devido ao risco oficialmente documentado de depressão respiratória grave e de reações adversas cardíacas. Recomenda-se precaução na utilização em pacientes com insuficiência hepática, uma vez que a redução da função do fígado pode aumentar o risco de toxicidade no Sistema Nervoso Central (SNC).

A suspensão do tratamento é necessária se ocorrerem determinados eventos de segurança, devendo o medicamento ser interrompido prontamente se surgir obstipação ou distensão abdominal.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

No caso de ter tomado uma dose superior à recomendada de Rekamide, deve contactar imediatamente um médico ou dirigir-se ao serviço de urgência hospitalar mais próximo. Uma sobredosagem pode levar a complicações graves que requerem observação clínica e intervenção imediata.

Os sinais de que poderá ter ingerido uma quantidade excessiva deste medicamento incluem sonolência extrema, tonturas acentuadas, respiração lenta ou superficial, batimentos cardíacos irregulares ou uma sensação de desmaio iminente. Em situações mais graves, a sobredosagem pode resultar em perda de consciência ou convulsões.

Se notar que alguém que tomou Rekamide apresenta dificuldades respiratórias significativas ou se encontra num estado de letargia do qual não consegue despertar, procure assistência médica de emergência sem demora. É importante levar a embalagem ou o folheto informativo do medicamento consigo para que os profissionais de saúde possam identificar a substância e a dosagem ingerida.

Caso se tenha esquecido de tomar uma dose, não tome uma dose a dobrar para compensar a falta. Continue com o esquema posológico habitual conforme orientado pelo seu médico ou farmacêutico. A ingestão deliberada de doses múltiplas para compensar esquecimentos aumenta desnecessariamente o risco de toxicidade e efeitos adversos graves.

Usos terapêuticos de Rekamide

O que o Rekamide Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O principal papel terapêutico do Rekamide (Loperamida) consiste em proporcionar alívio sintomático em casos de distúrbios diarreicos. O medicamento é habitualmente utilizado para gerir diversas condições, incluindo a diarreia aguda não específica, a diarreia do viajante e a diarreia persistente associada a condições crónicas como a Doença Inflamatória do Intestino (DII) e a Síndrome do Intestino Irritável (SII-D).


Aliviar Sintomas Disruptivos e Restaurar a Estabilidade

O Rekamide é aplicado em domínios terapêuticos que envolvem sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica no intestino, sendo relevante em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, tais como episódios súbitos e intensos de fezes soltas. Este alívio de suporte contribui para uma melhoria do conforto durante os períodos sintomáticos, abordando os sintomas de movimentos intestinais frequentes e descontrolados.

Em contextos clínicos que envolvem manifestações crónicas, o medicamento pode ajudar a atenuar a carga global dos sintomas ao tratar a urgência e a redução da consistência fecal. Isto auxilia os pacientes a manterem a estabilidade funcional e a lidarem de forma mais constante com as flutuações dos sintomas.

“O objetivo principal é proporcionar um alívio sintomático que possa ajudar a atenuar o impacto disruptivo da diarreia na vida quotidiana.”


Foco nos Sintomas: Gestão da Atividade Intestinal Descontrolada

Foco nos Sintomas: Gestão da Atividade Intestinal Descontrolada
O Rekamide é aplicado para abordar sintomas que interferem com o funcionamento diário e apoia o paciente durante episódios difíceis de sintomas descontrolados, em fases agudas ou recorrentes de fezes aquosas e de elevada frequência.

Critérios de utilização e restrições

O perfil de elegibilidade do Rekamide (Loperamida) é estritamente definido pelos documentos regulamentares oficiais, que determinam quem está autorizado ou proibido de utilizar este medicamento.

O Rekamide está aprovado para o tratamento sintomático em adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos. A utilização na população idosa é permitida e, geralmente, não requer um ajuste posológico.

Contraindicações e Restrições

As contraindicações estabelecem que o medicamento não deve ser utilizado em determinadas populações. Isto inclui doentes pediátricos com menos de dois anos de idade. O uso é também proibido em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou em casos de disenteria aguda (caracterizada por sangue nas fezes ou febre alta), enterocolite bacteriana específica, colite ulcerosa aguda ou colite pseudomembranosa associada a antibióticos de largo espetro. A utilização é igualmente contraindicada quando a inibição do peristaltismo (movimentos intestinais) deve ser evitada, devido ao risco de complicações graves como íleo paralítico ou megacólon tóxico.

O rótulo oficial especifica limitações para outros grupos:

  • Crianças dos 2 aos 11 anos não são recomendadas para uso sem uma indicação médica.
  • Insuficiência hepática (fígado) exige uma utilização com precaução, devido ao potencial aumento da exposição à substância no organismo.
  • O medicamento não é recomendado durante a gravidez ou o período de aleitamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Âmbito das Interações

Categorias de produtos medicinais com interações documentadas: Inibidores da Glicoproteína-P; Inibidores do CYP3A4 e CYP2C8; Fármacos que prolongam o intervalo QT; Outros depressores do SNC; Outros fármacos antimotilidade.

Medicamentos específicos com interação: A documentação regulamentar especifica o itraconazol, o gemfibrozil, a quinidina, o ritonavir e o saquinavir.

Base mecanística das interações: As interações fundamentam-se no facto de o produto ser um substrato da glicoproteína-P (gp-P) e no seu metabolismo principal através dos sistemas enzimáticos CYP3A4 e CYP2C8. As interações farmacodinâmicas envolvem efeitos aditivos no sistema nervoso central ou na função cardíaca.

Regras de interação baseadas no tempo: Não existem regras de separação temporal obrigatórias declaradas nos documentos regulamentares oficiais.

Notas de interação específicas para certas populações: Recomenda-se precaução na utilização em pacientes com insuficiência hepática, pois a exposição sistémica pode aumentar devido à redução do metabolismo de primeira passagem, o que pode elevar o risco de efeitos no SNC associados a interações medicamentosas. Recomenda-se também cautela em pacientes idosos que tomem fármacos que prolonguem o intervalo QT.

Restrições Relacionadas com Interações

Classificações de interação:

Classificação Base Exemplos de Medicamentos com Interação
Contraindicado Risco farmacodinâmico de prolongamento do QTc Agentes específicos que prolongam o QT (ex: pimozida, antiarrítmicos Classe IA/III)
Utilizar com Precaução Risco farmacocinético de aumento da exposição Inibidores da gp-P e do CYP (ex: quinidina, itraconazol)

Declarações oficiais sobre interações:

  • Está documentado que a coadministração de inibidores da gp-P (como a quinidina e o ritonavir) aumenta os níveis plasmáticos de loperamida em 2 a 3 vezes.
  • A inibição combinada do CYP3A4 e do CYP2C8 por medicamentos específicos pode resultar num aumento superior a 10 vezes na exposição plasmática total do produto.
  • Está documentado que a loperamida reduz a exposição do saquinavir (um substrato da gp-P) em 54%.

Ligação ao perfil geral de interações:

Os documentos regulamentares definem o perfil de interação do Rekamide através do seu estado como substrato da gp-P e do seu metabolismo pelas enzimas CYP, o que resulta em interações que modificam a exposição de forma quantificável quando combinado com inibidores específicos. Este perfil inclui uma restrição farmacodinâmica crítica que classifica formalmente a coadministração com agentes específicos que prolongam o intervalo QT como contraindicada.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Rekamide

O Rekamide atua através da interação precisa com componentes moleculares e celulares fundamentais para modular vias fisiológicas específicas. A sua ação centra-se na regulação de processos de sinalização hiperativos ou desregulados que originam respostas fisiológicas acentuadas, resultando numa alteração da atividade das vias sistémicas.


Domínio da Sinalização Mediada por Recetores

O Rekamide intervém em domínios que envolvem a sinalização mediada por recetores, visando e alterando principalmente a função de recetores membranares específicos. Esta interação inicia ou suprime sequências de sinalização que modificam as etapas moleculares iniciais, moldando, em última análise, as consequências fisiológicas a jusante ao modular a concentração de mediadores e ao alterar a cinética dos processos de sinalização.


Interação com Cascatas Mecanísticas

O fármaco modifica as cascatas mecanísticas ao influenciar os ciclos de retroalimentação (feedback loops) e ao alterar a dinâmica de processos impulsionados por padrões de sinalização distintos. Esta interação resulta em mudanças na cinética molecular e contribui para o efeito observado do fármaco na alteração da atividade das vias sistémicas dentro dos sistemas biológicos visados.

Informações sobre dosagem e administração

Orientações de Administração

O Rekamide (Loperamida) é administrado exclusivamente por via oral, utilizando as formas farmacêuticas disponíveis, tais como cápsulas, comprimidos ou soluções líquidas. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos; as formulações líquidas devem ser bem agitadas e medidas com precisão antes da ingestão. A receção de um reforço adequado de fluidos e eletrólitos é considerada uma parte fundamental do protocolo de administração.

O esquema posológico é essencialmente reativo para uso agudo. O regime padrão para adultos inicia-se com uma dose inicial de 4 mg, seguida de uma dose subsequente de 2 mg após cada dejecção não formada. O limite diário máximo recomendado é de 16 mg para uso sob prescrição médica, existindo limites inferiores (por exemplo, 8 mg) definidos para a automedicação de venda livre. Para a administração crónica, a dose de manutenção média é de 4 a 8 mg por dia, administrada numa dose única ou em doses divididas.

A dosagem não requer ajustes para idosos ou pacientes com compromisso renal, contudo, é necessária precaução em casos de insuficiência hepática. De forma geral, a administração não é recomendada para crianças com menos de 2 anos de idade, e a dosagem pediátrica (dos 2 aos 12 anos) é calculada em função do peso. No autotratamento da diarreia aguda, a administração não deve exceder as 48 horas sem uma revisão clínica. O protocolo oficial de utilização exige que a administração seja imediatamente interrompida se ocorrer distensão abdominal ou obstipação.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Rekamide


Evidência para Uso em Diarreia Aguda

A investigação que analisa o Rekamide (Loperamida) na diarreia aguda de curta duração, incluindo a diarreia do viajante, baseia-se principalmente em ensaios clínicos aleatorizados e controlados (ECA) de curta duração e em revisões sistemáticas. Estes estudos foram utilizados para explorar a forma como os sintomas se alteram ao longo do tempo, examinando populações de adultos e adolescentes que experienciam episódios súbitos de fezes soltas. Os principais resultados analisados pela investigação envolveram a monitorização do tempo até à cessação dos sintomas e a frequência diária das dejeções durante períodos curtos de observação.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos em que durações de sintomas mais curtas estiveram entre os padrões verificados no grupo que utilizou o medicamento, em comparação com o grupo de controlo. A investigação destaca alterações medidas durante o período do estudo relacionadas com a consistência das fezes e a evolução dos sintomas. Não são aplicadas definições uniformes para atingir a "resolução dos sintomas" de forma consistente em toda a investigação existente, e os resultados a longo prazo não são relevantes para este cenário de utilização aguda.

Evidência para a Gestão de Sintomas de Diarreia Crónica

A base de evidência inclui essencialmente ensaios de duração limitada, em dupla ocultação e controlados por placebo, a par de evidência derivada de contextos com diferentes cargas sintomáticas. Os estudos focam-se em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas e examinam resultados relacionados com as experiências reportadas pelos doentes em populações com condições crónicas diagnosticadas. Os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas, registando medições da frequência de defecação e da consistência da forma das fezes durante o período do estudo, particularmente em doentes com Síndrome do Intestino Irritável com Diarreia (SII-D).

Estudos Relacionados com Condições Crónicas Específicas

A investigação foi avaliada em populações cirúrgicas especializadas para examinar o seu papel na gestão de sintomas fisiológicos relacionados com a função do estoma. Os estudos monitorizaram resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas no volume de débito, e os resultados descreveram padrões relacionados com o débito intestinal. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes.

Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

Os efeitos a longo prazo relacionados com a utilização diária sustentada não estão totalmente estabelecidos em contextos de ensaios formais e existe informação limitada sobre resultados a longo prazo. Foi realizada investigação em crianças (dos 2 aos 11 anos), onde os estudos exploraram alterações nos resultados da diarreia aguda; contudo, a investigação observou limitações específicas na evidência para a utilização em crianças em idades muito precoces. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, tais como em populações grávidas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Rekamide (FAQ)


P: O que acontece se eu tomar acidentalmente uma dose de Rekamide superior à prescrita?

Os avisos regulamentares oficiais descrevem que a ingestão de doses superiores às recomendadas pode causar eventos cardíacos graves. Perante a suspeita de toxicidade ou de sintomas cardíacos, as orientações oficiais indicam que o fármaco deve ser prontamente interrompido e a procura de assistência médica imediata é formalmente aconselhada.


P: Existem restrições comuns de alimentos ou bebidas durante a toma de Rekamide?

A informação oficial do produto indica que o medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos. Geralmente, não constam restrições alimentares específicas ou obrigatórias nas informações oficiais de rotulagem do produto.


P: O Rekamide interage com a cafeína ou com o álcool?

Os avisos oficiais indicam que o consumo de álcool pode aumentar os efeitos secundários do medicamento no sistema nervoso central, tais como tonturas e sonolência. A cafeína não é habitualmente especificada no perfil de interações definido pelos documentos regulamentares.


P: Existem avisos sobre conduzir ou utilizar máquinas enquanto tomo Rekamide?

As informações oficiais referem que é necessária precaução em tarefas como conduzir ou operar maquinaria. Isto deve-se ao facto de poderem ocorrer efeitos adversos como cansaço, sonolência ou tonturas durante a utilização do medicamento.


P: O que dizem as fontes oficiais sobre o uso de Rekamide durante a gravidez?

As fontes oficiais afirmam que, geralmente, o medicamento não é recomendado para utilização durante a gravidez. Isto deve-se à inexistência atual de estudos controlados suficientes em seres humanos que estabeleçam plenamente o seu perfil de segurança nesta população.


P: O que dizem as fontes oficiais sobre o uso de Rekamide durante a amamentação?

O medicamento não é recomendado para utilização por mulheres que estejam a amamentar. Esta advertência consta nas fontes oficiais porque a substância ativa pode estar presente no leite materno.


P: O Rekamide é um tipo de antibiótico?

Não, o Rekamide não é classificado como um antibiótico. As fontes regulamentares e médicas autoritárias classificam o fármaco como um agente antidiarreico e um agonista sintético dos recetores opioides.


P: Em quanto tempo posso esperar que o Rekamide comece a fazer efeito?

Os dados científicos relacionados com a atividade do fármaco descrevem que os níveis plasmáticos máximos da substância ativa são tipicamente observados cerca de quatro a cinco horas após a administração oral do medicamento.


P: Qual é a duração média da ação do Rekamide?

Dados científicos descrevem que a semivida da substância ativa, que reflete o tempo que esta permanece no sistema, situa-se geralmente entre as 7 e as 19 horas.


P: O Rekamide pode causar cansaço ou fadiga?

As listas oficiais de reações adversas incluem o cansaço, as tonturas e a sonolência. Estes efeitos estão registados nos documentos de segurança regulamentares.


P: É normal sentir uma dor de cabeça ligeira após começar a tomar Rekamide?

A dor de cabeça está listada como um possível efeito adverso comummente relatado após a exposição, conforme descrito nos documentos de segurança regulamentares.


P: O Rekamide é seguro para pessoas com problemas renais?

A informação farmacocinética oficial indica que não estão descritos ajustes posológicos necessários para a utilização em doentes com compromisso renal (problemas nos rins).


P: Porque é que algumas pessoas precisam de tomar Rekamide por um período longo?

De acordo com as indicações regulamentares, o produto é utilizado para o controlo e alívio sintomático da diarreia crónica. Isto inclui a diarreia crónica associada a condições específicas de longo prazo, como a Doença Inflamatória do Intestino (DII).


P: O Rekamide pode afetar o meu horário de sono?

O perfil de reações adversas inclui efeitos no sistema nervoso central, tais como sonolência e cansaço. Estes efeitos documentados são descritos na sua relação com o repouso.


P: Quanto tempo é que o Rekamide permanece no organismo?

Dados científicos indicam que a semivida da substância ativa, que reflete o tempo de permanência no sistema, varia geralmente entre as 7 e as 19 horas.


P: O Rekamide é considerado um medicamento "biológico"?

Não, o Rekamide não é um biológico. As fontes regulamentares classificam o fármaco como um derivado sintético da piperidina de pequena molécula, o que significa que é fabricado quimicamente.


P: O Rekamide está disponível em formas que não exijam a deglutição (ex: injeções, pensos)?

Os documentos regulamentares descrevem o produto como estando disponível apenas em formas farmacêuticas orais. Estas formas incluem cápsulas convencionais, comprimidos e soluções líquidas.


P: O Rekamide pode ser esmagado ou mastigado?

Os avisos oficiais descrevem que o produto deve ser deglutido inteiro e não se destina a ser mastigado ou esmagado, a menos que o produto específico esteja formalmente rotulado como uma formulação mastigável.


P: Existem sinais comuns de que o Rekamide está a começar a fazer efeito?

Resultados de investigação de ensaios clínicos descrevem padrões relacionados com dois indicadores principais: uma diminuição medida na frequência diária das dejeções e uma melhoria na consistência das fezes.


P: O Rekamide é adequado para pessoas com problemas cardíacos?

Os avisos oficiais aconselham precaução na utilização do medicamento em doentes com condições de condução cardíaca pré-existentes ou historial de arritmias cardíacas. Isto deve-se ao risco documentado de eventos adversos cardíacos graves em doses elevadas.


P: Existem populações específicas de doentes que devam evitar o Rekamide?

Sim, a documentação oficial lista várias populações de doentes para as quais o uso do medicamento é formalmente contraindicado. Isto inclui doentes pediátricos com menos de dois anos de idade e doentes com certos tipos de colite.


P: O Rekamide requer uma dieta especial?

A rotulagem oficial do produto, de um modo geral, não descreve a necessidade de uma dieta restritiva especial. O requisito principal durante a utilização é a administração adequada de líquidos e eletrólitos para prevenir a desidratação.


P: Os estudos sugerem que o Rekamide é mais adequado para grupos etários específicos?

A documentação oficial nota uma maior variabilidade de resposta em doentes pediátricos, particularmente em crianças com menos de 6 anos de idade. Além disso, a utilização é formalmente contraindicada em crianças com menos de dois anos.


P: É normal sentir desconforto gástrico ao iniciar o Rekamide?

Reações adversas gastrointestinais, incluindo náuseas, vómitos e desconforto abdominal, estão entre os efeitos comummente relatados e descritos nos documentos de segurança oficiais.


P: O Rekamide existe em diferentes dosagens?

Sim, a informação regulamentar descreve a disponibilidade da substância ativa em diferentes dosagens, tais como 1 mg e 2 mg.


P: O Rekamide interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

Os recursos oficiais de interação medicamentosa descrevem que não está documentada uma interação farmacocinética direta entre a substância ativa e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno.


P: É possível tomar Rekamide com vitaminas ou suplementos à base de plantas?

Os documentos regulamentares fornecem dados de interação para produtos medicinais específicos. No entanto, o perfil de interação com vitaminas genéricas e suplementos à base de plantas não está explicitamente definido na rotulagem oficial do produto.


P: Qual é o propósito dos ingredientes "inativos" no Rekamide?

Os ingredientes inativos no produto servem propósitos funcionais. Isto inclui estabilizar o medicamento, definir a sua forma farmacêutica, garantir o seu prazo de validade e contribuir para a cor ou sabor do produto.

Como Rekamide deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Armazenamento e Eliminação

O Rekamide (Loperamida) deve ser armazenado de acordo com os requisitos regulamentares para garantir a sua estabilidade. O medicamento deve ser mantido à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20°C e 25°C (68°F e 77°F).

Proteção Ambiental e Segurança:

Requisito Restrição/Regra
Embalagem e Manuseamento Manter na embalagem original, bem fechada, e proteger da humidade e da luz.
Locais Proibidos Não armazenar na casa de banho ou em áreas com humidade elevada.
Segurança Infantil Deve ser armazenado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação:

O Rekamide não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um programa de retoma de medicamentos. Se não houver um programa disponível, misture o medicamento com uma substância indesejável (por exemplo, borras de café usadas) e coloque-o num saco selado para eliminação no lixo comum. O produto não deve ser deitado na sanita nem despejado num ralo.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Rekamide encontrado em:

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