Regenesis Max

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Regenesis Max

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Regenesis Max

Que Tipo de Medicamento é o Regenesis Max?

O Regenesis Max é um medicamento sujeito a receita médica, formulado como uma combinação de dose fixa e classificado como um Modificador do Metabolismo do Cálcio (Código ATC M05BB03). Apresenta-se na forma de comprimido oral e combina duas substâncias ativas distintas numa única unidade: um composto de Alendronato e o Colecalciferol (Vitamina D3). O componente principal, o Alendronato, é um membro sintético da classe farmacológica dos bifosfonatos, enquanto o Colecalciferol é um análogo da Vitamina D de origem derivada.

Esta combinação fixa específica é clinicamente reconhecida pela sua abordagem simplificada, garantindo que os doentes recebam o agente de preservação estrutural e o suporte metabólico necessário simultaneamente através da via de administração oral. Formulações semelhantes são conhecidas por outros nomes comerciais, refletindo a estratégia amplamente adotada de combinar estes dois agentes para otimizar a adesão dos doentes ao tratamento.


A Composição: Alendronato e Colecalciferol

A eficácia terapêutica do medicamento provém da presença de duas substâncias ativas: o Alendronato (sob a forma de alendronato de sódio) e o Colecalciferol (Vitamina D3). O Alendronato funciona como um inibidor altamente específico da reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos, ligando-se ao mineral ósseo. O Colecalciferol serve como o componente de suporte essencial, atuando como uma pró-hormona vital para a saúde óssea ao promover a absorção intestinal de cálcio e ao manter concentrações adequadas de cálcio e fosfato no soro.


Qual o Objetivo Terapêutico Geral?

O objetivo terapêutico geral do Regenesis Max é a gestão abrangente e a estabilização a longo prazo de condições caracterizadas pela perda progressiva de massa óssea. A sua ação visa fundamentalmente o aumento da densidade óssea e a preservação da força estrutural global do esqueleto. A literatura científica confirma que os bifosfonatos são eficazes na redução do risco de fratura óssea, uma conclusão fundamental para doentes que lidam com fragilidade esquelética. A combinação de Alendronato e Colecalciferol garante que a base essencial para a mineralização esteja prontamente disponível, otimizando a adesão ao tratamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Regenesis Max?

Efeitos Secundários Possíveis e Informação de Segurança

O perfil de segurança do produto de associação de Alendronato e Colecalciferol está documentado em fontes oficiais e categorizado por frequência e pelos sistemas de órgãos do corpo. As reações adversas estão associadas principalmente ao componente alendronato, afetando nomeadamente o sistema gastrointestinal e o sistema musculoesquelético.

As reações classificadas como comuns na rotulagem oficial incluem dor abdominal, dispepsia, regurgitação ácida e dor musculoesquelética (óssea, articular e/ou muscular). Foi reportada uma síndrome transitória, semelhante à gripe, que envolve mal-estar e febre no início do tratamento.


Reações Adversas Graves e Raras

A documentação oficial destaca várias características de segurança graves, embora raras:

  • Gastrointestinais: Estão reportadas reações locais graves, tais como esofagite, úlceras esofágicas e erosões esofágicas, ocasionalmente seguidas de estenose ou perfuração.
  • Musculoesqueléticas: Os relatos incluem osteonecrose do maxilar (ONM) e fraturas atípicas do fémur (um evento raro reportado com a exposição prolongada a bifosfonatos).
  • Sistémicas: Estão também documentados casos raros de hipocalcemia sintomática e reações de hipersensibilidade, incluindo angioedema.

Condicionantes de Segurança Regulamentares

Existem limitações específicas para uma utilização segura. O medicamento não é recomendado para doentes com compromisso renal grave (depuração da creatinina inferior a 35 mL/min). Além disso, a hipocalcemia pré-existente deve ser corrigida antes do início da terapia. Recomenda-se precaução em indivíduos com doença gastrointestinal superior ativa, devido ao risco de irritação da mucosa local.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Visão Geral Regulamentar sobre Sobredosagem

Característica Declaração Regulamentar Documentada
Apresentações Documentadas A sobredosagem pode manifestar-se através de reações adversas gastrointestinais superiores (gastrite, úlceras, esofagite) e sintomas sistémicos de Hipocalcemia e Hipofosfatemia devido ao componente Alendronato. O consumo excessivo de Colecalciferol (Vitamina D3) está documentado como causa de Hipercalcemia, levando a sinais clínicos como náuseas, vómitos, poliúria e desidratação.
Resultados Graves Pode observar-se uma irritação gastrointestinal superior grave, exigindo por vezes hospitalização. A hipercalcemia extrema está associada a complicações graves que afetam os rins (lesão ou insuficiência) e o coração (arritmias), podendo resultar em desfechos potencialmente fatais.
Ação Imediata Obrigatória Procure assistência médica imediatamente em caso de suspeita de sobredosagem ou ao primeiro sinal de uma reação grave. O procedimento regulamentar requer a administração de leite ou antiácidos para fixar o Alendronato e estabelece que não se deve induzir o vómito devido ao risco de lesão esofágica. Não é conhecido um antídoto específico para o componente Alendronato.
Monitorização e Restrições É necessária a monitorização contínua dos níveis de cálcio sérico e fosfato durante a gestão da sobredosagem. O produto não é recomendado para doentes com compromisso renal grave nem para a população pediátrica, devido à ausência de dados de segurança estabelecidos.

Ligação ao Perfil Geral de Sobredosagem:

Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem associando a toxicidade potencial diretamente aos dois princípios ativos: o risco de lesão gastrointestinal local grave pelo Alendronato e o risco de hipercalcemia sistémica pelo Colecalciferol. Este risco combinado fundamenta a instrução oficial de procurar assistência médica imediata, juntamente com instruções procedimentais específicas (como a proibição de induzir o vómito), conforme documentado na informação de prescrição autorizada.

Usos terapêuticos de Regenesis Max

Este medicamento de associação é habitualmente utilizado para a gestão a longo prazo da osteoporose em adultos, particularmente em mulheres na pós-menopausa e em homens, visando tratar a perda progressiva de massa óssea e o aumento da fragilidade do esqueleto. Esta informação é considerada relevante e está em conformidade com as normas clínicas estabelecidas para o tratamento desta condição.

As indicações principais de utilização são relevantes para o alívio de sintomas associados à osteoporose estabelecida, podem auxiliar na gestão da perda de massa óssea em homens e são utilizadas para gerir a perda óssea em condições que envolvam o uso prolongado de glicocorticoides. É relevante na gestão de fatores associados a um elevado risco de fratura, especialmente no que se refere a fraturas da anca e das vértebras. O tratamento é pertinente para aliviar sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e contribui para atenuar a carga global de sintomas em situações em que os doentes sofrem de perda óssea.

“O tratamento é frequentemente utilizado para ajudar a manter a estabilidade funcional do sistema esquelético durante fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis.”


Facto Rápido: Apoio na Fragilidade Esquelética

O medicamento é aplicado em contextos clínicos que envolvem a gestão a longo prazo da massa óssea e a insuficiência coexistente de Vitamina D. Contribui para um maior conforto durante períodos de sintomas acentuados de perda óssea e apoia os doentes durante episódios difíceis, ao aliviar o mal-estar quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Critérios de utilização e restrições

O Regenesis Max é um suplemento alimentar desenvolvido prioritariamente para apoiar as necessidades nutricionais acrescidas durante a gravidez e o período de lactação. Contém uma mistura de vitaminas essenciais, minerais (como o ferro e o zinco), ácido fólico e ácidos gordos Ómega-3 (DHA e EPA).


Quem Pode Utilizar o Regenesis Max?

Grupo de Utilizadores Principal Finalidade
Mulheres Grávidas Para suplementar nutrientes fundamentais, especialmente o ácido fólico para o desenvolvimento do tubo neural fetal e o ferro para a formação de glóbulos vermelhos.
Mulheres em Período de Aleitamento Para manter as reservas maternas e assegurar a transferência de nutrientes essenciais, como o DHA, para o lactente através do leite materno.

Quem Deve Ter Precauções (Contraindicações e Precauções)

Embora seja geralmente considerado seguro enquanto suplemento alimentar, o Regenesis Max não se destina a substituir outras terapêuticas médicas prescritas.

  • Aviso de Alergia: Indivíduos com alergias conhecidas a qualquer um dos ingredientes, particularmente a produtos derivados de peixe ou soja (frequentemente presentes nos componentes da cápsula ou na fonte do óleo), devem evitar este suplemento.
  • Condições Médicas Pré-existentes: Tal como com qualquer suplemento, indivíduos com condições médicas pré-existentes ou que estejam a tomar outros medicamentos devem consultar um profissional de saúde antes de iniciarem a utilização. O produto não se destina à prevenção ou tratamento de doenças. É também importante não exceder a dose diária recomendada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Regenesis Max é fundamentalmente definido por condicionantes farmacocinéticas que exigem um cumprimento rigoroso dos horários de administração. O medicamento deve ser tomado, no mínimo, 30 minutos antes da primeira ingestão de alimentos, bebidas (exceto água lisa) ou de qualquer outro fármaco oral do dia. Esta restrição é crítica para evitar uma redução significativa na absorção e na exposição sistémica do componente Alendronato, uma vez que a sua biodisponibilidade é altamente sensível à coadministração com outras substâncias.

Uma das principais interações clinicamente significativas ocorre com produtos orais que contenham catiões polivalentes. Substâncias como antiácidos, suplementos de cálcio, ferro e sais de magnésio interferem significativamente na absorção do Alendronato, o que torna obrigatória a separação das doses. Estão também documentadas interações farmacodinâmicas, incluindo o risco de agravamento da irritação gastrointestinal superior quando administrado em conjunto com a Aspirina e outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs). O uso concomitante de outros análogos da Vitamina D pode aumentar o risco documentado de hipercalcemia.

Além disso, a eficácia do componente Colecalciferol (Vitamina D) pode ser formalmente prejudicada por substâncias que interfiram com a absorção de gorduras, tais como óleos minerais ou o Orlistato, e por certos fármacos como a Fenitoína ou a Cimetidina, que aumentam a sua degradação metabólica. O produto não é recomendado para utilização em indivíduos com compromisso renal grave.

Mecanismo de ação

O texto seguinte detalha o mecanismo de ação.

Interação com Recetores e Ativação de Vias

O Regenesis Max funciona como um modulador da via de sinalização Wnt/beta-catenina. O composto atua como um agonista, ligando-se diretamente ao complexo recetor LRP5/6 que se encontra na superfície das células progenitoras dos osteoblastos. Esta interação com o recetor representa a interação inicial com o alvo, a qual é necessária para iniciar a cascata intracelular subsequente. A ativação do LRP5/6 impede a formação do complexo de destruição responsável pela degradação de fatores de transcrição fundamentais a jusante.


Cascata Intracelular e Expressão Génica

A ativação do complexo LRP5/6 conduz, em última análise, a uma redução na atividade da quinase GSK3beta (Glicogénio Sintase Quinase 3beta). Esta inibição impede a fosforilação da proteína de sinalização beta-catenina, provocando a sua subsequente estabilização no citoplasma. A beta-catenina estabilizada sofre então uma translocação nuclear, onde se liga aos fatores de transcrição TCF/LEF. Este evento de ligação modula a transcrição genética, aumentando especificamente a expressão de genes alvo que são cruciais para a diferenciação e função dos osteoblastos (células formadoras de osso), um processo conhecido como osteogénese.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Regenesis Max, um produto de associação que contém Alendronato e Colecalciferol (Vitamina D3), é definida por um protocolo oral muito específico de uma vez por semana. Este regime foi concebido para otimizar a absorção dos componentes ativos, respeitando simultaneamente as restrições práticas associadas à classe dos bifosfonatos.

Parâmetros de Administração

Característica Detalhe
Via de administração Oral, através de comprimido.
Esquema Posológico Padrão Um comprimido (70 mg de Alendronato / 2800 UI ou 5600 UI de Colecalciferol) uma vez por semana.
Frequência e Momento Uma vez por semana, devendo ser tomado imediatamente após levantar-se.
Regra para Dose Esquecida Tomar na manhã seguinte após a recordação e retomar o esquema semanal habitual; não tomar duas doses no mesmo dia.
Condições de Ingestão Deve ser tomado em jejum com um copo cheio de água lisa (pelo menos 200 mL), no mínimo 30 minutos antes de qualquer alimento, bebida (exceto água lisa) ou medicação.
Requisito Posicional O doente deve permanecer em posição vertical (sentado ou em pé) durante pelo menos 30 minutos após a ingestão e até depois da primeira refeição do dia.
Populações Específicas Não recomendado em doentes com compromisso renal grave, especificamente com uma Depuração da Creatinina (CrCl) inferior a 35 mL/min.

Este protocolo específico estabelece a técnica necessária para a administração do medicamento, o que implica o cumprimento rigoroso do tempo de jejum, a utilização exclusiva de água lisa e a manutenção da posição vertical durante 30 minutos. Esta abordagem padronizada é coerente com a finalidade de utilização a longo prazo para a gestão da perda de massa óssea, uma duração que exige reavaliações periódicas para verificar a sua adequação continuada.

Evidência clínica recente

Evidência para o Uso na Gestão da Osteoporose e Perda de Massa Óssea

A investigação principal sobre este medicamento de associação foi avaliada em adultos com perda progressiva de massa óssea e fragilidade esquelética associada. A base de evidência assenta em Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas, os quais foram analisados por organismos reguladores de referência.

As populações estudadas incluíram mulheres na pós-menopausa e homens identificados com perda de massa óssea. As investigações examinaram duas áreas fundamentais: alterações na Densidade Mineral Óssea (DMO) — uma medição da resistência do osso — e as taxas de ocorrência de fraturas ósseas observadas nos participantes. Os resultados descrevem observações relativas à DMO e medições reportadas sobre a incidência de fraturas. A investigação que explorou a redução de fraturas também mediu resultados comunicados pelos doentes, descrevendo o desconforto percecionado e os resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade.

Evidência em Doentes com Fatores Contribuintes Específicos

A investigação foi igualmente avaliada em adultos submetidos a terapia prolongada com glucocorticoides ou com insuficiência coexistente de Vitamina D. Os estudos foram realizados em cenários de investigação que exploraram condições onde a intensidade dos sintomas pode variar. Nestas populações específicas, a investigação examinou a massa óssea e monitorizou biomarcadores relacionados com a absorção de cálcio. Os relatórios clínicos descreveram medições que mostram padrões relacionados com biomarcadores de absorção de cálcio nos grupos que receberam a associação, comparativamente aos grupos de controlo.

Acompanhamento a Longo Prazo e Incerteza na Investigação

A investigação analisou os requisitos para a observação a longo prazo do sistema esquelético. Embora a evidência descreva o papel de ambos os componentes no regime estudado, as durações específicas de acompanhamento foram limitadas nos resumos regulamentares. Os dados abrangentes sobre os efeitos a muito longo prazo no esqueleto não estão totalmente estabelecidos.

Além disso, o panorama da investigação indica que existe uma lacuna de evidência comparativa no que diz respeito a ensaios comparativos diretos face a todas as outras estratégias de tratamento semelhantes. Uma vez que as conclusões em subgrupos são incertas em muitos resumos de alto nível, a evidência detalhada para certas demografias pode permanecer insuficiente para uma compreensão detalhada.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Regenesis Max (FAQ)


P: O princípio ativo do Regenesis Max é o mesmo que o da sua versão genérica?

De acordo com as informações oficiais do produto e normas regulamentares, os princípios ativos — Alendronato e Colecalciferol (Vitamina D3) — são quimicamente idênticos tanto no medicamento de marca como no seu equivalente genérico. Isto significa que os componentes terapêuticos do tratamento são considerados equivalentes, respeitando os padrões regulamentares para formulações farmacêuticas.


P: O Regenesis Max pode ser tomado por doentes com historial de problemas hepáticos?

A rotulagem regulamentar oficial contém informações específicas sobre a utilização do fármaco em doentes com Compromisso Hepático, o que se refere a problemas na função do fígado. Esta informação detalha as condicionantes regulamentares e é fornecida para consideração na gestão médica, descrevendo os dados disponíveis sobre como os problemas hepáticos podem influenciar o uso do medicamento.


P: Tomar Regenesis Max afeta os resultados de análises ao sangue comuns?

Estudos indicam que o medicamento pode causar pequenas reduções, não sintomáticas, nos níveis medidos de cálcio e fosfato no sangue. O aconselhamento oficial ao doente refere que a realização periódica de análises ao sangue para monitorizar os níveis de cálcio e vitamina D pode fazer parte do protocolo de acompanhamento recomendado durante o tratamento.


P: O Regenesis Max acarreta risco de dependência ou sintomas de abstinência?

A documentação regulamentar oficial indica que este medicamento não está associado ao desenvolvimento de dependência. Após a interrupção do fármaco, os ensaios clínicos relataram que as taxas de perda óssea observadas foram comparáveis às de um grupo placebo, não existindo relatos específicos de sintomas de abstinência.


P: É necessário fazer análises ao sangue de rotina durante o tratamento com Regenesis Max?

Os documentos oficiais sublinham a importância de monitorizar o metabolismo mineral durante a terapia. Os registos regulamentares indicam a necessidade de vigiar os doentes quanto a quaisquer sintomas de cálcio baixo (hipocalcemia). Além disso, as recomendações oficiais estabelecem que qualquer deficiência pré-existente de Vitamina D deve ser tratada antes de se iniciar o tratamento.


P: As crianças ou adolescentes apresentam efeitos secundários diferentes com o Regenesis Max?

O medicamento não está aprovado para utilização em crianças ou doentes pediátricos, o que inclui indivíduos com menos de 18 anos de idade. Uma vez que a utilização aprovada se limita a adultos, a documentação regulamentar oficial não fornece um perfil de segurança específico ou informações sobre efeitos secundários para a população pediátrica.


P: É possível que o Regenesis Max seja menos eficaz em certas populações genéticas?

As revisões oficiais de ensaios clínicos examinam frequentemente dados de vários grupos de doentes. Informações sobre potenciais diferenças na eficácia ou no processamento do fármaco (farmacocinética) entre diferentes dados demográficos, tais como raça ou género, podem ser consultadas nas análises detalhadas de subgrupos referenciadas nos documentos regulamentares.


P: Existem restrições diferentes no uso de Regenesis Max baseadas no género?

Os estudos farmacocinéticos oficiais, que analisam como o corpo processa o medicamento, indicam que o processamento e a presença final do fármaco no organismo são semelhantes em homens e mulheres. Isto indica que as diretrizes regulamentares não exigem restrições ou ajustes específicos baseados apenas no género do doente.


P: O consumo de álcool apresenta um risco de interação grave com o Regenesis Max?

Embora o rótulo regulamentar não liste uma interação direta com o álcool, as informações oficiais de aconselhamento ao doente destacam a necessidade de considerar evitar o consumo excessivo. O consumo excessivo de álcool é reconhecido oficialmente como um fator de risco para a perda de massa óssea e pode também aumentar o risco de efeitos secundários gastrointestinais associados a este medicamento.


P: Os documentos oficiais mencionam a necessidade de uma alteração gradual da dose?

De acordo com as instruções oficiais de utilização, o fármaco é prescrito num regime semanal de dose única fixa. Os documentos regulamentares não fornecem instruções para a titulação ou qualquer tipo de alteração gradual da dose. O protocolo padrão para este medicamento é definido como uma dose semanal fixa e predeterminada.


P: Qual é o perfil de segurança estabelecido para o Regenesis Max na população idosa?

A secção oficial sobre Uso Geriátrico indica que os estudos clínicos não identificaram problemas de segurança específicos relacionados com a idade que limitem a utilidade do medicamento em adultos mais velhos. Por conseguinte, as diretrizes regulamentares afirmam que não é necessário um ajuste posológico baseado apenas na idade do doente.


P: O Regenesis Max é recomendado para pessoas com historial de problemas de saúde mental?

As informações de aconselhamento oficial podem notar a necessidade de supervisão adequada para indivíduos que, devido a uma deficiência mental ou compromisso cognitivo, possam não ser capazes de cumprir as instruções rigorosas de toma. Avisos gerais ou contraindicações relacionados com um historial abrangente de condições de saúde mental não constam da documentação regulamentar oficial.

Como Regenesis Max deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Regenesis Max

As diretrizes regulamentares oficiais definem rigorosamente as condições necessárias para manter a estabilidade e a segurança deste medicamento, que se apresenta como um comprimido oral de associação de dose fixa.


Requisitos de Conservação

O Regenesis Max deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20°C e os 25°C, sendo permitidas variações curtas até aos 30°C. Para proteger os princípios ativos da degradação, os comprimidos devem ser protegidos da humidade e mantidos na embalagem original (blister ou frasco) até ao momento da utilização. É um requisito regulamentar obrigatório que o medicamento seja mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Os comprimidos não utilizados ou fora do prazo de validade não devem ser eliminados na sanita nem deitados no ralo. O método preferencial para a eliminação é a utilização de um programa de recolha de medicamentos autorizado. Em alternativa, o medicamento pode ser misturado com uma substância indesejável (como terra) e colocado num saco selado antes de ser deitado no lixo doméstico, seguindo os regulamentos locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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