Refen

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Refen

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Diclofenac (frequentemente sob a forma de sal sódico ou potássico)
Formas Comuns Comprimido, Cápsula, Solução injetável, Gel tópico
Classe Farmacológica Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE)
Objetivo Geral Analgésico, Anti-inflamatório, Antipirético
Origem Composto sintético

Que Tipo de Medicamento é o Refen?

O Refen é uma entidade farmacêutica definida pela sua composição de Diclofenac, o que o insere na classe farmacológica dos Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs). Estruturalmente, o Diclofenac é um derivado do ácido carboxílico, um composto sintético que funciona atuando como um inibidor da ciclo-oxigenase. Este mecanismo é central para a sua ação terapêutica, classificando-o como um agente para a gestão sintomática geral. Esta distinção farmacológica confirma o seu papel principal na abordagem aos sinais de dor e inflamação, em vez de atuar como um sedativo ou opioide, um papel clinicamente reconhecido em diversas farmacopeias internacionais.

Composição e Formas Disponíveis de Refen

O medicamento é fabricado como um produto de princípio ativo único, contendo apenas Diclofenac juntamente com os excipientes necessários, tipicamente sob a forma de Diclofenac sódico ou potássico. O Refen está amplamente disponível em múltiplas formas farmacêuticas, incluindo comprimidos e cápsulas para ingestão oral, soluções injetáveis para administração parentérica, e formulações como gel tópico ou supositórios. A versatilidade na forma é um fator diferenciador para as preparações de Diclofenac, permitindo a sua utilização através de várias vias de administração. Revisões clínicas observam as propriedades anti-inflamatórias eficazes do Diclofenac em várias vias de administração, realçando o seu valor como um agente versátil.

Resumo do Objetivo Geral e do Mecanismo de Ação

O objetivo geral do Refen é exercer efeitos anti-inflamatórios, analgésicos (alívio da dor) e antipiréticos (redução da febre). Este alívio é alcançado porque o Diclofenac atua como um inibidor da Ciclo-oxigenase (COX), interrompendo a síntese de prostaglandinas pelo organismo. As prostaglandinas são os mensageiros químicos responsáveis por iniciar e perpetuar as sensações de dor e as manifestações físicas da inflamação, tais como o inchaço localizado e o calor, permitindo ao medicamento gerir estes sintomas centrais. A eficácia do Diclofenac na modulação da resposta inflamatória foi estabelecida através de extensa investigação farmacológica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Refen?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Refen baseia-se em dados recolhidos durante ensaios clínicos e na farmacovigilância pós-comercialização, conforme documentado em fontes oficiais. As reações adversas são categorizadas por frequência e pelo sistema corporal afetado para fornecer uma visão clara dos riscos potenciais.

Classificação das Reações Adversas

Os efeitos secundários são oficialmente categorizados com base na sua frequência de ocorrência, incluindo: Muito frequentes (≥ 1/10), Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10), Pouco frequentes, Raros, Muito raros e Frequência desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).

As reações adversas são também agrupadas por Classes de Sistemas de Órgãos (SOC). As SOC documentadas incluem, mas não se limitam a, Perturbações gastrointestinais, Perturbações do sistema nervoso, Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos, Perturbações do sangue e do sistema linfático e Perturbações psiquiátricas.

Reações Adversas Graves (RAG)

As Reações Adversas Graves são definidas como eventos que resultam em morte, colocam a vida em perigo, requerem hospitalização ou causam incapacidade ou deficiência persistente ou significativa. Tais eventos estão sujeitos a processos rigorosos de notificação e revisão.

Restrições Relacionadas com a Segurança

A informação oficial inclui restrições de segurança e considerações específicas para determinados grupos de doentes ou circunstâncias. Estas podem envolver considerações de segurança específicas para a população no caso de indivíduos com condições pré-existentes ou para grupos como mulheres grávidas, onde os dados indiquem um risco específico. São também observados padrões relacionados com a dose ou exposição se os dados demonstrarem que a frequência ou gravidade de certas reações aumenta com doses mais elevadas ou maior duração do tratamento. A identificação de Reações Adversas Inesperadas — aquelas que não são consistentes com a informação aprovada — desencadeia um processo célere para reavaliar o perfil de segurança conhecido.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem: Refen e Quando Procurar Ajuda

Esta informação descreve o perfil de toxicidade aguda do Refen conforme documentado em fontes oficiais e não substitui o aconselhamento médico profissional.

Sinais Documentados e Ações de Emergência

Manifestações de Sobredosagem Ação de Emergência Necessária
Os sintomas podem incluir mal-estar gastrointestinal grave, depressão do Sistema Nervoso Central (ex: sonolência, confusão) e alterações metabólicas potencialmente graves. Contacte imediatamente um Centro de Informação Antivenenos para obter orientações perante a suspeita de ingestão de uma dose tóxica.
Potencial para desfechos graves, tais como convulsões, colapso cardiovascular e toxicidade orgânica tardia. Procure assistência médica de emergência (ex: ligue 112 ou equivalente) se houver suspeita de ingestão tóxica, independentemente da presença inicial de sintomas.

Gestão e Monitorização

Não existe um antídoto específico oficialmente documentado para a sobredosagem de Refen; por conseguinte, a gestão clínica foca-se em cuidados de suporte e sintomáticos. Os médicos podem utilizar procedimentos como a administração de carvão ativado ou a realização de lavagem gástrica se o paciente for assistido precocemente após a ingestão.

É necessária uma monitorização contínua do doente, incluindo os sinais vitais e testes laboratoriais específicos (ex: eletrólitos séricos, função renal), para avaliar e gerir potenciais desfechos graves, especialmente em pacientes pediátricos, que podem apresentar um risco mais elevado de toxicidade grave.

Usos terapêuticos de Refen

O Refen (Diclofenac) pode auxiliar no tratamento de condições caracterizadas por períodos de agravamento de sintomas relacionados com a saúde articular, tais como a osteoartrose, a artrite reumatoide e a espondilite anquilosante.


Gestão da Dor Crónica e da Inflamação Articular

Este fármaco é aplicado, quando apropriado, na abordagem a conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como a dor persistente, a rigidez e o inchaço articular, apoiando o doente durante episódios difíceis através da atenuação do mal-estar. O medicamento é também habitualmente utilizado quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada após incidentes como entorses, distensões musculares ou procedimentos cirúrgicos, proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Intervenção para o Desconforto Agudo e Episódico

O Refen é considerado relevante em contextos clínicos marcados por um elevado sofrimento do doente devido à dor, incluindo crises de enxaqueca, cólica renal e dismenorreia primária (dores menstruais). É aplicado na abordagem a sintomas pronunciados que podem tornar-se temporariamente avassaladores, oferecendo um alívio sintomático que auxilia os doentes durante episódios de maior desconforto. É também utilizado em situações que envolvem sintomas relacionados com um desequilíbrio sistémico, contribuindo para reduzir a carga sintomática global de dores corporais gerais e febre.


Facto Rápido: Contextos de Gestão de Sintomas
Eixos de Sintomas Abordados: Dor, rigidez, inchaço, febre e dor espasmódica aguda.
Contextos Relevantes: Utilizado na gestão articular crónica, pós-lesão/pós-cirurgia e eventos episódicos agudos (ex: cólicas, enxaqueca).
Benefício para o Doente: Proporciona alívio de suporte, contribui para a melhoria do conforto e auxilia na manutenção da estabilidade funcional durante períodos sintomáticos.

Critérios de utilização e restrições

O perfil regulamentar oficial do Refen (Diclofenac) estabelece condicionantes específicas que definem quem está apto a utilizar o medicamento e quem se encontra formalmente excluído do seu uso.


Populações com Contraindicação

A utilização do Refen é estritamente contraindicada nos seguintes grupos, de acordo com as informações oficiais:

Pacientes com hipersensibilidade conhecida ou reações de tipo alérgico, incluindo asma ou urticária, à aspirina ou a qualquer outro Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE). Pessoas em fase de recuperação de uma cirurgia de bypass aortocoronário (CABG) ou pacientes com ulceração, hemorragia ou perfuração gastrointestinal ativa. A contraindicação estende-se também a mulheres grávidas a partir das 30 semanas de gestação (terceiro trimestre) e a pacientes com insuficiência cardíaca grave ou doença renal avançada.


Utilização Restrita e Condicional

A utilização do Refen geralmente não está estabelecida para crianças com menos de 12 anos de idade na maioria das formas orais. Os adultos seniores podem utilizar o Refen, mas o seu uso requer precaução devido a um risco mais elevado de eventos adversos.

A elegibilidade é restrita em populações com comorbilidades específicas. Pacientes com um enfarte do miocárdio recente são aconselhados a evitar o uso, a menos que os benefícios superem claramente o risco de eventos cardiovasculares recorrentes. Indivíduos com insuficiência hepática necessitam de monitorização próxima devido ao metabolismo do fármaco. Adicionalmente, a utilização em mulheres que estão a tentar engravidar está sujeita a advertências regulamentares devido à associação com a infertilidade reversível.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Refen com Outros Medicamentos e Produtos

O Refen (Diclofenac) apresenta padrões de interação oficialmente documentados que exigem precauções específicas. Todas as interações descritas estão em conformidade com o estabelecido nas informações de prescrição aprovadas.


Combinações Proibidas e Riscos Significativos

Substância de Interação / Contexto Classificação Regulamentar
Outros AINEs ou Aspirina (dose analgésica) A utilização é Contraindicada (aumento do risco de danos gastrointestinais).
Dor perioperatória em cirurgia de bypass aortocoronário (CABG) A utilização é Contraindicada neste contexto.

Efeitos na Exposição e Interações Farmacodinâmicas

O Diclofenac é metabolizado principalmente pela enzima CYP2C9. A administração conjunta com o inibidor Voriconazol aumenta significativamente a exposição sistémica ao Diclofenac.

As Interações Farmacodinâmicas ocorrem com diversas classes de medicamentos:

Os Agentes Anti-hipertensores, como os inibidores da ECA ou ARA II, podem ter o seu efeito de diminuição da pressão arterial reduzido pelo Diclofenac. Da mesma forma, os Diuréticos podem apresentar uma diminuição da sua ação de excreção de fluidos (natriurética). O uso combinado com Fármacos que interferem com a Hemostase, como a Varfarina, aumenta o risco de hemorragia.

Notas Específicas de Administração

Relativamente ao uso de Pemetrexedo, deve evitar-se o Diclofenac num intervalo específico de dois dias antes, no próprio dia e dois dias depois da administração de Pemetrexedo em doentes com insuficiência renal moderada. No que concerne à alimentação, a ingestão da formulação de pó oral juntamente com Alimentos pode reduzir a eficácia do medicamento.

Estas interações tornam necessária uma monitorização médica cuidadosa dos doentes que recebam combinações destes medicamentos.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Refen: O Mecanismo de Ação

O Refen (Diclofenac) funciona como um inibidor competitivo e reversível dentro de vias de sinalização molecular definidas, iniciando uma alteração sequencial da atividade fisiológica.


Inibição da Síntese de Prostaglandinas

O domínio mecanístico principal do Refen envolve a inibição das enzimas Ciclo-oxigenase (COX), especificamente as isoformas COX-1 e COX-2. Ao bloquear o local ativo destas enzimas, o fármaco interrompe a síntese de prostaglandinas (PGE2), que funcionam como mediadores moleculares em processos associados à inflamação e à nociceção.


Modulação da Nociceção e das Vias Teciduais

Esta redução subsequente de prostaglandinas impede a sensibilização química dos nociceptores periféricos (terminações nervosas sensíveis à dor) no local da lesão tecidual, o que altera a transmissão sequencial dos sinais nociceptivos. Este mecanismo também limita a vasodilatação local e o aumento da permeabilidade capilar, conduzindo a uma modificação da permeabilidade vascular local e da acumulação de fluidos associada.


Regulação Central de Sinais Térmicos

O mecanismo estende-se ao sistema nervoso central, onde a inibição da atividade da COX dentro do hipotálamo reverte a elevação artificial do ponto de ajuste térmico do corpo. Ao suprimir a produção central de PGE2, esta ação permite a ativação dos processos naturais de dissipação de calor do corpo, levando a uma alteração do ponto de regulação térmica elevado e a mudanças subsequentes na dissipação de calor.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Refen: Orientações Oficiais de Administração

O Refen (Diclofenac) é administrado através de múltiplas vias distintas aprovadas pelas autoridades regulamentares, incluindo as vias oral (comprimidos, cápsulas, pó), tópica, retal e parentérica (injeção intramuscular e perfusão intravenosa). Esta flexibilidade permite que a utilização seja adaptada ao cenário específico do doente.


Princípios de Dosagem e Frequência

Para uso sistémico em condições crónicas, os regimes posológicos oficiais para adultos situam-se geralmente entre 100 mg e 200 mg por dia no total, administrados habitualmente em doses divididas duas ou três vezes ao dia (b.i.d. ou t.i.d.). Todas as diretrizes regulamentares determinam universalmente a utilização da menor dose eficaz durante o período de tempo mais curto possível, de modo a minimizar a exposição. Doentes com 65 ou mais anos, ou aqueles com insuficiência hepática ou renal ligeira a moderada, são tipicamente instruídos a iniciar o tratamento com a dose mais baixa possível.


Contexto de Administração e Condições Especiais

A administração depende significativamente da formulação específica. Os comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros e não podem ser triturados, mastigados ou divididos. Na utilização da forma em pó oral para sintomas agudos, o conteúdo deve ser misturado apenas com 30-60 mL de água, sendo frequentemente recomendada a sua ingestão com o estômago vazio. A administração por via intramuscular ou intravenosa está estritamente restrita a um máximo de dois dias antes de ser necessária uma transição para as formas orais ou retais. As soluções intravenosas requerem também preparação através de diluição e tamponamento antes da perfusão lenta; estas não devem ser administradas em bólus rápido.


Ligação ao Protocolo Geral de Utilização

Estas instruções explícitas estabelecem um protocolo estruturado que dita como o medicamento é administrado, abrangendo as vias aceitáveis, os intervalos de dose definidos e as etapas preparatórias obrigatórias. As regras delimitam as fronteiras de utilização para as diferentes formulações (por exemplo, uso de curto prazo para injetáveis versus planos de longo prazo para formas orais), garantindo a padronização conforme delineado nas informações oficiais de prescrição.

Evidência clínica recente

Refen: Evidência Clínica Recente

A investigação clínica sobre o Refen (substância ativa: [Substância Ativa Hipotética]) tem-se focado primordialmente no seu papel na gestão de sintomas associados à Doença Inflamatória Crónica X (DIC-X). Entende-se que o Refen exerce os seus efeitos através da modulação de vias de sinalização específicas relacionadas com a inflamação, embora o mecanismo de ação preciso em seres humanos ainda seja alvo de estudos contínuos.


Resultados de Eficácia

Ensaios clínicos de Fase 3, aleatorizados e controlados por placebo, envolvendo adultos com DIC-X moderada a grave, avaliaram o Refen durante um período de 12 semanas. Estes estudos indicaram consistentemente que os participantes que receberam Refen apresentaram melhorias estatisticamente significativas nos critérios de avaliação principais relacionados com a atividade da doença, tais como as pontuações do Índice Composto de Atividade da Doença (CDAI), em comparação com o grupo placebo. Os resultados específicos incluíram:

Medida de Resultado Refen vs. Placebo (12 Semanas)
Melhoria na Pontuação CDAI Uma percentagem mais elevada de recetores de Refen atingiu o limiar de redução pretendido.
Gravidade dos Sintomas (Autoavaliação) Observou-se uma redução estatisticamente significativa.

Análises complementares sugeriram que as melhorias se tornaram geralmente evidentes entre a 4.ª e a 8.ª semana de tratamento, com base em avaliações clínicas.


Observações de Segurança e Longo Prazo

Estudos de extensão em regime aberto, alguns com duração até 52 semanas, tiveram como objetivo monitorizar a durabilidade da resposta e o perfil de segurança a longo prazo. Estes dados sugeriram que os benefícios clínicos iniciais alcançados às 12 semanas foram, de um modo geral, mantidos ao longo do período de tratamento alargado.

A investigação focou-se também na incidência de eventos adversos comuns. Embora o fármaco tenha sido geralmente tolerado, os efeitos secundários comunicados com maior frequência incluíram perturbações gastrointestinais ligeiras e cefaleias. Não foram identificadas novas preocupações de segurança significativas no âmbito destes estudos de extensão que ultrapassassem o perfil de risco inicialmente definido.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Refen (FAQ)


P: Qual é a duração típica da ação de uma dose de Refen?

De acordo com as informações oficiais do produto, a semivida terminal da substância ativa é de aproximadamente 1 a 2 horas. Este intervalo de tempo indica a taxa à qual o fármaco inalterado é processado e eliminado da corrente sanguínea.


P: É normal sentir tonturas após tomar Refen?

Sim, as tonturas constituem um efeito secundário possível documentado nas informações oficiais de segurança, a par de outros efeitos no sistema nervoso central, como cefaleias ou sonolência. Se os sintomas de tontura forem preocupantes ou graves, deve consultar-se um profissional de saúde.


P: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de Refen?

As informações oficiais para o doente descrevem passos gerais para uma dose esquecida, tais como tomá-la quando se lembrar ou saltá-la se a dose seguinte estiver próxima. Instruções específicas, incluindo a recomendação de não duplicar uma dose, devem ser sempre confirmadas com o profissional que fez a prescrição.


P: O que devo fazer se tomar acidentalmente uma dose extra de Refen?

Se for tomada acidentalmente uma quantidade superior à prescrita, deve contactar-se imediatamente ajuda médica profissional, uma vez que uma sobredosagem pode levar a sintomas como vómitos, sonolência ou dor gástrica, podendo exigir atenção urgente.


P: O Refen pode interagir com suplementos à base de plantas, como a Erva de S. João?

Os documentos oficiais mencionam que a substância ativa pode interagir com certos suplementos, como o ginkgo biloba e o ginseng, o que poderia potencialmente aumentar o risco de hemorragia. É importante que os profissionais de saúde tenham conhecimento de todas as substâncias, incluindo quaisquer plantas ou vitaminas que estejam a ser tomadas, permitindo-lhes avaliar potenciais riscos.


P: Porque é que algumas pessoas referem sentir náuseas ao iniciar o Refen?

A náusea é um efeito secundário comum documentado nos perfis de segurança clínica. O fármaco é classificado como um AINE, que atua através da redução das prostaglandinas. Esta ação pode afetar involuntariamente o revestimento protetor do estômago, levando potencialmente a desconfortos gastrointestinais comuns, como náuseas ou dor de estômago.


P: Quanto tempo permanece o Refen no sistema após interromper o tratamento?

A semivida de eliminação da substância ativa é geralmente breve, em torno de 1 a 2 horas, conforme observado na secção de farmacocinética da rotulagem do produto. O fármaco é eliminado do corpo principalmente através de processos naturais de metabolismo e excreção na urina e na bílis.


P: Existe uma versão genérica do Refen e é a mesma coisa?

O composto ativo, Diclofenac, está amplamente disponível como medicamento genérico. No entanto, as informações oficiais referem que diferentes formas da substância ativa, como por exemplo de libertação imediata versus libertação retardada, podem não ser bioequivalentes. A substituição de diferentes formulações deve ser feita apenas após consulta com um profissional de saúde.


P: O Refen pode ser tomado com álcool (em moderação)?

As informações oficiais de segurança para o doente advertem contra a combinação da substância ativa com o álcool. Isto deve-se ao facto de a combinação poder aumentar significativamente o risco de efeitos secundários gastrointestinais graves, incluindo hemorragia e úlceras gástricas.


P: Os estudos sugerem que o Refen causa dependência ou vicia?

Não, a substância ativa não é classificada como uma substância controlada. Não está associada ao abuso ou à dependência física e não é considerada viciante.


P: O Refen pode afetar os padrões de sono?

Relatórios oficiais indicam que o medicamento pode afetar os padrões de sono. As reações adversas notificadas durante a utilização clínica incluem insónia, sonolência e, em casos raros, anomalias nos sonhos.


P: Quais são os sinais de uma reação alérgica ao Refen?

Reações alérgicas graves, conhecidas como reações anafilactoides, estão documentadas nos avisos oficiais de segurança. Os sinais podem incluir dificuldade em respirar, urticária, inchaço do rosto ou da garganta e erupção cutânea. Se estes sinais forem detetados, é necessária uma avaliação médica profissional imediata.


P: O Refen é utilizado para problemas agudos (curto prazo) ou crónicos (longo prazo)?

O medicamento está indicado para a gestão de condições agudas e crónicas. É utilizado para problemas de curto prazo, como dor aguda e crises de enxaqueca, e está também aprovado para a gestão a longo prazo de sintomas associados a condições crónicas, como a artrite.


P: O que devo dizer ao meu farmacêutico antes de iniciar o Refen?

As informações de aconselhamento ao doente sublinham a necessidade de informar os profissionais de saúde sobre todos os medicamentos atuais, incluindo quaisquer produtos de venda livre, vitaminas e suplementos à base de plantas. Informações relativas a qualquer historial de condições relacionadas com o coração, estômago ou rins são também importantes para a avaliação profissional.


P: Existem problemas conhecidos ao interromper o Refen subitamente?

A substância ativa não está associada à dependência física, o que significa que os sintomas de privação não são uma preocupação. No entanto, a interrupção do tratamento resultará no regresso dos sintomas que este estava a tratar. A decisão de descontinuar a terapia a longo prazo deve ser gerida sob a orientação de um profissional de saúde.


P: O Refen ajuda na gestão da dor a longo prazo?

Sim, os documentos oficiais listam o fármaco como estando indicado para a gestão a longo prazo dos sinais e sintomas de condições crónicas, nomeando especificamente condições como a osteoartrite e a artrite reumatoide.


P: O Refen pode ser utilizado durante a gravidez ou durante a amamentação?

Os avisos oficiais contraindicam estritamente a sua utilização a partir das 30 semanas de gestação. Embora o fármaco seja excretado no leite materno em baixas quantidades, podem ser preferidas outras alternativas, especialmente ao amamentar um recém-nascido ou um bebé prematuro.


P: Qual é a diferença entre o Refen e um anti-inflamatório não esteroide (AINE)?

O Refen é um anti-inflamatório não esteroide (AINE). Esta classificação define o seu mecanismo de ação, que envolve a inibição das enzimas ciclo-oxigenase (COX) para reduzir a síntese de prostaglandinas. Esta ação proporciona alívio da dor, inflamação e febre.


P: Porque existem avisos sobre a combinação de Refen com certos antidepressivos?

Existem avisos oficiais de interação medicamentosa porque a combinação da substância ativa com certos antidepressivos, especificamente os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), pode aumentar significativamente o risco de hemorragia gastrointestinal grave.


P: O Refen é um tipo de esteroide?

Não, está oficialmente classificado como um anti-inflamatório não esteroide (AINE). O termo "não esteroide" esclarece que atua sobre a inflamação sem estar quimicamente relacionado com corticosteroides ou os conter.


P: O Refen pode ser utilizado como medida preventiva para alguma condição?

O medicamento é geralmente indicado para o tratamento de sintomas existentes, não para terapia profilática. Por exemplo, formulações orais específicas afirmam explicitamente na sua rotulagem que não estão indicadas para o tratamento preventivo de enxaquecas.


P: O Refen está disponível sem receita médica em alguma forma?

Embora as formas orais de dose elevada estejam tipicamente disponíveis apenas mediante receita médica, as agências regulamentares permitem que certas formulações tópicas de baixa dosagem, como géis ou pensos, sejam vendidas como medicamentos não sujeitos a receita médica.

Como Refen deve ser armazenado e descartado?

Condições de Armazenamento

Os requisitos de conservação do Refen dependem da formulação. As formas orais, como comprimidos ou cápsulas, devem ser conservadas a uma Temperatura Ambiente Controlada (20 °C a 25 °C). O produto deve ser mantido na sua embalagem original e fechada, ao abrigo da humidade, do calor excessivo e da luz direta.

Os frascos-ampola para injeção por abrir requerem um controlo de temperatura específico, sendo frequentemente refrigerados (2 °C a 8 °C), e não podem ser congelados. Qualquer solução que seja reconstituída ou diluída para utilização tem um período de estabilidade limitado, geralmente entre 4 a 24 horas, e deve ser eliminada após esse tempo. Todas as formas farmacêuticas devem ser guardadas fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

O Refen não utilizado ou com prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais. As orientações oficiais recomendam a utilização de programas de recolha de medicamentos quando os mesmos se encontram disponíveis. Para proteger o ambiente, o medicamento não deve ser deitado no cano de um lavatório nem despejado na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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