Refalgin

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Refalgin

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Refalgin

O que é o Refalgin? (Identidade e Propósito Geral)

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Metamizol sódico (Dipirona)
Forma Principalmente Comprimidos Orais
Classe Farmacológica Analgésico não opioide, Antipirético, Espasmolítico
Objetivo Geral Alívio de dor intensa, febre alta e espasmos da musculatura lisa
Origem Sintética, Derivado da Pirazolona

O Refalgin é um produto farmacêutico definido pela sua composição, que inclui o princípio ativo metamizol sódico. Trata-se de um medicamento sintético de substância única, classificado como um analgésico não opioide, sendo tipicamente fabricado em comprimidos orais que contêm frequentemente 500 mg da substância.

Refalgin: Um Analgésico Não Opioide da Classe das Pirazolonas

A entidade química central do Refalgin é o composto ativo metamizol sódico, também frequentemente reconhecido pela sua denominação comum internacional, dipirona. O composto pertence à família dos derivados da pirazolona, inserindo-o no grupo mais abrangente dos analgésicos não opioides, conforme confirmado pelo sistema de classificação Anatómica Terapêutica Química (ATC) da Organização Mundial de Saúde. Esta substância é clinicamente reconhecida por proporcionar um alívio significativo da dor que, muitas vezes, excede o dos agentes convencionais de venda livre, uma conclusão apoiada por estudos farmacológicos publicados em revistas de especialidade. Esta estrutura química distingue-o como um analgésico atípico, posicionando-o de forma diferente dos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) clássicos.

Composição e Propósito Terapêutico Geral

O propósito do Refalgin baseia-se inteiramente nos efeitos terapêuticos mediadores do composto metamizol sódico, que funciona como um pró-fármaco. O medicamento proporciona uma combinação única de benefícios terapêuticos: um forte efeito analgésico (alívio da dor), um efeito antipirético eficaz (redução da febre) e um efeito espasmolítico distinto (relaxamento muscular). As autoridades reguladoras classificam o metamizol como possuindo propriedades antiespasmódicas claras, confirmando a sua utilidade para além do simples controlo da dor e da febre. Isto indica que o fármaco ajuda a atenuar o desconforto associado a cãibras e espasmos musculares involuntários. A substância ativa é inteiramente sintética e não é derivada de fontes naturais, o que a torna uma entidade farmacêutica pura utilizada para o alívio sintomático agudo de dor intensa, tal como a que é sentida durante um episódio de cólica renal.

Quais efeitos secundários são possíveis com Refalgin?

O perfil de segurança oficial do Refalgin, baseado na documentação regulamentar do Metamizol sódico, é definido principalmente pelo potencial de reações adversas raras, mas graves, que afetam o sangue e o sistema imunitário.

Reações Adversas Documentadas e Frequência

Os efeitos adversos são categorizados de acordo com a frequência estabelecida pelas autoridades regulamentares. As preocupações de segurança mais críticas estão relacionadas com distúrbios hematológicos e hipersensibilidade grave.

Classificação Reações Representativas
Raras (1 em 1.000 a 1 em 10.000) Agranulocitose, Leucopenia, Reações anafilactoides, Erupção cutânea (rash)
Muito Raras (menos de 1 em 10.000) Anemia aplástica, Pancitopenia, Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), Necrólise Epidérmica Tóxica (NET)
Pouco Frequentes (1 em 100 a 1 em 1.000) Hipotensão isolada, Erupção medicamentosa fixa
Desconhecidas Lesão renal aguda, Hemorragia gastrointestinal

Considerações Graves de Segurança

As reações adversas mais graves documentadas em fontes regulamentares incluem a agranulocitose, um distúrbio dos glóbulos brancos potencialmente fatal, e respostas imunitárias severas como o choque anafilático ou doenças cutâneas fatais, tais como a SSJ e a NET. Os rótulos regulamentares observam que o início da agranulocitose é imprevisível e pode ocorrer em qualquer momento durante a exposição ao fármaco.

Restrições para Populações Específicas

O medicamento está sujeito a restrições regulamentares para populações específicas. O uso é restrito a indivíduos com distúrbios hematopoiéticos pré-existentes (condições que afetam a formação de células sanguíneas) e é geralmente contraindicado em doentes com historial conhecido de asma induzida por analgésicos ou certas condições imunitárias, devido a um risco aumentado de hipersensibilidade grave. É também recomendada precaução no uso em doentes com insuficiência renal ou hepática grave, uma vez que a redução da função dos órgãos pode afetar a eliminação da substância.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda médica

A sobredosagem com Refalgin (Metamizol sódico) está oficialmente documentada como apresentando manifestações clínicas específicas. Estas podem incluir toxicidade gastrointestinal, náuseas, vómitos, dores de cabeça, tonturas (vertigens) e sonolência. Em casos graves, o perfil oficial destaca o risco de resultados sistémicos potencialmente fatais, incluindo insuficiência hepática aguda, reações adversas cutâneas graves (como a Síndrome de Stevens-Johnson ou Necrólise Epidérmica Tóxica) e complicações cardiovasculares, como o choque anafilático.

A preocupação mais crítica documentada em declarações regulamentares é o potencial de agranulocitose (uma diminuição acentuada dos glóbulos brancos). É necessária assistência médica imediata, e o medicamento deve ser interrompido, se forem observados quaisquer sinais sugestivos desta condição. Estes gatilhos de emergência fundamentais incluem o aparecimento de febre alta, calafrios, dor de garganta persistente ou o surgimento de lesões dolorosas nas superfícies das mucosas (por exemplo, na boca). É necessária a realização de um hemograma para avaliação imediata caso estes sintomas se desenvolvam.

Como não se conhece nenhum antídoto específico para o Metamizol sódico, as orientações regulamentares focam-se no tratamento geral sintomático e de suporte. Medidas de procedimento para limitar a absorção do fármaco, tais como a descontaminação gastrointestinal ou a utilização de carvão ativado, estão oficialmente descritas para a gestão de uma sobredosagem aguda.

Usos terapêuticos de Refalgin

Para que serve o Refalgin: principais utilizações e benefícios

O Refalgin é um dispositivo médico indicado para o tratamento do refluxo gástrico, atuando no alívio dos sintomas associados ao refluxo gastroesofágico e às complicações que este pode causar na mucosa do esófago e da faringe. A sua principal função é reduzir os episódios em que o conteúdo ácido do estômago sobe para o esófago, proporcionando uma barreira mecânica que impede este movimento retrógrado.

Este tratamento é frequentemente utilizado para mitigar sintomas comuns, tais como a pirose (sensação de azia ou queimadura atrás do esterno), a regurgitação ácida e a dor epigástrica. Além disso, o Refalgin é indicado em situações de tosse irritativa e rouquidão (disfonia) provocadas pelo refluxo de substâncias gástricas que atingem a zona da laringe e faringe.

Os benefícios do Refalgin residem na sua capacidade de promover a rapidez no alívio do desconforto gástrico e na proteção dos tecidos sensíveis. Ao criar uma barreira protetora, o produto auxilia no processo de regeneração da mucosa que possa ter sofrido irritação devido ao contacto prolongado com o ácido gástrico. É também utilizado como coadjuvante em processos de cicatrização de esofagites e na prevenção de recidivas em doentes com refluxo crónico.

A utilização deste dispositivo permite o controlo dos sintomas sem interferir necessariamente com os processos digestivos naturais, focando-se na gestão mecânica do refluxo e na melhoria da qualidade de vida do paciente ao reduzir as interrupções diárias e o mal-estar causados pela condição gástrica.

Critérios de utilização e restrições

Esta secção resume as normas oficiais de elegibilidade para a utilização do Refalgin (Metamizol sódico), conforme estabelecido pelas autoridades regulamentares governamentais.


Âmbito de Elegibilidade

Classificação População/Condição Estatuto Regulamentar
Contraindicado Antecedentes de agranulocitose (de qualquer causa) Proibição Absoluta
Contraindicado Hipersensibilidade ao Metamizol ou a qualquer derivado de pirazolona Proibição Absoluta
Contraindicado Terceiro trimestre de gravidez Proibição Absoluta
Contraindicado Lactentes (bebés) com menos de 3 meses ou peso inferior a 5 kg Proibição Absoluta
Contraindicado Porfíria hepática aguda intermitente ou deficiência de G6PD Proibição Absoluta
Uso Restrito Insuficiência renal ou hepática grave Uso apenas com dose reduzida
Uso Restrito Amamentação Não recomendado; uma dose única exige rejeitar o leite durante 48 horas
Uso Restrito Idosos Necessária redução da dose devido à eliminação prolongada

Diretrizes Oficiais de Elegibilidade

A utilização está restrita a adultos e adolescentes com 15 anos de idade ou mais (com peso superior a 53 kg). O medicamento não deve ser utilizado em doentes com historial de comprometimento da função da medula óssea ou doenças do sistema hematopoiético. A elegibilidade para crianças com menos de 15 anos está condicionada à utilização de formulações adequadas ao peso.

Os documentos regulamentares estabelecem quem pode e quem não pode utilizar o medicamento através da definição de contraindicações absolutas para populações com distúrbios sanguíneos específicos, defeitos metabólicos e para aquelas que se encontram nas fases finais da gravidez. A elegibilidade para outros grupos de alto risco, como pessoas com compromisso orgânico, está limitada ao uso condicional que exige o ajuste de dose.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Refalgin (Metamizol sódico) possui um potencial de interação oficialmente documentado, baseado nos seus efeitos sobre as enzimas hepáticas e outros medicamentos.

Interações Farmacocinéticas

O Metamizol está documentado como um indutor moderado a forte de múltiplas enzimas do Citocromo P450 (CYP), incluindo as CYP3A4, CYP2B6 e CYP2C19. Esta indução enzimática pode levar a uma redução clinicamente significativa na exposição plasmática (AUC/Cmax) de medicamentos coadministrados que sejam substratos destas enzimas. Este resultado é oficialmente observado em fármacos como:

  • Ciclosporina (resultando na redução dos níveis séricos)
  • Midazolam (resultando numa exposição substancialmente reduzida)
  • Bupropiom e Contracetivos Hormonais Orais (potencial redução da eficácia)

Interações Farmacodinâmicas

Substância Interatiente Declaração Oficial de Interação
Ácido Acetilsalicílico (Aspirina) Inibe o efeito antiagregante plaquetário da Aspirina em doses baixas, sendo particularmente relevante em doentes que a utilizam para doenças vasculares.
Metotrexato A coadministração acarreta um risco aditivo de toxicidade hematológica grave (ex.: aplasia da medula óssea).
Clorpromazina A coadministração pode resultar em hipotermia aditiva (temperatura corporal baixa).

Restrições de Horários e de Substâncias

O perfil regulamentar inclui condicionantes específicas: recomenda-se a administração de Aspirina pelo menos 30 minutos antes do Refalgin para mitigar a interferência farmacodinâmica. Além disso, a documentação oficial exige que se evite o consumo de álcool durante o tratamento.

Mecanismo de ação

Como funciona o Refalgin: O mecanismo de ação

O mecanismo do Refalgin é puramente periférico, baseando-se na formação de uma barreira física e mecânica dentro do lúmen gastrointestinal, sem que ocorra absorção sistémica. A natureza não absorvível dos seus componentes restringe o mecanismo de ação exclusivamente ao trato gastrointestinal.

Formação de barreira física

A ação principal envolve os componentes alginato de sódio e carbonato de cálcio, que reagem com o ambiente gástrico altamente ácido. Este processo cria um gel flutuante de baixa densidade, ou "balsa", que retém o dióxido de carbono libertado pela reação do bicarbonato de sódio com o ácido. Esta balsa flutua rapidamente para o topo do conteúdo gástrico. Esta proteção por contacto físico funciona como uma barreira mecânica que limita o movimento ascendente do conteúdo gástrico, incluindo o ácido e a pepsina, em direção ao esófago.

Proteção da mucosa e modulação da dinâmica de gases

Para além da balsa, o alginato proporciona um escudo físico direto que adere ao revestimento da mucosa esofágica e gástrica. Esta proteção física contribui para a defesa da mucosa por contacto contra a exposição química ao ácido gástrico e às enzimas digestivas. A formulação inclui também simeticone, que modula a tensão superficial no estômago, reduzindo as bolhas de gás e facilitando a junção e libertação do gás retido, modulando assim a pressão intragástrica.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

A administração do Refalgin, composto pela substância ativa metamizol sódico, é realizada de acordo com protocolos regulamentares específicos que regem as vias de utilização, os limites de dosagem e as condicionantes do procedimento.

Âmbito da Dosagem e Administração

Categoria de Instrução Diretrizes Oficiais baseadas em Documentação Regulamentar
Vias de Administração As vias aprovadas incluem a administração Oral, Intravenosa (IV), Intramuscular (IM) e Retal.
Dosagem Oral Padrão A dose oral única para adultos situa-se entre 500 mg e 1000 mg; a dose diária máxima oficial não deve exceder os 4000 mg (4 g).
Frequência e Horário As doses são planeadas para utilização conforme necessário (p.r.n.), com um intervalo mínimo obrigatório de seis a oito horas entre as administrações.
Contexto da Administração As formas orais são tomadas com uma quantidade suficiente de líquido e podem ser administradas independentemente da ingestão de alimentos.

Restrições de Procedimento e Ajustes

Normas de procedimento específicas determinam a utilização correta. Para a forma injetável, a administração IV deve ser lenta, ocorrendo habitualmente ao longo de três a cinco minutos; esta é uma restrição técnica detalhada nas informações oficiais de prescrição e constitui uma técnica de administração obrigatória.

São necessários ajustes de dosagem para populações específicas de doentes. Os adultos seniores requerem geralmente uma redução da dose ou um intervalo mais alargado entre doses. Da mesma forma, doentes com comprometimento renal ou hepático devem ter o seu regime modificado para compensar a redução da eliminação do fármaco, o que envolve frequentemente um prolongamento do tempo entre as administrações. No caso de uma dose esquecida, as orientações regulamentares especificam que a dose seguinte deve ser tomada à hora habitualmente agendada, ignorando a administração omitida sem nunca tomar uma dose dupla.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes têm reforçado a eficácia de dispositivos médicos baseados em alginatos no controlo dos sintomas da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). A investigação destaca a capacidade destes compostos em formar uma barreira física rápida, o que proporciona um alívio imediato da pirose e da regurgitação ácida. Em ensaios comparativos, observou-se que a utilização de alginato de magnésio associado à simeticone é significativamente mais eficaz na redução da frequência e intensidade dos episódios de refluxo quando comparada com intervenções isoladas de modificação do estilo de vida ou placebos.

A evidência sugere que a combinação de agentes anti-refluxo com substâncias que reduzem a tensão superficial, como a simeticone, ajuda a mitigar não apenas a acidez, mas também o meteorismo e o inchaço abdominal frequentemente associados a perturbações gástricas. Dados de estudos multicêntricos indicam que esta abordagem terapêutica é particularmente útil em casos de refluxo não erosivo, onde a proteção da mucosa esofágica é prioritária para a melhoria da qualidade de vida do paciente.

Além disso, análises clínicas focadas na rapidez de ação demonstraram que o alívio sintomático ocorre frequentemente nos primeiros minutos após a ingestão. A formação do gel de alginato cria um ambiente de pH neutro na parte superior do conteúdo gástrico, prevenindo mecanicamente a ascensão do ácido para o esófago. Esta modalidade de tratamento tem demonstrado um perfil de segurança elevado, sendo considerada uma opção viável tanto em monoterapia para sintomas ligeiros a moderados como em terapia adjuvante para pacientes que não obtêm uma resposta completa apenas com supressores de ácido convencionais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Refalgin (FAQ)


P: Com que rapidez se pode esperar que o Refalgin comece a atuar?

Os documentos oficiais indicam que um efeito analgésico percetível pode, geralmente, ser esperado aproximadamente 30 a 60 minutos após a administração oral do medicamento.


P: O Refalgin é considerado um tratamento de curta ou longa duração?

O Refalgin está tipicamente documentado para a gestão de curta duração de febre e dores agudas e graves. Devido ao potencial de efeitos secundários graves, embora raros, os documentos regulamentares advertem frequentemente sobre a sua utilização em terapias prolongadas ou crónicas.


P: O Refalgin causa fadiga ou sonolência?

Sim, os documentos regulamentares e os resumos clínicos associados listam a sonolência e a fadiga como efeitos secundários que foram reportados em ligação com a utilização do medicamento.


P: Existe alguma interação conhecida entre o Refalgin e o álcool?

A informação oficial do produto aconselha que o consumo de álcool deve ser evitado durante o tratamento.


P: É seguro tomar Refalgin se eu estiver a tomar suplementos como vitaminas ou ervas?

As orientações regulamentares aconselham que os indivíduos devem informar o seu profissional de saúde sobre todas as substâncias coadministradas. Isto inclui quaisquer tónicos de ervanária, suplementos, vitaminas e outros medicamentos não sujeitos a receita médica, devido ao potencial de interações com a substância ativa.


P: É necessário fazer determinados exames antes de iniciar o Refalgin?

A utilização de Refalgin está restringida a indivíduos com certas condições pré-existentes, tais como distúrbios hematopoiéticos específicos (distúrbios na formação de células sanguíneas). Devido a estas contraindicações, um profissional de saúde avalia tipicamente estas condições para determinar a elegibilidade de um doente para a utilização.


P: O que acontece se o Refalgin for interrompido subitamente?

A informação regulamentar para este medicamento, que é um analgésico não opioide, não contém avisos relativos a sintomas de privação específicos ou efeitos de ricochete associados à interrupção súbita da medicação.


P: Qual é a recomendação oficial de armazenamento para os comprimidos de Refalgin?

As diretrizes oficiais exigem que os comprimidos de Refalgin sejam armazenados abaixo de 30 C e protegidos da luz e da humidade. Adicionalmente, os documentos regulamentares estabelecem que, para certas preparações líquidas, qualquer porção não utilizada deve ser eliminada 28 dias após a abertura.


P: O Refalgin precisa de ser tomado com alimentos?

As diretrizes oficiais de administração estabelecem que as formas orais do medicamento podem ser tomadas independentemente da ingestão de alimentos. Isto indica que a administração pode ocorrer com uma refeição, imediatamente após a mesma ou com o estômago vazio.


P: Quais são os efeitos secundários mais frequentemente reportados do Refalgin?

Embora as reações adversas mais graves sejam raras, os documentos regulamentares e os resumos clínicos associados categorizam efeitos não graves, como náuseas, vómitos, dor de cabeça, tonturas e erupções cutâneas, como sendo comummente reportados pelos doentes.


P: Que alimentos ou bebidas podem interferir com o Refalgin?

Os documentos regulamentares detalham principalmente interações medicamento-medicamento específicas e exigem a abstenção do consumo de álcool. Nenhuns outros alimentos comuns ou bebidas não alcoólicas estão especificamente listados nos documentos oficiais como causando interferência farmacológica.


P: Existem avisos de segurança importantes associados ao Refalgin que eu deva conhecer?

A consideração de segurança mais grave documentada em fontes regulamentares é o risco raro, mas potencialmente fatal, de agranulocitose, que é um distúrbio sanguíneo grave. A informação oficial aconselha os doentes a estarem atentos e a comunicarem sintomas deste e de outras reações de hipersensibilidade graves.


P: Quanto tempo dura normalmente o efeito do Refalgin?

A duração documentada do efeito analgésico da substância ativa dura tipicamente entre 4 a 6 horas. Esta duração está alinhada com o intervalo mínimo exigido entre administrações.


P: O Refalgin pode causar problemas na função renal?

Os documentos regulamentares classificam a ocorrência de distúrbios renais graves, incluindo insuficiência renal aguda e nefrite intersticial, como efeitos adversos potenciais muito raros. O perfil de elegibilidade oficial inclui restrições para doentes com compromisso renal grave pré-existente.


P: Que tipos de investigação foram feitos sobre a segurança a longo prazo do Refalgin?

A investigação de segurança para utilização prolongada baseia-se principalmente em relatórios de farmacovigilância, que envolvem a recolha e revisão de eventos adversos e séries de casos. As autoridades regulamentares utilizam estes dados para reavaliações periódicas do perfil de segurança do fármaco durante a terapia prolongada.


P: Porque é que o Refalgin é por vezes utilizado em combinação com outros tratamentos?

A substância ativa do Refalgin é referida em revisões farmacológicas como oferecendo sinergia terapêutica com outros agentes de alívio da dor. Esta característica apoia a sua utilização em vários protocolos de gestão multimodal da dor.


P: Existem Folhetos Informativos (FI) oficiais para o Refalgin disponíveis online?

Sim, os folhetos informativos (FI) oficiais para o doente, publicados pelos fabricantes para produtos contendo Metamizol, são frequentemente disponibilizados online. Estes documentos podem ser encontrados nos sites das agências regulamentares ou através da documentação oficial dos fabricantes.


P: O Refalgin pode ser utilizado para o alívio de dores de cabeça?

Os documentos regulamentares estabelecem que o medicamento é indicado para o alívio de dor grave e febre alta. Embora a dor de cabeça seja uma forma de dor, a finalidade oficial especifica geralmente o alívio para dores classificadas como graves, tais como cólicas ou dor pós-operatória.


P: Porque é que a embalagem do Refalgin contém certos avisos?

Os avisos nas embalagens são exigidos pelas autoridades regulamentares para instruir os doentes sobre o potencial de reações adversas raras mas graves. A intenção é que os doentes estejam cientes de riscos como a agranulocitose e dos sintomas que requerem atenção médica imediata.


P: Existem diferentes dosagens ou formulações de Refalgin?

Sim, o medicamento está disponível em múltiplas formulações, incluindo comprimidos orais, gotas orais (solução líquida), supositórios e soluções para injeção utilizadas para administração intravenosa ou intramuscular.


P: O Refalgin contém lactose ou glúten?

A inclusão específica de excipientes como a lactose ou o glúten depende da formulação e do fabricante. Os documentos oficiais de dados do produto devem indicar claramente se estas substâncias estão presentes, conforme exigido pelas agências regulamentares.


P: Qual é a diferença entre o Refalgin e uma alternativa genérica?

As alternativas genéricas são obrigadas pelas agências regulamentares a conter a mesma substância ativa, dosagem, forma farmacêutica e via de administração que o produto de marca. As agências asseguram que os medicamentos genéricos têm os mesmos riscos e benefícios estabelecidos.


P: A investigação sobre o Refalgin ainda está a decorrer?

Sim, as agências regulamentares realizam revisões contínuas do perfil de segurança e eficácia do medicamento, e os investigadores clínicos continuam a explorar vários aspetos da utilização do fármaco e fatores de risco através de ensaios clínicos e revisões sistemáticas em curso.


P: Porque é que o Refalgin é restrito em certos grupos de doentes?

As restrições regulamentares baseiam-se no risco documentado e raro de reações adversas graves, como a agranulocitose, ou no risco aumentado de reações de hipersensibilidade graves em doentes com certas condições pré-existentes, como distúrbios hematopoiéticos.


P: Os profissionais de saúde consideram o Refalgin um medicamento "novo"?

A substância ativa do Refalgin tem sido utilizada há muitas décadas a nível global, estabelecendo-a como um medicamento bem conhecido. Portanto, com base no seu historial estabelecido, não é geralmente classificada como um fármaco "novo".


P: O Refalgin está disponível para venda livre em alguns países?

O estatuto regulamentar da substância ativa varia significativamente de país para país. Embora tenha sido retirada ou seja de receita obrigatória em algumas nações, continua disponível, incluindo em alguns casos para venda livre, em muitas outras na Europa, Ásia e América do Sul.


P: Sabe-se se o Refalgin causa quaisquer reações cutâneas ou erupções na pele?

A documentação regulamentar observa o potencial para reações cutâneas, incluindo erupções comuns (erupções maculopapulares) e, mais raramente, distúrbios cutâneos graves que colocam a vida em risco. Estes distúrbios graves, como a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), são categorizados como efeitos adversos raros a muito raros.

Como Refalgin deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Refalgin

O Refalgin (Metamizol sódico) deve ser conservado e eliminado de acordo com diretrizes regulamentares rigorosas para manter a sua estabilidade e garantir a segurança pública.

Requisitos de Conservação

Conserve o produto a uma temperatura inferior a 30 °C e garanta que o mesmo está protegido da luz e da humidade. Não conserve o medicamento no congelador.

O produto deve ser mantido na sua embalagem original, com o recipiente bem fechado para preservar a sua qualidade até à data de validade. Todos os medicamentos devem ser guardados fora da vista e do alcance das crianças. Para certas preparações líquidas, os documentos regulamentares exigem que qualquer porção não utilizada seja eliminada 28 dias após a abertura.

Instruções de Eliminação

Não elimine o Refalgin não utilizado ou fora de validade no esgoto ou no lixo doméstico, de forma a evitar a sua libertação no meio ambiente.

O método adequado é a eliminação através de um programa de retoma de medicamentos reconhecido ou devolvendo o produto num ponto de recolha em farmácias, de acordo com os regulamentos locais e nacionais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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