Raxar

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Raxar

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Raxar

Factos Rápidos sobre o Raxar

Propriedade Descrição
Princípio ativo Domperidona
Formas Comprimido, Suspensão oral, Supositório
Classe farmacológica Antagonista da Dopamina, Agente Procinético
Objetivo geral Alívio de náuseas e vómitos
Origem Pequena molécula orgânica sintética

O que é o Raxar: Princípio Ativo e Classe Farmacológica

O Raxar é uma preparação medicinal que contém o princípio ativo Domperidona, o qual é fundamentalmente classificado como um Antagonista da Dopamina e um Agente Procinético. A Domperidona é uma pequena molécula orgânica sintética clinicamente reconhecida pela sua ação ocorrer primordialmente fora do sistema nervoso central, o que a torna um agente de ação periférica. A sua classe farmacológica indica uma ação terapêutica específica: atua bloqueando a atividade dos recetores de dopamina, principalmente dos tipos D2 e D3, que são responsáveis pela transmissão de sinais que causam a sensação de enjoo e que inibem o movimento intestinal.


Objetivo Geral e Função Antiemética

O objetivo geral do Raxar é proporcionar um alívio eficaz dos sintomas de náuseas e vómitos. A sua classificação como agente procinético significa que atua através do aumento ativo dos movimentos, ou peristaltismo, do estômago e do intestino superior. Esta propriedade é sustentada por estudos farmacológicos que confirmam a sua eficácia em promover um esvaziamento gástrico mais rápido, o que ajuda a atenuar o desconforto associado a uma digestão lenta. A sua função principal é abordar tanto a sensação de náusea como o movimento físico subjacente ao trato digestivo.


Formas Disponíveis e Tipo de Administração

A Domperidona é produzida como um produto de princípio ativo único e está disponível em diversas preparações farmacêuticas distintas, incluindo o comprimido convencional, bem como a suspensão oral (líquida) e as formas em supositório. Esta ampla gama de opções é um fator diferenciador importante, pois permite que o medicamento seja administrado por via oral (no caso dos comprimidos e suspensão) ou por via retal (no caso dos supositórios). Esta flexibilidade na administração é uma característica definidora da formulação da Domperidona.

Quais efeitos secundários são possíveis com Raxar?

O perfil de segurança oficial do Raxar, que contém Domperidona, estabelece tanto reações comuns e não graves como riscos cardiovasculares raros mas graves, conforme classificado pelas autoridades reguladoras governamentais.

Classificação por frequência e sistema de órgãos

Os efeitos adversos são categorizados por frequência, com base em padrões regulamentares. Os efeitos comuns (podem afetar até 1 em cada 10 pessoas) envolvem tipicamente boca seca e cefaleias (dores de cabeça). As reações pouco frequentes (podem afetar até 1 em cada 100 pessoas) incluem sonolência, ansiedade, diarreia e efeitos no sistema reprodutor, tais como galactorreia e dor ou sensibilidade mamária. Efeitos como doenças extrapiramidais e reações de hipersensibilidade grave, como o angioedema, estão listados como muito raros.

Segurança cardiovascular e endócrina grave

Os avisos regulamentares destacam a associação da Domperidona a um risco acrescido de arritmias ventriculares graves e morte cardíaca súbita. Estes eventos raros, mas críticos, estão ligados ao potencial de prolongamento do intervalo QTc (uma alteração na atividade elétrica do coração). O risco é geralmente considerado superior com doses diárias superiores a 30 mg, em doentes com mais de 60 anos e com uma maior duração do tratamento. Como antagonista da dopamina, o medicamento pode também causar efeitos relacionados com níveis elevados de prolactina (hiperprolactinemia), levando a condições como a ginecomastia.

Restrições regulamentares e contraindicações

A informação oficial de prescrição determina que a Domperidona está contraindicada (não deve ser utilizada) em doentes com comprometimento hepático (fígado) moderado ou grave, doenças cardíacas subjacentes, como insuficiência cardíaca congestiva, prolongamento do QTc já existente e distúrbios eletrolíticos significativos. O medicamento está também restrito quanto à sua duração de utilização, que geralmente não deve exceder uma semana. Estas condicionantes definem os limites de utilização do medicamento conforme estabelecido pelos organismos reguladores oficiais.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda — Informação Regulamentar Oficial do Raxar

O Raxar (grepafloxacina) foi retirado do mercado mundial devido a um risco inaceitável de acontecimentos adversos cardiovasculares graves e potencialmente fatais. A preocupação regulamentar relativa à sobredosagem e toxicidade grave foca-se exclusivamente no potencial para anomalias na repolarização cardíaca.

Âmbito da Sobredosagem

A manifestação crítica documentada de toxicidade envolve o prolongamento do intervalo QTc, uma medida do tempo de repolarização elétrica do coração. Isto pode levar a um tipo específico de arritmia ventricular potencialmente fatal conhecida como Torsades de Pointes (TdP).

O sistema cardiovascular é o principal sistema de preocupação no que respeita à toxicidade aguda.

Devido ao risco de eventos cardíacos graves, é necessária assistência médica imediata para qualquer suspeita de sobredosagem ou ocorrência de exposição excessiva. Dada a natureza da toxicidade, devem ser iniciados os protocolos médicos de emergência padrão para cardiotoxicidade grave.

Gravidade da Sobredosagem e Base Regulamentar

O risco é implicitamente classificado pelas agências reguladoras como grave e potencialmente fatal, o que levou à retirada voluntária do fármaco do mercado em 1999.

Ligação ao Perfil Geral de Sobredosagem

O perfil regulamentar do risco de sobredosagem do Raxar é definido pela sua cardiotoxicidade inerente, que causou a sua retirada do mercado. Os documentos oficiais enfatizam o perigo dos efeitos na repolarização cardíaca e o risco resultante de arritmias potencialmente fatais. Por conseguinte, qualquer exposição além da utilização terapêutica representa uma emergência médica urgente devido a este risco cardiotóxico estabelecido e relacionado com a dose.

Usos terapêuticos de Raxar

Principais utilizações e benefícios do Raxar

O Raxar, cujo princípio ativo é a grepafloxacina, é um agente antibacteriano sintético de largo espetro pertencente à classe das fluoroquinolonas. Este medicamento foi desenvolvido para o tratamento de infeções bacterianas específicas em adultos, atuando através da inibição das enzimas necessárias para a replicação e reparação do ADN bacteriano, o que resulta na eliminação dos microrganismos sensíveis.

Indicações terapêuticas

As principais utilizações deste medicamento abrangem o tratamento de infeções do trato respiratório e de certas infeções do sistema reprodutor, nomeadamente:

  • Exacerbações bacterianas agudas da bronquite crónica: Indicado para tratar o agravamento súbito dos sintomas em doentes com inflamação prolongada das vias aéreas, quando causado por bactérias suscetíveis.
  • Pneumonia adquirida na comunidade: Utilizado no tratamento de infeções pulmonares contraídas fora do ambiente hospitalar.
  • Sinusite aguda: Aplicado em infeções bacterianas dos seios perinasais.
  • Uretrite gonocócica e não gonocócica: Tratamento de infeções da uretra, incluindo aquelas causadas por Neisseria gonorrhoeae ou Chlamydia trachomatis.

Benefícios esperados

O principal benefício do tratamento com Raxar é a erradicação da infeção bacteriana subjacente, o que conduz à resolução dos sintomas clínicos associados, como febre, tosse produtiva e dor inflamatória. Devido às suas propriedades farmacocinéticas, o medicamento permite uma penetração eficaz nos tecidos respiratórios e uma administração simplificada, geralmente de uma vez por dia, o que pode facilitar a adesão do doente ao regime terapêutico.

É importante notar que o uso deste antibiótico deve ser restrito a infeções comprovadamente causadas por bactérias sensíveis à grepafloxacina, de modo a preservar a eficácia do tratamento e reduzir o desenvolvimento de resistências bacterianas.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Raxar

A utilização do Raxar (grepafloxacina) requer uma avaliação cuidadosa do perfil de saúde do paciente, uma vez que este medicamento não é adequado para todos os indivíduos devido a riscos específicos de segurança cardiovascular e outras contra-indicações.

Contra-indicações e Restrições de Uso

O Raxar é estritamente contra-indicado em pacientes que apresentam prolongamento conhecido do intervalo QT ou que possuam condições clínicas que predisponham a este fenómeno. Isto inclui indivíduos com desequilíbrios eletrolíticos não corrigidos, como a hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue), ou bradicardia clinicamente relevante.

Além disso, o medicamento não deve ser utilizado por pessoas que estejam a tomar outros fármacos conhecidos por prolongar o intervalo QT. Exemplos destas substâncias incluem certos anti-arrítmicos (como a quinidina, procainamida, amiodarona e sotalol), astemizol, terfenadina, cisaprida, eritromicina e antidepressivos tricíclicos.

Pacientes com hipersensibilidade grave ou historial de reações anafiláticas a qualquer antibiótico da classe das fluoroquinolonas não devem utilizar este fármaco.

Populações Especiais e Precauções

Insuficiência Hepática: O Raxar não é recomendado para pacientes com insuficiência hepática de moderada a grave, dado que a metabolização do fármaco nestas circunstâncias pode aumentar o risco de toxicidade.

Gravidez e Amamentação: O uso de Raxar não é recomendado durante a gravidez ou o período de aleitamento. A segurança e eficácia nestas populações não foram estabelecidas, e estudos em modelos animais com outras quinolonas sugeriram riscos potenciais para o desenvolvimento articular.

População Pediátrica: Este medicamento não está indicado para crianças ou adolescentes com idade inferior a 18 anos. As fluoroquinolonas, como o Raxar, demonstraram causar artropatia em animais imaturos, o que limita o seu uso nesta faixa etária.

Idosos: Embora o uso em idosos seja possível, deve ser feito com extrema cautela. Esta população apresenta uma maior probabilidade de ter condições cardíacas subjacentes ou de estar a utilizar medicação concomitante que possa potenciar o risco de arritmias ventriculares graves.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação do Raxar (Domperidona) principalmente através do seu metabolismo e do potencial para efeitos cardíacos aditivos.

Restrições de interação documentadas

Classificação Restrição Base nos dados regulamentares
Combinações contraindicadas Administração conjunta proibida com inibidores potentes do CYP3A4 e medicamentos que prolongam o intervalo QTc (ex.: antiarrítmicos específicos, antibióticos e antipsicóticos). Risco de aumento da exposição à Domperidona e de arritmias ventriculares graves.
Específicas da população A utilização é formalmente contraindicada em doentes com comprometimento hepático moderado ou grave. Alteração da cinética de depuração (clearance) nesta população.
Separação por horário Antiácidos ou agentes antissecretores não devem ser tomados simultaneamente com o Raxar. Evita a redução da biodisponibilidade oral devido à alteração da acidez gástrica.

Efeitos farmacocinéticos e farmacodinâmicos

A Domperidona é metabolizada principalmente através da via enzimática do Citocromo P450 3A4 (CYP3A4). A utilização concomitante de inibidores potentes desta enzima, como certos antifúngicos ou antibióticos macrólidos (ex.: Cetoconazol, Eritromicina), está documentada como aumentando significativamente a concentração plasmática de Domperidona. Adicionalmente, a coadministração com fármacos anticolinérgicos pode resultar numa interação farmacodinâmica que antagoniza o efeito pró-cinético pretendido do Raxar. As orientações oficiais alertam também contra a coadministração de sumo de toranja e álcool devido ao potencial de aumentar o risco de efeitos adversos.

Mecanismo de ação

Como funciona o Raxar

O Raxar foca-se nos processos enzimáticos necessários para a replicação e viabilidade de células microbianas suscetíveis. Esta ação é mediada através da inibição direcionada de enzimas bacterianas essenciais.

Alvos nas enzimas do ADN microbiano

Este domínio abrange os principais alvos biológicos do Raxar: as enzimas bacterianas ADN girase (um tipo de topoisomerase II) e a topoisomerase IV. O Raxar atua como um inibidor destes alvos, interferindo com as suas funções críticas na gestão da estrutura física e do enrolamento do ADN microbiano.

Interrupção dos processos genéticos e da divisão celular

A inibição destas enzimas inicia uma cascata mecânica que impede o microrganismo de replicar ou reparar com sucesso o seu material genético. Estes danos genéticos contínuos resultam numa falha em concluir o processo essencial de divisão celular, induzindo assim a destruição da célula microbiana. Esta ação resulta num efeito bactericida (morte celular), causando a redução da população microbiana viável em todo o sistema.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Raxar: Diretrizes Oficiais de Administração

O Raxar (Domperidona) é administrado de acordo com instruções específicas e normalizadas, delineadas por organismos reguladores para assegurar a utilização correta e o controlo da dosagem. As diretrizes oficiais abrangem as vias disponíveis, os esquemas posológicos precisos e a duração da utilização.

Administração e Posologia

O medicamento está disponível em várias formas, permitindo a administração por via oral (comprimidos e suspensão) ou por via retal (supositórios). Os regimes padrão são definidos pela idade, peso e forma utilizada, com limites rigorosos na ingestão diária.

Detalhe da Administração Resumo da Regulamentação Oficial
Dose Oral Padrão 10 mg por dose para adultos e adolescentes com peso ≥ 35 kg.
Dose Diária Máxima Um total de 30 mg por dia (via oral).
Frequência Posológica Até três vezes por dia para formas orais, com intervalos de 8 horas entre as doses.

Instruções Práticas e Duração

As instruções oficiais especificam que o Raxar deve ser tomado antes das refeições (ex.: 15 a 30 minutos antes), dado que os alimentos podem atrasar a sua absorção. Se uma dose for esquecida, esta deve ser omitida, e o paciente deve retomar a próxima dose agendada sem tomar uma quantidade dupla.

O tratamento deve ter uma duração limitada; as diretrizes regulamentares especificam que o medicamento deve ser utilizado na dose mínima eficaz durante o menor período de tempo, geralmente não excedendo uma semana (7 dias) no total.

Para populações específicas, como indivíduos com comprometimento renal grave, a frequência posológica deve ser reduzida (ex.: para uma ou duas vezes por dia), conforme estabelecido na informação oficial de prescrição.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Raxar (Domperidona)

Evidência para uso em náuseas e vómitos agudos

A investigação explorou a forma como os sintomas variam ao longo do tempo em ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECCA) de curta duração, aplicados em estudos que analisam as experiências de náuseas e vómitos relatadas pelos pacientes. Estes estudos foram geralmente realizados em populações adultas, com a monitorização dos resultados focada na frequência dos sintomas de náusea e no número de episódios de vómitos durante períodos breves. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com a intensidade ou variabilidade dos sintomas nas populações adultas observadas. Esta evidência é geralmente descrita por revisões regulamentares como evidência que apoia a avaliação para a monitorização de sintomas a curto prazo.

A investigação que avalia o uso em crianças e adolescentes é menos abrangente. Os dados para estes grupos permanecem insuficientes e a qualidade da evidência varia entre os estudos, com os resultados a serem por vezes descritos como mistos ou inconsistentes. Os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.


Evidência para uso em sintomas de motilidade gástrica crónica

A investigação examinou resultados relacionados com o Raxar em adultos com condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, tais como a gastroparesia e a dispepsia funcional. Os tipos de estudo incluem ensaios comparativos, revisões sistemáticas e estudos de coorte observacionais longitudinais. Os resultados focaram-se em resultados relatados pelos pacientes que descrevem o desconforto percebido relacionado com sintomas crónicos como distensão abdominal, enfartamento e saciedade precoce.

Embora alguns dados observacionais tenham contribuído para a compreensão dos padrões de sintomas ao longo de vários meses, a base de evidência está associada a limitações de investigação. A certeza permanece baixa para a evidência, pois existe uma elevada heterogeneidade entre os estudos, as durações de acompanhamento foram limitadas em muitos ensaios e existe informação limitada sobre resultados a longo prazo.


Estudos que abordam populações especializadas

A investigação explorou o uso em contextos especializados, incluindo o uso terapêutico de suporte para mulheres a amamentar e estudos focados em adolescentes. Os estudos monitorizaram resultados como o volume diário de leite materno extraído. O número total de participantes nesta investigação é relativamente pequeno e este contexto não é uma indicação autorizada nas principais jurisdições regulamentares. A investigação não determina se um indivíduo irá responder de forma semelhante aos padrões de grupo relatados nos estudos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Raxar (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Raxar a começar a fazer efeito?

De acordo com as informações oficiais do produto, o início de ação do Raxar (domperidona) é geralmente reportado como ocorrendo entre 30 a 60 minutos após a toma oral do medicamento. Este intervalo de tempo indica quando a ação terapêutica pode iniciar-se no organismo, embora as respostas individuais possam variar.

P: Existem efeitos secundários de longo prazo conhecidos associados ao uso de Raxar?

Os avisos regulamentares oficiais sublinham que o risco de problemas cardíacos graves, especificamente arritmias ventriculares ou morte súbita cardíaca, está associado a uma maior duração do tratamento e a doses superiores a 30 mg por dia. Por esta razão, as orientações oficiais enfatizam que o medicamento deve ser utilizado durante o período mais curto possível.

P: Existem efeitos secundários específicos reportados com mais frequência em mulheres ou homens que tomam Raxar?

As reações adversas relacionadas com o aumento da prolactina (uma hormona) podem causar efeitos específicos em cada sexo. Estes podem incluir o aumento do volume mamário (ginecomastia) nos homens, e dor/sensibilidade mamária ou secreção mamária invulgar nas mulheres. Estes efeitos estão listados nos dados oficiais de reações adversas.

P: O Raxar é seguro para utilização em idosos?

A informação regulamentar indica que o risco de eventos adversos cardíacos graves é superior em doentes com mais de 60 anos, quando comparados com indivíduos mais jovens. As informações oficiais de prescrição recomendam que o Raxar seja utilizado com precaução nesta população idosa.

P: Existem contraindicações para o Raxar em pessoas com problemas renais conhecidos?

Embora a presença de problemas renais não constitua uma contraindicação absoluta, as orientações oficiais exigem atenção em certos pacientes. Para aqueles com insuficiência renal grave (uma condição renal séria), a informação oficial de prescrição estabelece que a frequência das doses deve ser reduzida.

P: Onde posso encontrar os documentos regulamentares oficiais do Raxar, como as informações de prescrição?

Informações autoritárias, como o Resumo das Características do Produto (RCP) ou a Monografia do Produto, estão disponíveis publicamente. Estes documentos são publicados nos sites das autoridades de saúde competentes, incluindo a EMA, Health Canada e MHRA.

P: O Raxar está aprovado por organismos reguladores principais como a FDA ou a EMA?

O Raxar (domperidona) está autorizado pelas autoridades de saúde nacionais na maioria dos países pertencentes à União Europeia (EMA), Canadá e Austrália. É importante notar que não está aprovado para uso geral pela FDA dos Estados Unidos.

P: Existem avisos oficiais sobre operar máquinas ou conduzir enquanto se toma Raxar?

As informações oficiais do produto listam efeitos secundários como tonturas e sonolência como possibilidades. Os avisos oficiais estabelecem que deve ser exercida precaução ao operar máquinas ou ao conduzir um veículo.

P: Quais são as diferenças entre o Raxar e medicamentos semelhantes para a mesma condição?

O Raxar (domperidona) é descrito como um antagonista da dopamina perifericamente seletivo. Isto significa que atua principalmente fora do cérebro e atravessa minimamente a barreira hematoencefálica. Esta ação é consistente com uma menor incidência reportada de certos efeitos no sistema nervoso central (SNC) quando comparado com outros medicamentos da mesma classe.

P: O Raxar é um medicamento novo ou um medicamento bem estabelecido?

O Raxar (domperidona) é considerado um medicamento bem estabelecido. Foi autorizado pela primeira vez e tem sido utilizado na maioria dos países europeus desde a década de 1970, embora o seu estatuto regulamentar tenha passado por restrições recentes.

P: Existe uma versão genérica do Raxar disponível atualmente?

Sim, a substância ativa do Raxar, a domperidona, está amplamente disponível como medicamento genérico. É fabricada e comercializada por várias empresas sob múltiplos nomes comerciais a nível global.

P: São necessários exames laboratoriais de rotina ou monitorização durante a toma de Raxar?

As orientações oficiais de monitorização especificam a necessidade de um ECG basal (um teste à atividade elétrica do coração) antes de iniciar o tratamento. A monitorização regular por ECG e a avaliação dos níveis de eletrólitos estão designadas para certos pacientes que estejam a tomar doses mais elevadas ou em terapia prolongada.

P: O Raxar é classificado como uma substância controlada?

Não, o Raxar (domperidona) está legalmente classificado como um Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM) nas principais jurisdições internacionais. Não está classificado como uma substância controlada.

P: O Raxar interage com analgésicos comuns de venda livre?

As orientações oficiais incluem a recomendação de que os pacientes informem um profissional de saúde sobre todos os medicamentos que estão a tomar, incluindo analgésicos de venda livre. Isto deve-se ao facto de certas combinações de fármacos poderem afetar-se mutuamente e, potencialmente, aumentar o risco de efeitos secundários.

P: O Raxar interage com suplementos à base de plantas como a Erva de São João ou o Ginkgo?

A informação oficial refere que, frequentemente, não existe informação suficiente para confirmar que todos os remédios e suplementos à base de plantas são seguros para tomar com o Raxar. As orientações oficiais indicam que o uso de suplementos deve ser revelado a um profissional de saúde.

P: O Raxar pode ser tomado com segurança com vitaminas e minerais diários padrão?

Os documentos das autoridades de saúde afirmam que informar um profissional de saúde sobre todos os suplementos, incluindo vitaminas e minerais padrão, é uma parte necessária do historial do paciente quando o tratamento é iniciado. Isto garante que o quadro completo do uso concomitante seja considerado.

P: O Raxar é considerado seguro para pacientes que também têm diabetes?

Para pacientes com condições como a gastroparesia diabética, as orientações oficiais referem que os riscos cardíacos associados ao Raxar devem ser cuidadosamente ponderados face aos benefícios terapêuticos. A orientação oficial indica que é necessária uma avaliação clínica especializada ao considerar o uso neste grupo.

P: O Raxar contém alergénios comuns como a lactose ou o glúten?

A lista completa de ingredientes inativos, conhecidos como excipientes, está detalhada no Resumo das Características do Produto ou no Folheto Informativo de cada formulação específica. Algumas versões do Raxar podem conter substâncias comuns como lactose ou amido de trigo (uma fonte de glúten), dependendo do fabricante.

Como Raxar deve ser armazenado e descartado?

Diretrizes Oficiais de Armazenamento e Eliminação

Os requisitos de armazenamento e eliminação para o Raxar (fosfato de tedizolida) são definidos por agências reguladoras governamentais oficiais, tanto para a formulação em comprimidos como para a formulação intravenosa (IV).


Requisitos de Armazenamento

Atributo Comprimido (Oral) Pó para Concentrado (IV)
Temperatura Conservar à temperatura ambiente. Não requer condições especiais de armazenamento.
Proteção Deve ser mantido num recipiente fechado, ao abrigo do calor, humidade, luz direta e temperaturas de congelação. Evitar a agitação vigorosa durante ou após a reconstituição.
Segurança Infantil Manter fora do alcance das crianças. (Manuseamento hospitalar padrão)

Eliminação

  • O Pó para Concentrado IV não contém conservantes antimicrobianos e destina-se a uma única utilização; qualquer porção não utilizada deve ser eliminada.
  • Não guarde medicamentos fora de validade ou de que já não necessite. Consulte um profissional de saúde sobre como eliminar corretamente os medicamentos não utilizados.
  • O perfil oficial de eliminação indica que não existem requisitos especiais para os resíduos derivados do produto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Raxar encontrado em:

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