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Visão geral de Quillivant

A secção seguinte fornece uma visão estruturada sobre o Quillivant XR, a sua composição, classificação e objetivo geral, seguindo estritamente informações factuais e não comerciais.

Propriedade Descrição
Substância Ativa Cloridrato de Metilfenidato
Forma Farmacêutica Suspensão Oral de Libertação Prolongada (Líquida)
Classe Farmacológica Estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC)
Objetivo Geral Apoio à atenção, concentração e controlo de impulsos
Origem Composto Sintético (Derivado da piperidina)

Que Tipo de Medicamento é o Quillivant?

O Quillivant XR é um medicamento de marca sujeito a receita médica, sendo clinicamente reconhecido como um Estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC), o que o alinha com a categoria mais abrangente dos psicoestimulantes. Esta classificação confirma o papel do medicamento no aumento temporário da atividade funcional no sistema nervoso central. Enquanto composto sintético derivado da piperidina, é regulamentado como uma substância controlada devido à sua utilidade terapêutica e ao potencial reconhecido de abuso, o que sublinha o seu estatuto restrito.


Composição e a Forma Única de Libertação Prolongada

A única Substância Ativa no Quillivant XR é o Cloridrato de Metilfenidato. A Forma Farmacêutica do medicamento é distinta: uma Suspensão Oral de Libertação Prolongada (XR), um medicamento líquido fornecido sob a forma de pó que deve ser reconstituído com água por um farmacêutico. Esta formulação representa um ponto de diferenciação fundamental face às formas comuns em comprimido. A tecnologia de Libertação Prolongada é crucial porque garante que o Metilfenidato seja libertado gradualmente, sustentando o efeito terapêutico por um período prolongado e evitando a necessidade de múltiplas doses diárias. A forma líquida XR proporciona uma ação consistente e duradoura, oferecendo flexibilidade para pacientes que tenham dificuldade em deglutir formas de dosagem sólidas.


Qual é o Objetivo Geral do Quillivant?

O objetivo geral do Quillivant XR é promover a melhoria da atenção, a concentração sustentada e um melhor controlo comportamental. A sua função como Estimulante do SNC é alcançada através do seu mecanismo de ação, que envolve o reforço da atividade dos mensageiros cerebrais naturais dopamina e noradrenalina. Ao aumentar subtilmente a disponibilidade destes neurotransmissores, o medicamento apoia a capacidade do paciente em manter a organização cognitiva e reduzir a impulsividade, auxiliando, por exemplo, na manutenção da atenção em contexto escolar.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Quillivant?

Domínios de Segurança Oficial e Perfil de Risco

O perfil de segurança regulamentar do Quillivant XR está estruturado em categorias específicas de efeitos adversos e declarações de risco formalizadas, conforme definido pelos documentos regulamentares governamentais.

Âmbito da Reação Adversa Classificação Regulamentar Oficial (Exemplos)
Classificação de Frequência Os efeitos Muito Comuns e Comuns incluem a diminuição do apetite, insónia, náuseas, vómitos, dor abdominal, perda de peso, tonturas e ansiedade.
Classes de Sistemas e Órgãos Estão documentados efeitos nos sistemas Cardíaco (ex.: taquicardia, aumento da pressão arterial), Nervoso (ex.: tonturas) e Psiquiátrico (ex.: irritabilidade, nervosismo).
Reações Adversas Graves São emitidos avisos relativos a Reações Cardiovasculares Graves (incluindo morte súbita, acidente vascular cerebral e enfarte do miocárdio), Reações Adversas Psiquiátricas (surgimento ou agravamento de psicose/mania), Priapismo e Vasculopatia Periférica (fenómeno de Raynaud).

Declarações de Segurança Específicas para Populações e Duração:

A rotulagem oficial aborda o risco de Supressão do Crescimento a Longo Prazo (redução da taxa de ganho de peso e da velocidade de crescimento em altura) em pacientes pediátricos, o que requer uma monitorização documentada. O medicamento é classificado como uma Substância Controlada devido ao seu elevado potencial reconhecido de abuso e dependência.

Restrições Relacionadas com a Segurança (Contraindicações):

O Quillivant XR é formalmente restrito em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao metilfenidato, ou naqueles que tenham tomado um Inibidor da Monoamina Oxidase (IMAO) nos 14 dias anteriores. As restrições aplicam-se também a indivíduos com certas condições pré-existentes, incluindo glaucoma e diagnóstico de tiques ou síndrome de Tourette.

Ligação ao Perfil de Segurança Geral:

As informações oficiais de segurança estabelecem um perfil definido por efeitos comuns e não graves, a par de riscos específicos de baixa frequência e elevada gravidade (cardíacos, psiquiátricos e vasculares). Esta estrutura confirma a abordagem regulamentar oficial, que necessita da monitorização de parâmetros físicos e do estado psiquiátrico durante o decurso do tratamento.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação regulamentar oficial do Quillivant (metilfenidato) define a sobredosagem com base em manifestações fisiológicas específicas e em ações de emergência obrigatórias. A sobredosagem é caracterizada por sintomas de hiperestimulação do Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo agitação, confusão, psicose tóxica, delírio, alucinações, tremores e hiperreflexia. Os efeitos cardiovasculares documentados incluem taquicardia, palpitações, arritmias cardíacas e hipertensão significativa. Outros sinais clínicos graves podem incluir hiperpiréxia (febre extrema) e vómitos.

A sobredosagem pode evoluir para desfechos graves com risco de vida, tais como convulsões, colapso circulatório, coma e morte. Devido a estes riscos, as orientações regulamentares estipulam que, em caso de suspeita de sobredosagem ou envenenamento, o indivíduo deve procurar assistência médica imediata, contactar o centro de informação antivenenos e dirigir-se ao serviço de urgência hospitalar mais próximo.

Os documentos regulamentares oficiais indicam que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por metilfenidato. A gestão é, por conseguinte, sintomática e de suporte, exigindo intervenções como a manutenção da circulação e das trocas respiratórias, a utilização de arrefecimento externo para a hiperpiréxia grave e a titulação cuidadosa de barbitúricos de ação curta ou benzodiazepinas para gerir a hiperestimulação extrema do SNC.

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Usos terapêuticos de Quillivant

O Quillivant XR é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão da Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), alinhando-se com condições onde a estabilidade funcional é afetada. Este suporte medicinal é considerado relevante em situações que envolvem determinados sintomas angustiantes.


Alívio de Sintomas e Âmbito Terapêutico

O Quillivant XR é habitualmente utilizado para ajudar a gerir as principais manifestações cognitivas e comportamentais da PHDA, incluindo a dificuldade em gerir a atenção e o foco, a hiperatividade crónica e a inquietação, e a impulsividade disruptiva. O medicamento é geralmente aplicado em domínios terapêuticos onde é necessário suporte sintomático adicional para abordar grupos de sintomas que criam uma tensão funcional percetível. A natureza de libertação prolongada é relevante para atenuar sintomas que interferem com o funcionamento diário durante um período prolongado, apoiando o paciente durante um dia estruturado e longo.

"A formulação líquida é relevante para pacientes que têm dificuldades na administração de formas orais sólidas."

Administração e Suporte Funcional

O medicamento é considerado relevante em contextos marcados por um aumento do desconforto ou tensão e é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas pediátricos. Este alívio de suporte ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional durante as atividades rotineiras.


Facto Rápido: Relevante para gerir sintomas de Desatenção, Hiperatividade e Impulsividade.

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Critérios de utilização e restrições

Âmbito de elegibilidade

Critérios Declaração do Rótulo Regulamentar
Populações para as quais o uso é permitido: Crianças com 6 anos ou mais, adolescentes e adultos.
Populações para as quais o uso não é recomendado: Crianças com idade inferior a 6 anos.
Populações para as quais o uso é contraindicado: Pacientes com hipersensibilidade conhecida ao metilfenidato ou aos seus componentes. Pacientes a tomar Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), ou nos 14 dias seguintes à interrupção de um IMAO.
Regras de elegibilidade para condições específicas: O uso deve ser evitado em pacientes com condições cardíacas graves, incluindo anomalias cardíacas estruturais, cardiomiopatia, arritmias graves ou doença arterial coronária.
Estado de elegibilidade na gravidez e lactação: Gravidez: Utilizar apenas se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Lactação: A decisão deve ponderar a importância do fármaco para a mãe face aos potenciais efeitos adversos no lactente.

Classificações de elegibilidade (nível geral)

Classificação Declaração do Rótulo Regulamentar
Classificação de gravidade da elegibilidade: Contraindicado, Evitar o Uso, Não Recomendado.
Constrangimentos no contexto de elegibilidade: Necessária Triagem Pré-tratamento para doenças cardíacas, risco de abuso e riscos psiquiátricos. O uso não está estabelecido na população geriátrica.

Estrutura de elegibilidade resultante

Declarações oficiais de elegibilidade:

O medicamento é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao metilfenidato ou aos seus componentes, e naqueles que estejam a tomar ou tenham tomado recentemente um IMAO.

O uso deve ser evitado em populações com anomalias cardíacas graves, cardiomiopatia, arritmias graves ou doença arterial coronária.

A elegibilidade está estabelecida para pacientes com 6 anos de idade ou mais, mas o uso não é recomendado para crianças com menos de 6 anos.

Ligação ao perfil de elegibilidade geral:

Os documentos regulamentares definem uma elegibilidade rigorosa baseada em contraindicações absolutas — como o uso de IMAO e a hipersensibilidade ao fármaco — que proíbem a administração. Outras restrições limitam o uso por idade, estabelecendo a elegibilidade para pacientes a partir dos 6 anos, e determinam que o uso seja evitado em pacientes com condições cardíacas graves pré-existentes, exigindo uma triagem formal prévia para riscos cardíacos e psiquiátricos.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Quillivant XR documenta padrões específicos de interação com outros medicamentos e produtos, categorizados de acordo com a sua relevância clínica e base mecanística.


Contraindicações Formais e Regras de Intervalo

A administração concomitante com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) está formalmente classificada como contraindicada devido ao risco de crise hipertensiva, um efeito farmacodinâmico aditivo. Esta restrição exige um período de separação obrigatório de 14 dias após a interrupção de um IMAO antes de se iniciar o tratamento.


Interações Metabólicas e de Exposição

O metilfenidato pode inibir o metabolismo de certos agentes administrados em simultâneo, aumentando potencialmente a sua exposição sistémica. Os medicamentos oficialmente assinalados com esta preocupação incluem os Anticoagulantes Cumarínicos, alguns Anticonvulsivantes (como o fenobarbital) e os Antidepressivos Tricíclicos.

Além disso, o consumo de álcool (etanol) é proibido porque interage com a formulação de libertação prolongada, provocando uma libertação mais rápida da substância ativa.


Monitorização Farmacodinâmica e Restrições

Devido aos seus efeitos cardiovasculares, o Quillivant XR pode diminuir a eficácia de Medicamentos Anti-hipertensores; o uso concomitante requer a monitorização da pressão arterial e da pulsação. É também recomendada precaução com Agentes Vasopressores. A informação regulamentar indica que o produto pode ser administrado com ou sem alimentos, indicando a ausência de interações alimentares clinicamente significativas que exijam a separação das tomas. A combinação com Risperidona pode também estar associada a um risco acrescido de sintomas extrapiramidais (SEP).

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Mecanismo de ação

Como Funciona o Quillivant

O mecanismo de ação do Quillivant limita-se à modulação farmacodinâmica no seio do Sistema Nervoso Central (SNC). O seu componente ativo, o metilfenidato, atua como um inibidor da recaptação das monoaminas dopamina e noradrenalina.

A molécula alcança este efeito ao ligar-se de forma seletiva ao Transportador de Dopamina (DAT) e ao Transportador de Noradrenalina (NET), localizados na membrana neuronal pré-sináptica. Esta interação bloqueia competitivamente a reabsorção (recaptação) da dopamina e da noradrenalina da fenda sináptica de volta para o neurónio pré-sináptico. A inibição resultante conduz a um aumento sustentado da concentração extracelular efetiva destes neurotransmissores.

Esta elevação sustentada reforça as vias de sinalização adrenérgica e dopaminérgica em regiões cerebrais fundamentais envolvidas na regulação de processos motores e cognitivos. Esta modulação contribui para uma dinâmica neuroquímica alterada e modifica a cinética de respostas fisiológicas intensas, ao alterar a relação sinal-ruído nos circuitos neurais afetados.

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Informações sobre dosagem e administração

Princípios Gerais de Utilização

O Quillivant XR é administrado por via oral sob a forma de uma suspensão oral de libertação prolongada. Esta formulação de libertação prolongada estabelece um padrão de frequência diária: o medicamento é tomado uma vez por dia e deve ser sempre administrado de manhã para proporcionar uma ação sustentada ao longo do dia ativo. Este esquema foi concebido para cobrir o período necessário com uma única toma, podendo a suspensão ser ingerida com ou sem alimentos.


Protocolo de Dosagem e Titulação

O protocolo de tratamento para pacientes pediátricos com idade igual ou superior a seis anos inicia-se com uma dose inicial baixa de 20 mg, uma vez por dia. A quantidade prescrita não é fixa; a dose pode ser gradualmente ajustada (titulada) semanalmente, em incrementos de 10 mg a 20 mg, para determinar a quantidade ideal. As orientações oficiais especificam que não é recomendada uma dosagem diária total superior a 60 mg. Caso ocorra o esquecimento de uma dose, esta não deve ser administrada mais tarde no próprio dia; o paciente deve aguardar pela toma agendada para a manhã seguinte.


Administração e Preparação

São necessários passos específicos para garantir que a dose correta é entregue. O Quillivant XR é fornecido em pó e deve ser primeiro reconstituído com água por um farmacêutico antes de ser dispensado.

Após a preparação, o frasco deve ser agitado vigorosamente durante, pelo menos, 10 segundos antes de cada medição da dose. A administração requer a utilização da seringa doseadora oral fornecida com o produto. Além disso, as informações oficiais declaram explicitamente que o consumo de álcool deve ser evitado, uma vez que este pode causar uma libertação indesejadamente rápida do componente de metilfenidato.

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Evidência clínica recente

Evidência Científica: Visão Geral dos Estudos sobre o Quillivant XR

Evidência para o Uso na Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA)

A base principal da investigação do Quillivant XR foi avaliada no contexto da Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA). A evidência central derivou de um ensaio clínico aleatorizado, controlado e em regime de cruzamento (crossover), um tipo de desenho de estudo que observa as respostas ao longo de intervalos de tempo definidos. Estes ensaios de curto prazo monitorizaram a formulação líquida específica de libertação prolongada face a uma substância inativa (placebo).

Os estudos monitorizaram os resultados relacionados com o funcionamento diário ou o nível de atividade num ambiente de sala de aula controlado. A principal métrica utilizada foi a pontuação SKAMP-Combinada, uma escala que monitoriza padrões observados na atenção e no comportamento. As conclusões descrevem os padrões observados nas populações do estudo, incluindo a forma como os sintomas evoluíram durante o ensaio controlado de duas semanas. A investigação oferece uma visão sobre como o comportamento e a atenção foram caracterizados nos participantes do estudo.


O Papel do Tempo e da Duração na Investigação Clínica

A evidência central e a avaliação primária do Quillivant XR focaram-se num período relativamente breve de curto prazo. O estudo aleatorizado e controlado, que forneceu os dados principais para a revisão regulamentar, teve uma duração aproximada de duas semanas.

Durante este período, a investigação examinou a evolução temporal do fármaco, permitindo identificar quando foi registada a sua concentração máxima e o intervalo durante o qual o fármaco foi monitorizado nos contextos de investigação. Estes dados de curto prazo contribuem para a compreensão dos padrões dos sintomas, mas as durações de acompanhamento para o estudo de eficácia controlado foram limitadas.


Evidência em Populações Específicas

A investigação fundamental que constitui a base da evidência foi realizada numa população restrita e específica: crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos com diagnóstico de PHDA. Estes resultados aplicam-se apenas às populações estudadas.

A investigação controlada original não fornece evidência para padrões fora da faixa etária estudada. Os dados para certos grupos, como adolescentes ou adultos, permanecem insuficientes, e a qualidade da evidência varia entre os estudos quando se considera a extrapolação para estes outros grupos etários.


Lacunas Críticas e Áreas de Incerteza na Investigação

Os documentos regulamentares oficiais sublinham que a eficácia para o uso a longo prazo não foi sistematicamente avaliada em ensaios controlados. Isto significa que, embora a investigação ofereça perspetivas sobre alterações a curto prazo, existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo desta formulação específica.

A escassez de informação disponível para resultados a longo prazo implica que a certeza permanece baixa quanto aos efeitos sustentados durante períodos prolongados de utilização. A investigação de base fornece contexto, mas não previsões individuais para efeitos a longo prazo. Os documentos oficiais referem que os dados para determinados grupos permanecem insuficientes.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Quillivant (FAQ)


P: De que forma o Quillivant XR se diferencia de outras formas de metilfenidato?

De acordo com as informações oficiais do produto, o Quillivant XR é único por ser a primeira formulação líquida de libertação prolongada de metilfenidato para toma única diária. A sua composição especializada foi concebida para libertar o medicamento de forma gradual, mantendo o efeito ao longo do dia com uma única dose matinal. Esta forma líquida constitui uma opção de administração para pacientes que possam ter dificuldade em engolir comprimidos ou cápsulas.


P: O Quillivant XR pode ser tomado com alimentos ou deve ser tomado em jejum?

Os documentos regulamentares indicam que o Quillivant XR pode ser administrado com ou sem alimentos. É prescrito para uma utilização única diária, pela manhã. Esta flexibilidade no momento da administração está assinalada nas informações de prescrição do fármaco.


P: Quanto tempo demora o Quillivant XR a fazer efeito após a toma?

A evidência dos ensaios clínicos principais examinou a evolução temporal do fármaco e observou alterações nas pontuações de atenção e comportamento. Estes estudos indicaram que as melhorias eram percetíveis logo aos 45 minutos após a dose matinal na população estudada.


P: Qual é a duração esperada do efeito prolongado do Quillivant XR durante o dia?

A investigação clínica principal sobre o Quillivant XR focou-se na duração da ação do fármaco. Os resultados indicaram que as melhorias observadas nas pontuações de comportamento e atenção duraram até 12 horas após a toma, em ambiente clínico controlado.


P: É normal notar uma diferença nos sintomas quando o efeito do Quillivant XR passa ao final do dia?

As informações oficiais do produto referem que, se ocorrer um agravamento paradoxal dos sintomas ou outros efeitos adversos, os profissionais de saúde podem considerar o ajuste do plano de tratamento. Os documentos regulamentares indicam que a alteração da dosagem ou a descontinuação podem ser ponderadas por um profissional de saúde caso estes sintomas surjam.


P: Quais são os efeitos secundários mais comuns comunicados relativamente ao Quillivant XR?

Segundo os documentos regulamentares oficiais, as reações adversas mais comuns comunicadas nos ensaios clínicos incluíram a diminuição do apetite, insónia (dificuldade em dormir) e problemas gastrointestinais, como náuseas, vómitos e dor abdominal. Outros efeitos comuns relatados foram tonturas e ansiedade.


P: O Quillivant XR pode afetar a altura e o peso de uma criança a longo prazo?

Os avisos oficiais abordam o risco potencial de supressão do crescimento a longo prazo em pacientes pediátricos. Isto significa que o uso contínuo pode estar associado a uma redução na taxa de ganho de peso e na velocidade de crescimento em altura. As orientações oficiais indicam que é recomendada a monitorização dos parâmetros de crescimento dos pacientes durante o tratamento.


P: Como interage o Quillivant XR com o consumo de álcool?

Os documentos regulamentares oficiais afirmam que o consumo de álcool é proibido durante o tratamento com Quillivant XR. Isto deve-se ao facto de o álcool interagir com a formulação de libertação prolongada, o que pode causar uma libertação indesejadamente rápida do metilfenidato.


P: O Quillivant XR pode causar dor de estômago, náuseas ou vómitos?

Os documentos de segurança oficiais confirmam que a dor abdominal, as náuseas e os vómitos foram comunicados como reações adversas comuns durante os ensaios clínicos.


P: Estão as alterações de humor, como irritabilidade ou ansiedade, por vezes associadas ao Quillivant XR?

A irritabilidade e a ansiedade foram comunicadas como reações adversas comuns em estudos clínicos. As informações de segurança oficiais também referem riscos de sintomas psiquiátricos novos ou agravados, que podem incluir o aparecimento de psicose ou episódios maníacos.


P: O Quillivant XR pode ser utilizado durante a gravidez ou a amamentação?

Relativamente à gravidez: Os documentos oficiais indicam que o medicamento deve ser utilizado apenas se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto em desenvolvimento. Relativamente à lactação: Sabe-se que a substância ativa passa para o leite materno, devendo ser realizada uma avaliação cuidadosa para determinar se se interrompe o medicamento ou se se interrompe a amamentação.


P: O Quillivant XR contém açúcar ou é uma formulação isenta de açúcar?

De acordo com a descrição oficial, o Quillivant XR contém vários ingredientes inativos. A formulação inclui sacarose, que é um tipo de açúcar.


P: Que fatores podem afetar a duração do efeito do Quillivant XR num paciente?

As informações de prescrição oficiais referem que a dose de Quillivant XR é individualizada de acordo com as necessidades e a resposta clínica do paciente. Isto significa que a quantidade prescrita é ajustada para alcançar um efeito terapêutico bem tolerado, e esta individualização pode ser um fator na duração total da ação observada.


P: O que é o fenómeno de Raynaud e é um possível efeito secundário do Quillivant?

O fenómeno de Raynaud, descrito como uma condição que envolve problemas de circulação nos dedos das mãos e dos pés, é um risco comunicado associado ao uso de estimulantes para a PHDA. O rótulo oficial aconselha que os pacientes devem ser monitorizados quanto a sinais de vasculopatia periférica, o que inclui alterações digitais nos dedos.


P: O que é o priapismo e é um efeito secundário relatado nos medicamentos com metilfenidato?

A documentação de segurança oficial confirma que foram comunicados casos de ereções penianas dolorosas e prolongadas, conhecidas como priapismo, em associação com produtos contendo metilfenidato.


P: Qual é a diferença entre 'abuso' e 'dependência' no que diz respeito ao Quillivant XR?

O perfil regulamentar oficial do Quillivant XR aborda os riscos de abuso e de dependência. O abuso refere-se à utilização indevida intencional do fármaco. A dependência é referida como um risco potencial associado ao uso crónico a longo prazo e pode estar associada a sintomas de privação se o medicamento for interrompido subitamente.


P: É necessário ter precauções especiais ao viajar com o Quillivant XR devido ao seu estatuto de substância controlada?

Uma vez que o Quillivant XR é classificado como uma substância controlada (Classe II), as orientações oficiais aconselham que o produto deve ser guardado num local seguro e protegido. As recomendações oficiais enfatizam o armazenamento num local seguro, de preferência fechado à chave, e mantido estritamente fora do alcance das crianças.


P: Porque poderá um profissional de saúde escolher o Quillivant XR em vez de um comprimido de libertação prolongada para o tratamento da PHDA?

A formulação líquida de libertação prolongada proporciona uma opção terapêutica distinta, conforme referido na descrição do fármaco. Esta forma é frequentemente utilizada para pacientes, particularmente crianças, que têm dificuldade ou são incapazes de engolir medicamentos sólidos.

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Como Quillivant deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação

A suspensão oral de Quillivant XR (cloridrato de metilfenidato) reconstituída deve ser conservada a 25 °C, sendo permitidas variações controladas entre os 15 °C e os 30 °C. É essencial não congelar a suspensão e protegê-la da luz. O medicamento deve ser mantido sempre no seu recipiente original.

Estabilidade e Segurança Infantil

Após a reconstituição, a suspensão permanece estável por um período máximo de 4 meses (120 dias), devendo ser eliminada após este prazo. Sendo uma substância controlada de Classe II, o Quillivant XR deve ser guardado num local seguro, de preferência fechado à chave, e mantido estritamente fora do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O produto não utilizado, caducado ou indesejado deve ser eliminado através de um programa de recolha de medicamentos autorizado (como os pontos de recolha em farmácias). Caso não esteja disponível um programa de recolha, o líquido deve ser misturado com uma substância indesejável e não tóxica (por exemplo, borras de café usadas ou terra), selado num saco de plástico e, em seguida, colocado no lixo doméstico, seguindo as orientações específicas para a eliminação de substâncias controladas.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Quillivant encontrado em:

ÍNDICE A-Z: