Purilin

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Purilin

O que é o Purilin? Definição da sua Identidade e Propósito

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Levosalbutamol (Levalbuterol)
Classe Farmacológica Agonista Seletivo dos Recetores β2-Adrenérgicos (Broncodilatador)
Uso Comum Alívio das vias aéreas estreitadas (broncoespasmo)
Origem Sintética (formulação de isómero único)
Formas Solução para nebulização, aerossol inalatório, xarope, comprimido

Que tipo de medicamento é o Purilin (Levosalbutamol)?

O Purilin é um medicamento de venda exclusiva mediante receita médica, utilizado prioritariamente nos cuidados respiratórios. Contém o componente ativo Levosalbutamol, reconhecido internacionalmente como Levalbuterol. Pertence à classe dos Agonistas Seletivos dos Recetores β2-Adrenérgicos de Curta Duração, uma identidade farmacológica habitualmente agrupada com os Broncodilatadores.

Uma característica fundamental que diferencia o Levosalbutamol é o facto de ser uma formulação de isómero único. Isto significa que o fármaco é quimicamente purificado para conter apenas o isómero R, que é a forma terapeuticamente ativa, maximizando assim a ação pretendida. Esta estrutura química específica é reconhecida clinicamente pela sua ação focada nas vias respiratórias, fundamentando o seu papel na abordagem ao estreitamento dos canais aéreos.


Formas e Composição Básica da Preparação

O Levosalbutamol é tipicamente administrado por via inalatória para uma entrega direta nos pulmões, sendo as suas preparações principais o Aerossol Inalatório (Inalador de Dose Medida ou MDI) e a Solução para Nebulização. Estão também disponíveis formulações orais alternativas, incluindo Xarope e Comprimidos, muitas vezes adaptadas a grupos de doentes específicos, como as crianças. O princípio ativo, presente sob a forma de Sulfato de Levosalbutamol, é um produto de ingrediente ativo único. Esta substância é combinada com bases farmacêuticas padrão, adequadas ao sistema de administração escolhido.


Qual é a Ação Primária e o Propósito Geral?

A principal ação fisiológica do Purilin é o relaxamento do músculo liso bronquial, um mecanismo que leva diretamente ao alargamento das passagens de ar, conhecido como broncodilatação. O propósito geral deste medicamento é, por conseguinte, proporcionar um alívio sintomático rápido quando o doente experiencia episódios agudos e temporários de aperto e constrição das vias aéreas. Ao contrariar esta tensão muscular, o Purilin ajuda a melhorar o fluxo de ar e a responder rapidamente às dificuldades associadas ao broncoespasmo agudo e a outros sintomas de doença obstrutiva reversível das vias aéreas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Purilin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Purilin (Levosalbutamol) reflete o potencial de efeitos adversos típicos da sua classe farmacológica, conforme categorizado pela frequência e pelo sistema corporal afetado nos documentos regulamentares.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas são classificadas de acordo com a sua incidência, variando entre Muito Frequentes (≥ 1/10) e Muito Raras (< 1/10.000), com base na rotulagem oficial.

Categoria de Frequência Exemplos Representativos por Classe de Sistemas e Órgãos
Muito Frequentes Tremor (Sistema Nervoso)
Frequentes Dores de cabeça, Taquicardia (Aumento do ritmo cardíaco), Palpitações, Cãibras musculares
Raras/Muito Raras Arritmias cardíacas, Hipocaliémia (Níveis baixos de potássio), Reações de hipersensibilidade

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Os documentos regulamentares destacam várias reações adversas graves. Estas incluem o Broncoespasmo Paradoxal — um agravamento imediato da respiração, potencialmente fatal, que pode ocorrer, particularmente na primeira utilização de uma forma inalada. Outros eventos graves observados são as Reações de Hipersensibilidade severas (ex.: Anafilaxia) e Efeitos Cardiovasculares clinicamente significativos.

As notas de segurança especificam o potencial para a ocorrência de Hipocaliémia e alterações no Eletrocardiograma (ECG) associadas a beta-agonistas.


Considerações de Segurança Relacionadas com Condições de Saúde

Recomenda-se precaução em doentes com condições pré-existentes, tais como certas doenças cardiovasculares (ex.: hipertensão, insuficiência coronária), diabetes mellitus, hipertiroidismo ou distúrbios convulsivos. O perfil de segurança do fármaco inclui também notas sobre a exposição; por exemplo, reações como tremor e nervosismo podem ser mais acentuadas no início da terapêutica, mas podem diminuir com a utilização regular e continuada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem de Purilin e Quando Procurar Ajuda

Estas informações refletem o perfil oficial documentado para casos de sobredosagem de Purilin, tal como estabelecido pelas autoridades reguladoras governamentais.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Os quadros de sobredosagem envolvem habitualmente um agravamento dos efeitos conhecidos do fármaco nos sistemas nervoso central e cardiovascular. As manifestações podem incluir sonolência profunda, tonturas e perda de coordenação (ataxia). Os desfechos graves listados oficialmente incluem depressão respiratória significativa, que pode levar a uma paragem respiratória, e instabilidade cardiovascular, como hipotensão grave e arritmias cardíacas.

Requisitos de Ação de Emergência

É necessária assistência médica urgente e imediata perante a suspeita de uma sobredosagem de Purilin ou o aparecimento de quaisquer sinais de toxicidade grave (ex.: dificuldade em respirar, colapso ou ausência de reação/inconsciência). Os documentos regulamentares determinam que os doentes sejam transportados para uma unidade médica para receberem cuidados de suporte imediatos e especializados. O primeiro passo obrigatório é contactar os serviços de emergência locais ou um Centro de Informação Antivenenos.

Gestão e Monitorização

A gestão em ambiente clínico é definida como sintomática e de suporte. Os profissionais de saúde focar-se-ão na manutenção das funções vitais, incluindo a desobstrução das vias respiratórias e a estabilidade circulatória. Os procedimentos oficialmente exigidos incluem a monitorização cardíaca contínua (ex.: ECG) e a observação da função respiratória. Medidas específicas, como a utilização de carvão ativado para descontaminação gastrointestinal, podem ser consideradas pelos médicos em circunstâncias definidas (ex.: no prazo de uma hora após a ingestão).

Existem considerações especiais documentadas para populações específicas, tais como doentes pediátricos ou indivíduos com compromisso renal existente, devido a possíveis alterações na sensibilidade ou nas taxas de eliminação do fármaco.

Usos terapêuticos de Purilin

O que o Purilin trata: principais utilizações e benefícios

A função principal do Purilin (Salbutamol/Albuterol) é proporcionar um alívio sintomático de suporte para dificuldades respiratórias. O Purilin é considerado relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada. Este medicamento é habitualmente utilizado para ajudar no tratamento e na prevenção do broncoespasmo em doentes com doenças respiratórias obstrutivas reversíveis.

Este medicamento é frequentemente utilizado em domínios terapêuticos onde é necessário apoio sintomático adicional, abordando condições caracterizadas por períodos de sintomas agravados, tais como a Asma crónica e a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica). É também aplicado em situações que envolvem determinados sintomas angustiantes, como na gestão de manifestações induzidas pelo exercício.

Facto Rápido: Alívio para a Angústia Respiratória

O Purilin é geralmente utilizado quando surgem grupos de sintomas de forma súbita ou flutuante, como pieira, falta de ar e aperto no peito. Pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional e contribuir para um melhor conforto durante períodos de sintomas intensificados.

Critérios de utilização e restrições

O Purilin (levosalbutamol) está indicado para utilização em adultos, adolescentes e crianças com 6 ou mais anos de idade, para o tratamento ou prevenção do broncoespasmo associado a doenças respiratórias obstrutivas reversíveis.

Quem Não Pode Utilizar o Purilin (Contraindicações)

O Purilin é contraindicado e não deve ser utilizado por doentes com antecedentes conhecidos de hipersensibilidade ou reação alérgica ao levosalbutamol ou a qualquer um dos componentes da sua formulação.

Populações que Requerem Precaução ou Restrição

A utilização de Purilin não é recomendada ou exige uma ponderação especial em diversos grupos de doentes, conforme assinalado nos documentos regulamentares:

No que respeita aos doentes pediátricos, a segurança e a eficácia não foram estabelecidas para a utilização em crianças com idade inferior a 6 anos.

Relativamente à gravidez e amamentação, o fármaco apenas deve ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o possível risco para o feto. Deve-se ter precaução ao administrar o medicamento a uma mulher a amamentar, uma vez que não se sabe se o fármaco passa para o leite materno.

Quanto a condições coexistentes, recomenda-se uma precaução acrescida e uma monitorização médica rigorosa em doentes com determinados problemas de saúde, incluindo asma grave aguda, distúrbios cardiovasculares (como insuficiência coronária, hipertensão ou arritmias cardíacas), hipertiroidismo, diabetes mellitus ou distúrbios convulsivos. A precaução é igualmente necessária em doentes com função renal comprometida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Purilin (prulifloxacina), como membro da classe de antibióticos das fluoroquinolonas, está associado a interações medicamentosas específicas que podem exigir a evicção ou uma monitorização clínica próxima.

Medicamentos a utilizar com precaução ou a evitar

A interação clinicamente mais significativa ocorre com os corticosteroides (tais como a hidrocortisona ou a prednisolona). Recomenda-se que a utilização concomitante de Purilin e de um corticoteroide seja evitada, uma vez que aumenta significativamente o risco de efeitos secundários musculoesqueléticos graves, incluindo tendinite e rutura de tendão. Este risco elevado é particularmente notado em doentes idosos, naqueles com insuficiência renal e em indivíduos submetidos a transplante de órgãos sólidos.

O Purilin também pode inibir a enzima hepática CYP1A2, o que pode aumentar os níveis sanguíneos de medicamentos metabolizados por esta enzima, tais como a teofilina e certos antipsicóticos ou antidepressivos. Esta interação pode levar a um risco acrescido de efeitos secundários desses fármacos coadministrados. Adicionalmente, a coadministração com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o fenbufeno, pode potencialmente aumentar o risco de efeitos no sistema nervoso central, tais como convulsões.

Agentes que afetam a absorção

A absorção do Purilin a partir do trato gastrointestinal pode ser significativamente reduzida por produtos que contenham alumínio, magnésio (ex.: antiácidos), ferro, cálcio ou zinco. Para minimizar este efeito, o Purilin deve ser administrado duas horas antes ou, pelo menos, quatro horas após a ingestão deste tipo de produtos. Os produtos lácteos e as bebidas enriquecidas com cálcio também podem reduzir a absorção, devendo a sua utilização simultânea ser evitada.


Nota: Doentes com antecedentes de reações adversas graves associadas a qualquer medicamento do grupo das quinolonas ou fluoroquinolonas não devem, geralmente, utilizar Purilin.

Mecanismo de ação

Ativação Seletiva do Sistema de Recetores Adrenérgicos beta2

A função principal do Purilin baseia-se na ligação de alta afinidade do seu enantiómero R aos recetores adrenérgicos beta2 presentes no músculo liso das vias respiratórias. Esta interação molecular específica inicia a cascata da proteína G s/Adenilato Ciclase, resultando num aumento rápido do AMPc intracelular e na consequente ibinição da contração muscular. Este mecanismo estabelece a curta duração de ação do fármaco, uma vez que produz diretamente o relaxamento do músculo liso brônquico (broncodilatação), um processo que reverte o estado fisiológico de contração do músculo liso das vias aéreas.

Especificidade Isomérica e Regulação da Dinâmica Celular

O mecanismo do fármaco é definido pela sua pureza de isómero único, o que resulta numa formulação definida pela elevada afinidade e especificidade do enantiómero R. A ausência do enantiómero S remove o potencial para efeitos divergentes na cinética dos recetores e na mobilização celular de Ca^2+. Além do relaxamento muscular, a sinalização sustentada de AMPc gerada pelo isómero ativo modula a dinâmica celular ao ajustar a função dos mastócitos, resultando numa redução da libertação de mediadores de constrição, e ao melhorar a depuração mucociliar. Este ajuste nas vias biológicas contribui para as alterações funcionais observadas no sistema respiratório.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Purilin (Proleukin/Aldesleucina): Diretrizes Oficiais de Administração

O Purilin (aldesleucina, comercializado como Proleukin) é administrado sob rigorosa supervisão médica, utilizando um protocolo de procedimento específico, conforme definido pelos organismos reguladores. Esta secção descreve as instruções oficiais de administração sem discutir indicações terapêuticas ou informações de segurança.


Âmbito da Administração

Característica Requisito Oficial
Via de Administração Exclusivamente por perfusão intravenosa (IV)
Esquema Posológico 600.000 Unidades Internacionais (UI) por quilograma de peso corporal
Relação com as Refeições Não especificada nos procedimentos de administração
Regras por Grupo Etário Indicado para utilização em adultos

Requisitos de Procedimento e Preparação

O Purilin é fornecido como um liofilizado (produto seco por congelação) num frasco para injetáveis de utilização única. Antes da administração, o conteúdo do frasco deve ser reconstituído com 1,2 mL de Água Estéril para Injeção, USP.

Método de Administração: A solução preparada é administrada como uma perfusão intravenosa de 15 minutos. O tratamento é geralmente administrado a cada 8 horas durante um período de até 5 dias consecutivos (totalizando um máximo de 14 doses neste período inicial).

Regras de Retenção e Suspensão de Doses: As doses são frequentemente retidas com base no estado clínico do doente, particularmente perante o desenvolvimento de letargia ou sonolência moderada a grave. A continuação da terapêutica está dependente da reversão destas manifestações clínicas. Após o ciclo inicial de 5 dias, deve ser respeitado um período de repouso obrigatório de 9 dias sem tratamento antes que o ciclo de tratamento seguinte possa começar.


Ligação ao Protocolo Geral de Utilização

A administração deste medicamento envolve um regime preciso e cíclico de perfusões intravenosas curtas que é altamente dependente da resposta imediata do doente à dose anterior. Este protocolo inclui uma dosagem baseada no peso e períodos de repouso obrigatórios, garantindo que todo o procedimento segue o quadro regulamentar estabelecido para a entrega do fármaco.

Evidência clínica recente

Resumo da Investigação e Panorama dos Estudos sobre o Purilin (Levosalbutamol)

Evidência para Utilização na Asma Aguda e Crónica

A investigação sobre o Purilin centrou-se primordialmente no estudo de condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, como a asma, tendo a investigação examinado os sintomas relacionados com o estreitamento agudo das vias respiratórias. Os estudos incluíram Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e investigação multicêntrica, que são desenhos de estudo amplamente reconhecidos na investigação médica. Estes ensaios foram avaliados em contextos que exploram alterações sintomáticas de curto prazo em adultos e crianças com asma.

Os investigadores analisaram resultados funcionais associados a desequilíbrios sistémicos ou funcionais, tais como alterações no Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (FEV1). A investigação descreve os padrões observados na função pulmonar durante o curto prazo. Alguns ensaios relataram a forma como os sintomas evoluíram nas populações observadas e descreveram padrões nos efeitos sistémicos quando comparados com a forma racémica do Salbutamol.

Evidência no Broncoespasmo Induzido pelo Exercício (BIE)

Diversos estudos exploraram a utilização do Purilin em condições que envolvem períodos de intensificação de sintomas provocados pelo esforço físico, conhecidos como Broncoespasmo Induzido pelo Exercício. Estes envolveram tipos específicos de estudos, frequentemente Ensaios Aleatorizados, Duplamente Cegos, Controlados por Placebo e Cruzados (Cross-over).

Os principais resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas que a investigação analisou focaram-se em medidas funcionais, monitorizando a variação máxima do FEV1 após um desafio de exercício padronizado. Nesta área, a duração do acompanhamento (follow-up) foi limitada, centrando-se na administração aguda.

O que ainda permanece incerto sobre o Purilin (Lacunas na Evidência)

Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos com o mesmo nível de detalhe que os efeitos a curto prazo. Atualmente, existe informação limitada sobre resultados a longo prazo proveniente de estudos de larga escala que se estendam além de alguns meses.

Observa-se uma falta de evidência comparativa em estudos de grande dimensão que confrontem diretamente o impacto funcional a longo prazo com outros compostos broncodilatadores. Além disso, as dimensões das amostras foram modestas em algumas análises de subgrupos específicos, o que significa que os achados relativos a esses subgrupos são incertos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Purilin (FAQ)

P: O Purilin provoca sonhos invulgares ou perturbações do sono?

Os documentos regulamentares indicam que a insónia, ou dificuldade em dormir, é uma reação adversa que tem sido relatada com base na experiência pós-comercialização. Quaisquer preocupações sobre perturbações do sono devem ser discutidas com um profissional de saúde.


P: O Purilin pode ser tomado com analgésicos comuns de venda livre?

A informação oficial adverte para potenciais interações com certos Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), como o fenbufeno. Uma vez que muitos analgésicos comuns de venda livre pertencem a esta classe, as dúvidas sobre a utilização de produtos específicos devem ser dirigidas a um profissional de saúde.


P: É normal sentir tonturas ao iniciar o tratamento com Purilin?

Sim, os documentos regulamentares listam as tonturas como uma reação adversa comum observada em ensaios clínicos com o Purilin. À semelhança de outros efeitos secundários frequentes, este efeito pode ser mais percetível ao iniciar a medicação.


P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Purilin?

No caso de omissão de uma dose, a abordagem recomendada é, geralmente, tomar a dose seguinte à hora prevista. É importante lembrar que não devem ser tomadas doses extra para compensar uma dose esquecida.


P: A utilização do Purilin a longo prazo reduz a sua eficácia?

O rótulo do medicamento contém um aviso de que a necessidade de doses de Purilin superiores ao habitual é um marcador de deterioração da asma. Isto sugere uma redução na eficácia esperada do fármaco, situação que justifica uma consulta com um profissional de saúde para revisão médica.


P: Posso conduzir enquanto estiver a tomar Purilin?

Os efeitos secundários comuns do Purilin incluem tonturas e tremores. As orientações oficiais aconselham precaução na realização de tarefas perigosas, como conduzir ou operar maquinaria pesada, até que o indivíduo saiba como o medicamento o afeta. A orientação sobre a realização destas atividades deve ser discutida com um profissional de saúde.


P: O Purilin provoca mal-estar estomacal ou náuseas?

Sim, de acordo com as informações oficiais do produto, as náuseas e os vómitos constam na lista de reações adversas. Estes efeitos foram observados em ensaios clínicos ou comunicados através de dados pós-comercialização.


P: Quais são os sinais de um efeito secundário raro, mas grave, do Purilin?

Os sinais de reações graves incluem um agravamento imediato da respiração (Broncoespasmo Paradoxal) ou sinais de uma reação alérgica severa, como urticária ou inchaço da face. Sinais de potássio baixo (hipocaliémia), como fraqueza muscular ou batimento cardíaco irregular, também podem ser relevantes e requerem atenção imediata.


P: O Purilin interage com o álcool? Qual é a gravidade do risco?

A informação oficial do produto não lista uma interação direta entre o Purilin e o álcool. No entanto, para alguns indivíduos, o consumo de álcool pode potencialmente agravar os sintomas da asma ou de outras doenças obstrutivas das vias respiratórias. Preocupações sobre o uso de álcool e Purilin devem ser analisadas com um profissional de saúde.


P: O Purilin está disponível em diferentes dosagens? Porquê?

Sim, o Purilin está disponível em diferentes dosagens, dependendo da formulação escolhida. Estas diferentes concentrações são necessárias para acomodar vários métodos de administração, tais como solução para nebulização ou aerossol para inalação (MDI).


P: É possível desenvolver tolerância ao Purilin com o tempo?

O rótulo do medicamento adverte que a necessidade de utilizar a medicação com mais frequência do que o prescrito pode sinalizar uma deterioração da condição subjacente. Esta situação pode estar associada a uma resposta reduzida ao fármaco e justifica uma revisão médica com um profissional de saúde.


P: O que devo fazer se o efeito esperado do Purilin não parecer estar a acontecer?

Os avisos oficiais indicam que, se a resposta habitual não for alcançada ou se os problemas respiratórios piorarem, tal poderá sinalizar instabilidade na condição de saúde. Esta situação justifica uma revisão médica com um profissional de saúde para reavaliação do doente e do esquema terapêutico.


P: O Purilin pode causar alterações no apetite?

Embora não seja um efeito secundário comum, os documentos oficiais referem que a perda de apetite tem sido associada a certas reações adversas graves, como uma sobredosagem ou níveis perigosamente baixos de potássio (hipocaliémia).


P: Como se compara a ação do Purilin com outros fármacos da mesma classe?

O mecanismo distingue-se pela pureza de isómero único do Purilin. O fármaco contém apenas o enantiómero R, que se destina a proporcionar uma ação mais focada nos recetores beta2 em comparação com o fármaco protótipo da mesma classe, que é uma mistura racémica.


P: O Purilin interage com medicamentos para a gripe e constipações?

A rotulagem oficial contém um aviso sobre potenciais interações com outros fármacos simpatomiméticos. Uma vez que muitos medicamentos para a gripe e constipações contêm estes ingredientes ativos, a sua combinação com o Purilin poderá potenciar efeitos como o aumento do ritmo cardíaco ou a elevação da pressão arterial.


P: O Purilin pode afetar os resultados de exames laboratoriais?

Sim, o Purilin pode potencialmente causar uma queda temporária nos níveis de potássio no sangue (hipocaliémia) e pode também estar associado a alterações no eletrocardiograma (alterações no ECG). Ambos são resultados frequentemente observados em testes laboratoriais ou de diagnóstico.


P: Porque é que o Purilin só está disponível mediante receita médica?

O produto é classificado como um Medicamento Sujeito a Receita Médica devido à sua potente ação farmacológica, ao potencial de efeitos adversos graves e à necessidade de um diagnóstico adequado e monitorização médica contínua para garantir a sua utilização segura e eficaz.


P: O Purilin provoca boca seca ou visão turva?

Relatórios oficiais de eventos adversos, incluindo dados pós-comercialização, listam tanto a boca seca como a visão turva como possíveis efeitos secundários. A incidência exata, ou a frequência com que ocorrem, não é conhecida com precisão.


P: Existem efeitos a longo prazo do Purilin que ainda estejam a ser estudados?

Os estudos clínicos têm-se focado principalmente nos resultados funcionais imediatos e de curto prazo. Os documentos oficiais referem que os efeitos a longo prazo deste produto não estão totalmente estabelecidos com o mesmo nível de evidência detalhada que os efeitos a curto prazo.


P: Porque é que algumas pessoas se sentem pior antes de melhorarem com o Purilin?

Um risco grave, mas raro, listado nos avisos é o Broncoespasmo Paradoxal. Trata-se de um agravamento imediato da respiração, potencialmente fatal, que pode ocorrer, especialmente quando a forma inalada é utilizada pela primeira vez. Se esta reação adversa grave ocorrer, é necessária assistência médica imediata.


P: Qual é a diferença entre o Purilin e outros medicamentos semelhantes?

O Purilin é a formulação de isómero único do fármaco protótipo, contendo apenas o enantiómero R terapeuticamente ativo. A pureza química específica foi concebida para uma ação mais focada nos recetores beta2, em contraste com o protótipo, que é uma mistura racémica contendo os enantiómeros R e S.


P: Quanto tempo é que o Purilin permanece no organismo após a interrupção?

De acordo com os dados oficiais de farmacocinética, a semivida média de eliminação do Levosalbutamol situa-se tipicamente entre as 3,3 e as 4 horas. Este intervalo de tempo indica a rapidez com que o fármaco é eliminado do organismo.


P: Pessoas com problemas renais podem tomar Purilin em segurança?

Sim, mas os avisos oficiais indicam que é necessária precaução em doentes com insuficiência renal. Recomenda-se uma monitorização médica rigorosa por um profissional de saúde quando o fármaco é utilizado nesta população de doentes.


P: É seguro tomar Purilin se eu tiver antecedentes de problemas cardíacos?

O Purilin pode causar alterações no sistema cardiovascular, tais como o aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Por conseguinte, deve ser utilizado com precaução em doentes com distúrbios cardiovasculares subjacentes, incluindo hipertensão, insuficiência coronária ou arritmias cardíacas.


P: Como deve o Purilin ser armazenado — precisa de refrigeração?

As instruções oficiais de armazenamento indicam que o Purilin deve ser mantido à temperatura ambiente (20 °C a 25 °C). O medicamento, especialmente nas formas de solução para inalação ou aerossol, não deve ser congelado.


P: Existem diferentes formas de Purilin (ex.: comprimido, xarope, líquido)?

Sim, o Purilin está disponível em múltiplas formas para se adaptar a diferentes necessidades, incluindo uma Solução para Nebulização, um Aerossol para Inalação (MDI) e formulações orais como Comprimidos e Xarope. Os documentos oficiais não listam a forma de cápsula.

Como Purilin deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Purilin (Levosalbutamol)

As condições oficiais de conservação do Purilin (Levosalbutamol) são definidas de acordo com a forma farmacêutica do medicamento, sendo necessária a adesão rigorosa às mesmas para garantir a estabilidade do produto.

Parâmetro de Conservação Solução para Inalação Aerossol para Inalação
Temperatura Exigida 20 °C a 25 °C 20 °C a 25 °C
Condições Proibidas Não congelar; Proteger da luz. Não congelar; Não expor a temperaturas superiores a 49 °C

Todas as formas do medicamento devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças. No caso da Solução para Inalação, os frascos devem ser mantidos na saqueta de alumínio e utilizados no prazo de duas semanas após a abertura da mesma.

O Aerossol para Inalação deve ser eliminado quando o contador de doses chegar a zero. O recipiente pressurizado não deve ser perfurado, incinerado ou atirado para o fogo, independentemente de parecer vazio ou não.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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