Propolipid

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Propolipid

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Propolipid

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Propofol
Forma Emulsão injetável
Classe farmacológica Anestésico Geral
Uso comum Indução e manutenção de anestesia
Origem Sintética

Que tipo de medicamento é o Propolipid?

O Propolipid é a designação comum de uma preparação injetável cujo princípio ativo é o Propofol, um fármaco sintético de ação rápida classificado cientificamente como um Anestésico Geral. O Propofol foi especificamente concebido para uma atuação célere, sendo frequentemente a escolha preferencial para induzir e manter um estado de inconsciência profunda e controlada, ou hipnose. Estudos farmacológicos confirmam que o Propofol é um dos agentes anestésicos intravenosos mais utilizados em todo o mundo devido às suas propriedades favoráveis. Este reconhecimento clínico generalizado sustenta o seu papel estabelecido na suspensão temporária e controlada do sistema nervoso central para a realização de procedimentos médicos.


Porque é que o Propolipid é uma emulsão branca de aspeto leitoso?

O medicamento possui uma aparência branca leitosa distinta por ser preparado sob a forma de uma emulsão injetável estéril. O princípio ativo, o Propofol, não é solúvel em água. Para garantir uma administração segura e fluida na corrente sanguínea, o fármaco é formulado numa base lipídica (gordura) especializada — um veículo que contém tipicamente componentes como óleo de soja, lecitina de ovo purificada e glicerol. Esta composição lipídica única é uma característica diferenciadora fundamental, garantindo que o fármaco seja distribuído de forma homogénea na veia através da via de administração intravenosa (IV) necessária.


Qual é o objetivo geral da utilização do Propolipid?

O objetivo geral da utilização do Propolipid é alcançar uma sedação profunda ou anestesia geral de forma rápida, suave e altamente controlável para procedimentos como cirurgias de curta duração ou exames de imagem que exijam imobilidade. A ação potente do fármaco leva rapidamente à perda de consciência através do reforço dos efeitos do GABA, o principal mensageiro químico calmante do cérebro. Este início de ação rápido, aliado à sua eliminação célere do organismo, constitui uma vantagem funcional importante. Esta depuração rápida permite que os profissionais de saúde mantenham um controlo preciso sobre a profundidade da anestesia, facilitando frequentemente uma recuperação do doente mais rápida e previsível em comparação com alguns agentes anestésicos mais antigos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Propolipid?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança do Propolipid (Propofol) fundamenta-se nas classificações de reações adversas documentadas em fontes regulamentares oficiais. Estes efeitos encontram-se agrupados de acordo com a sua frequência e os sistemas fisiológicos afetados.

Reações adversas documentadas e frequência

Os efeitos adversos são categorizados com base na sua taxa de ocorrência documentada na utilização clínica:

Classificação Exemplos de Reações Adversas (Selecionadas)
Muito Frequentes Dor local no local da injeção.
Frequentes Hipotensão (pressão arterial baixa), bradicardia (ritmo cardíaco lento), apneia transitória (interrupção temporária da respiração), náuseas, vómitos.
Pouco Frequentes Trombose ou flebite (inflamação da veia) no local da injeção.
Raros a Muito Raros Convulsões (movimentos epileptiformes), anafilaxia, paragem cardíaca, rabdomiólise (destruição muscular), pancreatite.

Padrões de segurança sistémicos e graves

As reações adversas documentadas afetam primordialmente os sistemas Cardiovascular (ex.: hipotensão, bradicardia), Respiratório (ex.: apneia, tosse) e o Sistema Nervoso (ex.: dor de cabeça, fenómenos de excitação). As reações adversas graves incluem a anafilaxia e a paragem cardíaca. Uma preocupação de segurança rara, mas crítica, é a Síndrome de Perfusão de Propofol (PRIS), uma condição que envolve um compromisso metabólico e sistémico grave (ex.: acidose metabólica, insuficiência cardíaca, rabdomiólise) e que está associada a uma utilização prolongada e em doses elevadas.

Condicionalismos específicos por população

Os documentos oficiais de segurança incluem restrições específicas para determinadas populações. Os adultos mais velhos podem apresentar uma sensibilidade acrescida aos efeitos cardiovasculares e respiratórios, o que requer precaução. A utilização para sedação prolongada em contexto de cuidados intensivos está contraindicada em doentes pediátricos com idade igual ou inferior a 16 anos, devido ao risco de PRIS. Adicionalmente, devido ao veículo de emulsão lipídica do fármaco, o Propolipid está contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a componentes da formulação, tais como o óleo de soja ou produtos de ovo.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de Propolipid (Propofol) carateriza-se pela acentuação dos efeitos primários do fármaco, o que resulta em complicações potencialmente fatais. Uma sobredosagem aguda manifesta-se primordialmente através de uma depressão cardiorrespiratória profunda, apresentando-se tipicamente como hipotensão arterial grave, apneia, obstrução das vias respiratórias e dessaturação da oxi-hemoglobina (diminuição dos níveis de oxigénio no sangue).

Dada a gravidade destas manifestações, perante qualquer suspeita de sobredosagem, é necessária assistência médica imediata. Um segundo risco grave é a Síndrome de Perfusão de Propofol (PRIS), uma toxicidade sistémica associada a perfusões prolongadas e em doses elevadas. Está documentado que a PRIS pode resultar em desfechos graves, incluindo acidose metabólica, rabdomiólise (destruição do tecido muscular) e, potencialmente, insuficiência cardíaca ou paragem cardíaca.

Em todos os cenários de sobredosagem, a perfusão deve ser interrompida imediatamente. O tratamento é estritamente sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece nenhum antídoto específico. As medidas de suporte incluem ventilação artificial, suporte circulatório através da utilização de agentes vasoconstritores e a monitorização contínua do doente.

As informações regulamentares referem que os doentes idosos e debilitados apresentam uma predisposição para um risco superior de efeitos cardiorrespiratórios graves. Além disso, o fármaco está contraindicado para sedação em doentes pediátricos em unidades de cuidados intensivos, devido ao risco associado de PRIS.

Usos terapêuticos de Propolipid

O que o Propolipid trata: principais utilizações e benefícios

O Propolipid é habitualmente utilizado em diversos contextos clínicos que envolvem a gestão de sintomas relacionados com a consciência e a sensação física durante procedimentos médicos, tais como cirurgias, exames de diagnóstico por imagem ou intervenções menores. O benefício central deste fármaco reside na sua utilização para induzir um estado hipnótico controlado, o qual favorece o conforto do doente e auxilia num despertar estável após a sua administração. As principais aplicações terapêuticas incluem a indução e manutenção da anestesia geral, a sedação de procedimento para exames de diagnóstico e o alívio de suporte contínuo em situações onde os sintomas se podem intensificar temporariamente, como em doentes adultos em estado crítico.

Este medicamento é também relevante em situações que requerem auxílio temporário na estabilização de sintomas, tais como a gestão de sintomas de atividade neurológica aumentada associados a episódios agudos ou disruptivos. Além disso, o Propolipid contribui para a melhoria do conforto ao oferecer um benefício sintomático que ajuda a reduzir a carga global de sintomas associada às náuseas e vómitos pós-operatórios (NVPO).


Facto Rápido: Alívio de Sintomas Agudos

Área de Alívio Sintomas / Condições Geridas Benefício para o Doente
Apoio Anestésico Consciência, Sensação, Agitação Física Promove o conforto do doente durante os procedimentos
Cuidados Críticos Agitação, sintomas que interferem com o funcionamento diário Auxilia na manutenção da estabilidade funcional
Uso Especializado Sintomas de crises convulsivas, sintomas relacionados com desconforto físico Contribui para atenuar a carga sintomática global

Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Propolipid?

A elegibilidade para a utilização do Propolipid (Propofol) é definida por critérios regulamentares oficiais que especificam as populações autorizadas, restritas ou proibidas de utilizar o medicamento.

Contraindicações Absolutas

De acordo com a rotulagem oficial, o medicamento é estritamente contraindicado e não deve ser utilizado nas seguintes populações:

Doentes com hipersensibilidade conhecida ao Propofol ou a qualquer componente da emulsão injetável.

Doentes com alergias conhecidas a ovos, produtos derivados de ovo, soja ou produtos derivados de soja, devido ao veículo lipídico da formulação.

Doentes pediátricos com idade igual ou inferior a 16 anos para efeitos de sedação em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).

Elegibilidade por Idade e Condição

Grupo Populacional Estatuto de Elegibilidade Oficial
Adultos (18+) Aprovado para todas as utilizações padrão de anestesia e sedação.
Idosos/Debilitados Elegíveis, mas a utilização é restrita e requer uma dose reduzida.
Crianças (Anestesia) Não recomendado para indução em crianças com menos de 3 anos, ou para manutenção em bebés com menos de 2 meses.
Gravidez A utilização não é recomendada, a menos que seja absolutamente necessária.
Amamentação (Lactação) A amamentação deve ser interrompida durante as 24 horas seguintes à administração.

A elegibilidade é também permitida, mas exige precaução, em doentes com compromisso das funções cardíaca, renal ou hepática.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Propolipid apresenta padrões de interação oficialmente documentados que se relacionam, essencialmente, com efeitos aditivos no sistema nervoso central (SNC) e alterações nas concentrações plasmáticas. A coadministração com Opioides, Sedativos ou Outros Agentes Analgésicos pode aumentar significativamente os efeitos anestésicos e cardiorrespiratórios, levando a diminuições acentuadas da pressão arterial e do esforço respiratório. Esta é uma interação farmacodinâmica aditiva que requer uma vigilância atenta.

Está documentada uma interação farmacocinética com o Valproato, que pode levar ao aumento dos níveis de Propolipid no sangue. Adicionalmente, observa-se que o Propolipid inibe a enzima CYP3A4, o que pode reduzir a depuração (eliminação) de determinados medicamentos administrados em simultâneo que sejam metabolizados por esta via.

Existem restrições específicas quanto à administração e às populações de doentes. O Propolipid está formalmente contraindicado para sedação em doentes pediátricos em estado crítico, devido ao risco oficialmente documentado de eventos metabólicos graves. É igualmente contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida a excipientes como produtos de ovo ou soja. Do ponto de vista procedimental, o Propolipid não deve ser misturado com soluções não aprovadas; além disso, relaxantes musculares como o Atracúrio e o Mivacúrio não devem ser administrados pela mesma linha intravenosa sem uma lavagem completa da linha. Por último, doentes idosos ou debilitados apresentam concentrações plasmáticas mais elevadas, o que pode acentuar os efeitos cardiorrespiratórios quando o fármaco é combinado com outros depressores do SNC.

Mecanismo de ação

Reforço Direcionado da Neurotransmissão Inibitória

A molécula ativa atua principalmente como um modulador alostérico positivo do recetor GABA A, o principal canal iónico inibitório do cérebro. Ao potenciar a função do neurotransmissor GABA, o fármaco aumenta a entrada de iões cloreto de carga negativa no neurónio. Isto leva à hiperpolarização e a uma supressão generalizada da atividade elétrica em todo o Sistema Nervoso Central (SNC).


Modulação do Controlo Autónomo e Vascular

O mecanismo de supressão central estende-se a áreas do cérebro que regulam o fluxo simpático do sistema nervoso autónomo. Isto reduz a sinalização responsável pela manutenção do tónus vascular, provocando uma vasodilatação arterial e venosa. Esta alteração fisiológica resulta numa redução dependente da dose, tanto na resistência vascular sistémica como na pressão arterial, o que constitui uma consequência funcional direta do mecanismo.


Limitações na Compensação Cardiovascular

Uma característica mecanística fundamental é a depressão simultânea da via do reflexo barorrecetor, o mecanismo de feedback fisiológico para a regulação da pressão arterial. Esta interferência reduz o aumento reflexo da frequência cardíaca e da contratilidade que, habitualmente, contraria a hipotensão. Esta interferência com um sistema de regulação por feedback representa uma limitação fisiológica inerente ao mecanismo.

Informações sobre dosagem e administração

Como é utilizado o Propolipid: Diretrizes Oficiais de Administração

O Propolipid (propofol) é um medicamento injetável cuja utilização está estritamente definida por normas regulamentares, sendo reservado a contextos clínicos especializados. Esta secção resume as instruções oficiais para a sua correta administração e dosagem, tal como publicado na informação de prescrição autoritativa.


Regras de Administração e Dosagem

Caraterística Resumo das Instruções Oficiais
Via de Administração Exclusivamente via intravenosa (IV) (por bólus ou perfusão contínua).
Esquema Posológico Altamente individualizado e titulado de acordo com o efeito clínico pretendido. As doses são calculadas com base no peso e na idade do doente. Para um adulto saudável, a indução da anestesia geral utiliza tipicamente 1,5 mg/kg a 2,5 mg/kg, com manutenção por perfusão contínua.
Padrão de Frequência Administrado em perfusão contínua ou bólus intermitentes para manter o efeito necessário; a dose é continuamente ajustada (titulada) durante o procedimento.

Preparação e Condições Especiais

O Propolipid requer um manuseamento especializado devido à sua base lipídica e deve apenas ser administrado por profissionais com formação em anestesia ou cuidados intensivos, num ambiente clínico adequado.

Deve manter-se uma técnica asséptica rigorosa durante todo o manuseamento. O produto não deve ser misturado com outros agentes antes da administração. Caso seja necessária a diluição, esta deve ser feita apenas com uma solução injetável de Dextrose a 5% (Glicose), para uma concentração não inferior a 2 mg/mL.

Doentes idosos, debilitados ou de alto risco requerem frequentemente doses significativamente mais baixas, tanto para a indução como para a manutenção da anestesia, sendo desaconselhada a administração rápida em bólus nestes grupos. Os ajustes posológicos são obrigatórios nestas populações.

O medicamento e todos os componentes de administração associados devem ser eliminados no prazo de 12 horas após a abertura ou perfuração do frasco, devido ao risco de crescimento microbiano na emulsão lipídica.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Propolipid

Evidência na Utilização em Casos de Colesterol Elevado

O Propolipid tem sido objeto de investigação em estudos que exploram padrões relacionados com condições caraterizadas por desequilíbrios sistémicos ou funcionais. A investigação nesta área inclui ensaios clínicos controlados e estudos observacionais, que monitorizaram principalmente resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, especificamente ao nível das alterações nos níveis lipídicos medidos.

A investigação examinou os efeitos do Propolipid em diferentes componentes lipídicos medidos. Os resultados indicam que, nas populações avaliadas nestes estudos, a utilização de Propolipid foi associada a alterações nos componentes lipídicos medidos e nos níveis de colesterol total. Estes estudos relataram tipicamente a forma como estes resultados evoluíram nas populações observadas ao longo de intervalos de tempo definidos. No entanto, é importante recordar que estas conclusões descrevem padrões observados em grupos e não resultados individuais, e a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.

Evidência no Apoio à Diabetes Tipo 2

A utilização do Propolipid também foi avaliada em estudos onde os participantes tinham Diabetes Tipo 2, uma condição cujos sintomas podem variar de intensidade. Estes estudos focaram-se habitualmente em resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, tais como medições do controlo do açúcar no sangue.

A investigação explorou alterações de sintomas a curto prazo em participantes com Diabetes Tipo 2. Os dados mostram padrões relacionados com a forma como certos indicadores das métricas de açúcar no sangue evoluíram durante os períodos do estudo. Por exemplo, em alguns estudos, a utilização de Propolipid parece estar associada a alterações nos níveis de glicémia em jejum ou nos níveis de hemoglobina A1C (HbA1c).

Estudos a Longo Prazo e Seguimento

A maior parte da investigação realizada até à data teve uma duração relativamente curta, o que significa que as durações do seguimento foram limitadas. Consequentemente, a informação sobre os resultados de saúde a longo prazo e a durabilidade dos seus efeitos ainda está a surgir. Atualmente, existe informação limitada para resultados a longo prazo relativamente à utilização continuada do Propolipid.

O que Ainda é Incerto Sobre o Propolipid

É importante que os doentes compreendam onde existem lacunas na investigação atual. A evidência destaca o que é conhecido e o que ainda é incerto. Uma área de incerteza é o facto de a qualidade da evidência variar entre os estudos e as conclusões serem mistas quanto à magnitude específica das alterações em alguns resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional. Adicionalmente, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e existe uma falta de evidência comparativa em algumas áreas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Propolipid (FAQ)


P: Preciso de utilizar o Propolipid para sempre, ou posso parar se o meu colesterol melhorar?

De acordo com a informação oficial do produto, o Propolipid é um anestésico e sedativo intravenoso. A sua utilização oficial é estritamente temporária, estando reservada para procedimentos médicos que exijam anestesia geral, sedação procedimental ou sedação em unidades de cuidados intensivos. O medicamento não está aprovado para uma utilização diária ou prolongada.


P: Posso consumir álcool enquanto estiver sob tratamento com Propolipid?

As orientações oficiais alertam que o medicamento está associado a efeitos como sonolência e redução do estado de alerta mental. Após a administração de Propolipid, os documentos oficiais descrevem a necessidade de evitar atividades que exijam alerta mental total, tais como conduzir veículos ou operar máquinas, até que os efeitos do fármaco tenham desaparecido por completo.


P: O Propolipid é seguro para ser utilizado durante a gravidez ou a amamentação?

As diretrizes oficiais indicam que a utilização durante a gravidez não é geralmente recomendada, a menos que seja absolutamente necessária. No caso da amamentação (lactação), os documentos oficiais aconselham que esta deve ser interrompida por um período de 24 horas após a administração do medicamento.


P: O Propolipid interage com toranja ou sumo de toranja?

A informação oficial do produto refere que o Propolipid inibe a enzima CYP3A4, responsável pela decomposição de certos medicamentos no organismo. Embora a toranja não seja explicitamente mencionada na rotulagem oficial, as substâncias que afetam esta via enzimática específica podem alterar os níveis sanguíneos de outros medicamentos administrados em simultâneo.


P: Porque é que os médicos prescrevem Propolipid mesmo que os meus níveis de colesterol não sejam extremamente elevados?

O Propolipid é, oficialmente, um anestésico geral intravenoso cuja função principal é induzir e manter a perda de consciência controlada para procedimentos médicos. As discussões sobre níveis de lípidos ou colesterol prendem-se principalmente com a monitorização de segurança ou estudos de investigação, e não com a indicação terapêutica principal do fármaco.


P: O Propolipid tem efeitos anti-inflamatórios descritos na investigação?

A investigação descreveu a capacidade do medicamento em inibir a agregação plaquetária (ação de coagulação) induzida por certas substâncias lipídicas pró-inflamatórias, sendo esta uma área estudada em relação a processos biológicos.


P: Porque é que um médico iniciaria o meu tratamento com uma dose baixa de Propolipid?

As diretrizes oficiais indicam que certas populações, como doentes idosos, debilitados ou de alto risco, requerem frequentemente doses significativamente mais baixas. Isto é feito para reduzir a probabilidade de efeitos cardiorrespiratórios acentuados, tais como descidas súbitas da pressão arterial ou dificuldades respiratórias.


P: É comum sentir cansaço ou fraqueza após utilizar Propolipid?

A documentação regulamentar inclui o cansaço ou fraqueza invulgares entre os efeitos secundários que têm sido comunicados frequentemente com este medicamento.


P: O Propolipid pode causar alterações no açúcar no sangue ou aumentar o risco de diabetes?

A informação clínica relativa ao fármaco refere que os níveis de glicose (açúcar) no sangue tendem a aumentar durante a sua administração. Para doentes com diabetes pré-existente, a monitorização da glicémia é referida como um dos parâmetros que podem ser acompanhados durante a utilização.


P: O Propolipid interage com analgésicos comuns de venda livre?

Os documentos oficiais alertam que o Propolipid, quando utilizado em conjunto com outros sedativos ou agentes analgésicos (medicamentos para a dor), pode resultar num aumento da sedação e no potencial para uma diminuição acentuada da pressão arterial. Isto deve-se a um efeito aditivo no sistema nervoso central.


P: Pessoas com problemas renais ou hepáticos podem utilizar Propolipid?

As orientações oficiais referem que é necessária precaução em doentes com compromisso das funções cardíaca, renal (rim) ou hepática (fígado). A insuficiência renal e hepática são mencionadas como condições que exigem uma monitorização cuidadosa durante a utilização de Propolipid.


P: Qual é a diferença entre o Propolipid e o uso de dieta e exercício para baixar o colesterol?

O Propolipid é classificado quimicamente como um Anestésico Geral. A sua função é causar a perda de consciência temporária e controlada para procedimentos médicos, o que torna o seu papel e efeito fundamentalmente distintos dos objetivos preventivos a longo prazo de redução do colesterol através de dieta e exercício.


P: Quais são as principais conclusões dos maiores ensaios clínicos do Propolipid?

As caraterísticas principais destacadas na literatura incluem o seu rápido início de ação e a sua eliminação rápida do organismo. Estas propriedades contribuem frequentemente para uma recuperação célere do estado de anestesia.


P: O Propolipid está disponível numa versão genérica?

Sim, os registos regulamentares indicam que a substância ativa, o Propofol, está disponível em versões genéricas de múltiplos fabricantes, além do produto de marca original.


P: O que são os triglicéridos e como é que o Propolipid os afeta?

Os triglicéridos são um tipo de gordura (lípido) presente no sangue. Dado que o Propolipid é formulado numa emulsão lipídica, a sua utilização está associada a um risco de elevações nos triglicéridos séricos (hipertrigliceridemia), especialmente quando administrado por períodos prolongados.


P: Quais são as recomendações para monitorizar a função hepática durante a utilização de Propolipid?

Como parte da monitorização global de segurança, especialmente em ambientes de cuidados intensivos, os protocolos clínicos oficiais listam os testes de função hepática como um dos parâmetros recomendados para serem verificados regularmente enquanto o doente recebe este medicamento.


P: Como é que o Propolipid afeta o risco de ataque cardíaco ou AVC?

Os documentos oficiais de segurança listam reações adversas graves que afetam o sistema cardiovascular, incluindo paragem cardíaca e bradicardia (ritmo cardíaco lento). O fármaco tem efeitos documentados no sistema cardiovascular que são monitorizados durante o tempo de administração.


P: Existe uma ligação entre o Propolipid e a perda de memória ou confusão?

Sim, a documentação regulamentar lista a confusão como um efeito secundário comunicado frequentemente. Além disso, o fármaco é conhecido por causar amnésia (incapacidade de formar memórias) durante o período da sua administração.


P: Existe um tempo máximo que alguém pode permanecer sob tratamento com Propolipid?

Para casos de utilização específicos, como a sedação em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), existem restrições de utilização. A utilização para sedação prolongada em doentes pediátricos com idade igual ou inferior a 16 anos é estritamente contraindicada devido ao risco oficialmente documentado de eventos metabólicos graves.


P: O que devo fazer se notar urina escura durante a utilização de Propolipid?

A informação ligada à regulação lista a ocorrência de urina de cor escura como um sinal possível de um problema mais grave, embora raro. Este padrão é referido como necessitando de revisão por um profissional de saúde. Outras formas de alteração da cor da urina, como verde ou rosa, também foram observadas na utilização clínica.

Como Propolipid deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Propolipid?

O armazenamento e a eliminação do Propolipid (Emulsão Injetável de Propofol) estão estritamente definidos por requisitos regulamentares para garantir a integridade do produto e a gestão adequada de resíduos.

Condições Oficiais de Armazenamento

Requisito Regra Definida na Rotulagem
Intervalo de Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, entre os 4 °C e os 25 °C.
Restrição de Congelamento Não congelar o produto em circunstância alguma.
Manuseamento Pré-Utilização O frasco-ampola deve ser bem agitado antes de o conteúdo ser removido.

Regras de Estabilidade e Eliminação

O Propolipid é um produto de utilização única, sendo necessária uma técnica asséptica rigorosa durante o seu manuseamento. A administração deve ser concluída no prazo de 12 horas após a primeira abertura ou perfuração do frasco-ampola. Qualquer porção não utilizada ou resíduos que restem após este limite de tempo obrigatório devem ser prontamente eliminados de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Propolipid encontrado em:

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