Promin

Links rápidos para seções importantes

Promin

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Promin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Proclorperazina
Formas farmacêuticas Comprimidos, supositórios, solução injetável
Classe farmacológica Antipsicótico de primeira geração (neuroléptico), fenotiazina
Objetivo geral Controlo de náuseas e vómitos graves; gestão de quadros psicóticos
Origem Sintética

O que é o Promin? Princípio Ativo e Definição

O Promin é o nome comercial de um medicamento sintético, monocomponente, que contém proclorperazina, frequentemente formulada como a parte salina maleato de proclorperazina. Este composto é produzido integralmente através de processos químicos, o que lhe confere uma origem sintética em vez de uma derivação natural. Sendo um produto de princípio ativo único, os seus efeitos farmacológicos derivam exclusivamente da ação da proclorperazina. Este fármaco é um medicamento sujeito a receita médica (MSRM) e encontra-se disponível em diversas preparações farmacêuticas, incluindo comprimidos orais, supositórios para administração retal e uma solução injetável para administração parentérica, utilizada quando é necessária uma ação rápida.


Classe Farmacológica e Dupla Função do Promin

A proclorperazina pertence à família química das fenotiazinas e é formalmente classificada como um antipsicótico de primeira geração (APG), ou um agente neuroléptico típico. Esta classificação reflete a sua capacidade de influenciar recetores de dopamina específicos no sistema nervoso central. O seu duplo propósito terapêutico é reconhecido clinicamente tanto pelas suas potentes propriedades antieméticas como pelos seus efeitos neurolépticos. O medicamento é utilizado eficazmente como antiemético para controlar náuseas e vómitos graves. Devido aos seus efeitos dependentes da dose, a proclorperazina é também utilizada em concentrações mais elevadas com o objetivo geral de regular perturbações graves do pensamento associadas a certas psicoses.


Formas Disponíveis e Versatilidade Terapêutica

A disponibilidade do composto através de múltiplas vias de administração, incluindo a via oral, retal e intravenosa, proporciona a necessária versatilidade terapêutica. Esta gama de preparações assegura que a proclorperazina possa ser administrada de forma eficaz mesmo quando a condição do doente, como em casos de vómitos contínuos, impossibilita a ingestão oral ou quando é requerida uma ação sistémica rápida.

Quais efeitos secundários são possíveis com Promin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Promin (Proclorperazina) detalha reações adversas em múltiplos sistemas orgânicos, com um foco proeminente nos riscos neurológicos e cardiovasculares, em conformidade com a sua classificação como um agente da classe das fenotiazinas. As reações adversas são formalmente classificadas pelos documentos regulamentares de acordo com a sua frequência de ocorrência.

Classificação das Reações Adversas

Classificação Exemplos de Efeitos Documentados
Frequentes Sonolência, secura de boca, obstipação, visão turva, hipotensão postural, rigidez.
Raras Discrasias sanguíneas, icterícia, reações de fotossensibilidade.
Frequência desconhecida Síndrome Maligna dos Neurolépticos (SMN), arritmias cardíacas, Discinesia Tardia, tromboembolismo venoso (TEV).

Reações Adversas Graves

A rotulagem regulamentar especifica diversas preocupações de segurança graves. Estas incluem a Síndrome Maligna dos Neurolépticos (SMN), uma reação rara mas crítica, e o risco de Discinesia Tardia, caracterizada por movimentos involuntários associados à utilização a longo prazo. Outros riscos graves documentados incluem a Morte Súbita associada a arritmias ventriculares e o potencial de Agranulocitose.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

Os documentos oficiais observam riscos específicos para determinados grupos. Para adultos mais velhos com psicose relacionada com demência, a utilização não é recomendada devido a um aumento documentado no risco de mortalidade. Os recém-nascidos expostos durante o terceiro trimestre da gravidez correm o risco de desenvolver sintomas extrapiramidais e/ou de privação após o parto. O efeito antiemético da Proclorperazina pode mascarar os sintomas de condições subjacentes, tais como a síndrome de Reye ou uma obstrução intestinal.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Âmbito da Sobredosagem

A sobredosagem de Promin (Proclorperazina) está oficialmente documentada como envolvendo uma depressão profunda do Sistema Nervoso Central (SNC), variando de sedação grave e desorientação até ao coma. As manifestações neurológicas documentadas incluem convulsões e sintomas extrapiramidais graves, tais como movimentos musculares involuntários e rigidez. A exposição a uma sobredosagem também pode resultar em instabilidade autonómica, apresentando sintomas como hipertermia ou hipotermia, juntamente com hipotensão grave.

Desfechos Graves e Ações de Emergência

Os desfechos graves podem incluir colapso circulatório e arritmias cardíacas sérias, com um risco assinalado de prolongamento do intervalo QTc, a par de depressão respiratória. Devido a estes riscos graves, deve-se procurar assistência médica imediata se houver suspeita de sobredosagem. As orientações oficiais instruem o contacto com o número de emergência local e com o centro de informação antivenenos.

Gestão de Suporte

Não é conhecido nenhum antídoto específico para a sobredosagem de proclorperazina; portanto, a gestão foca-se nos cuidados de suporte, conforme delineado oficialmente. Isto inclui procedimentos como lavagem gástrica e a administração de carvão ativado. É necessária a monitorização contínua dos sinais vitais e da função cardíaca, requerendo frequentemente um Eletrocardiograma (ECG). É explicitamente declarado que a Epinefrina não deve ser utilizada para tratar a hipotensão relacionada com a sobredosagem, devido ao risco de redução paradoxal da pressão arterial. Recomenda-se também precaução ao administrar o fármaco a doentes com sistemas cardiovasculares previamente comprometidos.

Usos terapêuticos de Promin

Indicações do Promin: Principais Utilizações e Benefícios

O uso do Promin está estabelecido em contextos clínicos para tratar sintomas relacionados com o desconforto físico e o desequilíbrio sistémico, tais como formas agudas e graves de náuseas e emese (vómitos), que são frequentemente difíceis de controlar. O medicamento é aplicado na abordagem de condições caracterizadas por um aumento do stresse fisiológico, como as perturbações psicóticas, incluindo a esquizofrenia, e aquelas que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes, como as perturbações vestibulares (vertigens e tonturas) e a ansiedade generalizada grave.

Estabilização em Condições Agudas e Crónicas

No domínio dos neurolépticos, este fármaco é utilizado para gerir manifestações agudas e crónicas de perturbações psicóticas. Oferece um benefício de suporte ao moderar sintomas angustiantes, como alucinações, delírios e agitação grave, auxiliando assim na manutenção de um sentido de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis. No caso de problemas do ouvido interno, é relevante para atenuar a vertigem e as tonturas, e ajuda a manter a estabilidade funcional, oferecendo também um apoio de curto prazo na gestão do desconforto e da tensão associados a episódios de ansiedade grave.


Facto Rápido: Alívio da Carga Sintomática Acentuada

Domínio Sintoma-Chave Benefício Principal
Antiemético Náuseas / Vómitos Graves Atenuação da carga sintomática global
Neuroléptico Alucinações / Agitação Promoção de uma maior estabilidade comportamental
Vestibular Vertigem / Tonturas Auxílio na manutenção da estabilidade funcional

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Promin? Informações Regulamentares Oficiais

A elegibilidade para a utilização do Promin (Proclorperazina) é definida pelas autoridades regulamentares com base na idade, estado fisiológico e patologias subjacentes.


Âmbito de Elegibilidade

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações para as quais a utilização é permitida A utilização está estabelecida para Adultos e Crianças com idade igual ou superior a 2 anos que pesem, pelo menos, 9 kg (20 libras).
Populações para as quais a utilização não é recomendada Doentes idosos com psicose relacionada com demência (existem advertências de que o medicamento não está aprovado para esta condição). Grávidas (especialmente no terceiro trimestre) e mães em período de aleitamento.
Populações para as quais a utilização é contraindicada Doentes com hipersensibilidade conhecida à proclorperazina ou a qualquer derivado fenotiazínico. Doentes em estado comatoso ou com depressão grave do SNC causada por substâncias (ex. álcool, narcóticos). Crianças com menos de 2 anos de idade ou peso inferior a 9 kg (20 libras).
Regras de elegibilidade relacionadas com a idade Contraindicado em crianças com menos de 2 anos ou menos de 9 kg. A utilização em adultos mais velhos com psicose relacionada com demência não está aprovada.
Regras de elegibilidade específicas por condição Contraindicado em doentes com supressão da medula óssea ou discrasias sanguíneas. A utilização requer precaução ou deve ser evitada em doentes com doença hepática, insuficiência renal, distúrbios cardiovasculares graves ou historial de convulsões ou epilepsia.
Elegibilidade na gravidez e lactação Não recomendado durante o terceiro trimestre da gravidez (risco de sintomas no recém-nascido) ou durante o aleitamento (a substância é excretada no leite).

Ligação ao Perfil de Elegibilidade Global

Os documentos regulamentares definem rigorosamente quem pode e quem não pode utilizar o Promin, estabelecendo contraindicações absolutas inegociáveis baseadas na idade, no estado de consciência e na alergia conhecida a esta classe de fármacos. O perfil de elegibilidade impõe ainda limitações condicionais para a utilização em doentes com funções orgânicas comprometidas ou comorbilidades neurológicas específicas, incluindo também advertências especiais para as populações geriátrica e gestante.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Combinações Contraindicadas e Restrições

O perfil oficial de interações do Promin (Proclorperazina) estabelece várias restrições, dirigidas principalmente a agentes que causem uma depressão aditiva do Sistema Nervoso Central (SNC). As Combinações Contraindicadas incluem o uso em estados comatosos ou a coadministração com quantidades elevadas de depressores do SNC, tais como o álcool ou barbituratos. A epinefrina (adrenalina) não deve ser utilizada para tratar a hipotensão grave induzida pela proclorperazina, uma vez que esta combinação pode causar uma descida paradoxal ainda maior da pressão arterial. Adicionalmente, a proclorperazina deve ser descontinuada 24 horas antes da administração de metrizamida.

Interações Farmacodinâmicas e de Exposição

As interações que envolvem um efeito aditivo incluem o potencial para efeitos hipotensores exagerados quando o fármaco é coadministrado com outros medicamentos anti-hipertensores. A combinação de Promin com lítio está associada ao potencial de neurotoxicidade grave. A ação antiemética do medicamento pode mascarar os sinais e sintomas de sobredosagem de agentes coadministrados, nomeadamente medicamentos quimioterápicos para o cancro. Os dados farmacocinéticos indicam que a ingestão de alimentos retarda a taxa de absorção da proclorperazina oral, levando a uma redução na concentração plasmática. O metabolismo hepático da proclorperazina envolve a enzima CYP2D6. Existem notas regulamentares específicas para doentes idosos com psicose relacionada com demência, em que o Promin está associado a um risco aumentado de morte, uso para o qual o medicamento não está aprovado.

Mecanismo de ação

Modulação da Sinalização dos Recetores H1

O Promin funciona como um antagonista dos recetores de histamina H1, tanto nos tecidos periféricos como no sistema nervoso central, impedindo que a histamina inicie a sua cascata de sinalização. Esta ação molecular resulta numa redução da permeabilidade capilar e numa diminuição da contração muscular lisa mediada pela histamina em diversos sistemas.


Interferência nas Vias de Neurotransmissão Central

O fármaco exerce influência no Sistema Nervoso Central ao atuar simultaneamente como antagonista dos recetores de dopamina D2 e dos recetores muscarínicos de acetilcolina M1. Esta interferência em múltiplos alvos resulta na supressão de sequências de sinais fundamentais em centros cerebrais que regulam o estado de alerta e o reflexo emético (vómito).


Ajuste Sistémico por Vias Múltiplas

O mecanismo do Promin envolve uma interação complexa entre três sistemas de sinalização distintos: histaminérgico, dopaminérgico e colinérgico. Este bloqueio abrangente de múltiplas vias resulta na redução da excitabilidade geral do sistema nervoso central e modula a transmissão de sinais subsequentes, ao diminuir a atividade neural e tecidular excessiva.

Informações sobre dosagem e administração

A utilização de Promin deve ser rigorosamente orientada pelas instruções fornecidas pelo profissional de saúde ou conforme as indicações constantes no folheto informativo que acompanha o medicamento. A dosagem e a duração do tratamento são determinadas individualmente, tendo em conta a condição clínica específica do paciente, a gravidade dos sintomas e a resposta terapêutica observada.

Este medicamento é geralmente administrado por via oral. É recomendável que as tomas sejam efetuadas à mesma hora todos os dias para garantir a manutenção de níveis constantes da substância no organismo e para facilitar a adesão ao plano terapêutico. Caso uma dose seja esquecida, o paciente deve tomá-la assim que se lembrar, a menos que esteja próximo do horário da dose seguinte. Nestas situações, deve-se saltar a dose esquecida e retomar o esquema habitual, nunca duplicando a dose para compensar um esquecimento.

É fundamental não interromper o tratamento prematuramente, mesmo que ocorra uma melhoria dos sintomas, sem consultar previamente o médico assistente. A suspensão abrupta ou a alteração da dose sem supervisão clínica pode comprometer a eficácia do tratamento ou levar ao ressurgimento da sintomatologia. Durante o período de utilização, o paciente deve ser monitorizado regularmente para avaliar a progressão do tratamento e detetar a necessidade de eventuais ajustes posológicos.

Evidência clínica recente

Evidências de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre Promin

Evidência para a Utilização em Náuseas e Vómitos Graves

A investigação que explora a utilização do Promin (Proclorperazina) para náuseas e vómitos agudos e graves consistiu principalmente em ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de curta duração. Estes estudos foram utilizados na investigação que explora a forma como os sintomas mudam ao longo do tempo em contextos agudos. Os investigadores examinaram resultados relacionados com o desconforto físico e o desequilíbrio sistémico ou funcional, tais como a medição da frequência dos vómitos e as alterações na gravidade da náusea.

Os resultados descreveram padrões observados nos estudos, onde as medições da resposta inicial foram efetuadas em intervalos de tempo definidos e muito curtos (por exemplo, no espaço de uma a duas horas), com alguns estudos a incluírem comparações com placebo. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo, inclusive em doentes submetidos a quimioterapia, mas a base de evidência nesta área pode ser mais antiga. O que permanece incerto é a aplicabilidade destes resultados de curto prazo na prevenção a longo prazo ou em náuseas crónicas, uma vez que a maior parte da evidência deriva de investigação que explora alterações de sintomas agudos. Os dados para crianças muito jovens (com menos de dois anos) permanecem insuficientes e, por este motivo, os resultados da investigação restringem o âmbito de utilização neste grupo.


Evidência para a Utilização na Gestão de Perturbações Psicóticas

A base de evidência para a utilização do Promin em condições que envolvem perturbações graves do pensamento alinha-se com a sua classificação como um antipsicótico de primeira geração. Os estudos exploraram a utilização do composto em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas em adultos. A investigação inclui ECA de longo prazo e estudos de manutenção que foram utilizados em contextos observacionais para avaliar o funcionamento e a estabilidade na vida quotidiana. Os estudos monitorizaram resultados como a prevenção de recaídas e a taxa de re-hospitalização, com resultados que descrevem padrões observados em grupos que continuaram o composto em comparação com os que o descontinuaram.

O que permanece incerto, ou constitui uma área fundamental de cautela regulamentar, refere-se à evidência em certas populações especiais. Os dados observacionais para doentes idosos com psicose relacionada com demência sugeriram uma associação com um risco aumentado de morte; por conseguinte, o âmbito da investigação exclui a utilização deste composto nesta população específica. Além disso, a evidência disponível é frequentemente de natureza histórica e fornece uma comparação direta limitada com muitos dos novos compostos utilizados atualmente.


Evidência para a Utilização em Distúrbios Vestibulares e Ansiedade

O Promin foi estudado no contexto de sintomas associados ao desequilíbrio do ouvido interno e à ansiedade grave não psicótica. No contexto da vertigem e tonturas, os estudos exploraram a sua aplicação em condições que envolvem alterações episódicas ou agudas. Os resultados da investigação indicam que o composto foi observado nalguns estudos como afetando os sintomas, mas existe investigação comparativa que sugere que a ação primária pode estar mais relacionada com as suas propriedades antieméticas. A investigação na área dos distúrbios vestibulares indica que são necessários mais estudos para diferenciar o efeito antivertiginoso do efeito antináusea.

Para a ansiedade grave não psicótica, a evidência deriva de estudos clínicos. Os resultados descreveram padrões observados nos estudos relacionados com alterações medidas nas pontuações de sintomas de ansiedade durante uma duração estritamente limitada. Esta investigação fornece contexto, mas não previsões individuais, e o enquadramento regulamentar enfatiza que a evidência apoia apenas o tratamento a curto prazo (não excedendo as 12 semanas), o que significa que não existe suporte para a sua utilização contínua na ansiedade crónica.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Promin (FAQ)

Q: Com que rapidez devo esperar sentir os efeitos do Promin?

Estudos e informações oficiais indicam que os efeitos antieméticos (contra as náuseas) do Promin podem começar rapidamente. Para condições como náuseas e vómitos agudos e graves, as respostas iniciais foram medidas em intervalos curtos, por vezes entre uma a duas horas após a administração.

Q: O Promin pode afetar o meu horário de sono?

Sim, os documentos oficiais de segurança listam a sonolência como um efeito secundário comum do Promin. Além disso, o medicamento pode estar associado a dificuldades em adormecer ou em manter o sono (insónia) e agitação em alguns indivíduos.

Q: O que devo fazer se me esquecer acidentalmente de uma dose de Promin?

As informações oficiais para o doente fornecem frequentemente instruções gerais para gerir uma dose esquecida. Estas instruções aconselham tipicamente que, caso se esqueça de uma dose, deve consultar as orientações específicas fornecidas pelo seu médico ou as que constam da embalagem, uma vez que as diretrizes podem variar. As instruções de dosagem devem ser sempre seguidas exatamente como prescrito.

Q: O que acontece se eu tomar o Promin com o estômago vazio?

As informações oficiais do produto afirmam que tomar o Promin com alimentos retarda a sua taxa de absorção, o que pode reduzir a concentração do fármaco no organismo. Dados regulamentares indicam que tomá-lo com o estômago vazio pode resultar em alterações na velocidade com que o medicamento é absorvido, afetando potencialmente a concentração do fármaco no sangue.

Q: Posso parar de tomar o Promin assim que os meus sintomas melhorarem?

Interromper este medicamento abruptamente, especialmente após tomá-lo por um longo período, pode levar a sintomas de privação, tais como dores de cabeça, ansiedade, dificuldades em dormir ou náuseas. As orientações oficiais enfatizam que a descontinuação do tratamento, especialmente após o uso a longo prazo, deve envolver um processo de retirada gradual para ajudar a prevenir estes efeitos. Este processo é normalmente gerido por um profissional de saúde.

Q: Como posso saber se o Promin está a começar a fazer efeito?

Em estudos clínicos, a eficácia do Promin é medida por alterações claras nos sintomas. Para náuseas e vómitos, isto significa uma diminuição na frequência dos vómitos ou uma redução na gravidade da náusea. Para outras condições, a eficácia é avaliada por medidas como a prevenção da recorrência dos sintomas.

Q: Posso partir ou esmagar o comprimido de Promin antes de o tomar?

Formulações específicas, como o comprimido bucal, devem dissolver-se sob a gengiva e não devem ser mastigadas ou engolidas. Se a forma oral exigir qualquer alteração (partir ou esmagar), deve consultar as instruções do produto ou um profissional de saúde para obter orientações específicas para essa formulação.

Q: É normal sentir uma ligeira dor de cabeça ao iniciar o Promin?

Os documentos regulamentares oficiais e os perfis de segurança do Promin listam a dor de cabeça como um possível efeito secundário do medicamento.

Q: Que evidências de investigação apoiam o uso do Promin?

Resumos de investigação oficial confirmam que o uso de Promin para náuseas e vómitos agudos e graves é apoiado por Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) de curta duração. O seu uso para perturbações psicóticas é sustentado por estudos de manutenção e ECA de longo prazo, de forma consistente com a sua classificação como antipsicótico.

Q: Quais são os sinais de uma reação alérgica ao Promin?

Os sinais de uma reação alérgica ou de hipersensibilidade grave, conforme descrito nos documentos regulamentares, incluem erupção cutânea, urticária ou inchaço do rosto, língua ou garganta. Reações alérgicas graves requerem avaliação médica imediata.

Q: O Promin pode causar ganho ou perda de peso?

Relatórios oficiais de efeitos secundários indicam que o medicamento pode causar um aumento do apetite e subsequente ganho de peso em alguns indivíduos.

Q: Existem diferentes dosagens ou formulações de Promin?

Sim, documentos regulamentares confirmam que o Promin está disponível em várias formas e dosagens. Estas incluem diferentes concentrações de comprimidos orais (ex. 5 mg, 10 mg), supositórios retais (ex. 25 mg) e uma solução injetável (ex. 5 mg/mL).

Q: O que devo fazer se os efeitos secundários do Promin forem incómodos?

As orientações oficiais de segurança aconselham a informar um profissional de saúde se quaisquer efeitos secundários se tornarem graves ou persistentemente incómodos. Efeitos adversos graves, como rigidez muscular, febre ou confusão, são referidos como necessitando de avaliação médica imediata.

Q: O Promin causa habituação ou dependência?

O Promin não está classificado como uma substância controlada e os documentos regulamentares não o listam como um fármaco com potencial de abuso ou dependência física. No entanto, interromper o tratamento subitamente após um uso prolongado pode causar sintomas físicos de privação.

Q: O Promin afeta a clareza mental ou a concentração?

O medicamento pode prejudicar as capacidades mentais e/ou físicas de uma pessoa, especialmente ao iniciar a terapia. O potencial para o comprometimento do estado de alerta deve ser considerado ao realizar atividades que exijam concentração, como conduzir ou operar máquinas, devido a efeitos como sonolência e tonturas.

Q: Qual é a duração recomendada do tratamento com Promin?

De acordo com as informações de prescrição oficiais, o tratamento para a ansiedade não psicótica não deve exceder as 12 semanas. Para náuseas e vómitos graves, a terapia é frequentemente de curta duração, sendo raramente necessário o tratamento por mais de um dia.

Q: O Promin pode afetar os resultados de testes laboratoriais?

Documentos regulamentares observam que o Promin tem sido associado a várias perturbações no sistema endócrino do corpo. Isto pode incluir alterações nos níveis hormonais e na química do sangue, sendo conhecido por causar resultados falso-positivos em certos testes de gravidez.

Q: O Promin está disponível sem receita médica?

O Promin está classificado como um medicamento sujeito a receita médica. Requer uma prescrição de um profissional de saúde licenciado e não está disponível para compra livre.

Q: Por que é que o Promin é por vezes prescrito para um uso diferente do principal?

O medicamento é ocasionalmente utilizado por profissionais de saúde em regime 'off-label' para condições não listadas explicitamente no rótulo regulamentar oficial. Um exemplo disso é o uso de Promin no tratamento de emergência de enxaquecas graves e certas dores de cabeça refratárias.

Q: Existem restrições alimentares ao utilizar o Promin?

Embora não existam restrições dietéticas específicas, as informações oficiais afirmam que tomar o comprimido oral com alimentos pode retardar a sua absorção. Além disso, o medicamento pode interferir com a capacidade do corpo de regular a temperatura, exigindo cautela ao exercitar-se vigorosamente ou ao ser exposto a calor excessivo.

Q: Onde posso encontrar informações oficiais e fiáveis sobre o Promin?

Informações oficiais e fiáveis podem ser encontradas em websites regulamentares governamentais, que incluem recursos de agências de medicamentos e bases de dados de saúde oficiais.

Q: O Promin tem algum aviso sobre a sensibilidade ao sol?

Sim, o perfil de segurança alerta que o Promin pode causar fotossensibilidade, que é um aumento da sensibilidade da pele à luz solar. Medidas de proteção, como evitar a exposição direta ao sol e usar protetor solar e vestuário adequado, são geralmente recomendadas durante o tratamento.

Como Promin deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar Promin (Proclorperazina)

A conservação e a eliminação do Promin devem cumprir rigorosamente os requisitos regulamentares para manter a estabilidade e a segurança do produto.

Condições de Conservação

Os comprimidos e a solução injetável de Promin devem ser conservados a uma temperatura ambiente, tipicamente entre os 15 °C e os 30 °C. É obrigatório evitar a congelação do medicamento. O produto deve ser protegido da luz e mantido num recipiente bem fechado e resistente à luz.

A solução injetável deve ser eliminada caso apresente alteração na cor ou a presença de precipitado.

Eliminação e Segurança

O medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças em qualquer circunstância. As orientações oficiais de eliminação instruem os utilizadores a não conservar medicamentos fora do prazo de validade e a consultar um profissional de saúde ou farmacêutico sobre como eliminar corretamente qualquer produto não utilizado.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Promin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: