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Prolastin C

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Prolastin C

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Prolastin C

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Inibidor da alfa-1-proteinase humana (AAT)
Forma farmacêutica Solução para perfusão intravenosa (Líquida ou Pó liofilizado)
Classe farmacológica Inibidor da proteinase / Agente respiratório diverso
Utilização comum Terapêutica de aumento crónica e de manutenção
Origem Produto derivado do plasma (Plasma humano purificado)

O Prolastin C é um medicamento especializado, sujeito a receita médica, classificado como terapêutica de aumento. É utilizado para repor os níveis criticamente baixos da proteína protetora Alfa-1 Antitripsina (AAT), causados por uma deficiência genética hereditária grave. Este fármaco biológico funciona como uma terapia de substituição, fornecendo a proteína humana específica que o organismo não consegue produzir em quantidades suficientes — uma estratégia clinicamente reconhecida pelos seus benefícios a longo prazo em populações de doentes afetados.


Que Tipo de Medicamento é o Prolastin C?

O Prolastin C é um produto derivado do plasma, o que o classifica como um fármaco biológico e um inibidor da proteinase. O componente ativo é o Inibidor da alfa-1-proteinase humana, purificado a partir de grandes reservas de plasma humano doado. Devido à sua origem, o medicamento substitui diretamente a proteína humana em falta, distinguindo-se dos fármacos sintéticos. O seu propósito é reconhecido em diretrizes internacionais para suplementar os cuidados habituais otimizados em indivíduos com deficiência grave de AAT.


Composição e Forma do Produto de Alfa-1 Antitripsina

A única substância ativa do medicamento é o Inibidor da alfa-1-proteinase humana, administrado como uma solução para perfusão intravenosa. Sendo um produto de substância ativa única, o Prolastin C é administrado diretamente numa veia (perfusão intravenosa). Está disponível comercialmente como um pó liofilizado que requer reconstituição ou como uma solução líquida pronta a utilizar. A solução contém a proteína Alfa-1-PI juntamente com componentes estabilizadores, como o fosfato de sódio e a alanina. A utilização da perfusão intravenosa assegura a entrega sistémica completa da proteína, o que é necessário para alcançar níveis protetores em todo o corpo.


Qual é o Objetivo Geral da Terapêutica de Aumento?

O objetivo geral desta terapia é proporcionar proteção a longo prazo aos pulmões, corrigindo uma carência crónica da proteína AAT. A AAT fornecida atua como um potente inibidor enzimático, neutralizando principalmente a enzima destrutiva elastase neutrofílica, que atua sem oposição em estados de deficiência. Ao restaurar esta atividade anti-elastase crucial, o tratamento ajuda a salvaguardar a integridade estrutural do tecido pulmonar contra uma maior degradação.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Prolastin C?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Prolastin C (Inibidor da alfa-1-proteinase humana) está formalmente classificado com base em eventos adversos documentados em estudos clínicos e na vigilância pós-comercialização. As reações adversas são agrupadas por sistema de órgãos afetado e por frequência, de acordo com as normas regulamentares.


Reações Adversas Documentadas Oficialmente

As reações adversas mais comuns observadas em ensaios clínicos, ocorrendo em mais de 5% dos indivíduos, incluem diarreia e fadiga. Outras reações comuns documentadas na rotulagem regulamentar envolvem vários sistemas fisiológicos:

  • Gastrointestinal: Náusea
  • Sistema Nervoso: Cefaleia, tonturas
  • Infeções: Infeção do trato respiratório superior, infeção do trato urinário
  • Musculoesquelético: Dor nas costas, desconforto musculoesquelético
  • Gerais: Febre, calafrios, desconforto torácico, tosse

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

A rotulagem oficial observa o risco de reações de hipersensibilidade graves, incluindo a anafilaxia, que pode colocar a vida em risco. Estas reações podem ocorrer mesmo que as administrações anteriores tenham sido toleradas. Uma erupção cutânea específica (exantema) que afeta o abdómen e as extremidades foi também referida como a reação adversa mais grave observada em ensaios clínicos.

Contraindicações incluem indivíduos com deficiência de IgA e que possuam anticorpos contra a IgA, devido ao risco acrescido de reações sistémicas graves. Além disso, uma vez que o Prolastin C é derivado de plasma humano, os documentos regulamentares mencionam formalmente o risco teórico de transmissão de agentes infeciosos.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Esta secção explica as manifestações oficiais de sobredosagem e as ações de emergência necessárias, tal como estritamente documentado em fontes reguladoras governamentais.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Os documentos reguladores oficiais indicam que as consequências de uma sobredosagem não são conhecidas ou que não foram notificados casos de sobredosagem relacionados com o Prolastin C. Dada a natureza da substância ativa, o Inibidor da alfa-1-proteinase (Humana), uma sobredosagem é geralmente considerada improvável.

Não existem sintomas, sinais ou desfechos graves ou potencialmente fatais especificamente descritos na rotulagem oficial para a sobredosagem de Prolastin C. Além disso, não se encontra documentado ou listado qualquer antídoto específico nas fontes reguladoras oficiais.

Ações de Emergência Necessárias

É necessária ajuda médica urgente em todas as situações de suspeita de sobredosagem, mesmo que não existam sintomas presentes.

Ação Necessária Orientação Oficial
Contacto Imediato Contactar imediatamente os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos.
Cuidados Médicos Procurar ajuda médica de imediato, dirigindo-se ao serviço de urgência e emergência do hospital mais próximo.
Gestão Os profissionais de saúde adotarão as medidas adequadas, que incluem a observação rigorosa quanto à ocorrência de efeitos indesejáveis e a disponibilização de medidas de suporte, conforme necessário.

Nota sobre Doses Elevadas: A rotulagem oficial inclui uma advertência geral de que uma sobredosagem pode causar um aumento transitório do volume sanguíneo, o que requer precaução médica, particularmente em doentes com insuficiência cardíaca grave.

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Usos terapêuticos de Prolastin C

O Prolastin C é utilizado como uma terapêutica de aumento e manutenção crónica em adultos que apresentam evidência clínica de enfisema devido a uma deficiência hereditária grave de inibidor da alfa-1 proteinase (AAT), de acordo com a sua indicação oficial de utilização. Esta medida terapêutica destina-se a uma patologia caracterizada por períodos de intensificação dos sintomas e ajuda a gerir a carga global de sintomas que acompanha esta deficiência genética.

Apoio à Estabilidade dos Sintomas

Esta medida de suporte a longo prazo é aplicada em contextos clínicos onde é necessário apoio sintomático adicional, ajudando a manter uma sensação de estabilidade durante episódios difíceis. É relevante para atenuar grupos de sintomas que podem surgir subitamente ou flutuar, tais como sintomas relacionados com o desconforto físico e o esforço fisiológico percetível. O Prolastin C é commumente utilizado para gerir uma condição caracterizada por períodos de sintomas agravados.

Facto Rápido: Apoio para Sintomas Crónicos

O Prolastin C auxilia na manutenção da estabilidade funcional, ajudando a aliviar a carga total de sintomas que podem interferir com as atividades rotineiras. A terapia oferece um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis.

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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Prolastin C?

A elegibilidade para o Prolastin C é regida por critérios rigorosos estabelecidos nas informações de prescrição regulamentares. O medicamento está oficialmente indicado apenas para utilização em adultos com diagnóstico de deficiência hereditária grave de Inibidor da Alfa-1-Proteinase (Alfa-1-PI) que apresentem também evidência clínica de enfisema. A indicação limita-se estritamente a doentes que reúnam este duplo requisito, genético e clínico.

A utilização de Prolastin C é formalmente contraindicada — o que significa que é absolutamente proibida — para dois grupos específicos. Isto inclui doentes com deficiência de IgA que possuam anticorpos contra a IgA, devido ao risco oficial de reações de hipersensibilidade graves. É igualmente contraindicado para qualquer doente com antecedentes documentados de anafilaxia ou outra reação sistémica grave a qualquer produto de Alfa-1-PI.

Relativamente à idade, a terapia está restrita a adultos, uma vez que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas em doentes pediátricos. Por fim, o medicamento não está indicado como terapia para indivíduos nos quais a deficiência grave de Alfa-1-PI não tenha sido definitivamente estabelecida, sublinhando a necessidade de um diagnóstico genético específico para a elegibilidade.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Prolastin C (Inibidor da alfa-1-proteinase humana) caracteriza-se essencialmente por limitações procedimentais relacionadas com a sua administração física. Devido à natureza biológica e à formulação deste produto derivado do plasma, as informações de prescrição enfatizam uma regra de separação rigorosa, em vez das interações fármaco-fármaco sistémicas habitualmente observadas em medicamentos de síntese química.


Restrições Relacionadas com a Administração

Uma limitação obrigatória documentada pelas autoridades reguladoras é a exigência de separação física durante a administração. O Prolastin C não deve ser misturado com qualquer outro medicamento, fluido intravenoso ou solução de diluição na mesma linha de perfusão. Esta restrição garante que a estabilidade e a função da proteína sejam mantidas e evita potenciais incompatibilidades físicas. O fármaco deve ser infundido separadamente como uma solução intravenosa.


Ausência de Interações Sistémicas Documentadas

Os documentos reguladores não listam nem descrevem explicitamente interações farmacocinéticas específicas (por exemplo, mediadas por enzimas CYP), farmacodinâmicas ou que alterem a exposição sistémica com medicamentos coadministrados. Além disso, as informações oficiais de prescrição não documentam quaisquer interações conhecidas entre o Prolastin C e alimentos, álcool ou produtos à base de plantas. A ausência de avisos específicos relativos a este tipo de interações é consistente em todos os resumos reguladores oficiais para este produto de terapia de substituição.

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Mecanismo de ação

O mecanismo do Prolastin C constitui uma estratégia de substituição direcionada que atua através do fornecimento da proteína ativa inibidor da alfa-1-proteinase (A1-PI). Esta ação modula o equilíbrio protease-antiprotease no espaço extracelular dos pulmões.

Neutralização da Principal Enzima Destrutiva

O Prolastin C atua como um inibidor irreversível da enzima elastase neutrofílica (NE). O A1-PI distribui-se rapidamente pelo tecido pulmonar e estabelece uma ligação covalente estável com a NE, neutralizando permanentemente a enzima. Esta interação molecular direta funciona para neutralizar a enzima — um agente proteolítico fundamental presente nos pulmões — acionando, deste modo, o equilíbrio protease-antiprotease.

Proteção da Integridade Estrutural do Tecido Pulmonar

A consequência molecular da neutralização da NE é a proteção dos substratos naturais da enzima, principalmente a elastina e o colagénio. Ao limitar a atividade proteolítica, este mecanismo ajuda a estabilizar a estrutura do tecido conjuntivo das paredes alveolares contra a degradação enzimática. Esta ação contribui para a manutenção da estabilidade mecânica do parênquima pulmonar.

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Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais para a Administração do Prolastin-C

Estas instruções baseiam-se estritamente nas informações oficiais de prescrição fornecidas pelas agências reguladoras e definem o procedimento necessário para a utilização de Prolastin-C em adultos.

Detalhes da Administração Requisito Oficial
Via de Administração Exclusivamente para uso intravenoso (IV)
Regime de Dosagem A dose recomendada é de 60 mg por kg de peso corporal, administrada uma vez por semana.
Débito de Perfusão Administrar por via intravenosa a um débito de 0,08 mL/kg/min ou superior. A perfusão demora normalmente cerca de 15 minutos a este débito recomendado.

Preparação e Etapas do Procedimento

A solução líquida de Prolastin-C requer etapas de manuseamento específicas antes da administração:

  1. Ajuste da Temperatura: Deve-se permitir que os frascos-ampola por abrir atinjam a temperatura ambiente antes da utilização.
  2. Inspeção e Agrupamento: A solução deve ser inspecionada visualmente; deve estar límpida e pode ser incolor, amarelo pálido ou verde pálido. A dose, que pode exigir o agrupamento do conteúdo de vários frascos, deve ser transferida para um recipiente intravenoso estéril utilizando uma técnica asséptica.
  3. Limite de Tempo: A solução agrupada deve ser administrada no prazo de três horas após o agrupamento.
  4. Condições Especiais: O produto deve ser infundido separadamente e não deve ser misturado com outros agentes ou soluções de diluição. A solução deve ser filtrada durante a administração utilizando um sistema de administração intravenosa equipado com um filtro de perfusão adequado de 5 a 15 mícrones.
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Evidência clínica recente

Evidências da Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Prolastin C


Evidência na Terapia de Reforço Crónica para Enfisema por Deficiência de AAT

A investigação sobre o Prolastin C analisou o seu papel como terapia de reforço a longo prazo em adultos com deficiência grave de Alfa-1 Antitripsina (AAT) que desenvolveram enfisema. A terapia foi estudada no contexto do enfisema decorrente da deficiência de AAT. O conjunto de evidências para esta utilização inclui ensaios clínicos aleatorizados e controlados por placebo (RCT), que representam um elevado padrão de investigação, a par de estudos observacionais de longa duração e análises de registos de doentes.

Estes estudos foram realizados em adultos com doença pulmonar estabelecida resultante da deficiência. A investigação examinou os padrões observados durante o período de estudo ao longo do tempo, num cenário de uma condição crónica e hereditária. Os resultados descrevem padrões observados nestes estudos, especificamente através do exame de determinados marcadores em intervalos de tempo definidos.


Resultados Estudados: Marcadores Bioquímicos e Progressão Física da Doença

Uma área importante da investigação explorou a terapia através da monitorização de marcadores bioquímicos. Os estudos reportaram consistentemente medições que demonstram que o medicamento, quando administrado por via intravenosa, eleva o nível da proteína Alfa-1 Antitripsina tanto no sangue como no fluido que reveste os pulmões. A elevação destes níveis acima de um determinado limiar foi um marcador bioquímico fundamental monitorizado nestes cenários de investigação.


Resultados Estudados: Função Pulmonar e Monitorização de Sintomas Clínicos

A investigação também explorou medidas tradicionais da saúde pulmonar e a experiência do doente. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico e resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas. Isto incluiu a monitorização da taxa de declínio nos testes de função pulmonar (como as medições de FEV₁) e o acompanhamento da frequência de agravamentos súbitos dos sintomas respiratórios (exacerbações pulmonares).

Contudo, os resultados relacionados com a taxa de declínio da função pulmonar e a frequência destes episódios agudos foram mistos e variaram entre os diferentes ensaios clínicos. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico e alterações agudas; no entanto, as conclusões foram variáveis entre os diferentes contextos de estudo.


Investigação de Acompanhamento Prolongado e de Longo Prazo

Uma vez que o enfisema é uma condição que progride lentamente ao longo de muitos anos, os investigadores conduziram estudos alargados para olhar para além da duração dos ensaios clínicos iniciais, que normalmente tinham durações de acompanhamento limitadas a 2 ou 4 anos. Estudos observacionais e registos de doentes monitorizaram indivíduos dentro da população em estudo por períodos de até sete anos ou mais.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Prolastin C (FAQ)


P: O Prolastin C é utilizado para a saúde a longo prazo?

De acordo com as informações oficiais do produto, o Prolastin C é classificado como uma terapia crónica de reforço e manutenção. É utilizado de forma prolongada em adultos com diagnóstico de deficiência hereditária grave de inibidor da alfa-1 proteinase (PI) que também apresentam enfisema. O objetivo é assegurar níveis constantes da proteína Alfa-1 PI no organismo.


P: O Prolastin C cura efetivamente a deficiência de Alfa-1?

O Prolastin C é uma terapia de reforço que visa suplementar os baixos níveis de proteína causados pela deficiência genética hereditária. As limitações de utilização oficiais indicam que o efeito desta terapia na progressão real do enfisema não foi demonstrado de forma conclusiva em ensaios clínicos de larga escala. Por conseguinte, o seu papel é o de uma terapia crónica de manutenção e não o de um tratamento curativo para a condição genética subjacente.


P: O Prolastin C pode melhorar a minha função pulmonar?

A investigação oficial focou-se na capacidade da terapia para abrandar o ritmo de declínio da função pulmonar ao longo do tempo, em vez de estabelecer alegações de melhoria funcional direta. Os resultados dos estudos relativos à taxa de declínio nas medições da função pulmonar, como o FEV₁, são descritos na literatura científica como sendo variáveis e inconclusivos entre os diferentes ensaios.


P: Um fumador pode ainda assim ser elegível para o Prolastin C?

Os documentos reguladores oficiais identificam o tabagismo como um fator de risco significativo para o desenvolvimento e progressão do enfisema em doentes com esta deficiência. No entanto, o estado atual de fumador não está listado como uma contraindicação formal na rotulagem oficial do medicamento.


P: O Prolastin C é recomendado para pessoas com doença hepática relacionada com a Alfa-1?

O Prolastin C está oficialmente indicado apenas para o tratamento do enfisema associado à deficiência hereditária grave de Alfa-1 PI. Não está indicado como terapia para as manifestações específicas de doença hepática que também podem estar relacionadas com a deficiência da proteína Alfa-1.


P: O Prolastin C contém componentes que possam causar uma reação alérgica?

Sim. O produto é derivado de plasma humano e contém componentes que podem desencadear reações alérgicas. A sua utilização é formalmente contraindicada em doentes com deficiência de IgA que tenham desenvolvido anticorpos contra a IgA, devido ao risco grave de reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, que pode colocar a vida em risco.


P: Existem interações conhecidas entre o Prolastin C e anticoagulantes?

As informações de prescrição oficiais não descrevem nem listam interações sistémicas específicas com medicamentos coadministrados, como os anticoagulantes. Existe, contudo, uma restrição de procedimento fundamental: o Prolastin C nunca deve ser misturado com qualquer outro medicamento, fluido intravenoso ou solução de diluição na mesma linha de perfusão.


P: De onde provém o plasma utilizado para fabricar o Prolastin C?

A substância ativa, Inibidor da Alfa-1-proteinase Humana, é classificada como um produto derivado do plasma. A proteína é purificada a partir de grandes lotes de plasma humano doado e testado através de protocolos de segurança estabelecidos.


P: É seguro conduzir após receber uma infusão de Prolastin C?

As reações adversas comuns observadas durante os estudos clínicos incluem tonturas e fadiga. Embora o rótulo oficial não forneça conselhos específicos sobre a condução, os doentes devem estar cientes destes efeitos secundários conhecidos e de como estes podem afetar a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.


P: Que tipo de estudos foram realizados para a aprovação do Prolastin C?

A evidência científica que sustenta a terapia inclui ensaios clínicos aleatorizados e controlados por placebo, considerados um elevado padrão de investigação. Este conjunto de evidências é complementado por estudos observacionais de longa duração e análises de registos de doentes.


P: O Prolastin C pode afetar a fertilidade em homens ou mulheres?

De acordo com os documentos reguladores oficiais, não existem atualmente dados clínicos disponíveis sobre a utilização deste produto para avaliar o seu potencial impacto na capacidade reprodutiva ou na ocorrência de danos fetais. Não foram realizados estudos específicos em animais para avaliar os efeitos na capacidade reprodutiva.


P: O Prolastin C torna mais difícil combater constipações ou gripe?

Os ensaios clínicos comunicaram que as infeções do trato respiratório superior e as infeções do trato urinário estão entre as reações adversas mais comuns, ocorrendo em mais de 5% dos indivíduos tratados.


P: O Prolastin C está associado a problemas cardíacos?

Ao rever o perfil de segurança oficial do medicamento, a lista das reações adversas mais comuns ou graves documentadas em ensaios clínicos não inclui eventos cardiovasculares específicos ou problemas cardíacos.


P: Existem restrições alimentares ao utilizar Prolastin C?

As informações de prescrição oficiais confirmam que não existem interações sistémicas conhecidas e documentadas entre o Prolastin C e alimentos, álcool ou produtos à base de plantas. Esta informação refere-se a interações sistémicas; no entanto, o produto deve ser infundido separadamente e não misturado com outras soluções.


P: É possível tornar-se resistente aos efeitos do Prolastin C com o tempo?

A rotulagem oficial aborda o risco de o organismo desenvolver uma resposta alérgica à proteína. Os estudos clínicos incluíram avaliações de imunogenicidade, que é o potencial de o corpo desenvolver anticorpos contra o produto.


P: O que acontece se eu falhar uma infusão programada de Prolastin C?

A orientação oficial para uma infusão omitida é que o doente deve contactar imediatamente um profissional de saúde para reagendar a administração e determinar os passos seguintes adequados para a continuidade do plano de tratamento.


P: Existem limites de idade para quem pode utilizar Prolastin C?

A terapia está oficialmente restrita a adultos, uma vez que a segurança e a eficácia não foram formalmente estabelecidas em doentes pediátricos. Note-se que as informações de prescrição referem que a segurança e a eficácia também não foram formalmente estabelecidas em doentes geriátricos, embora um número reduzido de adultos mais velhos tenha sido incluído nos ensaios clínicos.


P: É normal sentir cansaço após uma infusão de Prolastin C?

A fadiga consta no perfil de segurança oficial como uma das reações adversas mais comuns, relatada por mais de 5% dos indivíduos nos ensaios clínicos. É, portanto, descrita nos documentos oficiais como um possível efeito documentado que os doentes podem experienciar.


P: O consumo de álcool pode afetar a segurança do tratamento com Prolastin C?

As informações de prescrição oficiais do Prolastin C não documentam quaisquer interações sistémicas conhecidas entre o produto e o álcool. Isto é consistente com a sua natureza biológica como uma terapia de reforço de proteína derivada do plasma.


P: O Prolastin C é seguro para utilizar durante a gravidez?

Atualmente, não existem dados clínicos disponíveis sobre a utilização deste fármaco em mulheres grávidas para avaliar plenamente os riscos de danos fetais ou os efeitos no decurso da gravidez. A documentação oficial refere que o produto deve ser utilizado durante a gravidez apenas se for claramente necessário.


P: Que tipo de monitorização é feita habitualmente enquanto o doente recebe Prolastin C?

Durante a infusão, os doentes devem ser monitorizados continuamente e os sinais vitais observados atentamente. Adicionalmente, os avisos oficiais indicam que a equipa clínica deve vigiar o doente quanto a sinais de hipersensibilidade ou reações sistémicas graves devido à natureza do produto.


P: Os estudos sugerem que o Prolastin C abranda a progressão dos danos pulmonares?

As limitações regulamentares oficiais indicam que o efeito da terapia de reforço na progressão global do enfisema não foi demonstrado de forma conclusiva em ensaios clínicos aleatorizados e controlados. Os estudos demonstraram consistentemente que o tratamento eleva com sucesso os níveis da proteína Alfa-1 Antitripsina no sangue e no fluido pulmonar.


P: O tratamento com Prolastin C é para toda a vida?

O Prolastin C está oficialmente indicado como uma terapia crónica de reforço e manutenção para esta condição. O róulo oficial observa que os dados clínicos que demonstram todos os efeitos a longo prazo desta terapia não estão disponíveis para além dos períodos de estudo iniciais.

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Como Prolastin C deve ser armazenado e descartado?

Instruções Oficiais de Conservação e Eliminação

O Prolastin-C Líquido exige o cumprimento rigoroso das condições de conservação regulamentares para manter a estabilidade da proteína inibidora da alfa-1-proteinase. O produto deve ser conservado sob refrigeração, entre 2 °C e 8 °C, até à data de validade e não pode ser congelado.

O medicamento deve ser mantido na sua embalagem original para proteção contra a luz e guardado fora do alcance das crianças. O produto pode ser conservado à temperatura ambiente controlada (até 25 °C) durante um período único de até um mês; no entanto, não pode voltar a ser colocado sob refrigeração após este período.

Qualquer porção da solução que não tenha sido utilizada deve ser eliminada imediatamente após a administração. Todo o equipamento de administração utilizado, incluindo agulhas e frascos, deve ser eliminado num recipiente para objetos cortantes e perfurantes, seguindo os procedimentos adequados para resíduos de risco biológico, e não deve ser colocado no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Prolastin C encontrado em:

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