Prolase

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Prolase

Que tipo de medicamento é o Prolase? (Identidade e Classificação)

O Prolase é uma preparação enzimática sistémica que contém a substância ativa Serrapeptase, a qual é fundamentalmente classificada como um agente proteolítico. O medicamento é um produto de substância única, concebido para exercer os seus efeitos biológicos após ser absorvido pelo sistema circulatório do organismo. A Serrapeptase é adicionalmente caraterizada como uma metaloprotease extracelular, uma classificação que tem sido clinicamente reconhecida pela sua capacidade de identificar e degradar estruturas proteicas específicas.

Composição e Forma Farmacêutica (Origem e Via de Administração)

O composto ativo, a Serrapeptase (também conhecida como Serratiopeptidase), é uma enzima de clivagem proteica de origem biológica, cuja proveniência remonta à bactéria Serratia marcescens. Isto faz dela uma enzima bacteriana distinta. O medicamento é formulado como um comprimido com revestimento entérico ou cápsula oral para administração por via oral. Este revestimento especializado é essencial para proteger a enzima sensível do ambiente altamente ácido do estômago, garantindo a integridade da substância ativa para uma absorção sistémica eficiente no intestino.

Finalidade Geral de uma Enzima Sistémica

O objetivo geral desta enzima sistémica é ajudar o corpo a gerir processos que envolvem a acumulação de proteínas excessivas ou não essenciais e o inchaço localizado. A Serrapeptase exibe tanto uma atividade proteolítica como uma forte ação fibrinolítica, o que significa que auxilia na dissolução de materiais fibrosos como a fibrina. Diversos estudos farmacológicos fundamentam o uso da Serratiopeptidase no auxílio à gestão do inchaço e de sintomas relacionados com a inflamação. Ao facilitar este processo de desbridamento biológico, o Prolase auxilia geralmente na eliminação natural de detritos proteicos, promovendo uma ação antiedematosa.

Quais efeitos secundários são possíveis com Prolase?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil oficial de segurança do Prolase é estruturado para classificar e comunicar os riscos conhecidos e as reações adversas. Esta secção fornece uma visão geral das informações de segurança formalmente documentadas.


Abrangência das Reações Adversas

Categorias Principais de Reações Adversas Classes de Sistemas de Órgãos (SOC) Envolvidos
Doenças Musculoesqueléticas e dos Tecidos Conjuntivos Doenças musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Infeções e Infestações Infeções e infestações
Doenças do Metabolismo e da Nutrição Doenças do metabolismo e da nutrição
Reações Dermatológicas Doenças cutâneas e dos tecidos subcutâneos

Classificação de Frequência: As reações adversas são classificadas utilizando intervalos de frequência padrão (ex.: Muito Frequentes, Frequentes, Pouco Frequentes, Raras) derivados de dados de ensaios clínicos e de vigilância pós-comercialização.

Reações Adversas Graves (conforme documentado em fontes regulamentares):

  • Hipocalcemia grave (baixos níveis de cálcio no sangue).
  • Osteonecrose da mandíbula (ONJ), reportada raramente.
  • Fraturas atípicas do fémur.
  • Infeções graves (ex.: celulite) que requerem hospitalização.
  • Reações de hipersensibilidade graves, incluindo anafilaxia.

Classificações de Segurança (Nível Geral)

Restrições ou Limitações Relacionadas com a Segurança:

  • Contraindicado em doentes com hipocalcemia pré-existente.
  • Doentes com Doença Renal Crónica (DRC) avançada, particularmente os que se encontram em diálise, apresentam um risco significativamente aumentado de hipocalcemia grave, exigindo um Aviso de Advertência de Caixa (Boxed Warning) na rotulagem oficial.
  • Não aprovado para utilização em doentes pediátricos devido a preocupações de segurança.

Considerações de Segurança Específicas para a População:

  • Mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar contraceção eficaz durante o tratamento e durante, pelo menos, 5 meses após a última dose, dado que o medicamento pode causar toxicidade fetal.
  • Doentes com compromisso renal grave requerem uma monitorização frequente dos níveis de cálcio e de vitamina D.

Resumo Regulamentar de Segurança

  • O perfil de segurança é definido tanto por efeitos adversos comuns e geralmente geríveis (ex.: dor nas costas, dor nas extremidades) como por riscos raros mas graves e potencialmente fatais (ex.: ONJ, hipocalcemia grave).
  • A rotulagem oficial inclui uma Estratégia de Avaliação e Mitigação de Riscos (REMS) para gerir o risco grave de hipocalcemia severa em doentes com DRC avançada.
  • A interrupção do tratamento pode levar a um aumento do risco de fraturas vertebrais múltiplas, exigindo a consideração de uma transição para terapias alternativas.

Ligação ao Perfil de Segurança Global: As informações de segurança oficialmente documentadas estruturam a compreensão dos riscos ao categorizar os eventos adversos tanto por frequência como por sistema corporal. A inclusão explícita de avisos graves, contraindicações e riscos específicos da população no rótulo define os limites rigorosos para a utilização adequada e destaca as condições que exigem monitorização especializada, garantindo que o perfil de risco do medicamento é comunicado de forma clara pelas autoridades reguladoras.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem com Prolase e Quando Procurar Ajuda

A informação regulamentar oficial relativa ao Prolase (Serrapeptase) indica que a documentação formal sobre uma síndrome de sobredosagem específica é limitada. O perfil oficial para ingestões elevadas baseia-se prioritariamente no risco de efeitos adversos graves e nos procedimentos de emergência exigidos pelas autoridades reguladoras.


Manifestações e Riscos de Sobredosagem Documentados

Categoria Declaração Regulamentar / Perfil de Risco
Manifestações Documentadas São reportados náuseas, vómitos e desconforto abdominal. A potencial presença de sangue na expetoração é assinalada como uma manifestação grave.
Resultados Graves A preocupação principal com a ingestão excessiva é o aumento do risco de hemorragia e o potencial para distúrbios na coagulação sanguínea, devido à atividade fibrinolítica do composto.
Estado do Antídoto Não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Serrapeptase.

Ações de Emergência Necessárias

Deve procurar-se assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem ou de ingestão de quantidades excessivas. As entidades reguladoras determinam especificamente que os utilizadores devem interromper o uso imediatamente e procurar assistência médica de emergência se surgirem sintomas graves, tais como hemorragia excessiva ou dificuldade em respirar. A gestão clínica foca-se na prestação de tratamento sintomático e de suporte num contexto hospitalar de urgência. Os documentos oficiais aconselham cautela para indivíduos com distúrbios renais ou hepáticos, destacando-os como potenciais fatores de risco.

Usos terapêuticos de Prolase

Indicações do Prolase: Principais Utilizações e Benefícios

O Prolase (Serrapeptase) é uma preparação enzimática sistémica considerada relevante em contextos onde a gestão sintomática de apoio é adequada, principalmente em condições que envolvem inflamação e os sintomas resultantes de desconforto físico ou secreções viscosas. Este agente é geralmente utilizado em diversas áreas terapêuticas onde é necessária assistência sintomática de curto prazo para contribuir para a redução da carga global de sintomas.

Redução do Inchaço e do Desconforto Agudo após Trauma ou Cirurgia

Este produto é habitualmente utilizado após procedimentos cirúrgicos menores, como intervenções dentárias, ou após traumas físicos. Aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, contribui para um maior conforto durante períodos de sintomas acentuados na fase de recuperação e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional.

Facto Rápido: Relevante para o Edema Localizado O medicamento é aplicado quando é necessária assistência sintomática de curto prazo para gerir a acumulação aguda de líquidos (edema) numa área específica.

Apoio Sintomático em Problemas Respiratórios e Sinusais

Esta preparação é considerada pertinente em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional para condições que envolvam a acumulação de muco viscoso e fleuma, como se observa na sinusite ou na bronquite. Pode auxiliar em conjuntos de sintomas que podem tornar-se disruptivos, apoiando o paciente durante episódios difíceis ao aliviar o mal-estar relacionado com a dificuldade na eliminação de secreções.

Gestão de Sintomas Inflamatórios Crónicos Localizados

O Prolase pode fazer parte da gestão sintomática de condições caraterizadas por períodos de agravamento de sintomas de desconforto localizado e rigidez. Ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Prolase — Informação Regulamentar Oficial

O perfil de elegibilidade para o Prolase (Serrapeptase) está estruturado em diretrizes oficiais específicas para cada grupo populacional, restringindo a sua utilização principalmente com base na idade, estado reprodutivo e condições que afetem a coagulação sanguínea.


Âmbito de Elegibilidade

Classificação Grupo Populacional Regra ou Estatuto Regulamentar
Utilização Autorizada Adultos (18 anos ou mais) Única população com utilização documentada em monografias oficiais.
Contraindicado Doentes com distúrbios hemorrágicos conhecidos A utilização é contraindicada devido ao risco de aumento de hemorragias.
Doentes com cirurgia programada Devem interromper a utilização pelo menos 2 semanas antes do procedimento.
Não Recomendado Crianças e Adolescentes (Menores de 18 anos) A utilização não é recomendada; a segurança e a eficácia não foram estabelecidas.
Grávidas ou mulheres a amamentar A utilização não é recomendada devido à falta de dados de segurança fiáveis.

Restrições Relacionadas com a Elegibilidade

Contexto da Restrição Grupo Populacional Requisito Oficial
Medicação Concomitante Doentes a tomar Anticoagulantes ou Antiagregantes É necessária a consulta com um profissional de saúde antes da utilização.
Comorbilidades Indivíduos com doenças renais ou hepáticas É necessária a consulta com um profissional de saúde antes da utilização.

Ligação ao Perfil Geral de Elegibilidade

Os documentos regulamentares oficiais definem a elegibilidade do Prolase ao restringir a sua utilização à população adulta (18+) e ao estabelecer exclusões obrigatórias para indivíduos com riscos hemorrágicos pré-existentes ou cirurgias planeadas. A elegibilidade é ainda limitada por classificações de "não recomendado" para crianças, grávidas ou mulheres a amamentar devido à insuficiência de dados, enquanto patologias específicas de órgãos exigem a consulta de um profissional de saúde antes da utilização.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Perfil Oficial de Interações Farmacodinâmicas

O perfil de interações oficialmente documentado para o Prolase (Serrapeptase) é definido pela sua capacidade de retardar a coagulação do sangue, criando uma interação farmacodinâmica quando coadministrado com outros agentes que afetam a coagulação. Esta é classificada como uma interação majoritária (grave) em documentos regulamentares.

Categoria da Substância Resultado da Interação Restrição na Administração
Anticoagulantes e Medicamentos Antiplaquetários Efeito aditivo, resultando num risco aumentado de hemorragias e hematomas. A interrupção obrigatória do Prolase é necessária pelo menos 2 semanas antes de uma cirurgia programada.
Produtos Herbais e Suplementos Efeito aditivo com produtos como Alho, Óleo de Peixe ou Curcuma, que também retardam a coagulação sanguínea. A coadministração deve ser evitada devido ao risco potenciado de hemorragia.

Notas sobre Cronologia e Populações Específicas

O efeito aditivo exige uma restrição temporal específica para prevenir riscos de hemorragia durante procedimentos. Esta restrição requer que o uso de Prolase seja interrompido no mínimo duas semanas antes de qualquer procedimento cirúrgico planeado. As advertências regulamentares aconselham também a consulta antes da utilização caso o doente sofra de um distúrbio renal ou hepático pré-existente. Não foi encontrada documentação regulamentar oficial que descreva interações metabólicas mediadas pelo CYP ou baseadas em transportadores.

Mecanismo de ação

Desbridamento Proteolítico e Equilíbrio de Fluidos

O Prolase (Serrapeptase) atua como uma metaloprotease extracelular sistémica, exercendo uma ação enzimática altamente seletiva ao degradar agregados proteicos não viáveis e detritos acumulados, como a fibrina, no fluido intersticial. Esta depuração molecular direcionada reduz a pressão osmótica exercida por estas grandes moléculas nos tecidos. A mudança resultante facilita a reabsorção do excesso de líquido de volta para os sistemas linfático e vascular, resultando na consequência fisiológica da diminuição do volume de fluido localizado.


Modulação de Mediadores Inflamatórios

O mecanismo desta enzima envolve também a degradação de péptidos inflamatórios fundamentais, nomeadamente a bradicinina, que é um mediador potente no Sistema das Cininas que promove tanto a permeabilidade vascular como a sinalização da dor. Ao reduzir a concentração deste mediador no local, a enzima ajuda a atenuar a sinalização que impulsiona a fuga contínua de fluidos e a resposta nociceptiva. A modulação resultante na sinalização da dor proporciona uma consequência fisiológica secundária, a par do mecanismo principal de equilíbrio de fluidos.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Prolase: Diretrizes Oficiais de Administração

A administração do Prolase (Serrapeptase) é realizada de acordo com um protocolo específico concebido para garantir a entrega da enzima ativa para efeito sistémico, conforme detalhado em documentos regulamentares.


Protocolo de Administração

O medicamento é fornecido na forma de comprimido ou cápsula com revestimento entérico, formulado para evitar que a enzima seja desativada pelo ambiente ácido do estômago. Este design determina a via e o momento da administração necessários.

Parâmetro Instrução Oficial de Administração
Via de Administração Administração por via oral.
Intervalo de Dose A dose diária padrão para adultos é expressa em unidades de atividade enzimática, variando entre 30.000 e 120.000 unidades de serratiopeptidase (SU). A ingestão diária máxima é restrita a 120.000 SU.
Frequência Posológica A dose diária total é tipicamente administrada em doses divididas, habitualmente duas ou três vezes por dia.
Momento em Relação às Refeições O Prolase deve ser tomado de estômago vazio. Esta instrução especifica a toma da dose aproximadamente duas horas após uma refeição ou, pelo menos, trinta minutos antes de comer.
Manuseamento da Formulação O comprimido ou cápsula com revestimento entérico deve ser engolido inteiro e não pode ser esmagado, mastigado ou partido antes da ingestão.

Padrão de Utilização ao Longo do Tempo

As diretrizes regulamentares oficiais especificam uma duração de utilização limitada, que depende da dose administrada. Para esquemas posológicos diários mais elevados (até 120.000 SU), a administração é geralmente restrita a um máximo de sete dias. Para doses mais baixas, o período de utilização pode estender-se até quatro semanas. A dosagem é especificada apenas para adultos com 18 ou mais anos, não estando disponíveis orientações oficiais para populações pediátricas.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Prolase


Evidência para Inchaço Pós-Operatório e Pós-Traumático (Edema)

O Prolase (Serrapeptase) foi objeto de estudo em investigações que exploraram a evolução de sintomas relacionados com o inchaço localizado e o desconforto que podem surgir após pequenas lesões físicas ou procedimentos cirúrgicos, tais como intervenções dentárias. Os investigadores realizaram habitualmente ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA) de curta duração para observar as alterações dos sintomas ao longo do tempo, monitorizando mudanças objetivas no edema e as pontuações de dor ou desconforto comunicadas pelos próprios doentes.

Alguns estudos registaram medições em que foram observadas alterações no inchaço e no desconforto nas populações estudadas, quando comparadas com grupos de controlo. No entanto, a qualidade da evidência varia entre os estudos e os resultados revelaram-se mistos quando o Prolase foi observado em ensaios que o comparavam com tratamentos anti-inflamatórios existentes. A investigação fornece dados limitados sobre a forma como os padrões observados se comparam aos medicamentos anti-inflamatórios padrão. Os períodos de acompanhamento foram reduzidos, durando tipicamente apenas alguns dias a uma semana.


Evidência para Suporte Sintomático em Problemas Respiratórios e Sinusais

A investigação explorou a utilização do Prolase em contextos de estudo que envolvem sintomas flutuantes ou instáveis em condições associadas a secreções viscerais, como nos casos de sinusite ou bronquite crónica. A investigação disponível inclui um número limitado de ECA. Os investigadores examinaram alterações nas propriedades físicas do muco e monitorizaram resultados comunicados pelos doentes que descreviam o desconforto percebido relacionado com a tosse e a obstrução nasal.

Uma vez que existem poucos ensaios clínicos controlados e aleatorizados de elevada qualidade e de grande escala disponíveis para esta utilização, o nível de certeza global permanece baixo. Os estudos focaram-se frequentemente em resultados que refletem alterações episódicas ou agudas nos sintomas em intervalos de tempo de curta a média duração. Consequentemente, a investigação oferece dados limitados sobre resultados a longo prazo, tais como alterações sustentadas ou padrões relacionados com uma utilização prolongada.


O que Permanece por Esclarecer no Registo da Investigação

A investigação fornece um contexto, mas não previsões individuais relativamente ao Prolase. Uma limitação fundamental da investigação reside nas amostras de dimensão modesta e nos curtos períodos de acompanhamento de muitos estudos históricos. É necessária mais investigação para caracterizar plenamente as circunstâncias e populações específicas nas quais foram observadas alterações nos sintomas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Prolase (FAQ)

P: Quanto tempo demora normalmente a sentir os efeitos do Prolase?

R: Estudos e informações oficiais indicam que a substância ativa atinge o seu nível máximo na corrente sanguínea aproximadamente 15 a 30 minutos após a toma da dose. Este parâmetro é conhecido como o tempo para atingir a concentração plasmática máxima. O período de presença ativa no sangue reportado é de cerca de seis horas.

P: O Prolase causa aumento ou perda de peso?

R: Os relatórios oficiais de reações adversas não listam habitualmente a alteração de peso como um efeito secundário frequente. No entanto, a documentação regulamentar inclui distúrbios gastrointestinais entre os possíveis efeitos, os quais podem envolver uma perda de apetite temporária.

P: Em que medida é que o Prolase se distingue de outros tratamentos semelhantes?

R: O Prolase diferencia-se porque a sua substância ativa é uma enzima proteolítica sistémica que atua através da decomposição de proteínas específicas, como a fibrina e mediadores inflamatórios (por exemplo, a bradicinina). A investigação citada a nível regulamentar refere que a sua ação global tem sido comparada aos efeitos dos Medicamentos Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs).

P: Quais são os efeitos secundários ligeiros mais comuns reportados para o Prolase?

R: De acordo com a informação oficial do produto, as reações adversas ligeiras mais comunicadas são tipicamente distúrbios gastrointestinais. Estes podem incluir desconforto gástrico geral, náuseas, vómitos ou diarreia.

P: É verdade que o Prolase interage com certos analgésicos de venda livre?

R: Sim, os documentos regulamentares indicam que o Prolase pode aumentar o risco de hematomas e hemorragias quando utilizado em conjunto com outros medicamentos que retardam a coagulação sanguínea. Esta interação inclui especificamente certos analgésicos de venda livre, como a aspirina e o ibuprofeno.

P: Os idosos podem utilizar o Prolase com segurança?

R: O Prolase está oficialmente documentado para utilização apenas em adultos com 18 anos ou mais. No entanto, a documentação oficial estabelece que indivíduos com alterações renais ou hepáticas pré-existentes devem ser avaliados por um profissional de saúde antes de iniciarem a utilização.

P: Qual é o risco de dependência ou de síndrome de abstinência com o Prolase?

R: A substância ativa do Prolase é uma enzima sistémica e não está classificada como uma substância controlada pelas autoridades reguladoras. A informação oficial do produto não contém qualquer menção ao potencial de dependência ou a uma síndrome de abstinência farmacológica padrão.

P: O Prolase é considerado um estupefaciente ou uma substância controlada?

R: Não. De acordo com os sistemas de classificação regulamentar, a substância ativa Serrapeptase não é considerada um estupefaciente nem uma substância controlada. É categorizada como uma preparação enzimática sistémica.

P: Porque é que, por vezes, se interrompe a toma de Prolase?

R: A documentação regulamentar exige a interrupção da utilização e a consulta de um profissional de saúde se os sintomas persistirem ou se agravarem. A interrupção é também obrigatória caso surjam sinais de reações adversas graves conhecidas, como erupções cutâneas ou alergias severas.

P: O que devo fazer se um efeito secundário do Prolase me incomodar?

R: As orientações regulamentares oficiais estabelecem que a consulta com um profissional de saúde é necessária caso os sintomas ou efeitos secundários persistam ou se agravem durante a administração. Isto permite uma avaliação clínica adequada da reação e a definição dos passos seguintes.

P: Quanto tempo permanece o Prolase no organismo após interromper a toma?

R: Estudos que examinam a farmacocinética do medicamento reportam que a enzima ativa tem uma semivida biológica de aproximadamente uma a quatro horas. A semivida descreve o tempo necessário para que a quantidade de medicamento no corpo seja reduzida para metade.

P: As reações alérgicas ao Prolase são comuns?

R: Os avisos regulamentares referem que se verificaram casos de hipersensibilidade (reações alérgicas). As advertências oficiais indicam que o medicamento deve ser interrompido se forem sentidos sinais de uma alergia grave, como erupção cutânea ou dificuldade em respirar.

P: O mecanismo de ação do Prolase é totalmente compreendido?

R: O mecanismo central do Prolase como uma enzima que decompõe proteínas está bem definido na literatura oficial. No entanto, a investigação indica que os detalhes exatos de como a grande molécula enzimática é absorvida pelo sistema digestivo para a corrente sanguínea são ainda objeto de investigação científica.

P: O Prolase existe em diferentes dosagens?

R: A documentação oficial de dosagem mostra que o medicamento é administrado numa ampla gama de unidades (até 120.000 SU). Esta variedade significa que o medicamento é habitualmente fornecido em várias dosagens de comprimidos ou cápsulas, correspondendo a diferentes quantidades diárias prescritas.

P: É normal sentir uma alteração no apetite ao iniciar o Prolase?

R: A perda de apetite está listada nos resumos regulamentares como um dos distúrbios gastrointestinais documentados que podem ocorrer durante a utilização do medicamento. Este sintoma está incluído na categoria geral de eventos adversos.

P: Existem diferentes nomes comerciais para o medicamento Prolase?

R: Sim, as bases de dados regulamentares e a informação oficial sobre licenças de introdução no mercado indicam que a substância ativa Serrapeptase é vendida sob vários nomes comerciais e formulações a nível global. Isto inclui formulações reguladas como Produtos de Saúde Naturais em algumas regiões.

P: Como é que o Prolase se compara aos seus concorrentes em termos de funcionamento?

R: O mecanismo do Prolase é distinto por ser uma enzima que ataca e decompõe diretamente proteínas específicas relacionadas com o inchaço. A investigação nota que esta ação pode produzir efeitos que são, em certos aspetos, semelhantes aos de medicamentos anti-inflamatórios comuns (inibidores da COX-1 e COX-2).

Como Prolase deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

Os requisitos de conservação do Prolase (Serrapeptase) foram concebidos para proteger a estabilidade da formulação enzimática, de acordo com as diretrizes regulamentares oficiais.

Item Requisito
Temperatura e Ambiente Conservar em local seco e fresco, evitando a exposição ao calor ou a humidade elevada. O produto deve ser protegido da luz solar direta e de temperaturas superiores a 25°C.
Recipiente e Proteção Manter o recipiente bem fechado e no seu acondicionamento original, resistente à luz, para prevenir a exposição à humidade e ao ar.
Segurança Infantil O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.
Eliminação A eliminação de Prolase não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser efetuada de acordo com a regulamentação local e nacional para resíduos farmacêuticos. Não deitar fora o medicamento na sanita nem em qualquer sistema de águas residuais domésticas.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Prolase encontrado em:

ÍNDICE A-Z: