Prevnar 13

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Prevnar 13

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Prevnar 13

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa 13 Serótipos de Polissacáridos Pneumocócicos conjugados com a Proteína CRM197
Forma Farmacêutica Suspensão Injetável
Classe Farmacológica Agente de Imunização Ativa (Vacina Pneumocócica)
Objetivo Comum Profilaxia contra a Doença Pneumocócica Invasiva (DPI)
Origem Produto Biológico (Não vivo, Subunitária)

Definição da Prevnar 13: Tipo e Classe Farmacológica

A Prevnar 13 é a designação comercial da vacina pneumocócica conjugada 13-valente (PCV13), um agente de imunização ativa não vivo e um produto biológico. A sua função fundamental é a profilaxia — a preparação do sistema imunitário do organismo para prevenir infeções. Esta vacina é utilizada para conferir proteção contra bactérias que causam pneumonia e outras infeções graves em diversos grupos etários.

Esta preparação é fornecida como uma suspensão estéril para injeção intramuscular. É clinicamente reconhecida pela sua capacidade de induzir uma resposta imunitária de longo prazo nas populações-alvo, sustentada por estudos farmacológicos publicados em literatura médica de referência. A Prevnar 13 foi formulada especificamente para utilização numa faixa etária alargada, desde lactentes a adultos mais velhos, respondendo à necessidade de proteção contra a doença pneumocócica ao longo da vida.

Composição e Propósito: A Estrutura 13-valente

Este medicamento é um produto combinado que visa 13 estirpes específicas de Streptococcus pneumoniae, as quais são responsáveis pela maioria das doenças pneumocócicas graves. Os componentes ativos são serótipos polissacáridos capsulares purificados, incluindo os tipos 1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F e 23F.

Cada polissacárido está ligado quimicamente, ou conjugado, à proteína transportadora diftérica CRM197 — uma característica distintiva das vacinas conjugadas. Esta conjugação facilita uma resposta imunitária robusta dependente das células T, levando à criação de memória imunitária, o que é particularmente eficaz em lactentes e crianças jovens, cujos sistemas imunitários podem não responder adequadamente a tipos não conjugados. O propósito geral é proporcionar uma proteção ativa e direcionada contra estas 13 estirpes que causam a Doença Pneumocócica Invasiva (DPI). A formulação inclui fosfato de alumínio como adjuvante para ajudar a reforçar o reconhecimento dos antigénios pelo sistema imunitário.

Quais efeitos secundários são possíveis com Prevnar 13?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da Prevnar 13 está classificado com base na frequência e no sistema do organismo afetado, conforme detalhado nos documentos regulamentares oficiais. Os efeitos documentados são agrupados em categorias que variam de muito frequentes a raros, estritamente definidos pelas taxas de incidência observadas em ensaios clínicos.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Classificação Exemplos de Efeitos Documentados
Muito Frequentes Reações no local de injeção (dor, vermelhidão, inchaço), febre, irritabilidade, diminuição do apetite, sonolência, calafrios, cefaleia (dor de cabeça).
Frequentes Vómitos, diarreia, erupção cutânea, artralgia (dor nas articulações), mialgia (dor muscular).
Pouco Frequentes / Raros Reações de hipersensibilidade, choro, hemorragia no local de injeção ou, raramente, reações alérgicas graves (ex: anafilaxia), convulsões (incluindo convulsões febris) e episódios hipotónicos-hiporresponsivos (EHH).

Classes de Sistemas de Órgãos e Considerações Especiais de Segurança

As reações adversas estão formalmente organizadas por Classe de Sistemas de Órgãos (SOC), incluindo Perturbações gerais e alterações no local de administração, Doenças do sistema nervoso, Doenças gastrointestinais e Doenças do sistema imunitário.

Os documentos regulamentares destacam considerações de segurança específicas para determinadas populações. Para lactentes e crianças, o risco de convulsões febris e EHH é assinalado no perfil de segurança pediátrico. Em adultos mais velhos, a elevada frequência de efeitos sistémicos como calafrios e cefaleia está documentada como muito frequente. Indivíduos imunocomprometidos podem registar uma resposta imunitária reduzida à vacina.

Relativamente à administração, a maioria das reações locais e sistémicas está documentada como ocorrendo nas primeiras 48 horas. A Prevnar 13 está contraindicada em indivíduos com antecedentes de reação alérgica grave (ex: anafilaxia) a qualquer componente da vacina ou a qualquer produto que contenha o toxoide diftérico.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A ocorrência de sobredosagem com a Prevnar 13 é considerada improvável pelas autoridades regulamentares, dada a sua apresentação em seringas pré-cheias. Nos casos em que foi reportada uma sobredosagem, as manifestações clínicas são consistentes com os eventos adversos observados nas doses administradas segundo o esquema recomendado. Estas reações documentadas incluem as reações comuns no local de injeção (como dor e inchaço) e reações sistémicas, nomeadamente febre, cefaleia (dor de cabeça) e irritabilidade.

A abordagem após uma suspeita de sobredosagem baseia-se num tratamento sintomático e de suporte. Por se tratar de uma vacina não viva, não se conhece qualquer antídoto farmacológico específico, nem este consta nas informações oficiais de prescrição.


Ações de Emergência e Ajuda Urgente

Perante qualquer suspeita de sobredosagem, independentemente da presença de sintomas, as orientações oficiais determinam que o utilizador deve contactar imediatamente um profissional de saúde, um serviço de urgência hospitalar ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV).

O risco de um evento alérgico grave raro (anafilaxia) exige que o tratamento médico e a supervisão adequados, incluindo a disponibilidade de adrenalina e outros agentes, estejam prontos a ser utilizados no momento da administração.


Consideração Especial

Em bebés muito prematuros (nascidos com le 28 semanas de gestação), a rotulagem oficial documenta o risco de apneia (interrupção transitória da respiração), o que requer obrigatoriamente uma monitorização respiratória durante 48 a 72 horas após a administração.

Usos terapêuticos de Prevnar 13

A Prevnar 13 é habitualmente utilizada para auxiliar em situações que se manifestam através de desconforto sistémico ou localizado, sendo aplicada na abordagem de condições associadas a episódios agudos ou disruptivos. A vacina é relevante para o alívio de sintomas ligados à tensão funcional de órgãos específicos que acompanham patologias onde os sintomas se podem intensificar temporariamente. Isto inclui condições como a pneumonia, a doença invasiva (tais como a meningite e a bacteriemia) e a otite média aguda em crianças.

Em contextos clínicos que envolvem diversas manifestações pneumocócicas, a vacina proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades quotidianas. Esta auxilia na manutenção da estabilidade funcional ao gerir sintomas que frequentemente criam uma tensão fisiológica notória. É comummente utilizada em patologias que apresentam episódios agudos e é considerada relevante em contextos que envolvem uma carga sistémica elevada.

Este contributo ajuda a aliviar a carga sintomática global e a manter um sentido de estabilidade contra manifestações recorrentes ou episódicas, tornando-se relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é considerada apropriada.

Facto Rápido: Abordagem de Sintomas Relacionados com o Desequilíbrio Sistémico

Critérios de utilização e restrições

Esta secção descreve a elegibilidade e as restrições de utilização da Prevnar 13 para diferentes populações, baseando-se estritamente nos documentos regulamentares de autoridades de saúde.


Âmbito de Elegibilidade

Categoria Estatuto Regulamentar Oficial
Populações para as quais a utilização é permitida Lactentes a partir das 6 semanas de idade até adultos de todas as idades (18 anos ou mais). Isto inclui grupos de alto risco, tais como pessoas com infeção por VIH, anemia falciforme e doença renal crónica.
Populações para as quais a utilização não é recomendada Lactentes com menos de 6 semanas de idade, uma vez que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas.
Populações para as quais a utilização é contraindicada Indivíduos com antecedentes de reação alérgica grave (hipersensibilidade) a qualquer componente da Prevnar 13 ou a qualquer vacina que contenha o toxoide diftérico.
Regras de elegibilidade por idade A idade mínima é de 6 semanas. A utilização em crianças com menos de 6 semanas de idade não está estabelecida. Aprovada para todos os grupos etários adultos, com 18 ou mais anos.
Estatuto de elegibilidade na gravidez e amamentação A utilização durante a gravidez é condicional; apenas é permitida se for claramente necessária. A utilização durante a amamentação deve ser feita com precaução, pois desconhece-se se a vacina é excretada no leite humano.
Restrições relacionadas com a elegibilidade A administração deve ser adiada em indivíduos com uma doença febril aguda e grave. Indivíduos com distúrbios de coagulação geralmente não devem receber a injeção intramuscular.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Tipo de Classificação Declaração Regulamentar Oficial
Classificação de gravidade da elegibilidade Contraindicada (Hipersensibilidade), Adiamento Obrigatório (Doença febril aguda grave), Utilização Condicional (Gravidez/Amamentação, estado de imunocomprometimento).
Base regulamentar Documentação técnica oficial e informações de prescrição autorizadas.

Estrutura de Elegibilidade Resultante

Os documentos regulamentares oficiais definem uma elegibilidade abrangente que se estende desde as 6 semanas de idade até à idade adulta. As exclusões limitam-se a contraindicações absolutas baseadas no historial alérgico e ao adiamento temporário devido a doença aguda grave. Condições subjacentes específicas servem principalmente para identificar populações de alto risco que estão oficialmente aprovadas para utilização.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Padrões de Interação Documentados Oficialmente

O perfil de interação da Prevnar 13 é definido pela sua função como agente de imunização ativa. O foco incide em efeitos que modificam a resposta imunitária do organismo, em vez de interferências de natureza metabólica ou farmacocinética.

Interações Farmacodinâmicas A principal interação documentada ocorre com as terapias imunossupressoras, incluindo corticosteroides, agentes citotóxicos e antimetabolitos. A indicação regulamentar oficial estabelece que indivíduos a receber estes tratamentos podem não responder de forma ideal à vacina, o que resulta potencialmente numa resposta imunitária sub-otimizada.

Está também documentado um efeito que altera a imunogenicidade associado à vacinação prévia com a Vacina Pneumocócica Polissacarídica (PPSV23). A receção anterior da PPSV23 resulta numa resposta imunitária diminuída à Prevnar 13. Por este motivo, os documentos regulamentares especificam intervalos de tempo mínimos que devem separar a administração destas duas vacinas.

Co-administração e Regras de Calendarização No caso de lactentes a receber a série primária de vacinação, a utilização profilática de paracetamol por via oral está documentada como podendo reduzir a resposta de anticorpos a alguns serótipos após a terceira dose. Existem restrições de procedimento obrigatórias ao co-administrar a Prevnar 13 com outras vacinas injetáveis: os produtos não devem ser misturados na mesma seringa e devem ser administrados em locais de injeção diferentes. Não estão detalhadas, nas informações oficiais do produto, interações específicas com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas comuns.

Mecanismo de ação

A Prevnar 13 é uma vacina conjugada que visa 13 serótipos polissacáridos capsulares de Streptococcus pneumoniae. Os seus alvos biológicos são os linfócitos B e os linfócitos T nos tecidos linfoides secundários. O mecanismo envolve a apresentação ao sistema imunitário do antigénio polissacárido específico das células B, ligado covalentemente a uma proteína transportadora CRM197 não tóxica.

Vias Moleculares e Intracelulares

As células B reconhecem e ligam-se à componente polissacárida através do seu recetor de células B (BCR), o que leva à endocitose mediada por recetores do conjugado. A célula B processa internamente a proteína transportadora CRM197 em péptidos, que são depois apresentados na superfície da célula B por moléculas do MHC de classe II. Este tipo de interação é fulcral para a ativação das células T.

As células T-helper CD4^+ reconhecem o complexo péptido-MHC II, iniciando uma ativação de células T específica para o antigénio. Esta interação molecular das células T fornece sinais coestimuladores e secreta citocinas para a célula B.

Cascatas Secundárias e Efeitos Sistémicos

O estímulo das células T CD4^+ leva a que a célula B se diferencie em plasmócitos e células B de memória. Os plasmócitos produzem e secretam anticorpos de imunoglobulina G (IgG) específicos para o antigénio na circulação sistémica. Esta consequência fisiológica ao nível do sistema estabelece uma reserva de anticorpos capazes de se ligarem aos serótipos pneumocócicos visados.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar a Prevnar 13

A Prevnar 13 (Vacina Pneumocócica Conjugada 13-valente) é uma suspensão estéril que deve ser administrada exclusivamente por injeção intramuscular. A vacina deve ser administrada por um profissional de saúde. Cada dose é de 0,5 mL. Antes da utilização, a seringa deve ser agitada vigorosamente para criar uma suspensão branca e uniforme. Não utilize a vacina se esta contiver partículas ou se não puder ser resuspensa.


Local de Administração

Os locais de injeção preferenciais variam consoante a idade:

  • Lactentes: A face anterolateral da coxa.
  • Crianças pequenas, Crianças e Adultos: O músculo deltoide do braço.

Deve evitar-se a injeção na zona glútea ou em qualquer vaso sanguíneo ou nervo importante.


Esquema Posológico

O número de doses necessário e o calendário dependem da idade da pessoa que recebe a vacina:

  • Lactentes (das 6 semanas aos 5 anos de idade): O esquema de rotina é uma série de quatro doses aos 2, 4, 6 e 12-15 meses de idade. A primeira dose pode ser administrada logo às 6 semanas. Estão disponíveis esquemas de recuperação para crianças mais velhas desta faixa etária que não tenham sido vacinadas anteriormente, os quais dependem da idade da criança aquando da primeira dose.
  • Crianças (dos 6 aos 17 anos de idade): É administrada uma dose única. Se uma criança tiver recebido anteriormente a vacina pneumocócica conjugada 7-valente (Prevnar), devem decorrer pelo menos 8 semanas antes de receber a Prevnar 13.
  • Adultos (com 18 ou mais anos de idade): É administrada uma dose única.

É importante seguir o calendário de imunização recomendado para uma proteção completa contra os serótipos de Streptococcus pneumoniae abrangidos pela vacina.

Evidência clínica recente

Evidências de Investigação / Visão Geral dos Estudos da Prevnar 13


Estudos em Lactentes e Crianças Pequenas (Prevenção de DPI)

A investigação que explorou estes resultados em lactentes e crianças pequenas analisou a forma como esta intervenção foi observada em infeções graves neste grupo etário. Estas infeções são frequentemente condições associadas a episódios agudos ou disruptivos. Um foco primário desta investigação foi a avaliação dos resultados relacionados com o que é conhecido como Doença Pneumocócica Invasiva (DPI). Os estudos monitorizaram grupos de crianças para avaliar a incidência destes desfechos graves. Os dados mostram padrões relacionados com taxas observadas mais baixas destas infeções específicas, associadas à intervenção nas populações estudadas, contra os tipos de bactérias incluídos na vacina. A investigação examinou a forma como estas infeções, que podem levar a quadros de desconforto físico e problemas mais graves, foram medidas ao longo do tempo.

Embora as descobertas imediatas tenham contribuído significativamente para o panorama de evidências, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Os períodos de acompanhamento foram limitados em alguns ensaios, o que significa que ainda estão a surgir dados sobre a proteção que perdura por muitos anos. É importante recordar que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas; a evidência contribui para a compreensão de padrões de sintomas e fornece contexto, mas a investigação não permite previsões individuais.


Estudos em Adultos com 65 ou mais Anos (Prevenção de DPI e Pneumonia)

Para os adultos, especialmente aqueles com 65 ou mais anos, a investigação examinou o impacto na pneumonia bacteriana grave e na DPI. Esta investigação envolveu frequentemente contextos observacionais que avaliaram o funcionamento na vida quotidiana e resultados que refletem o nível de atividade, dado que estas infeções podem afetar significativamente a saúde nesta faixa etária. Grandes ensaios clínicos estudaram o efeito na pneumonia causada por estirpes bacterianas específicas. Os dados mostram padrões relacionados com um número menor destas infeções específicas observado nalguns estudos. A investigação descreve os padrões de doença grave nos grupos observados, que são frequentemente pessoas com condições marcadas por limitações funcionais.

A evidência sugere padrões nos dados observados relacionados com infeções por tipos de bactérias contidos na vacina. No entanto, o efeito sobre todos os tipos de pneumonia parece variar, e as conclusões foram mistas relativamente à pneumonia não causada pelas bactérias incluídas nos estudos. Escasseia evidência comparativa para certos cenários de estudo e a certeza permanece baixa relativamente a uma proteção abrangente em todos os resultados respiratórios.


Evidência para Populações Especiais e Limitações

A investigação também explorou a aplicação da vacina em grupos específicos de doentes, como aqueles com condições cardíacas ou pulmonares crónicas, caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas. Estes estudos envolvem frequentemente contextos em que os doentes apresentam sintomas instáveis ou flutuantes. A investigação explorou os resultados em cenários com cargas de sintomas variáveis e foi avaliada nestes grupos.

As conclusões de subgrupos são incertas para algumas populações especiais e, frequentemente, o tamanho das amostras foi modesto nestes estudos focados. Por conseguinte, a evidência é limitada para certos grupos, particularmente para aqueles que estão altamente imunocomprometidos. Isto significa que os dados para certos grupos permanecem insuficientes. A investigação realizada fornece contexto, mas não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante. A qualidade da evidência varia entre os estudos e, globalmente, os estudos ajudam a mostrar o que foi observado até agora sobre como esta intervenção pode afetar os padrões de infeção.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Prevnar 13 (FAQ)

P: O que devo fazer se a vacina Prevnar 13 congelar acidentalmente?

Os documentos regulamentares oficiais estabelecem que o congelamento destrói a vacina. Qualquer dose de Prevnar 13 que tenha sido congelada deve ser descartada de acordo com os requisitos locais, uma vez que a congelação compromete a estabilidade e a eficácia da suspensão.


P: A Prevnar 13 evita que eu contraia todos os tipos de pneumonia?

A vacina é indicada para prevenir a doença invasiva e a pneumonia causadas pelos 13 serotipos específicos de Streptococcus pneumoniae nela contidos. Os estudos clínicos oficiais e as informações do produto sugerem que o efeito em pneumonias causadas por outros tipos de bactérias ou vírus não foi amplamente estabelecido. Os dados disponíveis indicam que a sua proteção é direcionada apenas para as estirpes específicas para as quais a vacina foi formulada.


P: É seguro uma mulher grávida ou a amamentar receber a Prevnar 13?

De acordo com as informações oficiais do produto, a utilização durante a gravidez é permitida apenas se for claramente necessária. Para as mulheres que estão a amamentar, desconhece-se se os componentes da vacina são excretados no leite humano, pelo que deve ser utilizada com precaução. A avaliação final deve ser realizada por um profissional de saúde.


P: Quais são os sintomas de uma reação alérgica grave à vacina?

A vacina é contraindicada para indivíduos com antecedentes de reação alérgica grave, como anafilaxia, a qualquer um dos seus componentes. Embora seja raro, uma reação alérgica grave pode envolver sintomas como dificuldades respiratórias, inchaço da face ou garganta, erupções cutâneas ou uma descida significativa da tensão arterial. Caso estes sintomas ocorram, é necessária uma avaliação médica imediata.


P: Quanto tempo após a minha primeira dose de Prevnar 13 é seguro receber outra dose?

O intervalo de tempo mínimo entre doses depende da idade da pessoa e do calendário vacinal, conforme determinado por um profissional de saúde. Para lactentes a receber a série primária, o tempo recomendado entre doses é geralmente de quatro a oito semanas. Para outros esquemas específicos (como esquemas de recuperação), os documentos regulamentares especificam que o intervalo mínimo exigido é de oito semanas.


P: Qual é o nome da proteína transportadora não tóxica utilizada na vacina?

Os componentes ativos da Prevnar 13 estão quimicamente ligados a uma proteína transportadora para reforçar a resposta imunitária. Esta proteína é referenciada em documentos regulamentares e oficiais pelo seu nome estrutural: CRM197. Este componente é um material não tóxico derivado da bactéria da difteria.


P: O que devo fazer se me esquecer ou falhar uma das doses programadas para o meu filho?

As orientações oficiais indicam que, se a série de vacinação de um lactente for interrompida ou se uma dose for esquecida, não é necessário recomeçar toda a série. A decisão sobre como proceder deve ser tomada por um profissional de saúde, que aplicará as recomendações adequadas à idade e os intervalos mínimos exigidos para completar o esquema de imunização.


P: Existe algum efeito na vacina se eu consumir álcool antes ou depois da injeção?

Os documentos regulamentares oficiais, como o Resumo das Características do Produto, não detalham qualquer interação específica com o álcool. Da mesma forma, não constam na rotulagem oficial interações específicas com alimentos ou produtos comuns à base de plantas.

Como Prevnar 13 deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

Para manter a estabilidade e a eficácia da Prevnar 13, a vacina deve ser conservada rigorosamente de acordo com as especificações regulamentares oficiais. O produto deve ser guardado no frigorífico, a uma temperatura entre 2°C e 8°C. A congelação é estritamente proibida, uma vez que este processo inutiliza a vacina; qualquer dose que tenha sido congelada deve ser descartada. A seringa pré-cheia deve ser mantida dentro da embalagem exterior de origem para proteger a suspensão da luz.

Antes da utilização, a suspensão deve ser agitada vigorosamente e inspecionada visualmente; se detetar a presença de partículas ou qualquer alteração na cor, o produto não deve ser utilizado. Em conformidade com as normas regulamentares, a Prevnar 13 deve ser guardada fora da vista e do alcance das crianças. Quanto à sua eliminação, esta deve ser efetuada de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos, não devendo ser deitada no lixo doméstico ou em águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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