Predalon

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Predalon

Propriedade Descrição
Substância ativa Gonadotrofina Coriónica (hCG)
Forma Pó liofilizado para solução injetável, estéril
Classe farmacológica Gonadotrofina; Análogo das hormonas hipofisárias e hipotalâmicas
Objetivo geral Fornece o sinal hormonal essencial para a função reprodutiva
Origem Origem humana (origem biológica)

Que Tipo de Hormona é o Predalon?

O Predalon é um produto terapêutico de elevada pureza cujo princípio ativo é a Gonadotrofina Coriónica (hCG), uma substância clinicamente reconhecida pela sua semelhança estrutural e funcional com a Hormona Luteinizante (LH). Pertence à classe farmacológica das gonadotrofinas, que são hormonas hipofisárias, hipotalâmicas e seus análogos, utilizadas para regular os processos de desenvolvimento sexual e reprodutivo. Esta classificação significa que o Predalon é fundamentalmente uma terapia hormonal, apoiada por estudos farmacológicos, que funciona através do fornecimento de uma molécula sinalizadora precisa ao organismo, essencialmente complementando ou substituindo as mensagens químicas naturais enviadas pela glândula hipófise.

O medicamento é apresentado como um produto biológico de componente único porque a sua hCG é de origem humana, sendo frequentemente extraída e altamente purificada a partir da urina de mulheres grávidas. Isto garante que esta hormona glicoproteica seja estruturalmente idêntica à hormona endógena produzida naturalmente no corpo humano, uma característica distintiva fundamental face aos análogos recombinantes sintetizados em laboratório.

Composição, Forma e Origem da Gonadotrofina Coriónica

A componente ativa do medicamento, a hCG, é uma hormona glicoproteica complexa composta por estruturas específicas de subunidades alfa e beta. O Predalon é fornecido fisicamente como um pó liofilizado estéril para solução injetável, uma forma sólida estável concebida para manter a estabilidade química. Esta preparação exige a reconstituição com um solvente aquoso imediatamente antes da utilização, após a qual é administrada por via parenteral (injeção).

Objetivo Geral do Predalon: Um Análogo da LH

O objetivo geral do Predalon é servir como um potente análogo da Hormona Luteinizante (LH), fornecendo o sinal hormonal crítico necessário para a função reprodutiva. A molécula de hCG mimetiza estruturalmente as ações da LH, ligando-se aos mesmos recetores, uma função documentada em numerosas referências técnicas. Esta ligação é essencial para a atividade biológica da hormona, que inclui a indução da maturação final e libertação de um óvulo (ovulação) e a estimulação da produção de hormonas esteroides, como a testosterona, um processo conhecido como esteroidogénese. Um cenário de utilização típico envolve o fornecimento do sinal necessário para a fase final do desenvolvimento do óvulo em indivíduos submetidos a protocolos de fertilidade.

Quais efeitos secundários são possíveis com Predalon?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da Gonadotrofina Coriónica (hCG), a substância ativa do Predalon, está oficialmente documentado pelas autoridades reguladoras e é moldado principalmente pelo seu papel como um análogo potente das hormonas gonadotróficas.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos secundários são categorizados por frequência com base em ensaios clínicos e avaliações regulamentares. As reações adversas Muito Frequentes, que ocorrem em 1 ou mais de cada 10 pessoas, incluem frequentemente dores de cabeça, náuseas, dores ou cólicas abdominais e reações no local da injeção (dor, hematomas, inflamação). As reações Frequentes, que ocorrem em 1 a 10 de cada 100 pessoas, podem envolver vómitos, perturbações emocionais, erupção cutânea e irritabilidade.

Reações Adversas Sistémicas e Graves

O foco de segurança mais significativo nos documentos regulamentares incide sobre o Sistema Reprodutor e as Doenças Vasculares. As reações adversas graves explicitamente documentadas incluem a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO), uma condição de aumento rápido dos ovários que pode levar à acumulação de líquidos e desequilíbrio eletrolítico, e os Eventos Tromboembólicos (coágulos sanguíneos), que incluem condições como a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar.

Outros efeitos adversos estão classificados em vários sistemas, incluindo o Sistema Nervoso (dores de cabeça, depressão) e o Sistema Gastrointestinal (náuseas, diarreia).

Considerações de Segurança para Populações Específicas

Estão documentadas declarações de segurança específicas para determinadas populações. Em homens/crianças, o tratamento pode induzir puberdade precoce ou ginecomastia, exigindo uma avaliação de segurança rigorosa. Para mulheres submetidas a tratamento de fertilidade, são explicitamente referidos os riscos de gestação múltipla e de gravidez ectópica. Além disso, os rótulos regulamentares aconselham precaução em doentes com condições preexistentes sensíveis à retenção de líquidos, tais como certas doenças cardíacas ou renais, devido ao potencial da hormona para causar efeitos hídricos induzidos por androgénios.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A principal manifestação documentada de uma exposição excessiva à Gonadotrofina Coriónica (hCG) é o desenvolvimento da Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO), uma condição classificada como potencialmente fatal. O fator de risco mais crítico é a administração durante protocolos de estimulação ovariana controlada, sendo que o risco e a duração da síndrome aumentam se ocorrer uma gravidez.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A rotulagem oficial descreve sintomas de SHO que incluem dor pélvica grave e distensão abdominal, aumento rápido de peso, náuseas e vómitos. As alterações fisiológicas documentadas em fontes regulamentares incluem oligúria (diminuição da produção de urina), hemoconcentração e desequilíbrios eletrolíticos significativos. Os desfechos graves incluem riscos documentados de tromboembolismo arterial e venoso, síndrome de angústia respiratória aguda e rutura de quisto ovárico. Nos doentes pediátricos do sexo masculino, a sobredosagem pode resultar em sinais de puberdade precoce.

Resposta de Emergência Necessária

A informação oficial especifica que os doentes devem procurar assistência médica imediata e a medicação deve ser interrompida imediatamente se forem observados sinais de SHO grave ou de uma complicação potencialmente fatal. Poderá ser necessária hospitalização para a gestão da forma grave de SHO. Uma vez que não se conhece um antídoto específico, a gestão limita-se ao tratamento sintomático e de suporte, envolvendo habitualmente repouso no leito e uma gestão rigorosa de fluidos e eletrólitos.

Usos terapêuticos de Predalon

Factos Rápidos

  • Utilização de suporte em: Certos estados alérgicos e condições inflamatórias graves.
  • Áreas terapêuticas principais: Doenças reumáticas, dermatológicas, respiratórias e gastrointestinais.
  • Objetivo: Auxiliar na gestão de respostas imunitárias e inflamatórias específicas.

O Predalon é um medicamento de receita médica utilizado na gestão de suporte em diversos domínios terapêuticos. O seu papel principal consiste em auxiliar os processos do organismo na redução das manifestações associadas a condições inflamatórias e autoimunes graves específicas.

Este agente pode ser administrado para ajudar a controlar exacerbações graves e autolimitadas em condições como a artrite reumatoide, a artrite psoriática e a espondilite anquilosante. É também uma opção para utilização durante episódios agudos de certos distúrbios gastrointestinais, incluindo a enterite regional (doença de Crohn) e a colite ulcerosa.

Nos cuidados dermatológicos, o Predalon pode contribuir para a gestão temporária de condições como o pênfigo, a psoríase grave e a dermatite herpetiforme bolhosa. Além disso, está indicado para apoiar o controlo de condições alérgicas graves ou incapacitantes que não tenham respondido adequadamente aos tratamentos convencionais.

O medicamento pode também ser empregue na gestão paliativa de condições hematológicas e neoplásicas selecionadas, bem como para auxiliar na remissão da proteinúria associada a certos tipos de síndrome nefrótica.

Critérios de utilização e restrições

Visão Geral de Elegibilidade

As informações regulamentares oficiais definem restrições claras para a utilização do Predalon (prednisolona). A maioria dos adultos e das crianças para os quais o medicamento está indicado é elegível; no entanto, populações específicas estão estritamente excluídas ou necessitam de uma consideração clínica especial.

Classificação População/Condição
Contraindicado Doentes com infeções fúngicas sistémicas.
Doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a qualquer componente da formulação.
Precaução Especial / Restrição Histórico de tuberculose, infeção ocular por herpes, úlceras gástricas, osteoporose, hipertensão arterial, diabetes, cirrose hepática ou disfunção renal.
Doentes a receber doses imunossupressoras não devem receber vacinas vivas ou vivas atenuadas.

Restrições Etárias e Fisiológicas

A utilização em crianças deve ser monitorizada cuidadosamente devido ao potencial de supressão do crescimento e do desenvolvimento em terapias prolongadas.

O medicamento acarreta um risco documentado de toxicidade embriofetal, podendo ocorrer danos no feto, particularmente durante o primeiro trimestre.

O fármaco passa para o leite materno, o que exige uma decisão clínica para ponderar o benefício potencial face aos possíveis riscos para o lactante.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Predalon (Gonadotrofina Coriónica) é definido por um elevado grau de especificidade. Os documentos oficiais destacam a ausência de interações fármaco-fármaco (DDI) tradicionais, mas enfatizam consequências críticas que resultam da sua atividade hormonal inerente.


Âmbito das Interações

  • Categorias de produtos medicamentosos com interações documentadas: Nenhuma formalmente documentada em categorias de interação farmacocinética.
  • Medicamentos específicos com interação: Nenhum explicitamente listado.
  • Base mecânica das interações: A ação do fármaco estimula a secreção de androgénios, o que pode levar à retenção de líquidos.
  • Regras de interação baseadas no tempo: Nenhuma documentada.
  • Notas de interação para populações específicas: O uso requer precaução especial em doentes com doença cardíaca, doença renal, epilepsia, enxaqueca ou asma, devido à retenção de líquidos oficialmente documentada.
  • Restrições relacionadas com interações: A substância pode interferir com o radioimunoensaio para as gonadotrofinas, particularmente para a Hormona Luteinizante (LH).

Classificações de Interação (Nível Geral)

  • Classificação da gravidade da interação: Não aplicável a interações fármaco-fármaco formais. A nota constitui uma restrição regulamentar de Utilização com Precaução.
  • Base regulamentar: Informação de Prescrição oficial.
  • Restrições de contexto: Precaução específica para certas populações; restrição procedimental devido à interferência com testes de diagnóstico.

Estrutura Resultante das Interações

Declarações oficiais de interação:

Não existem interações fármaco-fármaco tradicionais conhecidas documentadas na informação de prescrição regulamentar. A substância pode oficialmente causar retenção de líquidos (edema) induzida por androgénios, como resultado do seu efeito farmacodinâmico. O medicamento pode interferir com testes laboratoriais que medem a concentração de outras hormonas. A sua utilização requer precaução especial em doentes com doença cardíaca, doença renal, epilepsia, enxaqueca ou asma, devido ao risco de exacerbação ligado à retenção de líquidos.

Ligação ao perfil geral de interações:

Os documentos regulamentares definem a estrutura de interação deste produto principalmente pela ausência de interações farmacocinéticas oficiais e pela presença de uma consequência baseada na farmacodinâmica (retenção de líquidos) que exige restrições específicas dependentes da população. O perfil oficial limita-se ainda a uma restrição procedimental relativa à interferência do fármaco com testes laboratoriais, que pode afetar a medição precisa dos níveis hormonais endógenos.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Predalon: Mecanismo de Ação

O Predalon, que contém Gonadotrofina Coriónica (hCG), atua através de um mecanismo preciso que mimetiza funcionalmente a molécula de sinalização natural do organismo, a Hormona Luteinizante (LH). Esta ação baseia-se na estimulação de recetores e vias localizados nos órgãos reprodutores alvo.

O mecanismo inicia-se quando a molécula de hCG se liga como um agonista total ao Recetor da Hormona Luteinizante (LHR), um recetor acoplado à proteína G que se encontra em células gonadais específicas (células foliculares ováricas e células de Leydig). Ao contrário da LH endógena, a estrutura da hCG permite uma ocupação prolongada do recetor, o que resulta numa ativação estendida da cascata de sinalização intracelular necessária para a concretização dos eventos celulares.

Esta ativação sustentada do LHR desencadeia um aumento subsequente do segundo mensageiro cAMP, que regula rapidamente as enzimas esteroidogénicas necessárias dentro das células-alvo. Esta sequência molecular impulsiona a etapa final da produção hormonal, resultando na síntese e secreção de Progesterona (no corpo lúteo) ou de Testosterona (nas células de Leydig).

O efeito combinado da sinalização prolongada do LHR e do consequente aumento local das hormonas esteroides facilita as transformações celulares fundamentais. Este processo assegura a conclusão da maturação dos oócitos e desencadeia a luteinização, o processo de diferenciação que converte o folículo rompido no corpo lúteo funcional. Esta ação viabiliza a consequência fisiológica do sinal da LH.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Predalon (Gonadotrofina Coriónica)

A administração do Predalon é regida por instruções oficiais rigorosas que definem a sua preparação, via e esquema posológico. Esta secção descreve o quadro procedimental para a sua utilização, baseando-se exclusivamente em documentos regulamentares.

Via de Administração e Preparação Oficial

O Predalon é fornecido como um pó liofilizado estéril para solução injetável. A via de administração exigida é a parenteral, tipicamente através de injeção intramuscular (IM). O pó deve ser reconstituído imediatamente antes da utilização com o diluente fornecido. As instruções oficiais advertem os utilizadores para agitar suavemente o frasco até que o pó esteja dissolvido e referem expressamente que não se deve sacudir o frasco.

Regimes Posológicos Estabelecidos

A dosagem não é padronizada, dependendo inteiramente da condição que está a ser tratada, o que exige uma adesão rigorosa ao regime oficial:

Indicação Regime Padrão (Frequência) Padrão de Duração
Indução da Ovulação 5.000 a 10.000 Unidades USP (Dose única) Agendada para um dia após a última dose de uma preparação de FSH.
Hipogonadismo (Masculino) 4.000 a 5.000 Unidades USP (3 vezes por semana) Geralmente 6 a 9 meses, seguido de uma fase opcional de dose inferior.
Criptorquidia 4.000 Unidades USP (3 vezes por semana) Ciclo curto, tipicamente de 2 a 3 semanas.

Requisitos de Administração

Este medicamento requer uma supervisão médica estreita por parte de um médico experiente em problemas de fertilidade, sendo a sua administração estruturada em ciclos agendados ou periódicos. A rotulagem oficial esclarece explicitamente que a Gonadotrofina Coriónica humana não demonstrou ser eficaz na redução de peso e não deve ser utilizada para esse fim.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Predalon


Evidência para Uso de Suporte em Condições Inflamatórias e Autoimunes Graves

A base de investigação sobre a utilização do Predalon como agente de suporte em patologias como a artrite reumatoide, psoríase grave e colite ulcerosa caracteriza-se pelo foco na compreensão dos processos biológicos subjacentes. A investigação explorou o papel da substância ativa do medicamento, a Gonadotrofina Coriónica (hCG), no funcionamento do sistema imunitário. O trabalho concluído até ao momento contribui para o panorama geral da evidência, mas ainda não inclui ensaios clínicos de grande escala que avaliem os efeitos clínicos em doentes humanos para estas doenças crónicas específicas.

Tipos de Estudos e Resultados Analisados

A maior parte da evidência nesta área provém de estudos mecânicos pré-clínicos. Estes incluem trabalhos laboratoriais utilizando culturas de células (in vitro) e modelos animais de doenças inflamatórias. Os investigadores analisaram resultados relacionados com marcadores imunológicos. Os estudos monitorizaram marcadores imunológicos fundamentais, tais como a proporção de células imunitárias específicas (por exemplo, células T reguladoras ou Tregs) e os níveis medidos de substâncias pró-inflamatórias (por exemplo, citocinas como o TNF-alfa e a IL-6).

Estes estudos exploraram alterações medidas durante o período do estudo e referiram frequentemente que a substância ativa estava associada a variações mensuráveis na atividade das células imunitárias. Estas conclusões fornecem contexto relativamente às alterações biológicas observadas, mas a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.


Estudos de Longo Prazo e Dados de Acompanhamento

A investigação que explora alterações de sintomas a curto prazo monitorizou as respostas em intervalos de tempo definidos que são, tipicamente, breves. Os estudos focados neste uso de suporte têm empregue, geralmente, períodos de observação curtos. Isto significa que existe informação limitada sobre resultados a longo prazo, e os dados não determinam de que forma quaisquer alterações observadas durante o período do estudo possam ser mantidas ao longo de uma duração sustentada. A investigação fornece contexto, mas não previsões individuais relativas à sustentabilidade dos padrões observados. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.


O que Ainda é Incerto na Base de Investigação do Predalon

Uma limitação significativa na base de investigação é a falta de evidência comparativa e de estudos controlados de grande escala em doentes humanos. Embora o medicamento tenha sido estudado pelo seu potencial para influenciar as respostas imunitárias, a certeza permanece baixa quanto ao seu impacto clínico em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas. A evidência limita-se a descobertas pré-clínicas e mecânicas, e os dados ainda estão a emergir.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Predalon (FAQ)

P: Posso tomar Predalon com suplementos comuns, como a Vitamina D?

A informação oficial do produto foca-se geralmente em interações com medicamentos sujeitos a receita médica e indica que não existem interações fármaco-fármaco tradicionais documentadas para o Predalon. A rotulagem regulamentar não lista avisos específicos ou contraindicações relacionadas com suplementos alimentares comuns ou vitaminas, como a Vitamina D.

P: O Predalon é considerado um medicamento de alto risco pelas entidades reguladoras?

Os documentos regulamentares indicam que a utilização de Predalon requer uma ponderação cuidadosa devido ao potencial de efeitos secundários graves. A rotulagem oficial inclui avisos sobre riscos potencialmente fatais, tais como a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO) e a formação de eventos tromboembólicos (coágulos sanguíneos).

P: O Predalon requer monitorização laboratorial específica?

A informação oficial do produto indica que o procedimento médico inclui frequentemente a monitorização regular da resposta ovariana da doente. Esta monitorização é tipicamente realizada através de testes de diagnóstico, como a verificação dos níveis de estradiol sérico e a realização de ecografias transvaginais.

P: O Predalon pode ser tomado juntamente com medicamentos para doenças crónicas, como a diabetes?

Embora a rotulagem oficial refira a falta de interações fármaco-fármaco tradicionais, recomenda-se precaução especial em doentes com certas doenças crónicas. Isto deve-se ao facto de o fármaco poder causar retenção de líquidos, o que pode agravar condições pré-existentes como doenças cardíacas, disfunção renal ou diabetes.

P: O aumento ou perda de peso é um efeito conhecido do Predalon?

De acordo com os avisos regulamentares, o aumento súbito de peso pode ser um sinal precoce e importante de um efeito secundário grave denominado Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO). A rotulagem oficial também afirma explicitamente que não foi demonstrado que este fármaco seja eficaz na redução de peso.

P: Qual é o prazo de validade do Predalon?

A informação oficial do produto fornece detalhes de estabilidade para ambas as formas do medicamento. O pó não reconstituído está rotulado para conservação à temperatura ambiente controlada até à sua data de validade. A solução reconstituída deve ser conservada sob refrigeração e deve ser eliminada se não for utilizada no prazo de 60 dias.

P: Quais são as diferenças entre as várias dosagens ou formas de Predalon?

O fármaco é fornecido em diferentes dosagens unitárias, como 5.000 Unidades USP ou 10.000 Unidades USP, sob a forma de pó liofilizado. A dosagem específica prescrita baseia-se inteiramente na condição médica a ser tratada e no regime posológico oficial.

P: Com que rapidez devo esperar ver os efeitos do Predalon?

Os estudos resumidos na rotulagem oficial descrevem a ação do fármaco ao longo do tempo. Após uma injeção intramuscular, a substância ativa começa a aumentar na corrente sanguínea no prazo de duas horas e atinge geralmente a sua concentração máxima no prazo de seis horas.

P: Existem restrições alimentares importantes ao utilizar Predalon?

A rotulagem regulamentar oficial não lista quaisquer restrições dietéticas ou alimentares específicas na informação do produto.

P: Quanto tempo é que o Predalon permanece no organismo?

Os estudos farmacocinéticos mostram que a substância ativa é eliminada do corpo num processo de duas fases. A substância é tipicamente detetável na corrente sanguínea até 72 horas após a administração, sendo a fase final de eliminação a mais longa.

P: Onde posso encontrar os resultados oficiais dos ensaios clínicos do Predalon?

As informações oficiais de prescrição, incluindo resumos de dados de ensaios clínicos, são disponibilizadas publicamente por organismos governamentais. Geralmente, pode encontrar estes documentos oficiais em sites de bases de dados de medicamentos autorizados.

P: Existem interações conhecidas entre o Predalon e o álcool?

Os documentos regulamentares relativos a interações medicamentosas para o Predalon não especificam qualquer interação com o álcool.

P: O Predalon está disponível como medicamento genérico?

A substância ativa, Gonadotrofina Coriónica (hCG), é descrita nos registos oficiais como estando disponível sob vários nomes comerciais e nomes genéricos. A disponibilidade de alternativas genéricas está listada em bases de dados governamentais de produtos farmacêuticos aprovados.

P: Porque é que por vezes se discute o Predalon para condições diferentes do seu propósito principal?

Este fármaco é frequentemente discutido pelos utilizadores em relação à redução de peso, mas a rotulagem regulamentar proíbe estritamente esta utilização. Os documentos oficiais declaram explicitamente que não foi demonstrada a eficácia do fármaco na perda de peso.

P: O Predalon é considerado adequado para utilização em doentes idosos?

De acordo com os documentos regulamentares oficiais, os estudos realizados até à data não demonstraram problemas específicos da geriatria que limitem a utilidade da substância ativa em doentes idosos.

P: Que informações são fornecidas no Folheto Informativo (FI) oficial do Predalon?

O Folheto Informativo é um documento obrigatório que contém informações essenciais redigidas para os doentes. Geralmente, descreve a utilização do fármaco, instruções de preparação, uma lista de potenciais efeitos secundários e avisos importantes, como a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO).

P: Quanto tempo após a interrupção do Predalon é que os efeitos desaparecem?

Os efeitos terapêuticos do fármaco diminuem geralmente à medida que a substância é eliminada do corpo. Dado que a substância permanece no organismo durante vários dias, os efeitos desaparecem tipicamente de forma gradual ao longo de vários dias após a última injeção.

P: Quem regula a segurança do Predalon?

A segurança e eficácia do fármaco são supervisionadas por organismos reguladores governamentais nacionais, responsáveis pela aprovação e vigilância de medicamentos.

P: O Predalon tem um "Black Box Warning" (Aviso de Caixa Preta)?

A rotulagem regulamentar oficial para a substância ativa, Gonadotrofina Coriónica, não contém um Black Box Warning. Este tipo de aviso é a restrição mais rigorosa aplicada por certas autoridades reguladoras para assinalar riscos graves.

P: O Predalon pode ser utilizado se alguém tiver antecedentes de cancro?

Os documentos regulamentares listam contraindicações específicas relacionadas com antecedentes de cancro. O uso é oficialmente contraindicado em doentes com tumores do hipotálamo, glândula pituitária, ovário, mama, útero ou próstata, especialmente aqueles que são dependentes de androgénios.

P: É necessário limitar a atividade física durante a toma de Predalon?

Os avisos regulamentares oficiais aconselham que, se ocorrer um efeito secundário grave como a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO), a limitação da atividade física e a evitação de exercício extenuante é uma precaução necessária. Isto deve-se ao risco potencial de rutura ovariana associado a esta condição.

Como Predalon deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Predalon?

O Predalon é fornecido como um pó liofilizado, exigindo condições específicas de armazenamento que se alteram após o medicamento ser preparado para injeção (reconstituído).


Requisitos de Armazenamento

O pó não reconstituído deve ser conservado à temperatura ambiente controlada, entre 20°C e 25°C, na embalagem original. O pó deve ser protegido da luz e da humidade excessiva.

A solução reconstituída requer refrigeração, devendo ser conservada entre 2°C e 8°C. Não congele a solução reconstituída.

Estabilidade e Segurança Infantil

A solução reconstituída deve ser utilizada na totalidade num prazo de 60 dias; qualquer produto restante deve ser descartado após este período ou após a data de validade. Todas as formas do medicamento e os materiais de injeção associados devem ser mantidos fora do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

As agulhas e seringas usadas devem ser colocadas imediatamente num recipiente para objetos cortantes e perfurantes, resistente a furos. A eliminação do recipiente de objetos cortantes e de qualquer medicamento restante ou fora de validade deve seguir as leis e regulamentos locais ou nacionais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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