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Pig Wormer

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Pig Wormer

O que é o Desparasitante para Suínos? (Identidade e Classificação)

Propriedade Descrição
Ingrediente Ativo Piperazina (ex: sal de Sulfato de Dipiperazina)
Forma Pó solúvel em água, grânulos ou solução oral
Classe Farmacológica Agente Anti-helmíntico (Classe da Piperazina)
Objetivo Geral Expulsão de vermes redondos parasitas (Ascarídeos)
Origem Composto Orgânico Sintético

A substância vulgarmente conhecida como desparasitante para suínos é formalmente classificada como um agente anti-helmíntico veterinário, um tipo de medicação especificamente concebida para visar e facilitar a expulsão de vermes parasitas do organismo hospedeiro. O seu principal ingrediente ativo é a Piperazina, frequentemente administrada sob a forma de um sal químico altamente solúvel, como o Sulfato de Dipiperazina. Este fármaco pertence à classe de anti-helmínticos da Piperazina, que é clinicamente reconhecida pela sua eficácia específica contra infeções comuns por nemátodos. Embora o termo "desparasitante para suínos" faça referência ao seu principal hospedeiro alvo, a Piperazina é a Denominação Comum Internacional (DCI) principal, sendo também utilizada em formulações para aves, cavalos e pequenos ruminantes.


A Composição e Formas da Piperazina

A Piperazina é definida como um composto orgânico sintético, o que significa que é fabricada quimicamente em vez de ser derivada diretamente de fontes biológicas naturais. O composto é oficialmente categorizado como um anti-helmíntico para utilização contra nemátodos. É tipicamente fornecido em preparações concebidas para uma administração em massa facilitada, assumindo geralmente a forma de um pó fino solúvel em água, grânulos ou uma solução oral preparada.

Esta elevada solubilidade é fundamental, uma vez que a principal via de administração oral envolve a mistura do produto na água de bebida ou na alimentação dos animais, contrastando com métodos que requerem a dosagem individual. A composição é simples, consistindo no sal ativo de Piperazina combinado com uma base aquosa ou solúvel, garantindo uma distribuição eficaz e uniforme.


Como o Desparasitante Atua nos Parasitas (Princípio de Alto Nível)

A ação fundamental do medicamento consiste em induzir a paralisia flácida nos vermes parasitas, o que é alcançado atuando seletivamente na sua sinalização neuromuscular. Estudos sobre a substância confirmam o seu perfil de eficácia e segurança como um agonista dos recetores GABA em nemátodos. Consequentemente, o benefício geral é a expulsão suave e eficiente dos vermes paralisados, mas intactos, do trato digestivo do hospedeiro através do peristaltismo intestinal normal, permitindo a eliminação segura da carga parasitária.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Pig Wormer?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do princípio ativo, a piperazina, é caracterizado por reações adversas que são geralmente classificadas na documentação regulamentar como pouco frequentes ou raras. Estes efeitos são agrupados primordialmente por Classes de Sistemas de Órgãos oficiais, focando-se nos sistemas gastrointestinal e nervoso.

Reações Adversas Documentadas e Frequências

As reações adversas referidas como pouco frequentes nos sumários regulamentares incluem perturbações na classe das Doenças Gastrointestinais, tais como náuseas, vómitos, cólicas abdominais e diarreia. Efeitos na classe das Doenças do Sistema Nervoso, como cefaleias, tonturas e tremores musculares, também se enquadram nesta categoria de menor frequência.

Os efeitos documentados como raros incluem reações musculoesqueléticas, como fraqueza muscular, certas afeções oculares, como visão turva, e respostas de hipersensibilidade que afetam a pele, tais como erupções cutâneas ou prurido.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

As convulsões estão documentadas como uma potencial reação adversa grave, sendo tipicamente associadas a situações de sobredosagem ou a níveis de exposição sistémica que excedem os previstos para o uso terapêutico. Este padrão de contexto de utilização sublinha a relação entre uma exposição mais elevada e o aumento do risco neurotóxico.

As informações oficiais de segurança detalham condicionantes relativas a condições pré-existentes. Indivíduos com antecedentes de epilepsia ou outros distúrbios convulsivos são identificados como uma população onde a utilização é alvo de precaução. Além disso, a presença de comprometimento renal ou hepático grave é assinalada como uma restrição, uma vez que tais condições podem levar a um risco acrescido de efeitos adversos devido à dificuldade em eliminar o fármaco do organismo.

Esta estrutura regulamentar orienta a compreensão do perfil de segurança do medicamento, centrando-se no potencial de eventos neurológicos raros, mas graves, sob condições de risco específicas.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os agentes antiparasitários veterinários, como os encontrados em "desparasitantes para porcos" (que podem conter substâncias ativas como a Ivermectina ou o Levamisol), são formulados para animais e não estão aprovados para uso humano. A ingestão ou exposição a estes produtos pode levar a toxicidade, especialmente com doses elevadas ou repetidas.

Sintomas de Sobredosagem

Os sintomas de toxicidade podem variar dependendo do agente específico, da concentração e do nível de exposição. Os sintomas comuns associados à sobredosagem de compostos semelhantes em seres humanos incluem:

  • Efeitos Gastrointestinais: Náuseas, vómitos, dor abdominal e diarreia.
  • Efeitos Neurológicos: Tonturas, confusão, sonolência, perda de coordenação (ataxia), tremores, alucinações e, em casos graves, potenciais convulsões ou coma.
  • Efeitos Cardiovasculares: Hipotensão (pressão arterial baixa) e taquicardia (ritmo cardíaco acelerado).

Quando Procurar Ajuda Médica Imediata

Qualquer ingestão humana, acidental ou intencional, injeção ou exposição cutânea significativa a um produto desparasitante para porcos requer assistência médica de emergência imediata. Não espere pelo aparecimento de sintomas.

Ação Situação
Ligar para os Serviços de Emergência (ex: 112) ou Centro de Informação Antivenenos Imediatamente após a exposição, mesmo que a quantidade seja pequena ou desconhecida.
Procurar Tratamento Médico Se surgirem quaisquer sintomas, especialmente os graves como confusão, convulsões ou dificuldade respiratória.
Levar o Produto Leve a embalagem ou o rótulo do produto consigo para a unidade de saúde para auxiliar na identificação e no tratamento.

A gestão de uma sobredosagem deste tipo é tipicamente de suporte, uma vez que podem não estar disponíveis antídotos humanos específicos para todos os agentes veterinários. A intervenção atempada é crítica para gerir potenciais efeitos que coloquem a vida em risco.

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Usos terapêuticos de Pig Wormer

Este medicamento é relevante para aliviar a carga sintomática global associada a infeções parasitárias específicas por nemátodos.


Combate a Nemátodos Intestinais Específicos

Esta medicação é habitualmente utilizada em condições que apresentam episódios agudos de infestação parasitária, abordando principalmente o peso sintomático criado pela ascaridíase (Ascaris suum) e pelos vermes nodulares (espécies de Oesophagostomum). É aplicada em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional para eliminar uma carga parasitária estabelecida. O tratamento oferece um apoio que ajuda a atenuar a carga global de sintomas ao auxiliar na expulsão de vermes sem mobilidade.


Alívio do Comprometimento no Crescimento e na Saúde Física

O fármaco é pertinente em condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas, especificamente a falta de vigor e a diminuição da taxa de crescimento que interferem com o funcionamento diário e criam um esforço fisiológico percetível. O alívio desta carga pode auxiliar no suporte da estabilidade funcional e contribui para o apoio ao bem-estar geral durante períodos de sintomatologia acentuada, ao favorecer uma absorção de nutrientes mais eficiente.


Suporte à Saúde do Efetivo e Mitigação de Reinfeção

A piperazina é considerada relevante em contextos que envolvem uma carga sistémica elevada em todo o efetivo, sendo frequentemente utilizada durante fases em que os sintomas se tornam mais visíveis em animais jovens e vulneráveis, tais como leitões e porcas em fase de pré-parto. A sua aplicação é útil em situações que requerem assistência sintomática adicional, desempenhando também um papel no apoio aos esforços para mitigar o risco de reinfestação através da redução da libertação de ovos de parasitas.

Facto Rápido: Alívio dos Sintomas de Carga Parasitária

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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Desparasitante para Porcos?

O perfil oficial de elegibilidade para a substância ativa, a Piperazina, é definido por contraindicações absolutas e restrições populacionais rigorosas documentadas em fontes regulamentares governamentais.


Estado de Elegibilidade: Contraindicado

As normas oficiais proíbem o uso de Piperazina em populações específicas devido ao risco de toxicidade sistémica e potencial excitação do sistema nervoso central. O medicamento é contraindicado em doentes com:

  • Um historial conhecido de epilepsia ou qualquer distúrbio convulsivo existente.
  • Insuficiência renal grave (doença nos rins).
  • Insuficiência hepática grave (doença no fígado).
  • Gravidez, particularmente durante o primeiro trimestre.
  • Hipersensibilidade conhecida à Piperazina ou aos seus excipientes.

Estado de Elegibilidade: Uso Restrito

O uso condicional é imposto a populações onde uma maior sensibilidade ou uma eliminação (clearance) reduzida da substância são fatores relevantes:

  • A insuficiência renal ou hepática de grau ligeiro a moderado exige que o medicamento seja administrado com precaução extrema.
  • As crianças com menos de um ano de idade estão sujeitas a restrições, sendo o uso permitido apenas sob aconselhamento médico específico.
  • As mulheres em período de amamentação devem ter cautela, uma vez que a substância é distribuída no leite materno.
  • Os adultos mais velhos são geralmente classificados como uma população onde o uso não está amplamente estabelecido na documentação regulamentar.

O perfil regulamentar oficial define quem pode e quem não pode utilizar este medicamento ao proibir o seu uso onde a acumulação do fármaco ou a neurotoxicidade constituem um risco conhecido, exigindo uma supervisão profissional rigorosa para todas as populações com restrições de uso.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interação da piperazina, o componente ativo do Pig Wormer, é definido nos documentos regulamentares principalmente através da sua relação farmacodinâmica com outros anti-helmínticos e da sua dependência do tempo de trânsito gastrointestinal para a eficácia.

Interações que Modificam a Exposição e Restrições

A coadministração com purgantes ou catárticos é restringida pelas entidades reguladoras. Isto acontece porque estas substâncias aceleram o fluxo através do trato gastrointestinal, o que está documentado como redutor da duração efetiva da exposição da piperazina aos parasitas alvo. Se o tempo de contacto for reduzido, os vermes que foram apenas paralisados podem recuperar.

Interações Farmacodinâmicas e de Administração

A combinação de piperazina com certos outros agentes anti-helmínticos — especificamente os da classe do pirantel — está documentada como resultando em antagonismo. Este fenómeno diminui o efeito terapêutico global devido às formas opostas como estes fármacos afetam o sistema neuromuscular do parasita.

Relativamente ao momento da administração, algumas monografias regulamentares oficiais impõem uma condicionante que exige que o alimento seja retirado durante a noite anterior à administração da medicação. Esta regra de temporização é necessária para assegurar o consumo adequado do fármaco e a sua veiculação terapêutica.

Nota sobre Interações em Populações Específicas

É formalmente assinalada precaução na utilização em indivíduos com disfunção renal grave. A eliminação do fármaco depende fortemente da excreção urinária, e o comprometimento da função renal cria um risco documentado de redução da eliminação (clearance) e de acumulação sistémica.

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Mecanismo de ação

Agonismo Seletivo dos Sistemas Neuromusculares dos Nemátodos

O fármaco atua como um agonista direto que se liga seletivamente aos canais de cloreto regulados por GABA, localizados nas células musculares e nervosas de nemátodos parasitas suscetíveis. Esta ligação força a abertura do canal e mantém a sua atividade, resultando num influxo maciço e sustentado de iões cloreto (Cl^-). Esta interação molecular específica constitui a etapa primária do mecanismo do fármaco, focando-se exclusivamente na modulação do sistema de controlo neuromuscular do verme, em vez de atuar no hospedeiro.


Hiperpolarização Celular Mediada por Iões e Paralisia

O influxo contínuo de iões cloreto negativos conduz as células musculares do parasita a um estado de hiperpolarização. Esta alteração profunda no potencial elétrico torna a membrana da célula muscular refratária, o que significa que não pode ser despolarizada nem ativada pelos sinais excitatórios necessários para o movimento. A consequência fisiológica resultante é o início súbito de uma paralisia flácida completa em todo o corpo do parasita, fazendo com que este perca a capacidade de se mover ou de manter a sua posição contra a parede intestinal do hospedeiro.


Expulsão Passiva através do Peristaltismo do Hospedeiro

O efeito fisiológico resultante deste mecanismo é a expulsão passiva do parasita. Uma vez que os vermes se encontram paralisados, mas estruturalmente intactos, tornam-se incapazes de resistir às contrações ondulatórias normais do trato gastrointestinal do hospedeiro, conhecidas como peristaltismo. Esta ausência de resistência resulta na expulsão passiva dos vermes paralisados, completando a cascata mecanística desde a ligação molecular até ao efeito fisiológico.

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Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Pig Wormer

A piperazina, o princípio ativo em muitas formulações de desparasitantes para suínos, é administrada exclusivamente por via oral, tendo sido concebida para o tratamento em massa de efetivos. O medicamento deve ser fornecido através da sua mistura rigorosa na água de bebida ou na ração dos suínos.


Dosagem Oficial e Frequência

O regime padrão consiste num ciclo único de curta duração e não num tratamento diário contínuo. O tratamento limita-se a um período único de 24 horas, o qual pode ser repetido apenas após um intervalo mínimo de 30 dias, se as práticas de maneio assim o exigirem.

Para a maioria dos suínos, a dose é calculada com base no peso corporal, sendo que o regime oficial especifica 50 miligramas de base de piperazina por libra de peso corporal. Esta base de dosagem requer uma estimativa rigorosa do peso total do grupo a ser tratado.


Condições de Preparação e Administração

Devido ao facto de o tratamento ser administrado ao grupo, a água ou ração medicada deve ser a única fonte de hidratação ou nutrição disponível para os animais durante todo o período de tratamento de 24 horas, de modo a garantir um consumo adequado. A solução deve ser preparada diariamente para manter a eficácia e evitar a degradação.

O momento específico é relevante para o efetivo reprodutor. Os padrões oficiais aconselham a administração do tratamento de um único dia a porcas e marrãs aproximadamente um mês antes do acasalamento e, novamente, um mês antes da parição.

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Evidência clínica recente

Provas de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre a Piperazina (Desparasitante Suíno)

A investigação disponível sobre a Piperazina, o princípio ativo presente em desparasitantes suínos, foca-se principalmente em ensaios controlados e estudos regulatórios de eficácia para analisar a sua ação contra vermes parasitas específicos. Esta visão geral resume a estrutura dessas provas, detalhando o que foi estudado e o que permanece incerto, com base em relatórios científicos e governamentais autoritários. As informações abaixo descrevem padrões de grupo observados na investigação e não previsões individuais.


Provas de Utilização na Ascaridíase (Ascaris suum)

Os investigadores realizaram ensaios controlados críticos e estudos regulatórios de eficácia para explorar o desempenho da Piperazina contra o Ascaris suum (grandes lombrigas intestinais) em suínos. Estes estudos analisaram medidas diretas de recuperação de parasitas do trato digestivo e as subsequentes alterações monitorizadas na contagem de parasitas, bem como as alterações monitorizadas na excreção de ovos de parasitas (FECR) na população em estudo.

Os estudos reportaram padrões relacionados com a recuperação dos vermes visados em períodos de observação de curto prazo. Os resultados dos ensaios regulatórios descreveram dados que mostram padrões relacionados com diminuições monitorizadas na excreção de ovos de parasitas pouco tempo após a administração.


Provas de Utilização na Esofagostomíase (Vermes Nodulares)

A investigação também explorou o uso da Piperazina contra espécies de Oesophagostomum. As provas para esta indicação baseiam-se em ensaios clínicos controlados e submissões regulatórias de eficácia que avaliaram como a medicação afeta estes parasitas específicos. Os principais resultados monitorizados foram a recuperação direta do parasita e as alterações subsequentes na contagem de ovos nas fezes (FECR).

Os relatórios dos ensaios descreveram padrões de recuperação do parasita visado do trato digestivo do hospedeiro no curto prazo após a administração. Estes estudos reportaram medições que descrevem padrões de alterações monitorizadas na libertação de ovos de parasitas observados nos dias imediatamente a seguir à intervenção.


O que Ainda é Incerto Sobre a Investigação da Piperazina

A investigação fundamental baseia-se principalmente em estudos com durações de acompanhamento limitadas, durando tipicamente apenas de um a sete dias após o tratamento, focando-se na medição aguda do número de parasitas. Isto significa que os efeitos a longo prazo relativos à durabilidade da alteração inicial ou à medição prolongada da presença de parasitas ao longo de muitas semanas ou meses não estão totalmente estabelecidos.

Faltam provas comparativas em revisões sistemáticas publicadas recentemente que contrastem a Piperazina com classes químicas mais recentes de anti-helmínticos. Além disso, existe incerteza quanto ao alcance da sua ação contra todas as fases larvares e de migração tecidular dos parasitas visados. A investigação fornece contexto, mas não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Desparasitante Suíno (FAQ)

P: Qual é a diferença entre este desparasitante e outros fármacos da mesma classe?

A substância ativa, a Piperazina, é descrita em fontes farmacológicas como causadora de paralisia flácida nos vermes, ao acalmar as células nervosas do parasita. Isto distingue-a de outros medicamentos, como os da classe do Pirantel, que estão documentados por causarem paralisia espástica através da excitação das células nervosas dos vermes. Ambos os mecanismos resultam na expulsão do parasita através das contrações intestinais normais do hospedeiro.

P: Este produto é classificado pelos reguladores como verinicida ou vermífugo?

As fontes oficiais classificam este medicamento como um agente anti-helmíntico. A sua ação documentada consiste em provocar a paralisia, levando à expulsão passiva dos vermes através dos processos naturais do organismo. Embora a sua ação — paralisia e expulsão — se alinhe com a descrição funcional de um vermífugo, os documentos oficiais classificam-no prioritariamente como um agente anti-helmíntico.

P: O desparasitante destina-se a uma utilização preventiva ou apenas ao tratamento de infeções ativas?

As orientações regulamentares estruturam a utilização deste fármaco como um regime de tratamento para infeções existentes. O rótulo oficial não sugere, por norma, uma utilização contínua a longo prazo para prevenção. As diretrizes oficiais permitem a repetição do tratamento após um período específico se houver risco de reexposição ou se os sinais da infeção persistirem.

P: Porque é que as fontes oficiais mencionam por vezes a repetição do tratamento após algum tempo?

Os documentos regulamentares oficiais explicam que o intervalo recomendado para o retratamento está relacionado com o ciclo de vida do parasita. O medicamento é eficaz contra os vermes, mas não elimina os ovos. A repetição do ciclo permite que o tratamento atue sobre quaisquer novos vermes que possam ter eclodido desde a dose inicial.

P: Uma alteração temporária nos hábitos intestinais é um efeito reportado?

Os resumos regulamentares de efeitos adversos listam a diarreia e as cólicas abdominais como efeitos que ocorrem por vezes. Estes são considerados distúrbios gastrointestinais temporários.

P: Que tipo de monitorização clínica é recomendada ao utilizar este fármaco?

As informações regulamentares oficiais detalham que indivíduos com certas condições preexistentes, tais como doença hepática grave, insuficiência renal ou histórico de epilepsia, constituem populações que requerem cautela ou restrição. As condicionantes oficiais indicam que o uso nestas populações necessita de supervisão profissional cuidadosa devido ao potencial aumentado de efeitos adversos.

P: É verdade que nenhum medicamento anti-helmíntico é 100% eficaz?

Relatórios de investigação e dados regulatórios de eficácia descrevem padrões relacionados com uma redução monitorizada nos níveis de parasitas e na contagem de ovos após o tratamento. Os documentos oficiais focam-se na taxa de redução observada, em vez de fornecerem uma garantia de eliminação total ou sucesso absoluto para cada indivíduo.

P: Este princípio ativo é descrito como um medicamento aprovado para humanos por organismos de saúde oficiais?

A substância ativa, a Piperazina, é reconhecida por organismos oficiais de saúde e está incluída em normas de rotulagem de medicamentos não sujeitos a receita médica para utilização como agente anti-helmíntico. Isto confirma o seu estatuto regulamentar como um fármaco indicado para uso humano na gestão de infeções parasitárias.

P: Existem alimentos específicos ou restrições dietéticas mencionadas?

As informações oficiais do produto referem que a substância ativa é frequentemente administrada com o estômago vazio para favorecer a absorção adequada. Além desta sugestão quanto ao momento da administração, não são mencionadas restrições alimentares específicas ou proibições relacionadas com a dieta.

P: O que indica a prova disponível sobre o potencial de resistência dos parasitas a este fármaco?

A resistência dos parasitas aos medicamentos é uma área de estudo geral reconhecida na investigação de anti-helmínticos. Embora os documentos regulamentares centrais se foquem na eficácia imediata deste fármaco, a questão da resistência é um tema monitorizado e examinado continuamente em todas as classes de agentes antiparasitários.

P: Porque é que a higiene pessoal é descrita como um fator crítico ao usar este desparasitante?

As orientações gerais de saúde e a lógica dos intervalos de retratamento associam o uso do fármaco a uma higiene pessoal adequada. Dado que o medicamento não afeta os ovos, a higiene correta é descrita como importante para reduzir o risco de reinfeção por fontes ambientais durante e após o tratamento.

P: Este medicamento está geralmente disponível apenas mediante receita médica, segundo fontes regulamentares?

Os organismos reguladores gerem a substância ativa sob as Normas de Rotulagem para Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica. Esta classificação indica que o medicamento é geralmente categorizado para disponibilidade sem receita pelas autoridades reguladoras.

P: Qual é a orientação oficial para a eliminação de produto não utilizado ou fora de validade?

A rotulagem oficial determina que os medicamentos não utilizados ou fora de validade devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais numa instalação de resíduos aprovada. A eliminação em águas residuais domésticas, como pias ou sanitas, é oficialmente proibida.

P: Os documentos oficiais mencionam que este fármaco pode causar dores de cabeça ou sonolência?

Os documentos regulamentares sobre o perfil de segurança do medicamento referem que a cefaleia (dor de cabeça) é um efeito adverso que ocorre por vezes. Também listam a sonolência (sensação de sono) como outro efeito documentado na categoria de perturbações do sistema nervoso.

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Como Pig Wormer deve ser armazenado e descartado?

Armazenamento e Eliminação: Requisitos Oficiais

A rotulagem oficial determina condições específicas para manter a estabilidade e a segurança das formulações de Piperazina (Desparasitante para Porcos).

Requisito Declaração Regulamentar Oficial
Temperatura de Conservação Conservar abaixo de 30 °C (Temperatura Ambiente) e, explicitamente, não congelar no caso de produtos líquidos.
Proteção Deve ser armazenado num local seco e protegido da luz para evitar a degradação.
Segurança Infantil Uma instrução de segurança obrigatória é manter fora do alcance das crianças.
Regra do Recipiente Manter o produto no seu recipiente original bem fechado.
Eliminação O produto não utilizado ou fora do prazo de validade e a respetiva embalagem devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais numa instalação de resíduos aprovada. É proibida a eliminação em águas residuais domésticas (pias ou sanitas) para evitar a libertação para o meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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