Phyton

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Phyton

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Phyton

O que é o Phyton?

O Phyton Injetável é um medicamento de marca, potente e de dupla ação, utilizado exclusivamente para o tratamento de infeções bacterianas de gravidade moderada a grave em doentes hospitalizados. É administrado apenas mediante receita médica através de perfusão intravenosa (IV) e é classificado como um medicamento de alto risco devido à sua utilização em contextos de cuidados críticos.

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Piperacilina e Tazobactam
Forma Farmacêutica Injeção/perfusão intravenosa (IV)
Classe Farmacológica Antibiótico da classe das Penicilinas e Inibidor das Beta-lactamases
Utilização Comum Tratamento de pneumonia grave, infeções abdominais e cutâneas

Composição e Reconhecimento Clínico

O Phyton combina dois componentes ativos: a Piperacilina, um antibiótico de largo espetro da família das penicilinas, e o Tazobactam, um inibidor das beta-lactamases. Esta combinação única é reconhecida por prolongar significativamente a eficácia do antibiótico, protegendo a Piperacilina da desativação por certas enzimas de resistência (beta-lactamases) produzidas pelas bactérias.

Isto torna o Phyton uma opção terapêutica eficaz na gestão de infeções graves, tais como a pneumonia adquirida em contexto hospitalar ou infeções intra-abdominais complicadas. Esta formulação foi aprovada pela sua eficácia fiável contra muitas bactérias comuns e de difícil tratamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Phyton?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Phyton (Piperacilina/Tazobactam) está oficialmente documentado pelas autoridades de saúde governamentais e classificado de acordo com a incidência de reações adversas observadas na utilização clínica.

Os efeitos adversos estão agrupados por sistema, incluindo Doenças Gastrointestinais (diarreia, náuseas, vómitos), Afecções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos (erupção cutânea, prurido) e Doenças do Sistema Nervoso (cefaleias, insónia).

Classificação Exemplos de Reações Documentadas
Frequentes Diarreia, Náuseas, Vómitos, Cefaleias, Insónia, Erupção cutânea
Pouco Frequentes Prurido, Febre, Hipocaliemia (potássio baixo), Urticária, Dispepsia
Raras Convulsões, Agranulocitose, Anemia hemolítica

Reações Adversas Graves Documentadas e Restrições de Segurança

A rotulagem oficial destaca várias reações adversas graves, incluindo reações de hipersensibilidade severas, como a Anafilaxia, e condições cutâneas potencialmente fatais classificadas como Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs) (ex.: síndrome de Stevens-Johnson). Um risco de infeção grave é a diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD), que pode ocorrer durante ou após o tratamento.

Existem considerações de segurança para populações específicas: o rótulo contraindica estritamente o fármaco a indivíduos com antecedentes de hipersensibilidade a antibióticos da família das penicilinas. Doentes com insuficiência renal enfrentam um risco acrescido de eventos adversos específicos, tais como complicações hemorrágicas e convulsões, exigindo uma gestão cuidadosa de acordo com as diretrizes regulamentares. Além disso, os documentos oficiais de segurança referem que pode ocorrer neutropenia (contagem baixa de glóbulos brancos) em casos de terapêutica prolongada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais descrevem as manifestações documentadas e as medidas de emergência obrigatórias em caso de sobredosagem com Phyton (Piperacilina e Tazobactam).


Manifestações de sobredosagem e medidas documentadas

Uma sobredosagem pode estar associada a complicações neurológicas, incluindo convulsões e excitabilidade neuromuscular, particularmente quando são administradas doses elevadas ou quando a eliminação do fármaco está comprometida. Os achados fisiológicos podem também incluir distúrbios hídricos e eletrolíticos.

Assistência médica imediata é necessária perante qualquer evento grave ou potencialmente fatal. Isto inclui sinais de reações de hipersensibilidade graves (ex.: choque anafilático), que exigem a interrupção imediata do antibiótico e a administração de epinefrina e outras medidas de emergência. O medicamento deve também ser descontinuado imediatamente se houver suspeita da síndrome potencialmente fatal denominada Linfo-histiocitose Hemofagocítica (LHF).


Gestão e risco populacional

O tratamento da sobredosagem é estritamente sintomático e de suporte. As autoridades regulamentares referem que não se conhece nenhum antídoto específico. Os passos fundamentais de suporte incluem a correção de quaisquer distúrbios hídricos e eletrolíticos. Tanto a Piperacilina como o Tazobactam podem ser removidos da corrente sanguínea através de hemodiálise, um procedimento documentado para reduzir concentrações plasmáticas elevadas.

Uma consideração específica é o risco acrescido de complicações neurológicas, tais como convulsões, em doentes com função renal comprometida, devido à capacidade reduzida de eliminar o fármaco.

Usos terapêuticos de Phyton

Indicações do Phyton: principais utilizações e benefícios

O Phyton é habitualmente utilizado em contexto hospitalar para a gestão de infeções bacterianas de gravidade moderada a grave que envolvem sintomas relacionados com uma atividade fisiológica acentuada. O seu principal papel terapêutico consiste no tratamento da causa subjacente da doença. Esta ação apoia o doente durante episódios difíceis, ao aliviar a carga sintomática global associada a condições críticas. O âmbito específico da sua utilização é relevante em condições associadas a episódios agudos ou disruptivos.

O medicamento é frequentemente utilizado para auxiliar em ameaças bacterianas generalizadas, como a sepsis e a bacteriemia, sendo considerado relevante para a gestão de infeções complicadas. Estas incluem pneumonia hospitalar grave, infeções intra-abdominais complexas, infeções complicadas da pele e tecidos moles de localização profunda, e infeções em grupos de doentes de alto risco, incluindo aqueles com neutropenia febril.

“O seu papel consiste em proporcionar um alívio de suporte que ajuda os doentes a lidar de forma mais estável com os sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico durante condições críticas.”


Facto Rápido: Alívio do Desconforto Sistémico

O Phyton é utilizado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos e fornece um suporte que ajuda a atenuar o peso total dos sintomas associados a febre alta, stress funcional de órgãos específicos e desequilíbrio sistémico.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Phyton — Informações Regulamentares Oficiais

O perfil de elegibilidade para o Phyton (Piperacilina e Tazobactam) é definido por critérios regulamentares rigorosos, centrados no estado alérgico, na idade e na função orgânica do doente.


Âmbito de Elegibilidade Estado / Regra
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com antecedentes de alergia grave (hipersensibilidade) a qualquer antibiótico da classe das penicilinas ou a outro agente beta-lactâmico (ex.: cefalosporinas, monobactâmicos ou carbapenemos) não devem utilizar este medicamento.
Regras de elegibilidade relacionadas com a idade Aprovado para adultos e doentes pediátricos com idade igual ou superior a 2 meses. A segurança e eficácia não estão estabelecidas para bebés com menos de 2 meses. O uso requer precaução em doentes geriátricos, especialmente naqueles com problemas renais subjacentes.
Regras de elegibilidade para condições específicas Doentes com insuficiência renal grave (disfunção renal) ou que realizem diálise são elegíveis, mas o uso é restrito e exige uma redução obrigatória na dose administrada. É necessária precaução em doentes com histórico de distúrbios convulsivos, ou naqueles que sigam uma dieta com restrição de sódio ou possuam baixas reservas de potássio.
Elegibilidade na gravidez e lactação O uso durante a gravidez não é, geralmente, recomendado, a menos que o benefício esperado para a mulher justifique claramente o risco potencial. A lactação requer precaução, uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

O perfil regulamentar define a elegibilidade prioritariamente pela exclusão absoluta de doentes com uma alergia grave e pelo uso condicional necessário para doentes com função renal comprometida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Phyton (Piperacilina e Tazobactam) interage com vários produtos medicamentosos, o que resulta em restrições regulamentares oficiais ou na necessidade de monitorização. Estas interações são classificadas com base nos efeitos na exposição ao fármaco e na sua ação farmacodinâmica, conforme documentado pelas autoridades de saúde governamentais.

Padrões de Interação Documentados

Categoria Substância Interatuante Padrão de Interação / Restrição Oficial
Depuração Renal Probenecida Aumenta a concentração plasmática e a semivida de ambos os componentes ao reduzir a secreção tubular renal.
Depuração Renal Metotrexato Reduz a excreção do metotrexato, resultando numa exposição plasmática aumentada e prolongada, com potencial de toxicidade.
Farmacodinâmica Anticoagulantes Orais Risco acrescido de hemorragia devido a potenciais efeitos aditivos no sistema de coagulação sanguínea.
Farmacodinâmica Relaxantes Musculares Não Despolarizantes Prolonga a duração do bloqueio neuromuscular.
Incompatibilidade Aminoglicosídeos Proibida a coadministração na mesma solução intravenosa devido à inativação química do aminoglicosídeo in vitro.

Notas sobre Condições ou Populações Específicas

A utilização concomitante de Phyton com Vancomicina está associada a uma incidência aumentada de lesão renal aguda (LRA), um risco particularmente observado na população de doentes críticos, de acordo com os documentos regulamentares.

Estes padrões definem requisitos de monitorização obrigatórios para agentes que afetam a coagulação e exigem a separação de procedimentos para a administração intravenosa de produtos incompatíveis.

Mecanismo de ação

Inibição Irreversível da Construção da Parede Celular Bacteriana

O mecanismo do Phyton foca-se no seu componente Piperacilina, que atua como um inibidor irreversível das Proteínas de Ligação à Penicilina (PBPs) bacterianas, as enzimas essenciais para a ligação cruzada do peptidoglicano necessária para a integridade estrutural. Esta ação molecular impede imediatamente que a bactéria mantenha a sua camada protetora externa. A consequência é uma perda de rigidez estrutural e a resultante lise celular bacteriana (bacteriólise), culminando na consequência fisiológica da morte do patogénio.

Proteção Mediada por Enzimas e Restauração da Atividade

O co-mecanismo é suportado pelo Tazobactam, um inibidor das beta-lactamases que neutraliza quimicamente as enzimas beta-lactamases, que são enzimas bacterianas responsáveis pela hidrólise e inativação da Piperacilina. A ligação irreversível do Tazobactam a estas enzimas mantém funcionalmente a atividade de inibição das PBPs pela Piperacilina na presença de beta-lactamases. Esta sinergia permite que o mecanismo central de inibição da parede celular ocorra em bactérias que expressam atividade beta-lactamase.

Limitações Mecanísticas Devido à Especificidade

O alcance funcional do mecanismo é limitado por dois fatores principais: bactérias que possuem PBPs de baixa afinidade que não se ligam à Piperacilina de forma eficaz, e aquelas que produzem variantes de beta-lactamase que o Tazobactam é incapaz de inibir. Nestes cenários específicos, o mecanismo de rutura da parede celular falha e a consequência fisiológica da bacteriólise não se concretiza.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Phyton

A administração de Phyton (Piperacilina e Tazobactam para injeção) é estritamente regida por diretrizes oficiais que especificam o método, a frequência e os protocolos de ajuste de dose. Este medicamento é administrado exclusivamente como uma perfusão intravenosa (IV) em ambiente clínico, devido aos requisitos obrigatórios para a sua preparação e administração.

O esquema posológico padrão para adultos envolve a administração de uma dose de 3,375 g ou 4,5 g, tipicamente a cada seis horas, resultando numa dose diária total máxima de 18,0 g para infeções graves. O ciclo total de tratamento dura geralmente entre 7 a 10 dias, podendo estender-se até aos 14 dias, dependendo da infeção específica que está a ser tratada.

O uso adequado exige que o pó liofilizado seja reconstituído e, posteriormente, diluído num fluido intravenoso aprovado antes da perfusão. As instruções determinam que a solução resultante deve ser administrada durante uma duração fixa, geralmente de 30 minutos. Existem condições procedimentais específicas que estabelecem que a solução é incompatível com certos compostos, tais como a solução de Ringer com Lactato ou soluções que contenham apenas bicarbonato de sódio.

Para grupos específicos de doentes, a dose deve ser formalmente modificada. Os doentes pediátricos (com idade igual ou superior a 2 meses) recebem o doseamento com base no seu peso corporal. De forma crucial, os ajustes posológicos são obrigatórios para doentes com função renal reduzida, onde a frequência ou a quantidade da dose é diminuída de acordo com critérios específicos descritos nas informações de prescrição.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Phyton

A investigação sobre o Phyton foca-se na sua utilização no tratamento de infeções bacterianas hospitalares graves, principalmente através de ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA) comparativos e de estudos retrospetivos abrangentes. Esta visão geral descreve o panorama da investigação, analisando quais as condições que foram estudadas, que resultados foram monitorizados e onde a investigação permanece limitada, utilizando exclusivamente informações reportadas em fontes autorizadas.


Evidência para utilização em Infeções Intra-abdominais Complicadas (cIAI)

O Phyton foi estudado para a gestão de infeções intra-abdominais complicadas em múltiplos contextos clínicos. A base de evidência central inclui Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) que compararam o Phyton com outros esquemas antibióticos. Estes estudos focaram-se principalmente nas taxas de sucesso clínico e na erradicação microbiológica.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com estes indicadores de curto prazo em diferentes grupos de doentes. Os ensaios monitorizaram resultados relativos à resolução da infeção aguda e à incidência de novas infeções sistémicas. Os períodos de acompanhamento foram limitados, avaliando tipicamente os resultados dos doentes até 30 dias após o tratamento, e existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo ou taxas de recorrência após a fase inicial da terapêutica.


Evidência para utilização em Pneumonia Hospitalar Grave (HAP)

A investigação examinou a avaliação do Phyton em infeções pulmonares graves adquiridas em ambiente hospitalar, incluindo as associadas à ventilação mecânica. A base de evidência inclui tanto ECA como grandes coortes observacionais. Estes estudos exploraram resultados dos doentes relacionados com a mortalidade por todas as causas (taxas de sobrevivência entre 28 dias e 6 meses) e a resposta clínica (resolução de sintomas respiratórios agudos).

A investigação destaca alterações medidas durante o período do estudo para os diferentes esquemas analisados em ambiente de unidade de cuidados intensivos (UCI). Uma área específica da investigação examinou o impacto do método de administração na obtenção de concentrações ideais do fármaco em doentes críticos, explorando se este fator afeta os resultados clínicos reportados. Estão disponíveis dados limitados sobre a recuperação funcional a longo prazo ou as taxas de recorrência após a alta hospitalar.


Incertezas e Lacunas de Investigação na Evidência

Apesar de um corpo de evidência substancial, persistem várias áreas de incerteza e limitação no panorama da investigação. Uma lacuna significativa é o desafio em atingir e manter concentrações eficazes do fármaco em doentes críticos, onde a investigação descreve que a obtenção de concentrações ideais pode ser difícil. Além disso, a investigação que explora o uso do Phyton em conjunto com outros esquemas antibióticos nos doentes mais graves (sepsis, choque sético) apresentou resultados mistos quanto à sobrevivência a curto prazo, e os resultados em subgrupos permanecem incertos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Phyton (FAQ)

P: Quanto tempo é que o Phyton permanece no organismo após a interrupção do tratamento?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, a velocidade com que o organismo elimina um medicamento é medida pela sua semivida. Para o Phyton, a semivida plasmática de ambos os componentes ativos está oficialmente reportada como variando, habitualmente, entre 0,7 e 1,2 horas. Esta semivida descreve o tempo necessário para que a quantidade de fármaco no organismo diminua para metade.

P: E se eu estiver a tomar vitaminas ou suplementos com o Phyton?

R: Os documentos oficiais listam restrições obrigatórias e requisitos de monitorização para interações medicamentosas específicas. No entanto, o rótulo oficial não fornece geralmente uma lista exaustiva de todos os suplementos não medicinais, vitaminas ou produtos à base de plantas. As informações oficiais sublinham a necessidade de comunicar todas as substâncias que está a tomar, incluindo suplementos, ao profissional de saúde.

P: Qual é a diferença entre o Phyton e a versão genérica do medicamento?

R: Phyton é o nome comercial do produto genérico combinado, oficialmente conhecido como Piperacilina e Tazobactam para Injeção. As agências regulamentares exigem que a versão genérica seja bioequivalente ao produto de marca, o que significa que atua da mesma forma e fornece a mesma quantidade da substância ativa.

P: Existem diferentes dosagens de Phyton disponíveis?

R: Sim, a documentação oficial indica que o medicamento é fornecido em várias dosagens de pó estéril para injeção. Estas são dosagens em frascos de dose única utilizadas por profissionais de saúde para reconstituição na solução intravenosa final. As formulações comuns listadas em documentos oficiais incluem vários tamanhos de pó, tais como 2,25 g, 3,375 g e 4,5 g.

P: Os documentos oficiais mencionam algo sobre alterações de peso com o Phyton?

R: Embora não esteja listada como uma reação comum, os relatórios oficiais de eventos adversos incluíram menções a perda de peso inexplicada associada à utilização do medicamento. Esta informação baseia-se em relatos de eventos adversos observados durante a utilização clínica.

P: O Phyton precisa de ser tomado com alimentos?

R: O medicamento é administrado estritamente por perfusão intravenosa (IV), o que significa que é entregue diretamente na veia e contorna o sistema digestivo. Portanto, este método de administração indica que o medicamento não depende da ingestão de alimentos.

P: O Phyton é considerado um medicamento forte?

R: A informação oficial define a utilização prevista do fármaco. Está indicado para o tratamento de infeções bacterianas moderadas a graves, incluindo as adquiridas em ambiente hospitalar, o que reflete o seu papel no tratamento de condições sérias.

P: Pessoas com tensão arterial alta podem tomar Phyton?

R: Os avisos regulamentares oficiais referem que se aconselha precaução em doentes com condições como insuficiência cardíaca congestiva ou naqueles que sigam uma dieta com restrição de sódio, devido ao teor de sódio do medicamento.

P: O que devo saber sobre o consumo de álcool durante o tratamento com Phyton?

R: Informações específicas relativas ao uso de álcool não estão, habitualmente, detalhadas no rótulo oficial do produto. Dada a ausência de orientações específicas no rótulo oficial, a discussão com um profissional de saúde sobre o consumo de álcool é considerada a prática padrão.

P: O Phyton pode causar problemas de sono?

R: Sim, de acordo com as informações oficiais do produto, foram documentados certos efeitos no sistema nervoso. A insónia, ou dificuldade em dormir, está incluída nas listas oficiais de eventos adversos como uma reação comum.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que interajam com o Phyton?

R: A informação oficial do fármaco não lista interações específicas com alimentos ou bebidas. Uma vez que o medicamento é administrado por perfusão intravenosa, não interage tipicamente com os alimentos da mesma forma que os medicamentos orais.

P: Como é que o Phyton se diferencia de outros tratamentos para a mesma condição?

R: O Phyton é descrito nos documentos regulamentares como um produto de combinação único. Contém Piperacilina, um antibiótico, e Tazobactam, um inibidor concebido para proteger o antibiótico de enzimas de resistência bacteriana específicas (beta-lactamases).

P: O Phyton é utilizado para tratamentos de longa duração?

R: As informações oficiais de prescrição definem a duração da utilização. O curso típico de terapia para a maioria das indicações aprovadas dura geralmente entre 7 a 10 dias, podendo o curso estender-se até 14 dias, dependendo da infeção específica a ser tratada.

P: O Phyton apresenta risco de dependência ou adição?

R: Não. A classificação oficial do fármaco confirma que este medicamento é um antibiótico e não está categorizado como uma substância controlada pelos organismos reguladores.

P: É normal sentir uma ligeira tontura ao tomar Phyton pela primeira vez?

R: A tontura está documentada em fontes oficiais como um efeito adverso menos comum do medicamento.

P: Qual é o procedimento de eliminação para o Phyton não utilizado?

R: O rótulo oficial exige que o produto e o seu recipiente sejam geridos de acordo com os regulamentos locais, regionais e nacionais. A regulamentação estabelece que, para proteger o ambiente, o medicamento não deve ser eliminado no lixo doméstico nem despejado num cano ou sanita.

P: O Phyton pode afetar o humor do doente?

R: Os relatórios oficiais de eventos adversos incluem vários efeitos secundários psiquiátricos. Estas reações, que estão listadas em documentos oficiais, incluem depressão, agitação, confusão e ansiedade.

P: O Phyton é seguro para pessoas que conduzem ou operam máquinas?

R: Os documentos oficiais aconselham precaução devido ao potencial do fármaco para causar efeitos no sistema nervoso central, tais como tonturas e confusão. Estes efeitos podem afetar a capacidade do doente de conduzir ou operar máquinas com segurança.

P: O Phyton pode ser utilizado em doentes com menos de 18 anos?

R: Sim. O medicamento está oficialmente aprovado para utilização tanto em adultos como em doentes pediátricos com idade igual ou superior a 2 meses. A dosagem para crianças é ajustada com base no peso corporal, de acordo com diretrizes regulamentares específicas.

P: Porque é que algumas pessoas são informadas de que não podem usar Phyton?

R: O principal motivo oficial para a exclusão é definido por critérios regulamentares chamados 'contraindicações'. A contraindicação mais crítica é um historial de reação alérgica grave (hipersensibilidade) a qualquer antibiótico da classe das penicilinas ou a outro agente beta-lactâmico.

P: Existe um equivalente genérico para o Phyton?

R: Sim, a versão genérica do medicamento é conhecida como Piperacilina e Tazobactam para Injeção e está oficialmente disponível para utilização.

P: Existem diferentes formas de Phyton (ex.: comprimido, cápsula, líquido)?

R: Não. Este medicamento é fornecido apenas como pó estéril para reconstituição em solução. Destina-se exclusivamente a ser utilizado como perfusão intravenosa (IV) em ambiente clínico.

P: Existe um folheto informativo para o doente que acompanhe o Phyton?

R: Sim. As regulamentações oficiais exigem que o produto seja acompanhado por um Folheto Informativo (FI). Este documento detalha a sua utilização adequada, avisos e possíveis efeitos secundários para os doentes.

P: O Phyton é uma substância controlada?

R: Este medicamento é um antibiótico que não está classificado como uma substância controlada pelos organismos reguladores.

P: Qual é o nome químico oficial da substância ativa do Phyton?

R: O nome químico oficial para o componente Piperacilina é um nome técnico longo e complexo: (2S, 5R, 6R)-6-[(R)-2-(4-etil-2,3-dioxo-1-piperazinacarboxamido)-2-fenilacetamido]-3,3-dimetil-7-oxo-4-thia-1-azabiciclo[3.2.0]heptane-2-carboxilato de sódio.

P: As diretrizes oficiais sugerem que o Phyton é um tratamento de primeira linha?

R: Os documentos oficiais definem as utilizações aprovadas para o medicamento, mas geralmente remetem para diretrizes de prática clínica externas e padrões locais de cuidados para determinar a sua posição específica como terapia de primeira linha.

P: É comum os médicos alterarem a dosagem de Phyton após algum tempo?

R: As diretrizes regulamentares determinam que a dosagem deve ser ajustada para populações específicas de doentes. Isto é necessário, por exemplo, para doentes com função renal (rins) reduzida ou crianças, cuja dosagem é baseada no peso corporal.

P: O Phyton é conhecido por causar mal-estar estomacal?

R: Sim. As reações adversas comuns listadas em documentos oficiais relacionadas com o sistema digestivo incluem náuseas, vómitos e diarreia.

Como Phyton deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação de Phyton (Piperacilina e Tazobactam para Injeção)

As informações oficiais do rótulo definem requisitos específicos para a conservação do pó de Phyton e para o manuseamento da solução preparada.


Condições de Conservação

O pó não reconstituído deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada (20°C a 25°C). O recipiente deve ser mantido bem fechado, em local fresco e seco. O manuseamento requer precaução para evitar a inalação do pó. O medicamento deve ser sempre guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

Após a preparação do produto, a estabilidade da solução é limitada; esta deve ser utilizada num prazo de 24 horas se mantida à temperatura ambiente ou de 48 horas se for refrigerada. Qualquer porção não utilizada deve ser eliminada. Relativamente à eliminação, o produto e o seu recipiente devem ser geridos de acordo com os regulamentos locais, regionais e nacionais. Para proteger o ambiente, o medicamento não deve ser colocado no lixo doméstico nem despejado nos esgotos ou sanitas.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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