Phenazone

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Phenazone

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Fenazona (C11H12N2O)
Formas Comuns Comprimido, Solução (Ótica), Supositório
Classe Farmacológica Analgésico Pirazolónico; Analgésico-Antipirético não narcótico
Indicação Geral Alívio da dor ligeira a moderada e redução da febre
Origem Composto Sintético (Derivado da pirazolona)

Que Tipo de Medicamento é a Fenazona (Antipirina)?

A fenazona, que detém uma Denominação Comum Internacional (DCI) atribuída pela Organização Mundial da Saúde, é um fármaco sintético e não narcótico. Está classificada como um analgésico-antipirético pertencente à família dos analgésicos pirazolónicos. O composto é quimicamente conhecido como antipirina e possui uma relevância histórica assinalável, tendo sido o primeiro redutor sintético de dor e febre de natureza não opioide a ser descoberto, no final do século XIX.

A fenazona faz parte da classe dos analgésicos pirazolónicos, um grupo de agentes que se caracteriza pela sua estrutura química fundamental enquanto derivado da pirazolona. A substância ativa consiste no pó puro de fenazona, que é clinicamente reconhecido pelas suas propriedades analgésicas e antipiréticas, o que o diferencia de outros analgésicos comuns, como o paracetamol.

Composição e Benefícios Principais

A fenazona encontra-se disponível em diversas preparações farmacêuticas, incluindo formas sólidas como comprimidos e supositórios, ou dispersa num veículo líquido para constituir uma solução ótica específica. É frequente a utilização da fenazona em produtos de associação para o tratamento sintomático local, particularmente em preparações óticas.

O objetivo geral da fenazona é proporcionar alívio sintomático através da redução de duas condições primordiais: a dor e a febre. O seu principal benefício reside na sua capacidade de dupla ação: atua como analgésico para diminuir a perceção do desconforto e como antipirético para ajudar a normalizar uma temperatura corporal elevada.

Quais efeitos secundários são possíveis com Phenazone?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da fenazona está oficialmente documentado em fontes regulamentares, com as reações adversas geralmente classificadas de acordo com a sua frequência e o sistema orgânico afetado. Esta classificação não tem cariz instrutivo e foca-se estritamente nos padrões de segurança comunicados oficialmente.


Reações Adversas e Frequências Documentadas Oficialmente

As reações adversas da fenazona, também conhecida como antipirina, são agrupadas em intervalos de frequência específicos com base em dados regulamentares:

  • Reações Adversas Pouco Frequentes: Reações alérgicas cutâneas, incluindo urticária e prurido (comichão), são categorizadas como pouco frequentes em alguns documentos oficiais de segurança.
  • Reações Adversas Raras: Efeitos hematológicos graves, especificamente a agranulocitose (uma diminuição severa de um tipo de glóbulos brancos) e a leucopenia (uma redução no total de glóbulos brancos), estão listados como ocorrências raras na categoria de Doenças do sangue e do sistema linfático.
  • Frequência Desconhecida: Outros efeitos comunicados, sem uma classificação de frequência específica, incluem desconforto gástrico e hipotensão (tensão arterial baixa) relacionada com respostas alérgicas graves.

Classes de Sistemas de Órgãos e Restrições de Segurança

Os efeitos adversos estão formalmente mapeados por sistemas fisiológicos nos documentos regulamentares oficiais:

Classe de Sistema de Órgãos Preocupações de Segurança Associadas
Sangue e linfático Agranulocitose, Leucopenia
Sistema imunitário Respostas de hipersensibilidade sistémica
Pele e tecido subcutâneo Reações alérgicas cutâneas, Prurido, Urticária
Gastrointestinal Desconforto gástrico

As restrições de segurança estão também explicitamente documentadas na rotulagem oficial. O medicamento é contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com insuficiência renal grave e naqueles com antecedentes de distúrbios hematológicos, particularmente com risco conhecido de agranulocitose. Uma nota de segurança relevante aborda ainda o potencial da fenazona para interferir com o metabolismo de outros produtos medicinais. Relativamente à solução ótica especializada, as notas de segurança referem a possibilidade de irritação local ou uma sensação transitória de picada no local da aplicação.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem com fenazona (antipirina) é um cenário potencialmente grave que exige assistência médica de emergência imediata. O perfil de segurança estabelecido destaca riscos para o sistema nervoso central, sangue e órgãos vitais, tornando obrigatória a intervenção urgente caso surjam sintomas.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Sistema Manifestações Listadas
Hematológico Metemoglobinemia, que se apresenta clinicamente como cianose (coloração azulada da pele).
Sistema Nervoso Central Sonolência, letargia e tonturas, podendo progredir para convulsões ou coma em casos graves.
Gastrointestinal Náuseas e vómitos.
Desfechos Graves Insuficiência renal aguda, danos hepáticos e metemoglobinemia potencialmente fatal.

Ações de Emergência Necessárias

As orientações são explícitas: procure assistência médica imediata ou contacte um centro de informação antivenenos sem demora se houver suspeita ou confirmação de uma sobredosagem. Exceder a dose recomendada aumenta o risco destes desfechos graves. O acompanhamento hospitalar é necessário para a monitorização de sinais vitais e parâmetros laboratoriais, permitindo avaliar a extensão dos danos sistémicos.

Informação sobre Gestão Médica e Antídotos

Não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por fenazona. A gestão clínica foca-se no tratamento sintomático e de suporte, incluindo procedimentos para reduzir a absorção do fármaco (como a lavagem gástrica) e tratamentos específicos para complicações, como a utilização de azul de metileno para a metemoglobinemia. Doentes com insuficiência hepática ou renal pré-existente enfrentam um risco acrescido de toxicidade grave.

Usos terapêuticos de Phenazone

A fenazona é frequentemente utilizada para auxiliar no alívio de sintomas associados ao desconforto físico e a desequilíbrios sistémicos decorrentes de diversas condições agudas. As suas aplicações terapêuticas abrangem tanto o alívio sistémico como a utilização localizada e especializada.

Este medicamento é relevante para atenuar o desconforto em condições caracterizadas por períodos de sintomas intensificados, incluindo as fases agudas de cefaleias (dores de cabeça), dores musculares e febre. É também pertinente para o tratamento da dor aguda de ouvidos (otalgia) associada a estados inflamatórios ou irritativos.

Gestão Simultânea de Dor Aguda e Febre

Este fármaco pode ser utilizado para proporcionar uma gestão sintomática de apoio quando o desconforto generalizado é acompanhado por sintomas relacionados com desequilíbrio sistémico (febre). Oferece um duplo benefício terapêutico, desempenhando um papel na gestão tanto do desconforto como da febre, o que ajuda a reduzir a carga sintomática global durante períodos de exacerbação, tais como os associados a doenças virais sazonais. É considerada relevante para condições que se apresentam com desconforto sistémico e febre.

Alívio Localizado para Desconforto Episódico

A fenazona é aplicada em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional, nomeadamente em soluções óticas especializadas para abordar a dor aguda no ouvido e a inflamação. É igualmente relevante em contextos clínicos marcados por manifestações recorrentes ou episódicas, incluindo as fases agudas de crises de enxaqueca e desconforto cíclico, como a dismenorreia primária (cólicas menstruais). Esta utilização auxilia na manutenção da estabilidade funcional e pode ajudar os pacientes a lidar de forma mais constante com as flutuações de sintomas que interferem nas atividades quotidianas.

Facto Rápido: Suporte Sintomático para Dor Aguda de Ouvidos e Febre Sistémica

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar a fenazona — Informação Regulamentar Oficial

Âmbito de Elegibilidade

Classificação Estatuto de Elegibilidade segundo o Rótulo
Populações para as quais o uso é permitido Adultos, adolescentes e crianças mais velhas sem contraindicações subjacentes.
Populações para as quais o uso não é recomendado A utilização em lactentes com menos de seis meses de idade não é recomendada para algumas preparações, uma vez que os dados de segurança e eficácia não estão estabelecidos.
Populações para as quais o uso é contraindicado Indivíduos com hipersensibilidade conhecida à fenazona; doentes com perfuração infeciosa ou traumática da membrana timpânica (tímpano).

Regras de elegibilidade relacionadas com a idade:

Lactentes com menos de três meses requerem precaução especial devido à maior suscetibilidade a riscos associados a produtos de combinação.

Regras de elegibilidade para condições específicas:

Doentes com deficiência de Glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) ou hemoglobinopatias requerem precaução durante a utilização.

Estado de elegibilidade na gravidez e lactação:

O medicamento pode ser utilizado por grávidas ou mulheres a amamentar, se necessário, desde que a membrana timpânica esteja intacta, uma vez que a exposição sistémica é desprezível.

Restrições relacionadas com a elegibilidade:

A integridade da membrana timpânica deve ser verificada antes da administração para prevenir efeitos adversos no ouvido interno.


Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Declarações oficiais de elegibilidade:

A fenazona é contraindicada em doentes com alergia conhecida ao produto ou aos seus componentes. O uso é contraindicado se a membrana timpânica estiver perfurada. O medicamento pode ser utilizado por grávidas e mulheres em período de amamentação apenas sob a condição de se confirmar que o tímpano está intacto.

Ligação ao perfil global de elegibilidade:

Os documentos regulamentares estabelecem que a elegibilidade para a fenazona é definida principalmente pelas proibições absolutas de hipersensibilidade e de membrana timpânica perfurada. Para além destas exclusões claras, a utilização é classificada como condicional para populações específicas, tais como grávidas e doentes com deficiência de G6PD. O perfil enfatiza a necessidade de confirmar a integridade do tímpano antes da utilização em todos os grupos etários elegíveis.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação da fenazona é definido primordialmente pela sua condição de substrato e indutor no sistema enzimático do Citocromo P450 (CYP), o que dita restrições específicas documentadas na rotulagem oficial.


Contraindicações Formais e Alterações de Exposição

A administração concomitante com certos agentes é estritamente restrita devido a riscos farmacocinéticos que alteram a exposição aos fármacos. A combinação de fenazona com zidovudina (AZT) é contraindicada, uma vez que a fenazona pode aumentar significativamente as concentrações plasmáticas da zidovudina. Do mesmo modo, a administração conjunta com metotrexato em doses elevadas é também contraindicada, dado que a fenazona aumenta a concentração do metotrexato através da redução da sua eliminação (depuração).

Sendo um indutor das enzimas CYP, a fenazona pode reduzir o efeito anticoagulante dos anticoagulantes cumarínicos (por exemplo, varfarina), ao aumentar a sua eliminação metabólica. Inversamente, os inibidores do CYP (por exemplo, cimetidina) e os indutores do CYP (por exemplo, rifampicina) podem aumentar ou reduzir a concentração plasmática da fenazona, respetivamente.


Interações Farmacodinâmicas e com Substâncias

A administração concomitante com outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINE) e Analgésicos está associada a um risco documentado de efeitos tóxicos aditivos, particularmente irritação gastrointestinal. A combinação de fenazona com álcool pode também aumentar o risco de eventos adversos gastrointestinais.

Os efeitos relacionados com interações encontram-se oficialmente assinalados como podendo ser potenciados em doentes com insuficiência hepática, devido à redução da eliminação metabólica.

Mecanismo de ação

A fenazona, também conhecida como antipirina, exerce a sua ação farmacológica principalmente através da inibição das enzimas ciclo-oxigenase (COX), incidindo especificamente sobre a COX-1, a COX-2 e, potencialmente, a COX-3. Estas enzimas são parte integrante da cascata do ácido araquidónico, um processo que ocorre em múltiplos tecidos e tipos de células, incluindo o sistema nervoso central (SNC).

Esta inibição impede a conversão catalítica do ácido araquidónico em prostaglandina H2 (PGH2). A consequente redução na biossíntese intracelular de várias prostaglandinas derivadas, como a PGE2 e a PGI2, modula a sinalização celular.

No sistema nervoso central, particularmente no hipotálamo, a diminuição da concentração de PGE2 resulta numa modificação do ponto de ajuste termorregulador, o que constitui uma consequência fisiológica fundamental a nível sistémico. A redução da atividade das prostaglandinas contribui também para a modulação da transdução de sinais periféricos associados à nocicepção (perceção da dor) e à inflamação local ao nível dos tecidos.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar a Fenazona (Solução Ótica)

Esta secção descreve as instruções oficiais de administração para a fenazona em solução ótica, conforme estabelecido pelas autoridades reguladoras governamentais.

Protocolo de Administração

A via de administração aprovada para a fenazona em solução ótica é a via auricular (exclusivamente para utilização no canal auditivo externo). A solução nunca deve ser ingerida, nem utilizada nos olhos ou no nariz.

Característica Instrução Oficial
Dose Padrão (Adultos e Crianças) Instilar 4 gotas no meato acústico externo afetado.
Frequência Administrar 2 ou 3 vezes por dia.
Passo Pré-Administração O recipiente deve ser aquecido entre as mãos antes da utilização, para evitar o desconforto causado por uma solução fria.

Restrições de Procedimento e de Tempo

O cumprimento das restrições de procedimento é essencial para uma utilização segura e correta. Antes da administração, é obrigatório garantir que a membrana timpânica (tímpano) está intacta. A presença de um tímpano perfurado contraindica a sua utilização.

O tratamento com fenazona em solução ótica é um regime com duração limitada. A utilização da solução deve ser estritamente limitada a um período máximo de 7 a 10 dias. Caso os sintomas persistam ou se agravem após este período, é necessária uma reavaliação médica. A dose padrão de 4 gotas aplica-se tanto a adultos como a crianças, uma vez que o produto possui uma ação local.


Nota sobre Doses Esquecidas: Caso se esqueça de uma dose, aplique-a logo que se lembre e, em seguida, continue com o horário regular. Não aplique uma dose dupla para compensar uma dose esquecida.

Evidência clínica recente

Evidência Científica e Panorama dos Estudos sobre a Fenazona


Evidência para Utilização em Casos de Dor de Ouvido Aguda (Solução Ótica)

A fenazona, frequentemente combinada com um anestésico local, foi avaliada em estudos sob a forma de formulação em gotas auriculares. As investigações realizadas durante períodos de maior atividade sintomática — essencialmente Ensaios Clínicos Controlados Aleatorizados (ECCA) — focaram-se na medição de resultados relacionados com o desconforto físico no ouvido. Estes ensaios envolveram populações que incluíam crianças, desde lactentes a adolescentes, que apresentavam sintomas associados a inflamação aguda do ouvido.

Os estudos monitorizaram resultados reportados pelos doentes, descrevendo o desconforto percecionado ao longo de intervalos de tempo definidos. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos relativamente a alterações de curto prazo nas pontuações de dor. No entanto, a qualidade da evidência varia entre as investigações, e o número de ECCA de elevada qualidade que comparam diretamente a combinação ativa com um controlo inativo permanece limitado.


Evidência para o Alívio de Dor Sistémica e Febre

A investigação que explora a fenazona em resultados relacionados com desequilíbrios sistémicos ou funcionais (febre) e desconforto físico generalizado inclui uma base de estudos comparativos históricos e dados regulamentares. Os estudos monitorizaram alterações na temperatura corporal e na intensidade da dor autorreportada em adultos e grupos gerais de doentes com sintomas agudos.

A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo; os estudos exploraram tanto a antipirese como a analgesia. A investigação descreve padrões de grupo relativos à evolução dos sintomas nas populações observadas durante intervalos de tempo definidos. Contudo, muitos dos resultados derivam de estudos históricos que podem não cumprir os padrões de investigação modernos, o que significa que a qualidade da evidência varia entre os estudos.


O que Permanece Incerto na Investigação sobre a Fenazona

Várias áreas de incerteza e lacunas de investigação persistem na base de evidência da fenazona. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, especialmente para idosos ou indivíduos com condições de saúde subjacentes, o que significa que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas. Além disso, falta evidência comparativa face a muitos tratamentos amplamente aceites para a dor e a febre, o que dificulta a contextualização dos resultados dentro dos padrões de cuidados atuais. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos pelos dados disponíveis, uma vez que os estudos clínicos se focaram predominantemente em alterações sintomáticas de curto prazo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre a Fenazona (FAQ)

Q: Qual é a duração expectável do efeito após a toma de Fenazona?

A: A informação derivada de dados farmacocinéticos indica que a semivida de eliminação da fenazona é de aproximadamente 12 horas. Esta medição descreve a taxa à qual o fármaco é eliminado do organismo.

Q: Porque é que algumas pessoas utilizam a Fenazona em combinação com outros medicamentos?

A: A fenazona está registada na documentação oficial para ser utilizada em produtos combinados. Por exemplo, em formulações de gotas auriculares, é frequentemente combinada com um anestésico local para proporcionar alívio da dor no canal auditivo externo.

Q: Porque é que a Fenazona se encontra por vezes em formulações de gotas auriculares?

A: Os documentos regulamentares confirmam que a fenazona é utilizada em preparações óticas especializadas. O seu propósito nesta forma é o tratamento sintomático local da dor e do desconforto associados a patologias do canal auditivo externo.

Q: A Fenazona pode ser tomada com outros analgésicos como o paracetamol?

A: A rotulagem oficial aconselha precaução na coadministração de fenazona com outros analgésicos. Isto deve-se a um risco documentado de efeitos tóxicos aditivos, particularmente no que diz respeito à irritação gastrointestinal. Quaisquer efeitos secundários potenciais, tais como problemas digestivos, devem ser discutidos com um profissional de saúde.

Q: O que diz a orientação oficial sobre a interrupção da Fenazona?

A: Relativamente à solução ótica, a orientação oficial estabelece que o medicamento é um regime de duração limitada. A sua utilização está estritamente limitada a uma duração máxima de 7 a 10 dias. Se os sintomas persistirem após este período, é necessária uma reavaliação médica.

Q: Um ligeiro mal-estar estomacal é uma reação normal ao iniciar a Fenazona?

A: Os documentos regulamentares oficiais listam o desconforto gástrico como um potencial efeito adverso da fenazona. Quaisquer efeitos secundários potenciais, tais como problemas digestivos, devem ser discutidos com um profissional de saúde.

Q: O que acontece se eu me esquecer de uma dose de Fenazona?

A: De acordo com a informação oficial do produto para a solução ótica, se uma dose for esquecida, deve ser aplicada assim que houver recordação. A orientação oficial estabelece que não deve ser aplicada uma dose a dobrar para compensar a dose esquecida.

Q: É verdade que a Fenazona pode afetar os resultados de análises ao sangue?

A: Sim, a fenazona e os seus derivados químicos (como a antipirina) podem estar envolvidos nas metodologias de certos testes laboratoriais. Estes compostos são por vezes utilizados como substâncias de referência em ensaios, tais como os de medição da glicose no sangue.

Q: Qual é o significado do termo 'analgésico não opioide' em relação à Fenazona?

A: A fenazona é oficialmente classificada como um fármaco não narcótico, o que significa que não é um opioide. Pertence à família dos Analgésicos Pirazolónicos e é designada como um analgésico e antipirético (redutor de dor e febre).

Q: Como é que a Fenazona é tipicamente metabolizada pelo organismo?

A: A informação regulamentar oficial descreve a fenazona como uma substância que interage com as vias de metabolismo de fármacos do organismo. Especificamente, atua como um substrato e indutor dentro do sistema enzimático do Citocromo P450 (CYP), que é o principal sistema responsável pela decomposição do fármaco.

Q: A Fenazona pode causar reações alérgicas?

A: Os documentos oficiais listam potenciais efeitos adversos relacionados com o sistema imunitário. Estes incluem respostas de hipersensibilidade sistémica e efeitos locais, tais como reações alérgicas cutâneas (como urticária). O potencial para reações alérgicas deve ser discutido com um profissional de saúde.

Q: Os estudos apoiam a utilização a longo prazo da Fenazona para condições crónicas?

A: As revisões regulamentares da base de evidência afirmam que os dados sobre os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Os estudos clínicos focaram-se predominantemente no alívio a curto prazo de sintomas agudos, e não na gestão de condições crónicas.

Q: Porque é que alguns organismos regulamentares restringem o uso da Fenazona?

A: As restrições estão primariamente relacionadas com o potencial documentado para reações hematológicas adversas graves e raras, como a agranulocitose (uma redução grave de glóbulos brancos). Consequentemente, os documentos regulamentares contraindicam a sua utilização em doentes com distúrbios hematológicos preexistentes.

Q: Em que medida é que a Fenazona é diferente do ácido salicílico?

A: A diferença baseia-se na classe química. A fenazona é quimicamente classificada como um Analgésico Pirazolónico. O ácido salicílico e os seus compostos relacionados, como a aspirina, pertencem à classe química distinta dos salicilatos.

Como Phenazone deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação da Fenazona

As condições oficiais de conservação da fenazona (antipirina) são definidas para assegurar a estabilidade e a segurança do produto, conforme descrito na documentação regulamentar.

Requisito de Conservação/Manuseamento Restrição Definida na Rotulagem Regulamentar
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (geralmente entre 20°C e 25°C). Não congelar as formulações líquidas.
Proteção Manter o frasco bem fechado e proteger o produto da luz e da humidade excessiva.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.
Eliminação Eliminar o produto fora de validade ou não utilizado de acordo com os regulamentos locais para resíduos farmacêuticos; evitar a eliminação através das águas residuais domésticas ou do lixo comum, a menos que tal seja especificado.

Estas restrições garantem que o produto mantém a qualidade indicada no rótulo até à data de validade e que é descartado de forma segura.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Phenazone encontrado em:

ÍNDICE A-Z: