Percof

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Percof

O que é o Percof (Levodropropizina)?

O Percof é um medicamento sintético de substância única, classificado como um agente antitússico periférico não opioide. A sua função principal é proporcionar o alívio sintomático através da modulação do reflexo da tosse, respondendo à questão sobre a natureza deste medicamento e o seu funcionamento fundamental.

O Percof é definido pela sua substância ativa, a Levodropropizina (DCI), que é um isómero S-(−) sintético específico. Esta identidade química precisa coloca-o na classe farmacológica dos antitússicos que atuam diretamente nas vias respiratórias. A levodropropizina é clinicamente reconhecida pela sua eficácia na supressão da tosse, sendo considerada uma opção fiável para reduzir a necessidade de tossir.

Composição e Apresentações Disponíveis

A composição base do Percof apresenta a Levodropropizina como o único ingrediente ativo, formulado para administração oral. O medicamento é fabricado em diversas formas farmacêuticas flexíveis, incluindo uma solução em gotas orais, um xarope e os tradicionais comprimidos. A disponibilidade tanto do xarope como das gotas orais é um fator diferenciador relevante, tornando o medicamento adequado para diferentes grupos de doentes, dependendo das formulações aprovadas. As formas líquidas utilizam geralmente um veículo de base aquosa, enquanto os comprimidos recorrem a excipientes sólidos para conter o componente ativo.

Objetivo Geral e Perfil de Ação

O objetivo geral do Percof é acalmar o sintoma de uma tosse seca, persistente e não produtiva. Isto torna-o a escolha típica para situações em que a tosse não tem uma finalidade fisiológica, como a expulsão de muco. O fármaco atinge este objetivo através de uma ação periférica que modula o arco do reflexo da tosse, reduzindo a sensibilidade das fibras nervosas sensoriais, ou fibras C, localizadas na árvore traqueobrônquica. Esta atividade direcionada assegura que o alívio é obtido sem atuar diretamente no sistema nervoso central (SNC), confirmando o seu estatuto como uma opção não sedativa. Este mecanismo é fundamental para proporcionar alívio sintomático, impedindo a transmissão dos sinais de irritação que provocam o impulso de tossir.

Quais efeitos secundários são possíveis com Percof?

O Percof é um produto de combinação que contém geralmente o analgésico opioide codeína e paracetamol (acetaminofeno). O seu perfil de segurança é definido pelos riscos conhecidos associados a ambos os componentes, particularmente o perfil de risco opioide da codeína.

Reações Adversas e Segurança Geral

Os efeitos secundários comunicados com frequência estão geralmente relacionados com o componente de codeína, afetando os sistemas gastrointestinal e nervoso. Estes podem incluir sonolência, tonturas, atordoamento, náuseas, vómitos e obstipação. O uso prolongado ou excessivo pode aumentar a incidência e a gravidade destes efeitos.

Classe de Sistema de Órgãos Reações Adversas Comuns
Sistema Nervoso Sonolência, tonturas, atordoamento, confusão
Gastrointestinal Náuseas, vómitos, obstipação
Pele Erupção cutânea, prurido (comichão)

Reações Adversas Graves e Restrições

Depressão respiratória potencialmente fatal: Este é um risco grave e clinicamente significativo associado à codeína, que pode ocorrer mesmo em doses recomendadas, especialmente no início do tratamento ou após um aumento da dose. Este risco é acrescido em populações específicas, incluindo pessoas com problemas respiratórios preexistentes ou aqueles que são "metabolizadores ultra-rápidos" da codeína devido a uma variação genética.

Toxicidade Hepática: A utilização do componente paracetamol acima dos limites recomendados pode levar a lesões hepáticas graves e potencialmente fatais (hepatotoxicidade).

Riscos de Dependência e Abstinência: O Percof acarreta o risco de dependência física e psicológica, abuso e uso indevido, típicos dos produtos que contêm opioides. A utilização a longo prazo pode levar à tolerância e ao desenvolvimento de sintomas de abstinência após a cessação abrupta. O uso deste fármaco é geralmente restrito ao tratamento de curta duração de dor moderada, quando outras opções não opioides são inadequadas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Âmbito da Sobredosagem

Componente Chave Declaração Regulamentar Oficial
Manifestações de sobredosagem documentadas Taquicardia transitória temporária (ritmo cardíaco acelerado). Foram comunicados vómitos e dor abdominal não graves num caso pediátrico isolado.
Sistemas fisiológicos afetados (conforme rotulagem) É obrigatória atenção especial às funções cardíaca, respiratória, renal e hepática.
Fatores relacionados com a dose ou exposição A taquicardia foi comunicada após doses únicas elevadas (até 240 mg) ou doses diárias múltiplas elevadas.
Notas de sobredosagem específicas por população Conhece-se um caso isolado de sobredosagem numa criança de 3 anos (dose diária de 360 mg), no qual os sintomas não foram graves.
Declarações de resposta de emergência Devem ser fornecidas medidas e terapêuticas sintomáticas e de suporte.
Quando é necessária ajuda médica imediata Informe imediatamente o seu médico ou contacte o hospital local ou procure assistência médica imediata ao primeiro sinal de uma reação adversa ao medicamento.

Classificações de Sobredosagem (Nível Geral)

Detalhe da Classificação Declaração Regulamentar
Classificação de gravidade Nenhuma classificação específica está universalmente definida; o caso pediátrico comunicado foi não grave.
Base regulamentar Baseado em informações de portais de verificação e em documentos de agências nacionais de saúde.
Limitações no contexto de sobredosagem Não se conhece um antídoto específico. Aplicam-se as medidas gerais para o tratamento de uma sobredosagem medicamentosa.

Estrutura Resultante para Sobredosagem

Declarações oficiais de sobredosagem:

  • Procure assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem.
  • Não se conhece um antídoto específico, confirmando que a gestão é estritamente sintomática e de suporte.
  • É necessária atenção especial e monitorização das funções cardíaca, respiratória, renal e hepática.
  • As medidas de suporte incluem lavagem gástrica, administração de carvão ativado e atenção ao equilíbrio hidroelectrolítico.
  • As manifestações clínicas documentadas incluem taquicardia transitória temporária.

Ligação ao perfil geral de sobredosagem: Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem através da listagem da apresentação clínica observada, como a taquicardia transitória temporária, e da obrigatoriedade de uma resposta médica estruturada centrada em terapêuticas sintomáticas e de suporte. O conselho oficial é procurar assistência médica imediatamente, confirmando que as intervenções processuais necessárias e a monitorização das funções dos órgãos vitais devem ocorrer sob supervisão hospitalar, particularmente dada a declaração explícita de que não se conhece um antídoto específico.

Usos terapêuticos de Percof

O que o Percof trata: principais utilizações e benefícios

A principal utilização terapêutica do Percof (Levodropropizina) é o tratamento sintomático da tosse não produtiva, que é definida como uma tosse seca e irritativa que não produz muco. Este medicamento é relevante para tratar os sintomas de tosse frequentemente associados a condições comuns do trato respiratório.

O medicamento é aplicado na abordagem de conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou perturbadores, associados a condições como a bronquite aguda, manifestações de infeções das vias respiratórias superiores (IVRS) e a componente de tosse persistente da bronquite crónica. É aplicado em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional, ajudando a abordar o reflexo de tosse acentuado e não funcional.

Alívio Sintomático e Conforto

O Percof é relevante para fornecer apoio sintomático para a tosse seca e irritativa que interfere com o conforto diário. A abordagem terapêutica é aplicada durante fases de maior angústia ou desconforto e ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis. Isto é relevante para aliviar sintomas que interferem com o conforto diário, tais como a perturbação do sono induzida pela tosse.

“O objetivo principal é contribuir para o alívio dos sintomas que interferem com o funcionamento diário e apoiar os doentes durante episódios difíceis, atenuando o mal-estar durante as fases sintomáticas.”

O medicamento oferece um alívio sintomático que pode auxiliar os doentes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.


Facto Rápido: Alívio para a Tosse Não Produtiva O Percof é vulgarmente utilizado para ajudar com tosses secas e irritativas associadas a condições respiratórias agudas e crónicas, fornecendo um apoio que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

O perfil regulamentar oficial do Percof define regras específicas de elegibilidade e não elegibilidade para populações distintas.

Populações para as quais o uso é contraindicado

O uso é estritamente proibido em crianças com menos de dois anos de idade, conforme estabelecido na informação de prescrição. O medicamento está formalmente contraindicado para mulheres grávidas e durante o período de lactação (amamentação). A exclusão absoluta aplica-se também a doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou aos excipientes, e àqueles diagnosticados com doença hepática grave (insuficiência hepática).

Condições que definem a não elegibilidade

A contraindicação é especificada para doentes com patologias pulmonares subjacentes que envolvam expetoração excessiva, como a broncorreia, ou para aqueles com uma redução grave da função mucociliar (por exemplo, discinesia ciliar).

Populações que requerem uso restrito ou condicional

O medicamento deve ser utilizado com precaução e após avaliação do benefício-risco em doentes que apresentem insuficiência renal grave, frequentemente definida por uma depuração da creatinina inferior a 35 mL/min. É igualmente aconselhada uma consideração especial para a população idosa. Além disso, a formulação líquida requer precaução em doentes diabéticos devido ao seu teor de sacarose.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Percof (levodropropizina) apresenta um perfil de interações oficialmente documentado como limitado, focando-se em efeitos farmacodinâmicos e em regras específicas de administração, conforme descrito na rotulagem regulamentar.

Interações Farmacodinâmicas e Precauções

A coadministração com medicamentos sedativos e outros depressores do sistema nervoso central (SNC) requer precaução. A documentação regulamentar observa o potencial para um aumento do efeito sedativo, uma potenciação farmacodinâmica que é especificamente relevante para indivíduos particularmente sensíveis. Por outro lado, estudos clínicos oficiais confirmam a ausência de interações clinicamente significativas com várias classes de fármacos habitualmente utilizados em patologias broncopulmonares, incluindo beta2-agonistas, metilxantinas e seus derivados, corticosteroides e mucorreguladores.

Restrição de Tempo na Administração

Existe uma restrição estabelecida na informação do produto relativamente à ingestão de alimentos. Para colmatar a ausência de dados definitivos em humanos sobre o efeito dos alimentos na absorção do medicamento, a documentação regulamentar aconselha que o Percof seja administrado afastado das refeições, ou entre as refeições, como uma norma de procedimento.

Ausência Documentada de Interferência Metabólica e de Substâncias

O perfil do medicamento é adicionalmente definido por declarações oficiais de não interferência com outros agentes farmacológicos fundamentais. Os registos regulamentares indicam que não ocorre modificação da atividade de anticoagulantes orais, como a varfarina, e que não existe efeito sobre a ação hipoglicemiante da insulina. Além disso, estudos em animais confirmam que o medicamento não potencia os efeitos do álcool no sistema nervoso central.

Mecanismo de ação

Como funciona o Percof

O Percof contém a substância ativa levodropropizina, um agente antitússico concebido para o tratamento sintomático da tosse seca e irritativa. Ao contrário de outros antitússicos que atuam predominantemente no sistema nervoso central, este medicamento exerce a sua ação principal a nível periférico, focando-se nas vias respiratórias.

O mecanismo de ação baseia-se na inibição da ativação das terminações nervosas sensoriais localizadas na árvore brônquica. Quando estas terminações são estimuladas por agentes irritantes, enviam sinais ao cérebro que desencadeiam o reflexo da tosse. A levodropropizina reduz a libertação de neuropeptídeos sensoriais e modula a excitabilidade dos recetores, resultando numa diminuição da frequência e intensidade dos episódios de tosse.

Além disso, a substância demonstra uma atividade que ajuda a prevenir a bronconstrição induzida por certas substâncias inflamatórias. Por não atravessar de forma significativa a barreira hematoencefálica nas doses terapêuticas recomendadas, o medicamento apresenta uma menor probabilidade de causar efeitos secundários comuns aos antitússicos centrais, como a depressão respiratória ou a sedação profunda. O objetivo do tratamento é proporcionar alívio temporário da irritação das vias aéreas, permitindo a recuperação do conforto respiratório sem suprimir a capacidade do organismo de manter a depuração mucociliar necessária.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Percof é Utilizado

O Percof (levodropropizina) é administrado exclusivamente por via oral, estando disponível principalmente sob a forma de xarope, solução em gotas orais ou comprimidos. O princípio fundamental da sua administração baseia-se na padronização da dose, frequência e duração, conforme definido na rotulagem regulamentar.

Dosagem e Frequência Padronizadas

Para adultos e adolescentes (crianças com idade superior a 12 anos), a dose padrão é de 60 mg de levodropropizina por cada toma. Esta dose é administrada até três vezes ao dia, estipulando os documentos regulamentares um intervalo mínimo de seis horas entre cada administração. A ingestão diária máxima para estes grupos de doentes não deve exceder os 180 mg.

Contexto e Duração da Utilização

Para garantir uma administração correta, o medicamento é geralmente aconselhado fora das refeições (com o estômago vazio). No caso das formas líquidas, a medição precisa através de um dispositivo de dosagem calibrado é uma etapa processual obrigatória. O tratamento destina-se a ser de curta duração para o alívio dos sintomas. As diretrizes oficiais recomendam geralmente a interrupção do uso assim que os sintomas desapareçam, ou a não continuação do tratamento além de um período definido, como sete dias, sem uma reavaliação clínica.

Restrições de Uso Específicas

Os protocolos de utilização para crianças entre os 2 e os 12 anos requerem um cálculo baseado no peso corporal, tipicamente 1 mg/kg até três vezes ao dia. O medicamento está contraindicado para utilização em crianças com menos de dois anos de idade e para doentes diagnosticados com insuficiência hepática grave. Recomenda-se também precaução na administração do medicamento a idosos ou a doentes com insuficiência renal grave.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Percof (levodropropizina)


Evidência para a Utilização na Tosse Seca Aguda

A investigação principal sobre o Percof analisou a forma como os sintomas se alteram na tosse não produtiva, que está frequentemente associada a episódios agudos ou disruptivos, tais como os que acompanham as infeções das vias respiratórias superiores. A base de evidência para esta utilização baseia-se fortemente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados de curta duração e em meta-análises, que são estudos que consolidam as conclusões de muitos ensaios diferentes.

Os investigadores exploraram uma variedade de resultados relacionados com o desconforto físico, incluindo a frequência com que os doentes tossiam durante o dia e a noite, e como estes percecionavam a intensidade ou gravidade dos seus sintomas de tosse. Estes estudos foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática e incluíram tipicamente tanto adultos como crianças que apresentavam uma tosse seca e irritativa. A duração do acompanhamento foi geralmente curta, abrangendo apenas os poucos dias ou a semana necessária para tratar o sintoma agudo.

Evidência para a Utilização na Tosse Crónica e Bronquite

A investigação também foi observada em contextos que envolveram indivíduos com tosse ligada a condições como bronquite aguda ou crónica. Estes estudos utilizaram frequentemente desenhos comparativos, nos quais os resultados foram medidos em cenários que envolveram uma carga sintomática variável, desde crises agudas até manifestações de tosse mais persistentes.

Para a tosse crónica persistente, os dados descrevem padrões relacionados com a evolução dos sintomas ao longo do período do estudo. No entanto, a evidência existente para condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas ao longo de muitos meses é frequentemente limitada, quando comparada com a vasta investigação disponível para a tosse aguda.

Duração do Estudo e Lacunas na Investigação

Um elemento fundamental para compreender a evidência é a duração da investigação. A maioria dos estudos primários que exploram padrões de sintomas a curto prazo observou os doentes durante menos de sete dias. Por conseguinte, existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo ou a durabilidade das alterações observadas.

A investigação fornece contexto para os resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas, mas os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. As principais lacunas incluem a falta de dados substanciais sobre os efeitos da utilização prolongada em doentes com sintomas respiratórios persistentes ou crónicos. A evidência destaca o que é conhecido — principalmente sobre a utilização aguda a curto prazo — e o que ainda permanece incerto relativamente à aplicação prolongada ou aos resultados em determinados subgrupos de doentes complexos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Percof (FAQ)

P: Com que rapidez se pode esperar que o Percof comece a atuar?

Estudos sobre a formulação de libertação imediata indicam que o medicamento é absorvido rapidamente. O tempo necessário para que a substância ativa atinja a concentração máxima no sangue varia, tipicamente, entre 0,25 e 0,75 horas.

P: Quanto tempo dura normalmente o efeito terapêutico principal do Percof?

A semivida terminal média da substância ativa é de aproximadamente 2,3 a 2,7 horas. Estes dados fornecem o contexto sobre a rapidez com que a substância é eliminada do organismo.

P: Quais são os efeitos secundários mais frequentemente comunicados do Percof?

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência são essencialmente problemas gastrointestinais ligeiros, como náuseas e secura de boca. Efeitos no sistema nervoso central, incluindo tonturas, sonolência e dores de cabeça, também são comunicados com frequência.

P: A informação oficial indica que o Percof causa habitualmente problemas digestivos como a obstipação?

Os documentos regulamentares listam problemas gastrointestinais como náuseas, vómitos, diarreia e obstipação como possíveis efeitos secundários. Estes efeitos são mencionados como possíveis, devendo qualquer alteração ser discutida com um profissional de saúde.

P: Quais são os avisos oficiais sobre conduzir ou utilizar máquinas enquanto se usa Percof?

A informação oficial do produto refere que os utilizadores devem evitar conduzir veículos ou trabalhar com máquinas caso sintam sonolência. Este aviso baseia-se no potencial do medicamento para causar um efeito sedativo aumentado em alguns indivíduos.

P: O Percof é classificado oficialmente como uma substância controlada?

O Percof é classificado farmacologicamente como um agente antitússico não opioide. Isto significa que atua perifericamente no reflexo da tosse e não possui a atividade no sistema nervoso central tipicamente associada a substâncias controladas.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devem ser evitados ao utilizar Percof, de acordo com o folheto?

As orientações regulamentares recomendam a toma do medicamento separada das refeições, geralmente de estômago vazio. Esta é uma restrição de procedimento relacionada com a falta de dados definitivos sobre como os alimentos afetam a absorção do fármaco, mas não existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser estritamente evitados.

P: O Percof foi aprovado para utilização fora dos Estados Unidos?

Citações regulamentares oficiais confirmam que a substância ativa está autorizada para utilização em vários países a nível global, o que inclui nações na Europa e na Ásia.

P: Por que motivo alguns relatos de doentes mencionam uma sensação de "névoa mental" ao tomar Percof?

A sensação de "névoa mental" pode estar relacionada com efeitos conhecidos no sistema nervoso central. A informação regulamentar lista a sonolência e as tonturas como possíveis efeitos secundários.

P: Quais são os avisos oficiais sobre potenciais sintomas de privação ou descontinuação se o Percof for interrompido?

A documentação oficial indica que o fármaco é um não opioide e não causa habituação. A descontinuação é geralmente aconselhada assim que os sintomas agudos estejam resolvidos.

P: Qual é o procedimento geral para lidar com uma dose esquecida de Percof?

As orientações oficiais referem que, se uma dose for esquecida, esta pode ser tomada assim que o doente se lembre. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte planeada, a dose esquecida deve ser ignorada por completo. As orientações oficiais indicam que não se deve tomar uma dose dupla para compensar uma dose esquecida.

P: O Percof afeta os padrões normais de sono ou causa insónia?

Os documentos regulamentares listam tanto a sonolência como a insónia (dificuldade em dormir) como possíveis efeitos adversos. A probabilidade de experienciar qualquer um destes sintomas pode variar entre indivíduos.

P: Qual é a frequência de reações alérgicas ou erupções cutâneas associadas ao Percof?

A hipersensibilidade está listada como uma contraindicação para o uso. Relatórios de vigilância pós-comercialização incluem reações alérgicas, tais como erupção cutânea, prurido e angioedema.

P: O Percof é mencionado especificamente como tendo um risco elevado de interações medicamentosas?

A documentação oficial não classifica o Percof como tendo um risco geral elevado de interações entre medicamentos. Contudo, aconselha precaução devido ao potencial de um efeito sedativo aumentado quando tomado com outros fármacos sedativos.

P: O Percof pode ter efeito no meu ritmo cardíaco ou na pressão arterial?

Os documentos regulamentares listam ocorrências raras de efeitos cardiovasculares. Estes podem incluir palpitações, ritmo cardíaco acelerado (taquicardia) e pressão arterial baixa (hipotensão).

P: São necessários testes laboratoriais específicos antes ou durante o tratamento com Percof?

Os documentos regulamentares não referem a necessidade de testes laboratoriais de rotina para o uso geral. No entanto, a monitorização próxima de testes de função é uma consideração anotada para doentes com condições preexistentes, como insuficiência renal grave ou diabetes mellitus.

P: O que diz a entidade reguladora sobre o risco de sobredosagem acidental com Percof?

As orientações oficiais indicam que deve ser procurado tratamento médico de emergência imediatamente em caso de suspeita de sobredosagem. O risco de sobredosagem é um tema para discussão com um profissional de saúde.

P: Que tópicos de segurança fundamentais têm sido o foco da vigilância pós-comercialização do Percof?

A vigilância pós-comercialização foca-se em riscos importantes e informações em falta identificadas no Plano de Gestão de Riscos. É dada uma atenção específica à monitorização de reações alérgicas e de hipersensibilidade.

P: A formulação do Percof é de libertação imediata ou de libertação prolongada?

A forma farmacêutica convencional do medicamento é uma formulação de libertação imediata (IR), o que significa que a substância ativa é libertada rapidamente. Versões de libertação prolongada (CR) também têm sido objeto de investigação.

P: Por que motivo o Percof é por vezes discutido em fóruns online relacionados com o humor ou ansiedade?

O motivo para estas discussões online deve-se, provavelmente, ao potencial de efeitos do medicamento no sistema nervoso central (SNC). Os efeitos secundários possíveis listados nos documentos regulamentares incluem sonolência e tonturas.

Como Percof deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Percof (levodropropizina)?

As diretrizes regulamentares oficiais definem condições precisas para a conservação e eliminação do Percof, com o objetivo de garantir a estabilidade e a segurança do produto.

Requisitos Oficiais de Conservação

Condição Norma Regulamentar
Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 30°C (ou 25°C para algumas formulações).
Ambiente Manter o medicamento num local fresco e seco e protegido da luz.
Recipiente Conservar na embalagem original intacta e garantir que todos os recipientes estão bem fechados.
Estabilidade As preparações líquidas devem ser rejeitadas um mês (ou seis semanas) após a primeira abertura do frasco.

Regras de Eliminação e Segurança

É obrigatório manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças. Relativamente às águas residuais, não elimine este medicamento através de lavatórios ou sanitas, nem no lixo doméstico, uma vez que esta restrição serve para proteger o ambiente.

Os medicamentos não utilizados ou fora de validade devem, preferencialmente, ser devolvidos através de um programa de retoma de medicamentos, como os disponíveis nas farmácias. Se tal não for possível, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável, como borras de café ou terra, e selado antes de ser colocado no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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